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Governador Rollemberg entrega duas mil escrituras em Samambaia

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Em cerimônia neste sábado (18), Rollemberg destacou que já são 38.922 liberadas desde 2015. O morador Antônio Pedrosa tentava conseguir o documento havia cerca de 20 anos

Depois de assegurar 224 escrituras a famílias da Quadra 412 de Samambaia, em 21 de outubro, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, voltou à região administrativa neste sábado (18) para mais uma entrega.

Desta vez, foram distribuídos 2 mil documentos para dar aos moradores o reconhecimento judicial de que são os proprietários de onde vivem.

“Isso dá tranquilidade, segurança jurídica às famílias e valoriza o maior patrimônio que a pessoa tem, que é a sua própria casa”, enfatizou Rollemberg. Ele acrescentou que, com as de hoje, são 38.922 escrituras entregues pelo Executivo local desde 2015.

A meta do governo de Brasília é terminar a gestão com cerca de 63 mil liberadas, mais do que a quantidade distribuída em toda a história do DF.

Durante a solenidade, Rollemberg citou realizações deste governo na cidade, como as entregas da nova sede do Centro Interescolar de Línguas (CIL), na QR 407, de cinco creches, como o Centro de Educação de Primeira Infância Cutia, na QS 127, em Samambaia Sul, e de dois terminais de ônibus — na QR 1333 e na Área Especial da QN 527.

O assessor técnico de refrigeração Antônio Pedrosa, de 46 anos, tentava havia pelo menos 20 para conseguir a escritura da casa. “A gente quer a terra regularizada para poder ter mais segurança com o imóvel.”

Morador de Samambaia há 23 anos, ele faz aniversário neste domingo (19) e já começou a comemorar a data ao receber o documento. “Foi o melhor presente”, disse, sorrindo.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), 9.087 escrituras já foram entregues em Samambaia desde 2015.

Itens de segurança impedem falsificação da escritura

A escritura é oferecida pela Codhab gratuitamente a famílias com renda de até três salários mínimos: R$ 2.811. Isso significa uma economia para o beneficiário de R$ 718, custo da lavratura em cartório.

Após recebê-la, é necessário apenas pagar no cartório de registro a taxa obrigatória, que varia de R$ 300 a R$ 600.

Para impedir que ela seja falsificada, a escritura é elaborada com itens de segurança como papel filigranado (também conhecido como papel-moeda), adesivo reflexivo com a marca da Codhab e tinta invisível reagente à luz ultravioleta.

Parte do Lote Legal — um dos cinco eixos de atuação do Habita Brasília, programa habitacional do governo distrital —, a entrega de escrituras no DF visa combater a grilagem e promover a regularização fundiária de áreas de interesse social.

Prazo para atualização cadastral foi reaberto

A Codhab reabriu o prazo para candidatos a programas do Habita Brasília atualizarem os cadastros. Agora, a documentação pode ser enviada até 10 de janeiro de 2018. A prorrogação, no entanto, é válida somente para aqueles que iniciaram o processo até 31 de julho.

Para concluir a atualização, deve-se apertar o botão Finalizar atualização cadastral. Depois disso, são emitidas a confirmação, enviada por e-mail, e uma notificação, no próprio aplicativo.

Dúvidas podem ser esclarecidas nos postos de assistência técnica da companhia e no Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto. Já os documentos precisam ser mandados pelo aplicativo, disponível para iOS e Android, e pelo site da companhia.

GDF promove mutirão para contribuintes em débito com o governo negociarem dívidas

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A partir de segunda (20), projeto do TJDFT permite conciliação entre as partes e facilita o pagamento de impostos e outros compromissos em atraso. Secretaria de Fazenda estima que o Executivo local tenha cerca de R$ 324 milhões a receber

De segunda (20) a quarta-feira (22), quem tem débitos fiscais com o governo de Brasília poderá negociá-los por meio do projeto Dívida Pública: Eu Quero Quitar!, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

A iniciativa ocorre durante a 12ª Semana Nacional da Conciliação e abrange cerca de 6 mil contribuintes citados judicialmente.

A negociação se aplica a 77.367 dívidas tributárias e não tributárias. Para as tributárias, será possível conciliar aquelas que estão em fase de execução judicial. Já para as não tributárias, valem as que ainda não foram judicializadas.

O montante devido poderá ser parcelado, mas sem desconto. Os casos serão analisados um a um. Se não forem quitados, os débitos referentes a impostos são passíveis de penhora ou leilão.

De acordo com a Secretaria de Fazenda, o Executivo local tem cerca de R$ 324 milhões a receber. As dívidas se referem a tributos como:

  • Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)
  • Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
  • Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)
  • Imposto Sobre Serviços (ISS)
  • Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)
  • Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação

Empresas públicas como a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), a Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) também participam do mutirão.

Interessados em resolver pendências com elas devem procurar a Agência de Atendimento da Secretaria de Fazenda do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), no Trecho 1, Lote H, das 8 às 18 horas.

Nesse período, a agência do SIA atenderá somente os notificados em citação processual. Não haverá atendimento ao público em geral, que terá de procurar outra unidade ou o Atendimento Virtual.

O serviço será prestado por 16 servidores da Fazenda e seis procuradores conciliadores do TJDFT. Além disso, a estrutura conta com van do Banco de Brasília (BRB) para facilitar a quitação.

De acordo com a secretaria, a negociação só vale para débitos ajuizados. Aqueles em fase de cobrança administrativa não entram.

A conciliação garante maior efetividade no cumprimento dos compromissos, defende a coordenadora administrativa do Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação, do TJDFT, Talitha Selvati. “A técnica que usamos se baseia no empoderamento das partes. Com isso, elas constroem juntas a negociação, de acordo com as possibilidades reais de cada uma”, explica.

Para solicitar a conciliação, o contribuinte deve acessar o formulário on-line no Canal Conciliar, no site do TJDFT. Lá, ele se inscreve gratuitamente e informa para qual processo deseja mediação.

Dívida Pública: Eu Quero Quitar!

De 20 a 22 de novembro

Das 8 às 18 horas

Na Agência de Atendimento da Secretaria de Fazenda, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 1, Lote H

Número de pessoas com planos de saúde no Brasil cresceu em outubro

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O número de pessoas com planos de saúde no Brasil cresceu em outubro, atingindo 47.399.495 de usuários. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), houve aumento de 84,09 mil beneficiários em relação a setembro.

Os dados mostram que os planos odontológicos também aumentaram em outubro, um acréscimo de 129,06 usuários em relação ao mês anterior, chegando a mais de 22,9 milhões de clientes.

O levantamento da ANS mostrou também que, em comparação com outubro do ano passado, 13 estados registraram aumento do número de beneficiários em planos de assistência médica: Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

O Ceará foi o estado que registrou o maior crescimento, com 40,29 mil pessoas com planos de saúde. Em segundo lugar, está o Amazonas e, em terceiro, o Distrito Federal.

O estado com o maior número de beneficiários ainda é São Paulo, com 17,3 milhões de usuários, seguido do Rio de Janeiro, com 5,4 milhões, e de Minas Gerais, com 5 milhões.

Programa Brasília Cidadã é reconhecido em edição inédita do WED

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Pela primeira vez no País, Women’s Entrepreneurship Day homenageou dez mulheres protagonistas. Além da colaboradora do governo Márcia Rollemberg, idealizadora do programa do Executivo local, a professora da rede pública do DF Gina Vieira recebeu a honraria pelo projeto Mulheres Inspiradoras

Dez mulheres consideradas empoderadas e empreendedoras foram homenageadas no Women’s Entrepreneurship Day (WED), que ocorreu pela primeira vez no Brasil nesta sexta-feira (17).

A colaboradora do governo de Brasília, Márcia Rollemberg, recebeu o prêmio na categoria Ação Social por ter idealizado o programa Brasília Cidadã, iniciativa que fomenta a integração de políticas públicas, ações voluntárias, mecanismos de participação e controle social.

“Uma Brasília mais cidadã porque tem pessoas que gostam da cidade e que trabalham por uma cidade de criação coletiva, participam, são solidárias, esse é o espírito”, resumiu Márcia.

A colaboradora do governo destacou o carro-chefe do Brasília Cidadã, o Portal do Voluntariado, que “tem mais de 200 projetos ‘linkando’ quem precisa de ajuda com quem quer ajudar”. Márcia falou também sobre o Mulheres Inspiradoras, projeto da professora Gina Vieira Ponte, uma das dez homenageadas.

“Ambos falam dessa Brasília cidadã, do empoderamento das mulheres, dos direitos das crianças, dos adolescentes. Essa rede vai ter uma grande repercussão, porque a gente tem uma cidade com várias empreendedoras sociais.”

O governador Rodrigo Rollemberg prestigiou o evento e a homenagem à esposa, no Centro Universitário Iesb, na Asa Sul.

“As mulheres estão ocupando um espaço cada vez maior no empreendedorismo em Brasília e no Brasil. A gente fica feliz com esse reconhecimento”. Ele lembrou que a homenagem ocorre na Semana Global do Empreendedorismo.

Reconhecida na categoria Incentivo e Conscientização de Jovens, com o projeto Mulheres Inspiradoras, a professora Gina Vieira Ponte fez um agradecimento à mãe, sua maior inspiração. “A coisa mais bonita que ela fez por mim foi garantir meu direito à educação, em uma época em que as mulheres negras eram tiradas de sala de aula para trabalhar como empregada doméstica. Não tem empoderamento feminino sem falar em educação.”

O Mulheres Inspiradoras leva para alunos da rede pública reflexões sobre igualdade de gênero, representação da mulher na mídia e violência contra a mulher, entre outros temas.

As homenageadas por categoria foram:

  • Ação Social: colaboradora do governo de Brasília Márcia Rollemberg, idealizadora do programa Brasília Cidadã
  • Alcance Nacional: Carla Amorim, idealizadora e produtora de joias e artefatos
  • Atuação Pioneira no Brasil: senadora Eunice Michilles, primeira senadora mulher no Brasil
  • Destaque Jurídico: Ana Frazão, advogada e professora de direito civil e comercial da Universidade de Brasília (UnB) e ex-conselheira do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)
  • Incentivo e Conscientização de Jovens: Gina Vieira Ponte, professora da rede pública do DF atuante na área de conscientização sobre equidade
  • Incentivo e Investimento Educacional: Eda Machado, fundadora e reitora do Centro Universitário Iesb
  • Incentivo e Produção de Artesanato: Kátia Ferreira, fundadora da marca Apoena
  • Inovação de Mercado: Camila Farani, presidente do Gávea Angels e cofundadora do Mulheres Investidoras Anjo (MIA)
  • Jornalismo e Distribuição de Informação: Mara Regia, idealizadora do projeto Viva Maria e jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
  • Tecnologia de Informação e Comunicação: Priscila Gama, fundadora e idealizadora do aplicativo Malalai

Criado em 2014 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e parceiros, o dia mundial do empreendedorismo feminino, oficialmente celebrado em 19 de novembro, incentiva as mulheres a assumirem protagonismo no mercado de trabalho empreendedor.

O evento mundial WED foi criado por Wendy Diamond, empreendedora social e humanitária. A edição brasileira é organizada pela embaixadora do projeto na América Latina, Cristina Castro Lucas.

O serviço público que a sociedade brasileira anseia é tema de debate

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Com o nome sugestivo de “Que serviço público queremos?”, evento pretende provocar a sociedade a repensar o papel do servidor público

Enriquecer a discussão na sociedade sobre de que forma o serviço público impacta na vida do cidadão comum. É essa a proposta do debate “Que serviço público queremos?”, que será realizado no próximo dia 27 de novembro, das 14h às 18h, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.  O evento pretende enfrentar questões como: se queremos educação, saúde, segurança de qualidade, podemos, enquanto país, abdicar do projeto de contratar pessoas bem remuneradas, qualificadas e que não podem ser mandadas embora quando discordarem do político de ocasião?  Como aumentar a qualidade e a quantidade dos serviços públicos prestados à população?  Nosso serviço público é inchado?

A organização é do Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea (Afipea) e do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate). O evento é aberto ao público.

Prevista para as 14h do dia 27, a abertura do encontro contará com a presença dos deputados federais Alice Portugal (PCdoB-BA), Betinho Gomes (PSDB-PE), Enio Verri (PT-PR) e Érika Kokay (PT-DF), além de Rudinei Marques (presidente do Fonacate) e Alexandre Cunha (presidente da Afipea).

Em seguida, para o debate “O Serviço Público no Brasil, sua evolução recente e desafios à luz das últimas medidas do governo de demissão voluntária, redução de jornada, suspensão do reajuste e aumento da contribuição previdenciária dos servidores”, foram convidados os especialistas Maria Lúcia Werneck Vianna (UFRJ), Fernando Matos (UFF), Antônio Lassance (Ipea) e Félix Lopez (Ipea).

Rudinei Marques, presidente do Fonacate, acredita que o debate pretende dar maior visibilidade aos estudos que vêm sendo feitos atualmente no país no que se refere a temas delicados como enxugamento da máquina, estabilidade do servidor público, Previdência Social e valores dos salários.

Já Alexandre Cunha, presidente da Afipea, explica que as discussões desencadeadas pelo debate vão levar ao desenvolvimento de uma publicação. “Nossa intenção é reunir informações que sistematizem as premissas, impactos e consequências das medidas já anunciadas ou regulamentadas pelo governo federal. Na sequência, queremos fomentar o conhecimento sobre estatutos, carências e tendências do serviço público no Brasil e no mundo, de maneira a influenciar medidas estruturais a serem discutidas no âmbito do Congresso Nacional ou ainda nos próximos processos eleitorais”, afirma.

Sobre os especialistas convidados: 

Maria Lúcia Werneck Vianna – professora associada aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Estudiosa da Ciência Política com ênfase em Estado e Governo e recém-eleita Presidenta da AdUFRJ Seção Sindical. 

Fernando Augusto Mansor de Mattos – professor adjunto de Economia na Universidade Federal Fluminense e professor visitante do Institut of Latin American Studies, na Universidade de Columbia.  Têm larga produção na área de economia do trabalho, desigualdade e serviço público. 

Félix Garcia Lopez Júnior – doutor em Sociologia pela UFRJ, pesquisador do IPEA e professor do mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento (Ipea/Enap). Estuda a relação entre política e burocracia no Executivo federal, em especial as nomeações para cargos de confiança. 

Antônio Lassance de Albuquerque Júnior – doutor em Ciência Política pela UNB, pesquisador do IPEA e professor do mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento (Ipea/Enap). Desenvolve pesquisa sobre governança, políticas públicas e inovação no setor público.

SERVIÇO 

Debate “Que Serviço Público Queremos?”

Data: 27 de novembro de 2017

Local: Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados, Brasília

Inscrição: Gratuita

Informações: (61) 3321-2615

·14h – Abertura: Deputada Alice Portugal (PCdoB/BA), Deputado Betinho Gomes – a confirmar (PSDB/PE), Deputado Enio Ferri (PT/PR), Deputada Érika Kokay (PT/DF – a confirmar), Rudinei Marques (Fonacate) e Alexandre Cunha (Afipea).

·Das 15h às 18h – Debate: o serviço público no Brasil e no mundo, sua evolução recente e desafios à luz das últimas medidas do governo de demissão voluntária, redução de jornada, suspensão do reajuste e aumento da contribuição previdenciária dos servidores.  

 

TSE pede que governo mude início do horário de verão de 2018 devido às eleições

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quer que o governo federal mude a data do horário de verão do próximo ano. Em encontro com o presidente Michel Temer, nessa quinta-feira (16), no Palácio do Planalto, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, entregou um ofício solicitando que em 2018 o horário de verão comece após o segundo turno das eleições gerais. Normalmente, o horário de verão começa no mês de outubro.

Em nota divulgada em seu site, o TSE explica que “a razão do pedido é garantir que os diferentes fusos horários existentes no Brasil, acentuados pela mudança de ponteiros que tradicionalmente ocorre nos meses de verão nas regiões do Centro-Sul do país, não causem atrasos na apuração dos votos e na divulgação do resultado das eleições”.

De acordo com o TSE, o Código Eleitoral determina dia e hora em que as eleições ordinárias devem ocorrer: “O primeiro turno deve ser das 8h às 17h do primeiro domingo do mês de outubro, e o segundo turno, no mesmo horário do último domingo do mesmo mês.” Mas por causa dos quatro fusos horários do país, o início e o encerramento da votação não ocorrem de maneira simultânea em todo o território nacional, diz o órgão eleitoral.

Segundo o tribunal, por causa dos fusos, o horário de verão agrava o problema do início e fim da votação das eleições ordinárias. “Por exemplo, as urnas no Acre são fechadas três horas depois de a contagem de votos já ter sido iniciada nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste”.

“No caso de eleições estaduais, esse aparente descompasso não causa problemas. Contudo, em se tratando de uma eleição geral como a do ano que vem, com votação para presidente da República, essa diferença de horário pode confundir o eleitor e provocar um aumento no número de abstenções de voto”.

O TSE informa ainda que o pedido de mudança no início do horário de verão de 2018 também foi encaminhado para o Ministério de Minas e Energia.

Brasília adere à campanha da ONU de combate à violência contra a mulher

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Participação do DF nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres começa na segunda (20). Programação prevê capacitações de servidores da Saúde e debate com a sociedade

As atividades dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, no âmbito do Distrito Federal, incluem capacitação de profissionais de saúde, mobilização em hospitais e debate com a comunidade.

A campanha da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) conta com a adesão do governo de Brasília e foi divulgada nesta sexta-feira (17), em entrevista coletiva no Palácio do Buriti.

A proposta da iniciativa é chamar a atenção da sociedade — homens e mulheres — para os vários fatores que naturalizaram a agressão das mulheres por pessoas do sexo masculino, em especial, por companheiros, pais e parentes próximos.

O lançamento oficial, no Brasil, ocorrerá na segunda-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. A coincidência de datas é uma forma de chamar a atenção para as violações impostas às mulheres negras, as que mais são submetidas às violências de cunhos psicológico, físico, econômico e sexual.

No restante do mundo, a campanha começa no dia 25, com o Orange Day, e vai até 10 de dezembro.

Em 6 de dezembro, os homens serão convocados a se envolver no combate à violência contra mulheres por meio da iniciativa He For She. No Brasil, a data também é chamada de Dia do Laço Branco.

No DF, o lema da campanha é Meninas, Mulheres e Respeito. A programação na capital federal estabelece ações de 1por meio de debates com a população em unidades de saúde.

Serão utilizadas salas de espera do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), na Asa Sul, e do Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde também receberão, nesse período, formação específica para atendimento das vítimas de violência. Dessa forma, busca-se mais rapidez e tratamento humanizado nos procedimentos.

Em 25 de novembro, o governo de Brasília instituirá o Comitê Intersetorial para o Combate à Violência Sexual no DF. O grupo já trabalha com o mapeamento de medidas de combate efetivo ao estupro e ao assédio sexual e, a partir da assinatura de protocolo de intenções, será formalmente estabelecido.

As ações serão implementadas em 2018. O colegiado é composto pelas seguintes pastas:

  • Secretaria Adjunta de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos
  • Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude
  • Secretaria de Saúde
  • Secretaria de Educação

Os trabalhos preveem ainda a conscientização com mulheres em regiões de maior vulnerabilidade social, como o Sol Nascente. Isso porque Ceilândia concentra os casos de estupro no território. “Como é a maior região administrativa do DF, também é a que tem mais registros de casos”, explica Márcia Alencar, secretária adjunta de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, da pasta do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Segundo ela, o conjunto de ações previstas para os 16 Dias de Ativismo visa ao fim da cultura do estupro. “Esse destaque se deve a uma atenção especial que o governo de Brasília está dando para o tema em função dos dados e das informações coletadas pelas redes de atendimento à mulher”, justifica a secretária adjunta.

Origem dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

Desde a criação da campanha, em 25 de novembro de 1991, cerca de 160 países já aderiram à mobilização internacional. O Brasil integra essa rede de enfrentamento desde 2003.

O dia foi escolhido como homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa Mirabal, assassinadas em 1960 por se posicionarem contrárias ao regime do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.

Rede de proteção à mulher no DF

Casa da Mulher Brasileira

Setor de Grandes Áreas Isoladas – 601 Norte, Plano Piloto

Telefones: (61) 3226-5024 / 3224-3363

 

Casa de Proteção Maria da Penha

O endereço da Casa Abrigo é mantido em sigilo por motivos de segurança

 

Centros Especializados de Atendimento às Mulheres

Ceam 102 Sul

Estação de metrô 102 Sul

Telefone: (61) 3223-7264

 

Ceam Ceilândia

QNM 2 Conjunto F, Lote 1/3, Ceilândia Centro

Telefones: (61) 3373-6668 / 99199-4674

 

Ceam Casa da Mulher Brasileira

Setor de Grandes Áreas Isoladas – 601 Norte, Plano Piloto

Telefone: (61) 3224-6221

 

Ceam Planaltina

Jardim Roriz, Área Especial, Entrequadras 1 e 2, Centro

Telefone: (61) 3389-0841

 

Unidade de Acolhimento para Mulheres (Casa Flor)

QSD, AE 9, Setor D Sul, ao lado do Creas, em Taguatinga Sul

Telefone: (61) 3561-4797

 

Centro de Referência Especializado de Assistência Social

Creas Brasília

Setor de Grandes Áreas Sul, Quadra, 614/615 Sul, Lote 108

Telefones: (61) 3346-9332 / 3346-1747/ 3245-8131

 

Creas Brazlândia

Área Especial nº 1, Lotes  K/L

Telefones: (61) 3479-2059 / 3479-4679

 

Creas Ceilândia

QNM 16, Área Especial Módulo A, Ceilândia Norte

Telefones: (61) 3371-0376 / 3373-2260 / 3373-4539 / 3373- 9854

 

Creas Estrutural

Área Especial 9, Setor Central, Estrutural

Telefones: (61) 3363-0064/ 3363-0049/ 3465-6295

 

Creas Gama

Área Especial 11/13, Setor Central

Telefones: (61) 3556-3973/ 3556-1986/ 3384-2395/ 3484-1257

 

Creas Planaltina

Área Especial H, Lote 06, Setor Central

Telefone: (61) 3389-8996

 

Creas Samambaia

QN 419, Área Especial 1, Samambaia Norte

Telefone: (61) 98448-0351

 

Creas Sobradinho

QD 6, Área Especial nº 3, Sobradinho

Telefones: (61) 3387-2241 / 3387-8651

 

Creas Taguatinga

Área Especial nº 9, Setor D Sul, Taguatinga Sul

Telefones: (61) 3352-9635 / 3563-3842 / 3563-3155 / 3352- 3380 / 3351-8129

 

Creas Diversidade

Setor de Grandes Áreas Sul, Quadra 614/615 Sul, Lote 108

Telefones: (61) 3224-4898 / 3224-4898

 

Superando a Violência (antigo Pró-Vítima)

Núcleo Sede

Estação Rodoferroviária, Ala Central, Térreo

Telefones: (61) 2104-1934 / 2104-1967

Núcleo Paranoá

Quadra 5, Conjunto 3, Área Especial D, Parque de Obras

Telefones: (61) 2191-8781 / 2191-8783 / 2191-8784

 

Núcleo Plano Piloto

Estação de metrô 114 Sul, Subsolo

Telefones: (61) 2104-1191 / 2104-1195

 

Núcleo Ceilândia

QNN 5/7, Área Especial C

Telefones: (61) 2196-2704 / 2196-2706

 

Núcleo Guará

Alpendre dos Jovens, Lucio Costa

Telefones: (61) 2104-0280 / 2104-0282

 

Polícia Civil

Delegacia Especial de Atendimento à Mulher

Entrequadra 204/205 Sul — Asa Sul

Plantão: (61) 3207-6195 / 98494-9302

STJ confirma condenação de Bolsonaro por danos morais a Maria do Rosário

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A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, por unanimidade, decisão da primeira instância que condenou o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais à deputada Maria do Rosário (PT-RS). A decisão foi tomada no dia 24 de outubro, mas publicada na semana passada.

Em agosto, o colegiado julgou o caso pela primeira vez, mas a defesa do deputado entrou com novo recurso para esclarecer supostas omissões e contradições na decisão.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou Bolsonaro por ter dito, em 2014, que Maria do Rosário não mereceria ser estuprada por ser “muito feia”, não fazendo seu “tipo”.

A defesa de Bolsonaro argumenta que tem imunidade constitucional, não podendo ser alvo de ações do tipo ou de condenações por palavras que tenha proferido enquanto deputado. Entretanto, a Justiça entendeu até o momento que as declarações dele foram feitas fora do contexto da atividade parlamentar.

Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em duas penais por causa do mesmo episódio, ambas relatadas pelo ministro Luiz Fux.

Controladoria-Geral do DF vai aprofundar auditorias em contratos da Polícia Militar

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Governador de Brasília determinou que o órgão de controle inicie o pente-fino pelos contratos maiores da corporação

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) vai reforçar a análise de contratos da Polícia Militar do DF (PMDF). A medida foi determinada pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, nesta quinta-feira (16).

“Hoje, determinei ao controlador-geral, Henrique Ziller, que aprofunde as auditorias nos contratos da PMDF para investigar se há alguma outra irregularidade”, disse Rollemberg à imprensa após a assinatura do decreto que regulamenta a política de agroecologia e produção orgânica.

Na terça-feira (14), o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) deflagrou operação que investiga esquema de extorsão a empresários para a liberação de pagamentos de contratos da PMDF.

“É importante registrar que a investigação começou com uma ação conjunta da Controladoria-Geral do DF e da Corregedoria da Polícia Militar do DF”, reforçou o governador.

Também nesta quinta-feira (16), foi publicada, no Diário Oficial do DF, a exoneração de Francisco Eronildo Feitosa do cargo de diretor de Logística e Finanças da PMDF. O policial foi retirado da função ainda na tarde de terça (14) por, segundo a investigação, integrar o esquema.

Rollemberg não estipulou um prazo para o reforço do trabalho da CGDF, mas orientou que ele comece pelos maiores contratos da corporação.

Equipe da CGDF que analisa contrato da Polícia Militar será reforçada

Segundo o controlador-geral do DF, Henrique Ziller, três funcionários foram designados para análise de contrato da PMDF in loco. Esse é o procedimento padrão da controladoria, que emite ordens de serviços aos órgãos fiscalizados e envia as equipes para trabalhar no local em questão.

As informações da CGDF embasaram, então, a Corregedoria da corporação, que, por sua vez, apoiou a investigação do MPDFT.

Além de reforçar essa equipe, a controladoria vai ampliar o número de contratos da PMDF que passarão por um pente-fino. “Vamos verificar quais controles primários podem ser feitos pela própria Polícia Militar e ajudá-los com recomendações para melhoria do controle”, detalhou Ziller. Os controles primários são aqueles feitos internamente pelo próprio gestor.

Câmara Legislativa divulga Nota de Esclarecimento sobre concurso público

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“Com o objetivo de tranquilizar os futuros candidatos e assegurar a continuidade do concurso para a Câmara Legislativa do Distrito Federal, a Mesa Diretora da Casa optou por acatar as sugestões do Tribunal de Contas do DF e, dessa forma, realizar as adaptações necessárias ao prosseguimento do certame.

Cumpre informar que os candidatos não terão nenhum prejuízo, tendo em vista a manutenção do quantitativo de vagas oferecidas por esta Casa de Leis.

O calendário do certame passará por adaptações que serão divulgadas oportunamente.

A Mesa Diretora entende que as mudanças que serão realizadas são importantes para a segurança jurídica dos que vão participar do processo seletivo.

Em conformidade com a orientação dos órgãos fiscalizadores, os aperfeiçoamentos serão feitos com celeridade.  Não haverá, portanto, descontinuidade no processo de realização do concurso.”

Mesa Diretora da Câmara Legislativa do DF