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Eleições: sobe para 1.285 numero de urnas eletrônicas com defeito

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Por Felipe Pontes

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou, há pouco, para 1.285 o número de urnas eletrônicas que apresentaram defeito e precisaram ser substituídas em todo o país até as 16h. O número representa 0,025%  do total de urnas utilizadas no pleito deste ano. Uma cidade, Três Coroas, no Rio Grande do Sul, passou a adotar a votação manual, segundo informações do tribunal.

Os estados que tiveram maior número de urnas com defeito foram Minas Gerais (366), Rio de Janeiro (138), Pernambuco (134), São Paulo (115), Sergipe (60), Rio Grande do Sul  (57) e Tocantins (34).

A Justiça Eleitoral também registrou a prisão de dois candidatos: um em São Paulo, por propaganda eleitoral, que é proibida no dia da eleição; outro no Rio Grande do Sul, por fazer boca de urna. Ao todo 146 pessoas foram presas até o momento.

A votação se encerrou às 17h, conforme horário local de cada região. São 147.302.357 brasileiros aptos a escolher o presidente da República, os governadores de 26 estados e do Distrito Federal, 54 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais.

IMPORTÂNCIA DO SENADO | É preciso alguém que faça pelo DF

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As pessoas precisam saber sobre politica.  Senado não é oba oba. Nem omissão. Tem Ibope e Datafolha colocando Izalci Lucas (PSDB) como um do senadores do Distrito Federal. Se faz justiça. Izalci pode trocar da Câmara dos Deputados para o Senado.  A colocação seria importante, se a análise for em termos de contribuição para Brasilia.

Precisamos analisar. Temos a Leila, que representou muito bem o esporte do País. Cristovam, tenta a aposentadoria de 24 anos seguido no Senado. São gerações diferentes, mas não geram nada ao eleitor de Brasilia. Nem a População. O DF só perde. O eleitor só perde.

Uma comparação fácil, sem muito esforço, Brasilia tem como escolher pessoas novas e capacitadas. Izalci esta na Câmara entre os cinco melhores deputados do país. No Senado, Izalci pode defender mais os interesses do DF. Outra boa opção é Paulo Roque, do Novo.

A Leila do Volei foi uma aposta certa e errada do governador Rollermberg (PSB). Certa para para tentar ajudar a reeleição e a candidatura de Chico Leite (Rede), que seria a principal candidatura ao Senado de Rollemberg. Errado porque nem ajudou Rodrigo, nem Chico. Os dois estão morrendo na praia. E o Senado, além de Izaci, não deve ter muita contribuição,

O Distrito Federal tem a chance de eleger e colocar no Senado alguém preparado. E também colocar alguém despreparado que vai chegar la e não saber nem o que fazer. O eleitor precisa saber sobre política e saber quem colocar em cada lugar. Seja no GDF, no Senado ou nas Câmaras.

Está difícil errar mais, porque já erramos demais da conta.

O judiciário ficará de cócoras diante de Ibaneis Rocha?

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Com ódio e pelo medo

O advogado Ibaneis Rocha é daquelas pessoas que souberam ganhar muito dinheiro. Isto é fato. Na advocacia de atacado onde milita, foi muito mais um empresário do direito do que um formulador de teses, segundo comentam alguns colegas, que preferem que suas identidades não sejam reveladas. Ponto em comum em todos relatos das entrevistas realizadas com advogados de Brasília é de que Ibaneis é um animal político movido pelo ranço e pelo ódio daqueles que um dia ousaram discordar de suas práticas truculentas.

Pessoas mais próximas recordam que o grande sonho de Ibaneis era ser deputado federal pelo seu estado de origem, o Piauí, no entanto, no meio do sonho surgiu a chance de disputar e vencer a eleição pelo comando da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Brasília. E foi lá que Rocha abriu sua caixa de ferramentas para se mostrar um conquistador com apetite de Gengis Khan.

A histórica OAB-DF, de tantos serviços prestados à sociedade, se viu em segundo plano, diante da empreitada de Ibaneis para aparecer mais do que a Instituição. Relatos da época dão conta que até mesmo o importantíssimo Tribunal de Ética da Ordem, virou um puxadinho de seu gabinete, para que o então presidente Ibaneis pudesse pressionar seus coleguinhas a rezar sob sua cartilha.

Ibaneis, enquanto presidente da OAB-DF, não cansou de se infiltrar em temas de maior repercussão midiática, muito embora de menor importância para a sociedade. Negar a carteira de Advogado a nada mais nada menos do que o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, ao mesmo tempo em que premiava o já condenado José Dirceu com a mesma carteirinha, demonstrava um confusão mental que só se explicava pelo fato de que o PT comandava o País e o DF naquela oportunidade. E foi assim que o ambicioso Ibaneis abriu as portas para que as negociatas políticas invadissem a Casa onde tanto brilharam Esdras Dantas, Amauri Serralvo, Safe Carneiro, Maurício Correia e tantos outros advogados no sentido mais completo da profissão.

O encerramento de seu período como dirigente maior da OAB-DF, não o afastou do comando da instituição. Ibaneis elegeu seu sucessor, Juliano Costa Couto e agora pretende plantar Jaques Veloso na cadeira de presidente. Ibaneis tem se dividido entre a campanha ao GDF e a eleição da Ordem. Um pé em duas canoas, como se diz popularmente. Considerando que Ibaneis tem pautado sua trajetória de vida pública com ações que parecem saídas de um planejamento militarmente disciplinado, não seria inoportuno imaginar que Rocha, caso chegue ao Buriti, use sua OAB-DF como a polícia política comandada por Filinto Muller na era Getulista.

Chamado de autoritário, Ibaneis Rocha é um camaleão, na medida em que se traveste de democrata sob a égide do “novo” na política, entretanto, sua postura arrogante e por vezes transtornada, logo expõe a camuflagem de “bom rapaz”. Aliado do que já de pior passou pela vida pública do DF, tais como: Tadeu Filipelli, Benício Tavares, Júnior Brunelli e do obscuro candidato a vice da sua chapa, um tal de Paco Britto, Ibaneis vem derrapando nas curvas que preservam o bom senso, com frases de efeito que soam como ameaças no intuito de constranger o judiciário local, na medida que sempre deixa insinuar que detém privilégios nos corredores dos tribunais. Quase com uma Cigana, Ibaneis chegou a vaticinar a condenação de Fraga, que de fato ocorreu dois ou três dias depois.

Desafiador, Ibaneis passa por cima da legislação eleitoral e promete construir casas com dinheiro do próprio bolso numa das localidades mais pobres e carentes do DF, a vila 26 de Setembro na Estrutural. A retórica esperada de um tribuno deu lugar a mais escancarada promessa de compra de votos jamais vista em todos os tempos. Qualquer leigo em direito eleitoral pode classificar a verborragia demagógica utilizada como uma declaração de crime, ou na linguagem jurídica, o candidato é réu confesso e nada aconteceu com ele até agora.

Não bastasse tudo isso acima relatado, Rocha se mostrou um sujeito machista, cruel e desrespeitoso durante o último debate promovido pelo Correio Braziliense. Num ataque histérico, Ibaneis partiu para cima da candidata Eliana Pedrosa, que aterrorizada o ouviu chama-la de podre para depois dizer que ela deveria estar enterrada no cemitério. Atônita, Eliana, aos 65 anos de idade, mãe e avó, preferiu não responder para não expor a população Brasiliense a mais uma cena deplorável. O deputado Rogério Rosso deu uma aula de cavalheirismo e respeito, repudiando, com seu jeito sereno, o inadmissível tratamento que Ibaneis dispensou a Eliana Pedrosa.

Com o rei na barriga, como se diz no popular, Ibaneis desfila sua prepotência e arrogância até mesmo na hora em que contemporizar e compor são indicados. Em entrevista ao Portal Metrópoles o controvertido advogado, chama todos os outros candidatos para o “pau” (expressão digna dele mesmo) e disparou essa pérola da soberba: “Se quiserem se unir contra mim, vou ficar muito feliz”.

Amanhã, domingo, 07 de outubro de 2018, o Distrito Federal saberá se eleição se ganha apenas com dinheiro e bravatas.

Com a palavra o eleitor.

Imprensa nos EUA compara Bolsonaro a Trump

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Semelhanças vão do estilo ao uso das redes sociais

Por Leandra Felipe

A imprensa dos Estados Unidos dedicou o dia de hoje (6) à análise do momento político brasileiro na véspera da eleição presidencial. As edições dos principais jornais impressos e sites e veículos online destacam a tendência de crescimento da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, segundo as pesquisas de intenção de voto e o comparam ao presidente norte-americano Donald Trump.

Segundo o jornal The New York Times, o quase “desaparecimento de Bolsonaro do cenário político só aumentou sua liderança”. O jornal compara a campanha de Bolsonaro, que sofreu um atentado no dia 6 de setembro, passou por duas cirurgias e ficou três semanas internado, à fórmula que levou Trump à vitória em 2016, bem como à trajetória de líderes populistas de outros países.

A manchete diz que “Candidato da extrema direita Jair Bolsonaro amplia liderança na corrida presidencial do Brasil”.  Na reportagem, o jornal informa que, como “última tentativa”, os 13 candidatos presidenciais fizeram campanha pelo país em debates e comícios.

Na edição de ontem (5), o jornal The Washington Post apresentou Bolsonaro como uma “versão de Trump”, devido a seus “posicionamentos de extrema direita”. Além disso, destacou que a campanha do candidato se baseia em “ataques à imprensa tradicional e na criação de de ‘fatos alternativos’” na internet.

A rede ABC News dedicou reportagem especial, veiculada ontem, a Bolsonaro. Segundo a reportagem, nas eleições presidenciais, o “candidato à la Trump obtém voto entre as mulheres” e contextualizou com as matérias favoráveis e contrárias. De acordo com a rede, o candidato é “muitas vezes comparado” a Trump “por comentários sexistas que ele fez ao longo dos anos”.

A rede também compara Bolsonaro a Trump no amplo uso de redes sociais pelo candidato do PSL. Assim como Trump, Bolsonaro recorre às redes com frequência para lançar mensagens e vídeos.

CNJ recomenda que juízes não se manifestem sobre política nas eleições

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Por André Richter

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) emitiu hoje (5) uma recomendação para que todos os juízes brasileiros não emitam manifestações políticas nas redes socais, na imprensa e não participem de manifestações públicas durante as eleições.
A recomendação foi feita pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins. Segundo Martins, a recomendação tem o objetivo de resguardar a imagem da magistratura brasileira.

A proibição do envolvimento de magistrados com atividades políticas já está prevista na Lei Orgânica da Magistratura (Loman).

“O CNJ recomenda a todos os magistrados brasileiros, com exceção do Supremo Tribunal Federal, no exercício ou não da função eleitoral, que se abstenham de participar de manifestações públicas ou de emitir posições político-partidárias em redes sociais, entrevistas, artigos ou através de qualquer outro meio de comunicação de massa, de modo a afastar mácula à imagem de independência do Poder Judiciário brasileiro perante a sociedade, bem como para evitar influência sobre o livre exercício do voto consciente por parte dos cidadãos”, diz a norma.

Tirar selfie? Cola eleitoral? O que pode e não pode no dia da votação

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Por Karine Melo
Neste domingo (7), eleitores irão às urnas em todo o país para escolher os futuros governantes. Pela Lei Eleitoral, os eleitores precisam respeitar algumas regras nos locais e no dia da votação.

Uso de bandeiras e camisetas do candidato

O eleitor pode demonstrar a preferência por um candidato, desde que seja de maneira individual e silenciosa. São permitidas bandeiras sem mastro, broches ou adesivos no local de votação. Uso de camisetas foi liberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O eleitor poderá usar a camiseta com nome de seu candidato preferido, sem fazer propaganda eleitoral a favor dele. A camiseta não pode ser distribuída pelo candidato.

Cola eleitoral

O eleitor pode levar, em papel, os números dos candidatos anotados. A cola eleitoral (imprima aqui)  é permitida e recomendada pela Justiça Eleitoral, pois o eleitor irá votar para cinco cargos (deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente). Não é permitida a “cola” em celular na hora de votar.

Uso de celular e tirar selfie

Na cabine de votação, celulares, máquina fotográficas, filmadoras ou outro dispositivo eletrônico não são permitidos. Os equipamentos podem corromper o sigilo do voto, ou seja, não pode tirar selfie na hora da votação ou tirar foto do voto. O eleitor que baixou o e-Título vai apresentá-lo ao mesário e depositará o celular em uma mesa enquanto estiver na cabine de votação. Ao final, o aparelho será devolvido pelo mesário.

Acompanhante

O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança na hora de votar, mesmo que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.

Alto-falante e carreatas

Uso de alto-falantes, caixas de som, comícios e carreatas são proibidos.

Boca de urna

Tentar convencer um eleitor a votar ou não em um candidato é proibido. A propaganda de boca de urna também não é permitida. São consideradas boca de urna, por exemplo, a distribuição de panfletos e santinhos de candidatos, a aglomeração de pessoas usando roupas uniformizadas ou manifestações nas proximidades das zonas eleitorais.

Bebida alcoólica

A legislação eleitoral proíbe a venda de bebida alcoólica das 6h até as 18h no dia da eleição. No entanto, cabe a juízes e às Secretarias de Segurança Pública de cada unidade da Federação decidirem sobre a proibição da venda e do consumo nos estados ou até em cidades.

Confira qual é a ordem de votação na urna eletrônica

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Eleitores vão votar seis vezes neste domingo

Por Karine Melo

Neste domingo (7), os eleitores vão às urnas escolher o novo presidente do Brasil, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal. Também serão escolhidos os 1.059 deputados estaduais das assembleias legislativas e 24 deputados distritais, 513 deputados federais e dois terços, ou seja, 54 senadores (que ficarão os próximos oito anos no Congresso).

A ordem de votação sofreu uma pequena mudança este ano em relação ao pleito de 2014, quando o primeiro voto foi dado para o deputado estadual. A mudança decorre da Lei nº 12.976, de maio de 2014, que alterou o parágrafo 3º do artigo 59 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) .

Ordem de votação

O eleitor escolherá primeiro o deputado federal (quatro dígitos). Depois, será a vez de votar para um deputado estadual (cinco dígitos), dois senadores (três dígitos), um governador (dois dígitos) e, por fim, o presidente da República (dois dígitos).

Ao digitar os números, aparecerão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato. Se as informações estiverem corretas, aperte a tecla verde Confirma. Para o cargo de senador, o eleitor deve fazer a operação duas vezes.

A urna eletrônica também tem a tecla Corrige, que permite ao eleitor mudar o voto caso detecte algum erro.

A Justiça eleitoral disponibilizou um simulador de votação para o eleitor praticar e não se confundir no dia da votação.

Voto na legenda

Nos casos de deputado federal e estadual, o eleitor pode votar no partido, sem escolher um candidato específico. Neste caso, é preciso apertar dois dígitos (números do partido).  Antes da confirmação do voto, a urna apresentará a informação do respectivo partido e mensagem alertando ao eleitor que, se confirmado o voto, ele será computado para a legenda.

Voto nulo e em branco

Há opção de anular o voto, nesse caso, basta votar em um número inexistente – que não seja de nenhum candidato ou partido – e confirmar.

Para votos em branco, há uma tecla específica na urna eletrônica.

Os votos nulo e em branco não são considerados válidos, ou seja não entram na contagem para escolha de um candidato, são usados apenas para estatísticas.

Cola eleitoral

Para facilitar e dar agilidade à votação, a Justiça Eleitoral sugere que o eleitor leve para a cabine de votação a cola eleitoral, em papel, com os números dos seus candidatos. Celulares não são pemitidos na cabine de votação.

Para serem eleitos chefes do Poder Executivo já no primeiro turno, os candidatos a presidente e os governadores precisam receber mais da metade dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. Caso isso não aconteça, será realizado um segundo turno, em 28 de outubro, entre os dois que obtiverem maior votação.

Novos nomes, como Paula Belmonte, assustam os velhos tubarões da política

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2018, o ano da renovação política no Brasil. 7 em cada 10 brasileiros esperam uma mudança política em 2018

A renovação dos nomes da política no Brasil já esbarra, de cara, em um obstáculo: nem sempre há gente disposta a assumir os riscos de mirar um cargo eletivo. Entrar em um meio contaminado pela corrupção e por privilégios como é a política, e querer fazer a diferença precisa de disposição e coragem. Essa é o desejo da maioria esmagadora da população.
Na política do Distrito Federal, alguns novos nomes ousam quebrar esse círculo vicioso da política. Entre esses nomes está o da novata Paula Belmonte (PPS), candidata a deputada federal.

Para Paula Belmonte, a renovação será possível se o eleitor compreender a origem dos problemas. Trazer novos nomes e novos conhecimentos é o caminho possível para a mudança desse cenário de desolação e desencanto. “A falta de efetividade dos serviços públicos está totalmente ligada àqueles que estão se perpetuando há décadas no poder. É necessário promover a renovação na política para crescimento do país”, destaca Paula Belmonte.

Novata na política, Paula Belmonte está entre os quatro primeiros colocados em uma pesquisa feita pelo Instituto Exata Opinião Pública para intenções de votos para a Câmara dos Deputados. Entre deputados distritais, deputados federais e senador, Paula conseguiu ficar à frente de políticos profissionais e gente ligada à política há décadas.

A pesquisa foi realizada com 1279 entrevistados, e 9% dessas pessoas apoiam a candidata. Os três primeiros colocados são candidatos do PT, PRB e PR. Estreante na vida política, Paula Belmonte angariou apoio em diversos ramos da sociedade que se uniram em busca de sua vitória.

‘Novas embalagens’

Velhos políticos se apresentam em ‘novas embalagens’ ao eleitor. A lista é longa. Erika Kokay (PT), Tadeu Filippelli (MDB), Laerte Bessa (PR), Augusto Carvalho (Solidariedade), Edimar Pirineus (MDB), Hélio José (Pros) Maninha (PSol), Marcos Dantas (PSB), Maria Abadia (PSB), Dr. Charles (PHS).

São velhos políticos que se vestem de novo ou planejam fazê-lo. Criam, trocam ou apenas alteram o nome dos partidos políticos para se apresentar novos em folha ao eleitorado nas eleições de 2018.

A saga reformista, de velhos políticos que querem mostrar uma fantasia nova, arrasta a velharia política para confundir o eleitor e manter as velhas práticas e regalias.

Durante a campanha, Paula Belmonte deixou claro seu posicionamento contra as regalias para deputados e senadores. Além de um salário altíssimo, os políticos têm auxílio moradia, carro e celular funcionais, cota de passagens aéreas e inúmeros benefícios. Cada parlamentar possui ainda uma verba indenizatória que significa mais desperdício de dinheiro público.

“Vivemos em um país onde muitas pessoas sobrevivem com um salário mínimo. Não é justo que uma pequena parcela da sociedade seja privilegiada. Os gabinetes estão lotados de assessores, muitos deles sem função. Se cada deputado diminuísse o número de comissionados, a economia faria uma diferença enorme”, desabafa Paula Belmonte.

A se confirmar a eleição de Paula Belmonte, será um grande passo para renovação da bancada do Distrito Federal no Congresso Nacional. Outros nomes também surgem como opções para substituir os velhos políticos, como Anjuli (Psol), Adriana Faria (Rede), Janete Almeida (PRP), Mauro Rogério (PTB), Mirian Stein (PRTB), Paulo Fernando (Patriotas), e outros nomes que se somam a Paula Belmonte na corrente da renovação.

“Ao entrar na política, descobri que eu podia fazer planos e tinha força e coragem para realizá-los. E, desde então, trago comigo esse sentimento, essa certeza de que quando a gente quer, a gente pode. Brasília precisa de renovação e vamos fazer parte desse processo”, afirma Paula Belmonte.

Acaba o prazo para divulgação de propaganda eleitoral paga na imprensa

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Amanhã, será o último dia para propaganda eleitoral com alto-falantes

Por Karine Melo

Pelo calendário eleitoral, hoje (5), dois dias antes da eleição, é o último dia para a divulgação de propaganda eleitoral paga na imprensa escrita e reprodução na internet e jornal impresso. A regra está prevista no artigo 43 da Lei 9.504/1997.
Amanhã (6), véspera do pleito, é o último dia para a propaganda eleitoral com alto-falantes ou amplificadores de som, feita das 8 às 22 horas.

Também nesse dia, às 22 horas, acaba o prazo para a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhadas, carreatas, passeatas ou carros de som que transitem pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidato.

Rádio de TV

No rádio e na TV, ontem (4) foi último dia da propaganda eleitoral gratuita do primeiro turno das eleições.

A propaganda eleitoral começou no dia 16 de agosto e só será retomada, para o segundo turno, no dia 12 de outubro, primeira sexta-feira após o primeiro turno das eleições.

Comícios e debates no rádio e na TV também não poderão ocorrer.

As datas são fixadas pela Lei Eleitoral e foram alteradas em 2015. Antes da mudança, a propaganda eleitoral gratuita podia começar no dia 6 de julho, ou seja, 41 dias antes do prazo atual.

Ministério Público do Distrito Federal lança cartilha para as eleições

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) divulgou hoje (4) a cartilha digital Eleições 2018: ilícitos eleitorais, preparada para orientar os eleitores sobre as condutas no dia das eleições, tanto para o primeiro turno, no próximo domingo (7) como também no segundo, em 28 de outubro.

Com 13 páginas, a cartilha orienta sobre as proibições, como fazer propaganda por qualquer meio, quebrar sigilo de voto, promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais, bem como vender e comprar votos.

Nas páginas 11 e 12, há uma lista com os contatos das promotorias para o encaminhamento de denúncias e suspeitas de irregularidades. O cidadão poderá denunciar casos de transporte irregular de eleitores, compra de voto, coação, abuso de poder e propaganda eleitoral irregular.

Até a véspera da eleição, os eleitores também podem usar o aplicativo do MPDFT. Basta baixá-lo gratuitamente na Apple Store ou no Google Play. Ao acessar o ícone “Eleições 2018 Denuncie aqui”, o cidadão será direcionado para um formulário que permite a inclusão de anexos (fotos e vídeos). A denúncia pode ser feita de forma anônima.

No dia 7, domingo das eleições, o MPDFT receberá denúncias relacionadas a crimes eleitorais exclusivamente pelo Whatsapp. O número é (61) 99291 5943 e estará disponível das 7h30 às 18h30.