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Distritais elogiam disposição do governo de rever reajuste para PMs e bombeiros

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A proposta apresentada pelo governo do Distrito Federal à presidência da República, tratando do aumento salarial para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar do DF, repercutiu no plenário da Câmara Legislativa na sessão desta terça-feira (26). Um dos deputados a comentar o assunto, o deputado Hermeto (MDB) anunciou que o governador Ibaneis Rocha solicitou o retorno do texto, para recalcular o reajuste. Assim como ele, outros dois colegas, Roosevelt Vilela (PSB) e Delegado Fernando Fernandes (Pros), comemoraram a decisão.

“Quero demonstrar meu respeito ao governador por atender a um anseio da categoria”, afirmou Vilela, que é bombeiro de carreira. Pouco antes, o parlamentar havia explicado os motivos pelos quais a proposta do GDF desagradava os envolvidos: “O projeto foi feito a portas fechadas, sem a participação da categoria. E traz, na verdade, uma redução nos rendimentos”. Conforme explicou, o problema inicial do texto é a transformação do auxílio moradia, de natureza indenizatória, num tipo de gratificação, o que implicaria  tributação de 27,5%.

“Parabenizo o governo por rever a proposta, de forma a discutir melhor com os trabalhadores”, elogiou Fernando Fernandes em seu primeiro pronunciamento após retomar o mandato. Ele ainda disse estar feliz por retornar à Casa num momento em que devem ser votados projetos como o do Conselho de Segurança.

Presidente da Câmara Legislativa pode ser reeleito após dois anos no cargo

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Em tramitação desde 2015, quando foi votada em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Lei Orgânica nº 33, assinada por vários parlamentares, que permite a reeleição do titular do cargo de presidente do Poder Legislativo local, após um mandato de dois anos – medida que se estende para os demais membros da Mesa Diretora – foi aprovada em segundo turno e redação final na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (26). A matéria – que necessitava de 16 votos favoráveis – foi acatada por 18 deputados distritais, cinco votaram contra a proposição e o presidente da Casa, deputado Rafael Prudente (MDB), absteve-se.

Os votos contrários à proposta de “recondução única e subsequente” foram dos deputados Arlete Sampaio (PT), Chico Vigilante (PT), Fábio Felix (PSol), Júlia Lucy (Novo) e Reginaldo Veras (PDT). Antes da apreciação da matéria, Veras lembrou que já havia se colocado contra a proposta em 2015. “O Poder Legislativo representa a alternância de poder e deve continuar assim”, pregou. Vigilante também afirmou coerência em sua decisão e argumentou que a reeleição “é ruim para o próprio ocupante do cargo”.

Por sua vez, Arlete Sampaio chamou a atenção para a existência de um pacto: “Certamente há um acordo senão a matéria não seria colocada em votação”. E Júlia Lucy alertou para a inconstitucionalidade da proposta, assinalando o Artigo 57 da Carta Magna. “A renovação é fundamental para o fortalecimento da democracia”, defendeu.

Por outro lado, Agaciel Maia (PL) comunicou que, apesar de ter se posicionado três vezes contra a matéria, votaria a favor, seguindo a direção determinada por seu grupo parlamentar. Já o deputado Roosevelt Vilela (PSB), que considera a recondução “um avanço”, afirmou que barrar a possibilidade de reeleição seria um ato contrário ao processo democrático.

Após a proclamação do resultado da votação, da qual participaram todos os 24 deputados distritais, Rafael Prudente explicou que tomou a decisão de abster-se baseado na legislação que veda a participação quando há conflito de interesses. “Apesar de ser apenas um dos signatários da proposição, tomei esta medida para que não pairem dúvidas sobre o processo”, afirmou o presidente da CLDF.

Lago Norte é a primeira cidade a receber o sistema de telemetria

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O equipamento é instalado junto ao hidrômetro das residências

A Caesb informa aos moradores das Quadras QI e QL 1 a 16 do Lago Norte que está instalando um equipamento junto ao hidrômetro de sua residência. Isso faz parte da implantação do projeto de telemetria do consumo de água no Distrito Federal. Esse serviço é realizado por equipe contratada, cujos empregados estão devidamente uniformizados e identificados com crachás. Os clientes estão sendo avisados previamente da instalação por meio de comunicado entregue em cada residência. A Companhia solicita que, em caso de dúvida, façam contato com a Central de Atendimento ao Cliente pelo telefone 115, Agência Virtual, disponível no portal www.caesb.df.gov.br, ou Unidades de Atendimento Presencial.

A Caesb esclarece ainda que o equipamento não interfere na medição de água convencional, respeitando toda a legislação vigente no tocante a privacidade e sigilo de dados. O aparelho, que está sendo instalado, transmitirá os dados de consumo de água para a Caesb por sistema de telemetria, que consiste de um dispositivo eletrônico que lê o consumo do hidrômetro quatro vezes por dia e transmite os dados, utilizando a rede de telefonia celular, até os servidores de dados da Caesb. Nos computadores da Empresa, esses dados são preparados para que o cliente possa acompanhar diariamente seu consumo, controlando o uso excessivo e podendo verificar mais rapidamente a ocorrência de vazamentos nas tubulações domiciliares.

O sistema de telemetria foi financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, com um investimento da ordem de R$ 1,7 milhão. Essa iniciativa têm o objetivo de melhorar o acompanhamento do consumo de água tanto pela Companhia como pelos seus clientes. No Lago Norte cerca de 6 mil clientes serão beneficiados com a tecnologia que emprega Internet das Coisas (IoT), pela primeira vez nessa escala no setor de saneamento brasileiro. Até agora, foram instalados 4.114 transmissores nas quadras QI 1 a QI 12 e QL 1 a QL 12. Ainda faltam as quadras 13 a 16, com previsão de término das instalações em janeiro de 2020. As quadras instaladas já estão em teste.

 

AGU reduz em 62% litigiosidade em ações envolvendo servidores em 2019

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A cada cem decisões desfavoráveis à União em processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) envolvendo servidores públicos, mais de sessenta são reconhecidas pela Advocacia-Geral da União (AGU). Entre janeiro e outubro de 2019, a União não recorreu em 2104 casos de um total de 3,3 mil processos desfavoráveis no âmbito do tribunal.

 O dado é resultado do Programa de Redução de Litígios e de Aperfeiçoamento da Defesa Judicial da União, criado em 2012. Ao todo, 37 mil recursos foram evitados de um universo de 87 mil decisões negativas à União, incluindo outros temas e instâncias, resultando em uma taxa de abstenções da ordem de 43%.

 A queda no índice de litígios verificada no período se refere a recursos que deixaram de ser interpostos após a AGU verificar que a chance de sucesso era pequena. Com isso, os objetivos de reduzir a judicialização, aumentar a eficiência da atuação do contencioso da Advocacia-Geral e economizar recursos públicos, têm sido alcançados.

 Segundo Ana Karenina Silva Ramalho Andrade, diretora do Departamento de Servidores Civis e de Militares (DCM/PGU/AGU), a criação do programa representou um “divisor de águas” na atuação do contencioso da Procuradoria-Geral da União (PGU). Antes da criação do programa, o índice de insucesso nos recursos apresentados pelos advogados da União após decisões monocráticas do STJ era bastante alto, de 96%.

 “Então a AGU começou a analisar: será que é necessária essa interposição de recursos se a gente já sabe que ele não vai ser aceito? Será que é racional mexer a máquina pública por esses recursos?”, explica Ana Karenina.

 Após verificar que um dos motivos das derrotas era a falta de autorização para a AGU deixar de recorrer de todos os processos com decisões desfavoráveis, os primeiros pareceres referenciais foram elaborados, ainda em 2012, permitindo a abstenção e desistência de recursos no âmbito do tribunal. Os procedimentos a serem adotados variam desde o reconhecimento da procedência do pedido e a abstenção de contestar até a desistência formal de recursos já apresentados.

 Desde o início do programa, o índice de abstenções de decisões monocráticas do STJ, que representava apenas 10% dos processos, subiu para 79% em 2013. O êxito da União em agravos internos na corte aumentou quatro vezes no período. Dois anos depois, a estratégia foi estendida para a atuação junto aos Tribunais Regionais Federais, ampliando o escopo e o número de recursos evitados.

 Até que, em 2016, após a sanção do novo Código de Processo Civil, todos os órgãos de execução da PGU, desde a primeira instância, puderam deixar de recorrer caso houvesse alguma aprovação normativa nesse sentido.

 Para que o programa fosse implementado com a segurança necessária, a AGU elaborou portarias internas e pareceres referenciais orientando as situações em que cada tema pode deixar de ter um recurso apresentado. Até o momento, mais de 50 pareceres referenciais já foram emitidos pela PGU, dentre matérias de mérito e de caráter processual.

 Dentre as orientações, está, por exemplo, o reconhecimento de pedidos apresentados contra a União em outras seções judiciárias, além da federal, caso os servidores residam em cidades do interior. Já a portaria 487/2016 estabelece que, após um monitoramento prévio quanto às possibilidades de vitória diante dos conflitos, a PGU pode se conformar com as teses previstas nos pareceres ou seguindo entendimentos de súmulas e decisões transitadas em julgado.

 Como resultado, mais de 270 mil recursos foram evitados no período. Somente com as abstenções no STJ, R$ 27 milhões foram economizados no período de julho de 2012 a março de 2015. Custos menores da máquina judiciária e da própria AGU também são pontos positivos da estratégia, já que, caso os processos continuassem, seria necessário desembolsar novos recursos públicos.

 “No momento em que a AGU se conforma, deixa para trás um estigma de litigante serial para contribuir com a diminuição da quantidade de processos no Judiciário. Isso se reflete em uma maior racionalização do trabalho, já que começamos a focar energia onde deveríamos focar, apenas nas demandas em que a gente tem razão. Com isso, começou a melhorar a nossa taxa de sucesso nas demais demandas”, afirma a diretora do DCM/PGU.

 Ela acrescenta que outra vantagem do programa é o aumento da credibilidade da AGU perante o Poder Judiciário e o próprio cidadão que está em conflito com a União. “Quem ganha com tudo isso é a sociedade. De uma forma colateral, uma atuação responsável da União em juízo impacta em todas as searas, inclusive para quem não está na disputa, já que o Judiciário não fica assoberbado de processos”, conclui.

Ministério do Desenvolvimento Regional já investiu mais de R$ 3,8 bilhões em habitação popular este ano

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Dados sobre a execução do programa do Governo Federal foram apresentados pelo ministro Gustavo Canuto durante audiência pública na Câmara dos Deputados

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, participou de audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (26), para tratar da evolução do programa de habitação popular do Governo Federal ao longo de 2019. Até agora, são R$ 3,86 bilhões investidos – valor que equivale, em média, a 57,4% da execução financeira de toda a Pasta. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) também é responsável por ações e empreendimentos nas áreas de segurança hídrica, defesa civil, saneamento, mobilidade urbana e desenvolvimento regional.

“O MDR tem dado enorme prioridade à habitação”, afirmou o ministro, destacando que foram mais de 245,6 mil unidades habitacionais entregues este ano.

Gustavo Canuto também detalhou a situação atual do programa quanto à necessidade de investimentos. “Temos, hoje, R$ 498 milhões em solicitações de obras já executadas, a maior parte com menos de 30 dias em aberto. A gestão que tentei fazer ao longo do ano foi justamente priorizando as dívidas mais antigas, como determina o Tribunal de Contas da União [TCU]”, explicou.

A metodologia utilizada pelo MDR para a efetuação dos pagamentos faz parte de uma recomendação do órgão de controle, visando evitar a judicialização dos processos – o que poderia acarretar prejuízo à Administração Pública. Por esse motivo, são respeitados os prazos de 30, 60 e 90 dias em atraso.

O ministro relatou que serão necessários R$ 921,1 milhões para regularizar a execução do programa em 2019 – contando a quitação das medições até novembro e o valor necessário para rodar a iniciativa até o fim de dezembro. Para alcançar este patamar, ainda será preciso empenhar R$ 615,2 milhões. Apenas na Faixa 1 do MCMV, são 233.702 unidades habitacionais sendo construídas.

“Há um grande esforço do Governo para equacionar essas questões. Envolve equipes econômicas, da Casa Civil, do MDR e, também, conta com o apoio de parlamentares. Sabemos que as restrições são grandes e impactam toda a Administração Federal, muito em função de compromissos assumidos em gestões anteriores”, pontuou Canuto.

O ministro citou como exemplo um total de 8.922 unidades que acabaram tendo obras iniciadas por empresas, mesmo com a orientação contrária do MDR. Elas são parte de um conjunto de 17.404 unidades contratadas pelo então Ministério das Cidades, em dezembro do ano passado, sem orçamento disponível.

“Considerando a preservação do interesse público, o benefício da continuidade das obras e os prejuízos advindos do cancelamento dos empreendimentos, estamos negociando a liberação de suplementação orçamentária, por entender que o melhor seria corrigir a falha formal nas contratações e continuar com as obras”, disse o ministro. O custo de cancelar esses empreendimentos é de aproximadamente R$ 100 milhões. “Hoje, não é possível dar andamento às 8.922 unidades porque não há previsão em 2020”, explicou. São R$ 442 milhões necessários a mais no ano que vem.

 

Novo programa

Gustavo Canuto também reforçou que equipes do Governo Federal seguem empenhadas na proposta de reformulação do programa de habitação de interesse social. “A proposta que está sendo trabalhada tem como premissa fundamental atender àqueles que têm uma renda menor e melhorar a distribuição das unidades de acordo com o déficit habitacional regional. Queremos realmente investir onde é mais necessário”, concluiu.

Nas próximas semanas, a proposta vai para a avaliação dos ministérios da Cidadania e Economia, antes de seguir para a Presidência da República, que deve submeter a Medida Provisória ao Congresso Nacional.

 

Outros temas

A audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, nesta terça-feira (26), foi realizada sobre os requerimentos da deputada Silvia Cristina (PDT/RO) e dos deputados Elias Vaz (PSB/GO) e Silvio Costa Filho (PRB/PE). De início, previa também uma exposição sobre o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) e o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Porém, na intenção de aprofundar o debate sobre o programa habitacional, o próprio ministro solicitou que os dois outros temas fossem tratados em um novo encontro.

Eleição para diretores e vice-diretores é nesta quarta

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Votações começam às 7h30; podem votar estudantes, pais, mães, professores e servidores

As eleições para diretores e vice-diretores das escolas públicas do Distrito Federal serão realizadas nesta quarta-feira (27) em 683 unidades escolares. Nas escolas urbanas, as votações terão início às 7h30 e seguem até às 21h. Já nas rurais, o horário de encerramento será às 18h.

Podem votar estudantes a partir dos 13 anos, mães, pais, responsáveis legais, professores e demais servidores lotados nas escolas. Para votar, é necessário levar um documento oficial com foto.

Em cada uma das unidades escolares em que terá votação, haverá uma mesa receptora – com presidente, vice-presidente e secretário – responsável por receber os votantes, coletar os votos e ficar atento a todo o processo eleitoral. Nessas eleições, 550 escolas tiveram apenas uma chapa inscrita; 103 participam com duas chapas; seis com três chapas e uma escola teve quatro chapas inscritas. Os mandatos dos eleitos terão duração de dois anos.

Em 23 unidades não há chapas e, portanto, não haverá eleições nessas escolas. Nelas, os gestores serão indicados pela Secretaria de Educação, que convocará novas eleições em até 180 dias. Caso não haja candidatos novamente, os indicados permanecerão até o fim do mandato.

Como proceder durante o dia da eleição

Os candidatos não poderão levar nenhum tipo de objeto de campanha para as escolas em que concorrem. As campanhas eleitorais foram encerradas no dia 22 de novembro. Todos os materiais que já estavam expostos até essa data permanecem no local. Porém, nenhum novo pode ser exposto. Além disso, os candidatos nem mesmo poderão estar nas escolas no dia das votações, a não ser para votar ou se estiverem inscritos como fiscais da própria chapa.

Apuração

Assim que as votações forem encerradas, as apurações terão início. As urnas e todo o material utilizados nas eleições serão recolhidos e entregues para a mesa apuradora, que também será composta por presidente, vice-presidente e secretário. A apuração dos votos será feita por eles, supervisionada pelos fiscais de cada chapa.

Na análise do quorum, o segmento servidor deverá conter um mínimo de 50% de votantes. Já o segmento de pais, mães e responsáveis deverá ter pelo menos 10% do grupo presente. O resultado final das eleições se dará de forma paritária.

Resultado

A divulgação oficial dos resultados será no dia 28 de novembro, no âmbito das escolas. Esses resultados serão encaminhados às coordenações regionais de ensino e, posteriormente, enviados à Comissão Eleitoral Central para divulgação geral.

Denúncias

Qualquer pessoa poderá fazer denúncias de irregularidades nos processos eleitorais. O canal adequado é a Ouvidoria da Secretaria de Educação, telefone 162, ou pelo endereço eletrônico www.ouv.df.gov.br. As denúncias ainda podem ser levadas diretamente às comissões locais ou aos membros do comitê regional de acompanhamento das eleições.

Shows e Fonte Luminosa vão marcar lançamento do Natal na Torre de TV

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A partir de 8 de dezembro o monumento será aceso diariamente a partir das 19h. A cantora Naiara Azevedo vai se apresentar no dia da inauguração da iluminação

Por Ian Ferraz

A Torre de TV se prepara para receber a festa de Natal Sempre Monumental, que vai ocupar o coração de Brasília entre 8 de dezembro e 6 de janeiro de 2020 e conta com o patrocínio do BRB. Durante esse período, os moradores do Distrito Federal vão poder acompanhar atrações musicais e lúdicas, iluminação especial e show pirotécnico.

Para o evento de lançamento, marcado para 8 de dezembro, haverá show da cantora Naiara Azevedo e apresentação da Orquestra Sinfônica de Brasília. A grande atração do Sempre Monumental será a iluminação da Torre de TV, diariamente a partir das 19h com luzes capazes de serem vistas a até cinco quilômetros de distância.

Do alto dos seus 221 metros de altura, o monumento se transformará, pela primeira vez, na maior árvore de Natal do Brasil. A Fonte Luminosa da Torre de TV também será reativada para engrandecer as festividades.

O show pirotécnico da noite de lançamento será coordenado e dirigido pela mesma equipe que cuida da queima de fogos do réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro. Os arredores da Torre vão ganhar 12 bolas de Natal gigantes, de sete metros de altura, como parte da grandiosa decoração.

Também na área próxima da Torre de TV será instalada a Vila do Noel, que terá espaços com objetos festivos, decorações natalinas, produtos regionais, artesanato e praça de alimentação. O Coreto Palco do Sesc também vai compor o ambiente, com apresentações musicais entre quinta e domingo, a partir das 19h.

A Vila Lúdica, um pavilhão fechado de 1.500m, será preenchido com atividades do Serviço Social do Comércio (Sesc), como Planetário, Oceanário, Biblioteca, Gibiteca, pintura e brincadeiras.

O DF será inserido nas festividades, com apresentações da Carreta de Natal em 12 regiões administrativas, com cantatas.

Promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) e apoiado pelo Governo do Distrito Federal, o Sempre Monumental quer atrair turistas e fomentar a economia do DF no período de maior movimentação do comércio no ano.

Palestra sobre mídias imersivas desmistifica a tecnologia e mostra aplicação nos negócios

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Professor e Especialista em Mídias Imersivas Marcel Cohn mostra de maneira didática o uso da Realidade Virtual, Realidade Aumentada e Realidades Mistas para gerar retornos para empresas. 

A tecnologia e a inovação já fazem parte do dia a dia e tem criado novas experiências através da fusão do mundo físico e virtual. Parte desta nova realidade, as mídias imersivas conectam e envolvem os usuários, criando novas formas de trabalhar e se divertirO Yolo coworking não só se conecta com estes novos tempos, como elegeu o tema como sua bandeira na geração de conteúdo e na conexão com os seus residentes. E para contribuir ainda mais com o tema, o coworking recebe, no dia 04 de dezembro, palestra A REVOLUÇÃO DAS MÍDIAS IMERSIVASrealizada pela Inovação Tech, empresa sediada em Brasília.

 O evento pretende desmistificar o uso de tecnologias de Realidade Virtual e Realidade Aumentada nos negócios e como as empresas podem apostar em projetos tecnológicos com baixo investimento. Este mercado engloba segmentos como, por exemplo, maquetes virtuais, modelagem 3D, games, tour virtual, aulas virtuais, videos 360º, interação digital do meio físico com IoT e realidade aumentada, front-end imersivo com Apps e Chatbots, entre outros. “Trazer temas com esta relevância e este grau de inovação é o nosso dna. Queremos ser mais que um coworking, mas um local de troca de ideias, de inovação e de novas conexões”, afirma Cristina Alvarenga, proprietária do Yolo Coworking.

 A apresentação contará com exemplos práticos de como as tecnologias de Realidade Virtual, Realidade Aumentada e Realidades Mistas impactam diretamente e trazem melhores resultados empresariais. A metodologia foi pensada para tirar o participante da zona de conforto, trazendo temas relevantes e englobando a realidade do público. “O foco é envolvê-los ativamente nas apresentações para que possam se engajar com a temática apresentada e absorver as informações de maneira efetiva”, afirma Livia Jacome, proprietária da Inovação Tech.

 Segundo Marcel Cohn, especialista em gameficação e realidade virtual, só 2019, as Mídias Imersivas irão economizar US$ 13,5 bilhões em custos de treinamentos empresariais, segundo dados da Nielsen. “Estima-se, que até 2025, essas tecnologias movimentarão cerca de US$ 35 bilhões ao redor do mundo, sendo que US$ 16 bilhões serão oriundos das empresas e setor público, 45% do todo”, completa o palestrante (fonte: Goldman Sanchs).

 

SOBRE O PALESTRANTE MARCEL COHN – Profissional formado em Administração, pós-graduado em Marketing Digital, especializado Gameficação (Universidade da Pensilvânia) e em Empreendedorismo e Inovação (Universidade de Tel Aviv). Possui 10 de experiência Marketing Digital com atuação em empresa de grande porte, como TIM e GSK. Além disso, ministra aulas das disciplinas de Planejamento Estratégico Digital e Gameficação e Realidade Virtual e Aumentada. É fundador e  sócio da empresa Inovação Tech (www.inovacao.tech), especializada em criação de experiências personalizadas utilizando mídias imersivas em Realidade Virtual com vídeos 360º, Realidade Aumentada e Gamificaço.

 

SOBRE O YOLO – O Yolo, está localizado na Orla do Lago Paranoá,de frente para ponte JK. O espaço ocupa o antigo Gazebo, e está sobo comando da empresária Ana Cristina e de seus filhos, Ana Carolina e Pedro Henrique. Um local para Coworking, eventos e café para quem quer aproveitar o melhor da vida, inclusive o trabalho. São quatro andares de estrutura, com 13 salas, 3 salas de reuniões, 24 estações de trabalho chamadas open desk, uma cokitchen, rooftop onde cabem até 150 pessoas e pode ser alugado para eventos sociais e coorporativos, e um auditório multiuso.

Aqui a gente oferece todas as facilidades de um escritório, com doses de interação e networking, além de uma pitada de personalidade”, destaca Pedro Alvarenga, comunity manager. Para completar, ainda dispomos da melhor vista para se trabalhar em Brasília”, lembra Ana Carolina, responsável pela arte administrativa- financeira do espaço.

SERVIÇO

PALESTRA: A REVOLUÇÃO DAS MÍDIAS IMERSIVASData: 04/12/2019

Horário: 19 horas

Local: Yolo Coworking (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2 LT 39 Loja 01 e 02, Beira Lago, Brasília – DF, 70.200-002)

Valor: R$ 56,00

Inscrições: http://bit.ly/VRBSB2019r

Práticas holísticas: benefícios da meditação e da yoga no desenvolvimento escolar

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As atividades auxiliam a inteligência emocional, autoconhecimento e autocontrole

A educação tem se adaptado a novas metodologias, principalmente para atender as demandas da criança do século XXI. Entre as diversas tendências, as práticas holísticas, como a yoga e a meditação. De acordo com educadores, os benefícios são inúmeros e ambas ajudam na concentração e até no desenvolvimento da capacidade cognitiva.

Para a mestre em educação Alessandra Campos, diretora da escola Ideaah, tanto a yoga, quanto a meditação trabalham aspectos importantes, como ansiedade, respiração e relaxamento metal. “As práticas holísticas permitem que as crianças desenvolvam o autoconhecimento, a resiliência e, inclusive, a harmonia entre o corpo e a mente”, afirma  a especialista.

Alessandra ainda explica que a yoga, por exemplo, envolve movimentos que auxiliam no conhecimento de potencialidades corporais. Entre elas, resistência, força e flexibilidade. Assim como na meditação, a pratica milenar também envolve o controle das emoções, concentração e até a criatividade “As duas atividades melhoram a ansiedade, o sono, combatem o estresse e minimizam transtornos psicológicos”, diz.

A especialista em educação infantil ainda completa que, quando a criança consegue concentrar, ela melhora todo o estado emocional, assim aperfeiçoa as suas relações com os coleguinhas e familiares. Isso ajuda muito no desenvolvimento e na rotina escolar.

Alessandra conta que a prática pode ser realizada por crianças a partir dos dois anos. “Em um primeiro momento, ela não vai ficar 10 minutos concentrada na atividade, isso acontece de acordo com maturidade emocional de cada uma. Mas, aos poucos, as crianças vão ficando mais atentas”, finaliza.

Festival Bar em bar aquece o movimento nos estabelecimentos participantes

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18 casas criaram pratos dedicados para o Festival Bar em Bar 2019, entre eles, o iniciante no festival, restaurante Doma Rooftop, com o delicioso Camarão Santorini e o já veterano, Carpe Diem com o prato Degustação Danada de Boa

Até 02 de dezembro, 18 estabelecimentos da capital federal oferecem pratos inéditos, criados especialmente para mais uma edição do festival Bar em Bar. Promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), teve início no último dia 14 de novembro na capital federal.

Em sua 13ª edição, o festival irá contemplar a comida de boteco ao preço promocional de R$ 39,00 + R$ 1,00 para doação e tem por essência a reunião de amigos e famílias em torno de uma boa refeição. 

Bar em Bar, é considerado hoje um marco na vida boêmia nos restaurantes que participam do evento, que tem como objetivo valorizar a gastronomia dos bares brasileiros, sendo uma opção ímpar para estimular a criatividade dos chefs, e assim tornar o menu do bar mais atrativo, além de promover o aumento do faturamento durante os dias do festival.

Como os preços dos pratos são acessíveis, tendem a atrair não somente os consumidores tradicionais, mas também novos para que conheçam os locais e as especialidades de cada bar. Este ano, o restaurante Doma Rooftop participa pela primeira vez do festival com o prato Camarão Santorini, que promete te levar para uma viagem ao mediterrâneo. Iniciante também no festival, o restaurante Bla’s, com o prato Costelas de Tambaqui ao molho shoyo, acompanhado de chips de mandioca e farofinha.

Já o veterano Carpe Diem, que já participou de todas as edições do festival traz o prato Degustação Danada de Boa, que são mini porções de croquetes do alemão, polpettas au poivre vert, carne de sol com vinagrete, linguiça na mostarda, mel e laranja e cream cheese com geleia de pimentão. Quem ainda não conferiu o festival, ainda dá tempo, pode ir aos bares participantes e experimentar o “novo prato”, a proposta é que o petisco possa ser compartilhado por até 04 pessoas

Fique atento às redes do festival, em breve será lançado um concurso no qual irá escolher o melhor prato oferecido nesta edição. Para realizar o evento, a Abrasel-DF conta com Patrocínio da Liquigás, Stella Artois (AmBev) e Souza Cruz; e com o Apoio da Lookindoor e Correio Braziliense. A organização é da Maix Consultoria e produção da ComVento.

 

Serviço

Bar em Bar 2019

Tema: Viva a melhor porção da vida

Período do festival: 14 de novembro até 02 de dezembro

Valor: R$39,00 – R$1,00 de cada prato será doado a uma instituição social

Mais informações: www.df.abrasel.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/Abraseldf

Instagram: @Abrasel_DF