Início Site Página 1998

Pandemia da Covid-19 eleva a procura por automação residencial no DF

0

Passar mais tempo do que o habitual em casa tornou a procura pelo conforto um serviço essencial

A medida que a pandemia causada pelo novo coronavírus continua a avançar no Distrito Federal, a única medida possível para evitar uma contaminação e mais assertiva no combate a disseminação da Covid-19 é o isolamento social. As restrições em frequentar espaços públicos e privados fizeram com que boa parte da população permanecesse por um período maior dentro de casa. Nesse cenário, a automação residencial ganhou espaço e caiu no gosto de quem hoje procura por conforto e praticidade.
Para o engenheiro e proprietário da Seype Engenharia, Júlio Seype, com mais tempo dentro de casa, as pessoas começaram a notar problemas em casa que antes estavam esquecidos por conta da rotina ou foram deixados para solução em um momento posterior.
“Foi quando automação residencial ganhou evidência por trazer uma maior comodidade para as pessoas. Afinal, apenas com um clique é possível acionar diversos dispositivos de uma residência, como a iluminação, ligar o som, TV, ar condicionado, fechar cortinas, entre outros. Com isso, a pessoa pode aproveitar mais o tempo e o conforto do lar”,explica.
Ainda de acordo com Júlio, no universo de trabalho, a residência acabou se tornando também o ambiente profissional e essa adaptação não foi feita de forma programada o que gerou gatilhos para a solução de questões não solucionadas.
“A migração para o home office acabou se tornando mais que uma realidade e muitas empresas, e até mesmo autônomos que antes atuavam em escritórios, perceberam que o formato pode dar certo. Se houver possibilidade de ter um local dentro de casa dedicado para esse fim é possível alinhar o trabalho e o lar em um mesmo endereço”, afirma Júlio.
Além do trabalho remoto, as atividades de lazer também foram restritas ao ambiente doméstico, o que, por vezes, tem causado o sentimento de tédio.  Júlio Seype pontua que a tecnologia colabora para que as pessoas consigam aceitar essa realidade e tornar a estadia em casa prazerosa.
“A funcionalidade de um lar modifica o estado de espírito daqueles que ali vivem. Ter um espaço que trabalha a seu favor é muito mais do que conforto e comodidade, é economia de tempo e recursos. Sistemas de automação residencial são capazes de trazer mais tranquilidade aos moradores em tempos difíceis como o atual”, pontua.
De acordo com júlio Seype é possível automatizar em casa todo equipamento ou dispositivo que possua um comando de funcionamento, em geral um sinal elétrico ou eletrônico, como por exemplo, a iluminação, áudio e vídeo, projetor, telão, ar condicionado, ventilação, cortinas, persianas, toldos, irrigação, fontes, chafariz, piscina, controle de presença por meio de sensores, lareira, entre outros. Em tempos de home office, a luz, a climatização e o conforto são pontos fortes a serem avaliados, uma vez que a automação permite criar diversos ambientes dentro de um mesmo espaço. Confira:
Iluminação – é possível ter o controle integrado e remoto de toda a iluminação da casa, permitindo uma variação da combinação entre as lâmpadas em determinadas ocasiões como um jantar, filme, festa etc;
Controle de climatização – são os comandos de climatização (aquecedor e ar-condicionado) integrados ao sistema de controle, de acordo com o tamanho de cada ambiente. Além disso a automação permite a criação de funções como por exemplo ligar e desligar o aquecedor ou ar condicionado em horários definidos, ou desligá-los depois de certo tempo de funcionamento, ou depois que o ambiente atingir certa temperatura.
Conforto – controle de persianas e cortinas, acionamento remoto de sistemas de irrigação em quintais ou varandas, abertura de portas e portões, entre outros.

80% dos casos de coronavírus no Distrito Federal estão curados; cai change de contágio

Isolamento das pessoas contaminadas – por 14 dias – é fundamental para conter a doença

Praticamente oito em cada 10 brasilienses que foram contaminados pelo coronavírus já estão recuperados da Covid-19. Dos 64.314 casos confirmados no Distrito Federal, 50.879 pacientes estão curados, o que representa um índice de 79,1 % do total. Isso mostra que a chance de contágio no DF reduziu desde os primeiros casos da doença diagnosticados no final de fevereiro.

“São pessoas que já passaram pela infecção, a maioria delas senão a totalidade está imune, não se sabe ainda por quanto tempo. E, a partir do momento que ela está recuperada, não transmite mais”, explica Eduardo Hage, subsecretário de Vigilância à Saúde. Segundo o médico, os estudos comprovam que os pacientes que tiveram a Covid-19 ficam imunizados por pelo menos três meses.

Dessa forma, apenas os 12.634 casos ativos, pessoas que ainda estão doentes, podem transmitir coronavírus. “São pessoas que ainda estão tratando a infecção. Mas nem todos esses vão transmitir porque muitos estão no fim daquele período de 14 dias. Como a recomendação é o isolamento domiciliar, esse risco é mais reduzido ainda. São pessoas que adoeceram, apresentaram sintomas ou não, estão em casa e estão sendo acompanhadas pelo serviço de saúde”, ressalta o infectologista.

O subsecretário salienta que o risco de contágio vai variar de acordo com a evolução da doença. Quanto mais próximo do início dos sintomas, maior a carga viral que a pessoa carrega. “Tem alguns pacientes que começaram os sintomas ontem, então o risco de contágio deles é maior. Mas temos nesse grupo de ativos quem sentiu os primeiros sintomas há 10 dias e a chance de contágio é muito pequena”, afirma.

Por isso, a recomendação para todos os pacientes que ainda têm o vírus é, nesse período inicial de 14 dias, ficar em isolamento domiciliar, sem contato com outras pessoas para evitar a propagação da doença. A grande maioria dos casos ativos está se recuperando em casa. Segundo dados de 9h desta quinta-feira (9), apenas 1.009 pessoas estão hospitalizadas tratando a infecção: 446 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em hospitais públicos, 236 em UTIs da rede privada e 327 em leitos de enfermaria da rede pública (nos hospitais privados, não há leitos de enfermaria específicos para Covid), o que representa 7,98% do total de ativos.

Estabilização

Hage ressalta que a grande proporção de recuperados em relação aos ativos é um indicativo de que os casos estão próximos a um período de estabilização. “Ainda não podemos falar em redução de casos, a gente precisa analisar essa semana, mas os casos devem se estabilizar em breve”.

Quanto mais perto o percentual de recuperados for de 100%, menos casos novos serão confirmados. “Poucas pessoas estão com a infecção ativa e consequentemente poucas pessoas estão transmitindo coronavírus”, afirma.

Letalidade

Dessa forma, mais importante do que considerar os mais de 64 mil casos confirmados é analisar outros números relativas à doença. Entre eles, a taxa de letalidade que, no DF, é a menor do país. Ao lado de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, o DF tem taxa de 1,2% com dados atualizados às 18h de quarta (8).

A média do Brasil é 4%, mas chega a 5,2% no Ceará que tem 128.471 casos e 6.665 mortes e a 8,7% no Rio de Janeiro, com 126.329 casos e 10.970 óbitos. “O que faz diferença e contribui para uma baixa taxa de letalidade? É o que está sendo oferecido para o tratamento dos pacientes. No meio dessa pandemia conseguimos ofertar serviços de atenção primária de saúde, leitos hospitalares especialmente de UTIs e profissionais treinados para atender esses pacientes”, afirma Eduardo Hage.

O subsecretário de Vigilância à Saúde ressalta que a rede pública de saúde tem leitos de UTI suficientes para o tratamento de Covid-19 e que, para tratar a infecção, o leito precisa ter três equipamentos: monitor, bomba de infusão e respirador, que devem ser operados por médicos treinados, não necessariamente intensivistas. “Nunca alcançamos uma saturação de leitos de UTI. Não é uma oferta tranquila, mas esses leitos Covid têm suporte suficiente para os pacientes com coronavírus”, garante. Às 9h desta quinta-feira (9), a ocupação dos leitos de UTI na rede pública de saúde estava em 76,61%.

A testagem ampla da população também é um fator determinante para que a taxa de letalidade do DF seja baixa. O GDF testou mais de 363 mil brasilienses nos drive-thru, na testagem itinerante que percorreu regiões carentes, nas casas de acolhimento, no sistema prisional e nos servidores. “A quantidade de exames realizados no DF proporcionalmente ao tamanho da população é uma das mais altas do país. Com esses testes, conseguimos detectar o maior número de casos e indicar as medidas recomendadas para evitar a disseminação do vírus”, diz Eduardo Hage.

Câmara Legislativa exclui ex-deputados do plano de saúde e autoriza ajuda ao SUS

Além disso, a Resolução nº 320/20 altera as condições para a permanência de ex-comissionados no CLDF Saúde. Poderão permanecer aqueles que forem exonerados até 31 de dezembro de 2020, desde que já tenham contribuído por, pelo menos, 24 meses. E o prazo máximo para a permanência será de dois anos.

O regulamento cria, ainda, a chamada “contribuição permanência” – no mesmo valor da mensalidade – para os novos servidores de livre provimento, de forma que quem quiser permanecer no plano após a exoneração deverá pagar duas mensalidades enquanto estiver nomeado. Quando sair, irá pagar apenas uma, mas os valores a mais não serão devolvidos. Por exemplo, um comissionado que tenha pago 30 “contribuições permanência” poderá continuar no Fascal por mais 30 meses, após exonerado, pagando apenas uma mensalidade.

Gestão

O deputado Rodrigo Delmasso ressalta que as novas regras integram um amplo trabalho para modernizar a gestão e equilibrar as contas do Fundo. “A resolução publicada hoje é inovadora do ponto de vista da gestão pública, pois ela cria um conselho fiscal, um comitê de governança e uma comissão de ordenança”, destaca.

De acordo com o parlamentar, a ideia é que o Fascal seja o responsável por uma das pernas do tripé gestão, operacionalização e fiscalização. Na última sexta-feira (3), foi conhecida a empresa vencedora do pregão para fazer a gestão do CLDF Saúde. No valor de R$ 1,7 milhão, a proposta ganhadora foi R$ 1,1 milhão menor do que o valor inicialmente previsto.

A operacionalização do plano deve ficar a cargo, segundo Delmasso, do BRB Saúde. “Em 30 dias, devemos publicar um edital de chamamento público. Não se trata de terceirização: a empresa vai assumir apenas a parte da operacionalização, e o Fascal vai fiscalizar”, argumentou o distrital.

Delmasso informou também que, nesta quinta (9), deve ser publicado ato da Mesa Diretora constituindo comitê para apresentar proposta de reestruturação para o Fascal: “Vamos enxugar o número de servidores que trabalham na administração e execução do plano. Boa parte vai voltar para sua lotação de origem”. Essas mudanças na gestão, avalia o deputado, devem resultar numa economia indireta de R$ 5 milhões a R$ 6 mi por ano.

Detran realiza 43 mil atendimentos presenciais em junho

0

Vistorias veiculares e transferência de propriedade foram os serviços mais demandados pela população

 Desde que retomou o atendimento presencial, em 1º de junho, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal já atendeu 43.213 pessoas para realizar serviços referentes a veículos e habilitação. Se considerarmos que o mês de junho teve apenas 20 dias úteis, 2.160 cidadãos, em média, foram atendidos nas unidades do Detran, por dia.

O diretor-geral do Detran, Zélio Maia, destaca a importância da reabertura do atendimento presencial ao cidadão por entender o impacto desses serviços na vida da população do Distrito Federal, mas sem descuidar das medidas de contenção da Covid-19 recomendadas pelas autoridades sanitárias. “Por isso, trabalhamos com 50% da capacidade de atendimento, mantendo servidores do grupo de risco em teletrabalho e fazendo os agendamentos com espaçamento maior entre os atendimentos, para que o usuário pudesse ser atendido sem filas ou aglomerações. Passado o primeiro mês, vamos agora ampliar a oferta dos serviços de forma segura para todos”.

Durante o mês de junho, os serviços mais demandados foram de vistoria, transferência de propriedade de veículos e registro de veículos 0 km. Em 20 dias de efetivo trabalho, 13.883 veículos foram vistoriados e 12.635 tiveram sua propriedade transferida. Além disso, o Departamento realizou 247 inspeções técnicas, registrou outros 6.216 veículos novos, coletou a biometria de 3.860 pessoas e renovou a Carteira Nacional de Habilitação de 986 condutores.

O serviço de protocolo também teve uma demanda expressiva, abrindo 4.016 processos, sendo 2.660 só pelo serviço de drive thru. Nos três depósitos de veículos apreendidos, foram recebidos 2.110 e-mails, mas nem todos resultaram na abertura de processos. Em alguns casos, o cidadão apenas solicitava informação, mas não iniciou o processo de liberação. No total, 466 veículos foram devolvidos aos seus proprietários e 145 tiveram as restrições retiradas do registro.

“Neste momento, todos precisamos agir com responsabilidade no enfrentamento à pandemia de Coronavírus e, para isso, a autarquia tem se reinventado a cada dia, buscando formas alternativas de atendimento remoto, seja por e-mail ou pelo portal de serviços, reduzindo significativamente a necessidade do cidadão se deslocar até os postos do Detran. Até o final de julho, lançaremos o aplicativo do Detran, que possibilitará ao cidadão o acesso a mais de 20 serviços na palma da mão”, explicou Zélio.

Demanda reprimida

Das 9.750 vistorias que já estavam agendadas antes da suspensão dos serviços, em 18 de março, 7.350 já foram realizadas e 2.400 ainda aguardam reagendamento pelo usuário. Para os próximos meses, 12.576 proprietários já agendaram vistoria para seus veículos.

Secretarias da Mulher e de Empreendedorismo se unem para incentivar autonomia econômica das mulheres

Secretárias Ericka Filippelli (Mulher) e Fabiana Di Lúcia (Empreendedorismo)

Portaria conjunta prevê uma série de serviços para que elas tenham oportunidades de trabalho

As secretárias Ericka Filippelli, da Secretaria da Mulher, e Fabiana Di Lúcia, da Secretaria de Empreendedorismo do DF (Semp), assinaram uma portaria conjunta por meio da qual unem esforços e experiências para incentivar e viabilizar o empreendedorismo feminino local. A proposta da ação é estabelecer diretrizes e implementar políticas públicas que preparem a mulher para o mercado de trabalho.

“Nós queremos, além de capacitá-las em parceria com a Secretaria da Mulher, direcioná-las para que tenham oportunidades efetivas no mercado de trabalho. Sem falar do apoio à criação de cooperativas de mulheres, que é uma das metas da nossa recém-criada Unidade de Apoio às Mulheres”, acrescenta Ericka Filippelli.

“É preciso reforçar que grande parte dos pequenos empreendedores do Distrito Federal são mulheres, e muitas delas são chefes de família”, reforça a secretária Fabiana Di Lúcia. Além disso, é importante levar em conta as necessidades específicas daquelas que sonham em empreender: muitas são mães e não têm com quem possam deixar os filhos. Por isso, defende a secretária, é preciso que haja uma integração entre os órgãos do governo – educação, desenvolvimento social, mobilidade e justiça – para, juntos, darem condições a essas mulheres de ocuparem uma vaga de trabalho fora de casa”, ressalta.

A cooperação mútua entre as secretarias facilitará os caminhos para que futuras empreendedoras possam se capacitar, abrir o próprio negócio, ter renda e autonomia financeira. De acordo com estudo da ONU mulheres, de março de 2020, o impacto da atual crise afeta diferente o público feminino. A Organização aponta que elas representam 95% da força de trabalho de longo prazo, mas recebem, em média, 75% do que ganham os homens.

“Para mudar tal cenário e incentivar o empreendedorismo feminino, lançamos, este ano, o programa Oportunidade Mulher. Oferecemos cursos e oficinas on-line gratuitos sobre temas diversos, como mídias sociais; microcrédito; vendas; estratégias de comunicação, entre outros que serão inseridos com essa nova parceria com a Semp. Além do acesso ao crédito e aos benefícios já pactuados no passado, como o Cartão Mais Mulher BRB”, conclui a Secretária da Mulher.

Um caminho

Para completar o ciclo de acolhimento e de capacitação da mulher que participa dos programas da Secretaria da Mulher, a Semp oferecerá outros serviços para que ela dê o próximo passo: abrir a própria empresa, se formalizar ou fazer parte de uma cooperativa. Elas terão um espaço exclusivo de atendimento na unidade do Simplifica PJ, que funciona em Taguatinga, ao lado da Feira dos Goianos.

Com a orientação de uma das atendentes do Simplifica, elas serão orientadas sobre o passo a passo de abertura, licenciamento, baixa e regularização de uma empresa, além de terem acesso a possibilidades de qualificação de gestão; capacitação; fomento ao crédito e ao cooperativismo. Também poderão se tornar Microempreendedoras Individuais (MEI) em poucos minutos e garantir benefícios como licença à maternidade, aposentadoria, auxílio doença e acesso a crédito junto a instituições financeiras.

Nesse mesmo espaço físico, que reúne representantes de 14 instituições, entre órgãos de governo, instituições financeiras, conselhos profissionais, além do Sebrae-DF e Senac, elas também terão disponíveis a agenda de cursos de capacitação realizados em parceria com a Secretaria da Mulher e com o Sistema S, além da distribuição de material informativo e suporte às mulheres empreendedoras do Distrito Federal.

“Essas preciosas orientações oferecidas gratuitamente no Simplifica DF permitem que a mulher interessada possa ter acesso mais rápido, inclusive, à máquina de cartão para consolidar as vendas de seus produtos”, pontua Ericka.  Com a empresa aberta, a nova empreendedora poderá até mesmo fazer empréstimos bancários.

SERVIÇO:

As inscrições para o programa Oportunidade Mulher serão feitas somente acessando o ink:

https://forms.gle/W5YGuzrE7zqkSkQb9.

O telefone para atendimento exclusivo sobre o programa é: 61.99315-7717.

Por causa da pandemia, e consequente isolamento social, a Unidade do Simplifica PJ em Taguatinga está de portas fechadas, mas o atendimento ao público é realizado por e-mail (simplifica.pj@semp.df.gov.br e simplificapj@gmail.com);  pelos telefones 99181-8443 e 99119-3631 e também por videoconferências.

CORONAVÍRUS | Megaoperação de fiscalização em Ceilândia e no Sol Nascente/Pôr do Sol

0

Força-tarefa realizada na manhã desta quinta-feira (9 ) reuniu 13 órgãos do GDF e conscientizou população e comerciantes sobre novo decreto

Uma megaoperação de fiscalização envolveu vários órgãos do GDF e percorreu ruas e avenidas de Ceilândia e do Sol Nascente/Pôr do Sol para checar se a população e os comerciantes estavam cumprindo o novo decreto do governador Ibaneis Rocha, publicado nesta quarta-feira (8), que suspendeu a normativa Nº 40.939 2 de julho de 2020. Trinta estabelecimentos foram advertidos e fechados em Ceilândia. Duzentos foram vistoriados no Sol Nascente/Pôr do Sol e doze foram trancados.

“Esse novo decreto foi publicado para salvar vidas. Várias operações foram feitas na nossa cidade, conscientização da população e fiscalização dos comércios, mas, infelizmente, os casos têm aumentado em Ceilândia”, lamentou o administrador, Marcelo Piauí. “Algumas pessoas ainda não entenderam a necessidade de não aglomerar, de fazer o uso das máscaras e do álcool”, comentou o gestor.

A ação, que teve início às 9h da manhã, contou com a participação de agentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Detran, Corpo de Bombeiros, DF Legal, Vigilância Sanitária, Procon, DER, Ibram, além de servidores das Secretarias de Governo, Agricultura e Cidades. Ao todo, sete equipes – quatro circulando por Ceilândia Sul e Norte, P. Sul e P Norte, duas pelo Pôr do Sol e Sol Nascente e uma, exclusiva, para vistoriar as feiras -, saíram em comboio pelos locais de maior concentração de pessoas e comércio.

A comitiva chamou atenção por onde passava. A abordagem, educativa e de conscientização, era para chamar atenção da comunidade local sobre o novo decreto vigente. Muitos proprietários de estabelecimentos foram pegos de surpresa. “É ruim para mim, mas é preciso fazer a fiscalização porque a coisa está feia por aqui”, disse Marta Maria de Trindade, 65 anos.

“A ideia é alertar os comerciantes que não se enquadram no novo decreto e aqueles que se enquadram têm que atender as normas sanitárias corretamente, não vamos deixar passar, por exemplo, um estabelecimento que tiver funcionários sem máscaras, por exemplo”, alertou Sandro Cardoso, auditor da Vigilância Sanitária.

De modo geral, a população e estabelecimentos das duas regiões administrativas aderiram, com rapidez, ao novo decreto. Na avenida principal da Expansão do P Norte, por exemplo, salões de beleza e academias se encontravam fechados. Supermercados e farmácias eram vistoriado com atenção e alguns proprietários orientados. Para evitar aglomeração, a administração colocou cordão de isolamento em quadras e lacrou com solda 16 campos de futebol society. “Mas alguns já tiveram os portões arrombados”, reclamou o administrador.

Para o secretário do DF Legal, Cristiano Mangueira, o que leva as pessoas a desrespeitarem as normas é a falta de informação e desconhecimento das leis. “O que leva as pessoas a não respeitarem o decreto é a questão do desconhecimento legal, ainda não deu tempo ainda da população tomar ciência da nova determinação, por isso que as primeiras ações serão de orientação”, destacou. “O decreto do governador foi expedido em cumprimento de ação judicial e visa, sobretudo, o interesse da população, resguardar a segurança pública”, ressaltou.

Obras e reformas são intensificadas em mais hospitais da rede pública

Readequações e mudanças ocorreram nas unidades do Guará, Taguatinga, Samambaia, Ceilândia e Brazlândia

O Governo do Distrito Federal segue investindo na Saúde Pública e os cidadãos já podem observar as mudanças que ocorreram ao longo de 2020. Mesmo diante da pandemia do novo coronavírus, as obras não param. Nesta quinta-feira (9), a Agência Saúde vai destacar as melhorias feitas nas unidades hospitalares das Regiões de Saúde Oeste, Centro-Sul e Sudoeste.

Ao longo desse período algumas adequações foram feitas para melhorar os fluxos de atendimento nas alas que compõem essas unidades. Também foram criados espaços exclusivos para manter em segurança os pacientes que têm, ou não, a Covid-19.

Região de Saúde Oeste

Na Região de Saúde Oeste, os hospitais regionais de Ceilândia e Brazlândia receberam inúmeras obras, adequações e alterações no fluxo de atendimento.

O Hospital Regional de Ceilândia recebeu as seguintes obras: manutenção do lactário, pintura da fachada, revitalização da iluminação por lâmpadas de LED, revitalização da superintendência e da sala da Nutrição.

Tendo em vista o cenário atual da Covid-19, o pronto-socorro da Ortopedia e da Cirurgia Geral passou a receber os pacientes que estão ou não com suspeita de infecção com o coronavírus. Salas a leitos de internação foram adaptados para atender exclusivamente esses pacientes da Região Administrativa que concentra o maior número de casos da doença no Distrito Federal.

A UTI passou a ser exclusiva para tratar os pacientes com o vírus e ganhou pontos de hemodiálise em quase todos os leitos intensivos. Alas exclusivas para isolamento e espera para transferência, quando necessário, para outras unidades foram criadas.

Em Brazlândia, o hospital regional da cidade, o HRBz, teve o refeitório revitalizado trazendo segurança para os profissionais num momento em que vários cuidados devem ser tomados. O corredor do laboratório e da portaria central foram revitalizados, bem como a fachada que recebeu pintura nova. Outros setores também foram reformados, como o pronto-socorro e o telhado, que foi impermeabilizado.

A rede de gases medicinais das Salas Vermelha e Amarela também foram revitalizadas. A manutenção foi necessária para evitar vazamento de gases que poderia causar problemas futuros. Durante os reparos, os atendimentos não precisaram ser interrompidos.

Duas novas autoclaves e uma termodesinfectora foram instalados e já são utilizados para esterilizar materiais médico-hospitalares e desinfectar e lavar os produtos.

Região de Saúde Centro-Sul

O Hospital Regional do Guará (HRGu) é a referência no atendimento emergencial de Pediatria e Clínica Médica na Região de Saúde Centro-Sul. Por lá, as mudanças começam já na entrada da Emergência.

No pronto-socorro foram abertos 13 leitos de suporte para pacientes suspeitos ou confirmados de Covid-19 e criado o box pediátrico. O novo alinhamento usa temporariamente parte do espaço da ala pediátrica e atende a necessidade do aumento significativo da taxa de ocupação e atendimentos na Unidade de Clínica Médica que muitas vezes fica superlotada principalmente em tempos de coronavírus.

Região de Saúde Sudoeste

Samambaia, Recanto das Emas, Águas Claras, Vicente Pires e Taguatinga foram a Região de Saúde Sudoeste. Essas cidades têm os hospitais regionais de Samambaia e Taguatinga como referência no atendimento de diversas especialidades médicas. Várias obras vem ocorrendo, nas duas unidades, desde janeiro.

O pronto-socorro do Hospital Regional de Samambaia recebeu paredes de gesso, instalações de janelas, troca de pisos, instalações de bacias sanitárias, substituição de instalações elétricas, rede de lógica e tubulação de gases medicinais.

A UTI do hospital passou a receber pacientes com Covid-19 ampliando a disponibilização de leitos de terapia intensiva para atendimento desses casos. Os servidores do HRSam passaram a contar com uma ala exclusiva para testagem de coronavírus e atendimento de casos suspeitos leves por telemedicina.

No terceiro andar foram feitas as instalações de pontos de consumo para gases medicinais. No Necrotério foram realizados serviços de pisos e caixa de inspeção. Todo o segundo andar foi pintado, teve o forro trocado e foram instaladas fechaduras.

Na direção geral houve a troca de portas e a reforma de banheiros. O pátio do HRSam teve o piso impermeabilizado e foi instalado um portão no estacionamento. A cobertura do hospital foi pintada. Além disso, houve manutenção nas instalações elétricas e de pontos da rede de todo o hospital.

No laboratório, ambulatório e salas de enfermagem houve a implantação de paredes de gesso, portas de madeira, substituição de vidros, substituição de pisos e bancadas, instalações elétricas, pontos de rede e substituição de louças e metais.

Taguatinga

O Hospital Regional de Taguatinga teve a pintura externa renovada. Houve a adequação do espaço dos arquivos para UTI. Foram realizadas obras gerais de manutenção em locais gerais.

Estão em andamento a troca da iluminação externa dos ambulatórios para luzes de LED e manutenções nas enfermarias, nos banheiros da Pediatria, pronto-socorro e demais banheiros da unidade. No almoxarifado de remédios a manutenção em pisos,instalação de divisórias e uma nova pintura estão sendo executados. Além de manutenções nas esquadrias e pisos da entrada lateral do ambulatório, rampas, pátio e esquadrias no acesso do ambulatório.

O HRT também receberá em breve a unidade de radioterapia para tratamento dos pacientes com câncer, ampliando a rede oncológica do DF.

Beneficiários que tiveram o auxílio emergencial negado podem recorrer

0

Mais de 24 mil pessoas no DF tiveram o benefício, no valor de R$ 600, negado por não atender critérios do programa

Os beneficiários do Programa Bolsa Família do Distrito Federal, que tiveram negada a concessão do Auxílio Emergencial, do governo federal, já podem fazer a contestação para recebimento da ajuda financeira. O recurso pode ser feito direto no aplicativo da Caixa Econômica Federal ou pelo site https://auxilio.caixa.gov.br/ até 17 de agosto de 2020. Essa opção só foi liberada pelo Ministério da Cidadania nesta semana.

No DF, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) é a responsável pela gestão do Cadastro Único. Pela base de dados, de maio/2020, das 84.019 cadastradas no Bolsa Família no DF, 24.426 foram consideradas inelegíveis, ou seja, não foram autorizadas a receber o benefício no valor de R$ 600. De acordo com o Ministério da Cidadania, essas famílias apresentavam alguma inconsistência nos dados informados no cadastro ou não atendiam aos critérios do programa de transferência de renda do governo federal criado para amenizar o impacto econômico em razão da pandemia da Covid-19.

As famílias podem apresentar recurso por não concordarem com o motivo da negativa para o recebimento do benefício ou, ainda, enviar documentos para atualização cadastral, solicitando uma nova avaliação.

Após a reanálise dos dados, caso a contestação seja aprovada, o Auxílio Emergencial será pago ao beneficiário já na folha de pagamento do Bolsa Família de agosto. De acordo com o calendário programa, o repasse inicia no dia 18 de agosto, seguindo como critério o número final do NIS do beneficiário, que está no cartão do programa.

O Ministério da Cidadania destaca que o trabalhador não precisa ir pessoalmente à agência bancária ou lotérica, já que todo o processo e resultado da contestação pode ser acompanhado pelo aplicativo ou site da Caixa.

Motivos para a não concessão do Auxílio Emergencial

Segundo o Ministério da Cidadania, os motivos que podem ser contestados referem-se a trabalhadores identificados com as seguintes restrições:

1. Pagamento de benefício pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS);
2. Renda mensal per capita superior a meio salário mínimo ou renda total superior a três salários mínimos;
3. Servidor público federal, estadual ou municipal;
4. Beneficiário do seguro-desemprego ou seguro defeso;
5. Existência de emprego formal.

Possibilidade de recurso extrajudicial

Para ampliar o acesso ao recurso contra a não aprovação do Auxílio Emergencial, o Ministério da Cidadania fez um Acordo de Cooperação Técnica com a Defensoria Pública da União (DPU) para auxiliar as pessoas que não conseguem acessar as plataformas da Caixa ou que tiveram o indeferimento definitivo do benefício, ou seja, sem possibilidade de contestação por meio do aplicativo da Caixa.

Os usuários devem procurar as Defensorias Públicas da União em suas localidades e apresentar os documentos para contestar a informação contida na base de dados usada pela Dataprev para a aprovação do requerente ao Auxílio Emergencial. Essa é mais possibilidade para as famílias consideradas inelegíveis tentarem receber o benefício temporário durante a pandemia da Covid-19.

Auxílio Emergencial

O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro temporário de R$ 600 concedido para trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados com o objetivo de amenizar os impactos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Quem já estava inscrito no Cadastro Único e atende às regras do programa do governo federal têm direito ao benefício sem precisar se cadastrar no site da Caixa, incluindo as famílias beneficiárias do Bolsa Família, que devem escolher um dos benefícios para receber.

No DF, mais de 65 mil famílias inscritas no Bolsa Família recebem o Auxílio Emergencial do governo federal, de acordo com dados da Sedes de junho/2020 (SIGPBF). O recurso federal ainda foi pago para 333.265 moradores do Distrito Federal, que não estão inscritos no Cadastro Único, mas que solicitaram a ajuda financeira federal.

O Auxílio Emergencial é pago para até duas pessoas da mesma família. Nos casos em que a mulher seja a única responsável pelas despesas da casa, o valor pago mensalmente será de R$1.200.

GDF endurece regras de isolamento em Ceilândia e região

Parques, academias, shoppings, feiras, cultos/missas, lojas de conveniências e salões de beleza têm atividades suspensas

O Governo do Distrito Federal (GDF) determinou na noite desta quarta-feira (8) a suspensão das atividades econômicas e comerciais nas regiões administrativas de Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. As medidas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial do DF e passa a vale a partir do primeiro minuto desta quinta-feira (9) por tempo indeterminado.

O decreto nº 40.961 suspende permissões de funcionamento anteriormente liberadas pelo Decreto nº 40.939, de 2 de julho de 2020. Com isso, ficam impedidos de funcionar eventos de qualquer natureza que exijam licença do poder público, além de shoppings centers, feiras populares, clubes recreativos, cultos, missas, academias de esportes, salões de beleza e parques (tanto ecológicos quanto vivenciais).

Supermercados, padarias, hortifrutigranjeiros, mercearias, açougues, lojas de materiais de construção, postos de combustíveis, pet shops, clínicas e consultórios médicos estão entre os estabelecimentos que não se incluem no fechamento determinado pelo novo decreto.

Ficam permitidas operações de entrega em domicílio, pronta entrega em veículos e retirada do produto no local, sem abertura do estabelecimento para atendimento ao público em suas dependências.

A disponibilização de mesas e cadeiras aos consumidores está vetada. Em todos os estabelecimentos que se mantiverem abertos, impõe-se a observância de todos os protocolos e medidas de segurança já recomendados pelas autoridades sanitárias, como garantia de distância mínima de dois metros entre as pessoas, utilização de equipamentos de proteção individual e disponibilização de álcool 70%.


O que fica suspenso
➪ eventos, de qualquer natureza, que exijam licença do poder público;
➪ atividades coletivas de cinema e teatro;
➪ academias de esporte de todas as modalidades;
➪ parques ecológicos, recreativos, urbanos, vivenciais e afins;
➪ boates e casas noturnas;
➪ atendimento ao público em shoppings centers, feiras populares e clubes recreativos;
➪ nos shoppings centers, fica autorizado apenas o funcionamento de laboratórios, clínicas de saúde, farmácias e delivery.
➪ cultos e missas de qualquer credo ou religião;
➪ estabelecimentos comerciais, de qualquer natureza, inclusive bares, restaurantes, lojas de conveniências e afins;
 salões de beleza e centros estéticos


O que pode abrir/funcionar
 clínicas e consultórios médicos e odontológicos, laboratórios e farmácias;
➪ clínicas veterinárias, somente para atendimento de urgências;
➪ supermercados, hortifrutigranjeiros, minimercados, mercearias, açougues, peixarias, comércio estabelecido de produtos naturais, bem como de suplementos e fórmulas alimentares, sendo vedado, em todos os casos, a venda de refeições e de produtos para consumo no local;
➪ padarias e lojas de panificados, apenas para a venda de produtos, sendo vedado o fornecimento de refeições de qualquer tipo para consumo no local;
➪ lojas de materiais de construção e produtos para casa, incluídos os home centers; VI – postos de combustíveis;
➪ lojas de conveniência e minimercados em postos de combustíveis, sendo vedados o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras;
➪ petshops e lojas de medicamentos veterinários ou produtos saneantes domissanitários;
➪ lojas elativas a toda a cadeia do segmento de veículos automotores;
➪ empresas que firmarem instrumentos de cooperação com o Distrito Federal no enfrentamento da emergência de saúde pública relativas ao coronavírus ou à dengue nas áreas de atendimento à saúde básica, atendimento odontológico, assistência social, e nutrição, tanto para o fornecimento de alimentação preparada com embalagem para retirada individual, quanto para recolhimento e distribuição de alimentos em programas para garantir a segurança alimentar;
➪ funerárias e serviços relacionados;
➪ lotéricas e correspondentes bancários;
➪ lavanderias, exclusivamente no sistema de entrega em domicílio;
➪ floriculturas, exclusivamente no sistema de entrega em domicílio;
➪ empresas do segmento de controle de vetores e pragas urbanas;
➪ o atendimento ao público em todas as agências bancárias e cooperativas de crédito no Distrito Federal, públicas e privadas;
➪ o Sistema S:
 óticas;


Parágrafo único
Ficam permitidas operações de entrega em domicílio, pronta entrega em veículos e retirada do produto no local, sem abertura do estabelecimento para atendimento ao público em suas dependências, sendo vedada a disponibilização de mesas e cadeiras aos consumidores.


Fique atento
Em todos os estabelecimentos que se mantiverem abertos, impõe-se a observância dos protocolos e medidas de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias.

Câmara dos Deputados aprova medidas de assistência social durante pandemia

Matéria segue para sanção presidencial

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta nesta quarta-feira (8) projeto de lei que autoriza estados, Distrito Federal e municípios a usarem o saldo remanescente dos fundos de assistência social. O texto prevê a suspensão por 120 dias, a contar de 1º de março, a obrigatoriedade do cumprimento das metas pactuadas no Sistema Único de Assistência Social (Suas) pela União com os entes federados. A matéria segue para sanção presidencial.

Os recursos poderão ser usados em ações de assistência social e para atendimento a crianças e adolescentes, idosos, mulheres vítimas de violência, população indígena e quilombola, pessoas com deficiência e pessoas de extrema vulnerabilidade atingidas pelo estado de calamidade pública. O saldo também poderá ser utilizado para ampliar o cadastro social representado pelo Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

O projeto inclui uma série de ações para assistir à população de rua. Ao tramitar no Senado, parlamentares estenderam a validade dessas regras para a situação de emergência decorrente da covid-19 e para quaisquer outros estados de calamidade pública. Antes, o projeto só valia para o estado de calamidade provocado pelo novo coronavírus, agora também vale para outras situações emergenciais reconhecidas pelo Congresso Nacional.

Pelo texto, a população em situação de rua deve ter acesso à alimentação adequada, especialmente a restaurantes populares, com as adequações necessárias para evitar contaminação por agentes infecciosos e aglomerações.

Além do acesso a abrigos e comida, a população em situação de rua terá ainda garantia de acompanhamento psicossocial e a disponibilização de água potável, acesso a banheiros públicos e outras medidas para assegurar a higiene pessoal.