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GDF monta estrutura para beneficiários do auxílio emergencial em Planaltina

Tendas, pias e banheiros químicos oferecem mais conforto para quem está cadastrado no programa social

Com o auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo Governo Federal as filas nas agências da Caixa Econômica Federal estão grandes. Em Planaltina, por exemplo, a quantidade de pessoas tem provocado aglomeração, o que deve ser evitado em função da pandemia da Covid-19.

A administração regional de Planaltina e a Secretaria de Cidades fixaram tendas no estacionamento ao lado da Caixa, na Avenida Independência, para resolver a situação. É para debaixo delas que os beneficiários são encaminhados agora. Com isso, não precisam mais ficar enfileirados e nem perto uns dos outros, basta aguardarem a chamada da senha dispersados sob a proteção.

A medida adotada pelo Governo do Distrito Federal agradou os moradores de Planaltina. A comerciante Sarah Venâncio, 34 anos, aprovou a iniciativa. Para ela, o lugar onde ficam as tendas é mais amplo e comporta mais pessoas. “A marquise das lojas é muito apertada. Além disso, junta gente que aguarda atendimento no banco com clientes das lojas. Muito perigo”, alerta.

A proteção veio em bom momento. Assim acredita Elcio Meneses, 58, que trabalha num quiosque perto do local. Ele disse que já viu a fila ter centenas de pessoas. Com as tendas, essa gente pode ficar distante e abrigada ainda por cima”, aponta.

Além das tendas, também foram providenciados pias para higienização das mãos e banheiros químicos para oferecer mais conforto aos beneficiários que esperam horas no local.

O aposentado José Lenildo de Oliveira, 67, esperava a filha resolver um problema na agência embaixo do toldo. Ele também ressaltou a importância dos outros equipamentos e seu real motivo. “As tendas são altas, o que proporciona a ventilação. Os banheiros impedem com que as pessoas urinem nas árvores”, contou.

O administrador interino de Planaltina, Célio Rodrigues, reforçou o que Lenildo disse: “Assim, estamos zelando pela organização, para que as pessoas se mantenham distantes umas das outras”. E completou: “Agradeço ao governador Ibaneis Rocha e ao secretário das Cidades, Fernando Leite, por trazerem esse cuidado para a população da minha cidade”.

Senador Izalci defende direitos das mulheres que sofrem violência doméstica

Nesta quarta-feira (3), o Senado vota projeto do senador Izalci Lucas (PSDB/DF) para permitir que processos relativos à violência contra a mulher e sua família sejam considerados urgentes e possam ser analisados pelo Poder Judiciário, durante o período de plantão extraordinário devido à pandemia.

Em razão do funcionamento especial, os prazos processuais em geral estão suspensos e somente casos urgentes têm andamento. Dessa forma, o PL 1.796/2020 classifica como urgentes os processos relacionados à violência doméstica ou familiar contra mulheres, crianças ou adolescentes e estabelece que não sejam suspensos prazos processuais, apreciação de matérias, atendimento às partes e concessão de medidas protetivas em processos relacionados à esse tipo de violência.

Para Izalci, é extremamente inoportuno e perigoso que haja brecha para suspensão desses processos, uma vez que houve aumento das ocorrências de violência doméstica e familiar, provavelmente em função do isolamento social e confinamento das famílias, submetidas à insegurança com relação à saúde e à renda.

“É preocupante que crianças e adolescentes possam estar mais vulneráveis a agressões físicas, psicológicas e sexuais praticada por membros da família. Se aguardarmos o fim da pandemia e do plantão, certamente encontraremos todos eles mortos, violados, agredidos ou traumatizados, sendo que poderiam ter seu sofrimento aliviado ou prevenido pela ação da Justiça”, alertou o senador.

A proposta de Izalci faz parte de um pacote de quatro projetos apresentados para garantir proteção às mulheres vítimas de violência durante o período da pandemia de coronavírus.

Caesb participa de debate sobre voluntariado

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De âmbito nacional, videoconferência selecionou também empresas de saneamento do Rio de Janeiro e de São Paulo

Com campanhas solidárias lançadas neste período de pandemia, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) participa, nesta quarta-feira (3), a partir das 10h, de uma webinar (videoconferência com foco educacional) para debater o voluntariado nas empresas de saneamento. Organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), o evento terá a participação de apenas três empresas de saneamento do país. Além da Caesb, estarão no encontro a Cedae, do Rio de Janeiro, e a Sabesp, de São Paulo.

A Caesb será representada pela chefe da assessoria de comunicação, Kelly Almeida, que vai falar sobre as iniciativas tomadas pela Companhia desde o início da pandemia e a importância do envolvimento de todos os empregados em ações solidárias neste momento em que a solidariedade pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas.

Pioneirismo na ação

Primeira empresa pública a divulgar e orientar os empregados sobre o regime de trabalho durante a pandemia, a Caesb já lançou, desde o início da pandemia, três ações solidárias, além de ter anunciado, ainda em março, que não faria o corte de água por inadimplência.

Entre as campanhas, destaca-se a ação de incentivo aos empregados para produção e doação de máscaras de pano, o que sensibilizou costureiras de Brasília e rendeu mais de 300 máscaras doadas à Caesb e distribuídas entre os empregados.

Engenheiros da companhia também começaram a produzir máscaras face shield na impressora 3D. Inicialmente, os produtos seriam apenas para os operadores de estações de tratamento de água e esgoto, mas a mobilização e as doações dos próprios funcionários permitiram que mais de 200 máscaras fossem doadas a hospitais e instituições que atendem a população.

Já em maio, a Caesb lançou uma campanha para arrecadar sabonetes e sabão em barra para doar às 400 famílias de crianças e adolescentes atendidos pelo Projeto Golfinho no contraturno escolar, com aulas de natação, futebol, além de apoio pedagógico. A companhia já conseguiu a doação de aproximadamente 12 mil unidades dos itens de higiene, que serão entregues a partir de quinta-feira (4).

A conferência é gratuita e aberta ao público de todo país. Para participar, basta fazer a inscrição.

Mais de 140 mil já fizeram testes rápidos para a Covid-19 no Distrito Federal

Ação da Secretaria de Saúde detectou a doença em 4.379 brasilienses

Na última terça-feira (2), o Distrito Federal alcançou a marca de 140.185 testes rápidos para a Covid-19 aplicados por meio de drive-thru. A testagem em massa é realizada no DF desde 21 de abril. Até o momento, 4.379 pessoas foram diagnosticadas com a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) – aí incluídos 619 testes positivos detectados na ação de terça-feira.

Pelo segundo dia consecutivo, Samambaia registrou o maior número de casos confirmados: 113. O posto da cidade unidade recebe moradores da mesma região e do Recanto das Emas.

Já no drive-thru do Paranoá, que também atende moradores de São Sebastião, Lago Sul, Itapoã, Jardim Botânico e Jardins Mangueiral, foram realizados 536 exames com 86 confirmações.

Por sua vez, o ponto que atende os moradores do Riacho Fundo I e II detectou 77 casos num total de 724 testes aplicados.

O exame

Para fazer o exame, é necessário se cadastrar no site da testagem, preencher o formulário e escolher o ponto em que será feita a testagem. A visualização das vagas é disponibilizada até dois dias seguintes à data de marcação.

O exame, que detecta a presença de anticorpos gerados pelo organismo para enfrentar o vírus, não descarta a necessidade de procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na ocorrência de sintomas, que costumam ser detectáveis com maior segurança a partir do sétimo dia da exposição.

drive-thru, que funciona de segunda a sexta-feira – exceto feriados –, das 8h às 17h, é exclusivo para pessoas sintomáticas ou que tenham histórico de contato com algum caso confirmado e residam com idosos. Também pode fazer o teste quem mora nas regiões administrativas abrangidas pelo local em que o posto está montado.

Como proceder

A SES lembra que os testes são seguros e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O resultado sai em até 30 minutos. Para visualizá-lo, o cidadão testado deve entrar novamente na página da testagem em massa e autorizar o envio da conclusão do exame para o e-mail cadastrado.

Pessoas que chegarem aos pontos de testagem com sintomas mais agravados têm a possibilidade de fazer o teste swab – quando é coletado material da garganta e do nariz com um cotonete, para a amostra ser analisada em laboratório. Nesse caso, o resultado sai em até 48 horas.

Em circunstâncias mais graves, o paciente já pode ser direcionado ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência em atendimento para a Covid-19. Conforme orientação da SES, todos os casos confirmados devem ser notificados.

 

 

 

Eleições 2020 | Mais de R$ 2 bilhões do Fundo Eleitoral já estão com o TSE

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Recurso é para ser usado pelos partidos nas eleições deste ano

Mais de R$ 2 bilhões destinados ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o chamado Fundo Eleitora,l já estão com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para serem distribuídos entre os partidos políticos. O total de R$ 2.034.954.824,00 foram repassados nessa segunda-feira (1º) ao TSE, conforme o extrato de Termo de Execução Descentralizada (TED), publicado nessa segunda-feira (1º) no Diário Oficial da União.

O dinheiro deverá ser empregado pelos partidos no financiamento de suas campanhas nas eleições municipais deste ano. De acordo com o tribunal, 30% desses recursos serão destinados às candidaturas femininas. O fundo é constituído por valores do Orçamento da União em ano eleitoral.

O TSE tem agora 15 dias para divulgar o valor a que cada legenda terá direito, de acordo com o Artigo 16-C da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). A Corte Eleitoral já iniciou os cálculos para saber quanto cada partido receberá.

Após o TSE definir a cota do fundo que caberá a cada partido, mediante solicitação a cada uma das legendas, será feita a transferência dos recursos para uma conta aberta pelo diretório nacional do respectivo partido para atender unicamente a essa finalidade.

Os recursos do Fundo Eleitoral ficarão à disposição do partido político somente depois de a sigla definir critérios para a sua distribuição. Esses critérios devem ser aprovados pela maioria absoluta dos membros do órgão de direção executiva nacional da sigla, e precisam ser divulgados publicamente.

“As verbas do fundo que não forem utilizadas nas campanhas eleitorais deverão ser devolvidas ao Tesouro Nacional, integralmente, no momento da apresentação da respectiva prestação de contas”, diz o TSE.

Bloco Eduardo e Mônica faz live especial para o dia dos namorados

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A transmissão será marcada com surpresas para os casais

Aproveitando o clima do dia dos namorados, o Bloco Eduardo e Mônica fará uma live especial para os apaixonados. A transmissão vai rolar na quinta, dia 11 de junho, a partir das 20h e conta com um repertório para lá de especial para celebrar a data agarradinho com o love #emcasa. O show online pode ser acompanhado pelo canal do O’Rilley Irish Pub.

O Bloco, que agita a capital federal há quatro anos, faz sua segunda apresentação online pelo YouTube. A primeira foi para matar a saudade do carnaval do quadradinho, mas, a segunda, é para dançar agarradinho. “Além do repertório tradicional do bloco, estamos preparando algumas surpresas para os casais que nos acompanham” conta o vocalista do grupo, Diogo Villar.

A novidade da live é um mega sorteio para casais que assistirem a transmissão. Pelo Instagram do bloco (@blocoeduardoemonica), combos com cervejas e petiscos serão sorteados para os apaixonados curtirem em casa com grande estilo.

Bloco Eduardo e Mônica

Criado em janeiro de 2017 por Marquinho Vital  (Capitão do Cerrado), Rony Meolly (Meolly folk e Dowjones) e Diogo Villar (O bando), o Bloco Eduardo e Mônica surgiu como uma alternativa a uma faixa da população brasiliense que buscava novas opções de diversão. As guitarras se unem à pegada forte da percussão e repaginam clássicos do rock nacional de bandas como Legião Urbana, Raimundos, Plebe Rude, Cássia Eller, Capital Inicial, além de reggaes do Natiruts. Eleito por júri popular como o melhor bloco de Brasília, o grupo reuniu quase 20 mil foliões no último carnaval da cidade.

Câmara promulga Lei de Delmasso sobre medidas emergenciais contra a COVID-19

Obrigatoriedade de compartilhamento de dados entre os órgãos competentes e medidas de prevenção ao coronavírus

Nesta terça-feira (2) foi promulgada a Lei 6.589 de maio de 2020, de autoria do deputado Delmasso (Republicanos-DF) que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública, decorrente da pandemia da Covid-19. As medidas objetivam a proteção da coletividade de forma a evitar a propagação do coronavírus.

Atualmente, o Distrito Federal possui 10.510 pessoas infectadas com a Covid-19, sendo 5.580 recuperadas e 171 óbitos. Buscando a segurança da população, o projeto trata do isolamento social, quarentena, exames médicos, testes laboratoriais, coleta de amostras clínicas, vacinação, tratamentos médicos específicos, estudo ou investigação epidemiológica, entre outras medidas.

“Todas as medidas de prevenção e enfrentamento são extremamente importantes. Nós, deputados e assessores da Câmara Legislativa temos trabalhado com todas as ferramentas e agindo o mais rápido possível para combater o coronavírus e socorrer a população neste momento de crise”, pondera Delmasso, autor da Lei.

A Lei também torna obrigatório o compartilhamento de dados que identificam as pessoas contaminadas, ou sob suspeita de infecção pelo coronavírus, entre órgãos e entidades da administração pública. A Lei determina ainda, que em casos dê transmissão comunitária, os viajantes de origem internacional deverão fazer um “juramento sanitário”, informando seu real estado de saúde e deverão permanecer em autoisolamento por 14 dias, ainda que não apresente nenhum sintoma.

BRB VOLTA A OPERAR COM O FCO EMPRESARIAL

O programa é voltado para empresas de todos os portes, do setor produtivo privado, que desejem iniciar, ampliar e modernizar seus empreendimentos.

O BRB voltou a operar com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para o setor empresarial, por meio da linha de financiamento FCO – Empresarial. O objetivo é promover o desenvolvimento de atividades produtivas e econômicas do DF e Ride (Região Integrada de Desenvolvimento do DF e entorno) nos setores de desenvolvimento industrial, infraestrutura econômica, turismo, ciência, tecnologia e inovação e comércio e serviço.

O FCO Empresarial é voltado para empresas de todos os portes, do setor produtivo privado, que desejem iniciar, ampliar e modernizar seus empreendimentos. Com recursos do Fundo, é possível apoiar investimentos como construção e reforma de imóveis, e aquisição de máquinas, equipamentos, móveis, utensílios e veículos. Além disso, há a possibilidade de financiar matéria-prima, insumos, formação de estoque, capital de giro associado ou dissociado ao investimento. Os recursos do BRB disponíveis para o financiamento dos projetos via FCO podem chegar a R$ 200 milhões em recursos.

“Como Banco de Brasília e da região, a retomada da operação do FCO é de extrema importância para o BRB. Ela representa o foco do BRB no desenvolvimento e apoio ao setor produtivo, que é nossa razão primeira de ser. Além disso, reforça nosso portfólio junto aos clientes, principalmente em um momento adverso como o da pandemia da Covid-19”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O FCO Empresarial oferece taxas de juros baixas, 7,4% a.a. (pós-fixada), além de condições especiais e prazos adequados às necessidades do cliente. O empresário conta, ainda, com bônus de adimplência de 15% sobre os juros; prazos de carência e pagamentos alongados (aderentes ao investimento); financiamento de até 100% do valor do investimento; e possibilidade de utilização da garantia do Fundo de Aval do Sebrae (Fampe).

Autor de PL sobre fake news faz alterações no texto antes de votação

Projeto de senador de esquerda cria uma lei denominada de “Liberdade, Responsabilidade e Transparência”

O Projeto de Lei (PL) que combate as notícias falsas, programado para ser votado hoje (2) no Senado, sofreu alterações antes mesmo da sessão. O projeto será votado sem os dispositivos que permitiam intervenção sobre conteúdos considerados falsos, dentre outras mudanças feitas pelo autor do projeto, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

O projeto 2.630/2020 foi denominado de Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, criando mecanismos para garantir mais transparência nas redes sociais e em serviços de troca de mensagens, como o WhatsApp. Na proposta original, as empresas seriam encorajadas a usar os serviços de verificadores independentes de conteúdo e a agir para interromper a promoção artificial do material falso.

O autor do PL decidiu tirar esse e outros trechos do projeto para evitar o risco de “tumultuar” o debate do projeto hoje. Além disso, a intenção do senador visa manter o padrão adotado nas sessões remotas da Casa. Desde o início das sessões por videoconferência, os senadores têm votado apenas matérias com consenso entre os líderes dos partidos.

O relator do projeto é Ângelo Coronel (PSD-BA), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News. A CPMI investiga a criação de perfis falsos para influenciar as eleições do ano passado e os ataques cibernéticos contra a democracia e o debate público.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu pautar a votação desse PL no mesmo dia em que a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão no chamado inquérito das fake news, aberto no ano passado para apurar ofensas e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Matrícula no ensino superior a distância aumentou 45% de 2016 a 2018

Dados são da plataforma interativa Quero Bolsa

O número de matriculados em instituições de ensino superior público na modalidade a distância aumentou 45% entre 2016 e 2018. A taxa de matrícula alcançou 173 mil estudantes, segundo informações do Censo da Educação Superior de 2018.

Os dados foram levantados pela plataforma interativa Quero Bolsa, criada para estudantes buscarem auxílio e descontos para inscrição em faculdades particulares.

Esse aumento ocorre depois de anos consecutivos de queda constante. Em 2010, o número de estudantes matriculados no ensino público a distância era de 182 mil, representando queda de 34%.

São Paulo é o estado com maior número de matriculados, com mais de 42 mil alunos. Em último lugar, aparece o Distrito Federal, com apenas 4. Confira os cinco estados com maior número de inscritos: São Paulo – 42.787; Rio de Janeiro – 35.226; Piauí – 11.928; Paraná – 10.349 e Maranhão – 8.306.

O curso com maior número de matriculados é o de pedagogia, com 37.475 alunos. Também se destacam engenharias e cursos de formação de professores. Confira os 10 primeiros colocados: pedagogia – 37.475; formação de professor em matemática – 16.570; administração pública – 13.286; engenharia de produção – 11.582; formação de professor em letras/português – 10.014; formação de professor em biologia – 9.136; engenharia de computação – 7.599; administração – 7.469; formação de professor em geografia – 6.752; formação de professor em história – 5.037.

Sisu

A partir do segundo semestre deste ano, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também disponibilizará vagas de cursos a distância. O Sisu oferta vagas em instituições públicas de ensino superior com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Segundo Ministério da Educação (MEC), as instituições de ensino superior deverão oferecer um meio digital para que o estudante entregue a documentação necessária à matrícula. Além disso, as instituições devem publicar na internet a lista de espera por curso, turno e modalidade de concorrência, assim como a sistemática adotada para convocação dos candidatos.

Apesar da nova oferta no Sisu, um em cada três estudantes (33,5%) que tentaram vaga no curso superior, nos últimos cinco anos, por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), não tem acesso à internet e a dispositivos como computador ou celular, que permitam, por exemplo, aprender por meio da educação a distância.

Conforme análise dos dados colhidos nas respostas do questionário socioeconômico aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na inscrição para o Enem nos últimos cinco anos, 65,9% dos egressos desse nível de ensino declararam acessar internet e celular; 61,9% tinham computador e celular; e 54,81% tinham os dois dispositivos e acessavam a rede mundial de computadores. Quase 98% declararam ter celular. Os dados também foram compilados pela plataforma Quero Bolsa.