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Caiado concorda com Adib e defende agenda conjunta PMDB-DEM

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O presidente regional do Democratas, senador Ronaldo Caiado, disse concordar com a posição do prefeito de Catalão, Adib Elias (PMDB), que defendeu em declarações à imprensa que PMDB e DEM precisam se acertar. Adib falou em uma agenda conjunta da oposição e maturidade na condução das discussões sobre as eleições de 2018.

“Concordo com o prefeito Adib. Temos que ter maturidade para andarmos juntos e a humildade de buscarmos aliados. A aliança PMDB-DEM foi vitoriosa e me empenhei para eleger os candidatos a prefeito do PMDB em quase a totalidade dos municípios que disputamos as eleições”, disse.

Ronaldo Caiado também considerou acertada a fala de Adib que considerou inoportuna a decisão de um nome nesta altura das discussões, mas reafirmou acreditar que cada partido tem o direito de defender suas pré-candidaturas. “É inoportuna uma definição antecipada de nome, mas defendo que cada partido apresente seus pré-candidatos e possamos andar juntos pelo Estado”, afirmou.

Para o parlamentar, o momento requer cautela. “É preciso ter a humildade de saber qual em 2018 terá as condições para enfrentar a máquina do Governo, que tenta de todas as formas aliciar prefeitos do DEM-PMDB. Como proposto pelo prefeito Adib, o Democratas é favorável a uma agenda conjunta com o PMDB e da minha parte não faltará disposição de aparar possíveis arestas”, concluiu.

Câmara Legislativa derrubou quase 60% dos vetos de Rollemberg em 2016

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O deputado Joe Valle ao lado do governador Rodrigo Rollemberg (Foto: Toninho Tavares)

É a maior proporção dos últimos seis anos. Ao todo, 66 dos 114 textos que tinham sido barrados foram ‘ressuscitados’

Por Gabriel Luiz, G1 DF – A Câmara Legislativa do Distrito Federal derrubou em 2016 quase três em cada cinco vetos a projetos que tinham sido barrados pelo governador Rodrigo Rollemberg. Ao todo, os deputados “ressuscitaram” 66 dos 114 textos vetados pelo Palácio do Buriti – ou 58% do total.

É a maior proporção nos últimos seis anos. Durante os quatro anos do governo Agnelo Queiroz, os deputados derrubaram apenas 34 dos 230 vetos (15%). Em 2015, já na “gestão Rollemberg”, os distritais derrubam 23 vetos e mantiveram 20 (53%).

Ao G1, a ex-presidente da Câmara Celina Leão (PPS), à frente da Casa durante os últimos dois anos, afirmou que o número reflete uma postura de “independência” em relação ao governo.

“Ele [o governador Rodrigo Rollemberg] não tem articulação que respeite quando os deputados propõem os projetos. Então veta sem discutir com a gente, sem colocar o ponto de vista dele, sem dialogar”, declarou Celina.

A ex-presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS) (Foto: CLDF/Divulgação)
A ex-presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS) (Foto: CLDF/Divulgação)

O atual presidente da Câmara, Joe Valle (PDT), negou que os vetos representem uma postura de “rebeldia” por parte dos colegas e disse que vai tentar estreitar ainda mais o diálogo com o Executivo.

“Faremos um mandato sem ser de oposição sistemática ao governo, mas também sem ser subserviente”, disse Joe Valle.

“Nossa ideia é fazer com que todos os projetos cheguem ao Plenário depois de uma ampla discussão com o governo e a sociedade civil, no sentido de que as leis sejam efetivas”, continuou o distrital.

Críticas do governo

Para o secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio, o governo sempre tenta melhorar a relação com a Câmara. No entanto, ele criticou o fato de deputados aprovarem projetos mesmo sabendo que serão barrados depois.

“Muitas vezes, acabam passando leis ou inconstitucionais ou que acabam trazendo mais despesas para o governo, sem previsão orçamentária”, disse Sampaio.

Um dos projetos que ele citou é o do deputado professor Israel Batista (PV) que prevê passe livre por um ano a estudantes de cursinho – ou seja, quem terminou o ensino médio e que ainda não tenha passado na universidade.

O secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em entrevista (Foto: Renato Araújo/Agência Brasília)
O secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em entrevista (Foto: Renato Araújo/Agência Brasília)

No começo de 2017, o governo aumentou a tarifa do transporte público justamente alegando que não tinha mais como cobrir a gratuidade para os alunos já garantidos pelo benefício.

Segundo a assessoria do deputado Israel Batista, a lei é necessária porque “o estudante sofre um apagão do Estado ao concluir o ensino médio”. A equipe dele também disse que uma estimativa de impacto orçamentário foi calculada quando a medida foi proposta.

“O parlamentar apresentou ainda uma emenda para que a lei entrasse em vigor somente em 2017, a tempo de incluir a previsão na Lei Orçamentária de valor equivalente a R$ 275 mil mensais”, continuou a assessoria. “É preciso garantir aos jovens a continuidade dos estudos para assegurar o ingresso na universidade.”

Deputados discutem em plenário projetos em última sessão do ano, quando parte dos vetos foi derrubada (Foto: CLDF/Divulgação)
Deputados discutem em plenário projetos em última sessão do ano, quando parte dos vetos foi derrubada (Foto: CLDF/Divulgação)

Ao G1, o secretário Sérgio Sampaio também criticou a forma com que os vetos são derrubados. Segundo ele, cada deputado “escolhe” dois projetos que foram vetados pelo governador. Depois, tudo é juntado em um bloco, para que seja derrubado de uma só vez em Plenário.

O atual presidente da Câmara, Joe Valle, disse que isso deve mudar. “A gente vai interferir nisso para que não aconteça esse acúmulo de vetos. É um acordo de líderes, mas em alguns casos é errado. A Comissão de Constituição e Justiça também não pode deixar passar projetos inconstitucionais.”

Quadro mostra análise de vetos pela Câmara Legislativa (Foto: Arte/G1)
Quadro mostra análise de vetos pela Câmara Legislativa (Foto: Arte/G1)

Eleições 2018: população desapontada com os atuais líderes

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Em todos os cenários apresentados, os nomes apontados pela mídia não conseguem empolgar o eleitorado. O povo clama pelo “novo”

Por Delmo Menezes – As próximas eleições no Distrito Federal, nos remete a uma ampla reflexão, e uma análise criteriosa dos postulantes ao Buriti. A população está distante dos políticos, sem nenhuma motivação para participar do processo eleitoral. Isto é uma clara demonstração da insatisfação com nossos governantes.

Os impostos que a população paga, não estão refletindo em melhorias nas áreas prioritárias. A Saúde, por exemplo, tem se mostrado como uma das pastas onde tivemos o maior retrocesso, apesar do DF ser privilegiado em relação aos outros estados, pois recebe mensalmente repasses federais através da fonte 138 do Ministério da Saúde.

A Segurança Pública tem piorado a cada dia, e os números apresentados pela Secretaria, não refletem a realidade que temos visto. As pessoas tem medo de sair de suas casas, ou até mesmo de fazer uma simples caminhada, com receio de serem assaltadas. Os empresários já não registram o boletim de ocorrência, pois consideram que de nada adianta.

No Transporte de massa, pagamos uma das tarifas mais caras do país, e os usuários não tem um serviço de boa qualidade. Nas cidades satélites, há uma deficiência de ônibus circulares, e um sistema precário de integração com o metrô. As linhas de ônibus interbairros, já insuficientes para atender a demanda da população.

Ao analisarmos o calendário político, percebemos que faltam pouco mais de um ano e meio para o início do processo eleitoral de 2018. Os pretensos candidatos ao Executivo, deveriam desde já se preocupar em debater com os diversos segmentos da sociedade, projetos viáveis e relevantes, que possam mudar o quadro “sombrio” que estamos vivenciando.

Temos observado que em todos os cenários apresentados, os nomes apontados pela mídia não conseguem empolgar o eleitorado. São políticos ultrapassados, que sequer tem projetos para Brasília, e que dificilmente, caso sejam eleitos, apresentarão soluções para resolver os graves problemas de uma metrópole com mais de 3 milhões de habitantes. Neste aspecto, podemos perceber um grande distanciamento, do povo em relação à política. Isto não é somente um problema local, mas em todo o Brasil.

Se fizermos uma pesquisa sobre os atuais postulantes ao Buriti, com certeza chegaremos à triste conclusão que a população de uma maneira geral, está farta da “velha política”, aquela que os governantes trabalham em favor dos seus próprios interesses – o chamado “toma lá, dá cá”. Neste “tipo de gestão”, não existe planejamento concreto para ações de curto, médio ou longo prazos. Os atores são sempre os mesmos, as vezes só se trocam os nomes. A população urge por novas opções capazes de trazer de volta a esperança de milhares de brasilienses. Neste quesito, o atual Chefe do Executivo leva vantagem.

A desilusão com a classe política, está muito relacionada com as promessas de campanha não cumpridas. Isto reflete no desapontamento das pessoas com os políticos, e o desinteresse do eleitor diante da incapacidade, ou até mesmo, da má vontade em querer resolver os problemas, que todos os dias são apontados pela imprensa.

Claro que dentro deste contexto, há de se destacar alguns fatores que influenciam o governante a realizar uma sofrível gestão: o corporativismo, o excesso de burocracia, o inchaço da máquina pública, a falta de qualificação, investimento em áreas não prioritárias, falta de experiência dos gestores para ocupar cargos relevantes, crise política/financeira e por aí vai.

E o que falar de nossos jovens talentos, que estão afastados das políticas públicas, e sem perspectivas de um futuro melhor. Quantos jovens estão saindo das faculdades e ficam desempregados, por falta de incentivos do governo. Alguns se lançam para abrir seu próprio negócio, e logo se deparam com a burocracia e os altos impostos. No Distrito Federal, a Cidade Digital que seria um atrativo para estes jovens talentos, não consegue sair do papel. Entra governo e sai governo e só promessas.

De acordo com o professor de Direito Eleitoral da Unicuritiba, Roosevelt Arraes, “no caso dos jovens, as oportunidades para capacitar seus talentos e terem um futuro tranquilo e promissor, passam pela forma como políticos decidem as áreas em que irão investir o dinheiro público.” Segundo ele, é importante investir na reeducação cívica, especialmente dos mais jovens, para que entendam como funciona a democracia e como podem interferir nos processos decisórios, concluiu.

Temos que ter esperança de que dias melhores virão, e que em nenhuma hipótese, podemos desistir e “jogar a toalha”. O Distrito Federal tem jeito sim! A maneira correta de mudarmos o “status quo”, é escolhermos melhor nossos representantes.

Da Redação do Agenda Capital

Acerte o relógio: Horário de verão termina daqui a uma semana

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O horário de verão acaba no próximo domingo (19), a partir da 0h, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, em vigor desde outubro, tem como objetivo aproveitar melhor a luz solar durante o período do verão, além de estimular o uso consciente da energia elétrica.

A mudança de horário é adotada no Brasil desde 1931, e visa proporcionar uma economia de energia para o país, com um menor consumo no horário de pico (das 18h às 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural. Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.

A previsão do governo é que o Horário de Verão deste ano resulte em uma economia de R$ 147,5 milhões, por causa da redução do uso de energia de termelétricas. Na edição anterior (2015/2016), a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões.

Carnaval 2017: Suvaco da Asa reúne milhares de foliões na Funarte

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Neste ano, a terça-feira de carnaval será em 28 de fevereiro, mas a festa em Brasília já começou. Confete, serpentina, fantasias de todos os tipos e muita música marcaram o bloco Suvaco da Asa, no Eixo Monumental. Os foliões tomaram o gramado da Funarte para curtir o pré-carnaval e nem a chuva que caiu na tarde deste sábado (11) afastou o público.

O arquiteto Juliano Carvalho, de 41 anos, e os amigos até aproveitaram a condição climática para incrementar as fantasias. “Viemos de Arca de Noé porque sabemos da importância de salvar os animais”, brincou o folião, que carregava um barco de brinquedo em volta do corpo e estava acompanhado de seis bichos. Entre eles, a estudante Aline Medeiros, de 17 anos, que segue o bloco há pelo menos quatro. “Sempre escolhemos uma fantasia engraçada e andamos juntos. É muito divertido.”

A estudante Ana Beatriz Freire, de 14 anos, aproveitou que veio a Brasília pela primeira vez para visitar o pai e foi conhecer o carnaval da cidade. Acostumada com os blocos de rua do Rio de Janeiro, cidade onde nasceu, a jovem sairá com boas impressões da festa brasiliense. “Não sabia que aqui tinha carnaval, gostei de ver que as pessoas também enchem as ruas e se fantasiam”, confessou a carioca.

Outros turistas que curtiram a festa deste sábado foram os chilenos Ana Jiménez, de 29 anos, e Williams Yañes, de 28 anos. Eles vieram ao Brasil pela primeira vez para visitar uma amiga e, após passar pela Chapada dos Veadeiros, pararam para curtir a folia na capital federal. “Achamos muito legal porque lá (no Chile) só há festas pagas, não vemos movimento assim na rua”, contou Ana.

O secretário das Cidades, Marcos Dantas, foi ver de perto o pré-carnaval. “Estamos aqui para avaliar como serão os próximos eventos, sempre com a presença dos serviços públicos para garantir a diversão com segurança”, disse. Segundo a Polícia Militar, cerca de 40 mil pessoas estiveram no evento.

Segurança durante o desfile do Suvaco da Asa

Para receber os foliões e facilitar o acesso ao bloco, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) interditou três faixas das vias S1 e N1, da Praça do Buriti à Funarte. Às 15 horas, a via N1 foi fechada, e o trânsito desviado para a via contorno do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, nove viaturas do Corpo de Bombeiros Militar foram deslocadas para atendimentos no local. Policiais militares atuaram em todos os locais de festa. O quantitativo não é informado por questão de segurança.

Além do Suvaco da Asa, outras seis manifestações carnavalescas ocorreram neste sábado. Os blocos Vai com as Profanas, Adocica meu Amô, Esquenta mas não é Chá, Caroço de Manga, Samba da Guariga e Deita na BR movimentaram a folia que antecede a data oficial. No domingo (12), será a vez dos Menino de Ceilândia, Se Beber não Case e Maria vai Casoutras.

Programação do carnaval de Brasília 2017

Outras 23 atrações programadas para o período de 17 a 20 de fevereiro devem movimentar a cidade antes do feriado. Segundo a Secretaria de Cultura, 118 blocos comemoram o carnaval durante o mês. Somados a festas à fantasia, shows, encontros e concentração de desfiles são 190 eventos cadastrados — 105 no Plano Piloto e 85 em outras 21 regiões. A estimativa é receber 1,9 milhão de pessoas nestas festividades e 1,6 milhão nos quatro dias de carnaval. Dos 118 blocos, 47 receberão recursos da Lei de Incentivo à Cultura (LIC) — 39 alternativos e oito tradicionais.

Concerto em homenagem a Tom Jobim abre ano letivo da Escola de Música

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O ano letivo na Escola de Música de Brasília foi aberto por concerto em homenagem ao compositor Antônio Carlos Jobim, que completaria 90 anos em 2017. Alunos, professores e o público lotaram as 640 cadeiras do auditório da unidade para prestigiar o espetáculo, todo com arranjos de profissionais da escola, na noite deste sábado (11).

A orquestra foi formada por alunos, ex-alunos e professores, além de um coral com 60 crianças. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, esteve no local, acompanhado pelo secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, e pela secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos.

Emocionada, a diretora da instituição, Edilene Abreu, apresentou as instalações reformadas ao público. “Entregamos um teatro e uma escola em excelente condição de uso para nossos alunos e professores”, disse. Após passar por reparos, o local está preparado para receber cerca de 6 mil alunos. Desses, 3.042 são dos cursos regulares e os outros estão matriculados no 38° Curso Internacional de Verão, que vai até 22 de fevereiro, e homenageará os compositores húngaro Zoltán Kodály e finlandês Jean Sibelius, além do próprio Tom Jobim (nascido em 27 de janeiro de 1927, no Rio de Janeiro, e falecido em 8 de dezembro de 1994, em Nova Iorque).

Em 2017, excepcionalmente, as oficinas de verão e o ano letivo começam ao mesmo tempo, para que as adaptações pudessem ser feitas. As mudanças foram possíveis por meio de recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), que somaram R$ 1,5 milhão. “Agora, o maior reparo que a escola pode ter é o humano, a valorização dos professores”, defendeu Edilene Abreu.

“Sentimos uma nova energia neste local. Faremos o que tiver ao nosso alcance para mantermos esse patrimônio”, reforçou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. No auditório onde ocorreu o concerto, toda a iluminação do palco foi revitalizada, além de montado equipamento de som e construído um mezanino, útil para controle acústico e de luz.

O secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, parabenizou o comitê gestor da instituição pelo comprometimento com a revitalização da escola. “Foi preciso coragem para estarmos aqui hoje nessa condições, e isso ocorreu graças a vocês”, destacou o titular. Em seguida, ele pediu que todos os professores ficassem de pé para que fossem aplaudidos pelo público, como forma de agradecimento.

As 49 oficinas do 38° Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília serão ministradas por professores do quadro da unidade (248) e por regentes de fora do Brasil, que conduzirão grandes grupos durante as aulas. Entre as oficinas estão técnicas específicas para instrumentos variados, vocabulário jazzístico aplicado, possibilidades de interpretação de ritmos, regência de orquestra e coral, ritmos populares brasileiros, práticas de choro, guitarra, viola de gamba, conjunto e saxofone.

Procuradoria da República estuda pedir federalização para crime de motim

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Em meio a mobilizações de policiais militares no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) estuda pedir a federalização do crime de motim. O objetivo seria evitar o “aquartelamento das forças estaduais”, o que, de acordo com a PGR, acaba comprometendo a ordem pública dos municípios onde os familiares de PMs estão impedindo a saída de viaturas dos batalhões.

Durante visita a Vitória para discutir a paralisação do efetivo, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu a contribuição do Ministério Público e defendeu uma “solução pacífica” para o caso.
Há oito dias, as ruas da capital capixaba e da região metropolitana de Vitória não têm o policiamento das forças locais. Desde o início da semana, o estado recebe efetivos da Força Nacional e das Forças Armadas.

“Diante do grave comprometimento da ordem pública evidenciado pelas inúmeras mortes, falta de transporte público, fechamento de órgãos públicos e do comércio, além do impasse gerado pela manutenção da paralisação e aquartelamento das forças estaduais, a Procuradoria-Geral da República estuda a possibilidade de  postular a federalização de crimes como o de motim”, informou a PGR, por meio de nota.

De acordo com o órgão, Janot participou de reuniões com membros dos ministérios públicos Estadual e Federal para discutir possíveis soluções para a paralisação. No Rio de Janeiro, as mulheres de policiais militares que também bloqueiam os quarteis participam nesta tarde de uma reunião com o comandante-geral da PM, embora a corporação garanta que 97% do efetivo policial está nas ruas.

Uma comitiva de representantes do governo federal também viajou a Vitória neste sábado. A exemplo do presidente Michel Temer na quinta-feira (10), o ministro da Defesa, Raul Jungmann, fez um apelo para que os policiais militares voltassem ao trabalho.

TJDFT é citado como referência pelo CNJ na prioriação do 1º grau

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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) foi citado como referência pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entre os tribunais do país que já iniciaram os planos de priorização do 1º grau. Os estudos para minimizar as carências de recursos humanos nas unidades judiciais de Primeira Instância estão sendo avaliados pelos técnicos do CNJ, que vão verificar cronogramas e o seu cumprimento pelos tribunais.

A administração do TJDFT iniciou em 2016 estudos para modernização de sua estrutura administrativa, a fim de atender a Resolução 219/2016, alterada pela Resolução 243/2016, ambas do CNJ.

A notícia, veiculada ma quinta-feira (09), destaca as medidas de priorização do 1º grau já adotadas pelo TJDFT e que devem ser realizadas em todos os tribunais a fim de minimizar as carências de recursos humanos nas unidades judiciais de primeira instância.

O juiz assistente da Presidência do TJDFT, Carlos Alberto Martins, esclarece, na matéria, a situação do TJDFT e fala sobre as medidas adotadas que já foram formalizadas por ato da Presidência do Tribunal e que entram em vigor em 1º de março de 2017.

Concessionários emplacam 5.267 automóveis em janeiro no DF

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De acordo com balanço mensal do Sincodiv-DF, vendas de motocicletas mantiveram-se estáveis

Todo começo de ano é igual para muitas famílias brasileiras: material escolar, IPVA e IPTU são algumas das contas a mais do brasileiro neste período. Indiscutivelmente isso impacta na venda de veículos zero quilômetro nas concessionárias, aumentando as chances de queda nos emplacamentos do mês.

A pesquisa mensal divulgada pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Distrito Federal (Sincodiv-DF) aponta que, em janeiro, foram comercializadas 5.267 unidades (automóveis, camionetas, caminhões, micro-ônibus e ônibus) ante 6.182 em dezembro. O número representa uma redução de 14,80% em relação ao mês passado. Já os dados nacionais sinalizam queda de 27,96% no geral.

Ao comparar as vendas de janeiro de 2017 com igual período de 2016, registra-se um decréscimo de 8,06%. No Brasil, a baixa foi de aproximadamente 5,19%.

“Já era esperado um movimento mais lento, como é comum em todo início de ano. A maioria das pessoas que cogita trocar de carro estão viajando ou lotadas de contas para pagar. E mesmo com esse gargalo, você vai perceber que mantemos a média de vendas. São dezenas de pequenas ações que nossa equipe precisa repetir todos os dias”, afirma Alessandro Soldi, vice-presidente do Sincodiv-DF.

Ranking

A Fiat segue na liderança das marcas mais vendidas no DF. Em janeiro, foram emplacados 950 veículos. A Chevrolet subiu para segundo no ranking, com 632. Em terceiro lugar ficou a Volkswagen. Toyota e Honda fecham as cinco marcas mais comercializadas do último mês.

 

Marca JANEIRO – 2017 DEZEMBRO – 2016
Fiat 950 1.240
GM 632 702
Volkswagen 626 792
Toyota 494 572
Honda 443 456

 

Motocicletas

Em janeiro, foram emplacadas 671 motocicletas contra 718 em dezembro. A Honda segue na liderança das marcas mais vendidas no DF, com 516 unidades emplacadas. A Yamaha continua em segundo no ranking, com 69. Em terceiro lugar, a Triumph; e a Harley e a BMW fechando as cinco marcas mais vendidas no último mês.

 

Marca JANEIRO – 2017 DEZEMBRO – 2016
Honda 516 517
Yamaha 69 75
Triumph 17 18
Harley Davidson 16 31
BMW 15 20

Com racionamento e chuvas fortes no DF, Descoberto recupera 8,53% em 7 dias

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Nível chegou a 32,53% na tarde desta sexta, o mais alto desde outubro; zona ainda é considerada ‘crítica’. Santa Maria também teve alta; medidas de ‘economia forçada’ não têm prazo para acabar

Por Mateus Rodrigues, G1 DF – As chuvas fortes que atingiram o Distrito Federal, aliadas ao regime de racionamento de água imposto desde 16 de janeiro, ajudaram o reservatório do Descoberto a exibir uma recuperação rápida na última semana. Entre o dia 3 e esta sexta (10), o volume útil da bacia passou de 23,99% para 32,52% – uma alta de 8,53 pontos percentuais.

É como se, para cada 3 litros que já estavam no reservatório, um novo litro de água fosse acrescentado. Com isso, o Descoberto voltou a registrar nível acima de 30% pela primeira vez desde o dia 12 de outubro. Antes dessa temporada, que durou quase quatro meses, o tanque nunca tinha cruzado essa barreira.

Apesar desse cenário positivo, a rede de abastecimento do DF precisa de muito mais para sair da crise. Até alcançar o patamar de 40%, o Descoberto segue no “estado de alerta”. A zona de perigo só acaba no índice de 60%, “abandonado” pelos dois maiores reservatórios ainda em agosto.

Santa Maria

O nível do reservatório de Santa Maria também é monitorado com atenção pelo governo. A situação por lá é menos grave, mas também registrou os piores índices da história nos últimos meses. Entre os dias 3 e 10, o volume de água passou de 39,96% para 43,03%.

A bacia de Santa Maria atende as regiões centrais do DF, incluindo áreas como Plano Piloto, Noroeste, Sudoeste, Jardim Botânico, Paranoá, Itapoã, Lago Sul e Lago Norte. Somados, o Descoberto e o Santa Maria abastecem 85% da população da capital.

Os outros 15% são atendidos pelos chamados “sistemas isolados”, que se baseiam no fluxo de água de córregos e rios que cortam o DF. A lista inclui Brazlândia, Sobradinho e Sobradinho II, Planaltina e São Sebastião – nestas áreas, chegou a faltar água por cerca de duas semanas.

No último dia 30, a Caesb deu início à diminuição da pressão nas redes abastecidas pelo Santa Maria. Com a mudança, a água vai chegar “mais fraca” nas torneias e nos chuveiros das casas dessas regiões. Segundo a Caesb, a expectativa é de redução de 3% a 5% no consumo. Não há data para suspensão da medida.

Taxa extra

Além do racionamento na área do Descoberto e da redução de pressão na região do Santa Maria, todo o DF está sujeito a uma tarifa extra nas contas de água e esgoto desde dezembro. No primeiro mês, a taxa rendeu R$ 2,47 milhões aos cofres públicos.

De acordo com a Caesb, 112 mil contas foram atingidas pela cobrança adicional, que continuará em vigor por tempo indeterminado. A lista de imóveis afetados varia a cada mês, e quem não foi taxado em dezembro poderá receber a cobrança se ultrapassar o limite de consumo nos meses seguintes.

Responsável pelo abastecimento de água e pela coleta de esgoto, a Caesb afirma que os R$ 2,47 milhões estão em uma conta separada, e ainda não começaram a ser utilizados. Para mexer nesse montante, a companhia precisa pedir autorização à Agência Reguladora de Águas, Esgoto e Saneamento do DF (Adasa).