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Escola Classe 1 do Porto Rico atenderá estudantes em período integral

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Governador Rodrigo Rollemberg assinou ordem de serviço para reforma da unidade de ensino na manhã desta quinta (13), em Santa Maria

Os 430 estudantes da Escola Classe 1 do Porto Rico, em Santa Maria, serão atendidos em período integral a partir de 2018. A modalidade estará disponível com a retomada das obras de ampliação da unidade de ensino, autorizadas nesta quinta-feira (13), pela ordem de serviço assinada pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Ele estava acompanhado do secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, que garantiu a restauração do ensino integral na unidade, interrompido devido às obras.“A comunidade precisa muito desta escola. Além de reformar a instituição, vamos ampliá-la”, disse o governador.

As complementações previstas no contrato incluem a conclusão do sistema de drenagem, de alvenaria, revestimentos, instalação de esquadrias, pisos, forros, pintura e acessórios, estrutura de rampas e muro de contenção, instalações elétricas, hidráulicas e de incêndio.

Também está prevista a construção de estacionamento, calçadas e rampas e o plantio de grama. O valor para conclusão da obra é de R$ 1.424.000, e o prazo de entrega é de 180 dias após assinatura da ordem de serviço.

As benfeitorias na escola começaram em 2014. Em 2016, estavam 46% executadas. No entanto, a empresa responsável solicitou rescisão do contrato por dificuldades financeiras. Em 2017, uma nova empresa venceu a licitação para concluir a reforma.

Para minimizar os danos causados à população, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) fez alguns serviços por meio de obra direta.

Entre as medidas tomadas pela empresa pública estão a instalação elétrica e hidráulica dos equipamentos da cozinha industrial, a recuperação de estruturas para evitar desmoronamento, reforço da fixação das telhas laterais da cobertura da quadra de esportes, instalação de treliças, fixação de telhas e a construção das calçadas de acesso e pintura em um dos blocos.

De acordo com a Novacap, também foram tomadas medidas para a segurança dos frequentadores da escola, como a retirada de tapumes e a instalação de alambrados, além de melhorias para viabilizar o uso do estacionamento e a limpeza e roçagem do mato alto em volta da escola.

Obras de infraestrutura avançam no Porto Rico

O governador de Brasília aproveitou para visitar as obras de infraestrutura que ocorrem no Setor Habitacional Ribeirão, conhecido como Porto Rico. Os serviços de urbanização começaram em julho de 2016 e compreendem 15 quilômetros de drenagem, 19,5 quilômetros de pavimentação, 45 mil metros quadrados de calçadas e 38 mil metros quadrados de meios-fios.

90%Serviços de drenagem executados no Porto Rico

“Essas obras não só melhoram a infraestrutura das regiões, mas atuam na qualidade de vida dos moradores. Elas influenciam na saúde da população com a diminuição de lama e poeira, facilitam a limpeza pública e a segurança”, disse o governador.

Do total da obra, dividida em seis lotes, 90% dos serviços de drenagem estão executados, e 10% da pavimentação já foi feita. Serão investidos R$ 29,1 milhões, por meio de financiamento com a Caixa Econômica Federal. A previsão é que as obras sejam concluídas até o fim de 2017.

O governador de Brasília aproveitou para visitar as obras de infraestrutura que ocorrem no Setor Habitacional Ribeirão, conhecido como Porto Rico.
O governador de Brasília aproveitou para visitar as obras de infraestrutura que ocorrem no Setor Habitacional Ribeirão, conhecido como Porto Rico. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Como parte do processo de urbanização, em junho, foi inaugurada a Estação Elevatória de Esgotos do Setor Habitacional Ribeirão, próximo à Quadra 24.

Foram investidos cerca de R$ 2,7 milhões na construção da estrutura, que permitirá a instalação do esgotamento sanitário do setor.

De acordo com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a elevatória beneficia cerca de 1,8 mil pessoas. Nos próximos três meses, vai atender um total de 12 mil cidadãos.

A estação foi construída para viabilizar a transferência dos esgotos captados até a Estação de Tratamento de Esgoto de Santa Maria, onde serão 100% tratados. Também foi executada a rede coletora para permitir a ligação dos ramais condominiais diretamente ao tubo que leva até a elevatória, que tem vazão máxima de 57 litros por segundo.

A obra consiste em um abrigo para o poço de sucção, bombas, barrilete, grupo gerador, banheiro, linha de recalque e poço de segurança. A linha de recalque é constituída de 2.175 metros lineares de tubos. O poço de segurança tem volume útil de 820,8 metros cúbicos com função de conter o esgoto no caso de não funcionamento das bombas.

Rollemberg entra no STF para manter regulamentação de lei anti-homofobia

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Medida que pune práticas discriminatórias por orientação sexual foi sancionada em junho, mas derrubada por decreto legislativo. Rollemberg acredita que tribunal restabelecerá o bom senso

O governo de Brasília entrou com ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para que volte a valer no DF o Decreto nº 38.293/2017, que aplica sanções a práticas discriminatórias por orientação sexual. A medida foi protocolada, em medida de urgência, pela Procuradoria-Geral do DF (PGDF) nesta quinta-feira (13).

Sancionado em junho pelo governador Rodrigo Rollemberg, o texto regulamentava a Lei nº 2.615, de 2000, estabelecendo valores de multa e outras punições. A Câmara Legislativa sustou os efeitos da regulamentação via o Decreto Legislativo nº 2146/2017, publicado na segunda-feira (10).

Confiante de que a legislação considerada um avanço no combate à discriminação terá respaldo do STF, Rollemberg se manifestou sobre a ação: “Não podemos admitir que, em pleno século 21, as pessoas sejam discriminadas e vítimas de violência em razão da sua orientação sexual. Tenho convicção que o STF restabelecerá o bom senso e o equilíbrio”.

Enquanto aguarda julgamento definitivo da matéria, o governo local pediu que o tribunal conceda liminarmente uma medida cautelar. Ou seja, que as sanções fiquem em vigor enquanto a Corte analisa a ação.

No texto, a Procuradoria-Geral do DF alega que há inconstitucionalidade no decreto da Câmara Legislativa, tanto no aspecto formal quanto material.

Enquanto aguarda julgamento definitivo da matéria, o governo local pediu que o STF conceda liminarmente uma medida cautelar

O governo destaca ainda que a regulamentação — aguardada há 17 anos desde a sanção da lei — representa um esforço da sociedade e de instituições políticas do DF “para combater o preconceito e toda forma de discriminação, bem como assegurar a inviolabilidade do direito à igualdade”.

Por meio de nota, a PGDF destacou que, uma vez incrementada a política pública de combate à discriminação e de respeito à igualdade, não se deve tolerar quaisquer atos injustificados de retrocesso social.

O que diz o decreto que define sanções à discriminação por orientação sexual

Segundo o decreto sancionado por Rollemberg, discriminações por causa de orientação sexual praticadas por pessoas físicas ou jurídicas no DF passarão a ser examinadas e penalizadas por uma Comissão Especial de Apuração. Ele estabelece que, ao receber denúncias, a comissão abrirá um processo administrativo para apurar e aplicar penalidades.Ainda de acordo com o texto que o governo quer retomar por meio do STF, o requerimento pedindo a apuração poderá ser feito pela vítima, pelo representante legal dela ou por entidade de defesa dos direitos humanos. Caso haja risco para a vítima, o processo será sigiloso.

A apuração por parte do governo local não causará prejuízo a outras de natureza civil ou penal. Em caso de indícios de crime após a conclusão do processo administrativo, deverá ser encaminhada uma cópia dos autos para o Ministério Público do DF e Territórios.

FCDF não deveria ter ser usado para pagar pensionistas e aposentados

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A busca de uma solução para os questionamentos em torno do uso de verbas do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) foi o tema da reunião de audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), a pedido dos deputados Izalci Lucas (PSDB-DF) e Laerte Bessa (PR-DF).

Antes de 2002, o governo de Distrito Federal era obrigado a solicitar repasse de verbas da União para cobrir despesas, especialmente na área de segurança pública. A partir de 2002, a transferência de verbas da União para o Distrito Federal ocorre para este Fundo, gerido pela administração do DF.

Segundo o deputado Izalci, um dos principais questionamentos é sobre o uso de recursos do Fundo para pagar pensionistas e aposentados dos setores de Saúde e Educação. Ele explica que essa discussão já ocorre há algum tempo com demandas judiciais e interpretações diferentes dos diferentes órgãos – seja Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) ou Controladoria-Geral da União (CGU).

Do ponto de vista jurídico, esse uso dos recursos é equivocado. “Então, precisamos buscar uma solução, seja mudando, seja regulamentando a lei”, afirmou. Enquanto a solução não chega, o TCU concordou que o GDF continue a usar recursos do Fundo para pagar inativos e aposentados da Educação e Saúde. No entanto, diz Izalci, a Lei 10.633/2002, que criou o Fundo, estabelece claramente que “não constituirão despesas com ações de saúde, nem de educação, aquelas decorrentes de pagamento de aposentadoria e pensões”.

Segundo o parlamentar, a composição do FC era suficiente para cobrir 100% da demanda na área de Saúde, Educação e Segurança Pública e ainda havia 10% para investimento. Hoje, há defasagem de recursos, deixando os setores policiais insatisfeitos com a falta de infraestrutura, comprometendo a qualidade dos serviços.

O parlamentar tucano teme uma decisão da parte do TCU impedindo essa destinação para o Fundo, obrigando o GDF a arcar com a despesa. “Não há recurso para isso, então a alternativa é alterar a legislação, definindo a destinação dessa verba”, afirma Izalci.

A correção monetária do Fundo Constitucional segue a receita corrente líquida, não acompanha o crescimento populacional. Brasília hoje é a terceira maior cidade do país, com 3 milhões de habitantes. “Se não criarmos soluções em prol do desenvolvimento econômico, teremos muitas dificuldades”, disse.

Os representantes de órgãos federais, distritais e de entidades de classe admitiram a necessidade de haver uma solução política que regulamente o uso dos recursos e garanta maior transparência na gestão do Fundo Constitucional.

Participaram da reunião o secretário interino da Fazenda, Wilson José de Paula; o representante da Polícia Civil, Kleber Luiz Silva Júnior; procurador do DF, Marcelo Cama Proença Fernandes; secretário de Controle Externo da Fazenda Nacional, Tiago Dutra; o diretor de Orçamento e Finanças, tenente-coronel Cláudio Faria Barcelos e o subsecretário da Administração Geral, Álvaro Henrique Ferreira dos Santos. Também se manifestaram presidentes de sindicatos e associações representativas da área de segurança pública.

Congresso Nacional aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018

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Após concluir a votação dos vetos presidenciais, deputados e senadores aprovaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, que estabelece as prioridades e metas orçamentárias do governo para o ano que vem.

O texto, que segue para sanção presidencial, mantém a meta fiscal proposta pelo governo e prevê para 2018 deficit primário de R$ 131,3 bilhões para o conjunto do setor público consolidado (que engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais).

Esta será a primeira LDO a entrar em vigor após aprovação da Emenda Constitucional do Teto de Gastos Públicos, que atrela os gastos à inflação do ano anterior, por um período de 20 anos.

De acordo com o parecer do relator, Marcus Pestana (PSDB-MG), aprovado pelo Congresso, a aplicação do Teto dos Gastos faz com que exista a avaliação da possibilidade de expandir as depesas primárias (obrigatória e discricionária) tendo como base um aumento de cerca de 3% (ou um  incremento de aproximadamente R$ 39 bilhões), que corresponde à correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre  julho de 2016 e junho de 2017.

Entenda a LDO

A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público.

O texto prevê o aumento do salário mínimo de R$ 937 para R$ 979 em 2018 e aumenta a meta de déficit primário (Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União) do governo federal para o ano que vem, de R$ 79 bilhões para R$ 129 bilhões. Estatais federais terão como meta o deficit de R$ 3,5 bilhões – nos estados e municípios, a projeção é de superavit de R$ 1,2 bilhão.

Os números não consideram uma eventual aprovação da reforma da Previdência.

A LDO prevê ainda, para o ano que vem, crescimento real da economia brasileira de 2,5%, taxa básica de juros (Selic) em 9%, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,5% no ano e dólar a R$ 3,40 no fim do período.

Caso os números apresentados pelo governo na PLO se confirmarem, o ano de 2018 será o quinto consecutivo de deficit primário. Os saldos negativos contribuem para o crescimento da dívida do governo.

Com a aprovação da LDO, o Congresso pode entrar em recesso, que começa no dia 18 e vai até 31 de julho. É a primeira vez em três anos que os parlamentares aprovam a Lei de Diretrizes Orçamentária no primeiro semestre.

Rollemberg comemora aniversário com lideranças comunitárias em Ceilândia

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Encontro foi promovido pelas associações de moradores, na noite desta quinta-feira (13), para comemorar os 58 anos do governador

Lideranças comunitárias de Ceilândia reuniram-se, na noite desta quinta-feira (13), para celebrar o aniversário de 58 anos do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

O encontro reuniu cerca de 1,2 mil pessoas em um restaurante no centro de Ceilândia. A comemoração foi promovida por cerca de 80 entidades da região administrativa, com o apoio da deputada distrital Luzia de Paula (PSB).

Emocionado, o governador destacou a generosidade dos presentes. “É uma profunda alegria poder compartilhar esse momento com vocês. Este é um evento de união, pela construção de um país e de uma cidade melhor”, agradeceu.

Ele estava acompanhado da esposa, Márcia Rollemberg. “Me sinto lisonjeada por estarmos aqui hoje, para revigorar as energias nessa caminhada. Que tenhamos muita coragem para continuar esse trabalho”, reforçou a colaboradora do governo.

“Saio daqui carregado de todas as boas energias para construir uma cidade melhor”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

Depois do agradecimento, Rollemberg foi presenteado com uma bandeira com o símbolo do Espírito Santo e participou do corte do bolo de aniversário. “Saio daqui carregado de todas as boas energias para construir uma cidade melhor”, destacou.

Líder da Prefeitura Comunitária dos Moradores do Por do Sol, Francisca Ambrósio do Nascimento, conhecida como Dona Chica, conta que o evento tinha como objetivo homenagear e também agradecer ao governador pela atenção com a comunidade.

“Nossa vida melhorou muito com a regularização fundiária dos condomínios, o asfalto, as obras de infraestrutura e o transporte público, que antes eram muito difíceis”, elencou a aposentada de 70 anos, que há 15 lidera a associação de moradores.

O administrador regional de Ceilândia, Vilson José de Oliveira, compareceu ao evento e se juntou aos líderes comunitários na homenagem.

Julgamento de Lula em segunda instância pode demorar cerca de um ano

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A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável pelos processos da Operação Lava Jato, julgará em segunda instância o processo que levou ontem (12) à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  Os desembargadores, sediados em Porto Alegre, têm levado em média um ano para julgar os casos da operação.

Se for condenado em segunda instância até 15 de agosto do ano que vem, quando se encerra o prazo para registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula não poderá concorrer a cargo eletivo. Isso porque a sentença de Moro prevê que Lula fique interditado para o exercício de cargo ou função pública por 19 anos, caso a decisão seja confirmada pelos desembargadores. Aliados do ex-presidente têm afirmado que a decisão tem como objetivo inviabilizar sua candidatura à presidência da República em 2018.

Tramitação e prazos

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, estipulou pena de 9 anos e meio de prisão e determinou que Lula poderá responder em liberdade a fase recursal. O resultado do julgamento em primeira instância foi comunicado às partes por meio de intimações publicadas no sistema eletrônico da Justiça Federal do Paraná (JFPR).

Os advogados de Lula têm até dez dias para abrir a intimação. A partir de então, passa a correr novo prazo de cinco dias para que a defesa apresente recurso.

Em um primeiro momento, a apelação será recebida pelo próprio juiz de primeira instância, Sérgio Moro, que fará uma avaliação técnica da peça e a remeterá ao tribunal. No TRF4, os processos são encaminhados à 8ª Turma, composta pelos desembargadores federais João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus. Ao chegar no tribunal, as ações são abertas para vistas do Ministério Público Federal, responsável pela acusação, que pode gerar recursos contra as argumentações da defesa.

No papel de relator, Gebran será o responsável por analisar o processo de Lula e, em seguida, apresentar um relatório e a sua decisão a respeito do caso a Paulsen, revisor da 8ª Turma. Quando este trâmite for finalizado, a data do julgamento será marcada.

Paulsen e Laus podem acompanhar ou discordar do voto do relator. Caso a decisão da 8ª Turma seja contrária ao pedido da defesa de Lula, os advogados podem entrar com novo recurso. Caso a decisão colegiada seja unânime, encerra-se o julgamento em segunda instância.

Os desembargadores da 8ª Turma poderão votar pela absolvição de Lula, pela confirmação da sentença de Moro ou pela alteração da pena para mais ou para menos.

Julgamento de processos

Desde a deflagração da Operação Lava Jato, o TRF4 concluiu o julgamento de 12 apelações contra 48 sentenças proferidas em primeira instância.

Até o momento, o tribunal absolveu cinco pessoas que haviam sido condenadas por Moro — inclusive o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, em um dos processos a que responde na Lava Jato. Ele havia sido condenado a 15 anos e 4 meses de prisão, mas a 8ª Turma entendeu que a sentença em primeira instância havia sido fundamentada em depoimentos que não foram comprovados com outras provas.

O TRF4 manteve, ainda, dez sentenças condenatórias da 13ª Vara. Oito réus tiveram a pena reduzida e 16 tiveram a pena aumentada pelo Tribunal.

A 8ª Turma está atualmente com 16 apelações oriundas da Lava Jato pendentes para julgamento. Destas, sete já estão sob análise do revisor. Outras três apelações foram registradas recentemente e ainda estão na fase de processamento inicial.

ThoughtWorks realiza recrutamento expresso em Brasília

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Consultoria global de tecnologia busca pessoas desenvolvedoras da região Centro-Oeste. Inscrições vão até o dia 30 de julho

Nos dias 25 e 26 de agosto (sexta e sábado), a consultoria global de tecnologia ThoughtWorks vai realizar, em Brasília (DF), um Recrutamento Expresso de pessoas desenvolvedoras de software. As vagas disponíveis são para os escritórios de Belo Horizonte e Porto Alegre.

Para os candidatos, essa é uma excelente oportunidade de conhecer mais sobre a cultura da empresa. “Buscamos pessoas que querem fazer parte de uma comunidade de apaixonados por tecnologia, que buscam fazer a diferença trazendo mais inovação e diversidade para o mercado de trabalho”, diz Augusto Ferreira, recrutador da ThoughtWorks Brasil. Para se inscrever, basta se cadastrar no site https://www.thoughtworks.com/jobs/747804 até o dia 30 de julho (domingo). O processo seletivo inclui avaliação dos currículos, entrevista e exercício. As pessoas aprovadas nessas etapas passarão por entrevistas presenciais em Brasília.

Na ThoughtWorks, os profissionais têm a oportunidade de:

  • Fazer parte de uma consultoria global de tecnologia que quer mudar o mundo;

  • Apresentar, utilizar e melhorar práticas de desenvolvimento ágil, incluindo Integração Contínua (Go, Jenkins etc) e Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD – Test Driven Development);

  • Trabalhar em aplicações de negócios em multicamadas e com design personalizado, que utilizam as mais recentes tecnologias para a construção de sistemas críticos e escaláveis;

  • Contribuir e colaborar com a equipe e os clientes durante todo o processo de desenvolvimento de software;

  • Atuar como coach e disseminar o conhecimento das melhores práticas no desenvolvimento de software dentro e fora da ThoughtWorks;

  • Ser parte de um ambiente aberto e não hierárquico onde se espera que todos colaborem dentro do projeto e nas direções da organização.

A empresa procura pessoas que:

  • Gostem de programar.

  • Divirtam-se programando uma aplicação para web 2.0 ou um framework para facilitar suas atividades diárias;

  • Tenham experiência com desenvolvimento em Java, JavaScript, C#, .NET, Python e/ou Ruby;

  • Tenham experiência com análise, design, codificação e implementação de aplicações OO corporativas personalizadas;

  • Tenham capacidade de trabalhar em equipe, em um ambiente colaborativo;

  • Conhecimento de métodos ágeis – incluindo XP, Scrum e desenvolvimento iterativo;

  • Tenham boa capacidade de comunicação, com habilidade de trabalhar e construir um relacionamento com o cliente dentro de um ambiente de consultoria.

Características diferenciais:

  • Bons conhecimentos de padrões de projeto, refatoração e testes unitários;

  • Experiência de trabalho com métodos ágeis, XP, Scrum e/ou Kanban;

  • Experiência na escolha e aplicação de boas práticas de software como Test Driven Development (TDD), integração e entrega contínua;

  • Participação ativa dentro da comunidade de TI como palestrante, autor ou colaborador;

  • Inglês e/ou Espanhol.

TCDF promove sessão especial para apreciar contas do Governo Rollemberg

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal vai realizar no dia 1º de agosto de 2017, às 10h, uma sessão especial para apreciar a execução do orçamento e dos programas de governo do Distrito Federal relativos ao exercício de 2015, primeiro ano de gestão do governador Rodrigo Rollemberg.

A análise foi feita pela Secretaria de Macroavaliação da Gestão Pública do TCDF, sob a supervisão do Conselheiro Relator Paiva Martins. O material é baseado nas informações enviadas pelo Poder Executivo à Câmara Legislativa na prestação de contas anual e em documentos encaminhados pelas unidades que compõem o GDF.

O Relatório Analítico e Projeto de Parecer Prévio relativo às contas de 2015 apresenta as despesas com pessoal e com licitações, os gastos com publicidade e propaganda e os resultados por área de governo, além da avaliação dos controles internos exercidos pela Administração Pública; do patrimônio do GDF; das demonstrações contábeis e das gestões fiscal, orçamentária e financeira.

Essas informações são analisadas em conjunto com vários processos e procedimentos de fiscalização realizados pelo TCDF, como a auditoria para avaliar a aquisição, o armazenamento e a distribuição de órteses, próteses e materiais especiais – (OPMEs). A equipe técnica ainda utiliza dados obtidos diretamente no Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO) e no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).

 

ESTRUTURA DO RELATÓRIO

O Relatório Analítico é estruturado a partir dos seguintes tópicos:

* Gestão Fiscal

* Gestão Orçamentária e Financeira

* Gestão Patrimonial

* Demonstrações Contábeis

* Resultados por Áreas de Governo e Síntese.

 

A seção Gestão Fiscal trata do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal pelo Poder Executivo e órgãos do Poder Legislativo (CLDF e TCDF), com base nas análises dos Relatórios de Gestão Fiscal (quadrimestrais), assim como no cumprimento das Metas Fiscais definidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Na seção Gestão Orçamentária e Financeira, analisa-se o processo de planejamento governamental, incluindo as alterações promovidas no orçamento ao longo do exercício. Avalia-se a execução da receita e da despesa dos Orçamentos Fiscal, da Seguridade Social, de Investimento e do Fundo Constitucional do DF.

Em Gestão Patrimonial, são tratadas a dívida ativa e a dívida pública, incluindo os precatórios e seus reflexos sobre o patrimônio do DF.

No tópico Demonstrações Contábeis, analisam-se os Balanços Orçamentário e Patrimonial e a Demonstração das Variações Patrimoniais das unidades da administração direta, autárquica e fundacional e das empresas estatais dependentes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. São excluídos da análise os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal – FCDF executados no âmbito da União.

Na seção Resultados por Áreas de Governo, são examinadas as programações e respectivas realizações físico-financeiras para as áreas de Educação e Cultura, Saúde, Segurança, Infraestrutura e Meio Ambiente, e Assistência Social, contemplando resultados alcançados e indicadores dos principais programas que compõem essas áreas temáticas. São apresentadas sínteses dos resultados de auditorias conduzidas pelo TCDF nessas áreas.

 

Serviço

Sessão Especial de Apreciação das Contas do GDF em 2015
Local: Plenário do TCDF
Data: 1º de agosto de 2017, às 10h.

Nomeação de Raquel Dodge para a PGR é publicada no Diário Oficial

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A nomeação de Raquel Elias Ferreira Dodge para chefiar a Procuradoria-Geral da República (PGR) está publicada no Diário Oficial da União de hoje (13). A nova procuradora-geral vai substituir, a partir de 18 de setembro, Rodrigo Janot Monteiro de Barros, cujo o segundo mandato à frente da PGR termina no dia 17 setembro.

Ontem (12), o plenário do Senado aprovou, por 74 votos a 1 e uma abstenção, a indicação para a PGR. A votação ocorreu pouco depois de a indicação dela para o cargo pelo presidente Michel Temer ter sido aprovada, por unanimidade, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Raquel Dodge foi a segunda mais votada na eleição interna da Associação Nacional dos Procuradores da República, que deu origem à lista tríplice enviada a Temer para subsidiar sua escolha.

Mestre em direito pela Universidade de Harvard e integrante do Ministério Público Federal há 30 anos, Raquel Dodge é subprocuradora-geral da República e atuou em matéria criminal no Superior Tribunal de Justiça.

Pelo terceiro biênio consecutivo, ela ocupa uma cadeira do Conselho Superior do Ministério Público. Também foi procuradora federal dos Direitos do Cidadão Adjunta e auxiliou a redação do 1° Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil.

Justiça do DF dá 15 dias para Adasa exonerar 12 servidores comissionados

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Por Gabriel Luiz, G1 -0 A Justiça do Distrito Federal deu prazo de 15 dias para a Agência Reguladora das Águas (Adasa) exonerar 12 servidores comissionados. O entendimento é de que eles foram contratados irregularmente por exercerem funções que não sejam de direção, chefia e assessoramento, o que fere a Constituição. Se não acatar a decisão, há previsão de multa diária de R$ 10 mil.

A Adasa informou que ainda não foi notificada, portanto “não conhece o teor da sentença”. A agência já tinha sido processada em 2011 por este motivo. A ação chegou ao fim em 2014, quando a Adasa exonerou 13 dos 25 comissionados. Na época, havia concurso público homologado e no prazo de validade para o desempenho das mesmas funções exercidas pelos comissionados.

Como 12 funcionários permaceram no quadro da agência, o Ministério Público voltou a cobrar a exoneração dos comissionados. Já a Adasa argumentou que a contratação do grupo se encaixava nas regras sobre cargos em comissão. O caso foi analisado pelo juiz Paulo Afonso Cavichioli Carmona, da 7ª Vara da Fazenda Pública do DF, que recusou os argumentos da agência.

Segundo a Justiça, a Adasa “não conseguiu demonstrar que a recontratação, sem concurso público, dos servidores que deveriam ter sido exonerados do órgão se fazia necessária e que se destinava à ocupação de função de chefia, assessoramento ou direção”.