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Projeto de Fraga assegura promoção de cargo a militares inativos do antigo DF

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Deputado Alberto Fraga
Deputado Alberto Fraga

Objetivo da medida é beneficiar servidores inativos da PM e do Corpo de Bombeiros que foram transferidos para Brasília antes de 1966

Tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL 745/15), do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que assegura promoção de cargo aos servidores inativos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no antigo Distrito Federal que não foram beneficiados pelo Decreto 544/66.

Alberto Fraga destacou que a Polícia Militar do Distrito Federal foi criada em 13 de maio de 1809, por decreto de D. João VI. O parlamentar lembrou ainda que os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do antigo Distrito Federal foram incorporados ao Estado da Guanabara pela Lei 3.752/60.

Esses servidores, posteriormente, puderam optar pela incorporação ao atual Distrito Federal, por ocasião da mudança da Capital da República

O decreto instituiu que todos os militares que foram transferidos do antigo Distrito Federal, no Rio de Janeiro, para o novo Distrito Federal, em Brasília, seriam promovidos em um cargo.

Desta forma, a proposta de Alberto Fraga visa conceder o benefício aos militares inativos da reserva remunerada, aos reformados e aos pensionistas militares que não foram contemplados pelo decreto assinado pelo prefeito do DF, Plinio Cantanhede.

Isso aconteceu porque muitos militares foram transferidos para Brasília antes de 1966 e não foram contemplados pela lei.

Promoção de cargo

Na prática, esses servidores terão um aumento no valor do benefício recebido em função da promoção de cargo recebida. Por exemplo, se o militar se aposentou como capitão, será promovido a major, com a remuneração adequada ao novo cargo.

Para Fraga, a proposta visa corrigir uma situação que não foi equacionada e que precisa ser resolvida. “Cabe a esta Casa fazer prevalecer os direitos daqueles que, por tantos anos, contribuíram para a sociedade, dando a própria vida pela do próximo”, afirmou.

Militares beneficiados

Caso aprovada, a medida será aplicada aos militares que não estiverem mais na ativa do serviço militar, de acordo com o Estatuto dos Militares (Lei 9.698/46):

  • Militar da reserva: aquele que tendo prestado serviço na ativa, passa à situação de inatividade permanente, remunerada ou não. A expressão “militar da reserva” compreende também os oficiais oriundos dos órgãos de preparação de oficiais da reserva;
  • Reformado: militar desobrigado, definitivamente, do serviço militar e considerado pensionista ou não, do Estado.

 

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será avaliado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Atacadista reforça o estoque para a páscoa e espera crescer 20% em vendas

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assai

A Páscoa é a segunda data mais importante em vendas para o Assaí Atacadista, perdendo apenas para o Natal. Isso porque a rede é parceira dos pequenos e médios comerciantes e disponibiliza produtos para que eles possam abastecer seus estabelecimentos para a data. Com o aumento no movimento das lojas em todo o País, a rede já está abastecendo os estoques para atender a demanda e espera aumentar em 20% as vendas na comparação com o mesmo período do ano passado.

Este ano, a grande aposta da rede será a venda de coberturas – barras de chocolate maiores ideais para quem pretende investir na produção própria de Ovos de Páscoa. A expectativa é vender aproximadamente 500 toneladas deste produto em todo o Brasil. “Estamos apostando nas coberturas. Isso porque, com o cenário econômico mais desafiador, as pessoas estão procurando alternativas para complementar a renda. A venda de Ovos de Páscoa caseiros pode ser uma opção interessante nesse sentido. E o Assaí, como parceiro dos empreendedores, preparou seu estoque para atender essa demanda”, explica Wlamir dos Anjos, diretor comercial do Assaí Atacadista.

Além disso, há uma grande expectativa para caixas de bombons para quem não pretende gastar muito para presentear – já são milhares de unidades à venda nas unidades do Assaí. E os tradicionais Ovos de Páscoa também não ficam de fora. A expectativa da rede para esta categoria é vender 20% a mais do que no ano passado. Neste caso, a aposta também se estende para produtos licenciados e com brinquedos, que sempre têm uma boa aceitação dos clientes.

Pescados

Além do chocolate, a Páscoa também é uma data na qual os pescados fazem grande sucesso. Na Semana Santa, as vendas desta categoria tendem a aumentar significativamente. Para este ano, a expectativa é vender 20% a mais do que o ano passado. Para isso, o Assaí negociou com os fornecedores e vai disponibilizar um bom sortimento de peixes como atum, sardinha, tilápia e o tradicional bacalhau. “As pessoas estão em busca de alternativas para economizar e a nossa ideia é oferecer um vasto sortimento de pescados para quem quer manter a tradição sem gastar muito. Por isso, nossas opções serão variadas e terão preços competitivos”, diz Anjos.

E, para acompanhar a tradicional bacalhoada, não pode faltar batata, cebola, cenoura e tomate, itens que costumam apresentar uma procura significativa. O Assaí também está reforçando os estoques desses itens nas suas seções de FLV. Assim como os azeites, que não podem faltar na preparação e finalização dos pratos. O Assaí trabalha com várias marcas e espera aumentar suas vendas deste item em 15%.

Ministro do STF receberá prêmio pelo Dia Internacional da Mulher, no Congresso Nacional

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Ministro do STF Marco Aurélio Mello
Ministro do STF Marco Aurélio Mello

Marco Aurélio Mello será o primeiro homem contemplado como o Bertha Lutz

Nesta terça-feira, 08 de março, Dia Internacional da Mulher, o ministro do STF Marco Aurélio Mello será agraciado com o prêmio Bertha Lutz, no Congresso Nacional. A solenidade começa às 11h, no Plenário do Senado. É a primeira vez em 16 anos que a premiação irá contemplar um vencedor do sexo masculino. O magistrado foi indicado por sua atuação como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), entre 2013 e 2014, quando encabeçou a campanha “Mulher na Política”, pela equidade de gênero nas disputas eleitorais.

Em sua 16ª edição, o Prêmio Bertha Lutz destaca personalidades brasileiras atuantes na defesa dos direitos das mulheres. Para poder contemplar um homem, a bancada feminina do Senado mudou as regras da premiação. A partir desta edição, dos cinco agraciados, um poderá ser do sexo masculino. A indicação do nome de Marco Aurélio para a premiação foi feita pela Procuradora Especial da Mulher no Senado, senadora Vanessa Graziotin (PC do B-AM). Foi subscrita também por outros parlamentares, como as senadoras Ana Amélia (PP-RS) e Lúcia Vânia (PSB-GO). Segundo Graziotin, “ele foi indicado pela relevante contribuição na defesa dos direitos da mulher e das questões de gênero no Brasil”.

Em 2014, na condição de presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Marco Aurélio autorizou a realização de uma campanha publicitária, permitida legalmente, para incentivar a participação feminina nas eleições. Intitulada “Mulher na Política”, a iniciativa destacou os baixos percentuais de representação feminina nos cargos eletivos e procurou incentivar as mulheres a assumir seu papel na sociedade.

As peças publicitárias foram veiculadas em rádios, TVs, redes sociais e em ações direcionadas coordenadas pelas próprias lideranças femininas. De acordo com avaliação da Procuradoria Especial da Mulher no Senado, a campanha atingiu os resultados desejados e foi coroada de êxito junto à militância feminina em todas as regiões do Brasil, nas distintas classes sociais.

“É uma honra receber uma distinção como essa ainda em vida”, declarou o ministro Marco Aurélio Mello ao ser informado da decisão do Senado. Seu nome foi aprovado por unanimidade pela comissão encarregada de definir os indicados. Entre os votantes, os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG), Simone Tebet (PMDB-MS), Lasier Martins (PDT-RS) e José Agripino Maia (DEM-RN). Concorreram 17 personalidades.

 SOBRE O PRÊMIO BERTHA LUTZ – O Prêmio Bertha Lutz foi criado em 2001 e recebeu esse nome em homenagem a uma pioneira do feminismo no Brasil, reconhecida por sua luta pelo direito ao voto feminino, ainda nos Anos 30 do século passado. Desde então, a cada ano uma comissão de senadores votam em personalidades que atuam em favor dos direitos da mulher e das ações para promover a equidade de gênero. Em 2016, será a primeira vez, na história da premiação que um homem será agraciado.

Mostra em homenagem às mulheres no Espaço Cultural Lucio Costa

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De terça-feira (8) até o próximo dia 31, mostra Mimo Omobirin, de Luiz Kokay, poderá ser vista no Espaço Lucio Costa

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Espaço Cultura Lucio Costa recebe a mostra Mimo Omobinrin, do artista plástico Luiz Kokay. O lançamento será às 19h desta terça-feira, 8 de março, e os trabalhos podem ser conferidos até o próximo dia 31. O Espaço Lucio Costa fica na Praça dos Três Poderes.

A mostra traz cinco trabalhos da nova série do artista plástico e designer Luiz Kokay, conhecido por dar vida a croquis e unir moda e arte em suas obras. Além das simbologias e elementos da cultura africana, a série Mimo Omobinrin apresenta uma crítica contundente à intolerância religiosa. Utilizando desenho como técnica, cada obra carrega em seus traços, entre o preto e o branco, o vislumbre das linhas e da beleza do feminino.

O artista – Luiz Kokay é formado em moda pelo Cetquit (Rio de Janeiro) e artes visuais pela Faculdade Dulcina de Moraes (Brasília). Desde os anos 90, o artista marcou presença no mundo da moda, inovando e resgatando referências culturais nacionais. É designer premiado por acreditar na moda conceitual e criticar os padrões estilísticos. Seu trabalho como artista plástico segue essa mesma linha, e permite a percepção de várias críticas no teor e essência de suas obras, que estreitam os laços entre moda e arte.

SERVIÇO:

Mostra Mimo Omobinrin, de Luiz Kokay

No Espaço Cultural Lucio Costa (Praça dos Três Poderes)

Concursos PC-GO e PM-GO 2016: Governador confirma concurso com 3 mil vagas!

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PC-GO e PM-GO

Do Gran Cursos On Line – Excelente notícia para os concurseiro/as que aguardam pelo certame da Secretaria de Segurança Pública de Goiás! Deverá ser anunciada pelo governador Marconi Perillo a realização de concurso público para as polícias Civil e Militar do Estado.

Os detalhes sobre os certames serão divulgados após a primeira reunião da força-tarefa criada no mês passado para reduzir a criminalidade em Goiás. 

Segundo informações da assessoria o concurso público ofertará 3 mil vagas, sendo 2,5 mil policiais militares e 500 civis. A decisão do número de vagas é resultado de longas reuniões com os secretários José Eliton (Segurança), Ana Carla Abrão (Sefaz) e Joaquim Mesquita (Segplan). O governador chegou à conclusão de que, com as medidas de contenção de gastos desde o ano passado, será possível aumentar o efetivo policial no Estado. Convém lembrar que este número supera, inclusive, o dos 2,4 mil policiais temporários que integravam o Serviço de Interesse Militar Estadual (Simve), extinto em maio do ano passado.

O objetivo de Marconi é de realizar o concurso ainda neste semestre para que os aprovados passem pelos cursos de formação e estejam na ativa até o fim deste ano ou início do próximo. O aumento do efetivo policial em Goiás tem sido a principal reivindicação da população goiana.

Detalhes:

  • Concurso: Polícias Civil e Militar de Goiás (PC-GO e PM-GO)
  • Banca organizadora: ainda não divulgada
  • Cargos: Diversos
  • Escolaridade: médio e superior
  • Número de vagas: 3.000
  • Remuneração:
  • Situação: ANUNCIADO
  • Link do último edital: Agente da PC-GO   – Escrivão da PC-GO – Delegado da PC-GO  – Polícia Militar de Goiás

 

ANÁLISE POLÍTICA | Líderes populistas costumam dividir o mundo entre uma elite golpista e líderes populares

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analise politica 

 

A Lava Jato e pessoas incomuns. Desacreditar investigações sobre corrupção e apontar possíveis golpes da elite contra líderes populares sempre foi uma tática utilizada por partidos de esquerda na América Latina

Por Fernando Mello e Bárbara Lobato, do El Pais – No dia 17 de junho de 2009, em viagem ao Cazaquistão, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente na época, saiu em defesa de um colega político, então alvo de denúncias de irregularidades. Lula, que no período alcançava um dos mais altos índices de popularidade registrados por políticos em todo o mundo, falava sobre José Sarney (PMDB), outro ex-presidente brasileiro e, naquele momento, presidente do Senado – acusado de nomear parentes usando atos legislativos secretos.

Disse Lula: “Eu sempre fico preocupado quando começa no Brasil esse processo de denúncias, porque ele não tem fim e depois não acontece nada (…) Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum.”

Ao dizer que Sarney não poderia ser tratado como uma “pessoa comum” Lula deixou transparecer sua visão sobre democracia e o Estado de Direito: algumas pessoas são diferentes de outras. Na semana passada, foi Lula quem entrou no alvo de suspeitas de ilegalidades. Ele e sua família foram os principais alvos da Alethea, uma das fases da Operação Lava Jato, considerada uma das maiores investigações de corrupção no Brasil. O nome vem do grego para “a busca da verdade”.

Após ser obrigado a depor, Lula voltou ao seu lugar predileto – o palanque político – para criticar os responsáveis pela investigação. Os investigadores, em contrapartida, disseram que ninguém está acima da lei. A cortina de fumaça do discurso político colocado pelo ex-presidente esconde, de fato, que faltam esclarecimentos do político sobre propriedades e pagamentos de grandes empreiteiras não declarados.

Desacreditar investigações sobre corrupção e apontar possíveis golpes da elite contra líderes populares sempre foi uma tática utilizada por partidos de esquerda na América Latina. Líderes populistas costumam dividir o mundo entre uma elite golpista e líderes populares que, por serem verdadeiros representantes do povo, deveriam ter carta branca. Um desvio de conduta seria aceitável para aqueles que são a verdadeira cara da nação e do povo. É a insistência pela predominância do discurso raso e de senso comum do nós contra eles.

A tática costuma dar certo apenas quando as investigações e acusações contra esses líderes não são consideradas confiáveis pela maior parte da população. Nesse sentido, o grau de profundidade e a clareza das acusações são essenciais para colar nos líderes políticos. Essa transmissão das informações com clareza é fundamental para transformar casos de corrupção em punição pela sociedade civil de políticos apanhados em atos ilícitos.

Quando essas informações são críveis e claras, especialmente a população mais pobre do Brasil e da América Latina passam a punir os políticos pelo voto, como mostram estudos recentes feitos por diferentes acadêmicos. A ideia de que os latino-americanos aceitam corrupção quando estão sendo beneficiados pelo Governo parece não ser suportada por evidências empíricas. Na verdade, a diferença está no grau de confiabilidade e na clareza das informações produzidas.

As investigações sobre o ex-presidente Lula ainda estão em andamento, mas muito do que foi tornado público até o momento mostra que Lula não consegue explicar a origem de bens e pagamentos feitas a ele por empreiteiras investigadas na Lava Jato. Numa verdadeira democracia é preciso investigar com rigor essas acusações, ao mesmo tempo em que o direito de defesa é garantido.

Porém, a população tem o direito de receber a maior quantidade de informações possíveis para formar o seu próprio juízo. Nas últimas semanas o que se tem visto é um ataque cada vez maior à imprensa – o que já chegou a ataques físicos nas ruas. Ao mesmo tempo, sites que receberam dinheiro desviado do próprio esquema da Petrobras fazem campanhas difamatórias contra jornalistas e os responsáveis pelas investigações da Lava Jato.

Em 2005, no auge do esquema do mensalão, pelo menos dois terços da população acreditava que o então presidente Lula não poderia ser responsabilizado por aquele caso (por isso mesmo a ideia de um impeachment não decolou). Em 2016, a situação é a inversa: a maior parte da população responsabiliza diretamente a presidente Dilma Rousseff pelos casos revelados e as informações reveladas pela Lava Jato também são consideradas críveis em relação ao ex-presidente Lula.

Não se trata, portanto, de golpe contra a democracia. Um país será democrático quando suas eleições forem livres e houver competição eleitoral, com espaço para a oposição. Quando esquemas bilionários de corrupção desequilibram a competição eleitoral, isso afeta a qualidade democrática de um país.

A teoria de que as revelações sobre esses grandes esquemas devem ser confiáveis e que, só assim, a população passará a punir políticos corruptos coloca incentivos para que as investigações sejam feitas com cuidados técnicos e com parcimônia. Ao mesmo tempo, pressionam políticos a pesarem com mais cuidado a decisão de se envolver em atos corruptos.

O Estado de Direito está presente quando todos os cidadãos são iguais perante a lei, que é aplicada de forma justa e consistente por todo o Judiciário. Essas leis devem ser claras, publicamente conhecidas, universais, estáveis e não retroativas. Daqui para a frente, o Brasil pode demonstrar que não existem pessoas especiais.

 

  • Fernando Mello, é mestre pela Georgetown University e é sócio do site Jota.info

 

  • Barbara Lobato é jornalista no site Jota.info

 

ARQUIVADO EM:

Justiça Federal paulista determina a expedição do mandado de prisão de Luiz Estevão

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Luís Estêvão
Luís Estêvão

Decisão estipula ainda que o ex-senador fique em alguma unidade prisional do próprio Distrito Federal

Por Lilian Tahan e Otto Valle  – A Justiça Federal de São Paulo determinou, nesta segunda-feira (7/3), “a imediata expedição do mandado de prisão” dos empresários Luiz Estevão e Fábio Monteiro de Barros Filho. A decisão estipula ainda que o ex-senador fique em alguma unidade prisional do próprio Distrito Federal, “expedindo-se guia de recolhimento provisório ao juízo das execuções penais dessa comarca tão logo seja preso”. Segundo o documento, assinado pelo juiz Alessandro Diaferia, da 1ª Vara Criminal paulista, Monteiro de Barros também começará a cumprir a pena na “Vara de Execuções Penais de seu domicílio”.

Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por desvio de verbas das obras do Fórum Trabalhista de São Paulo nos anos 1990. A pena foi imposta pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) em 2006. A Procuradoria da República atribui ao ex-senador os crimes de peculato, corrupção ativa, estelionato, formação de quadrilha e uso de documento falso. Como os últimos dois delitos prescreveram, a pena, hoje, é de 26 anos.

No mesmo processo foi condenado o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, que presidiu o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2). A ação penal contra Estevão, Monteiro de Barros e Nicolau foi conduzida na 1ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo. (Com informações do portal Metrópoles)

Boletos bancários: Confira algumas dicas para evitar fraudes

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brb

 

As fraudes tendem a aumentar nesta época do ano em que vencem os boletos de IPTU e IPVA

Nesta época do ano, em que começam a vencer os boletos referentes ao IPTU e ao IPVA, o BRB alerta seus clientes e usuários sobre os cuidados que devem ser tomados com o intuito de evitar fraudes nos boletos bancários.

Primeiramente, vale destacar que é importante manter os antivírus originais instalados e atualizados no computador utilizado para acesso aos serviços bancários; utilizar somente equipamentos confiáveis; não utilizar telefones de estranhos ou que não se conheça a origem para efetuar transações bancárias; informar imediatamente o banco, em casos de roubo ou furto de telefone; e evitar realizar transações bancárias em redes wireless (wifi) desconhecidas ou em locais públicos.

No caso específico dos boletos de IPTU e IPVA, alertamos que por se tratar de um documento de arrecadação, a linha digitável começará sempre com o número 8. Além disso, outra maneira de prevenir fraude em boletos, neste caso, é inserir o número do Renavam/Número de inscrição diretamente no terminal de autoatendimento do BRB, no momento do pagamento do valor referente ao IPVA e ao IPTU, respectivamente.

“Destacamos que o BRB não envia nenhum documento para pagamento por e-mail e que dispõe dos seguintes canais para liquidação desses boletos: agências e postos de atendimento do BRB, unidades do BRB Conveniência, Banknet, terminais de autoatendimento, BRB Mobile e Telebanco. Sugerimos aos usuários, ainda, que fiquem atentos às informações presentes nos boletos, pois a maioria dos que são fraudados apresentam inconsistências visíveis a olho nu, como erros de português”, ressaltou a diretora de Gestão de Pessoas e Administração do BRB, Cristiane Bukowitz.

É importante destacar que a Secretaria de Fazenda também não envia notificações ou Documento de Arrecadação (DAR) aos contribuintes por e-mail, ou por meio de aplicativos para smartphones e das redes sociais.

Assim, quando o contribuinte tiver alguma dúvida sobre a cobrança, a orientação é consultar o valor do débito diretamente pelo portal www.fazenda.df.gov.br. Neste endereço, é possível imprimir a 2ª via atualizada para pagamento, caso o boleto não tenha sido entregue na residência do contribuinte ou no endereço cadastrado junto ao órgão. No entanto, após a impressão, o contribuinte deve certificar-se de que o código de barras impresso corresponde ao apresentado na tela do computador, sempre iniciando com o número 8.

Lembramos que o vencimento do IPVA de 2016 começará em 14/03 e o IPTU em 13/06, ambos para as placas de finais e números de inscrição 1 e 2 (1ª parcela ou cota única), respectivamente. O pagamento pode ser feito nos bancos e lojas do BRB Conveniência. O calendário completo está disponível no endereço http://goo.gl/bxL1wT.

 

Abaixo, outras dicas aos usuários e clientes do BRB:

  1. Troque, periodicamente, sua senha de acesso ao Banknet e utilize sempre senhas de bloqueio de uso do seu smartphone.
  2. Se o caixa eletrônico ou equipamento do Banco estiver inoperante, não aceite oferta de estranhos de passar seu cartão em terminal avulso, mesmo que se apresentem como funcionários do banco. Fraudadores têm utilizado esse golpe para clonar (copiar os dados) cartões e obter senhas.
  3. Cada banco possui um código identificador próprio, que são os três primeiros dígitos do código de barras. O BRB, por exemplo, é o 070. Logo, um boleto emitido com o logo do BRB também começará com 070.

 

Outras dúvidas podem ser esclarecidas por meio do BRB Telebanco, no telefone 3322-1515.

Marcelo Odebrecht negocia delação e promete contar tudo que sabe

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MARCELO ODEBRECHT COMEÇOU A FALAR TUDO QUE SABE A INVESTIGADORES. (FOTO: GIULIANO GOMES/ESTADÃO CONTEÚDO)
MARCELO ODEBRECHT COMEÇOU A FALAR TUDO QUE SABE A INVESTIGADORES. (FOTO: GIULIANO GOMES/ESTADÃO CONTEÚDO)

Empreiteiro sucumbiu à delação após frustradas todas as esperanças de ser solto. No dia 19 ele completa 9 meses preso

A nova sensação, na Lava Jato, é a disposição do empresário Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, de prestar depoimento sob delação premiada. Ele já está sendo ouvido e “começou a cantar mais que canário”, segundo fonte com acesso à força-tarefa. É muito temida no PT e no Palácio do Planalto a delação de Marcelo, maior parceiro dos governo do PT – que o beneficiaram com negócios bilionários.

A delação de Marcelo Odebrecht é tão temida que Dilma queria tirá-lo da cadeia o quanto antes, conforme o senador Delcídio do Amaral.

Delcídio conta haver participado de negociação, a pedido de Dilma, para nomear um ministro do STJ comprometido em soltar Marcelo.

A Odebrecht pediu ajuda a velho “cacique” goiano, padrinho de ministra do STJ, para soltar Marcelo. Mas ela reagiu com um contundente “não”.

Marcelo Odebrecht sucumbiu à delação após frustradas todas as esperanças de ser solto. No dia 19 ele completa 9 meses preso. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

STF divulga acórdão da decisão sobre rito de impeachment

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STF - Supremo Tribunal Federal (Valter Campanato/Agência Brasil)
STF – Supremo Tribunal Federal (Valter Campanato/Agência Brasil)

 

Publicação será na terça, então recursos do caso poderão ser analisados. Entre pontos decididos pelo STF está o fim de chapas avulsas no processo

Do G1 – O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nesta segunda-feira (7) o acórdão da decisão do sobre o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso. Com a divulgação nesta segunda, a Justiça considera o acórdão publicado na terça-feira (8), a partir de quando poderão ser analisados recursos no caso.

O acórdão é o documento que resume a decisão tomada pelo Supremo e permite, oficialmente, a apresentação de recursos que questionem o que foi decidido.

A decisão do STF, tomada em dezembro de 2015, definiu, entre outros pontos que a comissão especial da Câmara para analisar o impeachment só pode ser formada por indicados por líderes de partidos, sem chapas avulsas, ao contrário do que quer o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Cunha entrou com recurso antes mesmo da divulgação do acórdão. Por isso, a Procuradoria-Geral da República enviou ao Supremo, na última semana, manifestação contrária ao pedido do presidente da Câmara.

Para Rodrigo Janot, o procurador-geral, o recurso não pode ser analisado porque, para se sanar vícios do julgamento, “é imprescindível haver acórdão formalizado”.

Além de invalidar a formação da chapa avulsa no impeachment, o Supremo também determinou que a eleição dos membros da comissão especial ocorra por votação aberta – o contrário do que ocorreu na eleição da chapa de oposição.

A Corte também decidiu reconhecer o poder do Senado de recusar a instauração do processo, mesmo após a Câmara aprovar, por ao menos 2/3 de seus membros (342 dos 513 deputados), a abertura do impeachment.