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“Eu prefiro a loucura do Bolsonaro”, diz deputado Alberto Fraga

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“O Democratas não tem nada, nada a ver com Ciro Gomes. O Ciro é um louco. Eu prefiro a loucura do [Jair] Bolsonaro, que, pelo menos, é previsível.”
Por Diego Amorim, do Antagonista – Alberto Fraga, deputado pelo DEM do Distrito Federal, diz que, claro, não pode falar em nome do partido, mas não concorda nem com a ideia de aproximação com Ciro Gomes.

“O Democratas não tem nada, nada a ver com Ciro Gomes. O Ciro é um louco. Eu prefiro a loucura do [Jair] Bolsonaro, que, pelo menos, é previsível.”

O parlamentar acrescenta que é preciso aguardar a definição de Rodrigo Maia, presidenciável do partido.

“Se o Rodrigo [Maia] for candidato, eu vou ter que apoiá-lo. Se não, meu candidato é Bolsonaro, todo mundo sabe.”

Fraga sustenta, ainda, que acha muito difícil o DEM se contentar com a vaga de vice em chapa de centro.

“Para ser vice de quem? Do [Geraldo] Alckmin? Para morrer abraçado? Não creio.”

Deputada-funkeira muda domicílio eleitoral e tentará vaga na Câmara Legislativa

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No Distrito Federal, Brunny será mais uma a disputar a preferência dos evangélicos

Do Antagonista – A deputada federal Brunny trocou seu domicílio eleitoral de Minas Gerais para Brasília e vai concorrer a uma vaga de deputada distrital pelo PR — quem teve a ideia foi Valdemar Costa Neto, dono do partido.

Bruniele Ferreira Gomes — também apresentadora de TV e ex-estilista — tem 28 anos e chegou ao Congresso incentivada pelo marido, o ex-deputado estadual Hélio Gomes — dono de rede de postos de combustíveis –, que bancou boa parte da campanha da mulher em 2014.

Em entrevista a O Globo quando assumiu o mandato, a deputada polemizou ao dizer ser fã de bolsas Chanel, mas “como lida com pessoas humildes, não dá para ficar ostentando”.

Ao longo do seu mandato, votou contra o impeachment de Dilma Rousseff e contra as denúncias de Rodrigo Janot contra Michel Temer.

Secretaria de Fazenda do DF divulga relatório com preço de combustíveis

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Litro da gasolina está a R$ 3,45 na refinaria e a R$ 4,22 na distribuidora; o do diesel, a R$ 2,82 a 3,30, respectivamente. O preço do etanol na destilaria será divulgado nesta semana — ele está a R$ 2,86 na distribuidora

Como anunciado na semana passada, o governo de Brasília começou a divulgar os preços dos combustíveis nas refinarias e distribuidoras. Todas as informações estão disponíveis no site da Secretaria de Fazenda.

O litro da gasolina está a R$ 3,45 na refinaria e a R$ 4,22 na distribuidora; o do diesel, a R$ 2,82 a 3,30, respectivamente. O preço do  etanol está a R$ 2,86 na distribuidora.

A base de cálculo para a tributação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é de R$ 4,291 para a gasolina, R$ 3,464 para o etanol e R$ 3,688 para o diesel — este tem alíquota de 15% e aqueles, de 28%.

Para calcular o imposto, multiplica-se a base de cálculo pela alíquota e divide-se o resultado por cem. Isso dá R$ 1,20 para a gasolina, R$ 0,96 para o etanol e R$ 0,55 para o diesel, quantia que o governo recolhe a cada litro independentemente do preço na bomba. Os valores são para todo o mês de junho.

“Será divulgada, toda segunda-feira, a base de referência da semana anterior. Queremos isolar os efeitos da crise dos caminhoneiros, manter esse preço de junho. Por isso demos esse tempo, para avaliar a normalidade por completo”, afirma o secretário de Fazenda, Wilson de Paula.

Ainda segundo ele, até o fim desta semana, será divulgada no site da Secretaria de Fazenda uma aplicação interativa para o cidadão digitar quanto pagou no posto e saber qual é a margem de lucro do empresário. Junto a isso, estará o preço do etanol na destilaria, indisponível no primeiro relatório.

O monitoramento é constante pela Gerência de Monitoramento da Secretaria de Fazenda. Nela, há uma unidade especializada em combustíveis, o Núcleo de Monitoramento de Combustíveis.

A pesquisa dos produtos será feita na segunda quinzena de junho. Isso deve servir de parâmetro para definição da nova base de cálculo, em julho.

Entrevista: Para Saulo Batista, medidas adotadas pelo governo constituem um retrocesso

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Especialista em finanças públicas critica o acordo com os caminhoneiros e diz que o governo agiu com  foco exclusivamente nas eleições de outubro

Do Portal NBN Brasil – O pacote do governo para encerrar a greve dos caminhoneiros ainda é motivo de grandes controvérsias, por enfrentar resistências de setores importantes da economia e recorrer a medidas consideradas por muitos como inconstitucionais. Promessas como o desconto de R$ 0,46 no litro do diesel e a tabela do frete mínimo, dois dos pontos de maior destaque no acordo que pôs fim à paralisação, são as que mais tem gerado conflitos com o setor produtivo.

Para o especialista em orçamento e finanças públicas, Saulo Batista, o principal erro do Planalto foi o de aceitar negociar sobre pressão. “ O governo estava literalmente encurralado e se viu obrigado a ceder àqueles que conseguiram impor sua pauta sob a ameaça de trazer o caos”.

Segundo Saulo Batista, além do custo fiscal das medidas anunciadas pelo governo, que deve superar os R$ 13,5 bilhões, haverá um custo social da paralisação, a ser pago na forma de mais inflação, menos crescimento e menor geração de emprego. “São mais de 260 mil postos de trabalho a menos na economia brasileira, empregos que fariam uma enorme diferença na vida dos que lutam para encontrar um meio de sustentar a si mesmo e às suas famílias”, afirmou.

 

NBN – O acordo com os caminhoneiros, que pôs fim a uma greve que já durava mais de uma semana, e que já comprometia o fornecimento de combustíveis e até alimentos, principalmente nos grandes centros, pode ser considerado uma vitória do governo?

Depende do ponto de vista. Sob a perspectiva de alguns aliados do Planalto, cujo foco parecia ser e continua sendo quase que exclusivamente voltado para as eleições de outubro, qualquer que fosse a solução, desde que estancasse o desgaste e os prejuízos eleitorais, seria considerada uma vitória. No entanto, uma análise mais profunda, com foco mais amplo, nos mostra que as medidas adotadas pelo governo, de fato, constituem um retrocesso. Estamos assistindo ao ressurgimento de dois mecanismos anacrônicos: o controle de preços, tão característico do Plano Cruzado, do Sarney, e essa dinâmica de redução artificial do preço de combustíveis, por meio de subsídios do Tesouro, que no período militar era chamada de “conta petróleo”. São instrumentos ultrapassados, que já fracassaram no passado e que as lições da história nos permitem prever um novo fiasco.

 

NBN – Concretamente, quais as consequências da retomada desdes mecanismos?

A fixação, por ato oficial, de uma tabela de valores mínimos para o frete, acima daqueles definidos pelo mercado, irá acarretar um aumento no custo de logística para todos os setores da economia, do agronegócio ao automotivo, que acabará sendo repassado ao consumidor por meio de uma elevação dos preços de praticamente todos os produtos, um pico inflacionário generalizado, que irá corroer, inclusive, uma parcela considerável dos ganhos que os caminhoneiros esperam obter com esse acordo. Para os setores exportadores, essa será mais uma componente do chamado Custo Brasil, dessa soma de fatores que comprometem a competitividade externa das empresas brasileiras. O resultado: mais inflação, menos crescimento e menor geração de empregos para os milhões de brasileiros que hoje procuram trabalho. Por outro lado, o caminho escolhido pelo governo para a redução do diesel, na canetada, pela via da imposição, inclusive com cominação de multas, sem um planejamento prévio e antes mesmo que fossem definidos alguns elementos essenciais, como a metodologia de cálculo dos preços de referência ou a forma como este subsídio será concedido aos importadores, caso não seja revisto, tras um sério risco de falta de diesel nos postos já no curtíssimo prazo, dentro de 30 ou 60 dias. O governo pareceu ignorar o fato de que cerca de um quarto do diesel consumido no Brasil, quase 13 bilhões de litros em 2017, provém de operações de importação direta, e que, quando determina uma redução no preço ao consumidor descolada, dentre outros, dos custos do mercado internacional, sem uma definição clara acerca dos instrumentos de compensação, ele impõe sobre essas importações um risco impraticável de ser assumido pelos distribuidores.

 

NBN – O governo, então, errou ao aceitar esse acordo com os caminhoneiros?

 Errou, principalmente, em aceitar negociar naquelas condições. O governo estava literalmente encurralado por uma paralisação que era promovida não apenas por caminhoneiros autônomos, mas, também, e talvez principalmente, por empresas transportadoras de cargas. Isolado, sem apoio de ninguém, o governo se viu obrigado a ceder àqueles que conseguiram impor sua pauta sob a ameaça de trazer o caos, de promover o desabastecimento de produtos essenciais, como alimentos e combustíveis. O Planalto errou, em primeiro lugar, ao se permitir ficar nesta posição.

 

NBN – O amplo apoio à greve não indica que, ao aceitar este acordo com os caminhoneiros, o governo estava atendendo a um anseio da sociedade?

 De forma alguma, e o governo não pode se dar o direito confundir as coisas. O nome disso que se promoveu é populismo, puro e simples. Não creio que, dentre os anseios da sociedade, esteja, em tempos de crise, pagar mais caro nas suas contas no supermercado ou na farmácia, mesmo com redução no diesel e o fim da cobrança do “eixo suspenso” em pedágios de rodovias estaduais, para garantir margens de lucro mais elevadas para os transportadores de carga. Se é verdade que 87% manifestavam apoio à greve, também é fato que uma ampla maioria, de iguais 87%, se dizia contra pagar os custos da greve, como se isso fosse possível. Parcela considerável desse apoio decorria da falsa percepção de que o movimento dos caminhoneiros teria como consequência uma redução geral no preço dos combustíveis, com impactos na vida de todos que andam de carro. Pelo contrário, a gasolina ficou mais cara depois da greve e a conta chegou: somente essa redução prevista de 46 centavos no diesel, que nem ao menos se concretizou, sem qualquer redução, por exemplo, na gasolina, irá custar, até o fim do ano, mais de R$ 13,5 bilhões, entre renúncia fiscal e subsídios do Tesouro. É muito dinheiro. Corresponde a metade do orçamento do Bolsa Família, que é de R$ 28 bilhões para todo o ano de 2018.

 

NBN – Na sua opinião, a sociedade conferiu um apoio tão amplo à greve sem se dar conta dos custos que iriam recair sobre ela?

 Sem sombra de dúvidas. Muitos se deixaram levar por uma falsa ideia, bastante difundidas através das redes sociais, segundo a qual bastariam cortes localizados, por exemplo, em alguns benefícios dos parlamentares, para permitir uma redução até mais ampla e significativa no preço dos combustíveis. É preciso lidar com os números reais, até mesmo para desfazer esse tipo de ilusão. O custo fiscal apenas desta redução pontual no preço do diesel, que ainda nem chegou aos 46 centavos prometidos pelo governo, que já supera os R$ 13,5 bilhões até o final do ano, é maior que a soma de todas as despesas da Câmara e do Senado, incluídos todos os benefícios pagos aos parlamentares, ex-parlamentares e seus pensionistas, que não chegará a R$ 11 bilhões em 2018. Essa redução de 46 centavos tem um custo alto, que será sentido na forma de menos recursos para o Sistema Único de Saúde, agricultura familiar, defesa agropecuária, enfrentamento à violência contra a mulher, bolsas para pesquisa, saneamento básico, moradia popular e até para o policiamento ostensivo das rodovias federais. Um custo social, a ser pago na forma de menos serviços públicos ofertados para o conjunto da sociedade. Há, também, o rastro de prejuízos deixados pela paralisação, que ainda precisam ser devidamente precificados. A construção civil deixou de gerar R$ 3,8 bilhões, o setor varejista estima prejuízos da ordem de R$ 27 bilhões, os supermercados contabilizam R$ 2,7 bilhões, as perdas para os distribuidores de combustível chegam a R$ 11,5 bilhões, mais de 70 milhões de aves foram mortas por falta de ração e os produtores acumulam R$ 3 bilhões em prejuízos, foram descartados 300 milhões de litros de leite com perdas que chegam a R$ 1 bilhão, a pecuária de corte deixou de movimentar entre 8 e 10 bilhões, temos 51 mil veículos que deixaram de ser produzidos. As estimativas mais conservadoras falam num impacto negativo entre 0,3% e 0,5% do PIB para 2018, o que significa mais de 260 mil postos de trabalho a menos na economia brasileira, empregos que fariam uma enorme diferença na vida dos que lutam para encontrar um meio de sustentar a si mesmo e às suas famílias.

 

Rotativo do cartão é mais usado por consumidores com menor renda

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O rotativo do cartão de crédito é mais utilizado por consumidores que recentemente perderam um emprego formal e por beneficiários de programas sociais. É o que conclui o Banco Central em uma pesquisa divulgada hoje (12), em Brasília, no Relatório de Economia Bancária.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras transferem a dívida para o crédito parcelado.

Até entrar em vigor uma nova regra, os clientes que não pagavam pelo menos o valor mínimo da fatura em dia caíam na modalidade de rotativo não regular, com taxa de juros mais cara que a cobrada dos clientes adimplentes (regulares).

Mas o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que, a partir deste mês, a taxa de juros tem que ser igual para clientes regulares e não regulares. A pesquisa do BC foi feita com dados de dezembro de 2017, quando ainda podia ter diferenciação entre regulares e não regulares.

“Nas modalidades do cartão de crédito rotativo (regular e não regular), observa-se menor participação de indivíduos com alta escolaridade, assim como maior participação de indivíduos recentemente desligados do mercado de trabalho formal e de beneficiários de programas sociais”, diz o relatório. Além disso, acrescenta o Banco Central, a participação de consumidores com menos tempo de emprego e menor renda também é maior no cartão de crédito rotativo do que na modalidade à vista ou parcelado com lojista.

Saldo devedor

Segundo a pesquisa, entre os analfabetos o saldo devedor do cartão de crédito é dividido em 38% na modalidade à vista ou parcelado com o lojista (sem incidência de juros), 32% no rotativo regular, 6% no não regular e 27% parcelado (com juros).

No caso do consumidor com ensino superior completo, a maior parte do saldo devedor é da modalidade à vista ou parcelado com o lojista (61%), seguido de rotativo regular (25%), parcelado (23%) e rotativo não regular (3%). Os percentuais somam mais de 100% porque um consumidor pode ter saldo em várias modalidades ao mesmo tempo.

Entre os pesquisados que usam apenas a modalidade à vista ou parcelada com o lojista, 71,4% têm emprego formal, 2,1% recebem seguro-desemprego, 12,9% não recebem seguro-desemprego ou Bolsa Família e 19,9% são beneficiários do programa Bolsa Família.

Já na modalidade rotativo regular, 63,5% dos indivíduos têm emprego formal, 2,6% recebem seguro desemprego, 13,5% são desempregados sem nenhum auxílio e 28,5% recebem Bolsa Família.

No caso do rotativo não regular esses percentuais são, respectivamente, 54,3% (empregados formalmente), 3,9% (recebem seguro-desemprego), 20,5% (desempregados sem auxílio) e 29,6% (recebem Bolsa Família). No relatório, o BC esclarece que as informações não são excludentes, ou seja, um indivíduo pode ter emprego formal e receber Bolsa Família, por exemplo.

Segundo o BC, as taxas de juros são mais baixas para os consumidores com idade mais elevada, renda mais alta, com alto nível de instrução e menos endividados porque apresentam um perfil de risco menor.

A pesquisa do BC envolveu 49,9 milhões de consumidores, com saldo total na carteira ativa de cartão de crédito de R$ 191 bilhões em dezembro de 2017.

Entre eles, 15,6 milhões possuíam saldo devedor em cartão de crédito rotativo regular e 2,6 milhões tinham saldo devedor em cartão de crédito rotativo não regular.

Além disso, 41,8% (20,9 milhões) estavam formalmente empregados; 1,6% (786 mil) recebiam seguro-desemprego; 16,1% (8,1 milhões) eram beneficiários de algum programa social (em sua maioria, do Bolsa Família); 8,9% (4,4 milhões) foram demitidos entre 2016 e 2017 e não recebiam seguro-desemprego ou Bolsa Família; e 36,3% (18,1 milhões) não foram mapeados pelas bases de dados utilizadas.

Período de seca no DF facilita a proliferação de doenças respiratórias

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É comum que em algumas regiões do país, como no Distrito Federal, o inverno coincida com o período de seca. A combinação da baixa temperatura com a diminuição da umidade do ar facilita a proliferação de doenças respiratórias. Dados da Secretaria de Saúde estimam que os atendimentos nos hospitais aumentem cerca de 40% no período, em função das infecções via aérea. Para ajudar na prevenção, especialista  reforça os cuidados necessários para evitar as doenças mais comuns do período, como gripe, rinite alérgica, asma e meningite.

O aumento dos casos se deve, principalmente, ao fato de que o ar seco torna mais difícil a umidificação das vias aéreas. Além disso, o aumento da poeira e do número de partículas suspensas no ar também colabora para a maior vulnerabilidade aos agentes físicos e infecciosos do ambiente. “Com a baixa na umidade e na temperatura é comum que as pessoas passem mais tempo em ambientes fechados e aglomerados, o que favorece a exposição a vírus e bactérias”, lembra o infectologista e professor do Curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília (UCB), Vitor Laerte.

As crianças e idosos constituem grupo mais susceptível à ocorrência de complicações das infecções respiratórias. O Influenza vírus (vírus da gripe) apresenta-se em maior frequência nesta altura do ano e é causador de complicações como rinite, otite, sinusite, pneumonia, conjuntivite. “Mesmo assim, as doenças impactam a população de uma forma geral e todos devem se atentar para os cuidados”, alerta infectologista.

Segundo o especialista, cuidados básicos são os mais eficazes para poder prevenir e evitar as infecções. É altamente recomendada a constante higienização das mãos, o uso do álcool em gel, além das etiquetas respiratórias, caso haja necessidade. “A maneira de tossir e espirrar também ajuda no controle da proliferação. O correto é tampar as vias aéreas com o antebraço, e não com as mãos, que usamos constantemente no contado do dia a dia, favorecendo a proliferação dos vírus e bactérias”, explica. O infectologista também chama a atenção para o cuidado em locais públicos, no contato com as superfícies de elevadores, maçanetas e corrimões, por exemplo.

H1N1

A vacinação continua sendo uma das melhores maneiras de se prevenir as doenças de transmissão respiratória e garantir a imunização, especialmente contra gripe, sendo importante a consulta com o médico assistente para complementação do cartão de vacinação. Os tipos mais graves da doença, como H1N1, H3N2 e os de influenza B, tendem a circular mais e afetar a população no período de seca e frio. “É importante estar atento para esses casos e buscar a vacinação, especialmente aqueles que costumam estar em locais muito aglomerados, como alunos, professores e profissionais da saúde”, reforça Vitor.

Crescimento na contratação de serviços terceirizados traz benefícios mas exige cuidados

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Falar de terceirização é algo que ainda gera muitas dúvidas, principalmente com a nova lei trabalhista. Apesar das incertezas, o Brasil já tem um mercado de terceirização consolidado em alguns segmentos, como a prestação de serviços de limpeza, em que 90% dos trabalhadores são terceirizados, especialmente nas grandes organizações, como hospitais e condomínios. O que o síndico deve observar antes de terceirizar este tipo de serviço? O que pode ser exigido da empresa terceirizada de limpeza dentro de um condomínio?

O diretor da Qualifoco Serviços, Guy René, que participou da Unasíndico 2018, acredita que antes de terceirizar os serviços de limpeza de um empreendimento, é necessário tomar alguns cuidados, especialmente se este lugar for um prédio ou condomínio de casas. “Um dos pontos que as empresas precisam ficar atentas é como as terceirizadas pretendem cumprir o contrato com o valor estabelecido. Acontece muito de prestadoras de serviço oferecerem um valor abaixo do mercado para conseguir clientes, sem ter estrutura para isso”, afirmou Guy. “Outro ponto importante a ser observado, principalmente no setor de limpeza, é em relação aos produtos usados pela terceirizada. Dentro deste segmento, precisamos ter o cuidado em usar produtos de qualidade, que não coloquem em risco a saúde e a segurança das pessoas”, reforça.

Outros cuidados importantes que devem ser tomados antes de terceirizar um serviço de limpeza são: checar a planilha de custo em sites oficiais, como a Receita Federal; pedir que a terceirizada apresente uma planilha aberta de custos de serviços; checar se os produtos que a empresa pretende usar são certificados pelos órgãos competentes; pesquisar sobre a empresa para ver se ela teve algum caso problemático nas prestações de serviços anteriores. “Não há mágica! Para se cobrir um item obrigatório que foi excluído do orçamento, para baixar o preço e ganhar da concorrência de forma fraudulenta e desleal, algumas empresas não cumprem os contratos, não apresentam a qualidade proposta e, o que é pior, deixam um imenso passivo para os gestores na saída. É o tal do barato que sai caro”, completa Guy.

Sobre a Qualifoco – A Qualifoco Serviços é uma empresa brasiliense, com grande conhecimento e experiência acumulados pelo seu corpo diretivo em mais de 30 anos de prestação de serviços, permitindo vasto conhecimento técnico e humano, oferecendo serviços como: auxiliares de serviços gerais em limpeza, agentes de portaria, controladores de acesso, fiscais de piso, zeladores, encarregados de serviços em geral, bombeiros civis,brigadistas, recepcionistas, telefonistas, copeiras, garçons, jardineiros, motoristas.

Serviço

CRESCIMENTO NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS TRAZ BENEFÍCIOS MAS EXIGE CUIDADOS

Site: http://www.qualifoco.com/

Construtora brasiliense lança campanha de oportunidades para imóveis novos no Noroeste

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Emplavi acelera o passo e lança em Junho a campanha “Mês de Oportunidades Emplavi 2018” para imóveis novos no Noroeste

Aproveitando o momento de novos lançamentos e perspectiva de valorização imobiliária iminente em Brasília, a Emplavi se antecipa e lança a campanha “Mês de Oportunidades Emplavi 2018”, ainda no primeiro semestre, com diversas ações durante o mês de Junho.

Além de oferecer um portfólio de imóveis diversificado, a nova campanha visa proporcionar uma nova chance de fechamento de negócios. Por meio das “rodadas de negociações”, os clientes mais amadurecidos em sua decisão de compra sentam com a diretoria da Emplavi para uma negociação direta e em condições especiais.

“Em um momento em que a escassez de oferta e aumento da demanda pressionando os preços dos imóveis novos em Brasília para cima, é muito oportuna essa campanha. Veio na hora certa e com certeza teremos muitos negócios fechados em Junho, com um grande fluxo de clientes durante todo o mês”, celebra Wilson Charles, diretor comercial da empresa.

Caesb muda horário dos escritórios e amplia o autoatendimento no site

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A Caesb informa que a partir do dia 2 de julho vai alterar o horário de atendimento em seus escritórios dentro da política da Empresa de melhorar e ampliar os serviços para o público em geral. Essa mudança na estrutura comercial da Caesb começou com a implantação do autoatendimento no site da Companhia, onde estão disponibilizados vários serviços que antes eram realizados somente nos escritórios. Dessa forma, a partir de julho, os escritórios concentrarão seu atendimento no período de maior fluxo de público: das 11h às 17h.

O objetivo principal é melhor atender aos clientes, em horário concentrado e com disponibilidades de serviços pela internet, que podem ser acessados inclusive pelo celular. Na visão da Caesb, a concentração de seis horas corrida de atendimento nos escritórios vai reduzir filas, diminuir o estresse e disponibilizar maior comodidade aos clientes. Nesse novo horário de atendimento, a Empresa continua atendendo plenamente a Resolução 14/2016 da Adasa.

A Caesb iniciou esse processo de reestruturação, em abril, facilitando o acesso a novos serviços com vistas à modernização do atendimento comercial. Até o final deste mês de junho, mais três novos serviços também poderão ser realizados pelos clientes por meio do autoatendimento no site (www.caesb.df.gov.br). Com isso, a Caesb está oferecendo ao cliente comodidade e praticidade para acessar serviços, evitando que ele tenha a necessidade de ir a um escritório da Companhia. O projeto consiste na implementação de inúmeros serviços, todos eles inseridos em uma página individualizada na qual o cliente poderá fazer solicitações, acompanhar os andamentos, atualizar os dados cadastrais, entre outras coisas.

Serviços já disponibilizados ao cliente no autoatendimento:

  • Autocadastro– Essa funcionalidade permite que o cliente realize seu cadastro ou atualização cadastral sem a necessidade de comparecer ao escritório ou acionar o canal telefônico. O serviço é completamente personalizado, exigindo senhas com forte padrão de segurança além de    utilizar serviço de criptografia no envio dos dados.
  • Solicitação de ligação de água pela internet – O cliente pode solicitar o serviço de ligação de água pela internet sem a necessidade de ir ao escritório. Isto aumenta consideravelmente a comodidade do cliente.
  • Solicitação de revisão de conta– O serviço, com maior índice de solicitação nos escritórios, está agora disponível na página individualizada do cliente, bastando que selecione a inscrição e as referências questionadas.
  • Segunda via de conta – Essa funcionalidade permite a visualização e impressão de 2ª via de conta pendente.
  • Comprovante de pagamentos – Essa funcionalidade permite a visualização e impressão das contas pagas dos últimos 05 (cinco) anos.
  • Situação de débito – Declaração de situação do CPF/ CNPJ junto à Caesb.
  • Histórico de consumo – Histórico de consumo de unidade usuária dos últimos 12 (doze) meses.
  • Atendimento a órgãos públicos – Serviços direcionados aos órgãos públicos.
  • Autoleitura – Essa funcionalidade permite que o usuário informa a leitura mensal para faturamento, devendo permitir acesso ao hidrômetro em meses determinados
  • Interferência de rede –Solicitação de carta de interferência de rede.
  • Ressarcimento de danos– Solicitação de ressarcimento por sinistros de responsabilidade da Caesb.
  • *Novo* Parcelamento de débitos– Essa funcionalidade permite que o usuário parcele as dívidas pendentes.
  • *Novo* Alteração de titularidade – Essa funcionalidade permite que o usuário solicite a alteração de titularidade da conta de água.

Pré-candidato ao GDF, deputado Izalci Lucas é sabatinado na UCB

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O deputado federal Izalci Lucas, pré-candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para disputar o Governo do Distrito Federal (GDF), foi o terceiro pré-candidato ao governo a ser sabatinado no Teatro Católica, na Universidade Católica de Brasília (UCB), por estudantes e professores nesta segunda-feira (11).

Contador, professor e político brasileiro, Izalci Lucas manteve durante todo o tempo do debate suas principais propostas focadas na educação e em oportunidades para a juventude. Segundo o parlamentar, “é preciso resgatar a educação do DF”, enfatizou. Além disso, lembrou que o DF possui 400 mil desempregados. Destes, 150 mil fazem parte da chamada “geração nem-nem”, que não estudam e nem trabalham.

Izalci classificou a pasta da educação como fundamental. “Minha obstinação é a educação. Precisamos de escolas com atração para os alunos, a maioria estão paradas no século XIX. Também é necessário implementar a educação em tempo integral”, disse. Outro ponto defendido foi a valorização e qualificação de professores. Segundo o deputado, o DF tem recurso, mas falta gestão. “Nossos docentes não são valorizados como em outros países. É necessário investir neles, melhor remunerá-los, investir em tecnologia de apoio”, apontou.

Construção Civil

Assim como em outros debates do Ciclo, o setor da Construção Civil foi citado como um dos que mais precisou demitir e foi caracterizado por não ser destravado devido à burocracia. Além de chamar atenção para construtoras que foram embora da cidade, o tempo médio de espera por alvarás e habite-se também foram citados.

Críticas ao Governo atual

O parlamentar teceu algumas críticas ao governo atual de Rodrigo Rollemberg. Além de dizer que as cidades estão abandonadas, Izalci também afirmou que o DF perde milhões de reais, já que muitos dos convênios não são executados. Outro ponto criticado foi a afirmação de que o atual governo não se reuniu, em nenhum momento, com a atual bancada do DF no Congresso Nacional.

Como solução para o DF, Izalci Lucas definiu o “desenvolvimento econômico” como a principal saída.

Ciclo de debates

As sabatinas dos pré-candidatos integram a programação do Ciclo de Debates “Perspectivas para o Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal”, organizado pela UCB.

Entrevistaram Izalci Lucas (PSDB) os professores da UCB Creomar de Souza, professor de Relações Internacionais e chefe de gabinete da Reitoria; Marcelo Estrela Fiche, coordenador do curso de Economia; e o convidado da Universidade de Brasília (UnB), o professor Roberto Ellery.