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Ex-primeira dama, Marisa faz horta e leva festa para sítio em Atibaia

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 A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade (Foto Danilo Verpa/Folhapress)

A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade (Foto Danilo Verpa/Folhapress)

 

 

Estadão Conteúdo – Frequentadores do Sítio Santa Bárbara em Atibaia (SP), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua mulher, Marisa Letícia, também fizeram benfeitorias no local.

A ex-primeira dama plantou árvores frutíferas, fez uma horta e cria patos na propriedade, que, no papel, está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios do filho mais velho do petista, Fábio Luís, o Lulinha.

Segundo pessoas próximas ao ex-presidente, Marisa também transferiu para o sítio em Atibaia as festas juninas que costumava fazer na Granja do Torto, residência de campo dos presidentes da República, quando ocupava o cargo de primeira-dama.

A lista de convidados costuma ser feita por ela. Lula já confirmou por meio de sua assessoria que ele e sua família frequentam o sítio, mas nega que seja o real proprietário da propriedade de 173 mil metros quadrados.

A Operação Lava Jato e o Ministério Público de São Paulo investigam por que razão a construtora OAS comprou móveis e pagou reforma no local e, ainda, se a Odebrecht ou outras empreiteiras também envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras investiram na área rural. Há suspeitas de que as benfeitorias seriam para atender à família do ex-presidente.

As obras foram iniciadas em 2010, quando Lula ainda ocupava o Palácio do Planalto. Como ocupante do cargo, o petista estava impedido de receber presentes acima de R$ 100.

O Código de Conduta Ética dos Agentes Públicos em Exercício da Presidência e Vice-Presidência da República diz que “os presentes que, por qualquer razão, não possam ser recusados ou devolvidos sem ônus para o agente público serão incorporados ao patrimônio da Presidência da República ou destinados a entidade de caráter cultural ou filantrópico”.

Segundo uma pessoa que já frequentou o sítio na companhia de Lula, a propriedade “é a cara da dona Marisa”, fato que justifica a presença constante do casal no local.

“Ela gosta muito desse sítio. Lá tem pato, ela gosta de plantar, fez uma horta. Tem gente que gosta de ir para a praia, ela gosta de ir para o campo. O fato de a pessoa ir toda semana no Guarujá não significa que a pessoa seja dona da praia”, afirmou, sob a condição de anonimato.

O ex-presidente e dona Marisa possuem um sítio registrado no nome do casal chamado “Los Fubangos”, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, às margens da represa Billings. Eles não frequentariam mais o local pela falta de segurança e devido a condições desfavoráveis ao cultivo. “Ali não dá para plantar um pé de fruta”, disse um interlocutor de Lula.

Petistas têm procurado minimizar o uso regular de Lula e sua família de um imóvel que não está no nome dele.

“O Fernando Bittar é como um parente do Lula, muito próximo. Lula trata ele como se fosse um filho. Ele é um empresário bem sucedido e emprestava o sítio para o Lula. Não significa que era do Lula. Os meninos [donos do sítio] sempre convidaram Lula para ir lá”, disse José Américo, secretário de Relações Governamentais da gestão Fernando Haddad e ex-secretário de comunicação do PT.

Procurado ontem pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, o Instituto Lula reiterou nota publicada em 29 de janeiro, na qual afirma que a propriedade é de amigos da família de Lula, e que ele o frequenta “em dias de descanso” desde o fim do último mandato como presidente.

“A tentativa de associá-lo a supostos atos ilícitos tem o objetivo mal disfarçado de macular a imagem do ex-presidente”, diz o comunicado. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

OSs: Novo modelo de gestão de escolas em Goiás divide especialistas

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Por Mariana Tokarnia – A partir deste ano, Goiás começará a transferir a administração de escolas estaduais a Organizações Sociais (OSs), que são entidades filantrópicas. O modelo, que já é aplicado no sistema de saúde do estado é, em escolas, inédito no Brasil, segundo o próprio governo. A implantação começa em 23 escolas e deverá chegar a 200 até o final do ano. A Agência Brasil conversou com especialistas sobre os riscos e os benefícios da transferência de gestão.

As OSs são entidades privadas, sem fins lucrativos. Estão previstas na Lei 9.637/1998 e tiveram a qualificação validada no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No modelo goiano, é firmada uma parceria e os repasses públicos serão feitos às entidades, que ficarão responsáveis pela manutenção das escolas e por garantir melhores desempenhos dos estudantes nas avaliações feitas pelo estado. Elas também poderão contratar professores e funcionários.

A questão gera polêmica. Estudantes e professores ocupam desde dezembro do ano passado, escolas estaduais em protesto contra a falta de diálogo na implantação do modelo. O edital para o chamamento das entidades foi publicado no final de dezembro e a abertura dos envelopes, está agendada para o dia 15 de fevereiro. Já neste ano, o promotor de Justiça Marcelo Henrique dos Santos, do Ministério Público de Goiás, sugeriu a suspensão do edital, que segundo ele, ainda gera dúvidas.

Contra

“Educação lida com o ser humano. Os princípios da administração empresarial não são apenas diferentes do objetivo da invenção da escola, eles são antagônicos”, diz o professor Vitor Henrique Paro. Paro é professor colaborador sênior da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), onde coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração Escolar. É autor, entre outros, dos livros Administração escolar: introdução crítica, Gestão democrática da escola pública e Crítica da estrutura da escola e Diretor escolar: educador ou gerente?

A atuação das OSs nas escolas estará condicionada a uma melhora no desempenho dos alunos nas avaliações do estado. Paro questiona a capacidade das avaliações externas de medirem o conhecimento dos estudantes e teme que o ensino se volte apenas para as provas. “Essas entidades condicionam e treinam professores para fazer os alunos responderem a esses testes. E eles não aprendem nada”, diz.

“Enquanto o ensino brasileiro não estiver orientado para formar o ser humano histórico, aquele que têm direitos para se apropriar inteiramente da cultura, e não apenas aprender umas coisinhas para entrar no mercado de trabalho ou simplesmente receber um diploma, a educação vai continuar igual”, defende, e acrescenta: “Por que a educação pública não está preocupada em fazer educação de verdade?  Está preocupada apenas em melhorar índices. E nem mesmo esses índices têm mostrado melhoras”.

A Favor

“Eu acho que é uma boa iniciativa de Goiás porque a educação básica está precisando de fato pensar em modelos alternativos ao modelo da gestão pública. O modelo das OSs funciona bem na saúde e na cultura e pode funcionar na educação. Depende da proposta que Goiás está fazendo”, diz a diretora executiva da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Maria Helena Guimarães de Castro. Maria Helena que já foi secretária de Educação do estado de São Paulo e presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Ela ressalta que para um modelo de transferência de gestão para OSs funcionar é preciso supervisão e acompanhamento permanentes por parte da Secretaria de Educação. Além disso, o governo deverá cuidar do projeto pedagógico, assim como definir a formação dos professores. “As OSs deverão cumprir metas definidas pela secretaria. Primeiro, a secretaria define o modelo pedagógico e a formação de professores e acompanha a execução, para ver o que está andando. Cabe à secretaria, caso não funcione, fazer uma intervenção”, diz.

“A educação pública brasileira está estagnada do ponto de vista de resultados. Não está melhorando. Acho que esse modelo pode ser uma alternativa. Mas por enquanto não dá para saber. Temos que ficar de olho e acompanhar para saber se vai funcionar ou não”, analisa.

Escolas ocupadas

Quase dois meses após o início das ocupações das escolas em Goiás, o número de unidades ocupadas por estudantes, professores e apoiadores caiu pela metade. Um grupo permanece acampado no estacionamento do edifício da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), em Goiânia. Os estudantes chegaram a ocupar 28 escolas e, de acordo com informações da Seduce, até quinta-feira (4), eram 14 escolas ocupadas.

O movimento começou no dia 9 de dezembro do ano passado. O protesto é contra a transferência da gestão de escolas estaduais a Organizações Sociais (OSs), que são entidades privadas, sem fins lucrativos. Apesar das manifestações, o governo mantém o edital de chamamento das entidades e confirma a data de abertura dos envelopes para o dia 15 de fevereiro.

Pelo modelo goiano, o primeiro de transferência da administração de escolas a OSs, as entidades receberão recursos do estado e serão responsáveis pela manutenção das escolas e por garantir melhores desempenhos dos estudantes nas avaliações feitas pelo estado, além da formação de professores. Elas também poderão contratar de professores e funcionários. O projeto-piloto será implementado em 23 escolas.

Contra o modelo e alegando falta de diálogo, os estudantes chegaram a ocupar 28 escolas, mas com o início das aulas, no dia 20 de janeiro, começou também um processo de desocupação.  Por meio de postagens na rede social Facebook, os estudantes dizem que estão sendo retirados à força das unidades e vítimas de violência policial. As denúncias são feitas nas páginas Secundaristas em Luta – GO e Ocupe sua Escola – Goiás. De acordo com a Seduce, as escolas foram desocupadas a partir da ação de pais, professores, estudantes e comunidade. A Polícia Militar nega as agressões.

“Estamos em um impasse entre governo e manifestantes. Enquanto isso, os alunos estão sem aula”, diz o diretor do Colégio Estadual Herta Layser Odwyer, Mário Rodrigues, um dos colégios ocupados.

A Seduce reafirma em nota que o ano letivo de 2016 só terá início quando ocorrer a desocupação das escolas e as unidades forem vistoriadas, um novo calendário for elaborado e o planejamento pedagógico for realizado. Sete mil alunos ainda estão sem aulas em decorrência da ocupação.

Nove escolas ocupadas têm mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça, de acordo com a secretaria. “Os esforços são no sentido de que sejam desocupadas de forma espontânea, a partir da ação de pais, professores, estudantes e comunidade”, diz a secretaria.

Sites oferecem grande quantidade de livros em PDF para baixar grátis

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Por Filipe Garrett, do Tech Tudo –  Há uma grande oferta de sites na Internet que permitem o download gratuito de obras literárias, livros acadêmicos, grandes clássicos e manuscritos de autores famosos e documentos de grande importância histórica. Todos com direitos autorais liberados, material cuja licença permite download e distribuição.

Na lista a seguir, você vai conhecer alguns desses sites em que poderá realizar o download dos conteúdos sem nenhum tipo de preocupação, já que os acervos disponibilizados são de domínio público.

livros (Foto: reprodução)Leia livros online ou baixe grátis (Foto: Pond5)

Biblioteca Digital Camões

Criação do Instituto Camões, órgão português criado para incentivar relações entre países que falam português, a biblioteca conta com um grande número de títulos, todos divididos por área de interesse.

Totalmente gratuito, o site (cvc.instituto-camoes.pt) não exige cadastramento para que o leitor possa acessar as obras. Além de livros técnicos e acadêmicos de diversas áreas, a biblioteca do Instituto Camões conta com um acervo interessante de contos e novelas portuguesas do século XIX.

Variada e bem organizada, biblioteca digital do Instituo Camões é uma das melhores opções disponíveis para língua portuguesa (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Variada e bem organizada, biblioteca digital do Instituo Camões é uma das melhores opções disponíveis para língua portuguesa (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Há obras de Eça de Queirós, Almeida Garrett e uma série de autores relevantes do período. Levando o nome de Camões, a biblioteca também dispõe do épico Os Lusíadas, obra mais baixada do acervo.

Domínio Público

O site, desenvolvido pelo Ministério da Educação, conta com uma grande quantidade de livros em PDF, todos em domínio público. Isso significa que o download das obras de forma gratuita, bem como sua reprodução, não são crime. Visite o endereço (portal.mec.gov.br/dominio-publico) e veja o acervo.

Apesar de bastante simples, site brasileiro conta com acervo bastante rico e variado (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Apesar de bastante simples, site brasileiro conta com acervo bastante rico e variado (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Exemplos do que aguarda o leitor: a coleção completa de Machado de Assis, livros de Fernando Pessoa e até publicações voltadas para o público infantil. Além desses nomes brasileiros e portugueses, dispõe de clássicos da literatura mundial, como a Divina Comédia, de Dante Alighieri.

Projeto Gutenberg

O site é um grande repositório de livros digitais na Internet (gutenberg.org/browse/languages/pt). O acervo é bastante variado, com obras que vão de literatura e história a volumes acadêmicos. Apesar da variedade, é preciso considerar que o Projeto Gutenberg recebe livros de todos os lugares do mundo, o que significa que encontrar algum título em específico na língua portuguesa pode ser mais difícil.

Projeto Gutenberg tem um conjunto muito interessante de livros atualizados constantemente (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Projeto Gutenberg tem um conjunto muito interessante de livros atualizados constantemente (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Outro detalhe a respeito desse site é a forma de distribuição dos conteúdos. Ao contrário das demais opções, que usam o formato PDF principalmente, o Gutemberg distribui livros em formato ebook. Além de livros em domínio público, o site também conta com algumas obras liberadas por seus autores.

Brasiliana

Projeto da Universidade de São Paulo, o site (www.bbm.usp.br) se destaca por contar com inúmeros documentos históricos, além de livros diversos. Um prato cheio para estudiosos de diversas áreas, o site conta, por exemplo, com livros do século XVII abordando temas diversos da época.

Biblioteca Brasiliana é rica em documentos e material do tempo do Brasil Colônia (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Biblioteca Brasiliana é rica em documentos e material do tempo do Brasil Colônia (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Além de material acadêmico de diversos momentos históricos, o site também tem um bom volume de antigos periódicos sobre literatura. A Biblioteca Brasiliana, portanto, é o destino de quem procura obras e conhecimentos mais específicos, já que seu acervo é mais voltado para a produção acadêmica.


Google Books

Usando a ferramenta do Google (books.google.com.br) é possível encontrar uma boa variedade de livros integrais em domínio público. O fato de limitação aqui é que a grande maioria desses livros acaba sendo oferecida em cópia única, com o idioma original, sem versão em português.

Alguns livros em domínio público, como Orgulho e Preconceito, podem ser encontrados na plataforma do Google para consumo gratuito (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Alguns livros em domínio público, como “Orgulho e Preconceito”, podem ser encontrados na plataforma do Google para consumo gratuito (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Se o idioma não é uma barreira para você, o Google Books pode ser uma fonte bastante prática de livros, já que os conteúdos são bem organizados, contam com classificação dos usuários e é possível realizar a leitura no computador, ou em dispositivos móveis com o aplicativo Livros.

Biblioteca Nacional Digital (Portugal)

O site da instituição (purl.pt/index/geral/PT) oferece um acervo variado de antigos livros e documentos históricos. Há uma boa variedade de romances e diferentes períodos para download. É possível fazer download em formato PDF do título desejado e não é necessário cadastro.

Biblioteca Nacional de Portugal tem coleções de arquivos históricos e de livros, que vão de romances a artigos acadêmicos de diversas épocas (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Biblioteca Nacional de Portugal tem coleções de arquivos históricos e de livros, que vão de romances a artigos acadêmicos de diversas épocas (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

De tempos em tempos, a instituição cria eventos temáticos, ressaltando a obra de um autor ou período.

Biblioteca de Livros Digitais

Outra iniciativa do governo português, o site (planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital) é dedicado à distribuição de livros para crianças como forma de incentivar a leitura desde a infância. Como o conteúdo é gratuito e em português, de Portugal, crianças brasileiras podem aproveitar o acervo.

Voltado para o público infanto-juvenil, site tem uma série de livros de aventuras (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Voltado para o público infanto-juvenil, site tem uma série de livros de aventuras (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Divididos por faixa etária, os livros disponíveis contam com aventuras e histórias de fantasia que são gratuitas e não ficam restritas a obras muito antigas, agradando também os pequenos leitores.

Carnaval de Brasília teve 32 ocorrências registradas nos locais de folia durante o domingo

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 O bloco Raparigueiros reuniu 150 mil foliões, número superior ao público que brincou o carnaval no sábado (100 mil). Foto: Toninho Tavares

O bloco Raparigueiros reuniu 150 mil foliões, número superior ao público que brincou o carnaval no sábado (100 mil). Foto: Toninho Tavares

 

 

Número é menor que os anotados no sábado (6) e no mesmo dia de carnaval do ano passado

O domingo de carnaval em Brasília terminou com 32 ocorrências criminais registradas nos locais e horários de folia, 70,1% a menos que no mesmo dia do ano passado, quando houve 107 registros. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

O número anotado ontem (7) também é inferior ao de sábado (6), quando houve 44 registros nos blocos carnavalescos. Somente o bloco Raparigueiros reuniu 150 mil foliões, número superior ao público que brincou o carnaval no sábado (100 mil). Vinte e um eventos ocorreram no domingo, 15 deles com estimativa de público acima de mil pessoas.

Das 32 ocorrências desse domingo, seis foram de furtos a pedestres e seis de roubos (quando há ameaça) a pedestres. Houve uma tentativa de homicídio na Estação Central do metrô, na Rodoviária do Plano Piloto. No local, policiais militares encontraram duas pessoas atingidas por golpes de arma branca após uma briga generalizada. Uma delas foi socorrida no Hospital Regional da Asa Norte e outra no Hospital de Base. Com a ajuda de testemunhas, o autor do crime, um jovem de 19 anos, foi preso em flagrante.

As informações referem-se até o fim dos eventos. Caso algum cidadão registre, ao longo do dia, ocorrência relativa aos locais de blocos, o dado constará do balanço consolidado da secretaria, que será apresentado ao término do carnaval.

Trabalharam nos locais de festa 1.414 policiais militares, 120 bombeiros e 120 agentes do Departamento de Trânsito (Detran). A Polícia Civil reforçou o plantão das 31 delegacias do Distrito Federal e do Departamento de Polícia Especializada.

Trânsito

Em operações conjuntas do Detran e da Polícia Militar, até as 2 horas desta segunda-feira (8), 41 condutores foram autuados por dirigir após ingerir bebida alcóolica e 51 por motivos diversos, como falta de documentos e de equipamentos obrigatórios. Além disso, 62 veículos foram apreendidos e cinco motoristas pegos dirigindo sem a carteira de habilitação.

Um motociclista morreu em uma colisão na BR-060, dentro do DF. No centro de Taguatinga, um homem de 25 anos, morador de albergue, morreu atropelado por um condutor que fugiu.

Governo do DF tentará uma solução intermediária para redefinir Lei do Silêncio

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Buriti admite elevar limite tolerado para a emissão de sons, mas não seguirá proposta de aumento linear

Por Francisco Dutra, do Jornal de Brasília – GDF e Câmara ensaiam um embate pelos créditos da reformulação da Lei do Silêncio. Desde meados de 2015, tramita no Legislativo uma proposta de mudança da legislação. Neste ano, o Buriti começou a desenhar uma solução própria.

Parte do governo trabalha com a estratégia de levar ao plenário um projeto em conjunto com os distritais. No entanto, existe uma ala que nutre o desejo de que o protagonismo e os louros da modificação fiquem apenas com o Executivo.

A disputa pela paternidade tem alguns motivos. A começar pela autoria do atual projeto em tramitação na Câmara, assinado pelo deputado de oposição Ricardo Vale (PT). O segundo é a dívida do governador para com suas bases políticas. A legislação vigente está atingindo a cena musical, além dos setores de entretenimento noturno e templos religiosos. Por isso, Rollemberg vem sendo duramente cobrado por seus eleitores. O fato de apresentar uma solução poderia recompor sua imagem.

Enquanto o projeto em tramitação na Câmara foca no aumento dos níveis de decibéis, a proposta do governo caminha para um texto mais abrangente, cujo objetivo é encontrar o ponto de equilíbrio entre os cidadãos. Seria a média entre os que querem aproveitar a noite e os demais que desejam descansar com silêncio em suas moradias — conflito que já causou até manifestações de rua, como a da 202 Norte do Plano Piloto, diante do Balaio.

O Buriti também avalia a possibilidade de criar áreas com limites diferenciados de som.

Em resposta às movimentações do GDF e da cobrança da população, parlamentares decidiram produzir substitutivo à proposta em tramitação. A princípio, o texto contará com as assinaturas do líder do governo, deputado Julio César (PRB), e dos deputados Rodrigo Delmasso (PTN) e Ricardo Vale.

Os limites da lei atual oscilam entre 55 e 65 decibéis (dBs). A proposta de Vale sugere os limites de 70 dBs noturnos e 75 dBs diurnos. Segundo Julio César, o substitutivo será menos liberal, com marcas próximas a 65 dBs para a noite e 70 dBs para o dia. Provavelmente ainda em fevereiro, a Câmara fará uma audiência pública sobre o tema.

“Conversei com o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, sobre esse assunto. Ele comentou que se conseguirmos chegar a um meio termo com o substitutivo, talvez o Executivo não mande um projeto próprio. E o nosso projeto está mais bem encaminhado. Não acho que vamos ter um embate. Vamos chegar a um acordo”, contou o líder do governo.

Saída pode ser regionalização dos padrões

 “Apenas mudar os limites da Lei de Silêncio só acirrará mais os conflitos”, alertou o coordenador de fiscalização do Ibram, Fernando César Magalhães de Medeiros. Segundo o especialista, a atual legislação é razoável e existem locais que conseguiram se adaptar à lei e manter suas atividades.

“Os limites de hoje foram estabelecidos por pesquisas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com base em estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS). Falando sem paixões e imparcialmente, se for caso de alguma alteração, ela deveria partir de estudos acadêmicos e pesquisas robustas, no mínimo”, ponderou.

Segundo Medeiros, o debate está restrito aos direitos de um lado e não está contemplando quem quer silêncio. Atualmente as reclamações de barulho partem, principalmente, do Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia e Samambaia.

Brasília: Veja a programação desta segunda-feira do Carnaval 2016

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(foto Elza Fiúza)
(foto Elza Fiúza)

 

Veja aqui algumas das principais atrações de hoje

 

8h

Carnapati- comercial da 101/102 da Asa Norte.

 

12h

Carnaval de rua da praça dos prazeres – comercial da 201/202 da Asa Norte

 

14h

Bloco de Carnaval Engenhoca – Eixão Sul, altura da quadra 206

Concentra mas não sai – comercial da quadra 104 na Asa Norte

Bloco de Carnaval Engenhoca – Eixão Sul, altura da quadra 206

Galinho de Brasília – Setor de Autarquias Sul, quadra 4

 

15h

Lordes do Areal – quadra 301, Alameda Gravatá, rua B, em Águas Claras

Bloco Boneca Negra- comercial da quadra 410/411 da Asa Norte

Bloco carnavalesco das Divinas Tetas – Setor Bancário Sul, quadra 1, praça do cebolão

Aparelhinho – Setor Bancário Sul, quadra 1, praça do cebolão

Bloco da Tesourinha atrai famílias e pequenos foliões em Brasília

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(foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)
(foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

Por Ana Cristina Campos – Pequenos foliões aproveitaram o domingo de sol para participar na tarde de hoje (7) do décimo desfile do Bloco da Tesourinha, criado em 2007 e já tradicional no circuito infantil do carnaval brasiliense.

Marcado pelo ritmo do frevo e pelas marchinhas tradicionais, o bloco é embalado pela banda de pífanos Ventoinha de Canudo. Quando criou o Bloco da Tesourinha, Renato Fino quis homenagear os 100 anos do ritmo pernambucano. O nome do bloco é uma homenagem ao passo do frevo e às ligações entre as partes leste e oeste de Brasília, desenhadas por Lúcio Costa.

“É um bloco de crianças. Ele se concentra na praça da quadra residencial que é uma marca do Tesourinha em um processo de ocupação da cidade. Ele quer ocupar a cidade onde as pessoas vivem. O bloco sai em desfile, desce a tesourinha da quadra 210 Norte, sobe pela 209 e volta para a quadra residencial”, conta Fino, de 44 anos, que mora na 410 Norte há 42 anos.

Fino disse que, este ano, o bloco não recebeu o alvará de funcionamento da Administração de Brasília, mas o evento já estava criado. “Recebemos promessas de receber o alvará porque tínhamos entregue toda a documentação. Mas estamos recebendo apoio da Secretaria de Cultura como tendas, banheiros químicos e o som e com os agentes do Detran e da PM acompanhando”, comenta.

Um dos destaques do bloco é o mestre de frevo Jorge Marino, de 73 anos, que dança à frente do Tesourinha desde 2007. “Dou aula de frevo em todas as cidades satélites. O melhor frevo é em Brasília e não em Pernambuco. Minha energia toda vem do frevo”, conta Marino, que é gaúcho, mas dança frevo desde menino.

Acompanhada do marido e do casal de filhos, Carol Velho, consultora do Fundo das Nações Unidas para a Infância, pula carnaval no Tesourinha desde a criação do bloco. “É perto da minha quadra, um dos melhores blocos para crianças e é uma experiência super gostosa passar debaixo da tesourinha com a banda de pífanos”, diz ela, fantasiada de porta-estandarte com uma imagem que ela chamou de releitura do Divino Espírito Santo, do artista plástico Athos Bulcão.

A servidora pública Cristiane Zamberlan estava com o filho Thomas, de 3 meses, já na folia. Ela estava em um grupo de oito adultos e cinco crianças. “Tenho uma filha de três anos, e a gente começou a frequentar por causa dela. Eu já estava grávida dele no ano passado, mas ainda não sabia. É o bloco mais interessante para a criançada porque é um público infantil, menos perigoso, com áreas sombreadas”, explica.

Segundo estimativa da Polícia Militar, havia mil pessoas reunidas na concentração do bloco. O Bloco da Tesourinha volta a sair na terça-feira de carnaval (9), com concentração a partir das 16h, na praça da 410 Norte, na Asa Norte de Brasília.

Com críticas políticas e irreverência, Pacotão desfila em Brasília

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Músicos acompanham o bloco do Pacotão em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)
Músicos acompanham o bloco do Pacotão em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)

 

Por Pedro Peduzzi –Com cerca de 7 mil foliões, segundo a Polícia Militar, o Pacotão, bloco de carnaval mais tradicional de Brasília, saiu da 302 Norte, por volta das 16h30 de hoje (7), dando início a seu trajeto até a 504 Sul. A expectativa dos organizadores é que 15 mil pessoas pulem neste que é, de acordo com os organizadores, o bloco “mais político e filosófico” da capital federal.

Na concentração, pelo menos quatro bandas – Asé Dudú, Orquestra Percussiva Batukeijé, Patubatê, além do próprio bloco do Pacotão – tocavam simultaneamente músicas diferentes a poucos metros de distância umas das outras. Para o organizador Wilsinho Reggae, essa massa sonora de vários estilos ao mesmo tempo faz parte da identidade anárquica do bloco. “Nossa organização é justamente essa desorganização”, diz.

Na edição deste ano, foi feita uma homenagem a um dos fundadores do bloco, o jornalista aposentado e filósofo Seu Cicinho, de 75 anos. Há dois anos, o folião sofreu uma queda no trio elétrico, o que limitou sua movimentação nos últimos carnavais.

“O Pacotão é um bloco diferente dos demais por sua consciência democrática e pela formação filosófica e apartidária. Porém somos políticos até a alma. Somos a expressão do pensamento aristotélico, segundo o qual o homem é um ser político. Tanto faz se contra a esquerda ou a direita, até porque quem manda no país continua sendo o PMDB, o importante é fazer críticas, seja a quem for. Para isso basta um pouco de inteligência”, explica Cicinho.

Este ano, a organização mirou críticas principalmente ao governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, pela falta de apoio nas duas últimas edições do carnaval. “Ele é uma decepção porque figurou no meio político estudantil, defendia nossos festejos e, agora, ferra com os foliões. Mas isso não nos abate. Faremos das tripas coração para continuar fazendo o nosso carnaval”, diz Cicinho.

Já os foliões centravam críticas principalmente à presidenta Dilma Rousseff. Segurando um cartaz com o dizer “Fora Didi” e fantasiado de Itamar Franco, como faz desde 1994, o corretor de seguros Jafé Torres, 74 anos, fazia discursos contrários ao aumento da dívida pública brasileira. “O Fora Didi é uma provocação porque soube que este é o apelido que a Dilma mais odeia”, declara o corretor.

O porteiro Lino Francisco, 75 anos, fez um mosaico com diversas capas de revistas semanais críticas ao governo federal. Segundo ele, foi fácil juntar esse material. “Toda semana tem uma capa nova para ser colada aqui”, disse o folião, tendo às mãos uma mala simbolizando o dinheiro público desviado por causa da corrupção.

Saudosismo

Com experiência de mais de 15 Pacotões, a servidora pública aposentada Lúcia Hochreiter, 72 anos, diz que o Pacotão tem perdido um pouco da irreverência que sempre o caracterizou. “Provavelmente por ter uma tradição mais de esquerda, perdeu um pouco da ironia e acabou ficando menos divertido. Hoje o que vejo são críticas mais agressivas, mas no público, e não nos organizadores. Acho que isso reflete o momento político atual, de polarização, provocado pela mídia brasileira”, diz ela.

“Prova disso é que há um terreno fértil de assuntos que poderia ser explorados e que não foram, até por não terem sido mostrados pela mídia. Eu esperava ver referências ao helicóptero com cocaína, apreendido pela Polícia Federal. Dava até para fazerem uma associação do nome do bloco com os pacotes de drogas que foram encontrados. Perderam também a oportunidade de falar da violência que tem sido praticada pela Polícia Militar em Brasília, em São Paulo e no Paraná. Infelizmente, o Pacotão não é mais o mesmo”, acrescenta a aposentada.

No quesito fantasia, um dos destaques do Pacotão ficou com a atriz Wilma Ramos, 72 anos, vestida de bruxa. A personagem é conhecida do público brasiliense desde os anos 80, quando participava do programa infantil Carrosel, com o palhaço Cacareco, exibido na capital federal na época. A todo momento, pediam que ela posasse para fotos. “Desde 1982, venho aqui todos domingos e terças-feiras de carnaval. É sempre a mesma coisa: pessoas querendo registrar toda essa beleza que Deus me deu”, relembra.

Cargos nas comissões abrem novo confronto na Câmara Legislativa

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Foto: Pedro Ventura
Foto: Pedro Ventura

 

 

Distritais alegam que mudança na composição partidária justifica troca de funções com peso político

Por Isaac Marra, do Jornal de Brasília – Uma guerra surda, que pode adquirir contornos de uma batalha inesperada, começa a ser travada na Câmara Legislativa. … Ainda tímido, o debate sobre a recomposição das comissões temáticas da Casa, iniciado na primeira reunião de líderes do ano, deve ganhar corpo após o Carnaval, quando, efetivamente, começam os trabalhos legislativos.

As definições, no entanto, dependerão das conversas entre os distritais. A abertura de uma janela de transferência de partidos que permitirá a troca de agremiação sem prejuízo dos mandatos também terá influência numa eventual reconfiguração das comissões temáticas.

A medida deverá ser promulgada pelo presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB), em 18 de fevereiro e terá validade de 30 dias. Portanto, apenas ao final desse prazo será possível fazer uma avaliação concreta da correlação de forças consolidada na Câmara.

Certo, até agora, é que o assunto suscitará um confronto na Câmara, com partidos defendendo os espaços adquiridos e outros correndo atrás de reconquistar o terreno perdido.

Na visão de alguns parlamentares, a saída de deputados para a Rede Sustentabilidade e a substituição de Joe Valle (PDT) e de Dr. Michel (PP) alteraram a correlação de forças na Câmara. Sob esse ponto de vista, há quem considere haver necessidade de uma nova configuração dos colegiados. Também há aqueles que divergem.

Tudo atrelado

Sob o argumento de que a atual composição das comissões deriva da formação da mesa diretora, o deputado Reginaldo Veras (PDT), por exemplo, defende que o quadro permaneça como está para não haver risco de demasiada concentração de poder. “Se for para mudar, deve-se começar do zero, levando-se em considerando a distribuição de poder na mesa diretora.

O distrital Chico Vigilante (PT) caminha na direção oposta à de Veras. “Para o bom funcionamento da Câmara, é necessário que se faça ajustes caso contrário a Casa só volta a funcionar em abril”, argumenta o petista.

Único ainda “sem-postos” cobra espaço

Único deputado sem assento em comissões, Roosevelt Vilela (PSB) quer ocupar seu espaço. “Vou externar à presidente da Casa o desejo de fazer parte efetivamente de comissões”, adianta Vilela.

Para o deputado Ricardo Vale (PT), o mais sensato é esperar a abertura da janela. “Assim, teremos a medida exata da necessidade de ajustes na composição das comissões”, observa. O distrital Rodrigo Delmasso (PTN) é outro defensor da revisão. “Vamos debater para que todos os blocos possam ser contemplados, paritariamente, atendendo as forças políticas existentes na Câmara”, finaliza o deputado, alinhado com o Buriti.

Saiba mais

O regimento da Câmara determina que as comissões devem ser reformuladas a cada ano, em 1º de janeiro, e não, como a Mesa Diretora, terá mandato de dois anos.

Acordo estabelecido no início de 2015, no entanto, abre a possibilidade de manter o atual status das comissões.

CARNAVAL // Identificação infantil pode ser impressa pela internet

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 Patrick de Laçales e Kamila Valdevino preencheram a carteirinha antes de curtir o carnaval com a filha. Foto: Pedro Ventura

Patrick de Laçales e Kamila Valdevino preencheram a carteirinha antes de curtir o carnaval com a filha. Foto: Pedro Ventura

 

Documento tem espaço para foto e dados pessoais.

Samira Pádua, da Agência Brasília – Aqueles que não retiraram pessoalmente as identificações infantis para o carnaval ainda podem acessar o site da Polícia Militar do Distrito Federal, preencher a cédula — que vem com espaço para uma foto 3×4 e para dados pessoais — e imprimir.

O objetivo é garantir a segurança das crianças e evitar que elas se percam durante as festas, especialmente aquelas com dificuldade para decorar dados — telefone dos pais ou responsáveis e endereço — e as que vêm de outras unidades da Federação neste período.

Antes de ir para o bloco da Baratinha, no Parque da Cidade, o secretário Patrick de Laçales, de 20 anos, imprimiu no site da Polícia Militar a identificação da filha Yasmin Valdevino, de 1 ano e 6 meses. “Fiquei sabendo da carteirinha pela televisão. Como tem muita gente, pode acontecer de a criança se perder”, explica. O site da Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude também fornece um modelo para ser usado.

Recomendações

Além de identificar a criança, os pais devem seguir algumas regras básicas, fornecidas pela Polícia Militar, ao sair com os menores para blocos e clubes no carnaval. Entre elas: não deixá-los sozinhos, evitar festas superlotadas, orientá-los a procurar imediatamente um policial militar (se estiverem perdidos) e não aceitar ajuda de pessoas estranhas. Também é recomendado que os pequenos usem fantasias, roupas e calçados confortáveis e não subam em trios elétricos para não correr risco de acidentes.

Campanha

De 21 de janeiro a 5 de fevereiro, a Polícia Militar promoveu uma campanha para que os pais e responsáveis retirassem a cédula de identificação pela internet ou pessoalmente em dois postos do Na Hora — Rodoviária do Plano Piloto e Ceilândia Sul.