Início Site Página 2452

Veja sucessos e insucessos para a Câmara dos Deputados

0

 

Filho de Eduardo Campos é campeão de votos para deputado em Pernambuco

Por Agência Brasil

Com apenas 24 anos, João Campos (PSB), filho de Eduardo Campos – que governou
Pernambuco por dois mandatos e faleceu em 2014 -, enquanto concorria à Presidência da República pelo PSB, está em primeiro lugar na lista de deputados federais de Pernambuco. Ele obteve uma grande votação: 459.811 votos.
Outro membro da família Arraes, Marília Arraes (PT), obteve 192.628, e está em segundo lugar entre os mais votados. Os dois fazem parte da tradicional elite da política local. O bisavô do agora deputado eleito era o político Miguel Arraes, também governador do estado. Arraes combateu e foi perseguido pela ditadura militar, sendo responsável pela refundação do PSB após o período de abertura democrática.

Após a morte do pai, João Campos ganhou notoriedade no partido e no cenário local. Enquanto ainda cursava a faculdade de Engenharia, o neto da ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, assumiu em 2016 a chefia de gabinete do governo de Pernambuco, comandado por Paulo Câmara, governador reeleito, aliado de Campos. A vaga no Congresso conquistada hoje é o primeiro cargo eletivo disputado por João Campos.

Insucessos

Já o filho do senador e ex- presidente Fernando Collor, Fernando James Braz Collor de Mello, teve 16.152 e ficou em 17° lugar. Foi a primeira vez ele concorreu a um cargo em nível nacional. São apenas oito vagas para a Câmara dos Deputados em Alagoas.

Rio de Janeiro

Brasília - Cristiane Brasil dá sua mensagem na sessão plenária para eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados  (Wilson Dias/Agência Brasil)
Cristiane Brasil não conseguiu a reeleição – Arquivo/Wilson Dias/Agência Brasil

Os filhos de políticos presos pela Lava Jato no Rio de Janeiro não conseguiram um bom resultado na disputa pela Câmara. Danielle Cunha, filha de Eduardo Cunha, e Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, ambos candidatos do MDB, ficaram mal posicionados no ranking e não conseguiram se eleger. Leonardo Picciani, filho de Jorge Picciani, também não conseguiu voltar a Brasilia. O filho do prefeito Marcelo Crivella não se elegeu deputado federal. A filha do candidato cassado Anthony Garotinho, Clarissa Garotinho, obteve a reeleição. Seu irmão, Wladimir Garotinho, também estará na Câmara dos Deputados em 2019. 

Cristiane Brasil (PTB) perdeu a reeleição. Ela não pode assumir o Ministério do Trabalho por ter sido alvo de uma série de acusações. Ao contrário dos filhos do presidenciável, campeões de votos em São Paulo para a Câmara e no Rio de Janeiro para o Senado, a ex-mulher de Bolsonaro Cristina Bolsonaro (Pode) não conseguiu se eleger deputada.

Ainda no Rio, o PSOL enviará para a Câmara dos Deputados Marcelo Freixo, deputado estadual e ex-candidato à Prefeitura do Rio, que foi o segundo mais votado no estado: 342.491. Em primeiro lugar, está Hélio Fernando Barbosa Lopes, do PSL – partido do presidenciável Jair Bolsonaro – com 345.234.

Aécio e Gleisi

Dois senadores adversários, ambos envolvidos na Lava Jato, que optaram por tentar a Câmara, foram bem sucedidos: Aécio Neves (PSDB-MG), que recebeu mais de 50 milhões de votos para a Presidência em 2014, contabilizou agora modestos 106 mil votos. Já Gleisi Hoffmann (PT-PR) conquistou o dobro de Aécio, cerca de 212 mil.

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado durante debate se a CPI da Petrobras será exclusiva ou ampla. Na foto, a senadora Gleisi Hoffmann  (Valter Campanato/Agência Brasil)
Gleisi Hoffmann foi eleita deputada federal – Valter Campanato/Agência Brasil

 

Assim como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Gleisi Hoffmann optou por disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Ex-ministra da Casa Civil no governo Dilma Rousseff, um dos cargos mais importantes do governo, a senadora de 53 anos poderia se candidatar à reeleição este ano, mas nos últimos tempos viu a sua popularidade cair devido a denúncias de corrupção e à rejeição dos eleitores paranaenses ao PT.

Presidenta nacional do partido, ela assumiu a linha de frente da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba. Gleisi foi absolvida em junho deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF) dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em processo relativo à candidatura ao Senado em 2010, mas ela ainda é alvo de outras investigações.

Junto de Lula e outros ex-integrantes do ministério, ela foi denunciada no último dia 30 de abril, com base em delações premiadas de executivos da empreiteira Odebrecht. A acusação é de que a construtora teria fechado um acordo no qual seria beneficiada em troca de propina para a campanha de 2014. Criticando a atuação da Procuradoria-Geral da República, Gleisi e o PT negam as acusações. Ela diz que as denúncias não têm provas e foram obtidas a partir de delações “negociadas com criminosos” em busca de benefícios penais.

Assim como a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), Aécio Neves optou por disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Neto do ex-presidente eleito Tancredo Neves, Aécio foi governador de Minas Gerais por dois mandatos, depois de ocupar quatro mandatos seguidos como deputado, chegando a presidir a Câmara no início dos anos 2000.

Brasília - Senador Aécio Neves (PSDB-MG) fala à imprensa após o STF aceitar denúncia da PGR contra ele, pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça
Aécio Neves foi eleito deputado federal – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Em maio do ano passado, após virem a público gravações de conversas com o dono do grupo JBS, Joesley Batista, o capital político do ex-governador de Minas Gerais caiu bastante. Nos áudios, o parlamentar se refere a colegas do Congresso Nacional com palavras de baixo calão. A principal acusação é de que o tucano teria recebido R$ 2 milhões em propina de Joesley. O inquérito em que é acusado de corrupção e obstrução de Justiça já foi recebido pelo STF, que ainda não julgou o tema.

Alvo de outros inquéritos no Supremo, o parlamentar nega as acusações. Segundo ele, o repasse do dinheiro era fruto de um empréstimo para pagar seus advogados. Na época, Aécio era presidente nacional do PSDB e se afastou do cargo. Em outubro do ano passado, o Senado decidiu reverter a decisão da Primeira Turma do STF que determinava seu afastamento parlamentar e recolhimento domiciliar noturno.

Site de Relacionamento Sugar revela mais de 26 mil usuários no Distrito Federal

0

O estado está no Top 10 do ranking com mais usuários da plataforma

Na plataforma de relacionamentos Meu Patrocínio, com cerca de 700 mil usuários, os Sugar Daddies representam 78 mil cadastrados. Homens poderosos, ricos e bem-sucedidos, à procura jovens atraentes, inteligentes e ambiciosas (Sugar Babies) para uma relação com objetivos claros e expectativas alinhadas desde o início.

Para cada Daddy, cerca de sete Babies disponíveis. No Distrito Federal, os 4850 mil Daddies estão na faixa dos 43 anos e, com uma renda mensal de R$ 80 mil, têm um patrimônio médio de R$ 7,7 milhões. As Sugar Babies, por sua vez, totalizando 21.897 cadastradas, em sua maioria estudantes universitárias, têm entre 24 e 28 anos.

Como referência, em termos de regiões, a Sudeste lidera com 60,16% dos usuários, seguida pela região Sul (15,56%), Nordeste (10,85%), Centro-Oeste (10%) e Norte (3,43%).

No Meu Patrocínio, os Daddies investem até R$ 1.000,00 no programa de assinatura para ter acesso aos perfis das Babies cadastradas. Do ponto de vista das Sugar Babies, eles representam segurança, a figura de um provedor que garante os estudos, uma estabilidade financeira e a possibilidade de realização de sonhos. Mais experientes e honestos – características essenciais neste tipo de relacionamento -, os Daddies optam pela relação sugar em função da transparência e do alinhamento de expectativas.

Mostra cultural e artística inspirada no Egito Antigo e sua crença na eternidade é tema da exposição

0

Como parte dos eventos em comemoração dos 29 anos do Templo da Boa Vontade (TBV), em Brasília/DF, será inaugurada, no dia 6 de outubro (sábado), a Mostra Cultural e Artística “Os mortos não morrem!”, inspirada na tese homônima do diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), o jornalista e escritor José de Paiva Netto e também em seu artigo “Rasgar o véu de Ísis”.

A elaboração das peças também teve inspiração no Antigo Egito, a partir de uma série de figuras que explicam a crença fundamental dessa civilização, profundamente mística, de que a vida continua após o fenômeno da morte.

De acordo com a mitologia egípcia, a criatura, ao nascer, é envolta em um véu, o qual liga sua essência (a alma) à matéria (o corpo físico), possibilitando, assim, ao indivíduo alcançar a evolução. O remover desse véu significa a revelação da luz da eternidade da existência. Ao retratar, de forma simbólica, véus e portais, a mostra instiga nos visitantes reflexões a respeito da realidade da vida após a morte.

As obras que integram o evento abordam o assunto proposto de maneira crítica, fraterna e ecumênica e foram produzidas utilizando-se diversas modalidades artísticas, tais como pintura, escultura, gravura, colagem, fotografia, arte gráfica e poesia visual.

Tudo isso vem ao encontro do tema das festividades de aniversário do monumento: “Templo da Boa Vontade, 29 anos — Céu e Terra num só coração”.

Confirmado segundo turno entre Bolsonaro e Haddad

0

Com 96,06% das urnas apuradas, está confirmado o segundo turno entre os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Bolsonaro tem 46,66% dos votos válidos e não tem mais chance matemáticas de fechar com mais de 50% dos votos. Fernando Haddad (PT) está com 28,43%.

Em terceiro, está Ciro Gomes (PDT), com 12,52%. Ele é seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,82% e João Amoedo (Novo), com 2,57%. Os votos em branco somam 2,67% e os nulos, 6,11%. Até o momento, a abstenção registrada é 20,33%.

Eleições: Ronaldo Caiado é eleito governador de Goiás com 59,79%

0

Por Paulo Victor Chagas

O senador Ronaldo Caiado (DEM) venceu a disputa ao governo de Goiás, com 59,79% dos votos válidos. O candidato Daniel Vilela (MDB), que atualmente é deputado federal, ficou em segundo lugar, com 16,28% dos votos válidos.

Até agora foram apurados 94,92% das urnas. Os votos brancos somam 5,18% e os nulos, 11,38%. A abstenção está em 20,23%.Médico e empresário do agronegócio, Ronaldo Ramos Caiado tornou-se nacionalmente conhecido ao presidir, de 1986 a 1989, a União Democrática Ruralista, entidade criada para defender os interesses dos grandes produtores rurais.

Foi candidato a presidente da República em 1989, pelo PSD, apareceu na propaganda eleitoral montado num cavalo branco, mas fez menos de 1% dos votos. Já filiado ao PFL (hoje DEM), no ano seguinte, Caiado foi eleito deputado federal por Goiás.

Depois de cinco mandatos na Câmara dos Deputados, foi eleito senador. No Congresso, foi um dos principais líderes da bancada ruralista e marcou sua atuação pela defesa do agronegócio e pela forte oposição aos governos do PT.

Foi um dos principais articuladores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Esta foi a segunda vez que Caiado disputou o governo de Goiás. Na primeira, em 1994, ficou em terceiro lugar. Natural de Anápolis, 69 anos, é casado há 28 anos com Gracinha Caiado e tem quatro filhos.

Ibaneis e Rodrigo Rollemberg disputam 2° turno para governo do DF

0

 

Por Paulo Victor Chagas – Os candidatos Ibaneis (MDB) e Rodrigo Rollemberg (PSB) disputarão o segundo turno das eleições para o governo do Distrito Federal, no dia 28 de outubro. Com 99,87% das urnas apuradas, Ibaneis teve 41,97% dos votos válidos e Rollemberg, 13,94%.
O candidato Rogério Rosso (PSD) ficou em terceiro lugar, com 11,24%. Os votos brancos somam 3,94% e os nulos, 6,72%. A abstenção ficou em 18,73%.Estreante na política, o advogado Ibaneis Rocha Barros Junior foi presidente da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil entre 2013 e 2015. Atualmente, ele é membro do Conselho Federal da OAB-DF. Nascido na capital federal, o emedebista tem pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho e Processo Civil. Ibaneis é dono do próprio escritório de advocacia, em Brasília.

O candidato foi responsável por uma das surpresas eleitorais ao longo das últimas semanas, subindo de quinto colocado nas pesquisas de intenção de voto para primeiro colocado. Entre 2007 e 2010, ele foi secretário-geral da Comissão Nacional de Prerrogativas do Conselho Federal da OAB. Ibaneis é pai de três filhos e tem 47 anos.

O atual governador Rodrigo Rollemberg é formado em História e iniciou sua carreira política ainda no movimento estudantil. Membro do PSB desde 1985, foi deputado distrital por dois mandatos, deputado federal entre 2007 e 2010, quando foi eleito senador. Em 2014, deixou o Senado para se candidatar ao governo do DF, vencendo no segundo turno.

Pai de três filhos, Rollemberg tem 59 anos. Entre 2004 e 2006, foi secretário de Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Leila do Vôlei e Izalci são eleitos senadores pelo Distrito Federal

0

Por Paulo Victor Chagas

A candidata Leila do Vôlei (PSB) e o candidato Izalci (PSD) foram eleitos para o Senado pelo Distrito Federal, com 17,76% e 15,33% dos votos válidos, respectivamente.
Cristóvam Buarque (PPS), que disputava a reeleição, ficou em terceiro lugar, com 12,08% dos votos válidos.Até agora foram apurados 93,54% das urnas. Os votos brancos somam 19,22% e os nulos, 23,85%. A abstenção está em 18,68%.

A jogadora de vôlei Leila ficou nacionalmente conhecida na década de 1990, quando defendeu a seleção brasileira em inúmeros campeonatos internacionais. Medalhista olímpica em 1996 e 2000, a senadora recém-eleita terminou a carreira atuando no vôlei de praia entre 2001 e 2003.

Em 2014, ela foi candidata a deputada distrital pelo PRB, ficando na primeira suplência. Na nova gestão do governo do Distrito Federal, ela foi convidada e assumiu a secretaria de Esporte e Lazer, comandando a pasta até o início deste ano. Leila Gomes de Barros tem 47 anos e é mãe de um filho.

Já o deputado Izalci Lucas conquista sua primeira eleição para o Senado Federal depois de três mandatos consecutivos na Câmara Legislativa, iniciando o primeiro deles como suplente. Em 2008, assumiu a secretaria de Ciência e Tecnoloia do Distrito Federal.

Contador e professor, nascido em Araújos (MG), ele tem 62 anos. Entre 2003 e 2006, foi deputado distrital pelo PFL, partido que ocupou durante sete anos, antes de retornar ao PSDB em 2008. Entre 2009 e 2012, foi filiado ao PR, voltando novamente ao partido tucano há quatro anos.

Com 90,89% das urnas apuradas no DF, Ibaneis lidera disputa ao governo

0

 

Com 90,89% das urnas apuradas, o candidato ao governo do Distrito Federal pelo MDB, Ibaneis, lidera a disputa pelo governo do Distrito Federal, com 42,02% dos votos válidos.

Rodrigo Rollemberg (PSB) aparece com 13,97% e Rogério Rosso (PSD), com 11,26%.

Os votos brancos somam 3,94% e os nulos, 6,72%. Até o momento, a abstenção registrada é 18,67%.

Eleição no DF tem derramamento de santinhos em locais de votação

0

Por Andreia Verdélio

O dia de votação ocorreu com tranquilidade no Distrito Federal, segundo a presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Carmelita Brasil. Entretanto, ela lamenta o “derramamento” de santinhos que foi registrado em todos os pontos de votação da capital federal. “O TRE teve uma preocupação corretíssima de trabalharmos o sentido pedagógico de evitar a propagando irregular, e até então eles [candidatos] haviam cumprido a legislação, e hoje fomos surpreendidos por essa derrama de santinhos que acabaram nas ruas de Brasília”, disse.

De acordo com Carmelita, as providências já estão sendo tomadas para punir aqueles que descumpriram a lei eleitoral, mas com sanções que não devem chegar à perda de mandato.

Menos de 20 ocorrências foram registradas durante a votação, todas de menor gravidade. A presidente do TRE-DF disse que o registro de maior gravidade foi a prisão do candidato a deputado distrital Gilberto Camargos, do PROS, que foi detido por boca de urna. “O restante foram situações de confusão e até indisciplina de eleitor que, pelo zelo dos envolvidos no trabalho, acabam sendo comunicados à Justiça Eleitoral”, disse.

Mais de 30 mil pessoas trabalharam durante o pleito de hoje. As filas que possam ter ocorrido nas sessões, segundo Carmelita, se devem ao próprio sistema de votação, já que pode ter havido demora no reconhecimento das digitais do eleitor. Cerca de seis (menos de 0,1%) urnas eletrônicas do DF precisaram ser substituídas por outros equipamentos.

Carmelita afirmou ainda que dois grupos distintos supervisaram as eleições no Distrito Federal, a missão da Organização dos Estados Americanos (OEA) e o grupo de juristas do Cone Sul, que estão em Brasília para participar de um congresso de direito eleitoral.

Denúncia

Carmelita também comentou sobre um vídeo que circula nas redes sociais, no qual dois policiais militares do DF, em frente à superintendência da Polícia Federal (PF), informam que um responsável do TRE-DF acionou a polícia após verificar erro na transmissão de dados da urna eletrônica. De acordo com ela, o servidor, que está sendo ouvido pela PF, já havia trabalhado em outras eleições, mas em nenhuma delas havia participado da transmissão dos dados. “E parece que ele não soube conferir a zerésima de transmissão”, disse.

A zerésima de votação é emitida em cada urna eletrônica cerca de uma hora antes da votação e comprova que cada urna usada no pleito tem zero voto e conta com registro de todos os candidatos em disputa. De acordo com Carmelita, além da zerésima de votação, existe a zerésima de transmissão que é emitida durante a votação, para garantir que não haja erros durante a transmissão de dados para a apuração.

A presidente do TRE-DF criticou a postura dos policiais. “Vê-se que a maneira como os policias deram a notícia foi irresponsável e sem conhecer o sistema da Justiça Eleitoral, por isso o tanto mal estar que esse vídeo causou”, disse, explicando que um técnico do tribunal já foi para o local de votação verificar o problema que pode ter ocorrido na emissão da zerésima de transmissão.

Jornalistas estrangeiros tentam entender as eleições no Brasil

0

O complexo processo eleitoral brasileiro e as eventuais surpresas nos resultados chamam a atenção da imprensa internacional. Os olhos estão voltados para o Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro – centros político, econômico, turístico e cultural do país. Apenas na capital federal 760 jornalistas se credenciaram para acompanhar as apurações, dos quais 25 são estrangeiros.

Não é simples para os estrangeiros compreender como 147,3 milhões de eleitores votam eletronicamente para escolher presidente da República, governador, dois senadores, um deputado federal e um estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.

Paralelamente, os jornalistas estrangeiros tentam compreender o perfil e o estilo daqueles apontados como prováveis eleitos. Apesar de o foco ser a disputa para o Palácio do Planalto, chamam a atenção candidatos que disputaram e chegaram a ocupar a Presidência da República, no passado, e agora tentam o Legislativo.

Na imprensa internacional o destaque é para a polarização das eleições presidenciais, ressaltando o que as pesquisas de intenções de votos mostraram nos últimos dias indicando os candidatos Jair Bolsonaro (PSL), na liderança, seguido por Fernando Haddad (PT), depois Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB).