Início Site Página 2870

Samambaia: recuperação de escolas e doação de telhas são prioridades do GDF

0

A prioridade do governo de Brasília na manhã desta sexta-feira (21) em relação às pessoas atingidas pelo temporal em Samambaia na madrugada de quarta (19) para quinta (20) é a distribuição de telhas e de cestas básicas para as famílias em situação de vulnerabilidade social. Mais de mil edificações tiveram avarias em decorrência da forte chuva. Além disso, a recuperação estrutural das 17 escolas danificadas na região começou a ser feita. “O objetivo é que voltem a funcionar no início da semana que vem”, disse o governador Rodrigo Rollemberg.

O chefe do Executivo voltou à região na manhã de hoje para definir com a equipe de secretários de Estado os próximos passos da força-tarefa que atua desde quarta-feira para atender a população. “Ficaremos aqui enquanto a comunidade precisar e a vida voltar ao normal.” A reunião ocorreu na Creche Ipê Roxo, na Quadra 115. Após o encontro, o governador percorreu algumas quadras da região para acompanhar o trabalho de recuperação dos estragos provocados pela chuva. Ele visitou casas e conversou com moradores. Cinco equipes da Defesa Civil percorrem as áreas atingidas.

Para a reconstrução das casas, a Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos ofereceu 5 mil telhas. O governo distribuirá também 1.060 cestas básicas.

As pessoas que tiveram o telhado destruído estão sendo cadastradas pela área social do governo de Brasília. Materiais que estavam no estoque de órgãos governamentais serão entregues a famílias que não têm condições financeiras de reconstruir suas casas. “Pedimos a compreensão de todos porque daremos prioridade a quem precisa. Também contamos com a colaboração da população que possa doar materiais para os moradores de Samambaia”, convocou Rollemberg.

“Lamentamos profundamente a perda dessa família e prestamos aqui a nossa solidariedade”

Secretário das Cidades, Marcos Dantas

A força-tarefa conta com cerca de 500 servidores de diversos órgãos do DF e é coordenada pela Secretaria das Cidades. A luz da região foi retomada desde o início da manhã de hoje. Cento e trinta funcionários da Companhia Energética de Brasília (CEB), divididos em 46 equipes, trabalham 24 horas por dia em Samambaia.

Cinco pessoas ficaram feridas sem grande gravidade após o temporal. Registrou-se uma vítima fatal. O vigilante Carlos Henrique Ramos Freitas, de 32 anos, foi atingido por um muro que desabou e sofreu múltiplos traumas. Ele foi encaminhado ao Hospital Regional de Ceilândia, onde foi atendido e estabilizado. No entanto, não resistiu e morreu no início da madrugada desta sexta-feira. A Secretaria do Trabalho vai custear o funeral de Carlos Henrique. “Lamentamos profundamente a perda dessa família e prestamos aqui a nossa solidariedade”, disse o secretário das Cidades, Marcos Dantas.

 

Doações para a população atingida

Secretários das Cidades, Marcos Dantas, e o governador Rodrigo Rollemberg vistoriam os trabalhos em Samambaia
Secretários das Cidades, Marcos Dantas, e o governador Rodrigo Rollemberg vistoriam os trabalhos em Samambaia

A Administração Regional de Samambaia organizou campanha de doação de materiais de construção. A entrega de donativos de empresários deve ser feita no ginásio de esportes, no Setor Urbano, Quadra 301, em frente à administração regional. Cidadãos comuns que tenham sobras de materiais também podem participar. Servidores da área social do governo farão a triagem e a distribuição de acordo com as necessidades de cada morador.

Há dois endereços como referência para quem quiser levar doações às famílias necessitadas: a Coordenação Regional de Ensino de Samambaia (Quadra 104, Conjunto 5, Samambaia Sul) e a Igreja Nossa Senhora das Graças (Quadra 431, Conjunto B, Samambaia Norte).

 

Atuação do governo em Samambaia nesta sexta-feira

Das 17 escolas danificadas pelo vento e pela chuva, algumas já estão liberadas para os alunos, pois tiveram problemas menores, como falta de luz, que já foram resolvidos pela força-tarefa do governo. As atenções para as escolas das Quadras 511, 111 e 317 estão reforçadas pois essas unidades foram saqueadas depois da destruição.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) atua na recuperação das estruturas em conjunto com as empresas de manutenção que têm contrato de manutenção com a Secretaria de Educação. Recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf) estão sendo utilizados para comprar material.

A base no Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu), em Samambaia, também está recebendo reparos após ter as telhas arrancadas pelo vento forte. A unidade de pronto-atendimento (UPA) da região estará com reforço de equipe no fim de semana. A UPA do Recanto das Emas e o Hospital Regional de Samambaia darão apoio aos pacientes, caso necessário.

Duzentos e quarenta garis do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recolhem os entulhos de toda a região com o auxílio de 15 caminhões caçamba e duas pás carregadeiras.

O governador Rollemberg visitou casas e conversou com moradores. “A maioria precisa de telhas, foi o que mais me pediram”, constatou. Ele também esteve no Caic de Samambaia, onde equipes retiravam entulho; na Casa Azul Felipe Augusto; nas Escolas Classe 317, 111 e 425; e no Centro de Ensino Fundamental 619 (atingido pela queda de uma árvore). A Novacap atua com 13 equipes de poda de árvores, 295 trabalhadores e 90 equipamentos.

OPINIÃO | O recado do Tribunal de Justiça do DF ao Ministério Público

1

Por Ricardo Callado


O julgamento do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) deixou um recado ao Ministério Público. Um recado duro, mas não se tratou de uma recriminação aos trabalhos dos promotores.

Tratou-se mais um puxão de orelha dos desembargadores. Algo de pai para filho quando se quer corrigir algo que saiu da linha. Impondo os limites necessários do que pode e o que não pode ser feito.

Ao determinar a recondução dos membros eleitos da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, a Justiça impôs uma simbólica, mas forte derrota ao modo como alguns promotores conduzem a Operação Drácon.

Tomando por base áudios gravados clandestinamente pela deputada Liliane Roriz (PTB), que vinha sob ameaça de um processo de cassação, onde supostamente constariam conversas que comprovaria pagamentos de propina a deputados em troca de emendas, a operação Dracon foi deflagrada com grande estardalhaço. Assim foram afastados liminarmente todos os integrantes da Mesa Diretora.

A medida que o tempo passava, os fatos iam sendo esclarecidos. São fortes as suspeitas de que os áudios foram editados suprimindo conversas e nomes. E pior, incluindo nomes que não constavam.

Em artigos passados, chamei atenção para essa possibilidade. Um dos recursos descreveu essas falhas. Mesmo não tendo sido alvo de comentários, inegável que a Justiça tomou conhecimento.

Desde o início, o Ministério Público conduziu as investigações de forma não usual, acusando pessoas “por atacado”. Isso não é aceito no Direito. É básico no Direito que as condutas sejam individualizadas.

Mas com a recondução, a Justiça recolocou as coisas no seu devido lugar.

Com esse puxão de orelhas, cabe ao Ministério Público tirar lições e passar a trabalhar investigando fatos e não mirando em pessoas, assim poderá corrigir os erros cometidos e fazer uma investigação dentro dos limites do Direito.

Nesse momento, depois do puxão de orelha, o Ministério Público precisa de apoio da sociedade. A população quer que o MP atue de forma independente e que faça a sua defesa e apenas isso. Nenhuma ação pode ser politizada. Vamos deixar a política para os políticos e apoiar o Ministério Público para que façam a sua função de defensor da sociedade da forma que ter que ser feita.

O Ministério Público é do povo, que tem o poder maior de escolher seus representantes, e não de qualquer outro poder, seja ele Executivo ou Legislativo. E o TJDFT deve mostrar como se faz justiça dentro dos limites da lei. Porque ninguém está acima dela. E limites existem para todos. A sociedade quer justiça, não justiciamento.

Polícia Federal prende agentes da Polícia Legislativa acusados de atrapalhar Lava Jato

0
A Polícia Federal prendeu policiais legislativos suspeitos atrapalhar a Operação Lava Jato (José Cruz/ Agência Brasil)

A Polícia Federal cumpre, na manhã de hoje (18), mandados judiciais no Senado Federal ligados a uma nova operação, denominada Métis, que apura a atuação de agentes da Polícia Legislativa para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e também de outros casos envolvendo políticos.

Quatro mandados são de prisão temporária de membros da Polícia Legislativa. A PF aponta o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo de Carvalho,  como líder do grupo que utilizava a estrutura de inteligência da Polícia Legislativa para atrapalhar investigações contra senadores e ex-senadores. Carvalho foi preso temporariamente, junto com os agentes Everton Taborda, Geraldo Cézar e Antônio Tavares. Todos foram levados para a Superintendência da PF em Brasília.

A ação da PF foi autorizada pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, no Distrito Federal, que ordenou também a suspensão das atividades funcionais dos acusados.

No pedido de prisão temporária, o Ministério Público Federal afirma ter obtido provas de que os policiais legislativos realizaram ações de contrainteligência em busca de escutas instaladas pela PF nos endereços de três senadores e de um ex-parlamentar. Os parlamentares beneficiados teriam sido a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Edison Lobão (PMDB-MA) e o ex-senador José Sarney.

Os agentes permaneceram por cerca de três horas nos gabinetes da Polícia Legislativa do Senado, no subsolo da Casa, de onde retiraram dez malas de documentos e equipamentos utilizados para rastrear grampos. A Polícia Federal nega que estejam sendo cumpridos mandados em gabinetes ou endereços de políticos.

De acordo com a PF, Pedro Ricardo Araújo de Carvalho “ordenou a prática de atos de intimidação à Polícia Federal, no cumprimento de mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal em apartamento funcional de senador”. Ele é homem de confiança do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) que encontra-se em Maceió nesta sexta-feira, segundo a assessoria.

Ao todo, são cumpridos nove mandados judiciais. O grupo vai responder pelo crimes de associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal. Somadas, as penas podem chegar a 14 anos de prisão, além de multa.

Base Aérea

Ao participar de um evento na Base Aérea de Brasília, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que foi informado na manhã desta sexta-feira sobre a Operação Métis pelo diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra. “Tenho conhecimento da operação porque o doutor Daiello ligou no inicio da manhã informando”, disse Moraes.

O ministro, no entanto, disse que só vai comentar a operação após ter acesso ao relatório da PF. “Vou aguardar o relatório da Polícia Federal. Daqui a pouco vou me reunir com o Dr. Daiello e todos os superintendentes [em evento previamente agendado, de inauguração do inquérito eletrônico da PF]. Ele vai fazer um relatório do que ocorreu hoje na operação”, disse ele.

Alexandre de Moraes lembrou que a PF apenas cumpriu ordem judicial. “Foi uma operação com ordem judicial e a PF simplesmente cumpriu a ordem judicial para a continuidade das operações”, disse o ministro na Base Aérea de Brasília, durante cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Aeronáutico.

Disputa pela Presidência da Câmara Legislativa agita bastidores da Casa

0
“Não é hora de falar de eleição. Temos que trabalhar agora para fortalecer a instituição. Votamos poucos projetos dos parlamentares”, Sandra Faraj (SD)

Por Francisco Dutra, do Jornal de Brasília – A corrida pela presidência da Câmara Legislativa para o próximo biênio está embolada. Três grupos nutrem chances de faturar a eleição. Oposição e descontentes com governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) tem chances de conjugar nove votos. Pelo menos sete parlamentares orbitam pela chapa em gestação no Bloco Sustentabilidade, pertencente à base do Buriti. Enquanto isso, a candidatura Agaciel Maia (PR) garante quatro votos, com as bençãos do governador. Se bem aplicada, a caneta do Executivo tem força para reverter qualquer placar.

A oposição tende a votar em bloco. O grupo seria composto por Celina Leão (PPS), Raimundo Ribeiro (PPS), Bispo Renato (PR), Wellington Luiz (PMDB) e Rafael Prudente (PMDB). Caso consigam articular apoio a um nome com perfil mais moderado, poderão agregar mais votos. Um cenário possível é tendo Sandra Faraj (SD) como candidata. Neste caso, o grupo tem potencial para atrair também Telma Rufino (sem partido), Cristiano Araújo (PSD) e Robério Negreiros (PSDB).

Faraj nega qualquer plano de sair em busca da presidência neste momento. “Não penso nisso. Não trabalho em prol disso. A eleição ainda está longe. Podem ocorrer muitos movimentos até lá. As coisas vão se definir em dezembro. A Câmara vive um momento delicado. A Casa está machucada e precisa superar as mágoas internas entre os pares. Antes de qualquer coisa, a bola tem que parar no chão”, comentou a parlamentar.

O Bloco Sustentabilidade continua a trabalhar com dois nomes: Israel Batista (PV) ou Joe Valle (PDT). Enquanto o primeiro tem melhor relação com o Executivo, o segundo tem mais traquejo com os colegas parlamentares. Além dos votos dos demais membros do bloco, Chico Leite (Rede), Cláudio Abrantes (Rede) e Reginaldo Veras (PDT), eles têm mantido conversas permanentes com Wasny de Roure (PT) e Ricardo Vale (PT).

Nas contas atuais, Agaciel Maia teria os votos do presidente interino da Casa, deputado Juarezão (PSB), Luzia de Paula (PSB) e Chico Vigilante (PT). Este quadro pode mudar radicalmente em favor do distrital se o governador entrar em campo de maneira séria. No entanto, a relação do Buriti com a base está instável e desgastada por atritos internos e externos. Neste tabuleiro, Maia não é um nome fraco, mas também não é o franco favorito.

Na aritmética pelo comando da Casa ainda existem incógnitas relevantes. A posição do ex-líder do governo na Casa, deputado Julio César (PRB) é uma grande dúvida. Ele ainda mantém diálogo com o Buriti compondo a base, mas nada garante que ele vai votar em qualquer nome das chapas governistas. Lira (PHS) e Rodrigo Delmasso (PTN) também são mistérios, estabelecendo relações amistosas com base e oposição. Por fim, Liliane Roriz (PTB) conseguiu recentemente manter o mandato, com vitórias no Judiciário e na própria Casa. Mas por outro lado, perdeu espaços dentro do governo.

Entre tapas e beijos

Lua de mel foi boa enquanto durou

  • O governo viveu uma breve lua de mel com o Legislativo enquanto a antiga Mesa Diretora estava afastada pela Operação Drácon. Votou muitos projetos de interesse do GDF, mas fugiu de grandes polêmicas, a exemplo da recomposição do IPTU.
  • Outro indício de que o GDF vive momentos conturbados na Casa é o fato de ainda não ter definido um nome para ocupar a posição de líder do governo na Casa.

Única saída é a unificação das chapas

“A boa jogada para o governo seria compor as candidaturas em apenas uma chapa. Se não houver essa superação, o grupo da deputada Celina Leão, tem chances de conseguir retomar totalmente o comando da Câmara”, ponderou o cientista político Valdir Pucci. Até detonação da Operação Drácon, os trabalhos da Casa seguiam sob a batuta oposicionista proporcionando um calvário para o Buriti.

Segundo o especialista, o cenário potencialmente adverso para o Buriti é plausível. Primeiramente, as eleições para a presidência da Casa tendem a envolver interesses e temas internos da Casa. O peso de questões externas costuma ser relativizado pelos parlamentares. Em segundo lugar, pesa também a experiência e o domínio do regimento do Legislativo.

“Neste caso, os deputados costumam votar sem se preocupar com o respaldo da sociedade. E a oposição atual é o grupo majoritário mais antigo da Câmara. São parlamentares mais acostumados com os jogos internos do Legislativo. Estão naturalmente mais preparados para qualquer embate”, detalhou Pucci.

Nesta semana, a oposição recuperou força quando a antiga Mesa Diretora, afastada pela Operação Drácon, conseguiu recuperar os cargos na Justiça. Outro fator complicador para Rollemberg é a dificuldade para compor uma chapa única. Agaciel é o preferido do Buriti, mas hoje o Bloco Sustentabilidade tem mais votos concretos. Neste cenário, nenhum dos lados vê motivos para abrir mão de uma cabeça de chapa.

Independentemente de quem se sagre vitorioso no final desta corrida, oposição ou governo, Pucci enumerou duas missões para os próximos condutores do Legislativo. “A próxima presidência tem o desafio de ajudar o DF a sair dessa crise, em vários aspectos. Mantendo a autonomia, é preciso ter conversas abertas com o Executivo para construir soluções para a capital”, contou. A segunda meta é melhorar a imagem institucional da Câmara. Hoje, interna e externamente a Casa está mesmo em frangalhos.

Eleições 2018: reunião na casa de Izalci mobiliza postulantes ao Buriti

1

Por Delmo Menezes, do Agenda Capital – Em jantar na noite desta quinta-feira (20) na residência do deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) no Lago Sul, futuros postulantes ao Buriti, se reuniram para definir um “chapão”  com vistas as eleições de 2018 no Distrito Federal.

Participaram do encontro, Izalci Lucas (PSDB), Tadeu Filippelli (PMDB), Alberto Fraga (DEM), Jofran Frejat (PR), Paulo Octávio (PP), Alírio Neto (PEN) e Antonio Gomes (ex-secretário de Roriz).

Segundo um interlocutor ouvido pelo Agenda Capital, a reunião serviu para os pretensos candidatos ao Buriti  fazerem a uma avaliação da atual conjuntura política no DF, e a perspectiva de Rollemberg não se reeleger em 2018.

O articulador político da reunião, ex-deputado Alírio Neto, ficou de marcar outro encontro com o grupo, na residência de um dos participantes, para definir as estratégias futuras

Por ocasião do encontro, “foi pregado a união de todos” e ficou pré-definido que aquele que estiver em melhores condições até o período das eleições, será o escolhido do grupo para concorrer ao Palácio do Buriti nas eleições de 2018.

Da Redação do Agenda Capital 

CPI da Saúde ouve na quinta-feira (27) servidor citado em por Assad em gravação

0

Na reunião ordinária da Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal que ocorreu na manhã desta quinta-feira (20), foi aprovada a convocação de Jorge Luiz Gomes da Silva. O servidor da secretaria de saúde do DF, que deverá depor na próxima reunião dia 27 de outubro, foi citado em áudios com o empresário Afonso Assad nos quais tratavam da execução de contrato da Meyato Construções e Comércio.

Foi aprovado pelo colegiado, ainda, o requerimento que solicita do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) realização de auditoria nos pagamentos realizados pelo Hospital da Criança de Brasília. Segundo o distrital Wasny de Roure, é fundamental a análise destes relatórios “precisamos avaliar as requisições de médicos e os contratos realizados no Hospital da Criança”.

Estava prevista a oitiva do Pedro Rocha Poniagua para a reunião desta quinta (20), mas o mesmo não compareceu à CPI da saúde. Assim, os parlamentares presentes Wellington Luiz (PMDB), Lira (PHS), Wasny de Roure (PT) e Robério Negreiros (PSDB) permaneceram em reunião interna para deliberações administrativas.

Banco de Brasília cresce no mercado de adquirência de cartões

0

Desde 2013, o BRB opera com um produto no mercado, no ramo de adquirência de cartões, após parceria firmada com a empresa americana Global Payments. Desde então, a Global auxilia a instituição no processo de credenciamento de estabelecimentos comerciais para aceitação de cartões como meio de pagamento. A maquineta é um equipamento que possui uma plataforma confiável, ágil e de fácil manutenção.

Ana Lívia Oliveira, Diretora Comercial da Global Payments, explica que hoje o BRB tem cerca de 6 mil estabelecimentos comerciais credenciados com a Global, número considerado significativo. “Trabalhamos para crescer ainda mais e conquistar um número de clientes cada vez maior”, ressalta.

Ana Lívia conta ainda que tem gerado ações com retornos positivos e boa visibilidade para a empresa: “Podemos citar ações recentes nas quais atuamos, como a Casa Cor Brasília 2016, onde as maquinetas estavam disponíveis na bilheteria e no espaço do Sebrae. Atuamos também na abertura de negociação para eventos como o Festival de Brasília e o Iate In Concert. Essas parcerias são extremamente importantes, pois nos permitem lidar diretamente com os clientes e apresentar o Banco e o nosso atendimento, aumentando, assim, a oportunidade de negócios”, finaliza.

Clientes do BRB interessados em conhecer melhor este serviço podem procurar qualquer ponto de atendimento do BRB.

Operação da PF no Senado tem como alvo integrantes da Polícia Legislativa

0

A Polícia Federal foi ao Senado na manhã de hoje (21) cumprir mandados judiciais ligados a uma nova operação que tem como principais alvos integrantes da Polícia Legislativa. Eles são suspeitos de atuar para dificultar trabalhos de investigação da PF.

Os agentes da PF encontram-se neste momento nos gabinetes da Polícia Legislativa, no subsolo do Senado, onde buscam coletar provas.

A PF afirmou que não há mandados judiciais sendo cumpridos em gabinetes ou qualquer endereço ligado a políticos.

ENTREVISTA | Três perguntas para … Ricardo Vale (PT), deputado distrital

0

Por Celson Bianchi, do Alô Brasília


Celson Bianchi – Deputado Ricardo Vale, o PT está passando por uma crise nas direções da legenda atualmente. Como seria o processo de renovação das direções e quais os próximos desafios para o partido?

Ricardo Vale – Avalio que é preciso acabar com o PED (Processo de Eleições Diretas), pois esse método de eleição já está viciado, não representa os anseios de uma militância que quer debater, trocar ideias, não só chegar lá e votar em alguém que ela nem conhece. A minha linha, que é uma linha unitária de um grupo dentro do PT, é que o partido chame um congresso, para esse ano ainda, e de lá saia as novas direções do Partido dos Trabalhadores.

Unificar o partido, fazer autocrítica dos erros, pensar os próximos anos do desenvolvimento social e econômico no Brasil e convencer a sociedade de que o PT ainda é um partido ideologicamente de esquerda, ligado aos movimentos sociais e mais frágeis socialmente. O PT não pode ser sinônimo de corrupção. Acho que esses são os principais desafios e para que eles possam se tornar reais, só uma outra direção, sem os vícios antigos, para dar conta.

 

Como está a situação do PT no Distrito Federal?

A situação do partido em todo Brasil é muito ruim, vide o que aconteceu com o PT nessas últimas eleições. No DF não existe uma situação de crise específica, aqui se reproduz a crise do partido no geral. Existem disputas, existem aqueles que desejam mudar e aqueles que querem deixar como está. Vamos ver como ficará!

 

E a Bancada do PT na Câmara Legislativa?

Recentemente nossa bancada teve um abalo que foi amplamente noticiado nos jornais. No dia 12 de outubro o deputado Wasny de Roure anunciou que estava deixando a liderança da bancada. Foi uma decisão precipitada, em minha opinião, mas ele estava magoado com alguns episódios pontuais e acabou externando um desejo pessoal. Na quinta-feira (20/10) nos reunimos e pedimos para que o deputado revisse essa decisão e voltasse a liderar a bancada do PT na CLDF. Wasny topou e continua na liderança até fevereiro de 2017, quando faremos o rodízio de posição entre os deputados novamente.

Policiais civis decidem por paralisação de 48 horas na próxima semana

0

Em Assembleia Geral Extraordinária hoje (20), convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), os policiais civis decidiram por uma nova paralisação na próxima semana, de 8h de segunda-feira (24) às 8h de quarta (26).

Com a paralisação de 24 horas deflagrada pelos policiais civis do DF nesta quinta-feira (20), cerca de mil ocorrências deixaram de ser registradas nas 34 Delegacias de Polícia (DPs) do Distrito Federal.

O impacto é direto também nas perícias: são 50 realizados procedimentos como esse por dia – no entanto, hoje, existe uma lista com 200 perícias pendentes.

Em condições normais, uma perícia demora até três dias para ser realizada. Com a paralisação, esse prazo pode se estender para até quatro dias.

A paralisação também afeta a custódia de presos. Só nesta quinta, 20, 50 presos deixaram de ser transferidos das DPs para a carceragem e 50 da carceragem para a Justiça.

Pelo menos 400 carteiras de identidade deixaram de ser emitidas nos Postos de Identificação. Também deixaram de ser produzidos 50 laudos periciais.

Ainda nas DPs, 600 provas testemunhais deixam de ser elaboradas.

Há, hoje, 10 mil mandados de prisão em aberto mais mil mandados de apreensão de adolescentes infratores para serem cumpridos. Esse serviço também foi paralisado.

Todas as investigações, desde as que apuram crimes de menor potencial às que apuram crimes mais complexos, também estão paralisadas.

A adesão da categoria é de 100% e, em assembleia na tarde também desta quinta, será decidido qual o futuro da mobilização dos policiais civis.