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MPF oferece 27 denúncias à Justiça por fraudes na lei Rouanet

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Por Elaine Patricia Cruz

Segundo o MPF, os recursos deduzidos de impostos de grandes empresas patrocinadoras, em vez de se destinarem a finalidades culturais, foram aplicados fraudulentamente pelo grupo Bellini Cultural em eventos e publicações corporativas privadas. O dinheiro desviado chegou a ser usado até mesmo no pagamento de gastos com o casamento de um dos filhos do dono do grupo.

De acordo com o Ministério Público, as irregularidades eram praticadas com o conhecimento e a concordância das companhias envolvidas.

As fraudes dividiam-se em cinco modalidades: superfaturamento, elaboração de serviços e produtos fictícios, duplicação de projetos, uso de terceiros como proponentes e contrapartidas ilícitas às empresas patrocinadoras.

O dono da empresa e os filhos, os funcionários da empresa e os responsáveis pelos projetos em cada uma das empresas patrocinadoras envolvidas já tinham sido denunciados. Desta vez, foram denunciados os diretores de 27 empresas e instituições patrocinadoras.

Eles são acusados dos crimes de estelionato contra a União e associação criminosa ou quadrilha ou bando.

A Agência Brasil não conseguiu contato com o grupo Bellini Cultural.

Rollemberg se diz ‘vitorioso’ apesar de derrota nas urnas, mas reconhece ‘alívio’ ao terminar mandato

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Por Gabriel Luiz, G1 DF

Rollemberg se diz vitorioso apesar de derrota nas urnas, mas reconhece 'alívio' ao termina

Mesmo com a derrota nas urnas nestas eleições, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) disse em entrevista ao G1 nesta sexta-feira (14) que se considera “vitorioso”. Ainda assim, afirmou que sente “um certo alívio” por sair do cargo, pela demanda atrelada à função.

“Eu me sinto vitorioso. Apesar de ter perdido a eleição, tenho muita consciência de que cumpri o meu dever”, declarou o governador, que encerra os quatro anos de mandato para entregar o cargo ao próximo ocupante do Palácio do Buriti, Ibaneis Rocha (MDB) – a quem desejou “muito sucesso”.

“Nesse momento, meu sentimento é de certo alívio. De profunda gratidão à população de Brasília. Agora, um alívio porque a responsabilidade de governar essa cidade especialmente num momento de muita dificuldade e de crise econômica é muito grande.”

Rollemberg assumiu ter tomado decisões impopulares, como a não concessão de reajuste a servidores e a implementação do racionamento. Ainda assim, garantiu que repetiria todas elas. “Se eu não tivesse tomado essas medidas, teria levado Brasília ao caos, e o impacto político negativo seria infinitamente maior.”

Arrependimento

Por outro lado, o governador reconheceu ter errado na forma de cuidar das administrações regionais. Mesmo tendo prometido durante a campanha que iria criar eleições para administrador, disse que deixou deputados distritais interferir demais nas indicações, sugerindo até pessoas que não estavam alinhadas com o governo.

Para ele, não foi possível tirar do papel essas eleições nas administrações porque sujeitava isso a uma maioria de concursados nesses órgãos – em vez de servidores comissionados. Porém, a restrição da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) impediu novos concursos durante a gestão, declarou.

Orçamento

O governador comentou também a Lei do Orçamento, que deve ser votada ainda nesta sexta na Câmara Legislativa. O projeto, já aprovado em primeiro turno, recebeu uma série de emendas – como uma que prevê redução do IPVA de 3,5% para 3% para carros, e de 2,5% para 2% para motos.

Segundo o autor do projeto, Rodrigo Delmasso (PRB), a estimativa é de que o GDF abra mão de R$ 37 milhões em arrecadação de impostos. Para Rollemberg, no entanto, o número é muito maior. “São R$ 150 milhões de arrecadação que [o governo] está abrindo mão”, estima o governador.

Mesmo sendo aprovado em votação final nesta sexta, o Orçamento ainda pode ser vetado pelo governador caso considere que algo cria despesa extra para o GDF. Como a sessão é a última desta legislatura, os possíveis vetos de Rollemberg só serão analisados pelos futuros deputados distritais.

Fux determina prisão de Battisti; decisão pode facilitar extradição

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Por André Richter

A decisão de Fux poderá facilitar a decisão do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de extraditar Battisti para a Itália. No mês passado, Bolsonaro disse que fará “tudo o que for legal” para extraditá-lo.

Battisti foi condenado na Itália por quatro homicídios, cometidos quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. Ele chegou ao Brasil em 2004, onde foi preso três anos depois.

O governo italiano pediu a extradição de Battisti, aceita pelo STF. Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil, e o ato foi confirmado pelo STF.

Recentemente, a extradição de Battisti voltou a ser cogitada. Em novembro, após a divulgação de notícias sobre a possibilidade de se confirmar a extradição no futuro governo, Battisti reafirmou que confia nas instituições democráticas do Brasil e negou que tenha intenção de fugir de São Paulo, onde vive.

Em outubro do ano passado, o italiano foi preso na cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com a Bolívia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele tentou sair do país com cerca de R$ 25 mil em moeda estrangeira. Valores superiores a R$ 10 mil têm que ser declarados às autoridades competentes, sob pena de enquadramento em crime de evasão de divisas. Após a prisão, Battisti teve a detenção substituída por medidas cautelares.

Fugas

Cesare Battisti, de 63 anos, condenado na Itália por homicídios, vive em São Paulo. Ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas, ele foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios na década de 1970, dos quais se declara inocente.

Ele passou 30 anos como fugitivo entre o México e a França e, em 2004, veio para o Brasil, onde permaneceu escondido durante três anos, até ser detido em 2007.

Em 2009, o STF autorizou a extradição em uma decisão não vinculativa que dava a palavra final ao então presidente Lula, que a rejeitou em 2010, no último dia do segundo mandato.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sinalizou que pretende extraditar o italiano.

PGR

Em novembro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo que dê preferência ao julgamento do processo que trata da possível extradição de Battisti. Para a procuradora, a prisão é necessária para evitar o risco de fuga de Battisti e assegurar a extradição.

“Revela-se não apenas necessário, mas premente e indispensável a custódia cautelar, seja para evitar o risco de fuga, seja para assegurar eventual e futura entrega do extraditando à Itália, adimplindo, desse modo, com os compromissos de cooperação internacional assumidos pelo Brasil, nos termos do Tratado Bilateral firmado entre os países interessados”, argumentou a procuradora.

Raquel Dodge também sustentou que a decisão do ex-presidente Lula pode ser revista. No entendimento da procuradora, a entrega de estrangeiros é tarefa exclusiva e discricionária do presidente da República e não pode sofrer interferência do Judiciário.

No ano passado, em meio a informações de que o presidente Michel Temer teria aberto um processo administrativo para possível revisão da negativa de extradição de Battisti, a defesa dele entrou com pedido no STF para que fosse afirmada a impossibilidade de revisão da decisão.

Conselheira Anilcéia Machado é reconduzida ao cargo de presidente do TCDF

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Na sessão ordinária desta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2018, foi realizada a eleição para a gestão do Tribunal de Contas do Distrito Federal no biênio 2019/2020. A presidente do TCDF, Conselheira Anilcéia Machado, foi reconduzida ao cargo. Ela vai gerir a Corte ao lado do Conselheiro Márcio Michel, eleito vice-presidente. O conselheiro Inácio Magalhães Filho, que atua como corregedor do Tribunal desde 2017, também foi reeleito para o cargo.

Entre os desafios para o próximo biênio, a presidente reeleita apontou a necessidade de investimento em Tecnologia da Informação, com a criação de uma fábrica de softwares que permitirá ao TCDF usufruir de sistemas mais robustos e capazes de atender à demanda da Corte. Ela também destacou o fortalecimento do Laboratório de Inovação, um projeto que visa a buscar soluções para dar mais agilidade aos processos e ao trabalho de fiscalização desenvolvido pelo Tribunal.

Atribuições – Além de dirigir o TCDF e representá-lo em atos públicos e solenidades, o presidente é o responsável por velar pelas prerrogativas do Tribunal. Ele conduz as sessões plenárias e profere voto de desempate em processos. Também participa e tem direito a voto na apreciação de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público naquilo que se refere a matérias de competência do Tribunal.

O vice-presidente substitui o presidente em suas ausências e impedimentos por motivo de licença, férias ou outro afastamento legal; supervisiona a edição da Revista Técnica do Tribunal e os enunciados da Súmula de Jurisprudência; e colabora com o presidente na coordenação e supervisão das atividades de controle externo e, quando solicitado, no exercício de suas demais funções.

São atribuições do corregedor, entre outras: instaurar sindicâncias e processos administrativos para apurar falta grave ou invalidez de servidor do Tribunal; receber e processar reclamações contra os membros do Plenário e os servidores do Tribunal; auxiliar o presidente, nas funções de fiscalização e supervisão da ordem e da disciplina do Tribunal e de seus Serviços Auxiliares, propondo providências para acabar com irregularidades porventura constatadas; e, ainda, propor ao presidente a adoção de medidas para o aperfeiçoamento do controle sobre o andamento dos processos, a fim de evitar excesso injustificado de prazos ou a excessiva duração do processo.

Após denúncias contra João de Deus, centro espírita cogita recesso

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Pedido de prisão preventiva mudou rotina de cidade goiana

Por Alex Rodrigues

Ônibus de excursão com fiéis continuam chegando à pequena cidade de cerca de 12 mil habitantes, dividida pela BR-060, que liga Brasília a Goiânia. O número de pessoas, contudo, é inferior ao habitual. Comerciantes evitam falar com a imprensa, mas alguns lamentam as desistências de reservas e a queda no movimento.

Pelo segundo dia consecutivo, o médium não prestou atendimento e aconselhamento espiritual. Ontem, ele chegou a passar pelo centro, mas permaneceu no local por menos de dez minutos. Após um rápido pronunciamento a seus seguidores, no qual disse ser inocente e afirmou estar à disposição da Justiça, ele deixou o centro em meio a um grande tumulto. Nenhum dos assessores mais próximos confirma o paradeiro do médium e o advogado não atende o telefone.

No site, a Casa Dom Inácio mantém a agenda habitual até o fim do mês, com a previsão de atendimento todas as quartas, quintas e sextas-feiras. No entanto, administradores do centro espírita já cogitam a possibilidade de interromper as atividades temporariamente, concedendo férias a parte dos 40 funcionários – número que inclui também os trabalhadores da chamada Casa da Sopa, que funciona em um casarão do centro da cidade e onde são servidas refeições para os fieis e para a população em geral, além de oferecidos serviços assistenciais.

Movimentação na Casa de Dom Inácio, onde o médium João de Deus realiza atendimentos e cirurgias espirituais.
Movimentação na Casa de Dom Inácio, onde o médium João de Deus realiza atendimentos e cirurgias espirituais. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Diante da turbulência, eu aconselharia a fazermos um recesso”, disse à Agência Brasil um dos principais gestores da casa, Francisco Lobo. “É uma forma de amenizarmos um pouco a situação e evitarmos que as pessoas se desloquem de tão longe, onerando-as”, acrescentou Lobo, garantindo que curtos recessos costumam ser adotados anualmente, ou em setembro, ou em dezembro. “Esta semana, estamos atendendo como já fazíamos. Quando o João não está [em Abadiânia] nós fazemos isso, mantendo esse padrão [de atendimento].”

Lobo admite que a frequência à casa esta semana está menor que de costume – mesmo levando em conta que, em dezembro, habitualmente, o movimento cai em comparação ao resto do ano. “O fluxo, hoje, é o mesmo de ontem. Cerca de 1,2 mil pessoas passaram por aqui”, acrescentou o gestor, explicando que o número de atendimentos semanais em outros períodos gira entre 3 a 5 mil pessoas.

“Claro que há uma redução diante dos fatos. As pessoas vêm aqui para ser atendidas pelo João. Quando ele não está, elas também são atendidas, mas elas vêm principalmente para ver e ser atendidas pelo João”, destacou.

Ao contrário desta quarta-feira, quando o médium fez sua primeira aparição pública desde que o programa Conversa com Bial, da TV Globo, trouxe a público as primeiras denúncias de abuso sexual, a Casa Dom Inácio vetou o acesso de cinegrafistas e fotógrafos alegando preservar a imagem dos frequentadores. Pelas ruas, poucos moradores aceitam comentar as acusações e o pedido de prisão contra João de Deus, que há 42 anos se instalou na cidade transformando seu centro no principal atrativo e gerador de renda do município.

Em parceria com o Museu Nacional, Google Arts & Culture disponibiliza tour virtual e coleções digitais do acervo da instituição

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Plataforma oferece passeio virtual de 360 graus por salas do prédio histórico e oito exposições com peças digitalizadas antes do incêndio

O Museu Nacional e o Google Arts & Culture, com o apoio da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Ministério da Educação, lançam nesta quinta-feira (13) um tour e oito exposições virtuais com imagens de 164 peças atingidas durante o incêndio do dia 2 de setembro. Entre os artefatos disponíveis em g.co/museunacionalbrasil, destacam-se relíquias históricas como o crânio de Luzia, o mais antigo remanescente humano das Américas, a famosa réplica de Titanossauro e o Meteorito de Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, pesando 5.260 kg.

Além das mostras, a plataforma traz um passeio virtual inédito por dentro do museu com imagens em 360 graus captadas em 2017, por meio do Museum View. Com a ferramenta, é possível mergulhar pelas salas do prédio histórico, além de ver, em detalhes, as peças que ficavam em exposição. Esse tour pode ser guiado com narração em português, inglês e espanhol e também assistido em modo imersivo com o uso de um cardboard ou outros visores de realidade virtual.

A  parceria entre o Google e o Museu Nacional começou em 2016. Desde então, a instituição vem organizando e catalogando o acervo na plataforma. Parte da missão do Google Arts & Culture é trabalhar com o setor cultural e desenvolver novas formas para pessoas de todo o mundo descobrirem e se envolverem com arte e cultura. Hoje, mais de 50 instituições culturais parceiras utilizam a ferramenta no Brasil, entre eles o MASP, Museu do Amanhã, Pinacoteca de São Paulo,MAM-Rio e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

A experiência do Google Arts & Culture, disponível em site e aplicativo, permite que qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, possa conhecer e aprender sobre as coleções perdidas de forma gratuita. “Usar a tecnologia para disponibilizar obras e acervos de arte no mundo virtual é essencial para preservar a herança do mundo e democratizar o acesso à arte”, diz Chance Coughenour, gerente global de preservação histórica do Google Arts & Culture. “Mesmo que as imagens não possam substituir o que foi perdido, elas oferecem uma maneira de lembrar as grandes peças do museu”, completa.

As coleções do Museu Nacional também podem ser descobertas a partir do Google Assistente. Agora, quando o usuário conversar com o assistente inteligente do Google sobre museus, história e até mesmo dinossauros, ele será levado para essa experiência imersiva pelo acervo. Para começar, é só dizer: “Ok Google, você gosta de dinossauro?”.

Confira alguns dos destaques das exposições: 

  • Luzia, o mais antigo esqueleto humano encontrado nas Américas, com aproximadamente 11.500 anos de idade.
  • meteorito do Bendegó, um dos maiores do mundo, foi descoberto por um menino à procura de uma vaca perdida em 1784.
  • Gato mumificado do Egito Antigo, uma oferenda à deusa Bastet.
  • Réplica do esqueleto do Titanossauro, cujos ossos originais foram descobertos perto de São Paulo na década de 1950.
  • Vaso Marajoara, sociedade pré-colombiana.
  • Máscaras indígenas do povo Awetí, Waurá e Mehináku.

O que é o Google Arts & Culture?

O Google Arts & Culture, disponível em site e aplicativo (iOS e  Android), tem parceria com mais de 1800 instituições culturais de 70 países, que disponibilizam seus trabalhos ao alcance global. São mais de 6 milhões de fotos, vídeos, manuscritos e outros documentos de arte, cultura e história, representados por mais de 7.000 exposições digitais em toda a plataforma.

CNI/Ibope: para 75% dos brasileiros, Bolsonaro está no caminho certo

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Para 14%, o presidente eleito está no caminho errado; 11% não sabem

Por Paula Laboissière

Pesquisa CNI-Ibope divulgada hoje (13) mostra que 75% dos brasileiros – três em cada quatro – acreditam que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e sua equipe estão no caminho certo em relação às decisões tomadas até o momento. De acordo com o estudo, 14% acham que Bolsonaro está no caminho errado e 11% não sabem ou não responderam à pergunta.

Os números mostram que, quanto maior a renda familiar, maior o percentual dos que acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. O índice é de 70% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo e chega a 82% entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos.

Entre os brasileiros ouvidos, 64% têm expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom.

Prioridades

Para 41% e 40% dos entrevistados, respectivamente, melhorar os serviços de saúde e promover geração de empregos devem ser as prioridades do governo para 2019. Em seguida, aparecem combater a corrupção e combater a violência e a criminalidade, ambos com 36%, e melhorar a qualidade da educação, apontada por 33%.

Melhorias

O levantamento mostra que dois em cada três brasileiros acreditam que a situação econômica do país vai melhorar em 2019, enquanto parcela similar espera que a própria vida vai melhorar ou melhorar muito no próximo ano.

Cerca de quatro em cada dez brasileiros (43%) acreditam que a segurança pública está entre os principais problemas que vão melhorar no primeiro ano de governo do presidente eleito. Em seguida, aparecem a corrupção (37%) e o desemprego (36%).

Equipe de governo

A pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros ouvidos aprova as indicações para compor a equipe de Bolsonaro, bem como as medidas que vêm sendo anunciadas pela equipe.

Entre os entrevistados, 80% se dizem pelo menos um pouco informados sobre as indicações do presidente eleito para os cargos de primeiro escalão do governo – ministros e colaboradores da equipe de transição. Desses, 55% consideram as indicações adequadas ou muito adequadas.

Pouco mais de oito em cada dez se dizem informados, em alguma profundidade, sobre as propostas já anunciadas pelo presidente eleito. Entre eles, 75% afirmam aprovar de forma geral as propostas. O percentual de aprovação cresce de acordo com o grau de informação que o entrevistado diz ter sobre o novo governo.

A pesquisa foi feita entre 29 de novembro e 2 de dezembro e ouviu 2 mil eleitores de 127 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

Livro Vida de Síndico retrata a realidade de gerenciar um condomínio

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A obra foi escrita pelo Dr. Condomínio, Aldo Junior, e está disponível nas livrarias de todo o país. 

Lançado em agosto deste ano na Bienal do Livro, em São Paulo, e, em Brasília, durante o Ciclo de palestras Condominiais ocorrido em novembro, o livro Vida de Síndico”, publicado pela All Print Editora, retrata as emoções vivenciadas na gestão de um condomínio. Trata-se de uma obra inédita, que teve a intenção de retratar a realidade vivida por síndicos ou profissionais da área. O volume está disponível nas livrarias de todo o país.

Para o autor da obra, o Dr. Condomínio, Aldo Junior, o livro foi pensado como uma forma de retratar a prática do trabalho do gestor condominial. “Quando pensei em escrever a obra, minha intenção era ajudar os profissionais a entenderem os principais dilemas do trabalho e, principalmente, fornecer soluções possíveis para os problemas mais corriqueiros para quem administra um prédio, por exemplo”.

Dentre os temas trabalhados no livro estão os mais clássicos, como: regras de segurança para crianças, presença de animais, segurança do local e barulho. Há, ainda, outros assuntos que o Dr. Condomínio também aborda na obra, como: direitos e deveres do síndico, regras para se fazer uma assembleias e cobrança de taxas extras.

Sobre Dr. Condomínio – O Dr. Condomínio, Aldo Junior, é diretor-geral da JR Office Assessoria Condominial e se tornou conhecido pela vasta experiência em gestão condominial, palestrante renomado sobre temas condominiais em todo o País. Ele estudou Direito, é contabilista, consultor condominial há 30 anos, coordenador-geral e promotor de grandes eventos nacionais como a Unasíndico e o ciclo de palestras condominiais. Ele também é colunista da Franquia Nacional do Jornal do Síndico em 23 estados, dos portais Síndiconet e Universo Condomínio. Em Brasília, Aldo é editor-geral da Folha do Síndico DF.

Sobre a JR Office – A JR Office Assessoria Condominial com sua inteligência em serviços condominiais foi fundada em 1988, em Brasília, e tem 29 anos de experiência exclusivamente na área condominial. O grupo, que tem sede no SIA Trecho 4 e filial em Águas Claras, atende tanto condomínios residenciais, comerciais e abrange dois pilares de sustentação da administração condominial: transparência na prestação de contas e eficiência na cobrança.

Serviço

LIVRO VIDA DE SÍNDICO RETRATA A REALIDADE DE GERENCIAR UM CONDOMÍNIO

Canal do dr. Condomínio, no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCLBt4K7oZt0WypW2ttkcxyA

Site: http://www.jroffice.com.br

Escritórios de advocacia poderão funcionar legalmente nos Lagos Sul e Norte

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De acordo com o deputado Raimundo Ribeiro, esta Lei reconhece a grandeza da advocacia com suas prerrogativas de inviolabilidade e acima de tudo, do seu papel social.

A Câmara Legislativa aprovou, na tarde de ontem (11), a Lei de Uso e Ocupação do Solo – LUOS, (PLC 132/2017).

Um dos principais itens do projeto, a emenda de autoria do deputado Raimundo Ribeiro, que autoriza o funcionamento dos escritórios de advocacia em áreas residenciais nos Lagos Sul e Norte, também foi aprovada. Com isso, a advocacia do DF teve uma grande vitória.

“Estamos há anos lutando por esta conquista. Enfrentamos várias batalhas, mas, conseguimos lograr êxito no dia de hoje”, destacou o parlamentar.

De acordo com Ribeiro, esta Lei reconhece a grandeza da advocacia com suas prerrogativas de inviolabilidade e acima de tudo, do seu papel social.

“É muito gratificante ter feito parte desta conquista. Quero parabenizar todos os advogados que estiveram conosco nesta caminhada e, acima de tudo, agradecer a confiança que sempre tiveram em meu trabalho”, finalizou o distrital.

O advogado Dr. Antonio Rezende, parabenizou Raimundo Ribeiro pela iniciativa ao ter apresentado a emenda, e destacou a relevância de seu trabalho frente a advocacia. De acordo com ele, esta é uma reivindicação de diversos escritórios que atualmente funcionam em imóveis residenciais nos Lagos Sul e Norte, em atividade que não trás transtornos à comunidade, apenas facilita o acesso à justiça para toda coletividade do Distrito Federal.

A votação contou com a presença de autoridades e representantes da advocacia , entre elas, o presidente da OAB/DF, Juliano Costa Couto.

Governadores querem participar da formulação de medidas para segurança

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“Não adianta vir com fórmula pronta, sem ouvir os governadores, porque somos nós que vamos implementar a política de segurança pública”, disse o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

O Fórum de Governadores, reunido hoje (12) em Brasília, aprovou um documento entregue ao futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, com seis medidas para a segurança pública, focadas na proteção das fronteiras e na restruturação do sistema penitenciário. Os governadores sugeriram a Moro que os projetos do governo federal nesta área sejam debatidos com os governadores, uma vez que serão eles os responsáveis pela execução das ações.

“Não adianta vir com fórmula pronta, sem ouvir os governadores, porque somos nós que vamos implementar a política de segurança pública”, disse o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

No encontro, os governadores sugeriram que Moro se reúna com os secretários estaduais de Segurança Pública, na segunda quinzena de janeiro, para debater as medidas. “Quem faz a implementação das medidas são os governadores, então terá de passar antes por nós para discutir. Quem tem voto no Congresso são as bancadas dos estados. Então vamos ter de discutir com as bancadas para tentar aprovar as medidas”, argumentou Ibaneis.

O primeiro ponto da carta dos governadores diz respeito ao repasse de recursos para segurança pública. Eles querem a distribuição automática dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional e do Fundo Nacional de Segurança Pública, com melhoria da gestão e a criação de projetos-modelo de presídios. A proposta, segundo Ibaneis, é que os recursos dos fundos sejam distribuídos de acordo com a população carcerária de cada estado.

Os governadores recomendaram o isolamento dos presidiários vinculados a facções criminosas em presídios federais e cobraram decisões mais rápidas do Judiciário em relação aos presos provisórios. A terceira proposta é endurecer as políticas de enfrentamento dos delitos de corrupção, violentos e os praticados por organizações criminosas, a partir de convênios entre as polícias Civil e Federal.

O quarto item da pauta trata do incremento da inteligência e das ações ostensivas nas fronteiras, com fortalecimento dos sistemas de tecnologia para a identificação da entrada de drogas e armas no território brasileiro. Os governadores querem incentivar a implantação do Banco Nacional de Impressões Digitais, o que resolveria os crimes, especialmente homicídios.

Em sexto lugar, os governadores defendem a promoção de políticas sociais, para solução dos problemas de segurança pública, geração de empregos e melhoria do bem-estar da população. Essas ações seriam feitas em parceria do governo federal com os estados e abrangeriam as áreas de educação, saúde e habitação. Medidas como unificação das polícias Militar e Civil, redução da maioridade penal e flexibilização do porte de armas não foram propostas porque não têm consenso entre os governadores.

No encontro, os governadores decidiram que, no próximo mês, não haverá reunião. Os encontros serão retomados em fevereiro, cujo tema será reforma da Previdência. Em março, eles vão discutir saúde; em abril, infraestrutura e, em maio, educação.