Início Site Página 1997

Desembargador afirma que o Judiciário não deve interferir no mérito da abertura das atividades econômicas

Justiça revoga decisão que suspendeu reabertura do comércio no Distrito Federal

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios acatou recurso apresentado pelo governo do Distrito Federal (GDF) pedindo a derrubada de uma liminar que suspendia a reabertura de escolas, bares, restaurantes e salões de beleza na capital federal. A decisão de suspender a liminar foi tomada ontem (9) à noite pelo desembargador Eustáquio de Castro.

Na quarta-feira (8), o juiz Daniel Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública acatou um pedido de ação popular e suspendeu o decreto do governador Ibaneis Rocha, que autorizou a reabertura de atividades comerciais na capital. O setores estão impedidos de funcionar desde março em função da pandemia da covid-19.

A ação diz que o decreto distrital “atenta contra a saúde” por restringir as medidas de isolamento social sem “qualquer embasamento técnico ou científico”. Na ocasião, o magistrado deu 24 horas para que o GDF apresentasse estudos técnicos para justificar a liberação das atividades.

Na decisão que suspendeu a liminar, o desembargador disse que não vislumbrou “vício” do decreto publicado pelo governo do Distrito Federal, “pois, embora decretado o estado de calamidade pública, tal situação não retira do administrador a capacidade de decidir os aspectos técnicos da saída do cerco sanitário”.

O estado de calamidade pública foi decretado por Ibaneis no dia 29 de junho, com validade enquanto perdurar os efeitos da pandemia do novo coronavírus no país.

Ao suspender a liminar, o desembargador afirmou que a situação de calamidade tem como objetivo dar ao governo mais “recursos e flexibilizações fiscais para garantir a ampliação do serviço público de saúde”.

“Assim, em resumo, concluo pela impossibilidade de o Poder Judiciário interferir no mérito da abertura das atividades econômicas e demais medidas para criação de isolamento social, cabendo ao chefe do Executivo sobre elas decidir, arcando com as suas responsabilidades”, determinou.

Na avaliação do desembargador, o Poder Judiciário não deve interferir no mérito da abertura das atividades econômicas e demais medidas para criação de isolamento social. Segundo Eustáquio de Castro, a competência é do chefe do Executivo.

“Por fim, esclareço, por oportuno, a presente decisão não tem o condão de dizer se as atividades de abertura do comércio, de parques, etc., são adequadas, são responsáveis. Ao contrário, apenas aponta a competência do governador para decidir sobre elas, arcando com seu custo político, repito e friso”, disse.

Com a decisão, caberá ao governo editar novo decreto sobre a retomada das atividades no Distrito Federal, uma vez que o decreto anterior foi suspenso por Ibaneis.

A norma suspensa pelo governador previa a volta às aulas em 27 de julho na rede particular e em 3 de agosto na rede pública; bares e restaurantes voltariam a funcionar em 15 de julho; e, desde já, academias e salões de beleza.

NA CONTRAMÃO DA CORTE: Decisões judiciais causam prejuízos ao comércio e transtornos à população do DF

0

Decisões judiciais que obrigam o GDF a recuar de decretos governamentais, que estabelecem a reabertura gradual do comércio no Distrito Federal, vem provocando prejuízos, insegurança jurídica no setor produtivo e transtorno à população

Por Toni Duarte, do Radar DF

O barbeiro paraibano José Costa Andrade, radicado em Brasília há mais de 30 anos, acreditava que após 90 dias com a portas fechadas, por causa da pandemia, poderia reabrir o pequeno salão que mantém na Asa Norte e tocar a vida conforme o decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha.

O salão de Andrade emprega  três outros profissionais barbeiros que nos últimos três meses tiveram que se recolher em casa e sem dinheiro para suprir as necessidades básicas de suas respectivas famílias.

Além disso, Andrade acumulou uma dívida com pagamento de aluguel do ponto, conta de água, luz e telefone.

Para o  retorno das atividades, ocorrida na última terça-feira (07), o dono da barbearia  pediu dinheiro emprestado para a compra de material de reposição  e  torcia para o comparecimento a conta-gota de sua clientela.

No entanto, ontem pela manhã, foi surpreendido de que não poderia abrir o seu negócio. Tudo havia voltado a estaca zero.

Uma nova decisão judicial proferida por juiz de 1º grau  mandou fechar tudo. O magistrado atendeu a uma ação popular, movida por políticos do PT e do PSOL.

A decisão colocou por terra a expectativa de centenas de salões de beleza e de proprietários de  academias, dois segmentos comerciais  mais  afetados economicamente pela crise sanitária.

Apesar do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ter confirmando, por unanimidade,  o entendimento de que cabe aos estados, ao  Distrito Federal e aos  municípios o poder de adotarem  medidas  normativas de isolamento, quarentena, interdição de locomoção, de serviços públicos, fechamento e reabertura de atividades econômicas e de circulação de pessoas, o que vem ocorrendo no DF nos últimos dias é um festival de decisões judiciais que vão à contramão do entendimento   da Suprema Corte.

Às três últimas decisões judiciais, mandando cancelar decretos publicados pelo governo do Distrito Federal,  vigoraram momentaneamente, já que foram  derrubadas pelo tribunal superior por  afrontar o princípio da separação dos Poderes o que  viola a ordem pública.

Tanto é que o desembargador Eustáquio de Castro suspendeu, na noite desta quinta-feira (9), a decisão da 3ª Vara Cível do DF que determinava a suspensão do decreto governamental que permitia a reabertura de academias e salões de beleza e que estipulava datas para a retomada de bares, restaurantes e escolas.

vai-e-vem da judicialização política do coronavírus, ação feita por gente interessada nas eleições de 2022,  além de provocar enormes prejuízos aos segmentos comerciais que empregam milhares de pessoas, causam enormes transtornos a população que dorme com uma situação e acorda com outra.

Por trás de tudo isso está o nocivo viés políticos eleitoreiros daqueles que usam o judiciário e ficam de longe torcendo para  que o DF se afunde e com ele o próprio povo.

Acordo entre Secretaria de Saúde do DF e rede privada gera 35 leitos de UTI durante a pandemia

Objetivo é unir esforços para reforçar os atendimentos à população

Em um esforço conjunto para combater a situação de pandemia do novo coronavírus no Distrito Federal, um acordo foi firmado, nesta quinta-feira (9), entre representantes da Secretaria de Saúde e da rede hospitalar privada.

Sete hospitais privados se comprometeram com a pasta a disponibilizar, de forma gradual, 35 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender pacientes graves da rede pública.Na ata da reunião, foi registrado a seguinte quantidade de leitos oferecidos por cada hospital privado: São Mateus (10), Grupo Santa (10), Daher (5), Santa Marta, por meio do Hospital Anna Nery (4), São Francisco (2), Rede Impar (2) e Rede D’Or (2). Em contrapartida, a Secretaria de Saúde se comprometeu a iniciar um processo de contratação de serviço de auditoria de contas médicas, para dar maior celeridade ao processo.

Com o acordo, a pasta pretende se mobilizar para transferir pacientes internados em hospitais públicos para os leitos que serão ofertados na rede privada. Dessa forma, terá 35 vagas de UTI na rede pública que poderão ser utilizados para atender acometidos pela Covid-19 em um período que o DF enfrenta o pico da pandemia.

“Com muita dedicação e empenho, tanto o sistema público quanto o privado estão se unindo para ajudar o Distrito Federal no enfrentamento ao coronavírus. Esse é o momento de juntar esforços e cooperamos para combater a pandemia e garantir um atendimento digno à população”, afirmou o secretário de Saúde, Francisco Araújo.

Decreto

O governador Ibaneis Rocha decidiu revogar, nesta quinta-feira, o decreto que requisitava 65 leitos de UTI de hospitais privados para a rede pública de Saúde. A mudança foi anunciada no mesmo dia, na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), depois da reunião realizada com os representantes dos hospitais da rede privada, que resultou no acordo.

ENTREVISTA | José Eduardo Pereira Filho: “Perspectiva é gerar 60 mil empregos até 2023″

0

Secretário de Desenvolvimento Econômico detalha números e cenários positivos para o DF a partir das parcerias entre os setores público e privado

Desenvolvimento Econômico. A secretaria que leva este nome é talvez a de definição mais sucinta e fiel ao seu propósito. Prova disso são os números que despontam para o Distrito Federal nos próximos anos com as ações que vêm sendo desenvolvidas entre os setores público e privado. Mesmo em um cenário de crise, a SDE estima a geração de 60 mil empregos na capital até 2023. Para o agora, 2020, há, também, boas expectativas: o DF deve chegar a 10.279 empregos criados.
Quer saber como isso será possível? Leia, a seguir, a entrevista da Agência Brasília com o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo Pereira Filho. No bate-papo com a reportagem ele explica como esses números podem se tornar reais e fala sobre as ações programadas pela pasta para os próximos anos.
A crise provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) afetou diversos setores, principalmente a economia de estados e municípios. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico tem alguma vacina para esse momento?
Nós temos trabalhado com o Emprega DF, um programa operado em conjunto entre as secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Economia. É um programa de benefício fiscal com desconto no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) justamente para gerar um cenário de atração de empresas. Fazer com que essas empresas possam gerar novas vagas de trabalho e manter as existentes.
O Emprega DF tem um ano de existência e neste período implantamos pelo menos dez empresas de diversos segmentos econômicos, desde aço, bebidas e embalagens até o ramo de fármacos. Somente com estas dez empresas a perspectiva é gerar 40 mil novas vagas de emprego no DF. E são 40 mil vagas previstas em contrato. Não é só uma expectativa, isso é colocado em contrato a partir do desconto no ICMS que as empresas vão receber caso gerem esse número de empregos de forma escalonada até 2023.

O Emprega DF tem um ano de existência e neste período implantamos pelo menos dez empresas de diversos segmentos econômicos, desde aço, bebidas e embalagens até o ramo de fármacos. Somente com estas dez empresas a perspectiva é gerar 40 mil novas vagas de emprego no DF.José Eduardo Pereira Filho, secretário de Desenvolvimento Econômico

Temos outras ações e previsões no cenário daqui para 2023?
Temos outras ações e a geração de empregos pode ser ainda maior. Além dessas dez plantas [empresas], nós selecionamos quatro projetos comerciais que vão intensificar as ações de atacado e comércio eletrônico. Empresas como Novo Mundo, Comper, Fujioka e o Grupo Mafra fizeram acordo com a gente para a geração de 20 mil novos postos de trabalho pelos próximos quatro anos. Então, além dos 40 mil empregos gerados com as dez plantas, essas dez empresas que já assinaram contrato, temos a perspectiva de gerar mais esses 20 mil empregos chegando a 60 mil empregos até 2023.
Um cenário bastante positivo…
Muito. Interessa às empresas o desconto no ICMS e interessa ao GDF fazer com que essas empresas criem novas vagas para mitigarmos essa dificuldade com o emprego.
E para 2020, qual a previsão de empregos gerados no DF?
É de 10.279 vagas.
E se as vagas de emprego não se confirmarem nos próximos anos, as empresas perdem os benefícios?
Todos os cenários são acompanhados por um comitê formado entre as secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Economia. É um acompanhamento sistemático com as empresas. O que eventualmente não estiver adequado, ajustamos os passos para que os contratos permaneçam regulares e que ao final do prazo as empresas entreguem o que foi pactuado.
Estamos falando de empresas de que porte? De quantos empregados? 
São empresas com dois, três, cinco, sete mil empregados. De grande porte.
E toda essa massa de trabalhadores, de serviço e mão de obra para o DF está sendo instalada onde?
Algumas estão concentradas no Polo JK, em Santa Maria. Temos também as Áreas de Desenvolvimento Econômico, as ADEs. Inclusive estamos revitalizando as ADEs em programas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No Polo JK, por exemplo, estamos fazendo saneamento, ruas, pavimentação e instalando uma estação de energia. Tem empresas que estão lá há 20 anos e funcionam com gerador até hoje. Esta gestão está mudando isso.

10.279 vagasde empregos serão geradas em 2020

Gerando desenvolvimento para essas regiões administrativas…
Exatamente. Até pela localização, essas empresas tendem a buscar trabalhadores nas cidades onde estão instaladas, o que movimenta a economia de lá.
O projeto com o BID foi pensado para revitalizar essas áreas e fazer com que as empresas e a população se sintam atendidas com equipamentos públicos, saneamento, linhas de ônibus e outras melhorias.
Como surgiu e funciona o Emprega DF?
Ele surgiu depois da Lei Complementar Nº 160/2017. Antes dela o que acontecia era uma guerra fiscal entre os estados. Havia uma luta, uma guerra enfraquecida para disputar empresas entre os estados. Além disso o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) identificou que essa guerra fiscal levava a um problema, quando um determinado estado atraía uma empresa que não tinha qualquer identidade com uma determinada região. Isso gerava problemas ambientais que desestruturavam a economia daquele estado.
Então, o Confaz se reuniu com autoridades das receitas estadual e federal para buscar um instrumento legal, que foi a Lei Complementar nº160/2017. Esta lei convalidou os benefícios fiscais do ICMS que eram concedidos pelos estados e estabeleceu que dali para frente teria que haver um trabalho melhor neste sentido de modo que as empresas pudessem sobreviver e trabalhar. Cada estado passou a estabelecer um padrão mais saudável de tributos.
Ou seja, é um programa com a concessão de incentivos fiscais para fomentar a industrialização do DF.
Além do Emprega DF, quais outros programas a SDE trabalha para alavancar a economia do DF?
Nós temos também o Desenvolve DF. Ele substituiu o Pró-DF II e agora está dentro da pasta de Empreendedorismo. Antigamente, o Pró-DF II dava ao empresário a posse do imóvel, mas isso gerou um problema e passivo que acabou por desestruturar o programa. No Desenvolve DF, a área, o terreno fica sob domínio do estado para que não haja problemas que aconteceram com o Pró-DF e Pró-DF II, quando muita gente pegava o terreno, mudava a empresa e construía até casa no terreno.
Tivemos programas com algum sucesso no DF, mas todos com alguma distorção porque eram um financiamento do ICMS e foi esse financiamento que a Lei Complementar Nº 160 acabou. Estados não podem fazer financiamento do ICMS, eles podem obter um desconto. E o Desenvolve DF gera benefícios econômicos justamente para estabelecer um cenário positivo para as empresas.
Também temos iniciativas como o Procidades, correto? Nos conte um pouco sobre ele.
Procidades​ tem o objetivo de utilizar recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para revitalizar as Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs). Há poucos dias visite o SOF Sul, onde fica o Park Sul, e ali tem uma região com oficinas mecânicas, restaurantes e por meio do Procidades vamos revitalizar aquela área fazendo saneamento básico, asfaltamento… enfim, beneficiando os moradores e empresários daquela região.
É um projeto que está para sair do papel, ele já foi concluído pela Secretaria de Obras. Agora esperamos rodar ou pelo BID ou pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). Em qualquer uma das situações é um projeto exequível, que custaria algo em torno de R$ 25 milhões. E é uma obra que pode ser finalizada em até um ano depois de iniciada. Vai beneficiar muito aquela área da cidade.

Caiado sanciona GoiásTec e assegura Ensino Médio de qualidade a todos os goianos

Programa de mediação tecnológica visa oferecer ensino em unidades escolares da zona rural, distritos e regiões de difícil

Goiás é um dos Estados brasileiros que está na vanguarda quando o assunto é levar ensino-aprendizagem de qualidade para os estudantes nos pontos mais longínquos das terras goianas. Denominado GoiásTec – Ensino Médio ao Alcance de Todos, o projeto que prevê o uso de tecnologias para garantir a Educação nos lugares mais remotos foi implantado ainda fevereiro último, por meio de decreto estadual, e agora virou lei, demonstrando a preocupação do governador Ronaldo Caiado com a universalização do ensino.

Sancionada pelo governador Ronaldo Caiado e publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (09/07), a lei 20.802 é de iniciativa do Governo de Goiás. O programa visa, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), oferecer Ensino Médio em unidades escolares da zona rural, distritos e regiões de difícil acesso, ou com falta de professores de áreas específicas de conhecimento, por meio da transmissão ao vivo de aulas via satélite.

“Com o GoiásTec, podemos levar aprendizagem para todos os cantos do Estado, independente da quantidade de alunos que lá esteja, e garantimos professores especialistas para dar a melhor aula para os estudantes. É um projeto ousado e inovador que assegura a educação para todos”, pontua a secretária Gavioli.

Depois de aprovado pelo Conselho Estadual de Educação de Goiás (CEE-GO), em agosto de 2019, o programa começou a ser implantado com base no decreto estadual nº 9.619. Atualmente, o programa está em curso em regiões de 65 municípios goianos, incluindo comunidades Calunga, com participação de 1.945 alunos. Agora que a lei foi sancionada, a estrutura do programa fica regulamentada e o GoiásTec pode ser instaurado em todo o Estado. Neste modelo, os estudantes continuam indo à escola, mas as salas de aula são interativas, equipadas para o acesso às aulas transmitidas via satélite.

Os alunos são acompanhados por um professor mediador, que tem o papel de auxiliar os educandos e garantir a comunicação deles, via chat, com o professor do estúdio de gravação. Em Cavalcante, na região Norte do Estado, por exemplo, o professor João Francisco Maia, da Escola Estadual Calunga I, extensão Joselina Francisco Maia, foi até a casa dos seus estudantes, no povoado Engenho II, para entregar atividades impressas. Além da entrega de materiais, o professor acompanha os alunos por WhatsApp, enviando vídeoaulas e sanando dúvidas.

Superintendente de Ensino Médio da Seduc, Osvany Gundim explica a diferença entre ensino a distância (EaD) e GoiásTec. “No EaD, o aluno estuda por plataforma, não tem contato direto com professor. Já no GoiásTec, ele cumpre a mesma carga horária e vai à escola normalmente, todos os dias. O estudante tem o professor mediador, em sala de aula, e o professor de estúdio, habilitado naquela área de conhecimento, com mestrado ou até doutorado”, ressaltou.

Regiões de difícil acesso

Como explica a superintendente, o programa vem para sanar o déficit de professores habilitados em diferentes áreas de conhecimento, nas regiões de difícil acesso do Estado. Por meio do uso de ferramentas tecnológicas, professores habilitados vão ensinar remotamente, enquanto os estudantes são monitorados por um professor mediador.

A superintendente esclarece que o Ensino Médio por Mediação Tecnológica não gera redução de professores no quadro de profissionais da Seduc, uma vez que tem o objetivo de resolver a falta de professores disponíveis nessas localidades.

Aulas não presenciais

Devido à suspensão das aulas presenciais em meados de março, por conta da pandemia do coronavírus, o GoiásTec teve de ser adaptado para o regime especial de aulas não presenciais. As equipes pedagógicas têm disponibilizado materiais impressos estruturados e realizado atendimento on-line para que os estudantes prossigam com a rotina de estudos em casa.

Em 10 dias, Governo de Goiás ativa mais 62 leitos exclusivos para o tratamento da Covid-19

Meta do governador Ronaldo Caiado é estruturar 1.120 leitos até o final deste mês

O governador Ronaldo Caiado não mede esforços para estruturar a rede estadual de saúde para atendimento de pacientes diagnosticados com a Covid-19. Como resultado, em apenas 10 dias – de 30 de junho a 9 de julho – 62 novos leitos exclusivos para o tratamento do coronavírus foram ativados em todo Estado. Desses, 15 são de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), totalizando 179 leitos para pacientes graves. No mesmo período, o número de enfermarias também teve aumento de 47, chegando a 342 leitos simples.

Somente na semana passada, o governo estadual adquiriu 50 novos respiradores, avaliados em mais de R$ 3 milhões, o que fortaleceu a implantação dos novos leitos. A expansão no quantitativo de UTIs ocorreu em Trindade, Luziânia, Águas Lindas, Itumbiara e Jataí. Já as de enfermarias, em Trindade, Itumbiara e Jataí.

Para estruturar e colocar em operação os hospitais de campanha, o Governo de Goiás sancionou lei destinando R$ 351 milhões. O valor já vem sendo aplicado pela administração no aparelhamento das unidades. E os investimentos do Estado para ampliar a rede de assistência aos infectados pelo coronavírus não param. Ainda está prevista a ativação de outros leitos de UTI e enfermaria, que devem alcançar, até o final deste mês, um total de 1.200 leitos.

Isolamento

Mas o investimento na saúde não é suficiente sem a participação da população em uma das estratégias mais eficiente contra a doença, que o distanciamento social. Em Goiás está valendo a chamada quarentena intermitente, em que o comércio e o setor de serviços intercalam as atividades com 14 dias de fechamento e 14 de abertura. “Dessa forma, tenho condições de diminuir a disseminação [do vírus], e a estrutura hospitalar pode suportar a demanda”, reforça Ronaldo Caiado. A medida, frisa, possibilita que Goiás mantenha a contaminação em um nível aceitável e compatível com a estrutura hospitalar do Estado.

Veja a lista dos selecionados para as brigadas florestais

São mais 148 profissionais (aumento de 48% em relação a 2019) para combater os incêndios neste período de seca

O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (10) traz o resultado definitivo do processo seletivo simplificado para a contratação temporária de brigadistas florestais de 2020 pelo Instituto Brasília Ambiental. Eles ajudarão no combate aos incêndios neste período de seca. Confira resultado final.

Para este ano, a seleção conta com um aumento de 48% no número de vagas ofertadas, comparando-se com o ano anterior. A ação faz parte do Plano de Prevenção de Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF) da Secretaria do Meio Ambiente (Sema).“É gratificante ver que o esforço conjunto de vários órgãos resultou na captação de recursos, possibilitando a contratação de mais profissionais no combate aos incêndios florestais em 2020.  Essa ação é necessária para o meio ambiente e a saúde”, comentou o secretário de Meio Ambiente do DF, Sarney Filho.

Foram oferecidas ao todo 148 vagas – sendo que 120 são para brigadistas florestais combatentes, 24 para chefes de brigada e quatro para supervisores. Eles irão atuar até o dia 30 de novembro. Essa contratação é uma das ações do governo para evitar e combater incêndios nas Unidades de Conservação espalhadas pelo DF.

Para mitigar os efeitos do período de estiagem sobre as unidades de conservação e parques, o Brasília Ambiental também criou novo setor para concentrar os esforços no combate aos incêndios. “Graças ao empenho da Sema, poderemos minimizar os impactos sobre a fauna e a flora e assim proteger o nosso Cerrado”, enfatizou o presidente interino do Instituto Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão.

Os candidatos classificados deverão comparecer, entre os dias 13 a 15 de julho, na Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) do Brasília Ambiental, no horário de 9h às 12h ou de 13h30 às 16h30, de acordo com as escolha do candidato após preenchimento do formulário de contratação disponível aqui.

A relação de documentos a ser apresentada pelos convocados está disponível no item 3, do edital nº 6, do resultado final da seleção.

O CAC do Instituto está localizado na 511 Norte, bloco C, térreo. Os brigadistas também atuarão, em parceria com o Corpo de Bombeiros do DF e demais órgãos que compõem o PPCIF, na prevenção e combate a incêndios em outras áreas, além das Unidades de Conservação.

Veja aqui outras informações sobre o processo seletivo.

Câmara Legislativa requer à Justiça que revoge suspensão da reabertura de setores do comércio

A Mesa Diretora da CLDF sustenta que é competência privativa do Poder Executivo disciplinar a abertura, os protocolos e os cronogramas de retorno das atividades econômicas, como determina a Lei Orgânica do Distrito Federal e a própria Constituição Federal. Argumenta ainda que é competência privativa do Poder Legislativo a fiscalização dos atos da Administração Pública, de acordo com o ordenamento jurídico vigente.

Segundo o pedido da Câmara Legislativa, a decisão violaria o princípio da separação e funcionamento harmônico dos Poderes, eis que é o Poder Executivo que dispõe da legitimidade e dos meios necessários à obtenção das informações, estudos e dados para tomar, a tempo e modo, a melhor decisão na busca do interesse público.

Os membros da Mesa Diretora espera que “a revogação da decisão seja efetivada nas próximas horas”.

População carente recebe quase 20 mil quilos de frango

0

Empresa JBS doou as proteínas a instituições do DF por meio do programa Todos Contra a Covid, do GDF

O tempo de pandemia do novo coronavírus levou centenas de famílias do Distrito Federal a procurarem ajuda nas instituições que realizam trabalhos voluntários em inúmeras cidades do DF. Sabendo da necessidade de adultos e crianças, a empresa JBS S.A. doou 19,5 mil quilos de frango para que possam servir de alimento para adultos e crianças de baixa renda da Capital. A ação contou com a indicação do programa Todos Contra a Covid – coordenado pelo vice-governador Paco Britto -, que sugeriu que os alimentos seguissem para Samambaia, Ceilândia e Estrutural.

Logo pela manhã, um caminhão com 9,4 mil quilos da proteína estacionou em frente à Igreja Batista Livre Acesso, em Ceilândia, para a primeira parte da doação. O frango foi recebido pelo presidente da ONG Instituto Livre Acesso, pastor Lindom Johnson. “A procura por alimentos cresceu muito. A ONG atende 200 crianças e 50 famílias em um trabalho sócio-cultural há anos, mas agora, com a pandemia, os pedidos são muitos”, afirmou.

De acordo com ele, a doação recebida da JBS beneficiará 800 famílias que se cadastraram no instituto à procura de ajuda para levar alimento para a mesa. A proteína será distribuída entre carroceiros, e moradores de Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol, Samambaia e Estrutural.

À tarde, mais 10,1 mil quilos de frango foram entregues à representantes da maçonaria no DF – cujas instituições distribui comida pronta para milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade constantemente -, além de outras entidades que atendem famílias carentes em todo o Distrito Federal. “Agradecemos muito a doação que ajudará muitas pessoas que estão passando por grandes necessidades neste momento”, disse a representante do Instituto Você Nunca Andará Sozinho, de Samambaia, Eliane Nuvem, que tende 380 pessoas.

“Para nós é uma satisfação poder ajudar a atenuar as consequências da pandemia em nossa cidade”, enfatizou o grão-mestre Grande Oriente do Distrito Federal, Reginaldo Albuquerque. “Sabemos que o Estado tem responsabilidade, mas a sociedade também tem que colaborar e fazer a sua parte”, completou o grã-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Armando Assumpção.

De acordo com o diretor regional da JBS, Solon Tomás Ferreira, a empresa está doando, durante a pandemia do coronavírus, R$ 700 milhões em produtos para todo o mundo. Somente para o Brasil, são R$ 400 milhões. “Já emprenhamos cerca de 80% deste valor”, destacou. Para o Distrito Federal, além das doações de EPIs e insumos, cestas básicas e proteínas para a população carente, a JBS doou, recentemente, um hospital, que será inaugurado em Ceilândia nos próximos dias. “Investimos, nessa unidade de saúde, R$ 11 milhões. E não é um hospital de campanha, mas um legado que a empresa está deixando para a cidade”, explicou.

Em nome do governador Ibaneis Rocha e do vice-governador, Paco Britto, Paulo César Chaves lembrou da importância do uso de máscaras e do álcool em gel e do distanciamento social. “Temos que tomar todos os cuidados, mas lembrar que a solidariedade, as doações, são extremamente importantes neste momento, porque a fome não vai esperar a pandemia passar. As pessoas precisam de alimentos agora”, disse.

Também receberam doações de frango a Associação Beneficente Missionária Cristã, da Expansão do Setor O; a Comunidade Terapeutica El Shadai, de Ceilândia Norte; o Movimento Habitacional das Pessoas com Deficiência do DF, de Ceilândia Norte; a Paróquia Jesus de Nazaré, de Samambaia; o Instituto Vida Positiva, da Asa Sul; o Coletivo de Mulheres com Deficiência do DF, de Ceilândia Norte; o Lar de Assistência Maria de Nazaré, de Samambaia Norte e a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, da Colônia Agrícola Samambaia.

Doe para o comitê Todos Contra a Covid

Banco de Brasília (BRB) – 070

Agência: 0027

Conta Poupança: 0027.049528-2

CNPJ: 02.174.279/0001-55

Instituto BRB de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Socioambiental

 

As Marias do Brasil do YouTube para a TV

1

As Marias do Brasil, canal do YouTube, idealizado pela experiente jornalista e roteirista Cléa Paixão, será exibido também na TV União Brasília, todos os domingos, às 13h30, a partir de 12/07. Uma integração do digital com a TV aberta.

No domingo, a gente costuma almoçar mais tarde, e agora, o brasiliense terá uma ótima companhia. O programa traz a multiplicidade e protagonismo feminino, abordando diversos assuntos por meio de histórias incríveis de mulheres extraordinárias e inspiradoras, visíveis e invisíveis. As Marias que começam, recomeçam e se reinventam todos os dias. Histórias de garra, luta, paixão, emoção, conquista, superação e empoderamento.

São histórias reais de vidas, contadas em bate-papos espontâneos e emocionantes para inspirar, ampliar o horizonte, encorajar e fortalecer outras mulheres Brasil afora. E como histórias são contadas de várias formas e cada uma ativa um aspecto diferente nas pessoas, Cléa Paixão entra no universo de cada entrevistada. O bate-papo é gravado em espaço significativo para cada uma delas.

As Marias do Brasil conta com a experiência de sua idealizadora, que trabalha com jornalismo a partir de sua formação pela UFAL, em 1991. A maior parte do tempo diante das câmeras. Trajetória iniciada na TV Gazeta de Alagoas, afiliada a Rede Globo, onde foi premiada com a melhor reportagem em 1994, com passagem pela Globo Nordeste. Em Brasília, atuou na TV Brasília (também indicada a prêmio), TV Record, TV Executiva MEC e no então MDS. E já chefiou a Assessoria de Imprensa de vários órgãos, a exemplo da Infraero. Possui experiência na área de gênero, tendo livro publicado “A influência da mulher no mundo: família, religião e sociedade”. Também atuou como coordenadora de comunicação nacional da campanha mundial 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, durante três anos consecutivos.

No entanto, nesse espaço, Cléa e todos nós vamos aprender com cada Maria entrevistada. O programa de estreia na TV, domingo, 12/07, traz a cantora paulistana Paulah Gauss, também comunicadora e fundadora da Missão PG, que leva assistência a instituições, moradores de rua e outro em São Paulo. O programa já mostra a próxima Maria entrevistada, Cristiane Britto, secretária Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres.

A interação acontece por meio das redes sociais, YouTube e e-mail. Assista na TV e no Youtube, participe e compartilhe livremente! O espaço é nosso!

Inscreva-se no canal http://www.youtube.com/c/AsMariasdoBrasil

Siga no Instagram e Facebook: @asmariasdobrasil.oficial

E-mail: asmariasdobrasil.oficial@gmail.com