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Em turnê pelo Brasil, Miranda de Aquino lança livro em Brasília

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Representante de Roraima no mapa literário nacional, autor receberá leitores nesta sexta na Biblioteca Demonstrativa do Brasil (506/507 Sul)

Foi usando o encanto da poesia, em livros ricamente ilustrados, falando de meio ambiente que o professor e escritor Miranda de Aquino (pseudônimo literário Zezé Maku), alcançou reconhecimento nacional. Nesta sexta (24/03), às 19h30,  no auditório da Biblioteca Demonstrativa do Brasil Maria da Conceição Moreira Salles(BDB- 506/507 Sul – W3), o autor faz um bate-papo, seguido do lançamento de seu décimo livro “O reino da poesia e a casa de Zezé Maku” (Editora Floresta das Letras, 36 págs, R$50,00), ilustrado por Cláudio Castro.

A conversa falará rapidamente sobre a produção artística e o conhecimento da literatura produzida na região amazônica e ainda sobre o novo lançamento do autor, um livro infantil voltado para alunos do ensino fundamental em seus primeiros anos. “Quero que a literatura popular seja uma ferramenta para a educação ambiental”, resume Miranda de Aquino, encarando o desafio de explicar este tema para as crianças pequenas. “A educação ambiental é uma necessidade de todos”, sustenta.

“Todas as minhas obras pensam na educação de crianças, ou seja, foco muito na primeira infância e através deste público pretendo levar este tema à família, para que isso se entenda e se espalhe inspirado na poesia popular e na literatura de cordel”, explica.

Ele morou em Brasília de 2000 a 2010 e por isso colocou a cidade na turnê de lançamentos pelo país . “Este ano, lançaremos em três regiões,além de Brasília, estaremos em Minas, Rio, Maranhão e Pará”, revela.

Mapa literário nacional –  Autores mais representativos de todos os estados e do DF foram escolhidos para fazer parte do Mapa Literário Nacional. A seleção foi organizada pela Revista Super Interessante e teve critérios como número de prêmios ganhos, participações em Academia de Letras de suas respectivas federações, cobrança nos vestibulares locais, número de traduções para línguas estrangeiras e, é claro, se o autor é reconhecido por sintetizar a identidade de cada estado — não sendo determinante seu local de nascimento. A escolha tem entre seus escolhidos Guimarães Rosa, Mário de Andrade, Rubem Braga, Clarice Lispector, Cruz e Sousa, Érico Veríssimo, Paulo Leminski, Ariano Suassuna, Jorge Amado entre outros.

Zezé Maku, nome artístico do professor e escritor José Miranda de Aquino, foi o escolhido para representar Roraima. Ele é uma referência ao ritmo maculelê e à lenda Makunaima,  além de outras lendas e mitos da cultura amazônica. Dedicada à literatura infantil, sua obra transita entre a pesquisa histórica e o cordel, trazendo enredos sobre tradições indígenas, preservação da Amazônia por meio de histórias de animais ameaçados de extinção.

O autor – Zezé Maku, Miranda de Aquino ou José Miranda de Aquino, é por todas essas alcunhas que atende o professor e poeta popular. Tem 10 obras publicadas, sendo que seu nono livro, intitulado, “O Reino de Makunaima e Sua Chefia da Fauna”, publicado em três idiomas, é referência escolar em Roraima. Mestrando em Crítica Literária, pelo Programa de Letras/PUC-Goiás, é membro da Academia de Letras de Roraima/ALR e da Academia de Letras Artes e Cultura da Amazônia/ALACA. Suas obras literárias pretendem incentivar a inserção da Educação Ambiental nas práticas educacionais diárias da educação básica.

BDB Cultural -A iniciativa BDB Cultural é resultado de um termo de colaboração entre o Ministério da Cultura e a organização social Voar Arte para a Infância e Juventude para a criação de uma programação cultural para a Biblioteca Demonstrativa do Brasil Maria da Conceição Moreira Salles (BDB). Para saber mais sobre os próximos cursos e eventos oferecidos, acompanhe as novidades da BDB Cultural nos canais do Youtube (https://www.youtube.com/c/BDBCultural ), no Facebook (https://www.facebook.com/bdbcultural ), Instagram (https://www.instagram.com/bdbcultural/ )  e no site www.bdbcultural.com.br da iniciativa.

Serviço:

BDB Cultural – Março de 2023

Encontro com o autor Miranda de Aquino seguida de lançamento/sessão de autógrafos de ” O reino da poesia e a casa de Zezé Maku”

24/03, sexta-feira, 19h30- Auditório da BDB Cultural (506/507 Sul)

Outras informações:

Site www.bdbcultural.com.br

Instagram – @bdb.cultural

Artigo | Um esforço de muitas mãos no combate à depressão pós-parto

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Por Kalil Duailibi e Gabriel Monteiro 

Ao contrário do que muita gente pensa, médicos não trabalham sozinhos quando atuam em consultório. Em qualquer situação, o sucesso do nosso trabalho depende das mais diversas parcerias. Com o paciente, com a família, com profissionais como enfermeiros, especialistas em exames específicos e, principalmente, com outros médicos.

No caso da psiquiatria, que é a minha área e uma especialidade que tem foco total na saúde mental dos pacientes, a parceria com outros médicos é mais do que importante, ela é fundamental. Isso porque a saúde mental se relaciona diretamente com a saúde física das pessoas, o que nos move a falar em saúde global.

Neste Mês da Mulher, vale falar da parceria de ginecologistas e obstetras, responsáveis pelo pré-natal de gestantes, e de psiquiatras – que, juntos, ajudam as pacientes que apresentam qualquer tipo de transtorno mental, inclusive depressão. Esses dois profissionais podem atuar de forma proativa no sentido de identificar antecipadamente possíveis casos de depressão pós-parto – que atinge de 10 a 15% da população de mulheres em todo o mundo – e aqueles casos ainda mais complexos, que chegam a resultar em psicose puerperal. Atualmente, ela pode acontecer em um a cada mil partos no Brasil. Quase 3200 casos por ano se considerarmos a média de nascimentos entre 2010 e 2020. É preocupante.

Por isso, eu defendo veemente essa atenção que começa no ginecologista/obstetra em forma de observação e acolhimento, e vira acompanhamento e tratamento adequado nas mãos do psiquiatra em situações em que se pode antecipar possíveis quadros de depressão ou psicose pós-parto. Embora ter filhos seja maravilhoso, levar uma gestação a cabo, parir e cuidar de um bebê nos primeiros meses de vida colocam a saúde mental de qualquer mulher à prova, mesmo quando ela tem um parceiro que a apoie. É desafiador, estressante, mexe expressivamente com os hormônios, com o peso, com a saúde em geral da paciente. Isso sem mencionar outras dificuldades importantes em muitas situações, como pais ausentes, falta de dinheiro, alimentação, acesso a condições dignas de saúde e apoio familiar.

A depressão pós-parto é uma condição tratável, mas também prevenível quando se conhece bem a paciente. Com o ginecologista e obstetra atuando nesta frente, sendo que muitos acompanham suas pacientes por muitos anos, a parceria com o psiquiatra pode reduzir muito a incidência dessa condição, favorecendo a qualidade de vida e a saúde mental das mães nesse período de adaptação à maternidade – seja a primeira ou outras.

A saúde mental da mulher merece essa atenção, principalmente nesse momento de tanta vulnerabilidade.

* Kalil Duailibi, psiquiatra, e Gabriel Monteiro, ginecologista e obstetra, são professores do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro – Unisa. 

Quase 6 mil novas placas reforçam segurança no trânsito desde 2022

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Detran-DF instalou cerca de 5 mil equipamentos indicativos de sinalização no ano passado e, este ano, 984

Um serviço diário realizado por equipes do Detran-DF tem um objetivo primordial: segurança e educação para o trânsito. A instalação ou substituição de placas segue um roteiro que passa por todas as regiões administrativas. Ao longo de 2022, foram cerca de 5 mil placas de trânsito novas na capital. Neste ano, já são 984 – 525 implantadas e 459 substituídas.

Um dos locais que recebeu placas novas foi a Quadra 514 Sul. No total, quatro. Ao longo da via W4 Sul, duas vagas – uma preferencial para idosos e outra para deficientes físicos – contam agora com a sinalização vertical. Além delas, duas faixas de pedestres da via receberam placas indicativas amarelas. Um aviso para os motoristas com o “pé pesado” que muitas vezes ignoram a faixa.

“A placa é essencial para a segurança de todos”, comenta o relojoeiro Carlos Assis

Uma equipe com cinco operários executou toda a ação – desde a perfuração no solo ou em calçadas, até a colocação da placa no lugar pré-determinado pela Engenharia de Trânsito do órgão. A comunidade, normalmente curiosa, costuma agradecer o serviço dos técnicos.

“A obra de requalificação da W3 Sul foi muito importante e aumentou o movimento por aqui. Agora, faltava essa sinalização tanto nas faixas, quanto no novo estacionamento. Que bom que chegou”, adianta o síndico de um dos prédios da quadra, Paulo Melo.

O relojoeiro Carlos Assis, 70, tem uma banca na W4 Sul há mais de 30 anos e conhece bem a região. Para ele, as novas placas trarão mais segurança para moradores, usuários do comércio e também auxiliam o trabalho do Detran. “Temos aqui um instituto que atende a crianças especiais e muitas famílias atravessando. A placa é essencial para a segurança de todos”, diz. “E, para o Detran, fica mais fácil fiscalizar e multar. Não dá para alegar que não viu uma placa como essa”, observa.

Servidores da engenharia de trânsito fazem um mapeamento dos locais de instalação das placas. O Detran recebe ainda diversos pedidos via Ouvidoria, mas o vandalismo nos equipamentos, infelizmente, ainda é comum. “Temos um índice alto de placas pichadas, amassadas de propósito ou até mesmo com marcas de tiro. Algumas tentamos reciclá-las mas, em alguns casos, é necessária a troca”, afirma o chefe do Núcleo de Sinalização Estatigráfica do órgão, Rodrigo Pires.

Outras são substituídas devido ao envelhecimento ou a avarias decorrentes de acidentes com veículos. Pires lembra que a demanda é altíssima, mas que o trabalho não para. “São 14 mil km de vias urbanas pelo DF, mas as equipes rodam todas as RAs de acordo com o cronograma e sempre ouvindo a comunidade”, finaliza.

Paula Belmonte e Thiago Manzoni no podcast “A Direita em Todas as Direções”

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O episódio entra no canal do YouTube no dia 23 de março, às 20h

Dando sequência à série de podcasts do mês da mulher, o deputado distrital Thiago Manzoni recebeu em seu gabinete a também deputada distrital Paula Belmonte para uma conversa sobre carreira, trabalho, família e a participação das mulheres na política. O episódio entra no canal do YouTube no dia 23 de março, às 20h.

Durante a conversa, a parlamentar – que é mãe de seis filhos – falou sobre a importância da maternidade e a prioridade que dá a essa função. “A minha maior missão não é ser deputada. Deputada é uma das [missões]. A minha  maior missão é ser mãe”, afirmou Paula.

Ao falar sobre o início da sua carreira na política, Paula Belmonte explicou que a Operação Lava Jato foi um dos principais motivos para sua entrada nesse cenário. Para ela, as prisões e revelações dos crimes trouxeram um sentimento forte de amor ao Brasil.

A parlamentar também falou sobre as pautas que considera prioritárias, como o cuidado com as crianças e adolescentes e o empreendedorismo. “Entrei na política pela criança e pelo adolescente, mas eu só consigo cuidar da criança e do adolescente se eu tiver um pai e uma mãe, um responsável empregado, com autonomia financeira. O empreendedorismo é a coluna vertebral do meu mandato. É a coluna vertebral para você ter liberdade, para você ter dignidade”.

O episódio está incrível. Não perca: https://www.youtube.com/@Thiago.Manzoni

Diários devocionais ganham cada vez mais adeptos

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“Café com Deus Pais” e “Colocando a vida em ordem”, campeões de vendas da Editora Vida, provam que tempo com Deus avançou para além da bolha evangélica

Pesquisa da Lifeway Research revela que dois terços dos fiés reservam um tempo para fazer o devocional todos os dias. Os recursos usados são variados e uma prática que ganha cada vez mais adeptos são os diários devocionais. Prova disso são os números de vendas das obras Café com Deus Pai, do pastor Junior Rostirola, e Colocando a vida em ordem, do evangelista Deive Leonardo, que estão nas listas de livros mais vendidos do país. 

Café com Deus Pai é considerado um fenômeno no meio cristão, com mais de 450 mil cópias comercializadas e há dez semanas nas listas dos best-sellers. E Colocando a vida em ordem caminha na mesma direção: teve 65 mil exemplares vendidos em apenas quatro dias de lançamento. Os dois devocionais levam os leitores a um momento diário de renovação espiritual: enquanto o livro do pastor Júnior traz reflexões para o ano todo, a obra de Deive propõe 31 dias que auxiliarão o leitor a organizar a vida.

“Com muita alegria alcançamos mais de 65 mil cópias vendidas do livro Colocando a Vida em Ordem, do autor Deive Leonardo. Foi algo extraordinário e surpreendente, e estamos muito felizes em já estar na lista Veja como um dos livros mais vendidos do mercado”, pontua Renan Menezes, diretora da Editora Vida.

Sobre Junior Rostirola: é pastor sênior, teólogo e pós-graduado em Teologia Bíblica, também autor do livro Encontrei um Pai, que conta sua história de superação e leva o leitor a uma jornada em busca da sua verdadeira identidade. Ele que foi órfão de pai vivo, hoje é carinhosamente chamado de pai para muitos, através do seu chamado na área de paternidade. Ao superar suas dores, o autor ressignificou a sua história. 

Sobre Deive Leonardo: é formado em Direito e começou a fazer sucesso na internet há dez anos por meio de pregações evangelísticas com uma linguagem simples e acessível a todos. Tem o maior canal de pregação individual do mundo com 504 milhões de visualizações e oito milhões de inscritos – somadas todas as redes possui mais de 30 mi de seguidores. Também é autor dos livros Devocional alegria do amanhecer; O amor mais louco da história; Coragem pra recomeçar e Final da tempestade.

 

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Por que o jambu deixa a língua dormente? Conheça mais sobre a erva típica da região norte do Brasil

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Descubra o que causa a sensação de formigamento na boca ao ingerir a especiaria; Flávio Landim, professor de Biologia da Plataforma Professor Ferretto, lista benefícios da fruta e revela se ela faz mal à saúde

 O jambu – flor típica da Amazônia – é muito conhecido por ser usado em pratos e bebidas da região norte, sendo rico em fibras e vitaminas. O alimento carrega diversos benefícios para a saúde, além de gerar uma experiência única e curiosa.

A erva pode ser cultivada de forma tradicional – com água, sol e adubo – ou utilizando a técnica da hidroponia – que não depende do uso do solo. É produzido durante o ano todo, mas há um pico de produção nos meses de maio a outubro – período de menos chuva na região da Amazônia.

É muito comum sentir uma “dormência” na boca ao ingerir alimentos que carregam o jambu em sua preparação, e esse efeito é causado devido a uma substância chamada espilantol, que gera a sensação de formigamento, quando é absorvida pela mucosa labial.

Flávio Landim, professor de Biologia da Plataforma Professor Ferretto – canal 100% online com foco na preparação para o Enem e vestibulares – lista algumas curiosidades sobre a especiaria.

Rico em vitaminas
O jambu é rico em diversas vitaminas, como a B1, B2 e a vitamina C, o que ajuda na defesa do organismo de quem consome a fruta que carrega esses componentes. “Essas vitaminas são importantes e têm a principal função de fortalecer a imunidade e o sistema imunológico, sem falar que, gera benefícios relacionados à saúde da pele e ossos. Portanto, mesmo que a dormência causada pelo jambu pareça algo que vá comprometer nossa saúde, não é necessário se preocupar, pois ele só gera benefícios ao nosso corpo”, comenta o docente.

Alívio de dores
A erva possui ação anestésica e pode ser utilizada na medicina popular, para aliviar dores causadas na região da cabeça. “Como o jambu possui espilantol, ele causa uma dormência na região da boca quando é ingerido. Com isso, é possível aliviar dores de garganta, inflamações na boca e dores de dente, de uma forma totalmente natural”, explica Landim.

Faz mal?
Por possuir diversas vitaminas, o jambu não apenas não faz mal como também consegue auxiliar na saúde e na prevenção de doenças. “O consumo das folhas de jambu pode amenizar sintomas de tuberculose e ajudar no tratamento de problemas digestivos, assim como auxiliar no tratamento da anemia”, diz o especialista.

“Isso acontece porque, além do produto ser rico em vitaminas, ele possui ferro, fósforo, sais minerais, cálcio e proteínas, que fazem nosso sistema corporal funcionar de forma correta”, finaliza o biólogo.

 

Sobre a Plataforma Professor Ferretto – A plataforma é uma das maiores do país no segmento e tem o objetivo de oferecer um ensino de qualidade acessível aos jovens. Atualmente, conta com mais de 50 mil estudantes em todo o país, que se preparam para as provas do Enem e dos vestibulares mais importantes com aulas online. Por meio da plataforma, os candidatos podem fazer o seu próprio cronograma, sem sair de casa para estudar. Nesse espaço virtual, têm acesso a diversos materiais e um total de 12 professores das principais disciplinas, todos altamente qualificados e que uniram forças para ensinar, orientar e dar acesso aos conteúdos.

Festival Rock Popular Brasileiro acontecerá no dia 8 de abril em Brasília

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Projeto inédito cria um universo imersivo para os amantes do rock em complexo de entretenimento para toda a família

Brasília será palco da 1ª edição do Festival Rock Popular Brasileiro (RPB), que será realizado no dia 8 de abril, no estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. Serão mais de 10 horas de evento com sete atrações do pop-rock que fizeram e fazem história: Biquini, Charlie Brown Junior, Frejat, Humberto Gessinger, Marcelo Falcão, Pitty e para encerrar a noite, um show especial da banda brasiliense, Rock Beats.

O ambiente imersivo criado para o RPB remete a grandes festivais internacionais: uma arena com tirolesa, bungee jump e área retrô com exposição de carros antigos e coleções de clássicos dos anos 80, 90 e 2000. O Festival, idealizado pelos organizadores do Porão do Rock, Capital Moto Week, Flap e AC Eventos, enaltece o rock brasileiro oferecendo uma experiência musical de máxima qualidade num complexo de entretenimento de 30 mil m², no coração da capital federal.

“Privilegiamos no line-up um mix de vertentes do pop-rock, buscando atender diferentes gostos musicais. Também vamos importar a expertise do Porão do Rock e do Moto Week, criando um espaço amigável para toda a família, com atividades e ativações, além dos shows e da diversidade gastronômica. Queremos que o público saia de lá com a expectativa de voltar em 2024”, comenta Gustavo Sá, sócio-criador do RPB.

Todo o complexo foi planejado para proporcionar uma atmosfera familiar, de fácil acesso e circulação, além de atividades para diversas faixas etárias, incluindo o Espaço Kids com brinquedos infláveis, monitoria e iniciação musical. Na Praça de Alimentação estarão seis marcas conhecidas do público, ícones da gastronomia brasiliense.

Conforto

O Camarote RPB é um espaço multi-experiência criado para o Festival, com localização e vista privilegiada dos shows e do complexo de entretenimento. Com área na frente do palco, banheiros e praça de alimentação exclusivos, receberá ações de parceiros e patrocinadores do evento e terá a presença de personalidades do rock nacional.

A previsão dos organizadores é reunir 15 mil pessoas nesta edição e incluir o Festival no calendário oficial de eventos da capital. Os ingressos, que se dividem em ‘Frente Palco’ e ‘Camarote’, podem ser adquiridos no site Furando a Fila ou nas lojas físicas das Óticas Diniz e Lig Celular.

Sustentabilidade

A sustentabilidade será mais uma linha para conectar os apaixonados por rock às experiências do Festival. Para neutralizar as emissões de carbono – entre outras iniciativas – o consumo acontecerá por meio de copos ecológicos e embalagens recicláveis. Também será feita a coleta, triagem e gestão de resíduos para evitar seu descarte em aterros sanitários. “Essa jornada abre caminho para o Festival se posicionar como um evento Lixo Zero nos próximos anos”, explica Pedro Affonso Franco, também sócio-criador do RPB e organizador do Moto Week.

CLDF | Distritais debatem programa de incentivo aos catadores de materiais recicláveis no DF

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A intenção é fortalecer os trabalhadores por meio de suas associações e cooperativas, melhorar as condições de trabalho, a remuneração pelos serviços prestados

Ampliar a inclusão social, o acesso a renda e contribuir para a sustentabilidade ambiental em todo o DF. Esses são alguns dos objetivos do projeto que cria o Programa Distrital Pró-Catadoras e Pró-Catadores para a Reciclagem Popular que está em debate na Câmara Legislativa do DF. Inspirada no relançamento de projeto semelhante do governo federal, a proposta atende à solicitação dos trabalhadores de baixa renda que se dedicam a coletar materiais reutilizáveis e recicláveis no DF.

“Precisamos aumentar a qualidade de vida dessas pessoas e ampliar de modo significativo o aproveitamento das toneladas de materiais que vão diariamente para aterros no DF”, resume Gabriel Magno (PT), autor da proposta.

O texto busca integrar as ações, os projetos e os programas do GDF, além de viabilizar sua articulação com programas federais, estaduais e municipais voltados à completa superação da vulnerabilidade econômico-social e à promoção e à defesa dos direitos humanos das catadoras e dos catadores desses materiais.

De acordo com o autor, a intenção é fortalecer os trabalhadores por meio de suas associações e cooperativas, melhorar as condições de trabalho, a remuneração pelos serviços prestados e protegê-los contra abusos de poder político ou econômico. A proposta busca ainda o fomento da atividade por meio de acesso a financiamento público, promover a inclusão socioeconômica e viabilizar a expansão da coleta solidária, seletiva e de resíduos sólidos, além de incentivar a reutilização, a reciclagem, a logística reversa, promover da educação ambiental e equilibrar a contratação desses serviços pelo Poder Público.

“São os catadores que coletam, separam, transportam, acondicionam e, às vezes, beneficiam os resíduos sólidos, transformando o que antes era visto como lixo, inútil e pronto para ser descartado, em mercadoria, com valor de uso e de troca”, diz o parlamentar.

Segundo estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), existem no Brasil aproximadamente 800 mil catadores de materiais recicláveis trabalhando em condições extremamente precárias, muitas vezes em lixões a céu aberto e com risco de contaminação e transmissão de doenças. Pelo levantamento, mesmo sem políticas públicas orientadas para a coleta seletiva e a reciclagem na medida da necessidade, os catadores são os grandes responsáveis pelos altos índices de reciclagem no país.NO DF, segundo dados do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), apenas 39% dos resíduos são reaproveitados.

Mais de 2 mil pacientes com síndrome de Down atendidos e acolhidos no DF

Projeto CrisDown oferece atendimento humanizado e multidisciplinar, evitando que as famílias tenham que buscar assistência em vários locais

O Dia Mundial da Síndrome de Down, comemorado em 21 de março, é uma data para conscientizar a população e promover a inclusão de pessoas com a síndrome. Para proporcionar acompanhamento mais eficaz e perene aos portadores da síndrome no Distrito Federal (DF), a Secretaria de Saúde (SES) criou em 2013 o projeto CrisDown, que acolhe e acompanha pacientes em todas as fases da vida. Gestantes que receberam o diagnóstico da trissomia também são apoiadas durante a gravidez para melhor receber seus bebês.

Como parte da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência no âmbito do SUS DF, o projeto nasceu para proporcionar à população atendimento humanizado, inter e multidisciplinar, evitando que as famílias tenham que buscar assistência em vários locais diferentes. “Sou suspeita para falar do CrisDown. Comecei a atender pessoas com a síndrome como voluntária, antes de ser servidora. Em 2011, passei no concurso para fisioterapeuta e, junto com outros profissionais, tínhamos o sonho de montar o serviço. Em 2013, o sonho tornou-se realidade. Hoje chegamos a dez anos de CrisDown”, conta orgulhosa Carol Vale, fisioterapeuta responsável pelo projeto.

Referência no Centro-Oeste, o programa já atendeu mais de 2 mil pessoas e, desde o ano passado, conta com um novo espaço próximo à entrada principal do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). A equipe é composta por pediatras, hebiatras (pediatras especializados em adolescentes), clínicos, cardiologista, neurologista, psiquiatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeutas ocupacionais, psicólogos e nutricionistas.

“Comecei a atender pessoas com a síndrome como voluntária, antes de ser servidora. Em 2011, passei no concurso para fisioterapeuta e, junto com outros profissionais, tínhamos o sonho de montar o serviço. Em 2013, o sonho tornou-se realidade. Hoje chegamos a dez anos de CrisDown”, conta Carol Vale, fisioterapeuta responsável pelo projeto

A pediatra Patrícia Vasconcelos explica que o trabalho do CrisDown não é apenas para a pessoa com Síndrome de Down, mas envolve toda a família, que recebe apoio e orientação.

O projeto tem um número direto para a marcação do primeiro atendimento: (61) 99448-0691. No dia agendado, o paciente passa por uma avaliação para levantar as principais necessidades

“Noventa por cento das mães descobrem a síndrome apenas após o nascimento do bebê e por isso não estão preparadas para lidar com a informação. Aqui elas são acolhidas. Também atendemos as gestantes que recebem o diagnóstico e buscam apoio no projeto”, informa a pediatra.

Tereza Alves, mãe da Cecília, de 6 meses, é uma das mães que souberam da Síndrome de Down apenas depois do nascimento. “Foi um baque muito forte, fiquei sem chão. Nunca tinha convivido com ninguém com Síndrome de Down. Hoje a Cecília é o amor da minha vida, eu faço tudo por ela. Ela frequenta o CrisDown desde que tinha um mês e já evoluiu muito nesse tempo”, conta. O desejo de Tereza é que a pequena Cecília continue progredindo. “Eu quero que ela seja uma criança como qualquer outra, que fale, estude e tenha uma vida normal”, diz.

A equipe do CrisDown é composta por pediatras, hebiatras (pediatras especializados em adolescentes), clínicos, cardiologista, neurologista, psiquiatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeutas ocupacionais, psicólogos e nutricionistas

Beatriz Farias, pediatra que atende crianças de até 12 anos, afirma, emocionada, que o trabalho biopsicossocial realizado no projeto rende frutos e dá resultados. Com cinco anos de casa, ela faz questão de ressaltar: “A gente está aqui por amor. Esse trabalho vai além da medicina, é uma paixão. Têm coisas que a gente não consegue mudar, mas a gente segura na mão da família e diz: vamos juntos nessa caminhada”.

A responsável pelo projeto destaca o envolvimento da equipe. “O CrisDown chegou até aqui por ter uma equipe engajada, que veste a camisa e dá o seu melhor. Somos servidores públicos e nossa função é servir ao nosso público da melhor forma possível, com empatia, respeito, conhecimento e amor”, afirma, orgulhosa.

Em um ano que teve um ator com Síndrome de Down ganhador de uma estatueta do Oscar, James Martin, o Dia Mundial da Síndrome de Down reforça que o ser humano é igual e, ao mesmo tempo, singular em todas as suas características. Quando existe apoio e empenho com as pessoas com Síndrome de Down, elas podem conquistar tudo o que quiserem. Um dos pontos relevantes da data é ressaltar que a Síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição genética inerente à pessoa, chamada trissomia (um par a mais no cromossomo 21), porém, está associada a algumas questões de saúde que devem ser observadas desde o nascimento da criança.

Agendamento no CrisDown

O projeto tem um número direto para a marcação do primeiro atendimento: (61) 99448-0691. No dia agendado, o paciente passa por uma avaliação para levantar as principais necessidades. Durante o acolhimento, a equipe multidisciplinar reúne-se com as famílias para conversar, ouvir suas histórias e tirar dúvidas. Em seguida, é agendada a estratificação de risco individual para então conduzir as famílias aos atendimentos individuais ou coletivos indicados.

Síndrome de Down: o desafio da inclusão desse grupo no mercado de trabalho

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Especialista destaca benefícios das empresas que acolhem profissionais com essa condição, enriquecendo as relações de trabalho

Nas últimas décadas, os avanços médicos melhoraram a qualidade de vida dos indivíduos com Síndrome de Down e a longevidade desse grupo evoluiu de 35 para 60 anos. Essas pessoas também estão mais inseridas na sociedade, conquistando espaço inclusive no mercado de trabalho. No entanto, o desafio de assegurar plenos direitos a esse público ainda é enorme. Por preconceito e falta de informação, muitos não são alfabetizados e a minoria consegue ser contratada. De acordo com o IBGE, enquanto 37% das pessoas com deficiência visual conseguem ser empregadas, no universo da deficiência mental (onde o Down está inserido), apenas 5,3% conquistam uma vaga de trabalho.

Neste 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down, Ana Paula Barbosa, Psicopedagoga, especialista em Psicopedagogia Clínica e Coordenadora do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Brasília (CEUB), defende que além de garantir a inclusão no mercado de trabalho, é importante pensar na qualidade dessa ocupação.

“O artigo 34 do Estatuto da Pessoa com Deficiência define que ela tem direito ao trabalho da sua livre escolha em um ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidade com os demais funcionários. Entretanto, a grande questão é que muitas empresas desconhecem a importância de se adaptar às necessidades esse colaborador”, comenta Ana Paula.“É preciso considerar o tempo de trabalho, conscientizar os colaboradores para que a pessoa com Down se sinta acolhida por todos. Pensar em qual seria a ocupação ideal e adaptar esse posto, tanto no aspecto físico quanto emocional, respeitando suas necessidades. Essa é uma questão para a qual a gente não vê as empresas muito capacitadas”, acrescenta.

A coordenadora do curso do CEUB ressalta os ganhos que a inclusão no trabalho proporciona às pessoas com Síndrome de Down. “É muito importante que elas se sintam inseridas e independentes. Elas desenvolvem um olhar diferente para si mesmas e uma consciência sobre sua própria existência na sociedade. Isso melhora, inclusive, a autoestima”, lembra Ana Paula. Ela observa, entretanto, que o maior fator limitante acaba sendo a própria família, que cerceia o acesso ao trabalho com receio do preconceito e da exclusão. “Por isso, as empresas precisam contar com equipes multidisciplinares que estejam preparadas para trabalhar também o necessário apoio da família”, diz.

Em contraposição às dificuldades, frisa a psicóloga, os benefícios da inclusão não alcançam somente as pessoas com a Síndrome de Down, mas a própria organização que ganha em credibilidade e diversidade, enriquecendo as relações de trabalho. Para mudar a realidade e garantir uma verdadeira inclusão das pessoas com deficiência, Ana Paula afirma ser fundamental investir em uma educação que forme profissionais e cidadãos mais preparados e capacitados para lidar com as diferenças.

Programa Emprego Apoiado
O “Emprego Apoiado” é uma iniciativa do governo federal que oferece trabalho remunerado a pessoas com deficiência. A proposta é promover a inclusão social e laboral desses indivíduos por meio da contratação direta ou de serviços terceirizados. No programa, o candidato recebe orientações, formação e acompanhamento personalizado desde o início do processo. O responsável pelo treinamento traça um perfil deste colaborador, direcionando-o para empresas conforme suas habilidades e permanece junto dele durante um período para, depois, afastar-se gradualmente, até que a empresa assuma o controle. O programa já está operando diferentes cidades brasileiras.

Benefícios do trabalho para a pessoa com Down
• Independência e autoconceito: ter consciência de sua própria existência.
• Autoestima: ter consciência de amar, respeitar e se valorizar.
• Autoconfiança: acreditar na capacidade de aprender, produzir e compartilhar.
• Participação e apoio da família em todo o processo.

Benefícios para a Empresa
• Agrega valor à empresa: responsabilidade social.
• Humaniza e enriquece as relações interpessoais no trabalho.
• Desenvolve a cooperação e solidariedade.
• Investimento em capacitação para todos os colaboradores.
• Adequação da empresa para atender à diversidade humana.

Sugestões para incluir pessoas com Síndrome de Down
• Garanta a acessibilidade física.
• Promova a tecnologia assistiva. Isso engloba os produtos, recursos, equipamentos, práticas e metodologias que promovem a funcionalidade, visando aumentar a autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.
• Supere os vieses inconscientes. O conjunto de padrões que estabelecemos ao longo da vida influencia a maneira como percebemos, nos relacionamos e interagimos uns com os outros.
• Combata o capacitismo. Baseado nesses vieses, podemos compartilhar opiniões e/ou ter comportamentos capacitistas. É preciso reconhecer e identificar essas atitudes para evitar constrangimentos e combater o preconceito.