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Morre a cantora Angela Maria, aos 89 anos, em São Paulo

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Aos 89 anos, morreu em São Paulo, a cantora Angela Maria. Ela estava internada há 34 dias, no Hospital Sancta Maggiore em decorrência de um quadro de infecção. O velório e o enterro ocorrerão hoje (30) no Cemitério Congonhas. De acordo com a família, foi um período de sofrimento para a artista.

A cantora morreu na noite deste sábado (29). Em um vídeo, publicado no Facebook, Daniel D’Angelo, marido da cantora, Alexandre, um dos quatro filhos adotivos do casal, e um assessor confirmaram a morte e pediram orações. Também afirmaram que jamais deixarão a estrela dela apagar.

Angela Maria, conhecida como a Sapoti, foi uma das rainhas do rádio e de estrondoso sucesso entre os anos de 1950 e 1960, em um vídeo no Facebook. “É com meu coração partido que eu comunico a vocês que a minha Abelim Maria da Cunha, a nossa Angela Maria, partiu, foi morar com Jesus”, disse Daniel D’Angelo.

Vida

Angela Maria, nasceu em Conceição de Macabu, no Rio de Janeiro. Foi operária e teve várias atividades profissionais, mas sempre quis seguir carreira artística. Mas jamais deixou de cantar.

A artista se consagrou na era dourada do rádio, tornando-se uma referência ao lado de Maysa, Nora Ney e Dolores Duran. Recentemente, a cantora disse que gravou 114 discos e vendeu aproximadamente 60 milhões de exemplares.

Em 2012, tentou seguir carreira política. Candidatou-se a vereadora da cidade de São Paulo, mas não se elegeu. Há três anos foi lançada a biografia “Angela Maria: a eterna cantora do Brasil”, escrita pelo jornalista Rodrigo Faour, que reuniu depoimentos e relatos da cantora.

Temer e Minc manifestam pesar

Por meio da rede social Twitter, o presidente Michel Temer expressou condolências. “Lamento a morte da cantora Ângela Maria, a nossa Rainha do Rádio, um dos ídolos que tanto influenciou grandes nomes da Música Popular Brasileira. Meus sentimentos à sua família e amigos”, postou Temer.

Em nota oficial, o Ministério da Cultura (Minc) citou alguns dos principais sucessos de Ângela Maria e também lamentou sua morte. “O Ministério da Cultura manifesta sinceros sentimentos de pesar à família, amigos, colegas e admiradores do trabalho da cantora, uma das maiores vozes da música brasileira”, mencionou a pasta.

A última batalha do rorizismo | Joaquim Roriz/Eliana versus Tadeu Filippelli/Ibaneis

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Na disputa deste ano, o legado de Joaquim Roriz e o seu ex-aliado Tadeu Filippelli estão frente a frente novamente. A candidata do rorizismo, Eliana Pedrosa (Pros) deve enfrentar em um segundo turno o candidato de Filippelli, o advogado Ibaneis Rocha (MDB).

O rorizismo foi o maior movimento político da história do Distrito Federal. O seu idealizador, Joaquim Roriz, falecido na quinta-feira (27), foi governador por quatro vezes e considerado o melhor chefe que o Palácio do Buriti já teve.

Foi o único governador que conseguiu entender as necessidades do povo. Sua morte não encerra a trajetória política do rorizismo. A eleição deste ano ao GDF coloca mais uma vez a prova o seu estilo de governar.

Nas quase três décadas de rorizismo, houve muitas traições. A principal delas foi do ex-deputado Tadeu Filippelli, que surgiu na política pelas mãos de Joaquim Roriz.

Filippelli foi casado com uma sobrinha do ex-governador. Era também o braço direito do “velho”.

A traição, quando é dentro de casa, dentro da família, é a mais doída. Roriz foi praticamente expulso do PMDB por uma articulação de Filippelli com caciques nacionais, como o atual presidente Michel Temer, aliado de Filipppeli.

Na disputa deste ano, o legado de Joaquim Roriz e o seu ex-aliado Tadeu Filippelli estão frente a frente novamente.

A candidata do rorizismo, Eliana Pedrosa (Pros) deve enfrentar em um segundo turno o candidato de Filippelli, o advogado Ibaneis Rocha (MDB).

Weslian Roriz gravou vídeo em apoio a Eliana para que não fique dúvida do apoio de Joaquim Roriz. O que aproxima Eliana de Joaquim é, principalmente, o olhar social e a preocupação como a população mais carente.

Aliado a isso, um plano de desenvolvimento para o Distrito Federal, que vem sofrendo com dois governos desastrosos, Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB).

O candidato de Filippelli, Ibaneis Rocha quem sepultar o legado rorizista. Junto com seu padrinho político, pretende iniciar uma nova era na política brasiliense. Uma nova era, com velhos conhecidos.

Tanto Ibaneis, quanto Filippelli não escondem suas ligações com o petismo. Ibaneis fez fortuna defendendo ações de sindicatos ligados do PT. E Filippelli foi o vice-governador de Agnelo Queiroz.

Os dois apostam numa vitória de Fernando Haddad (PT), candidato de Lula, para governar o Distrito Federal em aliança com o petista, no Palácio do Planalto.

A disputa não será apenas entre Eliana e Ibaneis, será entre Joaquim Roriz e Tadeu Filippelli. Será entre o rorizismo e o petismo.

Nas eleições de 1998, tivemos uma situação semelhante a atual. Joaquim Roriz disputava o GDF com o então governador Cristovam Buarque, do PT. As pesquisas apontavam uma vitória de Cristovam e dava a eleição como liquidada.

Sobrava empáfia e soberba a Cristovam, que no debate da Globo tentou menosprezar Roriz. Era o reitor da UnB, como toda a sua bagagem cultural e fala bonita tentando humilhar Joaquim Roriz porque ele não falava as palavras corretamente, mas da maneira que o povo entendia. Roriz, a empáfia e a soberba de Cristovam derrotaram o petista.

Ibaneis é um homem culto. Como um dos melhores e mais ricos advogados de Brasília, se expressa muito bem. Quando se dirige aos adversários, o seu jeito de falar lembra a empáfia e a soberba de Cristovam. Ibaneis não aprendeu a falar a linguagem do povo. E isso é um grande desafio para um político que quer chegar ao Palácio do Buriti.

Se Ibaneis está mais para Cristovam, Eliana segue os passos de Joaquim Roriz. E até as pesquisas remontam a eleição de 98.

Será um tira teima entre Roriz e Filippelli.

Vinte governadores vão disputar a reeleição em outubro

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Somente cinco têm poucas chances de vitória

Por Luiza Damé

Os governadores Tião Viana (PT-AC), Paulo Hartung (MDB-ES), Simão Jatene (PSDB-PA), Ricardo Coutinho (PSB-PB) e Luiz Fernando Pezão (MDB-RJ), todos reeleitos em 2014, estão fora da disputa eleitoral este ano. Daniel Pereira (PSB-RO) e Eduardo Pinho Moreira (MDB-SC), vices no exercício do cargo em substituição aos eleitos em 2014, também não vão concorrer em outubro.

Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste ano, foram pedidos 202 registros de candidaturas aos governos estaduais e do Distrito Federal. Até o momento, 182 registros foram aceitos pelos tribunais regionais eleitorais.

A Justiça Eleitoral negou quatro registros. Outros 14 foram indeferidos com recurso, o que dá a possibilidade de o candidato concorrer até o julgamento final. Dois candidatos a governador renunciaram antes do pleito: Fernando Collor (PTC-AL) e Mikaelton Carantino (PCO-CE).

Além dos 20 candidatos à reeleição, em alguns estados a disputa envolve ex-governadores que estiveram no comando em outros tempos. Por exemplo, Antônio Anastasia (PSDB), em Minas Gerais, Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo, José Anchieta (PSDB), em Roraima, José Maranhão (MDB), na Paraíba, e João Capiberibe (PSB), no Amapá.

 Veja quem são os candidatos aos governos dos estados:

 

Norte

Coronel Ulysses

(PSL/Patri/PSC)

David Hall

(Avante)

Gladson Cameli

(PP/MDB/PSDB/DEM/PSD/PTB/PMN/SD/PTC/PR/PPS)

Janaina Furtado

(Rede)

Marcus Alexandre

(PT/PRB/PDT/Pode/PROS/PCdoB/PSB/PRP/PV/PSOL/PHS/PRTB/DC/PPL/PMB)

Amazonino Mendes

(PDT/PRP/Avante/PP/PV/PR/SD/PPS/PTB/PHS/PSL/PPL)*

Berg da UGT

(PSOL)

David Almeida

(PSB/Pode/PMN/PMB/Pros/PT)

Lucia Antony

(PCdoB/PT)

Omar Aziz

(PSD/PSDB/DEM/PRB/PTC/Patri)

Sidney Cabral

(PSTU)

Wilson Lima

(PSC/PRTB/Rede)

Cirilo Borges

(PSL/PPS/PHS/PR)

David Alcolumbre

(DEM/Rede/PSDB/PPL/PP/PSC/Avante/PSD/Pode/SD/Patri)

João Capiberibe

(PSB/PT)

Gianfranco Azevedo

(PSTU)

Waldez Góes

(PDT/Pros/PTB/MDB/DC/PRB/PRP/PCdoB/PMB)*

Cleber Rabelo

(PSTU)

Fernando Carneiro

(PSOL/PPL/PCB)

Helder Barbalho

(MDB/PP/PSD/PRB/PR/PTC/PSC/Pros/PTB/Patri/Pode/DC/Avante/PMB/PSL/PHS/PRTB)

Marcio Miranda

(DEM/PSDB/PDT/PSB/SD/PRP/PMN/PRTB/PPS)

Paulo Rocha

(PT/PCdoB)

Acir Gurgacz

(PDT/PSB/PTB/DC/PP/PR/SD/PTC/PT)

Comendador Valclei Queiroz

(PMB)

Coronel Charlon

(PRTB)

Coronel Marcos Rocha

(PSL)

Expedito Júnior

(PSDB/DEM/PSD/PRB/Patri)

Maurão de Carvalho

(MDB/Pode/PMN/PSC/PCdoB/PHS/Pros/PV)

Pedro Nazareno

(PSTU)

Pimenta de Rondônia

(PSOL/PT)

Vinicius Miguel

(Rede/PPS/PRP)

Anchieta Júnior

(PSDB/DEM/MDB/PSD/PPS/SD/DC)

Antonio Denarium

(PSL/PRB/PTC/PRP/Pros/PSC/PPL/Patri)

Fábio Almeida

(PSOL/PCB/PSTU)

Suely Campos

(PP/PDT/Pode/PRTB/PR/PHS/PCdoB)*

Telmário Mota

(PTB/PV/Rede/PT)

Bernadete Aparecida

(PSOL)

Carlos Amastha

(PSB/MDB/PR/Pode/PSC/PSDB)

Cesar Simoni

(PSL)

Marlon Reis

(Rede/PRTB/PTB/PCdoB/PT/PV/PDT/PSD)

Mauro Carlesse

(PHS/SD/PP/DEM/PTC/PRB/Avante/Patri/Pros)*

Nordeste

Basile Campos

(PSOL/PCB)

Josan Leite

(PSL/Patri/PPL)

Melquezedeque Farias

(PCO)

Pinto de Lula

(Pros/PSDB/PTC/PP/PSB/PSC/PRB/DEM)

Renan Filho

(MDB/Pode/SD/PPS/PDT/PR/PTB/PCdoB/PHS
PV/Avante/PT/PSD/PRTB/DC/PRP/PMB/Pros/PMN)*

Célia Sacramento

(Rede)

João Henrique Carneiro

(PRTB/PSL)

João Santana

(MDB/DC)

José Ronaldo

(DEM/PSDB/PSC/PTB/PRB/SD/PV/PPL)

Marcos Mendes

(PSOL)

Orlando Andrade

(PCO)

Rui Costa

(PT/PP/PDT/PSD/PSB/PCdoB/PR/PMB/PRP/Pode/Avante/PMN/Pros/PTC)*

Ailton Lopes

(PSOL/PCB)

Camilo Santana

(PT/PDT/PP/PSB/PR/PTB/DEM/PCdoB/PPS/PRP/PV/PMN/PPL/Patri/PRTB/PMB)*

Francisco Gonzaga

(PSTU)

General Theophilo

(PSDB/Pros)

Hélio Góis

(PSL)

Flávio Dino

(PCdoB/PRB/PDT/PPS/DEM/PSB/PR/PP/Pros/PT/PTB/Patri/PTC/SD/PPL/Avante)*

Maura Jorge

(PSL/PRTB)

Odívio Neto

(PSOL/PCB)

Ramon Zapata

(PSTU)

Roberto Rocha

(PSDB/Pode/Rede/DC/PHS/PMN)

Roseana Sarney

(MDB/PV/PSD/PSC/PMB/PRP)

João Lins Filho

(PSB/PDT/PT/DEM/PTB/PRP/Pode/PRB/PCdoB/Avante/PPS/Rede/PMN/Pros)

José Maranhão

(MDB/Patri/PR)

Lucélio Cartaxo

(PV/PSDB/PP/PSD/PSC/SD/DC/PRTB/PHS/PTC/PSL/PPL)

Rama Dantas

(PSTU)

Tárcio Teixeira

(PSOL)

Ana Patrícia Alves

(PCO)

Armando Monteiro

(PTB/PPS/PSDB/DEM/PSC/PRB/PV/Pode/PRTB/PSL/PHS/DC/PMB)

Dani Portela

(PSOL/PCB)

Julio Lossio

(Rede)

Maurício Rands

(Pros/Avante/PDT)

Paulo Câmara

(PSB/PCdoB/PT/MDB/PP/PR/PMN/PTC/PRP/Patri/PSD/PPL/SD)*

Simone Fontana

(PSTU)

Dr. Pessoa

(SD/PMN/PRB/PPL/PTC)

Elmano Ferrer

(Pode/Avante/Patri/Rede/PPS/PV/PRP/PHS)

Fábio Sérvio

(PSL/Pros)

Lourdes Melo

(PCO)

Luciane Santos

(PSTU)

Luciano Santos Filho

(PSDB/PSB/DEM)

Professora Sueli

(PSOL/PCB)

Romualdo Seno

(DC)

Valter Alencar

(PSC)

Wellington Dias

(PT/MDB/PP/PR/PDT/PSD/PCdoB/PTB/PRTB)*

Brenno Queiroga

(SD/PV/DC/PSC/PSL/Patri)

Carlos Eduardo

(PDT/PP/MDB/Pode/DEM)

Dário Barbosa

(PSTU)

Fatima Bezerra

(PT/PCdoB/PHS)

Freitas Júnior

(Rede)

Heró Bezerra

(PRTB)

Professor Carlos Alberto

(PSOL)

Robinson Faria

(PSD/ PRB/PTB/PR/PPS/PMB/PTC/PSB/PRP/PSDB/Avante/Pros)*

Belivaldo Chagas

(PSD/PP/MDB/DC/PCdoB/PT/PHS)*

Dr. Emerson

(Rede)

Eduardo Amorim

(PSDB/PRB/PPS/PSC/PR/PTC/SD)

Eduardo Cassini

(PSL)

Gilvani Santos

(PSTU)

Márcio Souza

(PSOL)

Mendonça Prado

(DEM/PRTB/PV)

Milton Andrade

(PMN/Patri)

Valadares Filho

(PSB/PDT/PPL/PTB/Pros/PRP)

Centro-Oeste

Alberto Fraga

(DEM/PR/PSDB/DC)

Alexandre Guerra

(Novo)

Antônio Guillen

(PSTU)

Eliana Pedrosa

(PROS/PTB/PHS/Patri/PMN/PTC/PMB)

Fátima Sousa

(PSOL/PCB)

General Paulo Chagas

(PRP/PRTB)

Ibaneis Júnior

(MDB/PP/Avante/PSL/PPL)

Julio Miragaya

(PT)

Renan Rosa

(PCO)

Rodrigo Rollemberg

(PSB/PV/PCdoB/PDT/Rede)*

Rogério Rosso

(PSD/PRB/PPS/SD/Pode/PSC)

Alda Lúcia

(PCO)

Daniel Vilela

(MDB/PRB/PHS/PP)

Katia Maria

(PT/PCdoB)

Marcelo Lira

(PCB)

Ronaldo Caiado

(DEM/PRP/Pros/PMN/PMB/PSC/DC/PSL/Pode/PTC/PRTB/PDT)

Weslei Garcia

(PSOL)

Zé Eliton

(PSDB/PTB/PSB/PR/PSD/PPS/SD/PV/Avante/Patri/Rede)*

Humberto Amaducci

(PT)

João Alfredo

(PSOL)

Juiz Odilon

(PDT/PRB/Pode)

Júnior Mochi

(MDB/PR/PHS/DC/PRTB/PTC/PSC/PRP)

Marcelo Bluma

(PV/Rede/PCdoB)

Reinaldo Azambuja

(PSDB/PSD/PMN/DEM/Patri/PMB/PP/Pros/PSB/PTB/SD/PPS/Avante)*

Arthur Nogueira

(Rede/PPL)

Mauro Mendes

(DEM/PSD/PDT/PSC/MDB/PMB/PHS/PTC)

Moisés Franz

(PSOL)

Pedro Taques

(PSDB/PSB/PRTB/PSL/PPS/DC/Avante/Patri/PRP/SD)*

Wellington Fagundes

(PR/PV/PRB/PT/PTB/Pode/PMN/PCdoB/Pros/PP)

Sudeste

André Moreira

(PSOL/PCB)

Carlos Mannato

(PSL/PR/PRB)

Jackeline Rocha

(PT)

Professor Aridelmo Teixeira

(PTB/PMB)

Renato Casagrande

(PSB/PHS/Pros/PV/PSC/Avante/PTC/PPS/PSDB
DEM/PDT/PP/PCdoB/PPL/DC/SD/PRP/PSD)

Rose de Freitas

(Pode/PRTB/Rede/Pode/MDB/PMN/Patri)

Adalclever Lopes

(MDB/PDT/Pode/Pros/PRB/PV))

Alexandre Flach

(PCO)

Antônio Anastasia

(PSDB/PSD/SD/PTB/PPS/PMN/PSC/DEM/PP/PTC/Patri/PMB)

Claudiney Dulim

(Avante)

Dirlene Marques

(PSOL/PCB)

Fernando Pimentel

(PT/PCdoB/PSB/DC/PR)*

João Batista Mares Guia

(Rede)

Jordano Metalúrgico

(PSTU)

Romeu Zema

(Novo)

André Monteiro

(PRTB)

Anthony Garotinho

(PRP/PRB/PTC/Patri/PMB)

Dayse Oliveira

(PSTU)

Eduardo Paes

(DEM/PP/MDB/PTB/SD/PSDB/PPS/PV/DC/PHS/Avante/PMN)

Índio da Costa

(PSD)

Luiz Honorato

(PCO)

Marcelo Trindade

(Novo)

Marcia Tiburi

(PT/PCdoB)

Pedro Fernandes

(PDT/PSB)

Romário Faria

(Pode/PR/Rede/PPL)

Tarcísio Motta

(PSOL/PCB)

Wilson Witzel

(PSC/Pros)

João Doria

(PSDB/DEM/PSD/PRB/PP/PTC)

Lilian Miranda

(PCO)

Luiz Marinho

(PT/PCdoB)

Major Costa e Silva

(DC)

Marcelo Cândido

(PDT)

Marcio França

(PSB/PSC/PPS/PTB/PV/PR/Pode/PMB/PHS/PPL/PRP/Patri/Pros/SD/Avante)*

Paulo Skaf

(MDB)

Professora Lisete

(PSOL/PCB)

Professor Claudio Fernando

(PMN/Rede)

Rodrigo Tavares

(PRTB/PSL)

Rogério Chequer

(Novo)

Toninho Ferreira

(PSTU)

Sul

Cida Borghetti

(PP/PTB/DEM/PMN/PMB/PSB/PSDB/Pros)*

Dr. Rosinha

(PT)

Geonísio Marinho

(PRTB/PRP)

João Arruda

(MDB/PDT/SD/PCdoB)

Ogier Buchi

(PSL/PTC/Patri)

Priscila Ebara

(PCO)

Professor Ivan Bernardo

(PSTU)

Professor Jorge Bernardi

(Rede/DC/PPL)

Professor Piva

(PSOL/PCB)

Ratinho Júnior

(PSD)

Eduardo Leite

(PSDB/PTB/PRB/PPS/PHS/Rede/PP)

Jairo Jorge

(PDT/Avante/PV/Pode/PPL/PMB/SD)

José Ivo Sartori

(MDB/PSD/PSB/PR/PSC/Patri/PRP/PMN/PTC)*

Júlio Flores

(PSTU)

Mateus Bandeira

(Novo)

Miguel Rossetto

(PT/PCdoB)

Paulo de Oliveira Medeiros

(PCO)

Roberto Robaina

(PSOL/PCB)

Comandante Moisés

(PSL)

Décio Lima

(PT)

Gelson Merísio

(PSD/PRB/PDT/PSB/Pode/SD/PROS/PSC/PCdoB/PHS/PP/DEM/PRP/PPL/PV)

Ingrid Assis

(PSTU)

Jessé Pereira

(Patri/PMN)

Leonel Camasão

(PSOL/PCB)

Mauro Mariani

(MDB/Avante/PSDB/PTB/PTC/PRTB/DC/PR/PPS)

Rogério Portanova

(Rede)

* Candidato à reeleição

Datafolha mostra Ibaneis em alta e Eliana consolidada no segundo turno

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Pesquisa aponta Ibaneis com 24%; Eliana, 16%; Rollemberg, 12%; Fraga, 10%. Rosso tem 8%, Chagas tem 4%, Guerra e Miragaya têm 3% cada um. Fátima tem 2%, e outros candidatos não atingem 1%. Levantamento foi feito entre 26 e 28 de setembro.

A mais recente pesquisa do Instituto Datafolha duas tendências importantes. A primeira é a consolidação de Eliana Pedrosa (Pros) no segundo turno. Ela liderou as pesquisas durante um mês e foi alvo dos outros candidatos. Mesmo sofrendo tiroteio cerrado diariamente, manteve-se na frente dos adversários até o início da semana e consolidou uma posição muito firme em torno de 20%.

O desafio de Eliana está em manter sua militância motivada, levando a mensagem da candidata. Na próxima semana, provavelmente na terça-feira (2) teremos um novo Datafolha e uma nova pesquisa do Ibope, que pode inverter algumas posições. Eliana pode crescer novamente e provocar uma onda positiva de votos. A militância motivada e um bom debate na Rede Globo podem ser fatores determinantes, criando a sensação de vitória.

O inverso aconteceu com o candidato Ibaneis Rocha (MDB), que sempre pontuava baixo nas pesquisas. Como não foi o alvo principal, se beneficiou da guerra entre os outros candidatos, manteve a rejeição baixa, e conseguiu um surpreendente crescimento, surgindo pela primeira vez em primeiro lugar no Datafolha desta sexta-feira.

O grande desafio de Ibaneis será manter esse patamar, Ele deve virar o alvo dos ataques a partir de agora e ter sua imagem desconstruída, como fizeram com Eliana. Se conseguir consolidar os votos, mesmo com o tiroteio que sofrerá nesta última semana, conseguirá ir ao segundo turno.

Num cenário de segundo turno, Eliana vence a maior parte dos confrontos. No embate com Ibaneis, o candidato do MDB leva vantagem. A explicação é a baixa rejeição de Ibaneis, que foi poupado pelos adversários de ataques até então. A tendência a partir de agora é que sua rejeição aumente, a medida que novos fatos venha a ser revelados.

Veja as intenções de votos de primeiro turno:

  • Ibaneis (MDB): 24%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 16%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%
  • Alberto Fraga (DEM): 10%
  • Rogério Rosso (PSD): 8%
  • General Paulo Chagas (PRP): 4%
  • Alexandre Guerra (Novo): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Renan Rosa (PCO): 0%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 13%
  • Não sabe: 5%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. É o quarto levantamento do Datafolha realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito entre 18 e 19 de setembro, os percentuais de intenção de voto eram os seguintes: Eliana Pedrosa: 20%; Alberto Fraga: 14%; Ibaneis: 13%; Rodrigo Rollemberg: 12%; Rogério Rosso: 11%; General Paulo Chagas: 5%; Miragaya: 3%; Alexandre Guerra: 2%; Fátima Sousa: 2%; Renan Rosa: 0%; Guillen: 0%; Brancos/nulos: 14%; Não sabe: 4%.

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 1.050 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: 26 a 28 de setembro
  • Registro no TSE: DF-03047/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Rejeição

O Datafolha também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 52%
  • Alberto Fraga (DEM): 35%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 34%
  • Miragaya (PT): 26%
  • Rogério Rosso (PSD): 26%
  • Fátima Sousa (PSOL): 24%
  • General Paulo Chagas (PRP): 20%
  • Renan Rosa (PCO): 19%
  • Alexandre Guerra (Novo): 18%
  • Guillen (PSTU): 18%
  • Ibaneis (MDB): 15%
  • Votaria em qualquer um / não rejeita nenhum: 2%
  • Rejeita todos / não votaria em nenhum: 6%
  • Não sabe: 5%

Simulações de segundo turno

O Datafolha também perguntou as intenções de voto em um possível segundo turno para o governo do Distrito Federal. Foram simulados cenários entre a candidata Eliana Pedrosa – líder isolada na pesquisa anterior – e os quatro candidatos que vinham em seguida, tecnicamente empatados à época.

Os resultados foram:

  • Eliana 44% x 27% Rollemberg (branco/nulo: 27%; não sabe: 3%)
  • Eliana 42% x 29% Fraga (branco/nulo: 26%; não sabe: 3%)
  • Eliana 39% x 34% Rosso (branco/nulo: 24%; não sabe: 3%)
  • Eliana 32% x 47% Ibaneis (branco/nulo: 18%; não sabe: 3%)

Mais de 3 mil estudantes abandonaram curso de engenharia no DF, em 2017

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Por Sara Rodrigues

O Brasil forma menos engenheiros do que realmente precisa para se desenvolver. A afirmação está no estudo “Ensino de engenharia: fortalecimento e modernização”, feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que faz parte de uma série de propostas para os candidatos à presidência da República. Muito disso se deve ao fato de existirem altas taxas de evasão dos cursos, ou seja, muitos estudantes desistem no meio do caminho.

Ano passado, no Distrito Federal, 4.418 pessoas se matricularam e iniciaram um curso de Engenharia em uma das universidades locais. Porém, no mesmo ano, cerca de 3 mil alunos trancaram o curso, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

A professora Maria de Fátima Souza, da Universidade de Brasília (UnB), tem acompanhado o ensino em engenharia há mais de 20 anos. Ela entende que é necessário melhorar os formatos, principalmente, adaptar disciplinas.

“Existe um problema grave que desmotiva os alunos e que talvez seja a razão dessas taxas altíssimas de evasão, que é o fato da disciplina de cálculo ser levada mais ensinando procedimentos para a resolução de problemas, do que necessariamente entendendo como você aplica o conceito”, explica a professora.

Maria de Fátima defende que é necessário reavaliar o modo como os professores de engenharia ensinam em sala de aula. Para ela, é importante ter profissionais de outras áreas, como pedagogos e psicólogos que auxiliem os professores a tornarem as aulas mais práticas e dinâmicas.

Essa situação não é exclusiva do Distrito Federal. É uma preocupação nacional. De acordo com a CNI, para cada 10 mil habitantes, apenas 4,8 são graduados em engenharia. Enquanto em países mais desenvolvidos como Coreia, Rússia, Finlândia e Áustria contavam com mais de 20 engenheiros para o mesmo número de pessoas.

As propostas de melhoria que constam no estudo da CNI para esse caso são de integrar os cursos de engenharia e o setor produtivo, criar laboratórios para que os estudantes tenham mais aulas práticas e capacitar os professores com novos métodos de ensino.

A diretora de Inovação da CNI e superintendente nacional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Gianna Sagazio, explica que o mundo tem mudado de forma muito acelerada, e por isso, é importante preparar bem futuros engenheiros para que eles acompanhem o ritmo da indústria. “Se a gente não tiver engenheiros e engenheiras preparados para os impactos dessa revolução digital, não conseguiremos ser competitivos e nem gerar qualidade de vida para a nossa população”.

Além dos índices baixos de estudantes que concluem o curso de engenharia, os cursos também não foram tão bem avaliados. Em 2016, 1.538 cursos foram avaliados. Destes, o INEP informou que cerca de 60% atingiram apenas a nota mínima satisfatória, e 15% ficaram abaixo desse valor.

Eleições 2018: Saiba quem pode e quem não pode votar

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Por Karine Melo

Em outubro, os eleitores irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e distritais. Saiba quem pode e não pode votar nas eleições:

Quem pode votar

– O voto é obrigatório para todo cidadão, nato ou naturalizado, alfabetizado, com idade entre 18 e 70 anos.

– Os presos provisórios e os adolescentes internados, desde que tenham tirado o título de eleitor e estejam em dia com a Justiça Eleitoral. também têm o direito de votar, por não estarem com os direitos políticos suspensos (inciso III do artigo 15 da Constituição Federal).

Quem não pode votar

– Quem está com o título cancelado por não ter justificado ausência em três eleições consecutivas. No caso das ausências, cada turno de um pleito é considerado como uma eleição isolada.

– Quem perdeu o prazo para justificação e não pagou a multa pela irregularidade.

– Cidadãos que estão com os direitos políticos suspensos.

– Quem não participou da revisão biométrica obrigatória no município em que vota.

– Aqueles que não tiraram o título de eleitor até o dia 9 de maio nem regularizaram sua situação perante a Justiça Eleitoral.

– Eleitores cujos dados não estejam no cadastro de eleitores da seção constante da urna, ainda que apresente título de eleitor correspondente à seção e documento que comprove sua identidade. A regra consta do parágrafo 6º do Artigo 111 da Resolução TSE nº 23.554/2017, que trata dos atos preparatórios para as eleições 2018. Nessa hipótese, a mesa receptora de votos deverá registrar a ocorrência em ata e orientar o eleitor a comparecer ao cartório eleitoral a fim de regularizar sua situação.

Voto facultativo

–  Para jovens com idade entre 16 e 17 anos, idosos com mais de 70 anos e analfabetos, o voto é facultativo.

Onde votar?

No dia 7 de outubro, o eleitor apto pode ir à sua seção eleitoral das 8h às 17h e votar, de acordo com o horário local. O título de eleitor traz a zona eleitoral e a seção em que o eleitor vota.

Quem perdeu o título consegue saber o número do documento no site do TSE. Basta informar o nome, data de nascimento e o nome da mãe.

O eleitor em situação regular também pode obter a via digital do título. O aplicativo e-Título, está disponível para smartphones e tablets. Caso o eleitor já tenha feito o recadastramento eleitoral com coleta de biometria, a versão do e-Título virá acompanhada da fotografia, o que permitirá sua identificação na hora do voto. Neste caso, bastará apresentar a versão digital do documento para votar.

Para quem ainda não fez o recadastramento biométrico, a versão do e-Título será baixada sem a foto. Nessa hipótese, o eleitor está obrigado a levar um documento oficial de identificação com foto.

Não é obrigatória a apresentação do título de eleitor para votar. O eleitor deve se dirigir à sua seção eleitoral e apresentar ao mesário um documento oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação).

Jair Bolsonaro pode ter alta no fim de semana

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Em episódio isolado, ele teve aumento de temperatura

Por Lucas Scatollini

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, teve aumento de temperatura, chegando a 37,8º, devido a uma bactéria de baixa virulência, quando há baixa capacidade infecciosa, identificada no sangue. No entanto, não há focos de infecção no abdômen, segundo boletim médico divulgado na tarde de hoje (28) pelo Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. A elevação da temperatura foi considerada “episódio isolado” e há previsão de alta para este final de semana.
Bolsonaro, internado desde o último dia 7 no hospital, está recebendo tratamento com antibióticos. Segundo o hospital, ele se mantém sem picos de febre e sem alteração nos exames de imagem, com boa evolução clínica, na avaliação dos médicos. O candidato continua com a alimentação via oral.

Bolsonaro recebeu uma facada durante ato de campanha no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

Mais de duas mil pessoas se despedem do ex-governador Joaquim Roriz

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O corpo do ex-governador Joaquim Roriz é levado para o Campo da Esperança, após culto ecumênico no Memorial JK

Por Carolina Gonçalves

O corpo do ex-governador do Distrito Federal (DF) Joaquim Roriz foi enterrado hoje (28), pouco depois das 11h30, no cemitério Campo da Esperança, com honras militares. O corpo foi levado em carro aberto do Corpo de Bombeiros, que percorreu toda a Esplanada dos Ministérios, depois da missa celebrada pelo arcebispo emérito de Brasília, dom José Freire Falcão, e de um ato ecumênico no Memorial JK, na região central de Brasília.

Roriz morreu nessa quinta-feira (27), aos 82 anos, após sofrer um infarto do miocárdio. O velório, também no Memorial JK, começou às 15h do mesmo dia. Ao longo de quase 20 horas, mais de duas mil pessoas, entre autoridades locais e populares passaram pelo local para se despedir do ex-governador, segundo estimativas da Polícia Militar. O governo do DF decretou luto oficial de três dias.Roriz, que começou a carreira política em 1962 como vereador de sua cidade natal, Luziânia, município goiano no entorno do DF, assumiu o governo do Distrito Federal em 1991, comandando o Executivo por quatro mandatos (14 anos). A administração do ex-governador foi pautada por ações voltadas para as populações mais pobres, especialmente em relação à moradia, e a obras viárias.

Apesar de manter alta popularidade, seus governos foram permeados de denúncias de desvios de verbas e superfaturamentos. Em um dos episódios, que ficou conhecido como Bezerra de Ouro, Joaquim Roriz foi condenado pela Justiça do DF, em segunda instância, em 2015. O político havia descontado dois cheques, no valor de R$ 2,2 milhões, que pertenciam ao fundador da GOL, Nenê Constantino. Segundo a defesa, o dinheiro foi emprestado para a compra do embrião de uma bezerra de raça, em São Paulo.

Corpo de Joaquim Roriz será enterrado às 11h em Brasília

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Por Carolina Gonçalves

O corpo do ex-governador Joaquim Roriz deve ser sepultado por volta das 11h de hoje (28). O político será levado ao cemitério Campo da Esperança em carro aberto do Corpo de Bombeiros, depois da missa celebrada pelo arcebispo emérito de Brasília, dom José Freire Falcão, e um ato ecumênico.
As cerimônias serão no Memorial JK, na região central de Brasília. O velório, que ocorre no mesmo local, já dura mais de 17 horas e centenas de pessoas, entre autoridades e populares, foram prestar homenagens ao político. O governo do DF decretou luto oficial de três dias.

Roriz, que começou a carreira política em 1962 como vereador de sua cidade natal, Luziânia, município goiano no entorno do DF, assumiu o governo do Distrito Federal em 1991, comandando o Executivo por quatro mandatos (14 anos). A administração do ex-governador foi pautada por ações voltadas para as populações mais pobres, especialmente em relação à moradia, e a obras viárias.

Apesar de manter alta popularidade, seus governos foram permeados de denúncias de desvios de verbas e superfaturamentos. Em um dos episódios, que ficou conhecido como Bezerra de Ouro, Joaquim Roriz foi condenado pela Justiça do DF em segunda instância em 2015. O político havia descontado dois cheques, no valor de R$ 2,2 milhões, que pertenciam ao fundador da GOL, Nenê Constantino. Segundo a defesa, o dinheiro foi emprestado para a compra do embrião de uma bezerra de raça, em São Paulo.

Pesquisa Ibope no DF: Eliana mantém liderança com 21% e Ibaneis encosta e chega a 20%

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Fraga, Rosso e Rollemberg têm 11%, cada um. Paulo Chagas e Miragaya têm 3%, cada um. Guerra tem 2%, Fátima e Rosa têm 1%, cada um, e Guillen não atinge 1%. Levantamento foi feito entre os dias 24 e 26 de setembro

Por G1 DF – Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Distrito Federal:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 21%
  • Ibaneis (MDB): 20%
  • Alberto Fraga (DEM): 11%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 11%
  • Rogério Rosso (PSD): 11%
  • General Paulo Chagas (PRP): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 1%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 11%
  • Não sabe: 4%

Eliana e Ibaneis estão tecnicamente empatados. Fraga, Rollemberg e Rosso estão empatados.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. É o quarto levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito entre 14 e 16 de setembro, os percentuais de intenção de voto eram os seguintes:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 22%
  • Alberto Fraga (DEM): 14%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 11%
  • Rogério Rosso (PSD): 10%
  • Ibaneis (MDB): 9%
  • General Paulo Chagas (PRP): 5%
  • Alexandre Guerra (Novo): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Fátima Sousa (PSOL): 1%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 13%
  • Não sabe: 8%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 1512 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: entre 24 e 26 de setembro
  • Registro no TRE: DF-04914/2018
  • Registro no TSE: BR-00814/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 13%
  • Ibaneis (MDB): 13%
  • Alberto Fraga (DEM): 8%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 7%
  • Rogério Rosso (PSD): 6%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Miragaya (PT): 2%
  • General Paulo Chagas (PRP): 1%
  • Fátima Sousa (PSOL): 1%
  • Outros: 1%
  • Brancos/nulos: 16%
  • Não sabe: 31%

Rejeição

O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 53%
  • Alberto Fraga (DEM): 26%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 24%
  • Rogério Rosso (PSD): 13%
  • Miragaya (PT): 12%
  • Fátima Sousa (PSOL): 11%
  • Ibaneis (MDB): 11%
  • General Paulo Chagas (PRP): 11%
  • Alexandre Guerra (Novo): 9%
  • Renan Rosa (PCO): 9%
  • Guillen (PSTU): 8%
  • Poderia votar em todos (espontânea): 3%
  • Não sabe: 9%