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Confira a programação cultural do aniversário de Brasília

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Por Marieta Cazarré – O aniversário de 56 anos de Brasília será comemorado com shows, exposições e filmes. As apresentações musicais serão hoje (21) e amanhã (22), no gramado da Torre de TV, a partir das 17h.

A banda Taryn abre a programação musical de hoje. Na sequência, haverá apresentação do grupo Scalene. Em seguida, a banda brasiliense Plebe Rude sobe ao palco. Os pernambucanos da Nação Zumbi fecham o primeiro dia de shows às 20h20.

As apresentações de amanhã, dia 22, ficarão por conta de artistas locais. Às 18 horas, Pedro Martins abre a programação. O guitarrista nasceu no Gama e foi premiado no tradicionalMontreux Jazz Festival, na Suíça, em 2015.

Ás 19h20, sobem ao palco os sertanejos Zé Mulato e Cassiano. Os multi-instrumentistas Renato Mattos e Dillo D’Araújo mostram seus repertórios musicais às 20h20 e às 21h20, respectivamente. O encerramento, às 22h20, fica com a banda Móveis Coloniais de Acaju.

Orquestra Sinfônica

Uma boa opção de lazer e cultura é  assistir hoje ao espetáculo Clássicos do Cinema e Clássicos Eruditos, no Teatro Sesc do Gama. A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional se apresentará às 18h, sob a regência do maestro Claudio Cohen. O teatro fica no Setor Leste Industrial, QI 1.

Cinema

A Secretaria de Cultura, em parceria com o Arquivo Público do Distrito Federal, exibirá hoje, amanhã e domingo, sempre às 21h, no Cine Brasília, o primeiro longa-metragem de ficção inteiramente rodado na capital.

O filme Amor e Desamor (1966), de Gerson Tavares, é um drama existencialista que narra uma noite na vida de um casal. As sessões do longa serão acompanhadas do curta Brasília, Capital do Século, do mesmo diretor, feito em 1959. O Cine Brasília fica na EQS 106/107 e os ingressos custam R$ 12.

Exposições

A programação do aniversário da capital conta também com exposições montadas no Museu Nacional, Museu Vivo da Memória Candanga e Memorial dos Povos Indígenas.

Na parte interna do Museu Nacional, uma série de exposições está aberta desde a primeira semana de abril. Entre elas destaca-se A Arte Monumental de Marianne Peretti, que permanecerá no salão principal até 5 de junho, reunindo as obras mais importantes da artista. Ela é autora de esculturas instaladas em vários prédios públicos de Brasília, como os vitrais da Catedral de Brasília.

Está aberta também para visitação a mostra de Rodrigo Rosa, Forma e Arte da Cidade, composta por desenhos inéditos e obras vencedoras do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, da Funarte, que atualmente integram o acervo do museu.

A Galeria Acervo do Museu exibe a mostra Hiperfoto-Brasília, do artista francês Jean François Rauzier, que traz uma visão diferente sobre a cidade.

O Museu Vivo da Memória Candanga traz a mostra de Delei e Paulino Aversa, que reúne diferentes fases da criação dos dois artistas candangos, com diferentes formatos e técnicas. As obras mostram as vivências e visões dos artistas sobre a cidade. Está montada também a exposição Zezé – Obras Raras, de Maria José Costa Sousa, artista pioneira de Brasília.

No Memorial dos Povos Indígenas, o público pode ver a exposição Armadilhas Indígenas, até o dia 30 de junho. Na área externa do Memorial haverá, até o dia 29 de abril, workshops de pintura corporal e feira de artesanatos, das 9h as 17h. O Memorial fica no Eixo Monumental, na Praça do Buriti.

Transporte público

No feriado de hoje os ônibus funcionarão segundo a tabela dos domingos, mas haverá reforço, conforme a demanda nas linhas que têm como destino a área central do Plano Piloto. De sexta (22) a domingo (24) não haverá mudanças.

O metrô manterá os horários de feriados e de fins de semana. Nesta quinta-feira (21) e no domingo (24), o funcionamento será das 7h as 19h. Na sexta (22) e no sábado (23), das 6h as 23h30.

DF arrecadou R$ 3,4 bilhões em impostos no primeiro trimestre de 2016

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Quando aplicada a inflação, o valor é 4,7% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado

Por Paula Oliveira – A arrecadação tributária do governo de Brasília nos três primeiros meses de 2016 foi de R$ 3.466.109.000 — maior do que o registrado no mesmo período em 2015 (R$ 3.283.085.000). Porém, se corrigida pela inflação calculada com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, a diferença de um ano para outro passa a ser negativa (R$ 3.484.961.000, em 2016, e R$ 3.655.350.000, em 2015). A redução é reflexo do cenário econômico e político do País, que influi diretamente no consumo, de acordo com avaliação do secretário de Fazenda do Distrito Federal, João Antônio Fleury.O Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) representou 51% da arrecadação no período de janeiro a março de 2016 e aumentou em relação ao ano passado, tanto no valor real quanto no nominal (corrigido pela inflação). O mesmo ocorreu com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) e a Taxa de Limpeza Pública (TLP).

PIB
Quando corrigido pela inflação, o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) foi menor do que o de 2015. “A receita aumentou em quase R$ 200 milhões, mas, com o PIB [Produto Interno Bruto] negativo e a inflação em 10%, o valor nominal cai”, explica o secretário. “Isso tudo afeta até mesmo o psicológico das pessoas, e o consumo diminui.”

O volume arrecadado obedeceu às expectativas da equipe econômica do Executivo local, que se prepara para um ano difícil. “O valor do Fundo Constitucional do DF caiu R$ 380 milhões para este ano e essa diferença precisa ser compensada com recursos do nosso Tesouro”, resume Fleury. A perspectiva, segundo ele, é que o próximo semestre seja melhor.

 

Rollemberg inaugura viadutos das Ruas Manacá e Alecrim em Águas Claras

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O governador Rodrigo Rollemberg inaugura, nesta quinta-feira (21), às 10 horas, dois viadutos em Águas Claras, um na Rua Manacá e outro na Rua Alecrim. A ordem de serviço para construção foi assinada em 17 de outubro de 2015.

Os viadutos facilitarão a interligação das vias internas e o acesso para as Avenidas Boulevards Norte e Sul, que margeiam a linha do metrô. Além disso, a estrutura promoverá mais fluidez ao trânsito e melhor tráfego de pedestres pelas calçadas. O governo de Brasília investiu R$ 3.574.475,59 para a construção do viaduto da Rua Alecrim e R$ 3.372.887,53 para o da Manacá.

O governador fará o descerramento da placa de inauguração no viaduto da Rua Manacá e seguirá para a solenidade nas proximidades do viaduto da Rua Alecrim.

Inauguração dos viadutos das Ruas Manacá e Alecrim em Águas Claras
Em 21 de abril (quinta-feira)
Às 10 horas
No viaduto da Rua Manacá, ao lado da Administração Regional de Águas Claras. Em seguida, no viaduto da Rua Alecrim, próximo à Estação Arniqueiras do Metrô-DF

ANIVERSÁRIO DE BRASÍLIA | Mais de mil pessoas serão batizadas no Lago Paranoá

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A Comunidade Cristã Ministério da Fé organiza um grande batismo coletivo, neste 21 de abril, às margens do Lago Paranoá. Os cristãos sairão do Taguaparque, às 9h, em carreata rumo à Concha Acústica, que por algumas horas servirá de palco de orações e festividades religiosas. Além de trio elétrico, a festa contará com toda estrutura de segurança e saúde para atender os fiéis.

O evento recebeu o nome de “Festa das Águas” e já conta com a inscrição de mais de mil pessoas para o batismo. “Em apenas 70 dias, conseguimos reunir todas essas pessoas. Para todos nós, cristãos, o Batismo é uma data muito importante na vida. É o momento que aceitamos Jesus, como o senhor de nossas vidas”, afirma o organizador do evento, Apóstolo Fadi Faraj.

Fadi Faraj ainda destaca que o batizado coletivo, no Lago Paranoá, no dia do Aniversário de Brasília, terá um significado importante para todos os cristãos: “Jesus Cristo foi batizado, mesmo sem precisar, nas águas do Rio Jordão. Amanhã, a maior fonte de água de Brasília vai ter seu dia de (rio) Jordão”.

Além do batizado, está na programação um piquenique organizado pelas famílias cristãs. O início do batismo, no Lago Paranoá, está previsto para começar às 11h.

 

SERVIÇO:

Evento: Festa das Águas – Jordan´s Day (Batizado Cristão Coletivo)

Local: Cocha Acústica (Lago Paranoá)

Ponto de encontro: Taguaparque, às 9h

OPINIÃO | Os caminhos de Filippelli e Rosso se cruzam novamente

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Ricardo Callado

Na campanha de 2002, Tadeu Filippelli era o principal auxiliar do governador Joaquim Roriz. Secretário de Obras do GDF, presidente regional do PMDB e cuidava de parte dos negócios da família. Na época, era casado com uma sobrinha do então ex-governador.

Roriz disputava à reeleição. A mais difícil de sua carreira política. Ganhou por bem pouco do adversário, o petista Geraldo Magela. A eleição foi judicializada e decidida dois anos depois numa sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Só como registro, o advogado de Magela era o hoje ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na época, era recorrente pegar causas judiciais de petistas.

A campanha de 2002 não ficou registrada apenas pela intensidade da polarização entre os azuis e os vermelhos. Roriz conseguiu juntar um grande e competente time de assessores.

Estão lá Wellington Moraes, André Duda, Haroldo Meira, Carlos Honorato, Ricardo Callado, Marcos Machado, Hélio Doyle, Paulo Fona, entre outros. O caçula da turma era Rogério Rosso, com experiência apenas em empresas privadas. Foi, entre outras coisas, executivo da multinacional Fiat.

Roriz gostou do estilo de Rosso, que à época tinha 33 anos. A proximidade com a família Roriz se deu pela amizade estreita ainda da adolescência entre a esposa de Rosso, Karina, e a filha caçula do ex-governador, a hoje deputada distrital Liliane Roriz.

A partir desse momento, Rosso começou a ganhar espaço no governo Roriz e depois na política. Se ele ainda estava na planície, Filippelli já se encontrava no Planalto. Foi eleito o deputado federal mais votado do Distrito Federal com quase 170 mil votos. Licenciou da Câmara para chefiar uma superestrutura no GDF, nominada de Agência de Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico. Rosso foi acomodado nessa estrutura.

Roriz apostou em Rosso. Deslocou na metade do governo para a Administração Regional de Ceilândia. Era a oportunidade do antigo executivo ser conhecido pela população. E foi comandar logo a cidade com maior número de eleitores do DF. Um presente e tanto.

Nas eleições de 2006, Roriz foi eleito senador, Filippelli o mais votado novamente para federal com quase 130 mil votos e, pelo PMDB, Rosso disputou sua primeira eleição, também para federal. Ficou na primeira suplência com 51 mil votos. José Roberto Arruda é eleito governador.

Mas a sorte sempre sorriu para Rosso. E pouco tempo depois os caminhos dele com Filippelli deixaram de ser os mesmos. Com a deflagração da Caixa de Pandora, Arruda perdeu o mandato e seu vice, Paulo Octávio, renunciou. Assumiu o governo o presidente da Câmara Legislativa, Wilson Lima, que iniciou o processo de eleições indiretos para o cargo de governador.

Sem mandato, sem cargo no governo, Rogério Rosso estava em casa de chinelos quando um grupo de políticos foi busca-lo para ser o candidato a governador. O GDF caiu no seu colo. Uma das primeiras medidas políticas foi romper com Filippelli.

A briga entre os dois ganhou o noticiário. Com acusações de ambos os lados. Com Roriz enfraquecido, pois havia renunciado o Senado no início do mandato por acusações no escândalo que ficou conhecido como Bezerra de Ouro, Filippelli conseguiu manobrar e expulsar o ex-governador do partido via Executiva Nacional. Os dois já estavam rompidos antes da renúncia.

Assim, ficou livre para levar o PMDB para a chapa do PT e ser o candidato a vice de Agnelo Queiroz. A dobradinha Agnelo-Filippelli venceu a eleição. Mas o governo foi um desastre. Saiu com a mais baixa popularidade já medida a um governo.

Rosso se negou a apoiar a chapa, mesmo estando no PMDB. Continuou com Roriz e apoio a sua candidatura a um quinto mandato, até que uma decisão da justiça contra o ex-governador.  Rosso, então, apoiou e fez campanha para dona Weslian Roriz, que substituiu o marido na chapa contrária à de Agnelo-Filippelli. Rosso perdeu a eleição. Também não fez um bom governo. Foi considerado razoável.

Mas enquanto Agnelo-Filippelli naufragava em baixa popularidade, Rosso novamente foi contemplado. Gilberto Kassab viu nele um bom nome para montar e presidir o PSD, partido que estava sendo criado e já nasceu grande. De cara, filiou quatro deputados distritais. Antes das eleições, ficou sem nenhum, mas a organização do partido e o tempo de TV foram suficientes para eleger Rosso deputado federal.

Além disso, ainda indicou o vice-governador na chapa de Rodrigo Rollemberg. Com ajuda de Rosso, Filippelli perdeu a eleição junto com Agnelo. Não foram nem a um segundo turno. As posições foram invertidas.

Rosso começou a ganhar espaço no cenário nacional. Foi escolhido líder de uma bancada de quase 40 deputados. Depois, veio a presidência da Comissão Especial do Impeachment da presidente Dilma. Atualmente, é cotado para suceder a Eduardo Cunha na Presidência da Câmara dos Deputados. Terá força política para um cargo majoritário em 2018.

Filippelli ficou à sombra do PMDB nacional. Quando o vice-presidente assumiu a articulação política do governo, Filippelli foi com ele para o Palácio do Planalto. É um bom articulador, principalmente nos bastidores. Com a eminente posse de Temer na Presidência, será um dos homens fortes do novo governo. Terá força política para um cargo majoritário em 2018.

Enquanto isso, tenta descolar sua imagem do PT. E convencer a população que sua trajetória política sempre foi ligada ao sucesso do governo Roriz. E apagar Agnelo da sua vida.

Claro que falta combinar isso com os adversários e com a população. É considerado hoje um traidor do rorizismo e do petismo.

Em política isso não significa nada. Mas talvez o eleitor não esqueça. Se a estratégia der certo, vira muito forte.

Rosso e Filippelli terão um embate duro nas próximas eleições. Os dois querem a mesma coisa. E irão caminhar novamente em lados opostos.

Rollemberg anuncia novos nomes em administrações regionais. Marcelo Lima é o novo secretário de Justiça e Cidadania

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VEJAS OS NOMES DOS NOVOS ADMINISTRADORES

Por Paula Oliveira e Gabriela Moll – A Secretaria de Justiça e Cidadania tem novo titular. O gestor público Marcelo Lourenço Coelho de Lima assume a pasta, que estava sendo comandada interinamente por Guilherme Rocha de Almeida Abreu desde 23 de fevereiro. Abreu será mantido como chefe de gabinete da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais.

O anúncio foi feito pelo governador Rodrigo Rollemberg em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (20), quando ele também informou alterações no comando de sete administrações regionais e a criação da secretaria-adjunta de Assuntos Legislativos, vinculada à Casa Civil, sob o comando de José Flávio de Oliveira. Com isso, a pasta passa a ter quatro secretarias-adjuntas: a da Casa Civil, com Fábio Rodrigues Pereira, a de Relações Institucionais e Sociais, com Igor Tokarski, e a de Ciência, Tecnologia e Inovação, com Oskar Klingl.

No Riacho Fundo I, o vice-governador Renato Santana será interino no lugar de Antônia Edileuza Lima. No Lago Norte e no Varjão, Marcos Woortmann reassume o cargo que havia deixado em agosto de 2015 para participar de uma capacitação nos Estados Unidos. Chefe de gabinete da Administração Regional do Paranoá, Alessander Carregari Capalbo deixa o posto para se tornar administrador regional do Itapoã. O Paranoá também terá novo titular: Roberto Charles Bezerra, até então assessor parlamentar na Câmara Legislativa.

A gestão do Lago Sul e do Jardim Botânico ficará a cargo de Alessandro Paiva, que deixa o cargo na Governadoria para assumir o compromisso. Em Samambaia, a gestão ficará com Paulo Antônio da Silva, antigo chefe de gabinete. O administrador regional do Guará, André Brandão, assume interinamente o SIA.

Perfis dos novos titulares

SECRETÁRIO DE JUSTIÇA

Marcelo Lourenço Coelho de Lima
Com 42 anos, o mineiro de Belo Horizonte é especialista em formulação de políticas públicas e planejamento estratégico, negociação e gerenciamento de conflitos, tem MBA em gestão pública e responsabilidade fiscal e cursou liderança estratégica inclusiva na Catalyst University, nos Estados Unidos. Em Brasília desde 1982, foi coordenador e consultor especial do governo local para formulação do plano para assuntos da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (em 2007), diretor de marketing da Federação de Desporto Aquático do DF e consultor da Fundação Jacques Cousteau do Brasil. Atuou na Câmara Legislativa e foi subsecretário de Avaliação e Gestão da Informação da antiga Secretaria de Assistência Social e Desenvolvimento Humano.

ADMINISTRADORES REGIONAIS

ITAPOÃ

Alessander Carregari Capalbo
Licenciado em filosofia pela Arquidiocese de Brasília e graduado em teologia pela Faculdade Evangélica, Capalbo foi padre por 14 anos e atuou como pároco no Paranoá. Nascido em Jaboticabal (SP), mudou-se para o Distrito Federal em 1993. Aos 41 anos, exerce, desde fevereiro de 2015, o cargo de chefe de gabinete da Administração Regional do Paranoá.

LAGO NORTE E VARJÃO

Marcos Woortmann
Gaúcho de Novo Hamburgo, tem 33 anos e veio para o Distrito Federal em 1984. Desde então, morou a maior parte do tempo no Lago Norte. Em 2011, 2012 e 2015, exerceu o cargo de administrador na região. Oriundo dos movimentos sociais, Woortmann é bacharel em ciência política e mestre em direitos humanos.

LAGO SUL E JARDIM BOTÂNICO

Alessandro Fabrício Clemente Paiva
Morador do Lago Sul durante 13 anos, Paiva, de 42 anos, nasceu em Formosa (GO) e logo mudou-se para Brasília. Atuou na Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais em 2015 e, neste ano, na Governadoria. Faz parte da organização não governamental Parceiros da Escola, que reúne cerca de 5 mil jovens voluntários para reformar instituições do Distrito Federal em parceria com a iniciativa privada. Alessandro Paiva é empresário da área da construção civil.

PARANOÁ

Roberto Charles Bezerra
Nasceu e foi criado no Paranoá. Tem 40 anos e atua como produtor cultural, líder comunitário na região e vice-presidente da Associação dos Feirantes. Foi assessor parlamentar na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

SAMAMBAIA

Paulo Antônio da Silva
Natural de Martinópolis (SP), tem 45 anos. Ingressou na carreira pública em 2005, quando foi eleito vereador em Valparaíso (GO). Atuou como secretário de Governo e Comunicação Social naquele município, secretário-adjunto de Esporte no Distrito Federal e, desde 2015, como chefe de gabinete da Administração Regional de Samambaia.

SIA

André Brandão (interino)
O brasiliense de 34 anos é administrador regional do Guará e acumulará o comando das duas administrações. É formado em engenharia elétrica com ênfase em computação e tem pós-graduação em administração pública e engenharia de produção. Atuou na Câmara Legislativa, na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal e na Centrais de Abastecimento (Ceasa-DF).

SECRETÁRIO-ADJUNTO DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS

José Flávio de Oliveira
Advogado, tem 63 anos e acumula experiência no governo do Distrito Federal como chefe da Assessoria Parlamentar de 1985 a 1990, secretário-adjunto da Casa Civil em 1990 e secretário para Assuntos Parlamentares de 1999 a 2006. Exerceu também funções de chefe de gabinete e de secretário-executivo na Câmara Legislativa, onde atuou em 2015.

Coordenador da AR de Vicente Pires explica que servidor tem que trabalhar na rua e não sentado em gabinete

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O coordenador de Administração Geral da Administração Regional do Vicente Pires, tenente-coronel da Polícia Militar, Jorge Eduardo Naime Barreto, enviou nota ao Blog do Callado explicando a razão de um número pequeno de servidores estarem na sede da administração, durante visita do presidente da Associação do Moradores do Vicente Pires, Gilberto Camargos.

Segundo o coordenador, servidor tem que está na rua e que, seguindo escalas, trabalham inclusive no fim de semana. “O contingente que permanece no gabinete, internamente à Administração, é aquele tão somente necessário para as ações administrativas desta regional”, afirma Naime, justificando as salas e mesas vazias.

O tenente-coronel ainda enviou fotos onde, em algumas delas, servidores da Administração Regional estão em ação nas ruas de Vicente Pires. E, outras imagens enviadas, mostram servidores da Agencia de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis), da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), e empregados da Conterc, empresa terceirizada para obras de drenagem.

O coordenador também sai em defesa do vice-governador, Renato Santana. Segundo ele, Santana não “tem medido esforços no sentido de manter a cidade de Vicente Pires em condições para a comunidade, sendo que diariamente todos os setores do governo tem atuado em Vicente Pires, o que tem trazido uma melhoria significativa a vida das pessoas nesta cidade, que ao assumirmos era a imagem do abandono”, festeja Naime. Em outro trecho, reconhece “a importante atuação que Gilberto Camargos” tem na cidade.

 

VEJA A ÍNTEGRA DA NOTA

Como Coordenador de Administração Geral da Administração de Vicente Pires, venho através da presente nota contradizer as informações publicadas em seu blog através de informação repassada em grupo de WhatsApp da Associação de Moradores de Vicente Pires.

Não obstante de reconhecermos a importante atuação que Gilberto Camargos tem em nossa cidade, não podemos deixar de corrigir as informações que foram postadas no referido grupo.

Há um ano a Administração de Vicente Pires vem sendo coordenada pelo senhor vice-governador Renato Santana, o qual não tem medido esforços no sentido de manter a cidade de Vicente Pires em condições para a comunidade, sendo que diariamente todos os setores do governo tem atuado em Vicente Pires, o que tem trazido uma melhoria significativa a vida das pessoas nesta cidade, que ao assumirmos era a imagem do abandono.

Diariamente todos os servidores desta Administração estão nas ruas da cidade acompanhando obras, ouvindo demandas da comunidade, acompanhando ações da Agefis, ações da Caesb, da CEB e de vários outros órgãos do governo, de forma que o contingente que permanece no gabinete, internamente à Administração, é aquele tão somente necessário para as ações administrativas desta regional.

Entendemos que o servidor de Administração Regional tem que estar é na rua, trabalhando, ouvindo o cidadão, resolvendo e encaminhando as demandas da população, e não meramente sentado em um gabinete para fim de cumprir horário.

Como prova disso lhe enviei em seu WhatsApp diversas fotos, que mostram os servidores nas ruas trabalhando.

Os horários dos servidores desta Administração não são regulares, trabalham sábado, domingos, dias de semana até altas horas com o intuito de estarem presentes em reuniões da comunidade, reuniões de conselhos comunitários, de onde trazem para a administração os reais problemas que vem atingindo a esta comunidade.

Estamos sempre a disposição da população de Vicente Pires tentando fazer o nosso melhor possível, mesmo com todas as dificuldades que uma cidade não regularizada nos proporciona.

Atenciosamente

Jorge Eduardo Naime Barreto – Coordenador de Administração Geral RA XXX

Rollemberg vai lançar eleições diretas de administradores regionais

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Por Helena Mader, do CB Poder – O governador Rodrigo Rollemberg anuncia na tarde desta quarta-feira detalhes sobre as eleições para administrador regional. O GDF vai enviar à Câmara Legislativa um projeto de lei com as novas regras para a escolha dos administradores. A eleição para o cargo foi uma das principais promessas de campanha do governador.  Rollemberg também deve anunciar trocas em algumas administrações regionais.

Rollemberg anuncia hoje a tarde mais mudanças no governo

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Nesta quarta-feira (20), às 15h, o governador Rodrigo Rollemberg anuncia mudanças no Governo de Brasília. O comunicado para a imprensa será no Salão Nobre do Palácio do Buriti.

 

Serviço: Anúncio de mudanças no governo

Horário: 15h

Local: Salão Nobre, Palácio do Buriti

 

Desemprego no Brasil sobe para 10,2%, revela pesquisa do IBGE

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Por Nielmar de Oliveira – A taxa de desemprego no trimestre móvel encerrado em fevereiro deste ano foi estimada em 10,2% para a totalidade do país, ficando 1,2 ponto percentual acima da taxa do trimestre encerrado em novembro de 2015 (9%) e superando a do mesmo trimestre do ano anterior, que havia sido de 7,4%. O Brasil tem hoje 10,4 milhões de pessoas sem ocupação.

Os dados do desemprego foram divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua). Este é o maior resultado da série histórica iniciada em 2012 e chega pela primeira vez aos dois dígitos.

A pesquisa indica que o desemprego atingia no fechamento do trimestre encerrado fevereiro 10,4 milhões de pessoas, crescendo 13,8% (mais 1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro do ano passado. No confronto com igual trimestre do ano passado (dezembro, janeiro e fevereiro) a alta do desemprego chegou a 40,1% (mais 3 milhões de pessoas).

Já a população ocupada constatada pelo IBGE no fechamento do trimestre encerrado em fevereiro era de 91,1 milhões de pessoas, apresentando redução de 1,1%, quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 1 milhão de pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2015, houve queda de 1,3% (menos 1,2 milhão de pessoas).

Os dados indicam que o número de empregados com carteira assinada no setor privado apresentou queda de 1,5% frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 527 mil pessoas). Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a redução foi de 3,8% (menos 1,4 milhão de pessoas).

Rendimento

Os dados divulgados hoje pelo IBGE sobre a Pnad Contínua do trimestre encerrado em fevereiro indicam que o rendimento médio real recebido pelo trabalhador brasileiro fechou fevereiro em R$ 1.934, ficando estável frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015, que foi de R$ 1.954. No entanto, houve queda de 3,9% quando a comparação se dá com o mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.012).

Já a massa de rendimento real habitualmente recebida pelas pessoas ocupadas em todos os trabalhos fechou fevereiro em R$ 171,3 bilhões, uma redução de 2% em relação ao trimestre de setembro a novembro do ano passado e redução de 4,7% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

Carteira de trabalho

A queda de 1,5% no total de trabalhadores com carteira assinada no trimestre fechado em fevereiro significa que 527 mil trabalhadores do setor privado deixaram o mercado formal. Na comparação com igual trimestre do ano passado (período de um ano), a redução foi de 3,8% (-1,4 milhão de pessoas).

Já a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada apresentou redução de 3,8% (-382 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e de – 4,8% (-493 mil pessoas) quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.

A participação de empregadores apresentou redução de 5,8% (-233 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e, em relação ao mesmo trimestre de 2015, caiu 5,4% (-215 mil pessoas).

Já a categoria dos trabalhadores por conta própria acusou aumento de 3,0% (676 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e, na comparação com o mesmo trimestre de 2015, constatou-se aumento de 7,0% (1,5 milhão de pessoas).

Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em fevereiro de 2016 foi calculada a partir de dados coletados em dezembro/2015, janeiro/2016 e fevereiro/2016.