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PSDB conquistou 14 prefeituras no 2º turno; PT perdeu nas 7 cidades que disputou

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O segundo turno das eleições municipais mostrou crescimento do PSDB e queda do PT na conquista de prefeituras.

O desempenho petista no segundo turno confirmou a tendência de queda que já havia sido apontada no primeiro turno. O partido não elegeu nenhum dos sete candidatos com os quais disputou hoje (30). Na região do ABC, onde nasceu o partido, nenhum dos dois candidatos conseguiram vitória.

No Recife, única capital em que disputou a prefeitura no segundo turno, o PT viu o atual prefeito Geraldo Júlio (PSB) vencer João Paulo (PT) por uma grande margem de votos, quase 200 mil. Já na gaúcha Santa Maria, a disputa foi apertada: o petista Valdeci Oliveira perdeu para o tucano Pozzobom por apenas 226 votos.

Candidatos petistas também disputaram em Mauá (SP), Anápolis (GO), Juiz de Fora (MG) e Vitória da Conquista (BA).

PSDB

Por outro lado, o maior rival do Partido dos Trabalhadores, o PSDB conseguiu eleger 14 das 19 prefeituras que disputou em segundo turno. Os tucanos concorreram em oito capitais e venceram em cinco delas: Porto Alegre (RS), Belém (PA), Maceió (AL), Porto Velho (RO) e Manaus (AM).

Além disso, embora tenham sido derrotados em Belo Horizonte (MG), residência eleitoral do presidente do partido, senador Aécio Neves, os tucanos tiveram bom desempenho no ABC paulista. Em São Bernardo do Campo (SP), cidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Orlando Morando (PSDB) ganhou com 59% dos votos válidos.

Em Santo André, Paulo Serra (PSDB) teve 78% dos votos, enquanto o petista Carlos Grana alcançou apenas 21%. Os tucanos levaram ainda Ribeirão Preto, cidade do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, com Duarte Nogueira sendo eleito por 56% dos votos válidos.

PMDB

Já o PMDB, maior partido do país, elegeu prefeitos de três das seis capitais que disputou: Goiânia (GO), com Iris Rezende sendo eleito prefeito pela quarta vez; Florianópolis (SC), com Gean Loureiro; e Cuiabá (MT), com Emanuel Pinheiro.

No total, o partido levou oito das 15 cidades que disputou no segundo turno. Em Macapá (AP), residência eleitoral do ex-presidente da República e uma das principais lideranças peemedebistas, José Sarney, o partido perdeu a disputa da prefeitura para a Rede.

Comparação com 2012

Em 2012, quando a ex-presidenta Dilma Rousseff ainda governava, o desempenho do PT nas eleições municipais foi muito superior ao de agora. O partido tinha eleito, naquele ano, 630 prefeitos em primeiro tuno, e levou 21 para o segundo turno. Desses, oito foram eleitos.

Mantendo a tendência de crescimento já apresentada no primeiro turno desta eleição, o PSDB continuou em trajetória ascendente neste segundo turno em relação a 2012. Nas últimas eleições, o partido elegeu 686 prefeitos em primeiro turno e enviou 17 para o segundo turno, tendo eleito oito prefeitos na segunda fase. Este ano, foram eleitos 14 dos 19 candidatos tucanos que disputaram o segundo turno.

Nas eleições municipais passadas (2012), o PMDB elegeu 1.015 em primeiro turno e disputou com 16 candidatos o segundo turno, elegendo mais seis. Agora, o partido disputou o segundo turno com 15 candidatos e conquistou oito prefeituras.

 


Em Anápolis, Roberto do Órion derrota o PT e fala das prioridades

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Roberto do Órion (PTB) será o novo prefeito de Anápolis a partir de janeiro de 2017. Eleito em segundo turno, neste domingo, com 51,23% dos votos válidos, ele terá como vice o pastor Márcio Cândido. Eles derrotaram nas urnas o candidato João Gomes (PT) que tentava a reeleição após passar seis anos como vice-prefeito na gestão de Antônio Gomide, e mais dois como prefeito após a saída de Gomide para concorrer ao governo do estado, em 2014.

Em discurso após o resultado, Roberto do Órion – da coligação Competência para Inovar, que reúne PTB, PSD, SD, PMB, PROS, REDE, PRB, PPS e PTN – disse que uma das prioridades do seu governo será garantir o fornecimento de água para a população. “Eu nem vou esperar para janeiro. Essa semana ainda quero discutir isso com o governador Marconi Perillo”. A comemoração pela vitória ocorreu embaixo de muito chuva.

Órion, que no primeiro turno foi o segundo colocado, com 21,56% dos votos, contra 29,92% de João Gomes, conseguiu reverter a corrida eleitoral. Aos 38 anos de idade, este será o seu primeiro mandato. Além de ser farmacêutico e empresário, ele é dono de um curso pré-vestibular em Anápolis.

A disputa pela prefeitura de Anápolis foi acirrada, com apenas 4.255 votos de diferença entre os dois candidatos. “Se você vence com um voto já é vitória. Nós sabíamos que seria uma eleição dura, enfrentamos a máquina pública e fizemos uma campanha diferente, com pouco dinheiro”, comentou o prefeito eleito.

O promotor eleitoral de Anápolis, Carlos Alexandre Marques, disse que as eleições municipais deste ano foram tranquilas e o destaque foi o alto número de abstenções: 60.929 eleitores – mais de 23% do eleitorado – não compareceram às urnas no segundo turno na cidade. “A abstenção é também um recado do eleitor com a desesperança do sistema político que estamos vivenciando no Brasil”, falou.

O promotor destacou que a principal ocorrência do segundo turno em Anápolis foi a de uma mesária conduzida à sede da Polícia Federal por ser filha de um candidato a vereador, o que proibido pela Justiça Eleitoral.

 


Deputada distrital Telma Rufino é internada com dores no peito

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Parlamentar está em observação; ela sofreu um infarto em agosto de 2015. Caso não é considerado grave, mas médicos optaram por mantê-la internada

A deputada distrital Telma Rufino (sem partido) foi internada na madrugada deste domingo (30) depois de sentir dores no peito. Ela estava dormindo em sua casa, em Arniqueiras, quando sentiu as dores. Segundo a assessoria da parlamentar, o quadro não foi considerado grave pelos médicos do hospital particular de Taguatinga onde ela foi atendida.

A junta médica preferiu mantê-la internada para monitorar o estado de saúde. O caso pediu maior atenção dos médicos porque ela sofreu um infarto em agosto de 2015.

 

 

 


STJ poderá definir o futuro de Rodrigo Rollemberg nos próximos dias

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O Superior Tribunal de Justiça poderá de forma indireta, decidir nos próximos dias o futuro do Governo do Distrito Federal e o futuro político de Rodrigo Rollemberg

Por Edson Sombra, d’Na Varanda – A deputada distrital e presidente afastada Celina Leão Hizim Ferreira pediu ao Superior Tribunal de Justiça, para retornar ao comando da Câmara Legislativa do Distrito Federal, posto do qual foi afastada em meio as suspeitas levantadas pela Operação Drácon. O pedido está nas mãos do ministro Antônio Saldanha Palheiro, da Sexta Turma do STJ e deve ser decidido ainda na primeira quinzena de novembro.

Se o ministro autorizar o retorno da presidente afastada Celina Leão à presidência da Câmara Legislativa, uma das primeiras medidas da parlamentar deve ser aceitar o processamento dos pedidos de impeachment do governador Rodrigo Rollemberg. Não é segredo para ninguém que a parlamentar propala aos quatro cantos do DF que a operação Drácon foi urdida no Palácio do Buriti.

Ao determinar o prosseguimento dos pedidos de impeachment do atual governador, acreditam os conselheiros da presidente afastada Celina Leão, a parlamentar poderá angariar prestígio junto à população e dos servidores públicos do DF, insatisfeitos com a atual gestão do governador. Com tal demonstração de força de Celina Leão, talvez haja tempo até mesmo para colocar em prática o projeto de reeleição da Mesa Diretora. Coisa que nenhum outro presidente da casa conseguiu.

Os interlocutores mais próximos da presidente afastada acreditam que ela pode se tornar uma espécie de “Eduardo Cunha de saias”, que, ao fulminar o chefe do Executivo, se torne uma espécie de “malvado favorito” da população. Lembram os mais próximos da parlamentar, que mesmo acusado de gravíssimos casos de corrupção, por causa da aceitação do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, Eduardo Cunha era ovacionado por grande maioria da população.

Assim, o ministro Antônio Saldanha Palheiro, caso se defina pela volta de Celina Leão à presidência da CLDF, ainda que por poucos dias, pode estar colocando fim ao governo de Rodrigo Rollemberg, porque aceito o pedido de cassação, a pressão popular sobre os deputados será enorme e culminará com o precoce fim do governo.

De certo modo, o julgamento do Habeas Corpus 376763 representa um embate entre a presidente afastada Celina Leão e o governador Rodrigo Rollemberg. Mas se o STJ não devolver a presidência do legislativo a Celina, a ela ainda restará um suspiro de esperança, tentará que o  STF o faça.

Nessa briga apenas um sairá vivo politicamente. Quem será?

 


Ligações fixas entre municípios vizinhos estão mais baratas em 587 cidades

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A partir de hoje (30), as chamadas de telefones fixos entre 587 municípios vizinhos deixarão de ser cobradas como interurbanas e terão a mesma tarifa das chamadas locais. A queda de preços beneficiará consumidores de 281 municípios da Região Sul; 199 da Região Nordeste; 69 do Sudeste; e 38 municípios da Região Norte.

A estimativa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é que a mudança resulte em uma redução de 60% no custo desse tipo de ligação nessas localidades. O benefício real da mudança vai depender do plano de serviço contratado pelo assinante.

As alterações do regulamento sobre áreas locais para a telefonia fixa foram publicadas no dia 3 de maio e a agência havia dado prazo de 180 dias para entrada em vigor da medida, que vence neste domingo.

A relação dos municípios afetados pela medida pode ser consultada no site da Anatel.

 

Datafolha: Crivella tem 58% e Freixo, 42% na disputa pela Prefeitura do Rio

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O instituto Datafolha divulgou neste sábado (29), através do G1 RJ, a quarta e última pesquisa eleitoral de intenção de voto para prefeito do Rio neste segundo turno. Na véspera da eleição, a vantagem do candidato Marcelo Crivella (PRB) sobre Marcelo Freixo (PSOL) caiu de 26 para 16 pontos nos votos válidos e de 19 para 13 nos votos totais.

O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais (estimulada):
– Marcelo Crivella (PRB): 43% (pela margem de erro, entre 41% e 45%)
– Marcelo Freixo (PSOL): 30% (entre 28% e 32%)
– Em branco/nulo/nenhum: 19%
– Não sabe: 8%

Nas pesquisas anteriores:
– Crivella teve 44%, 48%, 46%; agora está com 43%
– Freixo teve 27%, 25%, 27%; agora está com 30%

Votos válidos:
– Crivella (PRB): 58% (pela margem de erro, entre 56% e 60%)
– Marcelo Freixo (PSOL): 42% (entre 44% e 46%)

Nos levantamentos anteriores:
– Crivella teve 62% 66%, 63%; agora tem 58%
– Freixo teve 38%, 34%, 37%; agora tem 42%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Datafolha ouviu 2.384 eleitores nos dias 28 e 29 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) sob o protocolo RJ-01053/2016.

Decisão do voto
O instituto perguntou aos eleitores em que momento eles decidiram o voto. Veja os números da pesquisa:

Logo que terminou o 1º turno: 84%
Há 15 dias aproximadamente: 6%
Nesta última semana: 10%

Chance de mudar o voto
O Datafolha também perguntou aos eleitores o quanto eles estão decididos sobre o voto. Veja os números:

Está totalmente decidido a votar em ___: 91%
Seu voto ainda pode mudar: 8%
Não sabe: 1%

Ibope: Marchezan tem 56% e Melo, 44% na disputa em Porto Alegre

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O G1 RS divulgou nesta sexta-feira (28) a terceira pesquisa eleitoral Ibope de intenção de voto para a Prefeitura de Porto Alegre no segundo turno. O levantamento do instituto foi encomendado pelo Grupo RBS.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais:
– Nelson Marchezan Júnior (PSDB): 44% (pela margem de erro, entre 41% e 47%)
– Sebastião Melo (PMDB): 36% (entre 33% e 39%)
– Branco/nulo/nenhum: 18%
– Não sabe/não respondeu: 2%

No levantamento anterior, Nelson Marchezan Júnior (foto) tinha 44%, Sebastião Melo, 33%, brancos e nulos eram 18% e não sabiam, 5%. Na pesquisa do dia 10, Marchezan Júnior tinha com 45% e Sebastião Melo, 33%. Votariam em branco ou anulariam, 18% e não sabiam/não responderam, 4%.

Votos válidos:
– Nelson Marchezan Júnior (PSDB): 56% (pela margem de erro, entre 53% e 59%)
– Sebastião Melo (PMDB): 44% (entre 41% e 47%)

Na pesquisa anterior, Nelson Marchezan Júnior tinha 57% e Sebastião Melo, 43%. No levantamento do dia 10, Marchezan tinha 58% e Melo, 42%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Ibope ouviu 805 eleitores entre os dias 26 a 28 de outubro em Porto Alegre. A pesquisa eleitoral foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) sob o protocolo RS-00439/2016.

 

Ibope: Gean tem 55% e Angela Amin, 45%, na disputa em Florianópolis

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O G1 SC divulgou nesta sexta-feira (28) a terceira pesquisa Ibope de intenção de voto para a Prefeitura de Florianópolis no segundo turno. O levantamento do instituto foi encomendado pela RBS TV.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais:
– Gean Loureiro (PMDB): 44% (pela margem de erro, entre 41% e 47%)
– Angela Amin (PP): 36% (pela margem de erro, entre 33% e 39%)
– Branco/nulo/nenhum: 16%
– Não sabe/não respondeu: 4%

No levantamento anterior, de 21 de outubro, Gean tinha 49%, e Angela Amin, 30%. Votariam em branco, nulo ou em nenhum 17%, e não souberam/não responderam eram 4%.

Na primeira pesquisa do segundo turno, do dia 10 de outubro, Gean aparecia com 53%, Angela Amin, 26%. Brancos e nulos eram 16%, e não sabiam ou não responderam somavam 5%.

Votos válidos:
– Gean Loureiro (PMDB): 55% (pela margem de erro, entre 52% e 58%)
– Angela Amin (PP): 45% (pela margem de erro, entre 42% e 48%)

No levantamento anterior, Gean tinha 62%, Angela Amin, 38%. Na primeira pesquisa do segundo turno, Gean tinha 67%, e Angela Amin, 33%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

– Gean Loureiro (PMDB): 41%
– Angela Amin (PP):  31%
– Branco/nulo: 20%
– Não sabe/não respondeu: 8%

No levantamento de 21 de outubro, Gean tinha 45%, e Angela Amin, 26%. Votariam em branco, nulo ou em nenhum 21%, e não souberam/não responderam eram 8%

O Ibope ouviu 805 eleitores de Florianópolis, entre os dias  26 e 28 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo SC-05916/2016.

Datafolha: Roberto Claudio tem 56% e Capitão Wagner, 44% em Fortaleza

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O G1 CE divulgou neste sábado (29) a segunda pesquisa eleitoral Datafolha de intenção de voto para a Prefeitura de Fortaleza no segundo turno. O levantamento do instituto foi encomendado pelo jornal O Povo.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais
– Roberto Cláudio (PDT) – 48% (pela margem de erro, entre 46% e 50%)
– Capitão Wagner (PR) – 37% (pela margem de erro, entre 35% e 39%)
– Branco/nulo/nenhum: 7%
– Não sabe/não respondeu: 8%

No levantamento anterior,  Roberto Cláudio tinha 45%, Capitão Wagner, 36%, brancos e nulos eram 12% e não sabiam, 8%.

Votos válidos:
– Roberto Cláudio (PDT): 56% (pela margem de erro, entre 54% e 58%)
– Capitão  Wagner (PR): 44% (entre 42% e 46%)

Na pesquisa anterior, Roberto Cláudio tinha 56%, e Capitão Wagner, 44%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Datafolha ouviu 1.748 eleitores nos dias 28 e 29 em Fortaleza. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) sob o protocolo CE-00052/2016.

Observação: a soma dos valores pode não ser 100% devido a arredondamentos.

Datafolha: Alexandre Kalil tem 52% e João Leite, 48% na disputa por Belo Horizonte

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O instituto Datafolha divulgou neste sábado (29) a terceira e última pesquisa eleitoral de intenção de voto para prefeito de Belo Horizonte neste segundo turno. Segundo o Portal G1 MG, na véspera da eleição, a vantagem do candidato Alexande Kalil (PHS) sobre João Leite (PSDB) permanece de quatro pontos nos votos válidos e de três pontos nos votos totais.

O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais (estimulada):
– Alexandre Kalil (PHS) – 37% (pela margem de erro, entre 35% e 39%)
– João Leite (PSDB) – 34% (entre 32% e 36%)
– Branco/nulo/nenhum: 19%
– Não sabe/não respondeu: 10%

Nas pesquisas anteriores:
– Kalil teve 29%, 34%; agora está com 37%
– João Leite teve 36%, 31%; agora está com 34%

Votos válidos:
– Alexandre Kalil (PHS): 52% (pela margem de erro, entre 50% e 54%)
– João Leite (PSDB): 48% (entre 46% e 50%)

Nos levantamentos anteriores:
– Kalil teve 45%, 52%; agora tem 52%
– João Leite teve 55%, 48%; agora tem 48%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Datafolha ouviu 1.973 eleitores de Belo Horizonte, com 16 anos ou mais, nos dias 28 e 29 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo MG-03801/2016.

Decisão do voto
O instituto perguntou aos eleitores em que momento eles decidiram o voto. Veja os números da pesquisa:
Logo que terminou o 1º turno: 80%
Há 15 dias aproximadamente: 9%
Nesta última semana: 11%

Chance de mudar o voto
O Datafolha também perguntou aos eleitores o quanto eles estão decididos sobre o voto. Veja os números:

Está totalmente decidido a votar em ___: 88%
Seu voto ainda pode mudar: 11%
Não sabe: 0%