O presidente da Associação dos Moradores do Vicente Pires e Região (Amovipe), Gilberto Camargos, fez ontem uma visita surpresa a sede da Administração Regional da cidade. Ele tirou fotos e depois fez uma divulgação em grupos de redes sociais relatando que a Administração está abandonada e sem comando. E, com duras críticas, coloca a culpa no vice-governador Renato Santana (PSD), que há um ano e meio responde como administrador regional interino do Vicente Pires.
“Nossa querida Vicente Pires está sem comando, uma cidade desordenada. Temos Renato como administrador interino, mas ele não comanda e muito pouco aparece aqui pois é vice-governador”, dispara Camargos.
O presidente da Amovipe também denúncia que a Administração Regional possui pouca gente trabalhando efetivamente. nas fotos, podem ser vistas salas e mesas vazias. Na mensagem enviada aos moradores da cidade, Camargos diz: “Diante disso, a administração fica com um bando de pessoas sem orientação, sem chefia e o pior, cada um achando que manda mais que o outro. Mas na verdade, poucos sabem alguma coisa de administração pública. A maioria não conhece nada”, polemiza o representante da associação.
Camargos ainda diz que a administração regional possui divergências internas e, que devido a isso, os moradores não conseguem resolver os problemas levados ao órgão, como a expedição de alvarás. Ele pede ainda que seja nomeado alguém para comandar a Administração regional, que se encontra a cerca de 18 meses na interinidade. “Diante da inércia de nossos governantes, sugiro um abaixo assinado para os moradores de Vicente Pires indicarem um administrador para assumir a casa. Pode ser algum voluntário que entenda e tenha coragem para mudar a situação atual e ajudar nossa cidade. Não existe administrador, então não há por quem cobrar. Basta, da forma que está não podemos continuar”, lamenta Camargos ao final da mensagem.
Premiação é para empresas que mais contribuem com ICMS e ISS e o desenvolvimento da cidade
O lançamento, nesta terça-feira (19), do prêmio Maiores do DF 2016, promovido pelo Jornal de Brasília, reuniu o empresariado local, assim como políticos do DF, como a presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputada Celina Leão. “Uma premiação que valoriza o contribuinte da cidade”, ressalta a parlamentar.
A ideia da premiação, este ano, é levar uma mensagem de otimismo ao empresariado local que é a grande estrela do desenvolvimento do DF, e destacar as empresas que mais contribuem com o ICMS e o ISS. “O empresariado, como bem destaca a premiação, é quem dita o ritmo do crescimento do DF e transforma a crise em oportunidade”, sublinha a deputada.
Durante o lançamento, o diretor-superintendente do Jornal de Brasília, Renato Matsunaga falou sobre a economia do DF e o papel do empresariado local. “São os senhores que possibilitam aos investimentos, a geração de empregos e o crescimento do país e que impedem que a economia pare de vez. Nada mais justo do que homenageá-los”, enfatizou o diretor. Mas foi Guilherme Lombardi, diretor de Marketing e Mídias Digitais que explicou como o trabalho será feito e seus detalhes.
Celina Leão destacou o papel da CLDF nesse contexto. “A CLDF tem um papel importante em tudo isso. Tem apoiado o setor produtivo, aprovado leis que beneficiam o setor, para que as pessoas continuem tendo credibilidade de investir no DF”.
A presidente da Casa explicou que a premiação é importante porque é um estímulo para que os empresários continuem tendo a credibilidade de investir no DF. “São em momentos como esses, que a CLDF presente, o poder Executivo e a própria imprensa reconhecem essa credibilidade e esse investimento no DF. Nesse momento de crise, temos mais de 500 empresários com arrecadação que realmente estimula o desenvolvimento do DF. Isso é meritório. Estamos aqui, mostrando a representatividade da CLDF”. E completa: “é uma lista grande que mostra que, apesar de toda a crise, tem economia sólida”.
Celina avalia que o DF tem desenvolvido, apesar da crise, e ainda temos uma economia sólida. “Estamos num momento de crise, mas com solidez, porque mesmo num momento de crise estamos conseguindo honrar com os compromissos orçamentários e continuamos aumentando a arrecadação. Isso é importante”, garante a presidente da CLDF.
A parlamentar destacou ainda a preocupação da Casa em vetar o aumento de impostos. “Temos segurado muito essa questão de aumento de impostos. O empresário não consegue trabalhar com uma carga tributária muito alta. A CLDF teve uma participação muito importante nisso e ao final, esse é o resultado positivo que estamos tendo. Quando ele sente que tem credibilidade para continuar investindo, o estado crescendo. Controlar os impostos para que os empresários possam continuar a investir”, concluiu Celina Leão.
Projeto de Lei da deputada Sandra Faraj passa na CCJ e segue para ordem do dia. Proposta quer estimular direitos e deveres constitucionais da família
O Projeto de Lei nº 137/2015, que institui valores da ordem familiar como conteúdo transversal nos currículos da rede pública de ensino, foi aprovado nessa terça-feira (19/4) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa. Autora da proposta, deputada Sandra Faraj justificou no texto que o objetivo é “promover um contexto de atenção multidisciplinar com participação, diálogo e escuta cotidiana das famílias, o respeito e a valorização de suas formas de organização”.
A parlamentar ainda afirmou que atualmente há um grande preconceito com quem defende esse tema. “Nossa sociedade tem de mudar. Hoje quando falamos e defendemos a família, em algumas vezes, parece que estamos falando de algum crime. Isso não pode acontecer. A família é a instituição mais importante da sociedade e deve ser fortalecida”.
Para Sandra Faraj, políticas voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares são fundamentais para combater a criminalidade e a drogadição. “Muitos problemas sociais, que existem hoje são motivados pela ausência de valores. Vemos jovens, que seguem as drogas porque valores familiares não existem”, avaliou.
O PL nº 137/2015 segue para a ordem do dia e deve aguardar apreciação do plenário para depois seguir à sanção do governador Rollemberg.
Ivone Oliveira, moradora do Gama e servidora da Cãmara Legislativa
A informação de que a chefe de gabinete do deputado Agaciel Maia (PR), Ivoneide Oliveira, moradora do Gama, assumiria a Administração Regional da cidade fez com que comerciantes, empresários, lideranças e moradores da cidade levantassem os problemas da regional para mostrar ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que a mudança é muito bem-vinda.
Um grupo de pessoas foi nesta terça-feira a Câmara Legislativa com fotos e documentos que mostram os problemas vividos hoje na cidade, além de um abaixo-assinado de aprovação ao nome indicado pelo parlamentar. O blog teve conhecimento que os documentos foram encaminhados ao governador Rollemberg.
Ivone , como é popularmente conhecida, tem raízes no Gama, onde estudou, cresceu e casou com o também filho da cidade Willians, onde montaram uma academia e uma loja de importados no shopping da cidade. Seus filhos também nasceram na cidade. As raízes com o Gama deixaram um sentimento de alegria quando ela viu seu nome sendo cogitado para assumir o cargo na Administração Regional.
É de espantar como tanta gente se admira ainda – passados dois dias da sessão do impeachment – do comportamento dos deputados federais que, ao microfone, anunciaram o voto não sem antes dedicar o dia histórico à mãe, à família, aos filhos, eleitores, ao marido e a toda sorte de deferências, usando Deus como se árbitro fosse do julgamento final da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.
A indignação nas redes sociais corre solta, mas nelas poucos lembraram que na ribalta legislativa do dia D em que as gaiatas, inusitadas e despropositadas menções deram o ar da graça, ali estavam parlamentares escolhidos pelo voto do povo como sempre foram, do quilate e do nível demonstrado, desde sempre. Piorando a cada legislatura, no que acato profecia de Ulysses Guimarães.
São eles a radiografia da sociedade brasileira, heterogênea, descalibrada culturalmente, imperfeita na ética que aponta sem piedade o delito do próximo mas nas contradições cotidianas esbanja desregramento tal que fica difícil acreditar na sinceridade das reprimendas virtuais dos últimos dias.
Como também é difícil dar crédito a apoiadores da presidente Dilma, dentro e fora do PT, no meio artístico, nos movimentos sociais, que soltaram o cachorro nos parlamentares de correntes partidárias menores e graúdas, a exemplo do PMDB, com quem o governismo firmou condomínio agora rompido.
O que eles fizeram na última década para se apartar de políticos como Sarney, Collor, Paulo Maluf, Valdemar Costa Neto, Renan Calheiros, Eduardo Cunha e muitos outros, com quem dividiram nacos de poder, fatiados com ampla generosidade graças aos recursos surrupiados da Petrobras, estatais e fundos de pensão? Como pode o PT exigir lealdade e atirar pedra na sua longeva base de sustentação política, fluída e desgovernada, com quem se acumpliciou nos esquemas de corrupção que chocam o Brasil?
Quem não tem lealdade a sua história não pode apelar à vitimização, dizendo-se traído por sacripantas e condenado por um golpe. Pulando cirandinha como diz o amigo Carlos Sperança com a oligarquia política e econômica do país, o PT fez a opção que sempre fizeram todos os partidos, renegando causas e abandonando os movimentos sociais.
É de indignar, também, ver deputados sabidamente corruptos ao microfone bradarem “pelo fim da corrupção” e “pela minha pátria e minha cidade”, delas desviando dinheiro da saúde e da educação. E o papelão de Jair Bolssonaro e Jean Willys? Pela projeção para o bem e para o mal de ambos, já alcançadas na opinião pública, contribuíram outra vez para achincalhar a imagem da Câmara dos Deputados.
O bom de todo esse espanto é verificar a presença dos que estão tomados por honesta indignação, especialmente a juventude, ligados a cada passo da política nacional, antes prato indigesto em uma nação onde a alegria desmedida insinua alienação, imperando o gosto pelo futebol, pela mulata e carnaval.
Essa indignação que chega inclusive de forma organizada em projetos virtuais como o Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem pra Rua deve somar forças à sobriedade, felizmente existente no Congresso Nacional, nos executivos estaduais e no Judiciário, para que as paixões radicalizadas e insensatas que permeiam a disputa pelo poder não transformem o Brasil na eterna pátria do improviso e do adiamento das mudanças verdadeiras, emancipatórias, não implementadas em treze anos de petismo.
Indignação e sobriedade para nortear investigações que precisam ir fundo, sem interrupção sob o peso do interesse político de plantão, atingindo indistintamente todos que precisam prestar contas à população, sejam do PT, PSDB, PMDB, PP e qualquer outro partido.
Ressentimento
Repórter do jornal “o Estado de São Paulo”, Ricardo Galhardo contou no programa “Fatos e Versões”, da Globo News, que dois deputados petistas não estenderam a mão ao colega Weliton Prado, ex-PT, agora do PMB de Minas Gerais. Puro ressentimento. Prado votou pelo impeachment.
* Mara Paraguassu é jornalista desde 1989 e escreve sobre política, Amazônia, cidadania
# A nova diretoria da ARUC, Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro, para o biênio 2016/2018, foi eleita ontem, por 24 votos
# A posse foi imediata feita pelo presidente da Comissão Eleitoral, Flavio Vitorino Costa.
# A Aruc será presidida pelo jornalista Moacyr Oliveira Filho, o Môa, nos próximos dois anos.
# A diretoria é integrada por Fernando Tolentino, vice-presidente; Oton Neves, diretor administrativo; Abelardo Monteiro Filho, diretor de escola de samba; Márcio Coutinho (Careca), diretor tesoureiro; Eduardo Monteiro, diretor de cultura; e Paulo Bulhoes, diretor de esportes.
# Foram eleitos também os integrantes do Conselho de Administração: Hélio dos Santos, Francisco Paulo (Esquerdinha), João Roberto Castilho, Ana Paula Salim Bastos, Rafael Fernandes e Francisco Adailton (Bahia).
# E do Conselho Fiscal: Sinval Neto, Fabert Robias e Francisco Eromísio, o Nenem (titulares) e Franklin Cabral, Luzia Tremendani e Jannsen Pimentel (suplentes)
# Em rápido pronunciamento, após a posse, o presidente Moa fez um apelo à união de todos os cruzeirenses para enfrentar os grandes desafios e prioridades da nova gestão.
# São eles: a regularização do terreno ocupado pela ARUC; o equilíbrio da situação financeira da entidade; a volta dos desfiles das escolas de samba; e, a reconquista do título de campeã do Carnaval.
O trajeto em Brasília foi divulgado na manhã desta terça-feira (19) pelo governador Rodrigo Rollemberg e pela secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros. Foto: Gabriel Jabur
Brasília começará o revezamento nacional em 3 de maio. Com 105 quilômetros, percurso sairá do Palácio do Planalto e será encerrado com celebração na Esplanada dos Ministérios
Por Amanda Martimon – Cinco regiões administrativas e mais de 15 pontos turísticos de Brasília vão receber a tocha olímpica durante o revezamento do símbolo da Olimpíada. A cidade é responsável por iniciar o percurso nacional em 3 de maio, a 100 dias do início da disputa. Depois, o objeto passará por todos os estados do País e 328 municípios até chegar à sede da competição, no Rio de Janeiro. O trajeto em solo candango foi divulgado na manhã desta terça-feira (19) pelo governador Rodrigo Rollemberg e pela secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros. A pasta organiza o revezamento com o apoio de 27 órgãos.
“As pessoas terão a oportunidade de conhecer lugares lindos. Não vamos esgotar tudo o que temos de belo, mas é uma oportunidade para que turistas do mundo todo tenham vontade de conhecer nossa cidade”, avaliou Rollemberg logo após o anúncio. Ele será responsável por recepcionar a chama olímpica na chegada ao Distrito Federal.
Segundo Leila, para planejar a rota foram consideradas desde as características de Brasília até as exigências dos organizadores dos jogos. “Levamos em conta o tempo do revezamento, com previsão de início às 10h30 e término às 20h30, e o compromisso de colocar o máximo de pontos turísticos da cidade. Também pensamos no acesso da população a esse momento histórico”, resumiu.
Todo o trajeto somará 105 quilômetros, incluindo deslocamentos por carro. Desses, 40 serão de revezamento, feito da maneira tradicional, a pé, ou por meios alternativos: bicicleta, rapel, embarcações e até a nado.
“Queremos mostrar esse lado de Brasília, que tem pessoas apaixonadas por esporte e praticantes de diversas modalidades. O Lago Paranoá, por exemplo, é simbólico, por ser um lugar com muita prática esportiva”, afirmou a secretária, que ressaltou também o fato de o roteiro prestigiar o esporte paraolímpico, com a presença de pessoas com deficiência entre os condutores.
Destacando que as forças de segurança estão preparadas, o governador falou sobre o impacto da Olimpíada diante do cenário nacional. “Sabemos da capacidade de união que o esporte tem, e acredito que, com a vinda do evento, o País pode se unificar.”
RevezamentoO percurso começará na rampa do Palácio do Planalto, após cerimônia, por volta das 10h30. De lá, a tocha será levada ao Congresso Nacional por uma das 143 pessoas escolhidas para carregá-la em Brasília — os nomes dos condutores serão divulgados na semana que vem. Ela subirá pela lateral na plataforma das cúpulas do Senado e da Câmara e descerá a rampa em direção ao gramado do canteiro central da Esplanada dos Ministérios.
O fogo olímpico seguirá pelo Eixo Monumental na N1 até a altura da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Depois será conduzido, pela Via S1, à rampa do Palácio do Itamaraty e à Praça dos Três Poderes. Após breve parada no local, o caminho para a Ponte JK, no Lago Sul, será em carro com suporte de comboio.
Da ponte, a tocha chegará às águas do Lago Paranoá por rapel pouco antes do meio-dia. O condutor da vez fará a descida vertical e saltará em uma lancha. A embarcação vai rumo ao Pontão do Lago Sul. Antes de retomar o percurso em terra firme, haverá uma troca de meio de transporte: da lancha para uma canoa havaiana. No Pontão, uma pessoa correrá com a chama pela orla.
Mané Garrincha – Depois, o fogo olímpico chegará — conduzido por comboio — ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, palco dos dez jogos de futebol agendados para Brasília. Uma pessoa fará rapel para acessar a arena com a ajuda de um helicóptero e a descida ao gramado será feita pela cúpula do estádio. No local, ocorrerá um evento com tempo estimado de 10 minutos.
O revezamento passará para o Complexo Aquático Cláudio Coutinho, ao lado do Mané Garrincha. Um nadador atravessará a piscina com a tocha. De lá, o objeto será levado, por carro, ao Parque Nacional de Brasília, conhecido como Água Mineral.
Na unidade de conservação, a partir das 13 horas, carregarão a chama um nadador, um cadeirante e uma criança, todos dentro da Piscina Velha, e outro condutor a transportará por um trecho de uma das trilhas do parque.
Fora do Plano – O Setor de Indústria e Abastecimento receberá o símbolo da Olimpíada por volta das 14 horas. Após uma parada de 15 minutos para ação da concessionária Nissan, marca oficial do evento, o trajeto será a pé entre os Trechos 1 e 2. Depois, a tocha vai ser levada de comboio a Taguatinga.
No fim da EPTG e no início da primeira quadra da Avenida Central da região — em frente ao comércio local —, será retomado o percurso a pé. A estimativa é que essa ação seja iniciada às 14h40.
O desfile se estenderá por cerca de 500 metros até a altura da Praça do Relógio, quando muda para a Avenida Comercial Sul. Ao fim dela, os condutores vão por longo trecho de área residencial, andando a Samdu Sul e entrando na QSE 14. De lá, passam pela QSF 16 e outras quadras em direção à Praça da Vila Dimas e ao Sesc de Taguatinga Sul. Desse último ponto, percorrerão pouco mais de 1 quilômetro em ruas internas até parada na fábrica da Coca-Cola, também patrocinadora oficial dos Jogos do Rio 2016.
Centro Olímpico – Por volta das 16 horas, o revezamento vai seguir, em comboio, para o Riacho Fundo I. A primeira parada na região será no Regimento de Polícia Montada da Polícia Militar do Distrito Federal. A ação começará com um cadeirante e continuará com um cavaleiro, um aluno de ecoterapia e uma amazona.
De lá, o comboio transportará a chama olímpica por cerca de 1,5 quilômetro até a entrada da Avenida Central. Nesse ponto, os condutores a levarão passando pela Biblioteca Pública e entrando na CLS 4, no segundo balão da pista principal. Antes de alcançar o Fórum do Tribunal de Justiça do DF e Territórios da região, o caminho se desviará por conjuntos internos entre a QS 2 e a QS 4 e contornará a quadra em direção ao centro olímpico e paraolímpico.
A previsão é que a tocha chegue ao espaço esportivo do governo de Brasília às 16h50. Depois, o símbolo dos Jogos retornará ao Plano Piloto.
A rota até a Via L2 Sul, com transporte por comboio, se dará pelas Estradas Parques Núcleo Bandeirante, Indústria e Abastecimento Sul e Guará. Na L4 Sul, os veículos farão retorno após a Vila Telebrasília.
Igrejinha – O revezamento a pé vai ser reiniciado na altura da L2, em frente à 616 Sul, em direção à Rodoviária do Plano Piloto. Seguirá pela via até entrar na comercial da 406/407 Sul, pouco antes das 18 horas. Então, subirá pelos comércios das quadras 208/207 Sul e 108/107 Sul, e fará uma pausa para ato na Paróquia Nossa Senhora de Fátima.
Conhecido como Igrejinha, o templo foi o primeiro em alvenaria a ser construído na capital federal, em 1958. Foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, assim como muitos dos monumentos por onde a tocha passará.
O objeto voltará a ser conduzido pela comercial no sentido Eixão. O trajeto vai subir a tesourinha que dá acesso ao Eixinho Leste, sentido área central, e mudar novamente para comboio na altura da 204 Sul.
Os veículos passarão pelo Setor Bancário Sul. O caminho voltará a ser feito a pé próximo à antiga sede do Touring Club do Brasil, de onde seguirá até a lateral do Teatro Nacional e fará o retorno, percorrendo a via em frente ao Congresso Nacional, à plataforma superior da Rodoviária, ao Conic e à Estação Galeria rumo ao Setor Comercial Sul. Nesse ponto, por volta das 19 horas, haverá ação na agência bancária do Bradesco (patrocinador), na Quadra 2.
Esplanada – Antes de partir para o último trecho do revezamento, a tocha será levada de carro até a pista do Parque da Cidade, perto do Ana Lídia. Um condutor correrá com ela pelo local até a Entrada 5, ponto em que o comboio reassumirá e transportará o objeto até o Memorial JK e o Memorial dos Povos Indígenas, no Eixo Monumental. O símbolo olímpico retornará às mãos de um corredor que passa pelos dois memoriais e entra no segundo.
O percurso final será quase todo feito a pé. Do museu indígena, um ciclista levará a chama pública até a área em frente à Torre de TV e a passará para um condutor a pé, que rodeará a fonte. Outro partirá então para o gramado central da Esplanada dos Ministérios, nas proximidades da Biblioteca Nacional de Brasília, local em que a tocha será repassada ao último condutor, por volta das 20h20, que a entregará em palco montado para celebração, com programação a ser divulgada posteriormente.
A presidente Dilma Rousseff disse, em entrevista a correspondentes estrangeiros, que são legais as operações contábeis que embasaram o pedido de impeachment contra ela Roberto Stuckert Filho/PR
Por Yara Aquino e Ana Cristina Campos – A presidente Dilma Rousseff disse hoje (19) que os defensores de seu afastamento estão “vendendo terreno na lua” para chegar ao poder e voltou a criticar o vice-presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dilma afirmou também que existe uma “conspiração” contra seu mandato.
“Acredito que os que estão golpeando atendem só a um lado do país e estão vendendo terreno na lua. Quando você está sendo vítima de um golpe, tem várias opções, mas eu acho que quem tem honra e dignidade, tem uma: é resistir. Nós iremos resistir ”, disse a presidenta, durante entrevista a correspondentes estrangeiros no Palácio do Planalto.
Ao se referir a Cunha, ela destacou que o retrospecto do presidente da Câmara não o abona para ser juiz de nenhum processo. “Me sinto vítima de um processo que é um processo em que meus julgadores, principalmente o exemplo maior, que é o presidente da Câmara, tem um retrospecto que não o abona para ser juiz de nada, abona para [ser] réu.”
Segundo a presidenta, o processo de impeachment contra ela na Câmara teve início por um desejo de vingança de Eduardo Cunha, já que o PT votou favoravelmente ao andamento de processo contra ele no Conselho de Ética da Casa. “Esse processo teve início por um desvio de poder, uma vingança, uma explícita vingança.”
Dilma também fez referência a Temer, ao dizer que é “muito pouco usual” que se tenha um vice-presidente com as atitudes dele. “A conspiração se dá pelo fato de que a única forma de chegarem ao poder no Brasil é utilizando-se de métodos, transformando e ocultando o fato de que esse processo de impeachment, na verdade não é um processo de impeachment, mas é uma tentativa de eleição indireta de um grupo que, de outra forma, não teria acesso [ao poder] pelos únicos meios justificáveis.”
A presidente disse que é vítima de um processo de meias verdades ao falar sobre o pedido de impeachment que enfrenta e que a divergência política pura e simples não pode ser usada como base para um processo desse tipo. Durante a entrevista, ela defendeu ainda a legalidade das operações contábeis do governo que embasaram o pedido de impeachment.
Lava Jato
Perguntada se não sabia que havia corrupção no partido e na Petrobras, Dilma respondeu que é próprio da corrupção “ser feita às escuras, ser escondida”. “Ninguém é ingênuo e acredita que a corrupção surgiu agora. Ela foi revelada e lançada à luz agora, pelo meu governo e do presidente Lula [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva], porque toda a legislação que permite essas investigações foi feita no meu governo ou no dele”, afirmou.
Sobre a Operação Lava Jato, a presidenta disse que as investigações não são isoladas. “Não acredito que a Lava Jato é um raio em céu aberto, Hoje não acredito. Antes estava tudo debaixo do tapete. Você me pergunta se eu não sabia [sobre a corrupção]. Aí, te digo: foi preciso a delação premiada, o reconhecimento da independência dos procuradores, do Ministério Público, uma atitude em relação à Polícia Federal, foi preciso um conjunto de leis para que isso fosse descoberto”, afirmou. “Ainda tem muita coisa que não se sabe, não vamos acreditar que está tudo escancarado”, afirmou.
Se você receber essa mensagem, cuidado: é crime cibernético
O BRB informa que as instituições financeiras estão sofrendo investidas do crime cibernético com o objetivo de coletar as informações de clientes necessárias para o acesso aos canais de Internet Banking e Call Center.
Uma das formas utilizadas atualmente consiste no envio de mensagem de texto – SMS, aleatoriamente, para diversos usuários solicitando atualização cadastral ou disponibilizando linhas de créditos atrativas.
O BRB, atento a essa prática delituosa, atua tempestivamente na proteção de seus clientes orientando-os como fazer uso dos canais de forma segura. Além disso, também dispõe de equipe técnica especializada em proteção online dos canais de atendimento. O Banco, de forma reiterada, manifesta que jamais solicita atualização cadastral por meio de mensagens de texto ou e-mails.
Por Kelly Oliveira – O governo federal colocou à venda 138 imóveis, por meio de licitação, na modalidade concorrência ou leilão. A venda será feita pela Caixa Econômica Federal, de acordo com portaria publicada na edição de hoje (19) do Diário Oficial da União. Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Caixa Econômica Federal terá 180 dias para publicar editais contendo as regras da alienação. A meta é reduzir despesas e racionalizar gastos com imóveis que não serão utilizados pela União e as autarquias.
“Estamos buscando parcerias com órgãos federais da administração direta e indireta para identificar imóveis como esses. O objetivo é racionalizar a gestão do patrimônio e gerar receitas a serem investidas nas ações prioritárias de cada órgão”, afirmou o secretário adjunto de Patrimônio da União do ministério, Patryck Araújo Carvalho, em nota.
De acordo com a portaria, um imóvel, localizado no Rio de Janeiro, tem receitas vinculadas ao Fundo Nacional de Assistência Social (Fnas). No caso do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), são 30 imóveis no Distrito Federal e em vários estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Também serão vendidos 53 propriedades do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Distrito Federal. Serão vendidos 20 imóveis do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), sendo 18 no Distrito Federal e dois no Rio de Janeiro. O Programa de Administração Patrimonial Imobiliária da União (Proap) terá 34 imóveis à venda, sendo 32 no Distrito Federal, um no Paraná e um no Rio Grande do Norte.