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CLDF debate criação de vara especializada em crimes contra a criança e o adolescente

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Prevista na Lei Federal nº 13.431/2017, a criação de vara especializada em crimes praticados contra a criança e o adolescente foi tema de audiência pública na Câmara Legislativa nesta segunda-feira (13). A previsão legal não teve consenso entre os participantes, mas foi unânime a defesa da necessidade de se tratar meninos e meninas com prioridade absoluta, garantindo celeridade aos processos de violência contra crianças e adolescentes.

Segundo a promotora Liz-Elainne Mendes, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o Tribunal de Justiça já promoveu três debates sobre a criação da vara especializada no DF e tem considerado a mesma inviável. Em sua opinião, um órgão específico pode estigmatizar as vítimas e gerar ônus de deslocamentos. A promotora defende que todo o fluxo judiciário seja capacitado para lidar com o assunto: “O olhar de proteção deve existir onde quer que o processo esteja”.

Opinião semelhante foi compartilhada pela juíza do Núcleo Judiciário da Mulher do TJDFT Fabriziane Zapata, quem ressaltou que a lei federal não leva em conta a situação específica do DF, onde há varas e juizados para acolher processos em todas as circunscrições. Assim como a promotora Liz-Elainne Mendes, Zapata apresenta ainda preocupação com o adoecimento dos profissionais da vara especializada em crimes contra crianças e adolescentes, os quais teriam de lidar todos os dias, de segunda a sexta-feira, com temas muito fortes.

Já a advogada Roberta da Silva, da Comissão Especial de Combate à Violência Familiar da OAB/DF, acredita que a criação de um órgão especializado em crimes contra crianças pode dar celeridade aos processos por priorizar a questão. Ela lamentou que alguns casos levem anos para terem um desfecho: “Muitas vezes a criança vira adulta sem ver o agressor ser punido”.

Também da OAB/DF, o integrante da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Leonardo Silva vê com bons olhos a criação da vara especializada no DF. Ele argumenta, contudo, que o ideal seria colocar em prática a previsão constitucional de dar prioridade absoluta a meninos e meninas em todos os serviços existentes. O advogado aproveitou o debate para defender, ainda, a derrubada do veto do governador Rodrigo Rollemberg à criação de dez novos conselhos tutelares no DF.

Para o secretário adjunto da Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do DF, Antônio Carlos de Carvalho Filho, o volume de denúncias de crimes contra o segmento infanto-juvenil justifica a criação de uma vara especializada. Ele salientou, contudo, ser preciso verificar a viabilidade. Por sua vez, a assessora da Subsecretaria de Promoção de Políticas para Criança e Adolescente Thais Moreira defendeu a ampliação do debate, “para ver os prós e os contras”, incluindo a rede de atenção na discussão.

Busca de soluções – A audiência pública foi promovida pela CPI da Pedofilia, presidida pelo deputado Rodrigo Delmasso (Podemos). O distrital pediu, durante o evento, sugestões dos presentes a serem encaminhadas pela Câmara Legislativa.

A juíza Fabriziane Zapata defendeu esforços em prol da conscientização de que crianças são sujeitos de direitos. Nesse sentido, ela apontou a importância de campanhas educativas, como a que foi lançada recentemente pela CLDF contra a violência contra a mulher.

O fortalecimento dos conselhos tutelares foi outro ponto levantado. Além disso, a promotora Liz-Elainne Mendes frisou ser necessário investir em estruturas para assegurar a antecipação da prova nos processos que tratam de crimes contra crianças, de forma a preservar o relato e as memórias das vítimas, evitando influências externas e interrompendo o ciclo de violência.

Caixa paga na sexta-feira abono do PIS para trabalhador nascido em novembro

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A Caixa Econômica Federal começa a pagar – a partir da próxima sexta-feira (17) – o abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) calendário 2017/2018, ano-base 2016, para os trabalhadores nascidos em novembro. Os valores variam de R$ 79 a R$ 937.

O abono estará disponível para os inscritos há pelo menos cinco anos no PIS e que tenham trabalhado com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

No total, os recursos liberados chegam a mais de R$ 1,2 bilhão para 1.778.726 pessoas. Para obter informações sobre o valor a receber, o trabalhador pode acessar o site www.caixa.gov.br/PIS ou ligar para o telefone: 0800 726 0207. Quem tem conta na Caixa receberá o benefício automaticamente a partir de hoje (14).

O trabalhador com o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento do banco. Quem não tem o cartão e não tenha recebido automaticamente em conta, o abono pode ser retirado em qualquer agência da Caixa, basta apresentar o documento de identificação.

Governo de Brasília nomeou 6,5 mil servidores concursados desde 2015

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Capacitações de recursos humanos, ampliação do tempo de licença-paternidade e uso do nome social também marcam a política de valorização do funcionalismo nesta gestão

Desde 2015, foram nomeados pelo governo de Brasília 6.523 candidatos aprovados em concursos públicos. Desse total, 91,8% das nomeações (5.989) — e posses — concentraram-se nas Secretarias de Saúde (4.537), da Segurança Pública e da Paz Social (833) e de Educação (619).

Apesar de a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) restringir gastos acima do limite prudencial para contratação de pessoal, o Executivo pôde nomear concursados nessas três áreas porque elas são exceções da legislação. Mesmo assim, essas convocações só puderam ser feitas em casos de vacância (aposentadoria ou morte).

O Executivo local saiu do limite prudencial da LRF apenas em outubro deste ano. Depois disso, já foi anunciada a nomeação de 1.183 servidores.

Também desde o início desta gestão, o Estado capacitou mais de 40 mil servidores — somente em 2016, mais de 17,5 mil qualificaram-se tanto presencialmente quanto pela modalidade de educação a distância.

Os treinamentos foram ofertados com base em demandas internas dos órgãos. Assim, 88% dos cursos da Escola de Governo do Distrito Federal ocorreram de acordo com as necessidades apresentadas.

A quantidade dos cursos oferecidos é mais que o dobro daquela de anos anteriores a 2015. De 2010 a 2014, por exemplo, passaram por capacitações 16.950 funcionários públicos.

 

Michel Temer diz que todos aplaudirão as reformas de seu governo

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Em cerimônia no Palácio do Planalto para a entrega do Cartão Reforma, programa que subsidia a compra de materiais de construção destinados à reforma de imóveis, o presidente Michel Temer disse que “todos irão aplaudir” as reformas que seu governo vem implantando.

O presidente fez uma analogia entre as reformas de seu governo e a reforma de uma casa, defendendo da reforma da Previdência. “Toda vez que você faz uma reforma, a casa fica feia, suja, com areia, etc. Quando você termina, a casa está uma maravilha. Reforma é assim. Vejo que as reformas que fizemos no Brasil foram a mesma coisa. Nós vamos fazer a reforma previdenciária. A casa vai ficar barulhenta, mas vamos levar adiante. Quando a casa estiver pronta, todos irão aplaudir. Não tenho a menor dúvida desse fato”.

Ao se referir à reforma da Previdência, Temer disse que há “inverdades absolutas” sobre a reforma, dentre elas a idade mínima. “A reforma da Previdência leva em conta a idade. Mas não é para já, é para daqui a 20 anos. A cada dois anos aumenta um ano para aposentadoria. Portanto, é uma reforma muito racional, porque leva em conta os direitos daqueles em atividade”.

Afinado com o discurso de seus aliados no Congresso, Temer disse que a reforma vai cortar privilégios. “Não tem sentido o trabalhador da iniciativa privada levar um tempo mais longo para se aposentar, ou que se aposente com um valor pequeno, enquanto outros tantos servidores se aposentam com valores estratosféricos e em um tempo muito menor. Então, estamos cortando privilégios. Estamos tendo coragem de fazer isso”.

Cartão Reforma

Na solenidade, receberam os cartões, de forma simbólica, das mãos do presidente, as famílias de Luiz Santos da Silva, Maria do Socorro da Silva Rosado e Valéria Ana da Silva, de Caruaru, em Pernambuco. Cada família recebeu R$ 6 mil, em média, para utilizar em reformas na casa própria. A entrega é simbólica, porque os moradores do projeto-piloto já receberam os cartões e já começaram a usá-los.

“Um dos sonhos do pai de família é chegar em casa e ter a satisfação de ser o provedor daquela casa e também poder ver a casa arrumadinha, um cantinho agradável para gente repousar. Graças a esse programa do Cartão Reforma, estamos vendo isso acontecer”, disse Luiz Santos.

Luiz Santos, Maria do Socorro e Valéria Ana são moradores do bairro de São João da Escócia, em Caruaru. Esse bairro teve 150 moradores participantes do projeto-piloto do Cartão Reforma. Constatado o sucesso o programa, o governo vai começar a expandir a emissão de cartões para outras localidades.

No evento de hoje, o ainda ministro das Cidades, Bruno Araújo [Bruno Araújo entregou carta de demissão ao presidente], assinou a portaria que levará o Cartão Reforma a famílias de municípios em Pernambuco, no Rio Grande do Sul, em Alagoas, no Paraná e em Santa Catarina. Esses municípios foram bastante afetados pelas chuvas e tiveram que decretar situação de calamidade pública.

O projeto que criou o cartão reforma foi aprovado no Senado em abril e publicado no Diário Oficial no final de junho. Com ele, famílias com renda mensal de até R$ 2.811,00 têm acesso a recursos públicos subvencionados para que possam fazer reformas de suas moradias. Para participar, o beneficiário deverá ser proprietário do imóvel e morar no local onde será feita a reforma.

Araújo citou, além do Cartão Reforma, a Lei de Regularização Fundiária e o programa Minha Casa Minha Vida, este último criado ainda no governo Dilma Rousseff, como bases do que chamou de “tripé da política habitacional”. Logo após o evento, Araújo entregou o cargo ao presidente Michel Temer.

Cristovam anuncia licença do Senado para tentar candidatura ao Planalto

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O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) explicou em Plenário nesta segunda-feira (13) a decisão de afastar-se do Senado por 120 dias, período que considera necessário para defender diante do partido a candidatura dele à Presidência da República. Ele ressaltou que é preciso o tempo necessário para convencer os militantes do PPS e ouvir a voz do povo, e os quatro meses de licença sem vencimentos coincidem com um período de baixa atividade no Senado.

Para Cristovam, cada um dos pré-candidatos deve mostrar sua disposição a pleitear ao cargo. O senador, que já foi candidato a presidente em 2006, espera que, seja quem for o escolhido pelo partido, deve enfrentar a situação de “desagregação social” da população e definir um rumo para o futuro do país.

— Quando olho ao redor, me sinto preparado. Quando comparo com as outras alternativas que temos hoje, me sinto preparado. Quando comparo com as propostas dos outros, eu creio que eu estou na linha correta.

Bruno Araújo entrega a Temer carta de demissão do Ministério das Cidades

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O ministro das Cidades, Bruno Araújo, entregou o cargo hoje (13) ao presidente Michel Temer. Em carta entregue ao presidente, Araújo agradece a confiança durante seu período à frente da pasta, mas não explica o motivo de sua saída. Ele elenca algumas ações do ministério durante sua gestão e encerra com um elogio ao governo Temer.

“Tenho a convicção, Sr. Presidente, que a serenidade da história vai reconhecer no seu governo resultados profundamente positivos para a sociedade brasileira. Receba minha exoneração e meus agradecimentos”, finalizou Araújo, na carta, cuja autenticidade foi confirmada por sua assessoria.

Araújo é deputado federal pelo PSDB de Pernambuco e assumiu o ministério em maio do ano passado. Ele participou da criação de programas como o Avançar e o Cartão Reforma. Nesta segunda, Bruno Araújo participou de evento relacionado ao Cartão Reforma no Palácio do Planalto e, logo após, entregou o cargo. Bruno Araújo reassume seu mandato como deputado federal.

A saída de Araújo acontece em meio a rumores no Palácio do Planalto a respeito de uma possível reforma ministerial que poderia envolver a saída de tucanos do governo, depois que o PSDB rachou durante a votação da denúncia contra Michel Temer na Câmara. O presidente, no entanto, nunca falou publicamente sobre a saída de ministros tucanos do primeiro escalão do seu governo.

Distrito Federal tem 36 áreas de risco em 18 regiões administrativas

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O Distrito Federal tem 36 áreas de risco, distribuídas por 18 regiões administrativas. O levantamento dessas áreas foi apresentado na manhã desta segunda-feira (13) em entrevista coletiva da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

A probabilidade de desastres aumenta na época de chuvas. Desde 2015, o governo de Brasília trabalha para diminuir os danos a curto, médio e longo prazos.

Deslizamentos, enchentes e enxurradas, entre outros problemas causados pela água, têm danos reduzidos em áreas com infraestrutura adequada. Para um local ser considerado de risco, é calculada uma proporção entre ameaça e vulnerabilidade.

“No Guará, choveu quantidade semelhante à que caiu em Vicente Pires na quarta-feira (8). As consequências são diferentes, porque uma região tem todo um sistema de drenagem completo, enquanto a outra sofre com alagamentos”, comparou o subsecretário de Proteção e Defesa Civil, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, coronel do Corpo de Bombeiros Militar Sérgio Bezerra.

A própria chuva é uma ameaça, assim como o descarte de lixo na rua e as ocupações irregulares. Falta de saneamento básico, precariedade (ou até ausência) de sistema de drenagem e ruas não pavimentadas são sinais de vulnerabilidade. Combinadas, elas formam as áreas de risco.

Desenvolvido pela Defesa Civil em 2015, o mapeamento das áreas de risco estabelece metas para o quadriênio 2016-2019. A cada ano, 25% do mapa deve ser atualizado. Ao fim de 2019, todo o DF deve estar completo.

Na capital do País, há 4.733 residências em áreas de risco. A Defesa Civil calcula uma média de quatro pessoas por unidade habitacional, o que resulta em aproximadamente 19 mil moradores (ou cerca de 0,6% do DF).

“Os riscos incluem desabamento, incêndio, eletrocussão, entre outros, e avisamos aos moradores de todos eles. Não dá para ir contra a natureza, mas é possível a convivência com os problemas. As áreas de risco têm diminuído em função de ações estruturais de governo”, disse Bezerra.

Medidas para prevenir o risco no DF

As medidas para diminuir os riscos são divididas em estruturais, com investimentos milionários e soluções de arquitetura e engenharia, e não estruturais, com ações simples, porém eficientes.

Exemplos de soluções estruturais tomadas desde 2015 são o programa Habita Brasília e as obras de infraestrutura no Condomínio Porto Rico, na Vila Buritizinho e, principalmente, no Sol Nascente, em Ceilândia, e em Vicente Pires. Nessas últimas, os investimentos são de R$ 220,3 milhões e R$ 463 milhões, respectivamente.

Todas visam transformar locais antes sem infraestrutura em moradias regularizadas, com rede de drenagem e pavimentação. São trabalhos que demandam investimentos, com repasses do governo federal.

Entre as medidas não estruturais destaca-se o Cidades Limpas, que integra vários órgãos do governo de Brasília e oferece ações pontuais por todo o DF. Limpeza de bocas de lobo, poda de árvore, retirada de lixo e de carcaças de veículos são algumas das atividades do programa.

Por que a Agefis não pode retirar todas as ocupações de alto risco

Desde 2015, a Agefis já recuperou mais de 21,6 milhões de metros quadrados (m²) de área pública. Isso possibilitou as obras no Sol Nascente e em Vicente Pires, por exemplo. De 2016 para 2017, houve redução no número de residências em áreas de risco nessas regiões.

O trabalho da Agefis segue a Matriz Multicriterial de Impacto Territorial (Marit), que avalia danos ambientais, urbanísticos e fundiários, além da vulnerabilidade social. Essa matriz define os alvos de demolições da Agefis.

Segundo a diretora-presidente da autarquia, Bruna Pinheiro, a agência só fez uma grande ação em área de risco. “A Defesa Civil nos notifica quando o risco é iminente. Retiramos a estrutura quando a casa está para cair. Foi assim na retirada de 120 famílias no Sol Nascente próximo a uma erosão [no Trecho 2]”, citou.

Além de as ações ocorrerem apenas na iminência de um desastre, outros entraves dificultam o trabalho. Liminares concedidas pela Justiça podem atrasar por mais de ano uma derrubada. Também complica uma retirada a necessidade de reassentamento das pessoas desalojadas/desabrigadas.

Sobre o pedido do Ministério Público de desocupação e demolição de prédios em Vicente Pires, Bruna Pinheiro disse ser preciso a contratação de uma empresa terceirizada.

“A demolição de um prédio não é simples. É um risco grande para o trabalhador e para as casas em volta, já que em Vicente Pires foram construídos de forma irregular. Estamos em processo de contratação de uma empresa terceirizada, falta definir se com recursos públicos ou dos próprios infratores”, destacou Bruna.

Não há necessidade de a Agefis agir, porém, em todos os casos de risco. Quem retira as pessoas com risco de morte é a própria Defesa Civil.

Regiões administrativas que têm áreas de risco definidas pela Defesa Civil

As 18 regiões administrativas com áreas de risco no DF são:

  • Águas Claras
  • Ceilândia
  • Estrutural
  • Fercal
  • Itapoã
  • Núcleo Bandeirante
  • Paranoá
  • Planaltina
  • Recanto das Emas
  • Riacho Fundo I
  • Samambaia
  • Santa Maria
  • São Sebastião
  • Setor de Indústria e Abastecimento (SIA)
  • Sobradinho II
  • Taguatinga
  • Varjão
  • Vicente Pires

Em todo o DF, de 2016 para 2017 a quantidade de casas em áreas de risco caiu de 4.762 para 4.733.

Policiais civis do DF fazem assembleia com indicativo de greve nesta terça

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Após duas paralisações de 24 horas nas últimas semanas, os policiais civis do Distrito Federal se reúnem mais uma vez em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) nesta terça-feira (14), às 14h, na Praça da Buriti. Convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), a categoria definirá, na ocasião, novas ações pela manutenção da paridade salarial com a Polícia Federal e novas mobilizações, incluindo um indicativo de greve.

“Apesar do baixo efetivo, da falta de condições e da desmotivação por conta da defasagem salarial, os policiais civis deflagraram dezenas de operações nas últimas semanas, fazendo centenas de prisões e resolvendo casos de grande impacto na sociedade. E o governo, em um sinal de desrespeito e desvalorização, responde o pleito da categoria dando as costas. Mostrando, assim, que o governador permanecerá sem cumprir a sua palavra”, afirma Rodrigo Franco Gaúcho, presidente do Sinpol-DF.

Assessor de deputado do DF tem casa invadida e assaltada no Guará

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Por Delmo Menezes – O assessor parlamentar do deputado Izalci Lucas (PSDB), Luciano Lima, teve sua casa assaltada no Guará, na manhã desta segunda-feira (13). Dois bandidos renderam sua família colocando arma na cabeça de um dos seus filhos, em situação de total desespero.

Na ação criminal, os ladrões conseguiram invadir a residência da vítima pela garagem. Dentro da casa, haviam mais vítimas e sob a mira de um revolver e com intensas ameaças, a família via os objetos de sua residência sendo levados, como computador, TV e joias.

De acordo com Luciano, “nunca havia acontecido uma situação dessas com minha família. Temos que agradecer a Deus pela integridade do meu filho”, disse.

Mais uma lamentável situação do descaso da segurança pública e que traz à tona o sentimento de indignação e perplexidade entre os cidadãos do Distrito Federal. Os órgãos responsáveis citam números que na verdade não condizem com a verdadeira realidade da Segurança Pública do DF.

Novo diretor-geral da PF defende integração contra crime organizado

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O novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, defendeu hoje (13), em Vitória (ES), a necessidade de maior integração entre os órgãos federais e estaduais para que o Estado possa enfrentar as organizações criminosas e melhorar a segurança pública.

“Estamos começando um trabalho conjunto que será de muita valia para a população”, disse Segóvia, em entrevista ao lado do governador do Espírito Santo, Fernando Hartung (PMDB). “É um novo momento da administração da Polícia Federal e sei da grandiosidade do trabalho que vai ter que ser feito”, disse.

Nomeado diretor-geral pelo presidente Michel Temer na semana passada, Segóvia só deve tomar posse à frente da PF nos próximos dias. Mesmo assim, desde a semana passada, vem participando de reuniões para compor sua futura equipe. Hoje, esteve em Vitória para oficializar o convite para o atual secretário estadual de Controle e Transparência, Eugênio Ricas, assumir a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF – divisão responsável por comandar as operações criminais da corporação, incluindo a Lava Jato.

“Vim ao Espírito Santo para agradecer ao governador pela liberação do secretário e para estender uma política do governo federal, que é a de integração com as secretarias de segurança pública de todo o país”, afirmou Segóvia.

De acordo com ele, os problemas não se restringem apenas à corrupção, mas à violência e a crimes cometidos nos estados. “O mais importante para a solução será a parceria, a integração. Tanto da Polícia Federal com o Ministério Público Federal, quanto também integrando as secretarias de segurança pública e os ministérios públicos estaduais e todos os órgãos que tem a função de coibir o crime no país”, acrescentou o novo diretor-geral da PF.