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No último dia do Galinho, bloco reúne 40 mil pessoas na Asa Sul

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Gailinho rollemberg

 

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, estava entre os foliões, animados ao som do frevo

Por Jade Abreu – Cerca de 40 mil pessoas passaram pelo Galinho de Brasília até as 21 horas desta segunda-feira (8), de acordo com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. O bloco, criado em 1992, é um dos mais tradicionais da capital e homenageia o pernambucano Galo da Madrugada.

Entre os foliões, estava o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, que dançou frevo e fez o percurso ao lado do trio elétrico. Para o chefe do Executivo local, o carnaval candango pode ser considerado rico culturalmente: “É um dos carnavais mais interessantes pela diversidade cultural na cidade”. A foliã e jornalista Carolina Tulim, de 27 anos, comentou: “Não há o que reclamar da segurança e da organização no local”.

O Galinho começou o desfile no Setor Bancário Sul, atravessou as Quadras 201/202 em direção a 203/204 e seguiu pelo eixinho sul. O bloco saiu às ruas no sábado, no domingo e na segunda de carnaval.

O dia (8) foi marcado com a presença de outros blocos. No Plano Piloto, foram: Aparelhinho, Boneca Negra, Carnapati, Carnaval Engenhoca, Carnaval Rua da Praça dos Prazeres, Carnavalesco das Divinas Tetas e Concentra Mas Não Sai. Em Águas Claras, houve o Lordes do Areal e em Taguatinga, o Asé Dudu e Mamãe Taguá.

O balanço de ocorrências desta segunda-feira, a cargo da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, será divulgado na manhã desta terça-feira (9), assim como os registros da Agência de Fiscalização do DF e do Serviço de Limpeza Urbana.

Pacotão retorna à W3 nesta terça; veja programação dos blocos de rua

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Crianças em desfile de bloco de rua no Carnaval de Brasília (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)
Crianças em desfile de bloco de rua no Carnaval de Brasília (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

 

 

Baratinha, Baratona e Raparigueiros também vão às ruas animar foliões. Programação se estende até o dia 27 de fevereiro em várias regiões do DF.

Do G1 DF – O Pacotão, bloco de Carnaval mais tradicional do Distrito Federal, volta a desfilar em Brasília a partir das 15h. Além do Pacotão, também haverá desfiles dos blocos Baratona, Baratinha e Raparigueiros e eventos espalhos em várias regiões do DF (confira programação abaixo)

A folia no Distrito Federal teve teve início no dia 15, com vários eventos de pré-Carnaval. Sem desfile de escolas, a animação na capital ficou pelo segundo ano consecutivo sob responsabilidade dos blocos.

A programação se estende até o dia 27 de fevereiro. A expectativa dos organizadores é receber 1 milhão de pessoas durante esse período.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DOS BLOCOS

Carnaval de rua da Praça dos Prazeres

Data: 9, 12, 13 e 14 de fevereiro.

Local: comercial da 201/202 da Asa Norte.

Horário: 12h.

Bloco de Carnaval Engenhoca

Data: 9 de fevereiro.

Local: Eixão Sul, altura da quadra 206.

Horário: 14h.

Carnaval Popular da Vila Planalto

Data: 13 de fevereiro.

Local: praça Nelson Corso.

Horário: 15h.

Baratinha

Data: 9 de fevereiro.

Local: Parque da Cidade, estacionamento 12.

Horário: 12h.

Baratona

Data: 9 de fevereiro.

Local: Eixo Rodoviário Sul, altura da quadra 106, na Asa Sul.

Horário: 15h.

Bloco da Tesourinha

Data: 9 de fevereiro.

Local: quadra 410 da Asa Norte.

Horário: 15h.

Bloco Eixão 44

Data: 21 de fevereiro.

Local: Eixão Norte, altura da quadra 107.

Horário: 16h.

Raparigueiros

Data: 9 de fevereiro.

Local: Eixão Sul, altura da quadra 106.

Horário: 17h.

Meninos de Ceilândia

Data: 9 de fevereiro

Local: quadra CNM 1, no estacionamento do BRB, em Ceilândia.

Horário: 14h.

Pacotão

Data: 9 de domingo.

Local: comercial da quadra 302/303 da Asa Norte.

Horário: 15h.

O Pacotão traz a marchinha “Suruba no Alto escalão” do cantor e compositor Paulo Roberto Miranda. A música faz críticas ao vice-presidetne Michel Temer e ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ):

“Mixéu Mixê é aprendiz de Judas.

Parece até que é michê do Conha.

O infiel quer “impichar” a titular.

Mixéu e Conha são dois sem vergonhas.

O infiel faz troca-troca e barganha.

Tá uma suruba no país medonha.

Mas Charles Preto comanda o Pacotão.

Essa suruba cheira a golpe de piranha!

Nessa suruba tem michê e tem ladrão!

Nessa suruba de michê eu não vou não!”

Carnaval de rua Unidos da Guariroba

Data: 9 de fevereiro.

Local: EQNP 30/34, Ceilândia Sul.

Horário: 14h.

Bloco do Seu Júlio

Data: 9 de fevereiro.

Local: quadra 3, conjunto J, em Planaltina.

Horário: 13h.

Essa boquinha eu já beijei

Data: 9 de fevereiro.

Local: estacionamento do Canarinho, quadra 408/208 da Asa Norte.

Horário: 16h.

Criado em 2014, o bloco Essa boquinha eu já beijei, traz a marchinha com composição das integrantes do grupo:

“Vem cá, vem cá meu bem.

Vem cá no meio do povo!

Eu sei que essa boquinha eu já beijei, é carnaval eu vou beijar de novo.

E no balaio foi que eu vi que essa boquinha eu já beijei.

Olha pro lado e diz: vou beijar mais uma vez!”

Carnaval do Calango

Data: 9 de fevereiro.

Local: comercial da quadra 408/409 da Asa Norte.

Horário: 9h.

Depois do Carnaval, reeleição esquenta volta da Câmara Legislativa

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Foto: Tony Winston
Foto: Tony Winston

 

 

Sem agenda enviada pelo Buriti, distritais devem se dedicar a temas políticos, como a troca de partidos

 

Por Isaac Marra, do Jornal de Brasília – Os trabalhos legislativos devem engrenar apenas a partir da próxima terça-feira, mas as especulações nos bastidores dão conta de que a chapa vai esquentar, especialmente no tratamento de assuntos internos da Casa. Aprovada em primeiro turno com o voto de 16 distritais, a emenda que permite a reeleição da Mesa pode voltar ao centro do debate parlamentar muito antes do que se espera.

Polêmica desde o início, a proposta de renovação do mandato do chefe do Legislativo concentrará a atenção dos distritais já no primeiro semestre de 2016 —até porque projetos do Executivo considerados prioritários, como o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília e a Lei de Uso e Ocupação do Solo, estão em compasso de espera e devem pousar no Legislativo só na segunda metade do ano.

Contrário ao princípio da reeleição, o deputado Reginaldo Veras (PDT), correligionário da presidente da Câmara,  Celina Leão, acredita na possibilidade de antecipação do debate sobre o tema. “A presidente é muito habilidosa, inteligente e articulada, condições que a habilitam a suscitar essa discussão”, avalia Veras. “Acho difícil emplacar, mas hoje é uma possibilidade viável”, considera o distrital.

Para o peemedebista Wellington Luiz é preciso muita cautela ao tratar desse assunto. “É um tema duro, polêmico e deve ser discutido passo a passo”, afirma Wellington, que já deixou claro, ao votar com a presidente Celina, sua posição quanto à recondução do presidente da Câmara a mais um mandato.

Mesmo contrário ao instituto da reeleição, o pedetista Veras não teria dificuldade em esticar o mandato de Celina por mais dois anos. “Se a emenda passar, e ela for candidata, existe a possibilidade dela conquistar meu voto”, diz Veras.

No DF, Reguffe abre ciranda partidária

A saída do senador Reguffe do PDT após o Carnaval, decisão comunicada ao presidente do partido no Distrito Federal, George Michel, será o pontapé inicial da ciranda de troca de siglas partidárias em Brasília. O também senador Cristóvam Buarque pode seguir o mesmo caminho — e é possível que leve com ele  a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão.

A abertura de uma janela de transferência partidária sem prejuízo dos mandatos parlamentares, a partir do próximo dia 18,  vai embaralhar ainda mais o complicado xadrez político na Câmara Legislativa. A mudança de partido afetará a recomposição das comissões temáticas da Casa, assunto que divide o parlamento em três correntes.

Uma parcela dos deputados defende que a constituição das comissões permaneça como está. Outra parte admite a realização de mudanças pontuais, enquanto um terceiro grupo considera que deve haver uma reformulação total.

O Regimento da Câmara determina que a composição das comissões seja revista anualmente, salvo de houver acordo em contrário.

Troca-troca de legendas se desenha

1 – À exceção do deputado Robério Negreiros, que já deixou clara sua disposição em deixar o PMDB, as demais mudanças de partido no âmbito da Câmara ainda dependem de muita negociação. Robério estuda convite de quatro siglas, entre elas o PP, seu mais provável destino, o DEM e o PSDB, aproveitando a nova “janela”.

2 – dores dão conta de que o PMDB pode ficar sem representação na Câmara Legislativa devido à insatisfação dos deputados peemedebistas com a forma de condução da sigla no DF.

3 – A lista de parlamentares em busca de novo ninho inclui a deputada Liliane Roriz, que iria para o PTB, acompanhada do distrital Juarezão. Os dois estão no PRTB. Também se cogita da saída de Raimundo Ribeiro do PSDB.

Ex-primeira dama, Marisa faz horta e leva festa para sítio em Atibaia

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 A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade (Foto Danilo Verpa/Folhapress)

A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade (Foto Danilo Verpa/Folhapress)

 

 

Estadão Conteúdo – Frequentadores do Sítio Santa Bárbara em Atibaia (SP), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua mulher, Marisa Letícia, também fizeram benfeitorias no local.

A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade, que, no papel, está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios do filho mais velho do petista, Fábio Luís, o Lulinha.

Segundo pessoas próximas ao ex-presidente, Marisa também transferiu para o sítio em Atibaia as festas juninas que costumava fazer na Granja do Torto, residência de campo dos presidentes da República, quando ocupava o cargo de primeira-dama.

A lista de convidados costuma ser feita por ela. Lula já confirmou por meio de sua assessoria que ele e sua família frequentam o sítio, mas nega que seja o real proprietário da propriedade de 173 mil metros quadrados.

A Operação Lava Jato e o Ministério Público de São Paulo investigam por que razão a construtora OAS comprou móveis e pagou reforma no local e, ainda, se a Odebrecht ou outras empreiteiras também envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras investiram na área rural. Há suspeitas de que as benfeitorias seriam para atender à família do ex-presidente.

As obras foram iniciadas em 2010, quando Lula ainda ocupava o Palácio do Planalto. Como ocupante do cargo, o petista estava impedido de receber presentes acima de R$ 100.

O Código de Conduta Ética dos Agentes Públicos em Exercício da Presidência e Vice-Presidência da República diz que “os presentes que, por qualquer razão, não possam ser recusados ou devolvidos sem ônus para o agente público serão incorporados ao patrimônio da Presidência da República ou destinados a entidade de caráter cultural ou filantrópico”.

Segundo uma pessoa que já frequentou o sítio na companhia de Lula, a propriedade “é a cara da dona Marisa”, fato que justifica a presença constante do casal no local.

“Ela gosta muito desse sítio. Lá tem pato, ela gosta de plantar, fez uma horta. Tem gente que gosta de ir para a praia, ela gosta de ir para o campo. O fato de a pessoa ir toda semana no Guarujá não significa que a pessoa seja dona da praia”, afirmou, sob a condição de anonimato.

O ex-presidente e dona Marisa possuem um sítio registrado no nome do casal chamado “Los Fubangos”, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, às margens da represa Billings. Eles não frequentariam mais o local pela falta de segurança e devido a condições desfavoráveis ao cultivo. “Ali não dá para plantar um pé de fruta”, disse um interlocutor de Lula.

Petistas têm procurado minimizar o uso regular de Lula e sua família de um imóvel que não está no nome dele.

“O Fernando Bittar é como um parente do Lula, muito próximo. Lula trata ele como se fosse um filho. Ele é um empresário bem sucedido e emprestava o sítio para o Lula. Não significa que era do Lula. Os meninos [donos do sítio] sempre convidaram Lula para ir lá”, disse José Américo, secretário de Relações Governamentais da gestão Fernando Haddad e ex-secretário de comunicação do PT.

Procurado ontem pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, o Instituto Lula reiterou nota publicada em 29 de janeiro, na qual afirma que a propriedade é de amigos da família de Lula, e que ele o frequenta “em dias de descanso” desde o fim do último mandato como presidente.

“A tentativa de associá-lo a supostos atos ilícitos tem o objetivo mal disfarçado de macular a imagem do ex-presidente”, diz o comunicado. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

OSs: Novo modelo de gestão de escolas em Goiás divide especialistas

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Por Mariana Tokarnia – A partir deste ano, Goiás começará a transferir a administração de escolas estaduais a Organizações Sociais (OSs), que são entidades filantrópicas. O modelo, que já é aplicado no sistema de saúde do estado é, em escolas, inédito no Brasil, segundo o próprio governo. A implantação começa em 23 escolas e deverá chegar a 200 até o final do ano. A Agência Brasil conversou com especialistas sobre os riscos e os benefícios da transferência de gestão.

As OSs são entidades privadas, sem fins lucrativos. Estão previstas na Lei 9.637/1998 e tiveram a qualificação validada no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No modelo goiano, é firmada uma parceria e os repasses públicos serão feitos às entidades, que ficarão responsáveis pela manutenção das escolas e por garantir melhores desempenhos dos estudantes nas avaliações feitas pelo estado. Elas também poderão contratar professores e funcionários.

A questão gera polêmica. Estudantes e professores ocupam desde dezembro do ano passado, escolas estaduais em protesto contra a falta de diálogo na implantação do modelo. O edital para o chamamento das entidades foi publicado no final de dezembro e a abertura dos envelopes, está agendada para o dia 15 de fevereiro. Já neste ano, o promotor de Justiça Marcelo Henrique dos Santos, do Ministério Público de Goiás, sugeriu a suspensão do edital, que segundo ele, ainda gera dúvidas.

Contra

“Educação lida com o ser humano. Os princípios da administração empresarial não são apenas diferentes do objetivo da invenção da escola, eles são antagônicos”, diz o professor Vitor Henrique Paro. Paro é professor colaborador sênior da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), onde coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração Escolar. É autor, entre outros, dos livros Administração escolar: introdução crítica, Gestão democrática da escola pública e Crítica da estrutura da escola e Diretor escolar: educador ou gerente?

A atuação das OSs nas escolas estará condicionada a uma melhora no desempenho dos alunos nas avaliações do estado. Paro questiona a capacidade das avaliações externas de medirem o conhecimento dos estudantes e teme que o ensino se volte apenas para as provas. “Essas entidades condicionam e treinam professores para fazer os alunos responderem a esses testes. E eles não aprendem nada”, diz.

“Enquanto o ensino brasileiro não estiver orientado para formar o ser humano histórico, aquele que têm direitos para se apropriar inteiramente da cultura, e não apenas aprender umas coisinhas para entrar no mercado de trabalho ou simplesmente receber um diploma, a educação vai continuar igual”, defende, e acrescenta: “Por que a educação pública não está preocupada em fazer educação de verdade?  Está preocupada apenas em melhorar índices. E nem mesmo esses índices têm mostrado melhoras”.

A Favor

“Eu acho que é uma boa iniciativa de Goiás porque a educação básica está precisando de fato pensar em modelos alternativos ao modelo da gestão pública. O modelo das OSs funciona bem na saúde e na cultura e pode funcionar na educação. Depende da proposta que Goiás está fazendo”, diz a diretora executiva da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Maria Helena Guimarães de Castro. Maria Helena que já foi secretária de Educação do estado de São Paulo e presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Ela ressalta que para um modelo de transferência de gestão para OSs funcionar é preciso supervisão e acompanhamento permanentes por parte da Secretaria de Educação. Além disso, o governo deverá cuidar do projeto pedagógico, assim como definir a formação dos professores. “As OSs deverão cumprir metas definidas pela secretaria. Primeiro, a secretaria define o modelo pedagógico e a formação de professores e acompanha a execução, para ver o que está andando. Cabe à secretaria, caso não funcione, fazer uma intervenção”, diz.

“A educação pública brasileira está estagnada do ponto de vista de resultados. Não está melhorando. Acho que esse modelo pode ser uma alternativa. Mas por enquanto não dá para saber. Temos que ficar de olho e acompanhar para saber se vai funcionar ou não”, analisa.

Escolas ocupadas

Quase dois meses após o início das ocupações das escolas em Goiás, o número de unidades ocupadas por estudantes, professores e apoiadores caiu pela metade. Um grupo permanece acampado no estacionamento do edifício da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), em Goiânia. Os estudantes chegaram a ocupar 28 escolas e, de acordo com informações da Seduce, até quinta-feira (4), eram 14 escolas ocupadas.

O movimento começou no dia 9 de dezembro do ano passado. O protesto é contra a transferência da gestão de escolas estaduais a Organizações Sociais (OSs), que são entidades privadas, sem fins lucrativos. Apesar das manifestações, o governo mantém o edital de chamamento das entidades e confirma a data de abertura dos envelopes para o dia 15 de fevereiro.

Pelo modelo goiano, o primeiro de transferência da administração de escolas a OSs, as entidades receberão recursos do estado e serão responsáveis pela manutenção das escolas e por garantir melhores desempenhos dos estudantes nas avaliações feitas pelo estado, além da formação de professores. Elas também poderão contratar de professores e funcionários. O projeto-piloto será implementado em 23 escolas.

Contra o modelo e alegando falta de diálogo, os estudantes chegaram a ocupar 28 escolas, mas com o início das aulas, no dia 20 de janeiro, começou também um processo de desocupação.  Por meio de postagens na rede social Facebook, os estudantes dizem que estão sendo retirados à força das unidades e vítimas de violência policial. As denúncias são feitas nas páginas Secundaristas em Luta – GO e Ocupe sua Escola – Goiás. De acordo com a Seduce, as escolas foram desocupadas a partir da ação de pais, professores, estudantes e comunidade. A Polícia Militar nega as agressões.

“Estamos em um impasse entre governo e manifestantes. Enquanto isso, os alunos estão sem aula”, diz o diretor do Colégio Estadual Herta Layser Odwyer, Mário Rodrigues, um dos colégios ocupados.

A Seduce reafirma em nota que o ano letivo de 2016 só terá início quando ocorrer a desocupação das escolas e as unidades forem vistoriadas, um novo calendário for elaborado e o planejamento pedagógico for realizado. Sete mil alunos ainda estão sem aulas em decorrência da ocupação.

Nove escolas ocupadas têm mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça, de acordo com a secretaria. “Os esforços são no sentido de que sejam desocupadas de forma espontânea, a partir da ação de pais, professores, estudantes e comunidade”, diz a secretaria.

Sites oferecem grande quantidade de livros em PDF para baixar grátis

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Por Filipe Garrett, do Tech Tudo –  Há uma grande oferta de sites na Internet que permitem o download gratuito de obras literárias, livros acadêmicos, grandes clássicos e manuscritos de autores famosos e documentos de grande importância histórica. Todos com direitos autorais liberados, material cuja licença permite download e distribuição.

Na lista a seguir, você vai conhecer alguns desses sites em que poderá realizar o download dos conteúdos sem nenhum tipo de preocupação, já que os acervos disponibilizados são de domínio público.

livros (Foto: reprodução)Leia livros online ou baixe grátis (Foto: Pond5)

Biblioteca Digital Camões

Criação do Instituto Camões, órgão português criado para incentivar relações entre países que falam português, a biblioteca conta com um grande número de títulos, todos divididos por área de interesse.

Totalmente gratuito, o site (cvc.instituto-camoes.pt) não exige cadastramento para que o leitor possa acessar as obras. Além de livros técnicos e acadêmicos de diversas áreas, a biblioteca do Instituto Camões conta com um acervo interessante de contos e novelas portuguesas do século XIX.

Variada e bem organizada, biblioteca digital do Instituo Camões é uma das melhores opções disponíveis para língua portuguesa (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Variada e bem organizada, biblioteca digital do Instituo Camões é uma das melhores opções disponíveis para língua portuguesa (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Há obras de Eça de Queirós, Almeida Garrett e uma série de autores relevantes do período. Levando o nome de Camões, a biblioteca também dispõe do épico Os Lusíadas, obra mais baixada do acervo.

Domínio Público

O site, desenvolvido pelo Ministério da Educação, conta com uma grande quantidade de livros em PDF, todos em domínio público. Isso significa que o download das obras de forma gratuita, bem como sua reprodução, não são crime. Visite o endereço (portal.mec.gov.br/dominio-publico) e veja o acervo.

Apesar de bastante simples, site brasileiro conta com acervo bastante rico e variado (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Apesar de bastante simples, site brasileiro conta com acervo bastante rico e variado (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Exemplos do que aguarda o leitor: a coleção completa de Machado de Assis, livros de Fernando Pessoa e até publicações voltadas para o público infantil. Além desses nomes brasileiros e portugueses, dispõe de clássicos da literatura mundial, como a Divina Comédia, de Dante Alighieri.

Projeto Gutenberg

O site é um grande repositório de livros digitais na Internet (gutenberg.org/browse/languages/pt). O acervo é bastante variado, com obras que vão de literatura e história a volumes acadêmicos. Apesar da variedade, é preciso considerar que o Projeto Gutenberg recebe livros de todos os lugares do mundo, o que significa que encontrar algum título em específico na língua portuguesa pode ser mais difícil.

Projeto Gutenberg tem um conjunto muito interessante de livros atualizados constantemente (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Projeto Gutenberg tem um conjunto muito interessante de livros atualizados constantemente (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Outro detalhe a respeito desse site é a forma de distribuição dos conteúdos. Ao contrário das demais opções, que usam o formato PDF principalmente, o Gutemberg distribui livros em formato ebook. Além de livros em domínio público, o site também conta com algumas obras liberadas por seus autores.

Brasiliana

Projeto da Universidade de São Paulo, o site (www.bbm.usp.br) se destaca por contar com inúmeros documentos históricos, além de livros diversos. Um prato cheio para estudiosos de diversas áreas, o site conta, por exemplo, com livros do século XVII abordando temas diversos da época.

Biblioteca Brasiliana é rica em documentos e material do tempo do Brasil Colônia (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Biblioteca Brasiliana é rica em documentos e material do tempo do Brasil Colônia (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Além de material acadêmico de diversos momentos históricos, o site também tem um bom volume de antigos periódicos sobre literatura. A Biblioteca Brasiliana, portanto, é o destino de quem procura obras e conhecimentos mais específicos, já que seu acervo é mais voltado para a produção acadêmica.


Google Books

Usando a ferramenta do Google (books.google.com.br) é possível encontrar uma boa variedade de livros integrais em domínio público. O fato de limitação aqui é que a grande maioria desses livros acaba sendo oferecida em cópia única, com o idioma original, sem versão em português.

Alguns livros em domínio público, como Orgulho e Preconceito, podem ser encontrados na plataforma do Google para consumo gratuito (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Alguns livros em domínio público, como “Orgulho e Preconceito”, podem ser encontrados na plataforma do Google para consumo gratuito (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Se o idioma não é uma barreira para você, o Google Books pode ser uma fonte bastante prática de livros, já que os conteúdos são bem organizados, contam com classificação dos usuários e é possível realizar a leitura no computador, ou em dispositivos móveis com o aplicativo Livros.

Biblioteca Nacional Digital (Portugal)

O site da instituição (purl.pt/index/geral/PT) oferece um acervo variado de antigos livros e documentos históricos. Há uma boa variedade de romances e diferentes períodos para download. É possível fazer download em formato PDF do título desejado e não é necessário cadastro.

Biblioteca Nacional de Portugal tem coleções de arquivos históricos e de livros, que vão de romances a artigos acadêmicos de diversas épocas (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Biblioteca Nacional de Portugal tem coleções de arquivos históricos e de livros, que vão de romances a artigos acadêmicos de diversas épocas (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

De tempos em tempos, a instituição cria eventos temáticos, ressaltando a obra de um autor ou período.

Biblioteca de Livros Digitais

Outra iniciativa do governo português, o site (planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital) é dedicado à distribuição de livros para crianças como forma de incentivar a leitura desde a infância. Como o conteúdo é gratuito e em português, de Portugal, crianças brasileiras podem aproveitar o acervo.

Voltado para o público infanto-juvenil, site tem uma série de livros de aventuras (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Voltado para o público infanto-juvenil, site tem uma série de livros de aventuras (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Divididos por faixa etária, os livros disponíveis contam com aventuras e histórias de fantasia que são gratuitas e não ficam restritas a obras muito antigas, agradando também os pequenos leitores.

Carnaval de Brasília teve 32 ocorrências registradas nos locais de folia durante o domingo

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 O bloco Raparigueiros reuniu 150 mil foliões, número superior ao público que brincou o carnaval no sábado (100 mil). Foto: Toninho Tavares

O bloco Raparigueiros reuniu 150 mil foliões, número superior ao público que brincou o carnaval no sábado (100 mil). Foto: Toninho Tavares

 

 

Número é menor que os anotados no sábado (6) e no mesmo dia de carnaval do ano passado

O domingo de carnaval em Brasília terminou com 32 ocorrências criminais registradas nos locais e horários de folia, 70,1% a menos que no mesmo dia do ano passado, quando houve 107 registros. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

O número anotado ontem (7) também é inferior ao de sábado (6), quando houve 44 registros nos blocos carnavalescos. Somente o bloco Raparigueiros reuniu 150 mil foliões, número superior ao público que brincou o carnaval no sábado (100 mil). Vinte e um eventos ocorreram no domingo, 15 deles com estimativa de público acima de mil pessoas.

Das 32 ocorrências desse domingo, seis foram de furtos a pedestres e seis de roubos (quando há ameaça) a pedestres. Houve uma tentativa de homicídio na Estação Central do metrô, na Rodoviária do Plano Piloto. No local, policiais militares encontraram duas pessoas atingidas por golpes de arma branca após uma briga generalizada. Uma delas foi socorrida no Hospital Regional da Asa Norte e outra no Hospital de Base. Com a ajuda de testemunhas, o autor do crime, um jovem de 19 anos, foi preso em flagrante.

As informações referem-se até o fim dos eventos. Caso algum cidadão registre, ao longo do dia, ocorrência relativa aos locais de blocos, o dado constará do balanço consolidado da secretaria, que será apresentado ao término do carnaval.

Trabalharam nos locais de festa 1.414 policiais militares, 120 bombeiros e 120 agentes do Departamento de Trânsito (Detran). A Polícia Civil reforçou o plantão das 31 delegacias do Distrito Federal e do Departamento de Polícia Especializada.

Trânsito

Em operações conjuntas do Detran e da Polícia Militar, até as 2 horas desta segunda-feira (8), 41 condutores foram autuados por dirigir após ingerir bebida alcóolica e 51 por motivos diversos, como falta de documentos e de equipamentos obrigatórios. Além disso, 62 veículos foram apreendidos e cinco motoristas pegos dirigindo sem a carteira de habilitação.

Um motociclista morreu em uma colisão na BR-060, dentro do DF. No centro de Taguatinga, um homem de 25 anos, morador de albergue, morreu atropelado por um condutor que fugiu.

Governo do DF tentará uma solução intermediária para redefinir Lei do Silêncio

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lei do silencio

 

Buriti admite elevar limite tolerado para a emissão de sons, mas não seguirá proposta de aumento linear

Por Francisco Dutra, do Jornal de Brasília – GDF e Câmara ensaiam um embate pelos créditos da reformulação da Lei do Silêncio. Desde meados de 2015, tramita no Legislativo uma proposta de mudança da legislação. Neste ano, o Buriti começou a desenhar uma solução própria.

Parte do governo trabalha com a estratégia de levar ao plenário um projeto em conjunto com os distritais. No entanto, existe uma ala que nutre o desejo de que o protagonismo e os louros da modificação fiquem apenas com o Executivo.

A disputa pela paternidade tem alguns motivos. A começar pela autoria do atual projeto em tramitação na Câmara, assinado pelo deputado de oposição Ricardo Vale (PT). O segundo é a dívida do governador para com suas bases políticas. A legislação vigente está atingindo a cena musical, além dos setores de entretenimento noturno e templos religiosos. Por isso, Rollemberg vem sendo duramente cobrado por seus eleitores. O fato de apresentar uma solução poderia recompor sua imagem.

Enquanto o projeto em tramitação na Câmara foca no aumento dos níveis de decibéis, a proposta do governo caminha para um texto mais abrangente, cujo objetivo é encontrar o ponto de equilíbrio entre os cidadãos. Seria a média entre os que querem aproveitar a noite e os demais que desejam descansar com silêncio em suas moradias — conflito que já causou até manifestações de rua, como a da 202 Norte do Plano Piloto, diante do Balaio.

O Buriti também avalia a possibilidade de criar áreas com limites diferenciados de som.

Em resposta às movimentações do GDF e da cobrança da população, parlamentares decidiram produzir substitutivo à proposta em tramitação. A princípio, o texto contará com as assinaturas do líder do governo, deputado Julio César (PRB), e dos deputados Rodrigo Delmasso (PTN) e Ricardo Vale.

Os limites da lei atual oscilam entre 55 e 65 decibéis (dBs). A proposta de Vale sugere os limites de 70 dBs noturnos e 75 dBs diurnos. Segundo Julio César, o substitutivo será menos liberal, com marcas próximas a 65 dBs para a noite e 70 dBs para o dia. Provavelmente ainda em fevereiro, a Câmara fará uma audiência pública sobre o tema.

“Conversei com o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, sobre esse assunto. Ele comentou que se conseguirmos chegar a um meio termo com o substitutivo, talvez o Executivo não mande um projeto próprio. E o nosso projeto está mais bem encaminhado. Não acho que vamos ter um embate. Vamos chegar a um acordo”, contou o líder do governo.

Saída pode ser regionalização dos padrões

 “Apenas mudar os limites da Lei de Silêncio só acirrará mais os conflitos”, alertou o coordenador de fiscalização do Ibram, Fernando César Magalhães de Medeiros. Segundo o especialista, a atual legislação é razoável e existem locais que conseguiram se adaptar à lei e manter suas atividades.

“Os limites de hoje foram estabelecidos por pesquisas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com base em estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS). Falando sem paixões e imparcialmente, se for caso de alguma alteração, ela deveria partir de estudos acadêmicos e pesquisas robustas, no mínimo”, ponderou.

Segundo Medeiros, o debate está restrito aos direitos de um lado e não está contemplando quem quer silêncio. Atualmente as reclamações de barulho partem, principalmente, do Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia e Samambaia.

Brasília: Veja a programação desta segunda-feira do Carnaval 2016

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(foto Elza Fiúza)
(foto Elza Fiúza)

 

Veja aqui algumas das principais atrações de hoje

 

8h

Carnapati- comercial da 101/102 da Asa Norte.

 

12h

Carnaval de rua da praça dos prazeres – comercial da 201/202 da Asa Norte

 

14h

Bloco de Carnaval Engenhoca – Eixão Sul, altura da quadra 206

Concentra mas não sai – comercial da quadra 104 na Asa Norte

Bloco de Carnaval Engenhoca – Eixão Sul, altura da quadra 206

Galinho de Brasília – Setor de Autarquias Sul, quadra 4

 

15h

Lordes do Areal – quadra 301, Alameda Gravatá, rua B, em Águas Claras

Bloco Boneca Negra- comercial da quadra 410/411 da Asa Norte

Bloco carnavalesco das Divinas Tetas – Setor Bancário Sul, quadra 1, praça do cebolão

Aparelhinho – Setor Bancário Sul, quadra 1, praça do cebolão

Bloco da Tesourinha atrai famílias e pequenos foliões em Brasília

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(foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)
(foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

Por Ana Cristina Campos – Pequenos foliões aproveitaram o domingo de sol para participar na tarde de hoje (7) do décimo desfile do Bloco da Tesourinha, criado em 2007 e já tradicional no circuito infantil do carnaval brasiliense.

Marcado pelo ritmo do frevo e pelas marchinhas tradicionais, o bloco é embalado pela banda de pífanos Ventoinha de Canudo. Quando criou o Bloco da Tesourinha, Renato Fino quis homenagear os 100 anos do ritmo pernambucano. O nome do bloco é uma homenagem ao passo do frevo e às ligações entre as partes leste e oeste de Brasília, desenhadas por Lúcio Costa.

“É um bloco de crianças. Ele se concentra na praça da quadra residencial que é uma marca do Tesourinha em um processo de ocupação da cidade. Ele quer ocupar a cidade onde as pessoas vivem. O bloco sai em desfile, desce a tesourinha da quadra 210 Norte, sobe pela 209 e volta para a quadra residencial”, conta Fino, de 44 anos, que mora na 410 Norte há 42 anos.

Fino disse que, este ano, o bloco não recebeu o alvará de funcionamento da Administração de Brasília, mas o evento já estava criado. “Recebemos promessas de receber o alvará porque tínhamos entregue toda a documentação. Mas estamos recebendo apoio da Secretaria de Cultura como tendas, banheiros químicos e o som e com os agentes do Detran e da PM acompanhando”, comenta.

Um dos destaques do bloco é o mestre de frevo Jorge Marino, de 73 anos, que dança à frente do Tesourinha desde 2007. “Dou aula de frevo em todas as cidades satélites. O melhor frevo é em Brasília e não em Pernambuco. Minha energia toda vem do frevo”, conta Marino, que é gaúcho, mas dança frevo desde menino.

Acompanhada do marido e do casal de filhos, Carol Velho, consultora do Fundo das Nações Unidas para a Infância, pula carnaval no Tesourinha desde a criação do bloco. “É perto da minha quadra, um dos melhores blocos para crianças e é uma experiência super gostosa passar debaixo da tesourinha com a banda de pífanos”, diz ela, fantasiada de porta-estandarte com uma imagem que ela chamou de releitura do Divino Espírito Santo, do artista plástico Athos Bulcão.

A servidora pública Cristiane Zamberlan estava com o filho Thomas, de 3 meses, já na folia. Ela estava em um grupo de oito adultos e cinco crianças. “Tenho uma filha de três anos, e a gente começou a frequentar por causa dela. Eu já estava grávida dele no ano passado, mas ainda não sabia. É o bloco mais interessante para a criançada porque é um público infantil, menos perigoso, com áreas sombreadas”, explica.

Segundo estimativa da Polícia Militar, havia mil pessoas reunidas na concentração do bloco. O Bloco da Tesourinha volta a sair na terça-feira de carnaval (9), com concentração a partir das 16h, na praça da 410 Norte, na Asa Norte de Brasília.