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Rollemberg acompanha força-tarefa do governo no Sol Nascente

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O governador Rodrigo Rollemberg esteve nesta segunda-feira (6) no Sol Nascente, em Ceilândia, para acompanhar as ações da força-tarefa do governo de Brasília que ocorrem no local desde sexta (3), em decorrência das fortes chuvas que atingiram o setor habitacional.

Representantes dos 13 órgãos que integram o grupo reuniram-se no canteiro de obras do Trecho 2 para dar continuidade às decisões estratégicas. Eles já haviam se encontrado na manhã de hoje para definir prioridades e o cronograma de recuperação das áreas atingidas.

Entre as medidas prioritárias definidas pelo comitê de crise estão a desobstrução das vias e o reforço na coleta de lixo e na segurança, o monitoramento do escoamento do esgoto, o controle de energia elétrica e do abastecimento de água nas residências e o apoio assistencial às famílias que tiveram as casas atingidas.

“É importante que estejamos mobilizados durante todo o período de chuvas para fazer ações emergenciais porque a obra de drenagem ainda se estenderá e está sujeita a isso”, alertou Rollemberg, na reunião com o grupo.

O balanço das ações foi apresentado ao governador pelos secretários de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antonio Coimbra, de Projetos Estratégicos, Maria de Lourdes Abadia, e das Cidades, Marcos Dantas.

Os secretários acompanharam o governador em uma vistoria no Conjunto C da Quadra 125, de onde a Secretaria das Cidades retirou 300 toneladas de lama nesse domingo (5).

O objetivo agora é, além de recuperar as áreas atingidas, identificar problemas de construções irregulares que atrapalham no escoamento da água da chuva.

O chefe do Executivo destacou a ocupação desordenada do solo como um dos principais problemas da região e reforçou que as obras de infraestrutura em andamento devem ser monitoradas permanentemente.

Ele ressaltou que as obras de infraestrutura serão fundamentais para “evitar esse tipo de tragédia no futuro”. Segundo Rollemberg, os trabalhos no Trecho 1 terminam até dezembro. No Trecho 2, a expectativa é encerrar em meados de 2018. Já no Trecho 3, o prazo é o fim do ano que vem.

Rollemberg também passou pela Quadra 105 do Trecho 2, onde estão sendo construídas 161 unidades habitacionais por meio de programas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab).

Nos dois dias de chuva — quarta (1º) e quinta-feira (2), a Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos atendeu 14 famílias que tiveram as casas danificadas.

Para sete delas, foi solicitado o benefício vulnerabilidade (até seis parcelas de R$ 400 por mês) e o excepcional — o aluguel social, de até 12 parcelas de R$ 600 mensais.

Uma casa foi demolida para dar mais segurança aos moradores ao redor. A Defesa Civil montou uma tenda para prestar os primeiros apoios às famílias. Essas pessoas estão em casas de parentes.

Tempestade no Sol Nascente: força-tarefa vistoria segurança de estruturas atingidas

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Para dar continuidade às ações que visam minimizar os problemas dos moradores do Sol Nascente, em Ceilândia, provocados por fortes chuvas na quarta-feira (1º) e no feriado de Finados, o governo de Brasília reuniu-se novamente no local na manhã desta segunda-feira (6).

Ficou definido que um muro na Chácara 125 vai ser vistoriado para estabelecer se há necessidade de ele ser derrubado. A estrutura construída irregularmente pode ter retido a água da chuva e provocado mais alagamentos.

Enquanto isso, o consórcio responsável pelas obras de infraestrutura no Sol Nascente vai terminar as intervenções na rua da Chácara 125, uma das mais atingidas pelos efeitos do temporal.

“Também vamos resolver a situação da Avenida Vitória”, disse o secretário das Cidades, Marcos Dantas, em visita ao local nesta manhã. Para isso, a empresa contratada vai retirar a lama da avenida para depois pavimentar o local com material seco fornecido pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Funcionários da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) vão atuar na área para conscientizar a população, visto que há muitas ocorrências de direcionamento irregular de águas pluviais para as casas, o que contribui para alagamentos.

Na reunião desta manhã, também foram redefinidas algumas linhas de atuação. “Na sexta [3], já havíamos estabelecido que, nas áreas de atuação do consórcio, ele entraria primeiro. Hoje, definimos que nas outras áreas a Novacap inicia as ações, depois vem a administração regional e, caso seja necessário, entra o consórcio”, explicou o secretário de Infraestrutura, Antônio Coimbra.

Força-tarefa é formada por 13 órgãos do governo

Formada por 13 órgãos, a força-tarefa passou o fim de semana na área e continuará os trabalhos ao longo dos próximos dias. São eles:

  • Administração Regional de Ceilândia
  • Caesb
  • Corpo de Bombeiros Militar
  • Companhia Energética de Brasília (CEB)
  • Novacap
  • Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab)
  • Defesa Civil
  • Polícia Militar
  • Secretaria das Cidades
  • Secretaria de Projetos Estratégicos
  • Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos
  • Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos
  • Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

A equipe atua, por exemplo, na orientação da população, na desobstrução das vias, no escoamento e na drenagem da água nas residências, além de controlar o trânsito e de coletar o lixo.

Famílias desabrigadas recebem apoio do governo

Quatorze famílias desabrigadas foram atendidas pela Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Para sete delas, foi solicitado o benefício vulnerabilidade (até seis parcelas de R$ 400 por mês) e o excepcional — o aluguel social, de até 12 parcelas de R$ 600 mensais.

Uma casa foi demolida para dar mais segurança aos moradores ao redor. A Defesa Civil montou uma tenda para prestar os primeiros apoios às famílias. Essas pessoas estão em casas de parentes.

Publicada medida que reduz juros para empréstimos a aposentados e pensionistas

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Foi publicada na edição de hoje (6) do Diário Oficial da União uma resolução do Conselho Nacional de Previdência que recomenda ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a redução de 2,14% para 2,08% do teto máximo de juros cobrados ao mês nas operações de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS . A mesma resolução reduz de 3,06% para 3% ao mês a taxa de juro cobrado nos casos de consignados para operações que visam o pagamento de dívidas com cartão de crédito.

A redução dessas taxas foi aprovada em setembro pelo conselho e dependia de sua publicação para entrar em vigor. Na época, a Previdência Social havia informado que as mudanças foram possíveis graças às quedas observadas na taxa básica de juros (Selic). De acordo com a Previdência, os novos tetos permitem condições mais vantajosas para o acesso ao crédito, possibilitando inclusive a migração de dívidas mais caras, como as de cartão de crédito, para uma modalidade mais barata.

A resolução reduz também o limite da margem consignável para o pagamento de amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito, de 2 para 1,4 vezes o valor do benefício mensal, o que, segundo a Previdência, permitirá a liquidação do empréstimo em até 72 meses. Com essa medida, o governo pretende impedir um endividamento muito alto, além de diminuir o risco de inadimplência.

O crédito obtido por meio de empréstimos consignados é o de menor custo no mercado. A partir da resolução publicada hoje, o INSS deverá adequar seus sistemas para que se adote as recomendações apresentadas pelo conselho.

Entenda como é feita a correção das questões e da redação do Enem

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgará o gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no dia 16 de novembro. A correção é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Dessa forma, um item em que grande número dos candidatos acertaram a resposta será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

Por isso, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas. Se dois candidatos acertam o mesmo número de questões, não significa que terão a mesma pontuação. O estudante só tem como saber a nota final no Enem quando o resultado sair.

A correção é feita por meio de um sistema de reconhecimento, no qual a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Cesgranrio extraem os dados com as respostas das questões objetivas de cada participante, durante a etapa de digitalização. Por isso, é imprescindível que o preenchimento do cartão-resposta tenha sido realizado com caneta esferográfica de tinta preta. O mesmo vale para a folha de redação. Os rascunhos e as marcações assinaladas nos cadernos de questões não serão considerados para fins de correção.

O processo de correção é feito tanto pela Cesgranrio quanto pelo Inep, para conferência. As redação são corrigidas pela Fundação para Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp). O Inep, já com as notas da redação repassadas pela Vunesp e os resultados das questões objetivas, processa o resultado, dando origem ao Boletim de Desempenho, que será disponibilizado aos participantes em 19 de janeiro de 2018.

Redação

O texto produzido na redação do Enem é corrigido por pelo menos dois avaliadores, de forma independente, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. Esses dois professores avaliam o desempenho do participante de acordo com as cinco competências exigidas na redação.

Cada avaliador atribuirá uma nota entre 0 e 200 pontos para cada uma das cinco competências, e a soma desses pontos comporá a nota total de cada avaliador, que pode chegar a 1.000 pontos. A nota final do participante será a média aritmética das notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.

Se entre as notas dadas pelos dois corretores houver diferença superior a 100 pontos (no somatório geral) ou de mais de 80 pontos em qualquer uma das cinco competências, a redação segue para um terceiro avaliador. No caso de a discrepância continuar depois da terceira avaliação, a redação será corrigida por uma banca com três professores, que vai dar a nota final.

A redação receberá nota zero se apresentar características como fuga total ao tema, texto com menos de sete linhas, não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa, cópia integral de textos motivadores da proposta, impropérios, e se a folha de redação for entregue em branco.

Ontem (4), a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que determinou a suspensão da regra que previa a anulação da redação que violasse os direitos humanos. Apesar disso, a competência cinco, que vale 200 pontos, determina que a redação deve ter uma proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Esse item não foi modificado pela decisão judicial.

O título é opcional na produção da redação e será considerado como linha escrita. Porém, o título não será avaliado em nenhum aspecto relacionado às competências da matriz de referência.

Presidente Michel Temer visita Inep e destaca importância do Enem

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O presidente Michel Temer esteve hoje (5) na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para verificar a operação do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Temer agradeceu à equipe do Inep, ao ministro da Educação, Mendonça Filho, e a presidente do Inep, Maria Inês Fini.

“O Enem e é um dos avanços mais extraordinários da educação brasileira, porque tem uma capacidade de avaliação extraordinária. E evidentemente essa capacidade de avaliação só chega ao seu final em face desse trabalho conjugado que acabei de verificar aqui”, disse durante visita ao instituto.

Mais cedo, o presidente postou uma mensagem no Twitter desejando uma boa prova para os 6,7 milhões de candidatos inscritos no Enem deste ano.

Deputado Wellington Luiz divulga carta aberta ao partido e a população

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No Distrito Federal, nenhum partido é maior que o PMDB. E, partindo dessa premissa, se faz necessário pensar o futuro político daqueles que participam da estrutura partidária, pensando no conjunto do grupo, e não nos desejos pessoais de cada um. Se acaso há desordem interna ou perda de foco por questões pontuais não se faz reparos ou ajuste no partido, importando à quem pode muito os seus interesses pessoais, visando campanhas futuras.

Nosso lastro se escora na história democrática do partido e muito mesmo na reverência às personalidades vinculadas ao amor à democracia e observância ao que se deve destinar uma agremiação partidária.

Não podemos permitir que o desejo pessoal de alguns seja maior que o ideal inalienável e republicano do PMDB.

O Povo de Brasília merece respeito e espera muito mais de um Partido que prega serenidade.

Wellington Luiz

Deputado Distrital

Secretário Geral do PMDB

Realização do Enem contará com o trabalho de mais de 600 mil pessoas

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Mais de 600 mil pessoas vão trabalhar para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, entre aplicadores de prova, coordenadores e agentes de segurança. A primeira prova acontece amanhã (5), com questões de linguagens e ciências humanas, além da redação. No dia 12 de novembro será a vez das provas de ciências da natureza e matemática. Mais de 6.730.000 de pessoas estão inscritas para fazer o exame.

O Enem será realizado em 1.725 municípios. A aplicação das provas será feita por 197 mil chefes de sala e 195 mil aplicadores, que atuam em conjunto. Para atender as necessidades dos participantes que solicitaram recursos de acessibilidade, serão 12,7 mil aplicadores especializados. Outros 67 mil fiscais de banheiros ficarão responsáveis pela vistoria com os detectores de metais.

O exame também terá 54 coordenadores estaduais, 1.793 coordenadores municipais, 13.880 coordenadores de locais de prova e outros 22.020 assistentes locais de prova. Cerca de 40 mil professores da rede pública e servidores públicos foram capacitados para representar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nos locais de aplicação, fazendo a conferência da abertura do lacre dos malotes com prova.

Também estão envolvidos no processo 41 mil funcionários dos Correios, que trabalham na  distribuição das provas e a logística reversa, que envolve o transporte dos cartões-resposta e das folhas de redação dos locais de prova até a estrutura de correção do consórcio aplicador. Na operação reversa, serão 200 colaboradores da Fundação Getúlio Vargas e 500 da Fundação Cesgranrio.

Responsável pela correção das redações, a Fundação Vunesp contará com 9 mil professores. Também haverá cerca de 500 servidores do Inep trabalhando no processo, com representantes em todos os estados.

Segurança

Cerca de 23 mil agentes de segurança pública trabalham na segurança do exame, fazendo a escoltas das rotas, de distribuição e da operação reversa; na vigilância dos locais de armazenamento e no monitoramento dos processos no período da aplicação. O Enem reúne o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Corpo de Bombeiros Militar e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

A segurança do Enem 2017 contará, também, com a atuação do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), com sede em Brasília, além de 12 Centros Integrados de Comando e Controle Regional (CICCR), com sede nas cidades que sediaram a Copa 2014; e com 15 centros de operações localizados nos demais estados brasileiros.

Abertas as inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água em Brasília

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Primeiro lote ficará disponível até 15 de dezembro. Candidaturas devem ser feitas no portal do encontro, que ocorrerá de 18 a 23 de março de 2018

As inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, de 18 a 23 de março, estão abertas no portal do evento. É possível participar de todos os painéis — com o passaporte para os seis dias —, comprar um passe para três dias ou adquirir passes diários.

Os valores do primeiro lote, que ficará disponível até 15 de dezembro, são: R$ 350 para a entrada diária; R$ 680 para três dias; e R$ 1.138 para o pacote de seis dias.

Estudantes têm desconto e pagam R$ 140 no tíquete por dia, R$ 280 no passe para três dias e R$ 455 no passaporte completo.

Pela primeira vez, o fórum será sediado no Hemisfério Sul. O tema da oitava edição, Compartilhar a Água, será debatido por representantes de governos, da sociedade civil, de empresas públicas e privadas e de organizações não governamentais de diversos países.

A organização espera receber mais de 60 chefes de Estado em Brasília, além de especialistas internacionais renomados. Na programação, estão previstos mais de 200 debates e atividades educativas, informativas e culturais.

Edição brasileira terá espaço gratuito

Na edição de Brasília, o Fórum Mundial da Água ganhará um espaço gratuito, a Vila Cidadã. Aberto à população, o local contará com arena de debates, palestras, exposições, cinema, artesanato, talk shows e espaço gourmet.

A estrutura ficará no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Cerca de 40 mil visitantes são esperados durante o encontro.

Para o diretor executivo do 8º Fórum, Ricardo Andrade, governador do Conselho Mundial da Água, o evento é uma oportunidade para o País se posicionar sobre o tema. “Pretendemos mostrar como fazemos gestão de recursos hídricos e como podemos fornecer alternativas capazes de garantir a segurança hídrica em outras regiões.”

O 8º Fórum Mundial da Água é organizado pelo Conselho Mundial da Água, pelo governo de Brasília, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), e pelo Ministério do Meio Ambiente, representado pela Agência Nacional das Águas (ANA).

O que é o Fórum Mundial da Água

Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos. Brasília sediará o evento em março de 2018.

O fórum ocorre a cada três anos e já passou por: Daegu, Coreia do Sul (2015); Marselha, França (2012); Istambul, Turquia (2009); Cidade do México, México (2006); Kyoto, Japão (2003); Haia, Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).

Para a edição de 2018, em Brasília, são esperados cerca de 30 mil representantes de mais de cem países.

Eleições 2018: Uma disputa polarizada; veja os cenários para o próximo ano

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Por João Paulo Machado

O Brasil decidirá, em menos de um ano, qual será nome do novo presidente da República. A eleição de 2018 para o Palácio do Planalto promete ser uma das mais acirradas e polarizadas da história do país. Desde a crise política que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o assunto tem tomado conta do debate público, fazendo com que possíveis candidaturas despontassem de forma precoce.

Nesta semana, o Ibope, um dos principais institutos de pesquisa do país, divulgou sua primeira pesquisa de intenção de voto para 2018. O cenário mostra uma liderança, com certa vantagem, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista teria 35% das intenções de voto contra 13% do segundo colocado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). Capitão da reserva do Exército, o político conservador nunca disputou um cargo ao executivo, mas tem demonstrado ter fôlego para a disputa presidencial. Atrás de Lula e Bolsonaro, estão a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 8%, o governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), e o apresentador de televisão Luciano Huck (sem partido), com 5%, e o prefeito paulistano, João Doria, com 4%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 3% das intenções de voto.

O cenário, porém, é visto com ressalvas por analistas. O cientista político Rócio Barreto acredita que o ex-presidente Lula não poderá se candidatar, sendo barrado pela Lei da Ficha Limpa. Neste ano, o petista foi condenado por corrupção pelo juiz Sergio Moro e pode ser barrado caso a pena seja confirmada em segunda instância. “O Lula possivelmente vai ser condenado em segunda instância e possivelmente não poderá ser candidato. Ainda é muito cedo para a gente avaliar cenários com perspectivas que possam realmente acontecer”, afirma o analista.

Por conta desta situação, o cenário sem o ex-presidente no páreo também foi especulado pelo Ibope. Nesta hipótese a dianteira seria dividia entre Bolsonaro e Marina Silva, ambos com 15%. Mas o nome do militar da reserva volta a chamar atenção, pois Marina Silva conta com um recall de duas eleições presidenciais e, portanto, é mais conhecida pela população.

Para Barreto, o crescimento do deputado “se deve ao fato dele expor na mídia um discurso agressivo.” Que segundo o cientista político tem ganhado força também em outros países. “É um movimento que tem ocorrido no mundo todo. A gente viu a eleição do Trump, nos Estados Unidos, quando ele conseguiu ser eleito com um discurso um tanto quanto agressivo”.

A força de Bolsonaro ficou mais evidente em outra pesquisa eleitoral também divulgada nesta semana. Segundo o Instituto DataPoder360, a disputa pelo Palácio do Planalto está empatada tecnicamente entre Lula e o deputado conservador. Lula pontua de 28% a 32%. Bolsonaro registra de 20% a 25%, dependendo do cenário.

Para o escritor e cientista político Bruno Garschagen, caso os dados da pesquisa DataPoder360 estiverem corretos “Bolsonaro terá conseguido em um período muito curto, de alguns meses, uma enorme conquista de potenciais eleitores”. Assim como Barreto, Garschagen ressalta que o quadro avaliado ainda é prematuro. “Eu acho que a gente só vai ter um dado mais robusto, mais fiel, a partir das pesquisas que forem realizadas em março e abril”, frisou.

Mesmo fazendo ressalvas por conta do longo período até a eleição, Bruno Garschagen acredita que atual polarização ideológica entre esquerda e direita, representada na disputa entre Lula e Bolsonaro será mantida. “Eu acho que há uma tendência de que, no plano político, essa polarização se confirme. Ou seja, você tem um candidato da esquerda que pode ser o Lula (PT), a Marina (REDE), o Alckmin (PSDB). Do outro lado, o único candidato que se pode qualificar como certa direita é o Bolsonaro”, enfatiza.

O cientista político afirma que caso isso ocorra, será a primeira vez desde 1989 que o Brasil terá um candidato com viabilidade política, ligado ao campo ideológico da direita, com chances de vestir a faixa presidencial. “É um elemento interessante. Mostra que a dominação na política formal da esquerda sofreu um duro golpe e caso o Bolsonaro se confirme como um candidato viável, conseguindo ir para o seguindo turno, o dado estará claro. Haverá, de fato, um candidato representado à esquerda e um candidato representando à direita”.

Outsider

De fora do mundo político, o apresentador de televisão, Luciano Huck ganhou espaço tanto na pesquisa Ibope quanto na do Instituto DataPoder360. Nos últimos meses têm sido levantadas muitas especulações em torno do apresentador que, supostamente, teria a ambição de se candidatar ao Planalto.

Conhecido nacionalmente, influente com empresários e de fora da política, Luciano Huck parece para muitos o nome ideal para uma candidatura em tempos de Lava-Jato.

De acordo com o Ibope, o apresentador já teria o apoio certo de 5% do eleitorado, posicionando-se na quinta colocação, empatado com Geraldo Alckmin (5%), e atrás de Marina Silva (8%), Jair Bolsonaro (13%) e Lula (35%).

De acordo com Rócio Barreto, mesmo conhecido em todo o país, “Huck ainda não tem credenciais para ser candidato a presidência, mas caso fosse bem trabalhado poderia ter condições”.

Segundo o DataPoder360, hoje, Luciano Huck teria um potencial de voto de 40%, mas é superado por Jair Bolsonaro, que tem um potencial de voto de 49% do eleitorado. O apresentador de televisão tem uma taxa de rejeição de 43%.

Além de Huck, outro nome que vem sendo sondado para o Planalto é o do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Mesmo estando na política, Meirelles nuca concorreu a um cargo eletivo e é visto com bons olhos pelo mercado. Mas para Rócio Barreto, o ministro não tem a popularidade suficiente para uma candidatura. ”Não tem expressão política e nem condições de ganhar um carisma suficiente para ser eleito neste momento”, destaca.

A pesquisa DataPoder360 corrobora a analise de Barreto. De acordo com o instituto, o ministro congrega apenas 17% de potencial de voto e conta com uma rejeição de 64%.

Tanto Luciano Huck como Henrique Meirelles negam que irão se candidatar no próximo ano.

Alunos da Ampare apresentam sua primeira exposição aberta ao público

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Aconteceu nesta terça-feira (31), a noite de abertura da exposição “O Especial na Pintura”, projeto de inclusão social da AMPARE (Associação de Mães Pais Amigos e Reab Excepcionais), apoiado pela Mundo Vivo Galeria & Gastronomia. A casa, que une arte, música e um cardápio exclusivo assinado por Silvia de Carvalho, recebeu os trabalhos artísticos de nove alunos da ONG e apresentou mais de 40 trabalhos de pintura em tela, curados pela professora e idealizadora da exposição, Alice Magalhães.

Lucas Neder e Lenine Nankassa, sócios da Mundo Vivo, foram os responsáveis pela recepção das criações, expostas pela primeira vez fora das paredes da associação. “A ideia era investir na questão da inclusão social. Muitos destes alunos têm talento real e nunca tiveram suas obras expostas para a sociedade”, comenta Neder.

Os alunos Odilena, Diego Góes, Cleiton Fidelis, Antonio Amilton, Clélia Santos, Cibele Caitano, Nilton César, Mariana Gomes e José Roberto fizeram uma estreia de sucesso, acompanhados pelo som da Banda Jenipapo, que animou os convidados até a virada de noite. O projeto não tem fins lucrativos, mas quem se interessar pode adquirir os trabalhos pelo valor simbólico de R$ 50,00. Toda arrecadação será investida nos projetos da organização não governamental.

ROMANCE, ARTE E FAMÍLIA

Durante a abertura, uma série de telas chamava a atenção pela coesão e contava com um guia orgulhoso explicando cada detalhe. Clayton Gomes de Aguiar, pai de uma das alunas do projeto e sócio-fundador da AMPARE, contava orgulhoso sobre o trabalho da filha, Mariana.

Ela, que faz parte da ONG desde sua fundação (há 38 anos), quando sua mãe, Glaucia Aguiar, investiu no projeto, hoje está noiva de Nilton, também aluno de Alice e um dos prodígios da turma aos 40 anos. Nas telas, Mariana expressou cada um dos detalhes de sua futura vida como esposa, do casamento até o quarto do bebê.

“Não se espera que um deficiente intelectual possa ter uma vida romântica. Casar então é uma ideia absurda. Minha esposa nunca acreditou nisso e hoje minha filha de prepara para dar esse passo”, comenta Clayton.

SOBRE A AMPARE

Fundada em 1972 por um grupo de pais e mães focados na defesa de direitos, tratamento e inclusão de deficiente intelectuais, a ONG segue em processo de expansão, com sede no St. de Habitações Coletivas e Geminadas Norte e recebendo crianças e adolescentes abandonados em Vila Planalto.

Dentro das instalações da associação, são oferecidas oficinas de arte, terapia ocupacional, fonoaudiologia, pedagogia complementar, psicologia, núcleo ocupacional e fisioterapia. Atualmente a casa atende até 120 usuários, enquanto o abrigo tem capacidade para receber até 10 desabrigados.

SERVIÇO
O Especial na Pintura
Quando: De 31/10 à 12/11, das 18h às 00h.
Onde: Restaurante Mundo Vivo Galeria (CLN 413 Bloco D Lojas 17-19)
Entrada: Franca
Classificação: Livre