
GDF já decidiu: é OSs na Saúde ou nada!

Veja se seu iPhone é compatível com o iOS 10 e o que muda no sistema operacional

A Apple apresentou nesta semana o iOS 10, nova versão do sistema operacional para seus celulares e tablets. O sistema terá diversos melhoramentos, mas eles não vão funcionar em aparelhos mais antigos da empresa.
Se você tem um iPhone 4s ou anterior, está na hora de considerar a compra de outro aparelho — isso porque o iOS 10, com todas as atualizações de segurança, não vai rodar no seu smartphone.
O iOS 10 chega em setembro e, caso você tenha um gadget com o sistema operacional, pode conferir aqui embaixo para ver quais produtos vão rodar com o novo iOS:
iPhone 5 ou superior, iPad mini ou superior, iPad Air ou superior, iPad de quarta geração ou superior, iPad Pro, iPod Touch de quinta geração ou superior.
Veja abaixo algumas novidades do novo sistema operacional:
Reprodução/Tecmundo

Tela de bloqueio ficou mais útil
1. Tela de desbloqueio usabilidade
Houve uma completa remodelação da interface da tela de desbloqueio para torná-la mais útil em tempo de Touch ID funcionando “na velocidade da luz”. Basicamente, o desbloqueio de iPhones e iPads com impressões digitais ficou tão rápido que foi preciso repensar a tela de desbloqueio para o usuário conseguir aproveitar alguma coisa por ali.
A primeira medida tomada pela Apple nesse sentido foi fazer com que a tela dos iPhones seja ligada automaticamente quando o usuário pega o smartphone na mão, do bolso, de uma mesa ou qualquer outro lugar. Com isso, antes de colocar o dedo no leitor, você pode conferir as prévias das suas notificações.
Há também um novo atalho para a câmera: arrastando o dedo da direita para esquerda, você abre o app de captura e pode começar a filmar ou fotografar ali mesmo. O Force Touch agora também funciona na tela de desbloqueio, mostrando informações extras em widgets a partir das notificações quando você aperta na tela com mais pressão.
2. Siri
A novidade mais aplaudida certamente foi a liberação do uso da Siri por desenvolvedores terceiros. Isso quer dizer que, a partir de agora, a assistente pessoal poderá interagir com apps de outros desenvolvedores que não a Apple. O exemplo mostrado no palco foi o do uso da Siri para mandar uma mensagem através do WeChat.
A pessoa pode simplesmente dizer: Siri, mande um WeChat para o Paulo. Com isso, a assistente vai perguntar o conteúdo da mensagem e enviá-la. Apesar de novidade no iOS, esse recurso já está disponível no Google Now e nativamente no Moto Voz da Motorola há anos.
3. QuickType
QuickType é basicamente a implementação da Siri no teclado do iOS. A ferramenta vai utilizar a inteligência e a proatividade da assistente para auxiliar os usuários enquanto eles digitam mensagens. Você receberá sugestões sobre compartilhar localização, informações de contatos, dados do calendário e outras de acordo com o que acontece na sua conversa.
Reprodução/Tecmundo

Suporte de outros desenvolvedores à Siri é outra novidade.
4. Photos
O Photos também recebeu melhorias, e, com inteligência artificial, agora identifica e separa suas imagens armazenadas localmente e na nuvem identificando o rosto das pessoas automaticamente. A empresa diz que todo o processamento será feito localmente no dispositivo, eliminando preocupações com privacidade. Novamente, mais um recurso copiado da Google, dessa vez do Google Fotos.
5. Apple Maps
O sistema de mapas da Apple recebeu uma remodelação no design e, no que tange funcionalidade, ele se tornou mais proativo, sugerindo mais coisas ao usuário ao prever certas atividades. Com isso, não será mais preciso interagir tanto com o Apple Maps para chegar a lugares que você frequenta bastante, por exemplo.
É interessante notar que, como no Waze, o app vai mostrar informações de tráfego à frente, e oferecerá rotas alternativas quando houver engarrafamento. Você poderá então escolher o caminho mais reto ou o mais rápido.
6. Apple Music
Outro app que recebeu uma remodelação foi o Apple Music. Ele ficou com uma interface mais simples, uma vez que o app atual requer um pouco de tempo para encontrar ferramentas comuns em players populares. Apesar disso, as guias de conteúdo no fundo da tela continuam iguais. O app também trará letras de músicas enquanto você ouve alguma canção.
OPINIÃO | Coragem, humildade e autorreflexão
POR ANDRÉA DUTRA
Hoje se deu mais uma queda de Eduardo Cunha. Será uma sequencia de derrotas a partir de agora. O presidente afastado da Câmara dos Deputados era até pouco tempo um dos homens mais poderosos do País.
Pode se falar tudo sobre Cunha, não que lhe falte coragem. Enfrentou Dilma, Lula e o PT. E agoniza abraçado numa luta de iguais.
Mas a coragem de Eduardo Cunha não lhe ajudou. Faltaram-lhe outras qualidades.
Coragem é uma grande virtude. Junto com a humildade e autorreflexão é um trio imbatível. Isso faltou em Cunha. Assim como falta em boa parte dos homens públicos. Lula é outro exemplo. Ídolos de barro.
Nada mais lastimável do que ver uma pessoa medrosa. Mais lastimável é ver um medroso que está num cargo para defender a sociedade. Coloca vários “poréns técnicos”, mas por trás está só o medo. Medo de ser pego. De ser descoberto.
A soberba ou outra característica que causa repulsa proposital não raro esconde fraquezas, na melhor das hipóteses.
Aprovado projeto que institui o “Selo Solidariedade” no DF

O PL nº 121/2011 foi aprovado em primeiro turno e busca incentivar a contribuição de pessoas físicas e jurídicas ao fundo destinado à proteção da criança e do adolescente do Distrito Federal
O plenário da Câmara Legislativa aprovou, nesta quarta (8), em 1º turno, o Projeto de Lei (PL) nº 121/2011, de autoria do deputado Chico Leite (Rede), que institui o certificado Selo Solidariedade, a ser concedido à pessoa física ou jurídica que contribua para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (FDCA/DF). O segundo turno deve ser votado hoje.
De acordo com o texto, a pessoa agraciada poderá utilizar o certificado na divulgação de seus produtos e serviços, além de ter preferência na contratação com a administração pública quando estiver em igualdade de condições com os outros licitantes, observado o prazo de validade do certificado.
Chico Leite afirma que a instituição do Selo Solidariedade tem por objetivo estimular as pessoas a contribuírem com o fundo que tem como objetivo financiar projetos que atuem na garantia da promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. “Vale ressaltar que a proposta não fere o princípio da isonomia e da licitação pública, eis que o direito de preferência previsto no projeto somente será utilizado como critério de desempate quando os licitantes fizerem suas propostas em igualdade de condições”, destacou.
O certificado, que deverá ser concedido em ato solene, é classificado em três graduações.
- Grau Prata, à pessoa jurídica que contribuir com valor inferior a 1% de sua arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações – ICMS;
- Grau Ouro, à pessoa jurídica que contribuir com valor igual ou superior a 1% de sua arrecadação do ICMS;
- Grau Ouro, à pessoa física que contribuir com valor superior a dois salários mínimos.
O Poder Executivo ficará responsável por especificar o órgão encarregado pela entrega da honraria e pela divulgação da premiação.
Presidente de partido: conheça o PTN-DF e Rodrigo Delmasso

Por Odir Ribeiro, do Blog Rádio Corredor
2018
Ficha
Histórico
Na próxima terça-feira, 21, iremos retratar o PSDB-DF de Izalci Lucas.
Servidores se unem e descobrem conluio entre autoridades, servidores do Legislativo e Executivo do DF em fraudes na Saúde

NA VARANDA, POR EDSON SOMBRA
Cobrança de propina, direcionamentos de licitações, pagamentos de serviços não executados e detalhamento de como diversos contratos foram montados com o firme propósito de beneficiar empresários, fraudando a legislação em vigor, todos esses esquemas foram bem detalhados em gravações de áudio, vídeos e mensagens de whatsapp dos envolvidos.
Segundo os denunciantes o método adotado parecia perfeito. O nó foi desatado quando um deles confessa ter conhecimento dele. “O esquema não é estranho a integrantes do primeiro escalão do Palácio do Buriti e estaria causando discórdia entre dois grupos palacianos. Em uma das inúmeras gravações, um deles reclama da omissão do líder do outro grupo, que sabe da cobrança de 10% de propina e não toma as providências cabíveis”.
Atualmente todo o material coletado passa por degravação e até uma perícia voz será realizada para facilitar o reconhecimento dos envolvidos, embora muitos deles sejam autoridades públicas.
Um dos áudios chama a atenção quando em conversa um dos envolvidos recomenda se tomar cuidado com possíveis gravações, “tome cuidado, todo mundo agora filma e grava”. Não sabiam eles que já estavam sendo monitorados. São dois distritais e foram gravados no final do ano passado.
O trabalho durou oito meses e foi realizado por um grupo de doze servidores de diferentes áreas da Secretaria da Saúde e da Câmara Legislativa. A força-tarefa trabalhou entre os meses de outubro de 2015 a maio de 2016.
Se alguém acha que o blog vem blefando é só esperar o que vem por ai !!!!!
Organização Social administrará Saúde do Distrito Federal

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Por Francisco Dutra, do Jornal de Brasília
Com a promessa de recuperação da Saúde Pública, o Governo do Distrito Federal adotará até o final deste ano uma medida polêmica: a contratação de Organizações Sociais (OSs). Serão lançados contratos de gestão para as seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e o serviço de Atenção Primária em Ceilândia, no qual equipes médicas fazem o atendimento domiciliar da comunidade. O custo anual dessa escolha será de, aproximadamente, R$ 244 milhões.
Neste modelo, o governo contrata uma instituição para oferecer serviço, mas o Estado continua sendo responsável pela atividade. Todavia, servidores públicos e órgãos de fiscalização são contra a proposta, alegando que ela é uma tentativa de privatização e abre brechas para a corrupção. Justamente por isso, em busca de apoio político, o governador Rodrigo Rollemberg conversará hoje com deputados distritais sobre o programa, batizado como Brasília Saudável.
“É importante conversar com a Câmara. Precisamos conquistar a população e também quem a representa, a Câmara Legislativa do DF. Não existe instituição pública ou privada livre de irregularidades. Os nossos contratos de gestão serão auditados constantemente e fiscalizados pelo Tribunal de Contas e Ministério Público. Haverá menor chance de má administração dos recursos e aumento do controle”, argumentou o secretário de Saúde, Humberto Lucena.
Estado responsável
Lucena afiançou que o GDF continuará sendo o principal responsável. Em um eventual erro, governo, profissionais e a OS serão responsabilizados. “Teremos unidades com OS que continuarão sendo públicas em todos os sentidos. O atendimento será 100% do SUS, o Sistema Único de Saúde. Não será exigido convênio”, afirmou.
Segundo o secretário, a estratégia do governo parte do reforço da prevenção e dos cuidados básicos para desafogar os hospitais públicos. Hoje a Atenção Primária cobre somente 30% do DF. Do ponto de vista do governo, os contratos com OSs permitem mais agilidade e flexibilidade na compra de itens para abastecimento da rede e para contratação de pessoal. Em função da Lei Responsabilidade Fiscal (LRF), o GDF alega que não consegue ampliar o quadro de funcionários.
Alternativa já divide Câmara e cria cobrança
Antes da implantação, os contratos de gestão precisam passar pelo Conselho de Saúde do DF. O Buriti também estuda a redação de uma nova legislação para as contratações com o objetivo de ampliar as chances de participação de instituições nos certames. Na Câmara, o debate é intenso e polarizado.
“Pior que está não fica. O governador fazendo o seu papel e está apresentando uma alternativa. E é bom que ele fale com a Câmara. Nela ressoa tudo o que acontece no DF. E o usuário não quer saber se é OS, BS ou CS. Ele quer ser bem atendido”, comentou o deputado distrital Roosevelt Vilela (PSB).
Já o deputado distrital Reginaldo Veras (PDT) considera a decisão do Buriti “equivocada”. Segundo o parlamentar, é correto o reforço à atenção primária, mas não com o emprego de OSs. “Os meios não justificam os fins”, criticou. Para Veras, a proposta inicial é genérica e não há clareza nos gastos reais do projeto. “Será que não ficaria mais barato fazer novos concursos públicos?”, questionou.
Onde o trabalho é mais necessário
1. As UPAs atuais só conseguem garantir um terço dos atendimentos previstos. Após a contratação das OSs, o GDF espera assegurar o pleno atendimento um mês após o contrato.
2. Teoricamente, cada equipe do Atendimento Primário contará com médico, enfermeiro, dois técnicos e mais cinco agentes comunitários. O grupo é responsável pelo atendimento de 3.750 pessoas.
3. Atualmente, Ceilândia tem 27 equipes incompletas. Com a OS, a Secretaria de Saúde planeja completar estes grupos e criar novos, chegando a um total de 54. Com isso, se espera ampliar a cobertura local de 22% para 44%.
4. A estratégia focará esforços nas regiões carentes do Sol Nascente, Pôr do Sol e Expansão do Setor O. O GDF estuda a ampliação do programa para região Sul da rede pública, que abrange as cidades de Santa Maria e Gama.
Terracap: clientes em atraso podem pagar 5% de entrada para renegociar dívidas
Mínimo exigido era 15%. Nova regra vale somente para prestações; juros e atualizações monetárias permanecem os mesmos
Antes, o mínimo era 15%, independentemente da quantidade de acordos dessa natureza já firmados com a autarquia. “Em tempos de dificuldade financeira, a Terracap foi sensível à situação dos clientes. Pelo menos 94% da receita da empresa vem da venda de terrenos, e, por isso, decidimos adequar as parcelas à realidade deles”, explica o diretor financeiro da Agência de Desenvolvimento, Carlos Artur Hauschild.
Reincidentes
Quem pedir o acordo pela segunda ou terceira vez, no entanto, perde o direito aos 5% e deve quitar 10% das parcelas. Depois da quarta solicitação, o índice volta para os 15%. Mas a renegociação refere-se apenas às prestações. Os juros e as atualizações monetárias permanecem os mesmos.
As novas regras aplicam-se a todos os valores de dívidas, e os critérios referem-se a parcelamentos, a refinanciamentos e à incorporação de terrenos. As mudanças constam da Resolução nº 239, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de 10 de junho.
Prazos
Outra facilidade apresentada pela norma é a possibilidade de pagar em até 60 meses. Até então, o máximo era de 36 meses. No caso dos refinanciamentos, nos quais o interessado já pediu negociação de débitos, o prazo não pode superar o previsto no edital de licitação do imóvel ou, na falta de concorrência pública, no instrumento utilizado para a venda.
Caso falte menos de 24 meses para os contratos se encerrarem, os clientes podem renegociar as dívidas em até dois anos. Se o prazo já houver terminado e pelo menos 55% do passivo tiver sido quitado, o devedor terá até 48 meses para regularizar a situação.
Quem quiser rever o pagamento dos débitos deve comparecer à sede da Terracap e procurar o Núcleo de Negociações. Os atendimentos são de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas. Não é necessário marcar horário.
Renegociação de dívidas com a Terracap
No Núcleo de Negociações — Setor de Administração Municipal (SAM), Bloco F, Edifício-sede da Terracap
De segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas
Teori manda para Moro investigações sobre sítio e triplex atribuídos a Lula

Ministro do STF também anulou gravação do ex-presidente com Dilma. Investigações sobre ex-presidente foram enviadas em sigilo para Moro.
Por Renan Ramalho
Do G1, em Brasília
O Supremo Tribunal Federal (STF) remeteu nesta segunda-feira (13) para o juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná, as investigações relativas ao sítio em Atibaia (SP) e ao triplex em Guarujá (SP) atribuídos ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.
ADMINISTRADORES | Alessandro Paiva – Lago Sul

Por Odir Ribeiro, do Blog Rádio Corredor
Mais uma serie do blog entrará às segundas-feiras: O Administrador. Vamos ouvir os projetos e realizações de algumas regiões administrativas. Para abrir os trabalhos, o administrador do Lago Sul/Jardim Botânico, Alessandro Paiva.
Ser administrador regional não é fácil. Ainda mais na gestão do governador Rodrigo Rollemberg. Nos dias atuais, as administrações estão completamente esvaziadas. Essa é reclamação de quem precisa comandar as cidades. Na semana passada fomos até Administração Regional do Lago Sul/ Jardim Botânico ouvir Alessandro Paiva.
Com quase dois meses no cargo, Alessandro decidiu não reclamar e foi a luta. Integrou secretarias e chamou empresários da cidade para colocar as coisas em ordem. O ritmo de trabalho está frenético.
Um dos principais problemas da cidade é a expedição de alvarás. Havia processos antigos e que nunca saiam da gaveta. “Pedi a revisão de toda a documentação e atualmente estou dando celeridade a toda a papelada”, relatou Paiva.
Outra questão são as publicidades no comércio e espaços públicos. Alessandro mobilizou secretarias do GDF e logo essa questão será resolvida. “O governador Rollemberg me deu toda a autonomia para facilitar a vida das pessoas”, ressaltou.
Uma questão a favor de Paiva é que ele foi assessor especial do governador no primeiro ano de governo e seu acesso a Rollemberg é rápido e direto. Portanto, desde as demandas espinhosas as mais simples são resolvidas com celeridade. Os moradores podem cobrar Paiva à vontade.
Jardim Botânico
Na outra ponta, Alessandro está com obras quase saindo do papel. A feira do Jardim Botânico está iniciando. Além de uma linha de ônibus ligando a cidade à Rodoviária do Plano Piloto. “Nessa cidade precisamos instalar equipamentos públicos o quanto antes,”.
Alessandro falou a respeito da falta de escolas, posto de saúde, ou seja, a ausência do Estado no local.
Novas ideias
Alessandro Paiva não é um político tradicional. Apesar de ter sido candidato a deputado distrital. Em 2010, foi candidato pelo PTN e obteve 2.899 votos. Já em 2014, pelo PSB chegou a 6.086 votos, mais que dobrou a sua votação.
Paiva defende uma parceria limpa entre estado e empresariado. No Lago Sul alguns empresários adotam escolas públicas e ajudam em reformas e melhorias. “Essa cumplicidade torna a nossa sociedade bem melhor”, comemorou o administrador.
Na segunda-feira, 20, iremos entrevistar o administrador do Itapoã, Alessander Capalbo.






