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URGENTE: GDF convoca reunião emergencial com sindicatos dos servidores públicos

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. De acordo com o Sinpro, 1.500 professores participavam da manifestação.

 

Na manhã desta segunda-feira, 14, os sindicatos que representam os servidores públicos do Distrito Federal, inclusive o Sinpro, receberam convocação para reunião emergencial com o governador Rodrigo Rollemberg, que será realizada ainda na tarde de hoje. O Governo não quis adiantar a pauta, mas pelas informações de bastidores será o pacote de “ajuste” a ser anunciado oficialmente amanhã, terça-feira. Claro que bem bomba por ai…

Por: Washington Dourado

Rollemberg quer distritais em supersecretarias. Delmasso, Júlio Cesar e Raimundo Ribeiro são cotados

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Deputados Rodrigo Delmasso, Raimundo Ribeiro podem ocupar novas secretarias do GDF
Deputados Rodrigo Delmasso, Raimundo Ribeiro podem ocupar novas secretarias do GDF

 

Por Fred Lima – A reforma do secretariado no Governo de Brasília enfim deve ocorrer esta semana. Aproveitando o momento, o governador Rodrigo Rollemberg quer resolver duas coisas de uma vez só, unificando algumas secretarias e trazendo para elas deputados distritais. A crítica que mais se fez ao governador na Câmara Legislativa, durante o primeiro semestre, era a de que nenhum distrital tinha sido contemplado com uma secretaria.

Vendo que sua base aliada não estava satisfeita com um secretariado só formado por técnicos, Rollemberg resolveu agir e tudo indica que vai tirar do papel o projeto das supersecretarias. Os nomes cotados são:

  • Julio César– Turismo, Cultura e Esportes
  • Raimundo Ribeiro– Justiça, Direitos Humanos, Criança, Mulher e Igualdade Racial
  • Rodrigo Delmasso– Habitação e Meio Ambiente

Arrecadação do GDF supera 2014, mesmo assim faltam recursos para pagar servidores e credores

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Donny

 

O Buriti já arrecadou até agora R$ 19,4 bilhões, mais do que em todo ano de 2014, no qual se arrecadou R$ 19,3 bilhões. As despesas estão em R$ 16,8 bilhões

Por Donny Silva – No sábado, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) se reuniu com a secretária de Planejamento, o secretário de Gestão Administrativa, o secretário de Fazenda, o secretário de Relações Institucionais, a procuradora-geral, a secretária de Comunicação e o chefe de Gabinete e outros assessores para tratar do pacote de reestruturação que vai anunciar nesta semana.

A redução das secretarias é certa. A redução dos cargos em comissão também. Mas os números não batem. Não se consegue explicar o que o próprio governo vem publicando. Os cargos comissionados não representam tanto quanto parece; trata-se de um ajuste mais moral do que financeiro. Representam cerca de R$ 20 milhões/mês de uma folha de R$ 1,4 bi. O problema está na falta de gestão de pessoal. Quem responde pelo limite de gastos perante a lei é a secretária de Planejamento, logo o secretário de Gestão Administrativa vem fazendo o seu trabalho de acordo com as suas prioridades.

Por quê ainda não fizeram a tão falada auditoria da folha, anunciada no decreto do primeiro dia de governo, que afirmavam ser a solução? Sistema de RH de governo, o que se sabe, se leva de 4 a 5 anos para ser implantado, logo, não virá nesse governo?

Curioso é que o GDF já arrecadou até agora R$ 19,4 bilhões, mais do que em todo ano de 2014, no qual se arrecadou R$ 19,3 bilhões. As despesas estão em R$ 16,8 bilhões. O secretário de Gestão só fala em dívida e atraso de pagamento. O secretário de Fazenda demonstra uma arrecadação que contradiz o discurso do terror do secretário de Gestão.

Outra questão intrigante, é que só se fala de falta de recurso para pagar servidores e credores, mas o mercado recebeu um pedido de cotação do GDF, com prazo de resposta até 26 de agosto último, para a compra de um novo sistema de gestão de pessoas do governo, estimado em R$50 milhões. Coincidência ou não, a empresa que está na frente é de São Paulo, sede anterior do atual secretário de Gestão.

Será que o governador vai conseguir resolver esses problemas de gestão em que as ações dos agentes não condizem com os números?

ARTIGO A curva de Laffer , o ‘S’ de Senna e os 7×1 da economia brasileira

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rogerio rosso

 

Por Rogério Rosso

Não é tarefa fácil identificar se estamos no início, no meio ou no final da crise econômica que se instalou no Brasil. Difícil também apontar quais foram ou são as causas que permitiram chegarmos nesse ponto. Contudo a população brasileira já demonstra de forma clara e legítima sua incredulidade e insatisfação quanto aos rumos da política econômica e perspectivas de curto e médio prazos.

Acompanhamos com muita preocupação as medidas que o governo está adotando para ajustar suas finanças.  O mais certo é que ao analisarmos o fraco comportamento dos principais indicadores – inflação, variação do PIB, arrecadação tributária, taxa de desemprego, câmbio, taxa de juros, mercado interno, estoque da indústria/comércio, investimentos externos, crédito, inadimplência, etc –  percebemos que estamos distantes do equilíbrio necessário.

Dentre as medidas governamentais já tomadas esse ano merece destaque as que mudaram regras trabalhistas e previdenciárias e o projeto que reduziu incentivos fiscais de diversos setores produtivos (Desoneração). Convém apontar também a implantação do inédito Programa de Proteção ao Emprego – PPE, o plano safra, o programa de concessões, parcerias e exportação.

Essas medidas se mostram insuficientes e ainda não surtiram efeitos ou resultados esperados, haja visto o próprio déficit declarado no Projeto da Lei Orçamentária da União para 2016 e o danoso rebaixamento do rating do Brasil para a categoria “especulativa” pela agência de risco ‘Standard & Poor’s – S&P, chamando a atenção da comunidade internacional para a deterioração fiscal brasileira. O governo precisa primar pela eficiência na gestão, banir de forma contundente a corrupção, cortar exemplarmente gastos públicos e preservar investimentos em projetos estruturantes e de elevado alcance social. É condição imperiosa para o crescimento imediato do Brasil enfrentarmos de forma definitiva as urgentes reformas na previdência, no sistema tributário e na repactuação dos Entes Federados no que tange a distribuição de recursos.

Causa-nos, porém, muito mais espécie quando assistimos importantes auxiliares da Presidente Dilma defenderem a simplista e equivocada alternativa de aumento de impostos e carga tributária. Sugiro que esses auxiliares, antes de manifestarem-se, visitem as indústrias, as plantações, os silos, os galpões, os Portos, as rodovias, os laboratórios, as universidades, as micro e pequenas empresas, as entidades sindicais e patronais , bem como os milhares de estabelecimentos comerciais que estão fechando por todo o Brasil – seguramente vão perceber que o País para crescer precisa ser mais competitivo, inovador, exportador e empreendedor.

A carga tributária brasileira já ultrapassou a parábola descendente de ‘ Laffer’ – aumentá-la é definhar economicamente. Temos que fortalecer nossas vocações econômicas canalizando esforços e recursos na produção. Países desenvolvidos e que passaram por ajustes com bons resultados protegeram suas empresas e ambientes de negócios a todo custo. O Governo precisa se inspirar nos exemplos de superação e altivez do povo brasileiro. Imagino se o saudoso Airton Senna fosse um auxiliar da presidente Dilma – certamente ele estaria fazendo de tudo para romper paradigmas e  adversidades, valorizando como sempre nosso Brasil, nossos produtos  e certamente levaria para onde fosse o orgulho brasileiro. Somos o País do futebol, mas do que adianta termos um time de estrelas, comissão técnica de elite… porém perder de 7×1 da Alemanha em nosso próprio território. Esperamos que a S&P não seja a seleção alemã da economia brasileira e gostaria de sugerir que no novo slogan do Governo Federal fosse acrescentado:”   Brasil – Pátria Educadora e Empreendedora”.

 

  • Rogério Rosso, advogado, tributarista, ex-governador do DF, deputado federal, líder do PSD na Câmara dos Deputados

Novo subsecretário de Atenção a Saúde explica polêmica sobre sua nomeação

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Robinson Parpinelli entrou em contato com o Blog e afirma não haver impedimentos para sua nomeação

O subsecretário de Atenção à Saúde, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Robinson Parpinelli, entrou em contato telefônico com o Blog na tarde deste domingo para explicar a polêmica sobre a sua nomeação. Depois, enviou, por e-mail, uma nota explicando os fatos. Afirmou, entre outras coisas, que não há nenhum impedimento legal para exercer o cargo. Ele vai controlar as compras de medicamentos da Secretaria. Parpinelli ainda vai ter sob o seu comando os hospitais da Rede Pública de Saúde. A Subsecretaria de Atenção à Saúde é a mais importante da Secretaria.

As três questões que geraram polêmica sobre a nomeação foi ainda estar em estágio probatório; estar exercendo cargo em hospital particular conveniado com a Secretaria de Saúde e responder ações judiciais. Ele foi nomeado na edição de quinta-feira (10) do Diário Oficial do Distrito Federal.

Com relação ao estágio probatório, ele confirmou a informação, mas fez ponderações. Ele entrou nos quadros da Secretária de Saúde como concursado em 28 de janeiro de 2013, conforme o Diário Oficial nº 20/2013. O prazo de estágio probatório é de três anos e só termina em janeiro de 2016.

Robinson Parpinelli informa que está completando em 2015 vinte anos de formado em medicina. “Carreira que construí com muito empenho e esforço para dar sempre o melhor de mim em prol da sociedade como médico e gestor de saúde”, destaca.

Parpinelli explica que tem experiência comprovada, tendo exercido o cargo de gestor de algumas das mais importantes instituições de saúde de Pernambuco e de Brasília. “Trabalhei por 3 anos no sistema Unimed, inicialmente como Superintendente da Rede Própria da Unimed Brasília e, após, como consultor a serviço da Unimed do Brasil para gerir o programa de custos hospitalares do Sistema Unimed”, destaca.

Sobre o estágio probatório, explica que inicialmente começou na Secretaria de Saúde do DF como médico intensivista com lotação na UTI do Hospital de Base do DF em 2012 com contrato temporário de trabalho (mat. 1439020-7) e prestando concurso público na primeira oportunidade disponível, para efetivar o vínculo, sendo aprovado em quatro lugar.

Com relação em ser diretor clínico da empresa Hospitais Associados LTDA, que seria conveniada com a Secretaria de Saúde, Parpinelli informa que em 2009 participou de um projeto que culminou na formação dos Hospitais Associados, unidade de saúde que em nenhum momento de sua vida jurídica e operacional (a empresa encerrou suas atividades em 2010 e consta como inativa desde então) teve qualquer contrato com a Secretaria de Saúde, ou qualquer órgão da administração pública.

A Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde (SUS) nº 8.080, no Artigo 28 diz: Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidos em regime de tempo integral.

O terceiro ponto polêmico é sobre uma ação na Terceira Vara Cível de Brasília, no processo nº 2015.01.1.075012-D, envolvendo o médico e a Cooperativa Centro Brasileira de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais da Saúde Ltda, de busca e apreensão em Alineação Fiduciária. Robinson Parpinelli explica que o fato de ter um processo em andamento no TJDF é de relação consumeirista e o mesmo encontra-se em fase de conciliação das partes. “Seu conteúdo não fere em nada minhas atividades profissionais tendo em vista que se refere apenas a discordância sobre a cobrança de parcelas adicionais de um veículo”, ressalta o subsecretário.

 

Segue abaixo a nota enviada ao Blog pelo senhor Robinson Parpinelli:

Caro Sr. Ricardo Callado,

Venho por esta, mui respeitosamente, esclarecer alguns pontos que acho essenciais para noticiá-lo e à sociedade brasiliense como um todo. Estou completando este ano meu vigésimo aniversário de formatura, carreira que construí com muito empenho e esforço para dar sempre o melhor de mim em prol da sociedade como médico e gestor de saúde. Fui gestor de algumas das mais importantes instituições de saúde de Pernambuco e, por dizer também de Brasília e do Brasil. Trabalhei por 3 anos no sistema Unimed, inicialmente como Superintendente da Rede Própria da Unimed Brasília e, após, como consultor a serviço da Unimed do Brasil para gerir o programa de custos hospitalares do Sistema Unimed.

Inicialmente comecei meu relacionamento na Secretaria de Saúde do DF como médico intensivista com lotação na UTI do Hospital de Base do DF em 2012 com contrato temporário de trabalho (mat. 1439020-7) e, oportunamente, prestei concurso público na primeira oportunidade disponível para tal, para efetivar meu vínculo, onde obtive êxito e fui conduzido ao cargo de efetivo como já é de seu conhecimento.

Informo que em 2009 participei de um projeto que culminou na formação dos Hospitais Associados, unidade de saúde que em nenhum momento de sua vida jurídica e operacional (a empresa encerrou suas atividades em 2010 e consta como inativa desde então) teve qualquer contrato com a SES/DF ou qualquer órgão da administração pública.

Com relação ao fato de ter um processo em andamento no TJDF informo que é de relação consumeirista e o mesmo encontra-se em fase de conciliação das partes, seu conteúdo não fere em nada minhas atividades profissionais tendo em vista que refere-se apenas a discordância sobre a cobrança de parcelas adicionais de um veículo.

Aproveito e encaminho em anexo resumo de meu curriculum vitae para dar luz aos meus argumentos.

Aproveito para ensejar os meus votos de cordialidade e respeito,

Robinson Parpinelli.

 

 

Nomeação de subsecretário da Saúde gera polêmica: estágio probatório, ações na justiça e conflito de interesses

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Robinson Capucho Parpinelli ainda se encontra em estágio probatório na Secretaria de Saúde
Robinson Capucho Parpinelli ainda se encontra em estágio probatório na Secretaria de Saúde
 

São três questões que podem gerar polêmica sobre a nomeação de Robinson Capucho Parpinelli: Ele ainda estar em estágio probatório; estar exercendo cargo em hospital particular conveniado com a Secretaria de Saúde e responder ações judiciais.

O Diário Oficial do Distrito Federal trouxe em sua edição de quinta-feira (10) a nomeação do médico Robinson Capucho Parpinelli, para assumir a mais importante Subsecretaria da Secretaria de Saúde, a de Atenção a Saúde (SAS). Ele vai controlar, entre outras coisas, as compras de medicamentos da Secretaria. Parpinelli ainda vai ter sob o seu comando os hospitais da Rede Pública de Saúde.

Os problemas em sua nomeação começam porque o novo subsecretário de Atenção a Saúde é diretor clínico da empresa Hospitais Associados LTDA (CNPJ 112.511.570/0001-06, conveniada com a Secretaria de Saúde. Por este motivo já haveria conflito de interesse.

A Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde (SUS) nº 8.080, no Artigo 28 diz: Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidos em regime de tempo integral.

Outro problema que impossibilitaria Robinson Parpinelli de exercer o cargo é ele ainda está em estágio probatório. Sua nomeação para os quadros da Secretária de Saúde foi publicada no dia 28 de janeiro de 2013, conforme o Diário Oficial nº 20/2013. O prazo de estágio probatório é de três anos e so termina em janeiro de 2016.

Ainda corre em desfavor de Robinson Parpinelli uma ação na Terceira Vara Cível de Brasília, no processo nº 2015.01.1.075012-D, envolvendo o médico e a Cooperativa Centro Brasileira de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais da Saúde Ltda, de busca e apreensão em Alineação Fiduciária.

São três questões que podem gerar polêmica sobre a nomeação de Robinson Capucho Parpinelli: Ele ainda estar em estágio probatório; estar exercendo cargo em hospital particular conveniado com a Secretaria de Saúde e responder ações judiciais. É preciso analisar o que diz a lei sobre esses casos.

Novo subsecretário é diretor clínico da empresa Hospitais Associados LTDA
Novo subsecretário é diretor clínico da empresa Hospitais Associados LTDA
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Parpinelli responde uma ação na Terceira Vara Cível de Brasília, no processo nº 2015.01.1.075012-D, junto com a Cooperativa Centro Brasileira de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais da Saúde Ltda, de busca e apreensão em Alineação Fiduciária.

Governo avalia recuar sobre derrubadas de casas na Chácara 94, no Vicente Pires

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vicente pires

Deputados se revoltam com anúncio de novas derrubadas na cidade, cobram cumprimento de acordo feito com o governador e ameaçam obstruir trabalho na Câmara

Da Redação Radar Condomínios – Caso o governador Rodrigo Rollemberg insista em manter a ordem de serviços para derrubar as mais de 50 casas da Chácara 94, localizada na Rua 3 de Vicente Pires, e não manter o acordo feito no dia 6 de agosto com um grupo de deputados distritais, a Câmara Legislativa entrará em obstrução. O recado teria partido da própria presidente da CLDF, Celina Leão (PDT), nesta sexta-feira (11) logo após o Radar ter publicado a noticia de que ocorreriam as operações de derrubadas na próxima segunda-feira em Vicente Pires.

As ameaças de obstrução da pauta pelos distritais, ou seja, não votando nenhum projeto de interesse do governo, teria levado o governador Rodrigo Rollemberg a desautorizar a presidente da Agefis, Bruna Pinheiro de realizar as operações de derrubadas contra a Chácara 94.

O deputado Bispo Renato (PR), presidente da CPI dos Transportes, e o relator Raimundo Ribeiro (PSDB), que defendem um amplo debate com o governo em busca de uma alternativa que resolva o grave problema fundiário da região de Vicente Pires, afirmaram que não votarão a favor do crédito suplementar de R$ 54 milhões, pedido pelo governador Rollemberg, para custear o sistema de transportes públicos do DF.

O debate que a Câmara Legislativa quer fazer sobre esse tema, na visão dos deputados, é sobre o porque o Governo de Brasília, que emprega a violência contra quem adquiriu um lote de boa-fé e construiu a sua casa autorizada pelo GDF, como foi o caso dos moradores da Chácara 200 de Vicente Pires, e esse mesmo governo nunca quis saber de identificar e punir severamente os grileiros que vendem abertamente terras publicas cujo esquema tem seus tentáculos dentro do próprio GDF e dentro de alguns cartórios de registros de imóveis.

Os distritais consideram que o Buriti deveria reforçar as políticas de prevenção atacando o mal pela raiz. O deputado Ricardo Vale (PT) acha, por exemplo, que o governo deveria reencaminhar à Câmara os projetos de PPCUB e LUOS, para que a questão fundiária possa ter uma solução definitiva em todo DF.

Os projetos estavam na Câmara para votação no primeiro semestre, mas o Buriti retirou ambos para reavalição. A vice-presidente da Câmara Legislativa, Liliane Roriz (PRTB) considera que o governo poderia ter oferecido aos moradores de Vicente Pires a alternativa de comprar lotes em regiões regulares. Nesse sentindo, a parlamentar sugeriu que o governo determine um prazo para que as famílias possam fazer a aquisição e a mudança.

Agaciel Maia (PTC) questionou a transparência do governo. “Os órgãos do governo precisam criar um critério linear e transparente nos procedimentos quanto a derrubada de invasões. Todos os deputados são contra invasões. Agora o critério discricionário de derrubar A, B ou C é que os deputados estão questionando”, explicou.

Diante da forte reação da CLDF, o governador estaria propenso a recuar sobre as operações de derrubadas previstas para a próxima segunda-feira. “Ele não cumpre nada o que diz”, rebate o deputado Wellington Luiz (PMDB), que fez parte da comissão de deputados e moradores durante a derrubada da Chácara 200 de Vicente Pires, momento em que ficou acordando entre o governo e o Legislativo que nada seria derrubado em Vicente Pires sem antes criar alternativa para resolver o impasse. Vicente Pires vai continuar em estado do alerta.

GDF retira acampados de área em frente à Secretaria de Fazenda

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Acampamento em frente à Secretaria de Fazenda (Foto: TV Globo/Reprodução)
Acampamento em frente à Secretaria de Fazenda (Foto: TV Globo/Reprodução)

Acampamento por prorrogação de auxílio-aluguel de R$ 600 durou 70 dias. Não houve registro de confusão, diz PM; operação começou às 6h.

O governo do Distrito Federal iniciou às 6h deste sábado (12) uma operação de retirada de mais de cem barracas de integrantes do Movimento Resistência Popular pelo Direito à Cidade (MRP), que há 70 dias ocupavam o estacionamento da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal, no Setor Bancário Norte.

Os acampados pediam a prorrogação de auxílio-aluguel de R$ 600 pagos pelo GDF e a inscrição de mais famílias no programa. Segundo um líder do grupo, Edson Silva, os manifestantes pretendiam ocupar o espaço até terem uma casa liberada num dos programas do governo.

Coordenador da operação de retirada, o coronel Alexandre José da Silva, da Subsecretaria de Ordem Pública e Social (Sops), afirma que não houve registro de confronto durante a ação. “No momento em que chegamos tinham em torno de cem barracas de camping montadas e em torno de 50 pessoas no local”, disse. “Eles estavam acampados há 70 dias. Durante esse tempo, o governo negociou com o movimento a saída deles, ofereceu todos os apoios sociais possíveis e eles não aceitaram.”

Segundo ele, o espaço ocupado estava em condições “insalubres”. “Tivemos nessa semana um caso de furto de energia no local. Estavam utilizando a área pública como banheiro, havia um odor desagradável na área, além de outros fatores”, disse. “Também foi registrada a presença de algumas situações de consumo de tráfico de drogas no local, que levou a esgotar todas as possibilidade de negociação com o movimento.”

Participaram da operação as Polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros, a Agefis, a Terracap, Novacap e Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social. Às 9h, o grupo já havia desocupado o estacionamento, que passava por uma limpeza. “Não houve confronto, negociamos com eles e eles saíram pacificamente. Pedimos que retirassem o material deles, demos apoio com nossos caminhões”, afirmou.

Protesto – Nos últimos dois meses, o grupo fez diversos atos para protestar contra o corte do benefício. Durante o desfile de 7 de setembro, os manifestantes queimaram pneus próximo à Rodoviária do Plano Piloto. Eles também tentaram invadir o Palácio do Buriti e bloqueram vias com pneus queimados.

No acampamento, o grupo dividia um único fogão para preparar as refeições servidas no almoço e jantar. A maior parte dos manifestantes mora nas regiões de Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia e Santa Maria. Entidades de assistência social enviam mantimentos como arroz e cenoura.

Em nota, o GDF informou que existem as famílias de manifestantes que não receberam as 12 parcelas do benefício a que têm direito e que terão acesso ao recurso. Nos outros casos, segundo o governo, somente a Câmara Legislativa pode decidir sobre uma prorrogação do repasse, em lei.

As famílias estão aqui porque não têm aonde ir”, disse Silva. Outra integrante do grupo, Rosa Silva, reclamou do frio que sente à noite. “Moro numa invasão em Samabaia, e vim aqui para apoiar nossa demanda”, disse a mulher de 42 anos.

Já uma funcionária que trabalha perto do local onde o acampamento está instalado relatou sentir “medo” ao ir ao trabalho. “Nunca sei o que pode acontecer. Normalmente todo mundo está quieto, mas do nada começam a colocar fogo em pneus”, diz a recepcionista Tayrine Vieira.

Benefício

Pelas regras do programa que concede o auxílio-moradia, o benefício é válido por até um ano, prazo que já venceu para os manifestantes. Segundo um dos líderes do movimento, Edson Silva, o governador Rodrigo Rollemberg prometeu em fevereiro que estenderia o tempo de pagamento do auxílio por meio de uma mudança no decreto que estabelece a questão. Uma parcela de dezembro do ano passado que estava atrasada foi quitada nesta quinta, de acordo com o GDF. (Do G1 DF)

Vice-governador Renato Santana defende nova relação Governo-Setor Produtivo

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O vice-governador foi saudado pelo presidente do LIDE BRASÍLIA, Paulo Octavio, que traçou a carreira política de Renato Santana, até sua eleição para o cargo de vice-governador. “
O vice-governador foi saudado pelo presidente do LIDE BRASÍLIA, Paulo Octavio, que traçou a carreira política de Renato Santana, até sua eleição para o cargo de vice-governador. “

 

Para ele, falta ao servidor a iniciativa de avaliar o potencial dos empreendimentos

Combater a chamada “Síndrome da Bolha”, que é o distanciamento dos servidores públicos do setor produtivo, é a principal missão do vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana. Ele foi o convidado dos membros do LIDE BRASÍLIA para o almoço-debate, realizado no Kubitschek Plaza Hotel. Além da presença de mais de 30 associados do grupo, o evento foi prestigiado pelo senador Hélio José, pelo deputado federal Laerte Bessa e pelo secretário de Cultura do DF, Guilherme Reis.

O vice-governador foi saudado pelo presidente do LIDE BRASÍLIA, Paulo Octavio, que traçou a carreira política de Renato Santana, até sua eleição para o cargo de vice-governador. “Nascido em Brasília e servidor público de carreira há mais de 20 anos, ele é o primeiro vice-governador que nasceu e mora em uma região administrativa fora do Plano Piloto. E prega, no poder público, uma política inovadora, tendo contribuído com o setor produtivo na busca de resolver os inúmeros gargalos que entravam e atrasam a cidade há anos. Gargalos que precisam ser removidos urgentemente, permitindo que voltemos a crescer”, destacou.

Em seguida, o vice-governador fez uma palestra com o tema “A Síndrome da Bolha: Mudança de Padrão nas Relações Governamentais”. Agradecendo o convite do grupo empresarial, ele destacou o papel do servidor, dizendo que não se pode olhar para o setor produtivo como adversário. “A percepção que tenho hoje, com 21 anos de serviço público, é que o estado constituído e o setor produtivo começaram a se enxergar como adversários. Essa Síndrome da Bolha, que eu costumo chamar falando dos gabinetes, tem o poder de alterar o DNA das pessoas. Ele vira governador, senador, deputado e se transforma. Começa a ficar com uma visão turva. Essa síndrome tem inúmeros sinais, como se achar senhor de tudo e de todos. Como combater? Sair do tradicional. Sair do habitual, do gabinete. Sair daquilo que se chama de lógica”, disse.

Dando peso adequado ao servidor público, o vice-governador mostrou a importância do funcionalismo, que é o principal personagem da cadeia de consumo do DF, sem minimizar o papel do empresariado. “Quando o governo vai bem, a cadeia produtiva vai bem. Quem é o comprador potencial do mercado do DF? Não é o servidor público? A Secretaria de Saúde do DF tem 34 mil servidores, com média de R$ 10 mil. Em lugar nenhum do mundo há uma empresa com uma média destas. Mas o estado, que mantém estes servidores, não consegue colocar em caixa valores que empatem despesa e receita. Hoje, dia 10 de setembro, se tivéssemos que pagar os salários de novembro dos servidores, faltaria R$ 1,5 bilhão. O efeito disso é uma cidade no caos”, alertou.

O vice-governador apontou distorções de arrecadação. “Imaginem vocês que Belo Horizonte tem 100 mil imóveis a menos que o DF e arrecada R$ 2,5 bilhões em IPTU. Aqui, arrecadamos pouco mais de R$ 500 milhões, com previsão de gastos com coleta de lixo de R$ 500 milhões. A conta não fecha. Os problemas foram se acumulando e agora estamos sofrendo os efeitos de desajustes na condução da máquina pública”, complementou. Para isso, defendeu que os servidores saiam dos gabinetes para avaliar os empreendimentos. “Eu digo que sair da bolha é pegar os processos mais importantes e começar a calcular quantos empregos a obra vai gerar, quanto será arrecadado quando ficar pronto. Essa é a linha de ação que o servidor deve ter sempre. Qualquer coisa diferente disso, o servidor está acometido desta grave síndrome, a Síndrome da Bolha”, alertou. E disse que o distanciamento dos setores público e privado causa esse tipo de distorção. “Criou-se um ambiente em Brasília de que todo mundo é bandido e que todo servidor não trabalha. Culpa desta grave Síndrome da Bolha. Se um empreendedor e um servidor sentarem-se à mesa, isso é visto como um crime grave. Fomos deixando que a ação de alguns virasse a de todos”, completou.

Defendendo a manutenção dos servidores públicos, mas combatendo a ineficiência nestas estruturas, Renato Santana pretende qualificar os quadros do DF. “A demissão de servidores é ruim para o estado e para a economia. Mas o servidor que não quer trabalhar, pau nele. Vocês não ficam com executivos que não querem trabalhar. Por que o Estado tem de ficar? Quando eu visito um empresário que me diz que um empreendimento está parado há 30 dias no protocolo, eu tenho certeza que este servidor não pode estar nesta posição, por não ter noção do que está ali. Por isso, o gestor tem de sair do gabinete e ir para ponta. Se a gente não sai para entender o empreendimento, não devemos estar no cargo”, alertou.

Em relação às críticas que tem recebido pelo seu papel de protagonista, o vice-governador reforçou seus laços de lealdade com o governador Rodrigo Rollemberg e reafirmou que sua origem trabalhadora e o compromisso de fazer a cidade desenvolver-se serão prioridade. “Tenho ouvido as pessoas dizerem que eu estou muito ‘aparecido’. Eu estou é trabalhando. Isso é fruto da Síndrome da Bolha. Eu só sei trabalhar, aprendi isso na feira e não consigo não estar na ponta, servindo”, avisou.

Buscando atrair mais negócios para a cidade, Renato Santana citou como exemplo o uso do Estádio Mané Garrincha, que custou mais de R$ 2 bilhões, e que tem dificuldades de ser utilizado por conta da inflexibilidade nas negociações das taxas de uso, hoje em 8%, para atrair mais jogos, tendo perdido partidas para outras praças, como Cuiabá. “O desconto em três pontos percentuais será maior que a partida vai gerar em termos de hotel, combustível, taxistas, segurança, refeições? Essa é a conta que se tem de fazer. O servidor se apega em um desconto de R$ 20 mil em detrimento do resto… Como eu sei disso? Fui para a ponta”, exemplificou, dizendo que o momento é salvar a atividade do setor público e do setor privado, com maior integração.

É preciso fazer o que vocês fazem com maestria: trabalhar com cabeça de empreendedor Enquanto houver um com o rastro da burocracia, da Síndrome da Bolha e da corrupção, nós vamos estar lá. Os empresários não precisam ter o sentimento de incluir na tabela um índice de despesa a serviço da corrupção. Se vierem em meu nome ou do governador, podem apontar. Se for servidor, será demitido e preso”, acrescentou, citando que, por isso, tem ido aos empreendimentos, também para combater a corrupção. “Nós vamos achar quem faz isso. Infelizmente, é a corrupção que tem trazido esta cena de momento”, concluiu, para depois entregar ao associado Adalberto Valadão a carta de habite-se de um empreendimento.

Em seguida à palestra, o secretário de Cultura, Guilherme Reis, apresentou aos empresários o mais novo projeto da pasta: a Lei de Incentivo à Cultura do DF (LIC), que permite o uso de tributos locais, como ICMS e ISS, com incentivos que variam de 80% a 99%. “O apelo que fazemos é que estudem esta possibilidade, pois isso pode ser um incentivo para a geração de empregos na área cultural”, destacou, lembrando que sua pasta recebe apenas 0,49% do orçamento do DF.

ENTREVISTA // Criatividade, transparência, eficiência e inovação para sair da crise, aposta administrador do Plano

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Igor Torkarski, administrador regional do Plano Piloto
Igor Torkarski, administrador regional do Plano Piloto

O administrador do Plano Piloto, Igor Torkarski, em nerevista ao Blog do Callado, fala sobre as dificuldades da crise e da missão principal de ser elo de comunicação entre o Governo de Brasília e a população. Para ele, cabe aos administradores, enquanto atuais gestores, dedicação diuturnamente para encontrar com criatividade, transparência, eficiência e inovação, atender os anseios da população, e fazer com que Brasília volte a ser reconhecida como a Capital da Esperança. Além disso, Tokarski afirma que o governo precisa estar está comprometido e entrosado, para que em todos os seus níveis, o objetivos sejam alcançados.

Quais os maiores desafios da Administração Regional do Plano Piloto?

O Plano Piloto é a área central da Capital Federal do Brasil, sede do governo do Distrito Federal, e dos poderes da República. A sua área, patrimônio mundial pela Unesco, devido ao seu conjunto arquitetônico e urbanístico, hospeda ainda 124 embaixadas estrangeiras. Assim, a cidade constitui-se de moradores e frequentadores bastante exigentes, os quais conhecem seus direitos e sabem apontar os problemas de uma cidade. A Administração Regional deve ser compreendida como principal elo de comunicação entre o Governo de Brasília e a população. Nesse sentido, um dos maiores desafios é fazer com que a Administração do Plano Piloto seja reconhecida como referência para o diálogo na busca de soluções e de uma agenda positiva para a cidade.

Como administrar em meio à crise financeira que enfrenta o governo e sem autonomia financeira?

Desde que iniciada a gestão frente ao Governo de Brasília, todos os setores do governo têm enfrentado senão a pior, uma das mais graves crises financeiras do Distrito Federal. Cabe à nós, enquanto atuais gestores, dedicarmos diuturnamente para encontrarmos com criatividade, transparência, eficiência e inovação, atender os anseios da população, e fazer com que Brasília volte a ser reconhecida como a Capital da Esperança, em que milhares e milhares de brasileiros aqui vieram para depositar seus sonhos. Além disso, para enfrentarmos essa crise, todo o Governo de Brasília está comprometido e entrosado, para que em todos os seus níveis, o objetivos sejam alcançados.

A Administração tem projetos para revitalizar áreas como a W3 Sul e o SCS?

Administração Regional do Plano Piloto tem se articulado com órgãos como, a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos – SINESP e a Companhia Energética de Brasília – CEB, Secretaria de Gestão do Território e Habitação, Sebrae e entidades representativas do setor produtivo, com o intuito de elaboração e execução de projetos, a fim de que áreas como a W3 e Setor Comercial Sul, áreas que têm uma enorme relevância histórica, possam ser revitalizadas e entregues à população, diante de um uso digno, acessível, seguro e moderno.

Como é feito o diálogo com a sociedade?

Desde que assumimos a Administração do Plano Piloto, uma das principais prioridades têm sido o amplo diálogo com a sociedade, sobretudo moradores e comerciantes. Duas vezes por semana, temos dedicado toda a manhã para encontros organizados junto aos prefeitos de quadras com síndicos, moradores e comerciantes, para dialogar e, especialmente conhecer de perto a realidade de cada lugar. Com isso, já estivemos presentes, até o momento, em 55 quadras residenciais, incluindo Vila Telebrasília, Vila Planalto, Granja do Torto, Setor de Oficinas Norte e Noroeste. E cada vez mais, estimularemos atividades como essa seguindo orientação do Governador Rodrigo Rollemberg, para que estejamos cada vez mais próximos à sociedade.

Ser do mesmo partido do governador Rollemberg, o PSB, facilita o trabalho na administração? O Senhor tem as portas abertas no Buriti?

Sou do mesmo partido do Governo Rollemberg, o PSB, com muito orgulho. Nós, no PSB, nos dedicamos a construir o melhor plano de governo possível para a cidade. E estamos trabalhando para implementá-lo. No entanto, o governador Rodrigo Rollemberg tem trabalhado para que o Governo de Brasília alcance seus objetivos em todas as pastas, em todas as cidades, independentemente de partidos. Todos aqueles que tem procurado o governador Rodrigo Rollemberg para discutir melhorias, bons projetos, construção de soluções, e boas ideias para a cidade, tiveram e sempre terão portas abertas no Palácio do Buriti.