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ALERTA | Assédio moral no Serviço Público: Isso pode matar!

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Do blog do jornalista Edson Sombra – A partir do aumento do número de reclamações de seus filiados, o SINJUFEGO alerta que a prática do assédio moral provoca doenças psicossomáticas, em certas situações pode levar à óbito o servidor vitimado. Não sofra calado, procure o sindicato e denuncie, será dado tratamento reservado ao caso.

Veja abaixo excelente texto explicando o que é assédio moral no serviço público.

O que é assédio moral?

Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.

Uma pratica também utilizada na política, principalmente dos chamados cargos de confiança que por orientação de uma bandeira partidária tentam de todas as maneiras arranjar espaços no serviço público para os seus aliados.

Quando um partido não consegue de forma direta, transforma a vida de quem estiver em seu caminho em um verdadeiro inferno. Vorazes por cargos são capazes de tudo para obter suas metas.

Não há diferenças significativas na ação de assediadores nos universos público e privado. Porém, em virtude da natureza do serviço público, o assédio se torna mais grave, pelo fato de que na administração pública não existe uma relação patronal direta e sim uma hierarquia que deve ser respeitada.

A relação patronal no serviço público reside no dever do agente público tratar com respeito, decoro e urbanidade todo e qualquer cidadão. Este é o verdadeiro “patrão”, que custeia a remuneração do agente público por meio do pagamento de tributos.

Na relação de trabalho, o agente público está sujeito ao princípio da hierarquia, constituída principalmente para estabelecer um grau de responsabilização e ordem, objetivando que o serviço público alcance seu objetivo maior, que é o bem comum.

O que realmente é assédio moral na relação de trabalho?

Resumindo trata-se, portanto, da exposição do servidor a situações humilhantes e constrangedoras, recorrentes e ou prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções. Essa exposição à tirania é mais frequente em relações hierárquicas autoritárias, nas quais predominam condutas negativas, atos desumanos de longa duração, exercidos por um ou mais chefes contra os subordinados, ocasionando a desestabilização da vítima com o ambiente de trabalho e a organização.

A vítima é isolada do grupo por meio de atos deliberados, tirando lhe a autonomia e ou substituindo suas funções por outro ou subordinados, submetendo o mesmo situações vexatórias.Sem explicação por simples tirania, passando a ser ridicularizada, inferiorizada e desacreditada diante de seus colegas. Estes, por medo, vergonha, competitividade ou individualismo, rompem os laços afetivos com a vítima e, muitas vezes, acabam reproduzindo ações e atos do agressor, instaurando um “pacto de tolerância e de silêncio coletivo”, enquanto a vítima vai se degradando e se enfraquecendo.Geralmente o agressor está ligado a competições de ordem política, promovendo uma verdadeira caça às bruxas.

Esta humilhação repetitiva acaba interferindo na vida do humilhado, gerando sérios distúrbios para a sua saúde física e mental e podendo evoluir para a própria incapacidade para o trabalho, a aposentadoria precoce e a morte.

Em síntese o assédio moral é uma perseguição continuada, cruel, humilhante e covarde desencadeada, normalmente, por um sujeito perverso, doentio, tanto vertical quanto horizontalmente, que intenciona afastar a vítima do trabalho todo custo, mesmo que para isso tenha que usar as piores armas para degradar sua saúde física ou moral.

A Hierarquia no serviço público – Hierarquia “é o princípio da administração pública que distribui as funções dos seus órgãos, ordenando e revendo a atuação de seus agentes e ainda estabelece a relação de subordinação entre os servidores do seu quadro de pessoal” (Direito Administrativo Brasileiro, Hely Lopes Meireles, pg. 127, ed. 2003).

Portanto, o servidor somente tem a condição de subordinado em relação ao princípio orientador da hierarquia entre a instituição e a função, e não porque é agente de menor ou maior capacidade do que o funcionário numa função acima da sua. A distribuição dessa hierarquia é questão de organização da Administração Pública e também modo de operação dos atos e não uma divisão de castas de pessoas ou funções. Na Administração Pública, o funcionário dos serviços gerais tem a mesma importância que um chefe de gabinete e, dentro de sua categoria, é igual hierarquicamente a outros. Suas funções são diferenciadas apenas por questões de organização, mas sua importância é a mesma dentro do quadro do funcionalismo.

Desse modo, um presidente de uma Instituição ou chefe de gabinete que comete assédio contra um funcionário de serviços gerais e ou outro qualquer, por exemplo, deve responder pelo ato que praticar.

Não se pode admitir um funcionário de grau hierárquico maior prejudicar toda uma administração, todo um bem elaborado sistema de controle do trabalho, simplesmente por querer humilhar seus subordinados.

Conclui-se que a hierarquia não significa superioridade de cargo ou pessoal, e sim de função dentro da organização estatal ou mista.

Há como impedir o ato de assédio moral?

Não há uma maneira eficaz de se impedir o assédio moral. Porém, é essencial que o ato seja punido de maneira exemplar, por meio da abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e de processo por desvio de conduta ética, com a consequente exoneração do cargo e a aplicação das demais sanções impostas pelo ordenamento disciplinar e ético.

A Administração Pública tem o compromisso de apurar, sempre que necessário, qualquer indício de participação de servidor em atividades que atentem contra a ética no serviço público, devendo responder prontamente a incidentes que envolvam seus servidores, uma vez que nem todas as ocorrências apresentam lesividade efetiva à regularidade do serviço, dano ao erário ou comprometimento real de princípios que regem a Administração.

Como já vimos, o assédio moral é em essência um desvio de conduta ética e deve ser tratado como tal.

Considerando como balizador o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, instituído pelo Decreto nº 1.171/1994, podemos definir em quais desvios o assediador se enquadra.

Prevenção – Ele jamais poderá deixar de observar que assédio moral é toda ação, gesto ou palavra, praticada de forma repetitiva por agente, servidor, empregado, ou qualquer pessoa que, abusando da autoridade que lhe confere suas funções, tenha por objetivo ou efeito atingir a auto-estima e a autodeterminação do servidor, com danos à sua saúde, ao ambiente de trabalho, ao serviço prestado ao público e ao próprio usuário, bem como à evolução da carreira e da estabilidade funcional do servidor.

É essencial que o gestor abstenha-se de:

· Determinar a realização de atribuições estranhas ou de atividades incompatíveis com o cargo que ocupa, ou em condições e prazos inexeqüíveis;

· Designar para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas, especializadas, ou aquelas que exijam treinamento e conhecimento específicos;

· Apropriar-se do crédito de idéias, propostas, projetos ou de qualquer trabalho de outrem;

· Cria situações de embaraços públicos que envolva a hierarquia;

Em tempo, também é considerado assédio moral as ações, gestos e palavras que impliquem:

· No desprezo, ignorância ou humilhação do servidor, que o isolem de seus superiores hierárquicos e de outros servidores, sujeitando-os a receber informações, atribuições, tarefas ou outras atividades somente por meio de terceiros;

· Na sonegação de informações que sejam necessárias ao desempenho das funções ou úteis à vida funcional do servidor;

· Na divulgação de rumores e comentários maliciosos, bem como na prática de críticas reiteradas ou na subestimação de esforços que atinjam a dignidade do servidor;

· Na exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos, em prejuízo de seu desenvolvimento pessoal e profissional.

· Na dificuldade de execução do serviços de forma normal ou legal.

Se você é servidor público Federal, Estadual ou Municipal e estiver passando por esta situação proceda da seguinte forma:

Anote todas as datas em que você foi submetido, arranje testemunhas, grave, junte as receitas médicas e abra uma Sindicância Interna e por último, a depender do caso, procure um advogado e entre com uma ação de danos morais.

Desde 2015, apenas 1 dos 14 pedidos de cassação avançou na Câmara

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Apenas uma representação contra Sandra Faraj foi levada adiante. Grupo que monitora atividade parlamentar fala em ‘corporativismo’

Por Gabriel Luiz, do G1 – Desde 2015, apenas um processo por quebra de decoro avançou na Câmara Legislativa do Distrito Federal: o que trata do uso de verba indenizatória pela deputada Sandra Faraj (SD). As outras 13 representações que foram protocoladas no período foram arquivadas.

Procurada pela reportagem, Sandra Faraj – que também esteve na mira de outro processo de quebra de decoro, mas que acabou arquivado – não quis se manifestar.

A deputada Celina Leão (PPS) é a distrital que mais foi alvo de pedidos de cassação por quebra de decoro: foram seis. Quatro deles relacionados à denúncia da operação Drácon, que apura um suposto esquema de pagamento de propina em troca de liberação de verba para o setor de UTI. Ao G1, Celina criticou esses pedidos que defendem a cassação dela.

Em seguida, vem a deputada Liliane Roriz (PTB), com cinco pedidos de cassação. Parte deles é consequência da denúncia de lavagem de dinheiro contra a deputada, por ter supostamente sido beneficiada com apartamentos em Águas Claras em troca de facilitação de empréstimos bancários. Todos foram arquivados.

O advogado de Liliane, Eri Varela, disse que ela foi absolvida na Justiça sobre esta denúncia. Ele lembra que, em 22 de junho, o Tribunal de Justiça rejeitou um último recurso do Ministério Público contra a cliente dele, declarando Liliane inocente.

Iniciativa popular

A Câmara Legislativa pode ser incitada a analisar o comportamento de deputados por qualquer pessoa ou entidade. Para a associação Observatório Social de Brasília, o fato de apenas um processo ter seguido demonstra a “postura corporativista” da Câmara.

“Existe um temor de dar andamento a essas representações e criar um precedente que possa prejudicar os próprios distritais que estão autorizando o caso de um colega”, declarou o vice-presidente da entidade, Rodrigo Chia.

“Esse ‘receber’ é semelhante ao receber da petição inicial, da denúncia ou da queixa tratadas no Código de Processo Civil e Código de Processo Penal. Não é ato mecânico. Analisam-se os pressupostos e a justa causa.”

Câmara Legislativa do Distrito Federal (Foto: G1 )

Como funciona, segundo a Câmara

  1. Se a Mesa Diretora da Câmara entender que cabe investigação, o assunto vai para as mãos do corregedor
  2. O corregedor procede a uma investigação preliminar e elabora um parecer em cerca de 15 dias, seja pela abertura do processo de quebra de decoro ou pelo arquivamento
  3. Se o caso prosseguir, vai para votação na Comissão de Ética, que analisa o mérito da questão
  4. Se aprovado na Comissão de Ética, o assunto segue para a Comissão de Constituição e Justiça, que avalia apenas a legalidade e constitucionalidade do processo, em até cinco sessões
  5. Por último, é o Plenário quem decide pela eventual cassação de um dos colegas

TCDF promove curso sobre Planilhas de Terceirização de Mão de Obra

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal, por meio de sua Escola de Contas, promove o curso “Planilhas de Terceirização de Mão de Obra”. A capacitação é voltada para os servidores do Governo do DF que atuam na área de licitações e contratos envolvendo terceirização de mão de obra. O treinamento será realizado no período de 24 a 28 de julho de 2017, das 8h às 12h, na sede da Escola de Contas do TCDF.

Essa nova turma foi aberta devido à grande demanda pela capacitação. As 30 vagas colocadas à disposição para a primeira turma se esgotaram em menos de uma hora, restando mais de 80 servidores na lista de espera, que será usada para preencher as vagas dos próximos cursos. As aulas serão ministradas pelo Auditor de Controle Externo do TCDF Leonardo José Alves Leal Neri.

Planilhas de Terceirização de Mão de Obra

Carga Horária: 20 horas/aula

Conteúdo Programático

1. O processo de contratação pública

2. Orçamento

3. Serviços contínuos e não contínuos

4. Terceirização: conceito e contexto histórico

5. Lei Distrital Nº 4.636/2011, alterada pela Lei Distrital nº 5.313/2014

6. Leis Distritais Nºs: 3.985/2007, 4.118/2008, 4.766/2012, 4.794/2012, 5.377/2014 e 5.448/2015

Resolução de Liliane Roriz da transparência às emendas dos distritais

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A partir de agora, Câmara deve publicar em site emendas inseridas na LOA para que cidadão possa acompanhar execução e valores

Transparência e poder de fiscalização. Com essas justificativas, a deputada distrital Liliane Roriz aprovou Projeto de Resolução no 22/2016 na Câmara Legislativa. A nova regra – que não precisa de sanção do governador Rodrigo Rollemberg – torna obrigatória a publicação das emedas parlamentares inseridas na Lei Orçamentária Anual (LOA) e seus créditos adicionais no portal da Casa. A proposta recebeu elogios dos distritais durante a votação.

“Esta resolução me orgulha bastante porque além de dar mais transparência às emendas destinadas pelos deputados distritais, vai dar a oportunidade para o cidadão saber e acompanhar quanto cada deputado destinou para cada projeto e saber se esse recurso foi utilizado ou não pelo Executivo”, enfatiza Liliane Roriz.

A partir de agora, a Câmara Legislativa, por intermédio da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, deve publicar no portal da CLDF, no prazo de até 30 dias após o encerramento de cada bimestre, a relação atualizada das emendas parlamentares à LOA e seus créditos adicionais, contendo, no mínimo, informações como: número do projeto de lei; número da emenda; autor; funcional-programática, contendo a descrição do subtítulo; dotação inicial, dotação autorizada, valores empenhados e liquidados. “Isso facilitará muito para o cidadão poder acompanhar e fiscalizar”, argumenta a deputada.

Ainda de acordo com Liliane Roriz, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem natureza jurídica de lei temporal, perdendo seus efeitos anualmente. “Esta proposta torna o texto permanente, possibilitando maior transparência nas informações, e dando a todos o acesso aos dados das emendas formuladas pelos parlamentares, bem como quem conseguiu executá-las”, explica a distrital.

Regulamentação do Instituto Hospital de Base é publicada no DODF

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Decreto publicado nesta sexta (14) detalha regras para formação do conselho de administração da unidade, entre outras providências para a transição do novo modelo de gestão

Foi publicado no Diário Oficial do DF desta sexta-feira (14) o Decreto nº 38.332, que regulamenta a criação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal pela Lei nº 5.899, de 2017.

O texto detalha regras para o conselho de administração, a diretoria executiva, o conselho fiscal, o contrato de gestão e a implementação da transição para o novo modelo de gestão da unidade.

De acordo com a norma, o conselho de administração, por exemplo, terá de ser nomeado em 30 dias, e o mandato dos conselheiros será de dois anos. Além disso, ficou instituído que o estatuto deverá ser aprovado no prazo de 60 dias.

Para o secretário adjunto de Gestão em Saúde, da Secretaria de Saúde, Ismael Alexandrino, essa mudança é uma ferramenta muito valiosa para a unidade ter autonomia na administração e celeridade nos processos de compra, para que não haja desabastecimento.

“O objetivo maior é entregar um serviço de qualidade para a população do DF”, resume Alexandrino.

Transição terá apoio da Secretaria de Saúde

A transição contará com o apoio da Secretaria de Saúde, que poderá fornecer materiais, bens e serviço; executar atividades de suporte administrativo; custear despesas de criação e instalação; celebrar convênio; e transferir recursos para a implementação inicial do instituto até o início do contrato de gestão.

A previsão é que o contrato seja assinado até o fim do ano e que o modelo entre em vigor em janeiro de 2018.

Os recursos financeiros permanecerão públicos, com o repasse feito pela Secretaria de Saúde. A pasta deverá transferi-los até o quinto dia útil de cada mês.

Servidores poderão ser cedidos ou transferidos

Os servidores em exercício no Hospital de Base poderão optar por serem cedidos ao instituto ou transferidos para outras unidades da secretaria. A manifestação terá de ser feita em até 45 dias, contados do início da validade da Portaria nº 345, publicada no Diário Oficial do DF em 6 de julho.

Acesse a íntegra do Decreto nº 38.332, de 13 de julho de 2017.

 

Pesquisa de percepção dos moradores reforça debate sobre a Luos

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Levantamento feito pelo governo também reúne dados sobre aceitação de comércio na vizinhança. Pesquisa divulgada nesta sexta (14) ouviu 5.089 pessoas

O governo de Brasília conta com outra ferramenta além da participação popular para ajudar na elaboração da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) no Distrito Federal. Trata-se de pesquisa do grau de satisfação dos moradores quanto ao local em que vivem e a aceitação ou rejeição deles à existência de comércio na vizinhança.

Os dados integram o levantamento Percepções de cidadãos sobre sua moradia no DF, divulgada nesta sexta-feira (14), em entrevista coletiva no Palácio do Buriti. São responsáveis pelo estudo a Secretaria de Gestão do Território e Habitação e a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan).

Foram ouvidas por telefone 5.089 pessoas no período de 2 a 30 de junho. Para organizar melhor as informações, o DF foi dividido em dois grupos. O primeiro engloba o Park Way e os Lagos Norte e Sul, e o segundo, as demais regiões.

O recorte se deve ao tipo de ocupação urbana, em que o primeiro conjunto tem padrão mais parecido com bairros e, o segundo, de cidade propriamente dita.

Entrevistados estão satisfeitos com o local onde mora

De acordo com a pesquisa, a satisfação com o local de moradia é da ordem de 48% para o primeiro grupo, e de 56% para as demais regiões. A média geral é de 55% de satisfação.

“A questão científica se soma à política e à técnica como uma forma de construir o entendimento comum. Caso contrário, estaríamos entre a tecnocracia e o populismo”Thiago de Andrade, secretário de Gestão do Território e Habitação

Se agregadas as avaliações de satisfeito e muito satisfeito, os resultados são ainda mais expressivos. No caso do dado geral, os moradores que se disseram muito satisfeitos representam 16%. Ao todo, o índice de satisfação é de 71%.

Para o grupo Park Way e Lagos Norte e Sul, os entrevistados que se consideram muito satisfeitos são de 42%, o que eleva a percepção de satisfação a 90%. Nas demais regiões administrativas, 15% se identificam como muitos satisfeitos com o local em que moram. Assim, o índice de satisfação é de 71%.

“Esperávamos esse resultado para o Park Way, não para a média geral. Esse é um dos pontos a se levar em conta no processo de discussão da Luos”, explica o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade. Segundo ele, a pesquisa tem caráter de percepção, não de fiscalização.

Satisfação com o comércio na vizinhança

Em relação à satisfação com o comércio na vizinhança, o dado geral é de 62%. Além disso, 12% se consideram muito satisfeitos. Somados, os resultados significam uma percepção de 74%.

O grupo Park Way e Lagos Norte e Sul apresenta resultado de 54% para satisfeito e 16% para muito satisfeito com o comércio. Unidos, eles representam aprovação de 70%. Para as demais regiões administrativas, 63% se dizem satisfeitos com o comércio e 12% muito satisfeitos. Com isso, chega-se a um total de 75% de aprovação.

Aceitação de atividade comercial em residência

Quando questionados sobre a aceitação de atividade comercial em residência, a maioria dos entrevistados de Park Way e Lagos Sul e Norte se mostra contrária à permissão. Em termos porcentuais, 41% dos moradores são refratários a essa possibilidade. No entanto, 34% admitem a autorização para algumas atividades.

Já os moradores das demais regiões estão abertos à opção. Esse é um ponto a ser abordado pela Luos, uma vez que hoje há regras variadas e conflitantes sobre o assunto.

Cabe ao Estado promover o consenso nesse processo, defende o secretário Thiago de Andrade. “A questão científica se soma à política e à técnica como uma forma de construir o entendimento comum. Caso contrário, estaríamos entre a tecnocracia e o populismo”, justifica.

O material vai subsidiar a próxima audiência pública sobre o tema, no sábado (15), às 9 horas, no campus de Ceilândia da Universidade de Brasília (UnB).

Padrões internacionais

A coleta das impressões dos moradores foi feita por meio de ligações telefônicas com base em metodologia reconhecida internacionalmente. Para isso, a Codeplan usou os dados registrados no canal 156.

“Conseguimos atingir uma boa amostra em pouco tempo. Isso ajuda na redução de margem de erro”Frederico Bertholini, gerente de monitoramento das Finanças e Avaliação de Gestão Pública da Codeplan

“Dessa forma, conseguimos economia de recursos, porque o custo foi praticamente zero”, explica o gerente de monitoramento das Finanças e Avaliação de Gestão Pública, da Diretoria de Estudos e Pesquisas Econômicas da companhia, Frederico Bertholini.

A rapidez na obtenção de dados é o diferencial da pesquisa, de acordo com Bertholini. “Conseguimos atingir uma boa amostra em pouco tempo. Isso ajuda na redução de margem de erro”, conta o especialista.

Para dar precisão às amostras, usou-se também a ponderação, em que são atribuídos pesos para cada grupo. Isso porque foram ouvidas 1.298 pessoas do Park Way e lagos Norte e Sul, e 3.791 das demais regiões administrativas.

Audiência pública presencial sobre a Luos

15 de julho (sábado)

Às 9 horas

No auditório da Unidade Acadêmica do campus de Ceilândia da Universidade de Brasília — AE, Setor N, QNN 14, Conjunto O, Ceilândia Sul

PSDB: Pitiman e Saulo Batista se encontram para discutir Eleições de 2018

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Os tucanos Luiz Pitman e Saulo Batista se encontraram na tarde desta sexta-feira (14) para uma longa conversa. Além da análise do cenário político nacional e do Distrito Federal, o tema principal foi a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado da PEC 209/2012.

Candidato ao governo pelo PSDB nas eleições de 2014, Pitiman é autor da proposta que estabelece novas condições para a interposição de recursos especiais perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o ex-deputado, “a proposta permitirá ao STJ concentrar esforços na solução de questões relevantes do ponto de vista econômico, político, social e jurídico”.

Especialista em políticas políticas públicas e com experiência no Judiciário, Saulo Batista se manifestou favoravelmente à medida.

“Assim como já ocorre no STF, a exigência da repercussão geral para os recursos ao STJ será um importante mecanismo para corrigir essa distorção que vemos hoje, onde a celeridade processual fica comprometida pelo fato dos tribunais superiores estarem abarrotados de causas corriqueiras, como multas de trânsito ou cortes de fornecimento de energia ou telefone”, destacou Saulo.

A crise política e as eleições de 2018 também foram abordados na conversa.

Pitiman ressaltou o papel de Alckmin. Nas suas palavras, “pelo cargo que ocupa e a sua importância para o partido, deverá ser ele o principal condutor do PSDB neste processo”.

Muito ligado ao grupo do governador de São Paulo, Saulo Batista defende que o processo de renovação da direção partidária sirva de oportunidade de reflexão e correção de rumos para o PSDB.

“Sou favorável à proposta do Geraldo (Alckmin) de iniciar o processo de convenções já no mês de agosto. A escolha do novo Diretório Nacional deve se dar em meio a um grande esforço de diálogo e construção de unidade. Precisamos de mais sintonia entre o que debatemos e decidimos na executiva nacional e as posições que assumimos por meio de nossos senadores, deputados federais e estaduais, governadores, prefeitos, vereadores e lideranças. Só um PSDB coeso será capaz de atender ao que a sociedade espera de nós: que apontemos caminhos para a solução desta grave crise política e econômica que o Brasil atravessa”.

Habita Brasília: Rollemberg entrega 56 unidades habitacionais em Samambaia

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Ação faz parte do programa Habita Brasília. Em todo o Distrito Federal, foram distribuídos mais de 12 mil imóveis residenciais desde o início da gestão. Rollemberg participou da cerimônia na manhã desta sexta-feira (14)

Nesta sexta-feira (14), 56 famílias foram contempladas com a entrega de unidades habitacionais em Samambaia, por meio do programa Habita Brasília. Desta vez, foram entregues apartamentos no Residencial Thay Marques & Gontijo, na QR 310.

O empreendimento construído por meio de parceria entre o governo de Brasília e a Cooperativa Habitacional de Ceilândia atende habilitados na lista da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) das faixas 2, 3 e 4, com renda familiar de R$ 1.600,01 até 12 salários mínimos.

A cerimônia contou com a participação do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. Com a entrega de hoje, já são 12.065 unidades distribuídas desde 2015. “Dessa maneira, garantimos tranquilidade e segurança jurídica para as pessoas que têm o documento do imóvel”, comemorou o chefe do Executivo local.

Um dos principais focos do governo, a regularização fundiária do DF também avança no que diz respeito à entrega de escrituras. Segundo o governador, foram distribuídos 28,7 mil documentos e outros 5 mil já estão prontos para serem transferidos para os proprietários de imóveis em todas as regiões do DF.

“Dessa maneira, garantimos tranquilidade e segurança jurídica para as pessoas que têm o documento do imóvel”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

As unidades habitacionais entregues hoje fazem parte do eixo Morar Bem do Habita Brasília, mantido com recursos do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida.

O diretor-presidente da Codhab, Gilson Paranhos, destacou a importância de parcerias do governo com cooperativas habitacionais para combater o déficit habitacional na capital do País. “As entidades sérias produzem unidades habitacionais com mais agilidade do que o governo. Essa inauguração de hoje mostra que a participação da sociedade civil, por meio das cooperativas e das associações, é muito importante.”

Os imóveis medem de 46 a 50 metros quadrados e contam com dois quartos, uma vaga na garagem, área de serviço e piso em cerâmica. O valor unitário é de R$ 124.500.

Na ocasião, Rollemberg destacou algumas ações do governo que visam a melhoria da qualidade de vida da população de Samambaia, como a entrega de cinco creches; a construção do complexo cultural; e a inauguração de dois terminais de ônibus.

Alunos de dança do Projeto Viva Arte Viva apresentam-se no Teatro Dulcina de Moraes

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A apresentação está marcada para este domingo (16). O projeto conta com o apoio do Banco de Brasília

Neste domingo (16), alunos de dança do projeto Viva Arte Viva apresentam-se no Teatro Dulcina de Moraes, com o espetáculo Show de Talentos. O projeto é da Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil (AMABRA) e visa levar arte para as comunidades de baixa renda, por meio de oficinas gratuitas de teatro, música e dança. As aulas são abertas a toda comunidade do Distrito Federal e das cidades do entorno.

O BRB concedeu patrocínio ao projeto por meio do Edital de Patrocínios Culturais 2016/2017. “Com o apoio do Banco, visamos contribuir com a continuidade das atividades neste ano de 2017. O valor é destinado, principalmente, para o pagamento dos professores, que hoje estão entre os melhores de Brasília. Hoje, apenas na dança, atendemos cerca de 300 crianças, com idade a partir de quatro anos”, explicou Elisabeth Angela Toniazzo Lissa, presidente da AMABRA.

Elisabeth explica, ainda, que as aulas de dança têm foco no ballet clássico e que em breve, na primeira semana de agosto, será aberto novo período de inscrição. As aulas acontecem na sala de ballet do Teatro Nacional e, após a seleção de novos alunos, é feita uma aula, no intuito de nivelar cada criança à turma mais adequada.

“O patrocínio do BRB é extremamente importante para nós. O projeto existe há quase 11 anos e nunca tivemos um apoio como o que estamos tendo agora”, ressaltou a presidente da Associação.

Ingressos

O ingresso para o espetáculo Show de Talentos custa R$ 40 a inteira. Clientes BRB possuem 50% de desconto no valor da inteira do ingresso, mediante apresentação do cartão de débito e/ou crédito no ato da aquisição.

Mais informações podem ser acessadas no site www.ofbbsb.com.br.

Serviço

Espetáculo de dança: Show de Talentos

Local: Teatro Dulcina de Moraes – Quadra SDS, Bloco C, Loja 30/64

Dia: 16 de julho

Horário: 17h

Lei que reforma a CLT é publicada nesta sexta no Diário Oficial da União

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A Lei nº 13.467, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, também chamada de Lei de Modernização Trabalhista, está publicada na edição de hoje (14) do Diário Oficial da União.

A Lei foi sancionada ontem (13) pelo presidente da República, Michel Temer, que, em cerimônia no Palácio do Planalto, na presença de ministros e parlamentares, entre outras autoridades, disse que os direitos dos trabalhadores estão sendo preservados.

“Este projeto de Lei é a síntese de como esse governo age. Como eu tenho dito, o diálogo é essencial, mas também a responsabilidade social. Estamos preservando todos os direitos dos trabalhadores. A Constituição Federal assim determina”.

A aprovação da reforma, tida pelo governo como uma de suas prioridades, divide opiniões. Mas o presidente e sua equipe garantem que a modernização da CLT vai aumentar a geração de empregos e dar segurança jurídica tanto para empregados quanto para empregadores.

“O que fizemos foi avançar. Contratos que antes não comportavam carteira assinada hoje estão previstos expressamente. Nossa consolidação, que foi na época um grande avanço, é de 1943. É claro que o mundo não é mais de 1943, é do século 21. E fizemos a adaptação ao século 21. Hoje há uma igualdade na concepção. As pessoas são capazes de fazer um acordo, de um lado os empregados, de outro, os empregadores”, frisou Temer.

Pontos polêmicos

Alguns pontos da lei, no entanto, serão alterados após diálogo com o Congresso. O governo enviou aos parlamentares uma minuta com os pontos da medida provisória (MP) com a qual pretende alterar a reforma trabalhista. A minuta toca em dez pontos da reforma, entre eles temas polêmicos que foram discutidos durante a tramitação, como o trabalho intermitente, a jornada 12 por 36 horas e o trabalho em condições insalubres das gestantes e lactantes.

Segundo o líder do governo senador Romero Jucá, relator da reforma na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), não há prazo definido para a conclusão da MP e há tempo para sua edição. “Encaminhei hoje [a MP] para vários parlamentares os pontos que são objeto do acordo no Senado para serem discutidos. Na hora que estiverem amadurecidos, a MP será editada. Não tem previsão. É importante dizer que esta lei só vale daqui a 120 dias. Para ter uma medida provisória que modifique a lei, ela tem que ocorrer antes de 119 dias. Então nós temos um prazo razoável”, disse.