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Manifestação no Hospital da Criança defende continuidade da gestão do Icipe

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Abraço simbólico contra determinação da Justiça que retira organização social da administração da unidade de saúde especializada em tratamento de câncer infantojuvenil ocorreu na manhã desta quarta (18)

Abraço simbólico contra determinação da Justiça que retira Icipe da administração do Hospital da Criança ocorreu na manhã desta quarta (18). Foto: Tony Winston/Agência Brasília.

Autoridades do governo de Brasília, funcionários, pacientes e representantes da sociedade manifestaram-se na manhã desta quarta-feira (18) contra a decisão judicial que determinou retirar o Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe) da gestão do Hospital da Criança de Brasília José Alencar.

“Não há jeito melhor de servir do que por meio da saúde. Como brasiliense, fiquei orgulhoso de ouvir da boca da maior autoridade de saúde mundial [diretor-geral da Organização Mundial da Saúde] que o Hospital da Criança é um exemplo que deveria ser levado para o mundo“, destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Ele lembrou que o hospital foi criado, doado e gerido pela sociedade, é 100% público e que, no início do governo, deixou de alocar R$ 40 milhões para a Universíade [ Jogos Universitários Mundiais] em 2019. “Cancelamos o evento aqui e destinamos o recurso para a construção do Bloco 2 do Hospital da Criança.”

“Fiquei orgulhoso de ouvir da boca da maior autoridade de saúde mundial que o Hospital da Criança é um exemplo que deveria ser levado para o mundo”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

O governador reiterou que vai tentar reverter a determinação da Justiça. “Confio nas instituições brasilienses. Vamos por meio da audiência de conciliação, mostrar todos os argumentos, fazer ajustes formais se for o caso, mas não abrimos mão de ter o hospital gerido por pessoas sérias, de forma competente”, justificou Rollemberg.

Para o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o Hospital da Criança de Brasília é o mais bem avaliado do DF. “São 2,7 milhões de atendimentos e 98,8% de aprovação. É um sonho em expansão, inauguraremos em breve o Bloco 2. Não deixaremos que caprichos de uma ou duas pessoas fechem a unidade”.

O diretor-presidente do Icipe, Newton Alarcão, ressaltou a experiência da organização social para gerir o hospital. “Não existe acusação de desvio de recursos, de ineficiência. São formalidades, de dizer que o Icipe não tem experiência como organização social, mas a experiência não está no prédio, está nas pessoas. E nós temos”.

Também participaram do ato em defesa do modelo de gestão da unidade de saúde especializada em tratamento de câncer infantojuvenil o superintendente-executivo, Renílson Rehem, e a diretora-técnica, Isis Magalhães. O evento reuniu ainda membros do setor produtivo, da Câmara Legislativa e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A decisão judicial pela transferência de gestão do hospital é do juiz titular da 7ª Vara da Fazenda Pública, Paulo Afonso Cavichioli Carmona. Ela proíbe o Icipe de ter contratos com o poder público durante três anos. Para o magistrado, a entidade não cumpriu requisitos necessários para ter qualificação como organização social.

Modelo do Hospital da Criança de Brasília

Inaugurado em 23 de novembro de 2011, com 7 mil metros quadrados, o Bloco 1 do hospital foi construído pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Homeopatias (Abrace) e doado ao governo de Brasília.

É uma unidade pública, que atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e faz parte da rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A administração, no entanto, é feita pelo Icipe — associação de direito privado sem fins econômicos ou lucrativos criada pela Abrace.

Por ser de especialidades, o Hospital da Criança não atende emergências — os pacientes chegam encaminhados pelas unidades básicas de saúde (UBS).

Até o final de março, foram feitos:

  • 2.757.279 atendimentos
  • 1.641.872 exames laboratoriais
  • 442.811 consultas

Com mais de 95% das obras executadas, quando inaugurado, o Bloco 2 terá, em dois pavimentos:

  • 202 leitos — 164 para internação e 38 para unidade de terapia intensiva (UTI) e cuidados intermediários
  • 67 consultórios ambulatoriais
  • centro cirúrgico
  • centro de diagnóstico especializado
  • centro de ensino e pesquisa
  • laboratórios de análises clínicas e hematologia
  • unidade administrativa
  • área de apoio
  • serviços de hemodiálise, hemoterapia e quimioterapia

O Hospital da Criança de Brasília fica no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), ao lado do Hospital de Apoio.

TJDFT suspende lei distrital que exige segurança armada em lotéricas

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O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em decisão liminar, proferida na tarde desta terça-feira (17), suspendeu a eficácia da Lei Distrital n. 5.964, de 16 de agosto de 2017, de autoria do deputado distrital Chico Vigilante (PT), que exige a contratação de segurança profissional armada para o funcionamento das casas lotéricas e outros estabelecimentos semelhantes.

O Sindicato das Empresas de Loterias, Comissários e Consignatários do Distrito Federal (Sindiloterias) e a Associação dos Correspondentes do Banco de Brasília (Ascoseban) ajuizaram ação direta de inconstitucionalidade na qual argumentaram que a norma impugnada sofre vício de inconstitucionalidade formal, pois trata de matéria de competência privativa da União, além de promover indevida interferência sobre a livre concorrência.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal se manifestou pelo indeferimento do pedido, pois não estariam preenchidos os requisitos legais.

No mesmo sentido foi o entendimento do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT), que ressaltou não haver excessos ou inconstitucionalidades evidentes, prevalecendo a presunção de constitucionalidade da norma impugnada.

A maioria dos desembargadores, no entanto, entenderam que estavam presentes os requisitos para a concessão da liminar e decidiram pela suspensão da eficácia da lei até o julgamento de mérito

Inflação do aluguel avança menos na segunda prévia de abril

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A inflação – medida pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) – subiu 0,4% no segundo decêndio de abril (de 21 de março a 10 de abril), um avanço menor 0,19 ponto percentual do que o 0,59% do mesmo período de março. Os dados foram divulgados hoje (18), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O índice é usado para o reajuste de aluguéis.

O aumento foi puxado pela elevação dos preços ao consumidor e da construção civil, porque os preços no atacado – que responde por 60% do IGP-M – fecharam com forte queda em relação a igual período de março.

Segundo o levantamento do IGP-M, os preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), registraram variação de 0,46% no segundo decêndio de abril, resultado 0,37 ponto percentual inferior ao 0,83% do segundo decêndio de março.

Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais subiram em média 0,58% em abril, após alta de 0,41% em março. A taxa de variação do grupo Bens Intermediários cresceu 0,86% em abril. Em março, esse grupo havia acusado elevação de 0,58%.

Já a taxa do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,69% em março para uma deflação (inflação negativa) de 0,18% em abril.

Preços ao consumidor

Os dados divulgados pela FGV indicam ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,15 ponto percentual em relação a igual período de março, passando de 0,12% para 0,27%, entre um decêndio e outro.

Segundo a FGV, cinco das oito classes de despesa componentes do índice tiveram acréscimo nas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação, que passou de uma deflação de 0,16% para uma alta de 0,13%. Nesta classe de despesa, o item frutas pulou de 2,49% para 4,53%.

Também o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu entre o segundo decêndio de março e o de abril, passando de 0,2% para 0,37%.

Acriana é a primeira mulher a chefiar a Defensoria Pública do Distrito Federal

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Foi nomeada nesta terça-feira (17) a nova defensora pública-geral do Distrito Federal. Maria José Silva Souza de Nápolis será a primeira mulher a ocupar o cargo na história da capital. Ela foi escolhida pelo governador Rodrigo Rollemberg entre três candidatos ao posto.

Maria José Silva Souza de Nápolis, primeira defensora pública-geral do DF, escolhida pelo governador Rollemberg em lista tríplice.
Maria José Silva Souza de Nápolis, primeira defensora pública-geral do DF, escolhida pelo governador Rollemberg em lista tríplice. Foto: Renato Araújo/Agencia Brasilia

“É muito importante que mais uma mulher ocupe um espaço de poder. Isso é carregado de muito simbolismo e contou muito na minha decisão”, afirmou o chefe do Executivo.

Maria José tomará posse em 30 de abril. “Estou muito feliz com oportunidade e a confiança. Sei dos desafios que vamos enfrentar e faremos nosso melhor, primando pela defesa dos vulneráveis do DF”, disse a advogada.

Nascida no Acre em 1981, Maria José se formou em direito pelo Centro de Ensino Superior de Jataí (Cesut) e fez pós-graduações em direito constitucional e civil. De 2005 a 2006, foi assessora do Ministério Público de Goiás.

“É muito importante que mais uma mulher ocupe espaço de poder. Isso é carregado de muito simbolismo e contou muito na minha decisão”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

Em 2007, ela começou a trabalhar na Defensoria Pública do DF e foi eleita duas vezes para integrar o Conselho Superior do órgão. Também foi professora do Centro Universitário do Distrito Federal, onde deu aulas de direito processual penal, em 2010.

Formação de lista tríplice

Ao todo, seis defensores se candidataram ao cargo. Eles foram votados por integrantes da própria categoria para formar uma lista tríplice, que foi apresentada ao governador.

Os outros dois concorrentes da lista ocuparão cargos de diretores da Defensoria Pública do DF. São eles:

  • João Carneiro Aires: Graduado em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), é defensor público do DF desde 2007 e, atualmente, chefia a Defensoria Cível do Gama.
  • Danniel Vargas de Siqueira Campos: Estudou direito no Centro Universitário de Brasília (Ceub). Atua como defensor público do DF desde 2007 e, hoje, é titular da 1ª Defensoria do Núcleo da Saúde.

MDB promove jantar para filiados e Temer não fala sobre candidatura

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A cúpula do MDB se reuniu na noite de hoje (17) para dar boas vindas aos novos filiados. O encontro aconteceu em um restaurante em Brasília, com a presença do presidente Michel Temer e alguns ministros. Ao chegar no local, o presidente passou rapidamente pelos jornalistas e evitou falar se as últimas pesquisas eleitorais o fariam desistir de ser candidato

“Essa pergunta eu não respondo”, disse. Antes de entrar no restaurante disse respeitar “todas as pesquisas”. Na última pesquisa do instituto Datafolha, Temer aparece com 1% de intenções de voto com Lula na disputa e 2% sem o ex-presidente petista.

Em discurso para dezenas de medebistas que fecharam a maior parte do restaurante para o encontro, o líder do MDB na Câmara, deputado Baleia Rossi, afirmou que Temer “pegou um país destruído” e “conseguiu colocar o país nos trilhos”.

O presidente Michel Temer também discursou aos correligionários e incentivou os parlamentares que o ouviam. “O meu desejo é que todos aqui sejam reeleitos. E trazer outros à nossa bancada”. Ele fez questão de lembrar de algumas medidas tomadas pelo seu governo e afirmou que “quem quiser fazer oposição tem que dizer que é contra o teto dos gastos, a favor de um ensino médio anacrônico, e daqueles juros de 14,25%, e não de 6,5%”. Em seguida, pediu para que os parlamentares defendam as ações do governo em seus discursos.

O senador Romero Jucá defendeu uma candidatura do partido à presidência. “Nós temos que ter responsabilidade de ter uma candidatura própria para ganhar a eleição”. Nem todos os emedebistas, no entanto, estão convencidos da ideia. “Não tem a menor condição, com 1% de intenção de voto”, confidenciou um deputado do lado de fora do restaurante.

Pronunciamento

Ao deixar o restaurante, Temer negou que fará um pronunciamento para se defender de uma possível terceira denúncia contra ele na Câmara. Essa denúncia envolveria as investigações sobre um suposto favorecimento à empresa Rodrimar. “Estão falando que eu farei um pronunciamento para justificar a denúncia. Não tem nada disso, não tem denúncia. Vou fazer, possivelmente um pronunciamento à nação como Chefe de Estado”.

“Infiltrado”

Uma cena, no mínimo, curiosa, se desenrolou enquanto os membros do partido do governo discursavam sob aplausos dentro do restaurante. Sem saber do evento que ocorria, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) chegou para jantar. Antes de entrar, se deparou com dezenas de emedebistas, tendo ao centro o presidente Temer, e não escondeu a surpresa.

Silva, opositor ferrenho do governo, sentou-se em uma mesa do lado de fora e perguntou, desapontado: “Isso vai demorar?”. Ele então foi convidado pelo proprietário do estabelecimento a se sentar nas mesas ao ar livre, uma vez que a parte interna estava fechada para os governistas. “Vão achar que estou infiltrado”, argumentou. Quando Temer começou a discursar, Silva decidiu deixar o local.

 

SSP-DF esclarece matéria sobre aumento de roubo em comércio

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A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal (SSP-DF) esclarece que, por força de decreto, é a fonte oficial de divulgação de estatísticas criminais. À frente de diversas unidades da Federação, o DF mantém uma política séria de transparência, disponibilizando os números oficiais no site institucional (www.ssp.df.gov.br); realizando, mensalmente, coletivas com os veículos de imprensa; e atendendo os pedidos advindos por meio da Lei de Acesso à Informação.

A divulgação mais recente refere-se ao mês de março, que apresentou o menor índice de homicídios para o mesmo mês desde março de 2005. Atualmente, temos uma taxa proporcional de assassinatos que se aproxima ao ano de 1988 – fechamos 2017 com 16,3 mortes para cada grupo de cem mil habitantes.

O conjunto dos seis crimes contra o patrimônio que mais causam sensação de insegurança na população também vem caindo, após um período de alta. Somente em março, a queda foi de 21,5%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Dentro desse montante estão os roubos em comércios, com diminuição de 11,9%. Os demais são roubos a pedestres, residências, transporte coletivo, de veículo e furto em veículo.

Os recortes analisados e divulgados pela SSP/DF seguem uma lógica de sazonalidade. Com isso, comparar dias, semanas, feriados, ou seja, um curto lapso de tempo, compromete a análise qualificada e precisa do fenômeno criminal, importante para a destinação de policiamento nas ruas e estratégias de investigação criminal.

Nesse sentido, divulgar números sobre segurança pública de forma aleatória, descontextualizados, em especial com interesses que não são os da população em geral, é no mínimo um desserviço e uma irresponsabilidade.

CÂMARA FEDERAL, IFB E SPU UNIDOS PELO DESENVOLVIMENTO DO DF

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O Distrito Federal vai receber o programa piloto de Centro de Desenvolvimento Regional (CDR). O anúncio será feito nesta quarta-feira, dia 18, durante o “Seminário Internacional – Instituições de Ensino Superior e Desenvolvimento Regional: Parcerias, iniciativas e perspectivas”, que acontece, a partir das 9h, no auditório Nereu Ramos da Câmara Federal. Na mesma data, será assinado o convênio com Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB) que abrigará o projeto.

SPU E IFB CONSOLIDAM CDR-DF
No último dia 9 de abril um passo muito importante já foi dado para a consolidação do CDR-DF com a assinatura de um convênio entre o IFB e a Superintendência de Patrimônio da União/DF, que cedeu parte do prédio da CGU para a transferência da reitoria, administração e formação de professores.

Segundo o deputado federal Izalci Lucas (PSDB/DF), autor da iniciativa para a instalação do CDR/DF, o documento de cessão do espaço é a primeira ação para a consolidação do projeto que será feito em parceria com uma Instituição de Ensino Superior, sociedade civil e poderes públicos locais. “Brasília será o quarto centro a ser implantado. É algo muito importante em termos de conquista para o desenvolvimento da região”, afirmou o tucano.

O Centro será gerido por meio de uma parceria entre o IFB e a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti).

Saudade do carnaval? Confira a vibe do clipe novo da banda brasiliense Sinco

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A banda brasiliense Sinco lança, nesta quarta-feira (18), às 20 horas, o clipe da música “Flor do beijo”. O vídeo é uma coletânea de filmagens feitas com smartphones em viagem realizada pela banda e amigos durante o carnaval do Rio de Janeiro.

O videoclipe, o primeiro da banda gravado este ano, conta uma história passada em um flash de minutos, revelando as sensações do momento de um beijo. Surpresa? Estranheza? Paixão? Confira no clipe, no link abaixo, a descrição que eles deram para essa ocasião.

https://www.youtube.com/watch?v=9BN6o5VQSD8

Sinco

Juntos há quatro anos, eles começaram no mundo da música tocando nos intervalos das escolas, nos chamados recreios culturais. A banda já tem mais de 3 mil inscritos no canal do YouTube e farão mais três lançamentos neste semestre. Já participaram de grandes festivais como CoMA, Geek Prime e dividiram palco com artistas como Emicida, Lenine, Raimundos, Silva e Clarisse Falcão.

A carreira dos brasilienses é voltada para timbres, tons e notas que remetem ao pop, hiphop, funk e R&B.

Gostou? Acompanhe o trabalho da banda pelos canais abaixo:

YOUTUBE: https://bit.ly/2vvk8Dp

SPOTIFY: http://spoti.fi/2qYhIWZ

INSTAGRAM: https://bit.ly/2IUlXLV

FACEBOOK: http://bit.ly/2sVlhhe

Bruno Duarte – Baterista

Enrico Timm – Guitarrista

Luan Fonteles – Guitarrista

Rodrigo Deac – Vocalista

STJ condena ex-distrital Alírio Neto por improbidade na Câmara do DF em 2007

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Ação do MP se refere a atos na presidência do Legislativo local, em 2007

Por Mateus Rodrigues e Rosanne, do G1 – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou, nesta terça-feira (17), o ex-deputado distrital Alírio Neto (PTB) por improbidade administrativa. O processo, movido pelo Ministério Público do DF, se refere a atos supostamente cometidos na presidência da Câmara Legislativa em 2007. Cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

À TV Globo, Alírio Neto afirmou que “ganhou as ações do caso em primeira e segunda instâncias”, e que recorrerá da decisão ao STF.

Segundo o MP, Alírio descumpriu o limite legal para preenchimento de cargos comissionados por servidores efetivos. Nestes casos, a função comissionada representa uma espécie de “bônus salarial”, sem aumentar o efetivo do órgão público.

No entendimento da 1ª Turma do STJ, os atos apontados configuram improbidade contra os princípios da administração pública. A condenação prevê que Alírio Neto pague multa equivalente a seis salários recebidos na época.

A decisão foi emitida na tarde desta terça e, segundo o STJ, só deve aparecer no sistema eletrônico do tribunal nos próximos dias. De acordo com a assessoria do tribunal, a 1ª Turma não fixou nenhuma pena restritiva.

Isso significa que Alírio Neto não será detido em razão da sentença, e nem teve direitos políticos cassados. O ex-distrital é pré-candidato pelo PTB ao governo do Distrito Federal.

Enquanto o processo tramitava no Tribunal de Justiça do DF, a ação foi considerada improcedente duas vezes – pelo juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública, e pelos três desembargadores da 5ª Turma Cível. Nas duas vezes, o MP recorreu para insistir na condenação.

Segundo o STJ, essa diferença de análise é causada pela diferença entre “dolo específico” e “dolo genérico”. No entendimento do STJ, mesmo que não seja possível indicar o dano exato ao erário, ou a intenção de Alírio Neto no ato irregular, é possível “presumir” que a ação atentou contra os cofres públicos.

Nas decisões anteriores, a Justiça do DF adotou entendimento diferente. Na primeira sentença, por exemplo, o juiz Álvaro Ciarlini definiu que não era possível apontar “a efetiva transgressão de quaisquer das cláusulas gerais” da lei.

“A atuação do réu, no entanto, embora questionável, em tese, do ponto de vista jurídico ou ético, não pode ser considerada ímproba para o fim da aplicação das reprimendas previstas no art. 12 da Lei nº 8429/1992, por não se trata, na hipótese, por certo, dos delitos civis acima explicitados.”

Presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle enterra a Lei do Silêncio

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O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Joe Valle (PDT), resolveu tirar de pauta, definitivamente, o projeto de lei nº 445/2015, de autoria do deputado Ricardo Vale (PT), conhecido como “Lei do Silêncio”. O anúncio foi feito na sessão ordinária desta terça-feira (17), cerca de uma hora após a matéria ter sido colocada em votação. “Desde o início, pela polêmica da proposição, buscamos um acordo. Sem quórum, encerro a sessão e retiro o projeto da pauta”, declarou o parlamentar.

A apreciação do PL na sessão de hoje foi mais uma tentativa de avançar nessa questão, depois de vários adiamentos. Nesse período, houve reuniões entre os deputados distritais e, principalmente, os dois grupos antagonistas com relação à proposta, que determinava limites de intensidade de emissão de sons, e aumentava, entre outras medidas, os níveis máximos de ruídos. O principal grupo defensor da ampliação era composto por músicos e trabalhadores do setor de bares e restaurantes. Do outro lado, estavam representações comunitárias.

Logo no início da “Ordem do dia” (votações), o presidente da CLDF, lembrou de não haver consenso entre as partes e, por esse motivo, a matéria seria apreciada na forma que se encontrava. Naquele momento eram 16 os parlamentares presentes em plenário. Como haviam sido apresentadas emendas, incialmente, seria necessário fazê-las tramitar pelas comissões.

O primeiro a se pronunciar foi o deputado Cristiano Araújo (PSD), em nome da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT). O seu relatório foi contrário à proposição. O deputado explicou que, mesmo tendo conhecimento das reivindicações dos dois grupos, procurou “embasamento técnico para decidir sobre o assunto”. Após a leitura do relatório por Araújo já não havia o número de deputados necessários para prosseguir com a votação (no mínimo 13 parlamentares).

A sessão ordinária foi, então, suspensa por 15 minutos, a pedido do autor do projeto de lei, deputado Ricardo Vale. Transcorrido esse tempo, e sem que fosse restabelecido o quórum, o presidente da Casa resolveu encerrar os trabalhos e retirar a matéria da pauta.