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Telecovid tem 1,2 mil cadastrados e vacinação começa 4ª

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No momento em que os profissionais da Saúde fizerem o contato para confirmar o agendamento, será possível atualizar se ele já foi ou não imunizado | Breno Esaki/Agência Saúde

Serviço em domicílio atenderá idosos acamados com 79 anos ou mais e pacientes de home care privado

Em operação desde o dia 2 de fevereiro, o Telecovid já cadastrou mais de 1,2 mil idosos para serem vacinados em casa. O agendamento é exclusivo para pessoas com 79 anos ou mais acamados ou pacientes de home care privado. Equipes da Secretaria de Saúde estão programando as rotas e as primeiras vacinações começam nesta quarta-feira (10).

O Telecovid não é um canal para esclarecimento de dúvidas, portanto, a Secretaria de Saúde solicita à população que só entre em contato nos telefones 190, 193 e 199 se a pessoa a ser imunizada preencher a condição de paciente acamado ou de home care privado.

Os usuários que não se enquadram no perfil descrito não poderão agendar a vacinação.

A central de atendimento vem recebendo várias ligações desde a reativação. O alerta da pasta ocorre já que, muitas vezes, as pessoas ligam para tirar dúvidas gerais sobre vacinação, e as linhas telefônicas ficam congestionadas. Ao ligar nos números informados acima, a chamada é redirecionada ao serviço de atendimento da Secretaria de Saúde.

O tempo médio de espera após o cadastramento pelo Telecovid é de uma semana, tendo em vista que existe a necessidade da verificação dos critérios estabelecidos para oferta do serviço.

Os usuários que não se enquadram no perfil descrito não poderão agendar a vacinação. A pasta esclareceu, nesta segunda-feira (8), que alguns dos idosos cadastrados não atendem aos requisitos necessários, e outros, após os primeiros dias da vacinação e início dos drive-thrus, já receberam a primeira dose da vacina. Por isso, haverá uma revisão nos cadastrados para atualizar o número e a necessidade vigente. “ No momento em que os profissionais da Saúde fizerem o contato para confirmar o agendamento, será possível atualizar se esse paciente já foi ou não imunizado”, afirma Alexandre Garcia, subsecretário de Atenção Integral à Saúde.

Início do serviço em casa

O tempo médio de espera após o cadastramento pelo Telecovid é de uma semana, tendo em vista que existe a necessidade da verificação dos critérios estabelecidos para oferta do serviço.

O Telecovid conta com cinco servidores que estão trabalhando exclusivamente no cadastramento. Em caso de dúvidas,  a população deve acessar o  site da Secretaria de Saúde. O Telecovid funciona apenas para realizar o cadastro.

 

Durante pandemia, estudantes de Goiás são líderes em tempo de estudo, diz FGV

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Estratégias desenvolvidas pelo Governo de Goiás, em ano atípico da educação, colocam Estado na vanguarda do atendimento aos estudantes para garantir ensino-aprendizagem em 2020. Alunos goianos de 6 a 15 anos tiveram uma média de 2,6 horas de estudo por dia útil, índice acima da média nacional, de 2,37 horas diárias, e segundo melhor resultado do país

Goiás foi a segunda unidade federativa cujos estudantes passaram mais tempo estudando durante a pandemia. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas Social (FGV Social) com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de agosto de 2020, apontou que os alunos goianos de 6 a 15 anos tiveram uma média de 2,6 horas de estudo por dia útil. A média nacional foi de 2,37 horas diárias e a do Distrito Federal foi de 2,96.

A pesquisa da FGV mostrou como as dificuldades do isolamento social e o ensino não presencial diminuíram o tempo de estudo das crianças e adolescentes. Segundo a Lei de Diretrizes Básicas da Educação (LDB), a carga horária mínima do estudante é de 4 horas diárias. Com a suspensão das aulas presenciais, no entanto, as escolas tiveram que se reinventar para continuar atendendo os alunos e nem todas tiveram êxito nessa tarefa.

Segundo a pesquisa, a falta de atividades escolares entre os estudantes foi mais relacionada à falta de oferta de conteúdo pedagógico, por parte das redes escolares, do que a problemas de interesse por parte dos alunos. Enquanto 13,5% dos estudantes não receberam materiais dos gestores educacionais e professores, apenas 2,88% não utilizaram os materiais que receberam por alguma razão pessoal.

Ainda de acordo com o estudo da FGV, a falta de acesso à internet foi uma das principais barreiras ao ensino remoto no país. Para reverter esse quadro, 11 Estados brasileiros ofertaram aulas pela televisão, dentre os quais se inclui Goiás.

Seduc em ação

Desde o mês de maio de 2020 é transmitido pela TV Brasil Central o programa Seduc em Ação. Essa ação do Governo de Goiás levou aulas para os alunos que tinham dificuldades em acesso à internet. O programa apresenta aulas de diferentes componentes curriculares, para as diferentes séries. Diariamente, às 10h, vão ao ar as aulas para o ensino médio e, às 15h, são transmitidas as aulas para o ensino fundamental.

NetEscola

Outra ferramenta utilizada pelo Governo Estadual para garantir o ensino-aprendizagem aos alunos foi a criação do Portal de Conteúdo NetEscola. Uma página com conteúdo para os ensinos fundamental e médio, Educação de Jovens e Adultos e preparatórios para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além dos professores e estudantes da rede estadual, profissionais de outras redes de ensino passaram a acessar as videoaulas, listas de exercícios e materiais didáticos-pedagógicos disponibilizados.

Distribuição de smartphones com internet

Durante o período das aulas não presenciais de 2020, o governador Ronaldo Caiado fez o repasse de 1.136 smartphones para a Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O objetivo foi de atender a alunos da rede que não têm acesso à internet.

A iniciativa foi possível graças à parceria estabelecida com a Secretaria Especial da Receita Federal em Goiás, por intermédio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), e a empresa Vector Mobile. Os aparelhos mudaram a realidade de estudantes em situação de vulnerabilidade social.

Entrega de materiais impressos

Os estudantes que não tinham acesso à internet tiveram ainda mais uma possibilidade de continuar os estudos. Durante o Regime Especial de Aulas Não Presenciais, semanalmente eram enviadas listas de atividades e cartilha de conteúdo para que os alunos continuassem o ano letivo.

A entrega desse material se dava de várias formas: utilizando os motoristas do transporte escolar, com a entrega de atividades nas unidades escolares e também com a ajuda da comunidade escolar.

Auxílio alimentação

De modo a atender os estudantes durante a pandemia, o Governo de Goiás criou, no primeiro semestre deste ano, o auxílio alimentação escolar. O benefício, destinado aos alunos em vulnerabilidade social e cadastrados em programas sociais, consistia no repasse quinzenal de R$ 75,00 para a aquisição de itens alimentícios.

Busca ativa

Para atender a todos os estudantes matriculados na rede estadual de educação, o Estado substituiu o depósito do auxílio alimentação pela entrega de kits de alimentos nas escolas da rede estadual. Ao todo, foram repassados R$ 82 milhões para a aquisição e distribuição de kits referentes aos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro.

Essa distribuição foi utilizada para busca ativa dos estudantes que não estavam participando diretamente das aulas não presenciais e pode-se ver um retorno dos estudantes e um baixo abandono escolar em 2020.

2021

O ano letivo de 2021 nas escolas da rede pública estadual de ensino de Goiás começou no mês de janeiro, como previsto no calendário escolar.

No dia 21 de janeiro, as aulas foram iniciadas em 92% das 1.010 unidades escolares no regime especial de aulas não presenciais (REANP), adotado, em decorrência da pandemia de Covid-19, em março do ano passado.

No dia 25 de janeiro, as demais unidades, até então 8%, retomaram as aulas presenciais, em regime híbrido, com atividades desenvolvidas nas escolas e por meios remotos. Nos primeiros dias, esse número cresceu e já alcança 12%.

Estudante brasiliense aprovado em Harvard é recebido pelo presidente da Câmara Legislativa

Rafael Prudente destacou o orgulho pela aprovação de Eduardo Vasconcelos e ressaltou a destinação de recursos para Educação, por parte da CLDF, e os cursos oferecidos na Escola do Legislativo (Foto: Figueiredo/CLDF)

Na tarde desta terça-feira (9), o presidente da Câmara, deputado Rafael Prudente (MDB), recebeu Eduardo Vasconcelos Goyanna Filho, estudante brasiliense aprovado para ingressar na universidade de Harvard, Estados Unidos, neste ano. Na reunião, comemoraram a aprovação e discutiram o papel da educação na formação de jovens cidadãos.

Prudente parabenizou Eduardo: “Sua aprovação é um orgulho e uma alegria para nós e nossa cidade. Mostra que tanto estudantes da rede privada quanto da pública, independente de classe social, podem alcançar um objetivo como esse. O que vale é a vontade”, declarou.

O jovem foi um de três brasileiros aprovados em 2021 e contou que o processo de tentar ingressar na universidade americana é mais extenso e complexo que no Brasil. Além de uma prova escrita e redações, as instituições analisam atividades extracurriculares e trabalhos que o aluno tenha realizado na comunidade onde mora. Motivado pela profissão da mãe, agente da Polícia Civil que trabalha com crianças e adolescentes, Eduardo atuou como professor de inglês e civismo para crianças do Varjão, Paranoá e Itapoã.

Em sua opinião, trabalhar com essas crianças e adolescentes influenciou fortemente a maneira como pretende lidar com benefícios futuros. “Durante esse processo, eu precisava estar atento ao que a comunidade necessitava, precisava realmente me engajar lá. Então, passei a acreditar que, se você recebe uma oportunidade, deve fazer de tudo para criar outras oportunidades para quem mais precisa delas”, afirmou.

Educação

Ao longo da jornada para conseguir ingressar na universidade de seus sonhos, o estudante teve profundo contato com a educação e, por esse motivo, afirma acreditar que essa é a principal ferramenta para a formação de jovens cidadãos e também a melhor forma de ressocialização. Para ele é essencial fomentar o protagonismo jovem nos processos de aprendizagem como meio de melhorá-los.

O deputado Prudente afirmou compartilhar essas opiniões e citou alguns projetos da Câmara voltados ao tema. “Temos investido bastante no Programa de Descentralização Administrativa e Financeira e, através dele, foram investidos mais de R$ 136 milhões na reforma de escolas só no ano passado. Nos próximos 60 dias, esperamos entregar uma reformulação da Escola do Legislativo para levar cursos para fora da CLDF, o primeiro será direcionado para gestores de escolas públicas sobre gerenciamento de recursos públicos, além de uma agenda de outros cursos que será divulgada em breve. E, por fim, pretendemos, após o fim da pandemia, lançar um projeto sobre jovens parlamentares, voltado para estudantes”, listou o deputado.

Eduardo também disse ter apreço pela política e que pensa em, possivelmente, atuar como funcionário público no futuro. Para ele, é necessário desmistificar e aproximar a política para a população, sobretudo da parcela mais jovem. No momento, Eduardo pensa em se graduar em um curso que une Ciência Política, Administração Pública e Gestão de Políticas Públicas.

Planos futuros

Quando perguntado sobre o que pensa em trazer de volta para o Brasil em termos de conhecimento, afirmou estar focado em apresentar inovações e soluções baseadas em ciência e tecnologia ainda não presente no país. Sobre a experiência universitária, o presidente explicou que seria uma ótima oportunidade de presenciar vários tipos de diversidade e viver experiências de trocas culturais e cooperação.

Ele acredita que o jovem pode trazer de volta uma perspectiva diferente que ajude a aprimorar aspectos socioculturais locais e também gostaria que, ao retornar, pudesse realizar palestras motivacionais para alunos da rede pública.

Para os que têm o mesmo sonho, Eduardo deu uma mensagem de encorajamento. “Minha principal mensagem é acredite nos seus sonhos. Muitas vezes parecem inalcançáveis, mas o que causa a diferença é o que fazemos todo dia, as dificuldades diárias que ultrapassamos. Então, estabeleçam suas metas e vão trabalhando pouco a pouco. Cada jovem tem um potencial muito grande dentro de si e acho que não deixar de sonhar, principalmente quando a vida adulta se aproxima e nós passamos a nos ater mais à realidade, é essencial”, incentivou o futuro universitário.

Novo ano, novos desafios

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Projeto Transição entre séries do Colégio Sigma visa tranquilidade e segurança para os alunos

 O ano letivo de 2021 já iniciou em diversas escolas e a mudança de um segmento de ensino para outro pode ser acompanhada de muita expectativa e questionamento dos estudantes, pois implica em uma grande transformação de rotina. Tanto quando se trata da transição entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental – Anos Iniciais, quanto no momento de passagem do Ensino Fundamental – Anos Iniciais para o Ensino Fundamental – Anos Finais ou ainda do 9º ano do Ensino Fundamental – Anos Finais para o Ensino Médio. As dúvidas rondam a mente das crianças e dos jovens e pensando em proporcionar uma caminhada tranquila, o Colégio Sigma elaborou o Projeto Transição entre séries. O programa de adaptação para a mudança acontece durante o ano todo e envolve diversas etapas e atividades, que vão desde as vivências das rotinas e aulas com professores do novo segmento, até rodas de conversa com orientadores, coordenadores e direção.

Um dos momentos que costuma representar maior modificação no cotidiano é a passagem do 5º para o 6º ano do Ensino Fundamental. Isto porque as crianças saem da fase de tutoria de uma professora em sala de aula o dia inteiro para um ambiente com mais de dez docentes especializados e com aulas estruturadas em cada componente curricular. Tudo isso somado à entrada na adolescência. O diretor da unidade da 606 Norte, William Pinheiro, explica que para os mais novos, pode ser mais difícil. “Por esse motivo, esses alunos ganham atenção especial da equipe pedagógica. São desenvolvidas ações pedagógicas que, em geral, começam no segundo semestre do 5º ano e continuam durante todo o 6º ano. Dentre as diversas estratégias aplicadas, estão atividades que trabalham a autonomia, a autorregulação, a tomada de decisões e a responsabilidade”, apontou William.

A diretora da unidade da 912 Sul, Carolina Darolt, reforça que o intuito é apresentar as peculiaridades e características de cada nova fase de aprendizado. “Muitos estudantes sentem receio, mesmo os mais maduros. Por isso, nosso desejo é tranquilizá-los e ambientá-los à nova rotina de estudos que integra a próxima etapa, além de prestar orientações que garantem a excelência no desempenho acadêmico”, afirma. Fora isso, Carolina lembra que o Projeto Transição do Sigma também se preocupa em oferecer um acompanhamento especial aos responsáveis, promovendo palestras com uma psicóloga que aborda as principais mudanças comportamentais, psicológicas e físicas que essa criança vai passar. “É essencial cercar as famílias de informação para que eles também possam auxiliar no processo vivenciado pelos filhos”, acredita a especialista.

Distritais aprovam criação de programa de primeiros socorros nas escolas

Em sessão extraordinária remota na tarde desta terça-feira (9), a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, em primeiro turno, com 13 votos favoráveis, o projeto de lei nº 719/2019, do deputado Jorge Vianna (Podemos), que cria o Programa “Socorro nas Escolas”, que oferecerá aos alunos das redes pública e privada de ensino do informações e treinamento de primeiros socorros. O texto ainda precisa ser analisado em segundo turno, antes de ir à sanção do governador Ibaneis Rocha.

De acordo com o projeto, o programa atenderá alunos, professores, funcionários e comunidade escolar, das escolas públicas e particulares.

As palestras e os treinamentos serão ministrados por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU/DF), Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (FEPECS), demais profissionais da secretaria de Saúde e militares do Corpo de Bombeiros.

Programa mães de Brasília

Os deputados também aprovaram, em primeiro turno, com 13 votos favoráveis, o projeto de lei nº 994/2020, do deputado Martins Machado (Republicanos), que cria o Programa Mães de Brasília, com objetivo de proteger a saúde da gestante em situação de vulnerabilidade social e do recém-nascido no DF.

O Programa tem por finalidade “assegurar à mulher em situação de vulnerabilidade social e ao recém-nascido a assistência integral à saúde, incluindo pré-natal, parto e pós-parto; facilitar e promover o acesso à rede pública de saúde da gestante e recém-nascido; a prevenção de doenças no ciclo gravídico-puerperal até o primeiro ano de vida da criança, visando a diminuição dos índices de mortalidade materna e infantil”.

Concurso público para Polícia Federal é o mais esperado pelos brasileiros em 2021

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Provas da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional também integram a lista das carreiras públicas mais aguardadas no país

Um recente levantamento realizado pelo Gran Cursos Online, empresa especializada em educação e capacitação para concursos públicos, apontou os dez concursos públicos mais esperados para 2021 em todo o Brasil.

O destaque da lista são as vagas da Polícia Federal (PF). Na sequência, aparecem os cargos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), formando o TOP 3. Entre os dez concursos mais aguardados, os órgãos da Polícia correspondem sozinhos pela metade do interesse dos candidatos.

Para os que desejam ingressar na PF, o salário inicial é de R$ 12.522,50 para os cargos de Agente, Escrivão e Papiloscopista e de R$ 23.692,74 para Delegado. Para os que almejam passar na prova da PRF, o salário inicial é de R$ 9.899,88 para o cargo de Policial Rodoviário. Já para os que querem seguir carreira no DEPEN, o salário inicial para o cargo de Especialista Penal é de R$ 5.865,70, e para a vaga de Agente Penal, o salário inicial é de R$ 6.030,23.

Segundo o ranking do Gran Cursos Online, em quarto lugar está o concurso para o Ministério Público da União (MPU), seguido pelo certame da Fundação Nacional do Índio (Funai). Veja, abaixo, a listagem completa dos concursos públicos com maior interesse nesse ano.

 

Concursos

1. Polícia Federal

2. Polícia Rodoviária Federal

3. Departamento Penitenciário Nacional

4. Ministério Público da União

5. Fundação Nacional do Índio

6. Senado Federal

7. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

8. Polícia Militar de São Paulo

9. Polícia Civil de São Paulo

10. Banco do Brasil

 

O ano de 2020 foi um período atípico e gerou muitos impactos devido à crise sanitária do coronavírus. Com os concursos públicos, não foi diferente. Os concursos e o cronograma estabelecido para o lançamento de editais e aplicação de exames foram suspensos ou adiados para 2021, como, por exemplo, do Senado Federal, da Polícia Civil de São Paulo, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, gerando enormes expectativas dos concurseiros.

Coletor de lixo vira coordenador de enfermagem em hospital de campanha em Goiás

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O coordenador de Enfermagem realiza seu trabalho diário no HRL. Foto: Divulgação

Cristiano de Lima supera dor com a morte do pai e transforma medo e tristeza em oportunidade

Nem o aumento no número de casos de coronavírus desanimou o mais novo coordenador de enfermagem do Hospital Regional de Luziânia, Cristiano de Lima, 38 anos, que nunca desistiu do sonho de ajudar as pessoas dentro dos hospitais. O HRL é o maior hospital no entorno de Brasília a tratar pacientes diagnosticados com Covid-19.

“O medo de ficar doente é diário, mas sempre tive a certeza de que estou fazendo o que é certo. Não deixei a alta dos casos me desanimar. Cada plantão é uma vitória, pois os pacientes dependem da equipe de enfermagem para sobreviver àquela situação que dá muito medo”, afirma Lima, emocionado.

Lima deu uma guinada na vida em 2009, quando perdeu o pai. Naquele momento, com medo, triste e angustiado, decidiu que o caminho era ajudar as pessoas. Procurou um emprego na área administrativa de um grande hospital em Goiânia. Na entrevista de emprego, porém, descobriu que a única vaga disponível era para coletor de lixo hospitalar.

Durante um ano, Lima subiu e desceu os andares observando os cuidados da equipe de enfermeiros e médicos com os pacientes. Dedicado ao trabalho, o coletor conseguiu uma vaga no corpo administrativo. E daí foi um pulo para começar o curso de enfermagem.

Após os cinco anos, tornou-se enfermeiro e as oportunidades se abriram. Em maio de 2020, passou no processo seletivo para integrar o corpo hospitalar do Hospital Regional de Luziânia (HRL) para o cargo de enfermeiro assistencial, trabalhando com centenas de pacientes na enfermaria do HRL.

Os meses passaram e o HRL tornou-se referência no estado e na região, sendo responsável por mais de 500 altas. O empenho do hospital em tratar as pessoas e a dedicação de Cristiano Lima interferiram deforma positiva na sua trajetória profissional. Em poucos meses, o enfermeiro teve o reconhecimento da equipe de saúde e da direção do HRL, tornando-se coordenador.

“No início, fiquei receoso. A responsabilidade aumentaria. Mas, como fiz em 2009, quando transformei o medo em decisão, aceitei o desafio. Só tenho a agradecer porque o IMED é criterioso na escolha de seus profissionais. Tenho certeza de que meu pai está orgulhoso de mim”, disse o coordenador, com dificuldade de conter a euforia.

Oportunidades

O Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento – IMED, responsável pela administração do HRL, abre frequentemente processos para a contração de profissionais.  Além disso, o IMED tem plano de carreira para o crescimento profissional de seus funcionários.

Com uma equipe altamente qualificada de profissionais experientes, o HRL promove capacitação constante dos recém-formado. Ângela Chagas, gestora de Recursos Humanos do IMED, explica que todos os colaboradores passam por treinamentos mensais em diferentes áreas.

“Nos últimos 12 meses, realizamos nos hospitais geridos pelo IMED cerca de 14.227 horas de treinamento técnico, desenvolvimento de líderes, saúde e amparo emocional. Dar apoio pessoalmente aos nosso colaboradores faz parte do dia a dia da operação pra um melhor resultado”, explicou a gestora.

O hospital também possui um modelo de gerenciamento, com a indicação de um líder por setor, que auxilia na conquista de metas pelos colaboradores.

“O líder tem um papel fundamental no hospital, por isso cada setor da unidade possui um. Ele deve ser capaz de motivar e conduzir os liderados para que eles possam confiar no objetivo proposto pela equipe. Além de administrar o trabalho, ser flexível e ter visão do futuro, ele deve ter a habilidade de enxergar o ser humano como indivíduo único”, complementa a gerente.

SOBRE HRL

O Hospital Regional de Luziânia (HRL) começou a receber os primeiros pacientes com sintomas de Covid-19 no dia 20 de maio de 2020. Vieram transferidos pela central estadual de regulação de vagas do Estado de Goiás. Os leitos são ocupados gradualmente, a partir da avaliação diária e conjunta da direção com a Secretaria Estadual de Saúde. Estadualizado, após passar oito anos em obras, o HRL foi o primeiro hospital do entorno do Distrito Federal dedicado a tratar pacientes com sintomas respiratórios agudos causados pelo novo coronavírus. Cerca de 1,2 milhão de pessoas, que moram na região, são beneficiadas pelo Hospital Regional de Luziânia.

Governo de Goiás lança sistema de pré-cadastro e agendamento para vacinação contra Covid-19

Medida visa evitar filas e aglomerações. Quem pertencer ao grupo prioritário da vez, agendará imediatamente o dia, hora e local para receber a dose. Pessoas sem acesso à internet, deverão procurar diretamente um posto de saúde

O Governo de Goiás, por meio das Secretarias de Estado da Saúde (SES-GO) e de Desenvolvimento e Inovação (Sedi), lançou, na segunda-feira (08/01), uma ferramenta para pré-cadastro e agendamento da vacinação contra a Covid-19. O “Vacina Goiás” visa evitar aglomerações nos postos e organizar o acesso da população goiana às doses. A plataforma está disponível via web, no site www.go.gov.br/vacinagoias. O pré-cadastro não é obrigatório. Quem não tiver acesso à internet ou domínio da tecnologia e pertencer aos grupos prioritários elegíveis para imunização nesta etapa, deve procurar uma sala de vacina, garantindo a proteção contra o coronavírus. Todos os 246 municípios podem participar, mas antes precisam aderir ao sistema gratuito.

O secretário de Estado da Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, explicou que, conforme determinado pelo governador Ronaldo Caiado, a gestão estadual trabalha para evitar aglomerações nos locais em que são disponibilizadas as vacinas. “Há este campo específico para o pré-cadastramento da vacinação disponível no portal do governo, de forma que a pessoa insere seus dados e terá a unidade disponível para que possa vacinar com o mínimo de aglomeração possível”, afirmou Alexandrino. Conforme o secretário, o pré-cadastro não é obrigatório, mas facilita e organiza o trabalho. “Não perderemos a oportunidade de vacinar um idoso que esteja na faixa etária, que, porventura, não fez o pré-cadastro e chegou à unidade”, completou.

Cadastro

Para garantir a segurança de todos os goianos, o agendamento é 100% digital. Para começar, a pessoa deve acessar www.go.gov.br/vacinagoias. Se ainda não tiver o login do Governo Federal, será preciso criá-lo clicando no link “Entrar com gov.br”. Em seguida, clique em “Crie sua conta gov.br”. Existem seis opções de cadastro e o cidadão poderá escolher qualquer uma delas.

Se optar, por exemplo, se cadastrar pelo número do CPF, selecione esta opção para que uma nova página seja aberta para completar os espaços com os dados cadastrais. Em seguida, será preciso validar as informações respondendo três perguntas que estão na tela.

Depois é só ativar o cadastro. Para isso a pessoa vai receber um código por mensagem de celular ou por e-mail. Insira os números recebidos e, por fim, cadastre uma senha. Ao terminar, o usuário será direcionado para a página de pré-cadastro e, se pertencer ao grupo prioritário da vez, poderá agendar a vacinação.

Mais vacinas

No domingo (07/02), Goiás recebeu a quarta remessa de vacinas contra a Covid-19, enviadas pelo Ministério da Saúde. São 77,8 mil novas doses da CoronaVac, produzidas pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que vieram em um voo comercial. “Isto nos traz uma esperança enorme de atingir exatamente a faixa etária que tem o maior risco de complicações e o maior percentual de letalidade”, disse o governador, explicando que terão prioridade, inicialmente, idosos de 90 anos acima e depois 85 anos acima.

Com esse novo carregamento, o Estado vai encaminhar o imunizante para todos os 246 municípios já nesta segunda-feira (08/02). Com o novo lote, junto com o que o Estado tem armazenado, será possível fazer a imunização de cerca de 54 mil pessoas em todo o território goiano. O número é suficiente para praticamente cobrir a população de cerca de 52 mil goianos com mais de 85 anos, segundo levantamento da pasta.

“Esse quantitativo de vacinas a serem distribuídas a partir de hoje será suficiente para vacinar 100% dos idosos com 85 anos e mais. O município que concluir esta faixa etária e ainda tiver doses poderá vacinar faixas etárias menores, seguindo a ordem decrescente, de 84 a 80 anos, 79 a 75 anos, 74 a 70 anos e assim sucessivamente até 60 anos”, explica a superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim.

Em entrevista coletiva, o governador Ronaldo Caiado frisou que será exigido o cumprimento do novo ordenamento. “Não tem agora nenhuma prioridade que não seja pessoas inicialmente acima de 90 anos, depois 85 acima e assim sucessivamente. Não tem ninguém que vai furar fila nesse processo. Temos que seguir a ordem e não podemos admitir que as pessoas mais idosas estejam excluídas”, asseverou.

Para tanto, o governador pediu apoio da população e da imprensa com denúncias de quem pretender furar a fila. Toda e qualquer irregularidade, garantiu Caiado, será apurada e o responsável terá que responder junto ao Ministério Público Estadual e também à Polícia Civil pela prática criminosa de tomar a vacina fora da sua faixa etária.

Secretaria de Cultura do DF injetou R$ 18 milhões com Termos de Fomento em 2020

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A Caravana de São João levou música para as ruas durante a pandemia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Os 67 projetos executados geraram mais de 7,1 mil empregos e alcançaram público superior a 4,1 milhões de usuários

A execução de Termos de Fomento (TF) foi uma das estratégias da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) para estimular a cadeia produtiva da cultura em 2020, abalada fortemente pela pandemia da Covid-19. Um incentivo que movimentou a cultura em todos os cantos do DF, gerando um total de 7.103 empregos, sendo 5.321  diretos e outros 1.782 indiretos. O público alcançado é de mais de 530 mil pessoas presencialmente e mais de 3,6 milhões on-line. Os dados são da Subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural (SDCD).

“No ano passado, cumprimos 67 Termos de Fomento que, por meio de emendas parlamentares, injetaram um montante de mais de R$ 18 milhões no DF. Em 2021, vamos ampliar essa execução”, explicou Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa

“Antes os projetos eram 95%, senão 100% presenciais. Para evitar aglomerações, usamos como artifícios as “lives” e as itinerâncias, com caminhões executando músicas para quem estava confinado”Mirella Ximenes, subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural

Compromisso da Secec

A agilidade e o comprometimento dos servidores da Secec foram determinantes na execução desses Termos de Fomento em tempo de pandemia. “Antes os projetos eram 95%, senão 100% presenciais. Para evitar aglomerações, usamos como artifícios as “lives” e as itinerâncias, com caminhões executando músicas para quem estava confinado”, destaca a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural Mirella Ximenes.

O secretário-executivo, Carlos Alberto Jr. revela que a Secec enxergou a importância desse instrumento como uma ferramenta poderosa na cadeia produtiva da economia criativa. “Mesmo estando em plena pandemia, os Termos de Fomento abriram esse leque de empregos. Tudo, é claro, dentro das normas legais, sob total transparência e responsabilidade”.

“Durante pandemia, o Termo de Fomento foi um instrumento fundamental para ajudar o setor. Havia artistas e, principalmente, o pessoal da área técnica, que trabalhava com iluminação, cenário, passando por dificuldades. E essas pessoas tiveram oportunidade de voltar trabalhar”, completa Mirella.

O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) é o regime geral de parcerias entre o governo e entidades privadas sem fins lucrativos em projetos ou atividades de interesse mútuo.

Arte debaixo da Janela

A diversidade e a criatividade dos projetos executados por Termos de Fomento impressionam, revelando a capacidade dos artistas de se reinventar e superar desafios. São ações que levam o rap às escolas, festivais de hip hop, terapia por meio do forró, cinema drive-in, celebrações de aniversários de regiões administrativas, homenagens aos 60 anos da cidade, edições comemorativas de publicações, produções audiovisuais, o resgate da cultura quilombola e afro e o papel da mulher na sociedade.

As serenatas foram um sucesso. Foram 18 apresentações em nove lugares diferentes

Foi o caso da proposta de levar a arte, a música, o teatro, para debaixo das casas e prédios, onde as pessoas estavam confinadas em função da Covid-19. As serenatas foram um sucesso. Foram 18 apresentações em nove lugares diferentes. Além de Asa Sul e Asa Norte, os artistas passaram também por Taguatinga, Ceilândia, Planaltina, Sobradinho, Guará e Cruzeiro, abarcando um público de quase duas mil pessoas que assistiram às apresentações de suas varandas ou janelas.

“A ideia de levar arte para a grande maioria da população durante a pandemia partiu do secretário Bartolomeu Rodrigues, que estava muito preocupado com a situação dos artistas. A ideia foi maravilhosa e atendeu tanto a população – todos dentro de suas casas – quanto os artistas. Foi muito positivo, fiquei muito agradecida por essa parceria”, elogia Teresa Padilha, do Teatro Mapati.

Danças terapêuticas

Organização da Sociedade Civil que, desde 1994, se apoia na cultura para promover o desenvolvimento humano e social de atores periféricos no DF, o Grupo Cultural Azulim foi amparado também por um Termo de Fomento para continuar colocando em prática as ações interativas em Sobradinho II.

“A contemplação desse Termo de Fomento permitiu honrar alguns compromissos atrasados e permitiu iniciar 2021 com novos projetos que vieram para melhor atender nossa comunidade”Ironildo Pereira, diretor-presidente de OSC

Com incentivo de pouco mais de R$ 69 mil, o projeto “Azulim para Todos” promove, desde dezembro de 2020, oficinas de dança para 210 crianças, adolescentes, jovens e adultos, empregando 12 pessoas diretamente e outras 4 indiretamente.

“A contemplação desse Termo de Fomento permitiu honrar alguns compromissos atrasados e permitiu iniciar 2021 com novos projetos que vieram para melhor atender nossa comunidade”, aponta Iranildo Gonçalves Moreira, diretor-presidente da OSC.

No grupo desde 2017, a estudante Raissa Ferreira, 19 anos, é apaixonada por dança urbana, razão pela qual um de seus objetivos é levar esse prazer a outras pessoas. “Entrei na dança só para fazer algo diferente, não ficar parada e acabei viciando, me faz sentir bem”, revela a jovem.

“Entrei na dança só para fazer algo diferente, não ficar parada e acabei viciando, me faz sentir bem”Raissa Fernandes, 19 anos, estudante

Contação de histórias

Beneficiado com Termo de Fomento no valor de R$ 245.694,40, o projeto “Sou de Brasília – Brasília 60 anos”, é uma homenagem à capital, que envolveu crianças de 90 escolas de Ceilândia e mais de 50 mil visualizações nas redes sociais.

A ideia, encabeçada pelo Instituto Brasileiro de Alto Desempenho (Ibad), era levar para as plataformas digitais histórias da cidade nas vozes de 21 contadores do DF, entre eles, a idealizadora do projeto, a escritora e professora Gisele Gama Andrade, autora do livro infantil “Sara e Sua Turma”.

A empreitada gerou 55 empregos diretos e outros 18 indiretos nos setores, beneficiando de músicos a costureiras, além de equipe de audiovisual, ilustradores, designers gráficos e professores.

“O projeto ‘Sou de Brasília’ foi pensado para, no aniversário de 60 anos de Brasília, homenagear a cidade que foi construída por um sonho coletivo. A ideia original era poder levar às crianças o orgulho de viver aqui”, conta Gisele Gama.

Além das pílulas virtuais criadas para o canal no YouTube, 11 mil exemplares de “Sou de Brasília” foram doados às professoras da Regional de Ensino de Ceilândia, em outubro de 2020, juntamente com a entrega de 11,5 mil máscaras infantis. “O apoio e o incentivo da Secec foram extremamente importantes, fundamentais”, reforça Gisele Gama.

“Os Termos de Fomento têm aproximando as ações da Secec a praticamente todo o Distrito Federal e Entorno. Aumentamos a nossa capilaridade com esses recursos, expandindo cultura, com intensidade, para a periferia”, avalia o secretário, Bartolomeu Rodrigues.

Grupo Aconchego realiza encontro virtual para discutir as motivações para um processo de adoção

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A reunião, que ocorrerá neste sábado, será aberta à comunidade e contará com a presença das psicólogas Ana Carla Domingues e Beatriz Brandão

Neste sábado (13), às 17h, o Grupo Aconchego promoverá um encontro on-line, aberto à comunidade, com as psicólogas Ana Carla Domingues e Beatriz Brandão. O intuito é divulgar e sensibilizar os participantes sobre a adoção de crianças e adolescentes que vivem em situação de acolhimento, cuja destituição do poder familiar já foi determinada pela Justiça.

“Queremos criar um espaço de aprendizado, compartilhamento e de preparação para as pessoas interessadas em adoção. Inicialmente, apresentaremos avisos importantes sobre a reunião e, em seguida, falaremos sobre as motivações para entrar no processo adotivo”, conta Maria da Penha Oliveira, psicóloga e coordenadora do novo projeto do Grupo Aconchego, intitulado “Entrelaços”, patrocinado este ano pelo Criança Esperança, da TV Globo.

A discussão central, voltada ao que motiva os participantes a quererem adotar uma criança ou adolescente, é fundamental para o sucesso do processo. Segundo Maria da Penha, o desejo de adotar não é o suficiente para a realização desse ato.

“Pensar nas motivações é tornar presente e consciente o quê e o por quê de se desejar adotar uma criança ou um adolescente. É compreender a própria dinâmica psicológica, com todos os momentos de ansiedade e angústia; satisfação e alegria; dúvidas e benefícios, que estão muitas vezes implícitos no desejo de adotar”, pontua.

A psicóloga ainda destaca que não existe motivação perfeita. Entretanto, é importante que ela seja pensada a partir da entrada da criança no projeto de adoção. O desejo pelo filho deve ser orientado para o sentimento de pertença. “A criança/adolescente deve sentir que possuem um lugar dentro de uma família”, complementa.

O encontro ocorrerá na plataforma Zoom (https://us02web.zoom.us/j/87551768914) e poderá ser acessado por todos aqueles que desejam aprofundar as suas motivações, desejos e pensamentos acerca da adoção.

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento institucional.

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.