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Mulheres tiram sutiã em protesto por área exclusiva para topless no DF

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Mulheres protestam em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
Mulheres protestam em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (Foto: Jéssica Nascimento/G1)

 

Musas de time de futebol foram ao Lago Paranoá e Câmara Legislativa. Pela lei, topless em local público é considerado ato obsceno

Jéssica Nascimento, do G1 DF – Musas de um time de futebol de Brasília, duas mulheres tiraram os sutiãs nesta terça-feira (10) para protestar por um local exclusivo e em área pública para topless. As modelos Vanessa Soares, de 30 anos, e Shay Princess, de 29 anos, foram ao Lago Paranoá, próximo à Ponte JK, e à Câmara Legislativa.

Vanessa diz defender a prática porque se sente liberta ao tirar o sutiã. Segundo ela, ter um local exclusivo no Lago Paranoá para fazer topless garantiria a segurança e sossego de famílias que frequentam o local.

“Em pleno século XXI as pessoas ainda se incomodam em ver mulher de peito de fora. Fazer o que, né? Por isso, pedimos um lugar para as mulheres tomarem sol sem a parte de cima, sem sofrermos repressão”, disse.

Enquanto as mulheres faziam o protesto no Lago Paranoá, um grupo de mergulhadores aplaudia a ação. De acordo com eles, a manifestação é necessária e válida.

“Por que o homem pode andar sem camisa e mulher não? É hipocrisia proibir uma coisa tão simples e natural, as mulheres não podem ter vergonha do corpo. No Carnaval, o governo apoia a erotização da mulher. Ela desfila pelada na avenida. Agora, tomar sol sem a parte de cima, não pode?”, questionou um mergulhador que não quis se identificar.

De costas, dupla tirã sutiã na orla do Lago Paranoá. (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
De costas, dupla tirã sutiã na orla do Lago Paranoá. (Foto: Jéssica Nascimento/G1)

Shay Princess disse que o protesto não é um ato contra o machismo. “Não queremos andar sem sutiã pela rua. Como sou modelo, o trabalho às vezes exige uma pele mais bronzeada e até mesmo, sem marquinhas. Nunca tentei fazer topless em Brasília porque tenho medo. Não queremos desrespeitar ninguém, apenas queremos nosso direito de fazer um topless em paz”, completou.

O marido de Vanessa Soares, Darbid Soares, de 33 anos, declarou apoio ao ato. Mesmo confessando que às vezes sente ciúmes, o homem diz que as mulheres devem ir atrás dos seus direitos.

“Ela tem que se sentir bonita, sempre. Não tem nada demais se bronzear sem a parte de cima do biquíni. A beleza da mulher é natural e deve ser respeitada”, declarou.

O Código Penal considera que a nudez em lugar público como ato obsceno. O crime tem pena prevista de até um ano de prisão ou multa.

CAIXA DE PANDORA Condenação de Durval no TCDF reforça defesa do ex-governador Arruda

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arruda

Além da decisão do Tribunal de Contas, Arruda vem colecionando vitórias no Superior Tribunal de Justiça e no Tribunal de Justiça do DF

A mais recente condenação do delator da operação Caixa de Pandora, Durval Barbosa, reforça mais uma vez a defesa do ex-governador José Roberto Arruda (PR). E que, segundo o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), esse desvio se deu quando Durval presidia a Codeplan, portanto no governo anterior ao de Arruda.

Nesta segunda-feira (09), o Diário Oficial do Distrito Federal publicou o Acordão 593/2015 que condena Durval Barbosa Rodrigues a devolver R$ 9.371.188,49 aos cofres públicos, com correção.

Na decisão 4772/2015, o Tribunal de Contas do DF determinou que o ex-presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) restituísse o valor do prejuízo apurado em contratos emergenciais celebrados com a Prodata Tecnologia e Sistemas Avançados.

Ao realizar a uma auditoria de regularidade nos contratos nºs 22/2005 e 53/2005, o corpo técnico do TCDF apontou que a Codeplan pagou pelo desenvolvimento de programas de computador sem que houvesse qualquer comprovação da execução dos serviços de informática.

Além de Durval Barbosa, foram responsabilizadas outras nove pessoas e a empresa de tecnologia contratada. Eles têm um prazo de 30 dias para recolher solidariamente (em conjunto) o valor atualizado monetariamente.

Arruda vem nas últimas semanas colecionando vitórias jurídicas. Em outubro, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve-se a decisão de absolvê-lo da acusação de improbidade administrativa por contratar a construtora Mendes Júnior Trading e Engenharia S.A sem concorrência pública, em 2008, para reformar o ginásio Nilson Nelson. A 4ª Vara de Fazenda Pública do DF já o havia inocentado em 2013, mas o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) entrou com recurso.

No âmbito do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), a 8ª Vara da Fazenda Pública do DF rejeitou duas ações ajuizadas pelo MPDFT, que havia apontado supostas fraudes na prestação de contas de convênios de saúde celebrados entre o GDF e os municípios de Santo Antônio do Descoberto e Águas Lindas de Goiás. Arruda era acusado de assinar convênios milionários sem adotar medidas concretas para verificar a aplicação dos recursos transferidos.

A defesa do ex-chefe do Executivo rebateu e afirmou que foram celebrados convênios com 21 prefeituras do Entorno para que os moradores dos municípios goianos não precisassem ir aos hospitais do Distrito Federal e fossem atendidos naquelas cidades.

A Justiça também acatou o argumento da defesa de que coube a Arruda apenas a decisão política e a execução dos convênios, inclusive a realização de licitações, teria ficado com a Subsecretaria do Entorno e a Codeplan.

No final de setembro, Arruda foi absolvido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal da acusação de ter se beneficiado de licitações, no segundo semestre de 2008, para a decoração natalina em 22 regiões administrativas.

O advogado Ticiano Figueiredo, defensor de Arruda no processo, comemorou a absolvição de seu cliente. “Sempre confiamos na Justiça, e sabíamos que os depoimentos do delator [Durval Barbosa] seriam todos desmascarados”, afirmou.

O ex-secretário de Governo José Humberto Pires, além de Irio Depieri e Geovani Rosa Ribeiro, ex-coordenadores de Cidades, também foram considerados inocentes no caso. Três parentes do ex-deputado distrital Benedito Domingos, à época administrador regional de Taguatinga, não tiveram o mesmo destino e acabaram condenados pela Justiça.

O inquérito aberto para apurar o favorecimento de uma empresa pertencente a familiares de Benedito Domingos foi aberto em 2011, durante o governo de Agnelo Queiroz. No processo, Durval Barbosa, o delator que deu origem à Operação Caixa de Pandora, afirmou ter presenciado a transação que beneficiaria Arruda, Domingos e seus familiares com licitações direcionadas para o fornecimento de enfeites natalinos, como presépios e iluminação. O GDF gastou, em 2008, um total de R$ 1 milhão com o aluguel da decoração natalina.

Em 2013, Benedito Domingos foi julgado pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça e responsabilizado por envolvimento nas licitações fraudulentas.

ENTREVISTA // Liliane Roriz: “A crise não é maior que o entendimento”

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Foto: Thyago Arruda/Divulgação
Foto: Thyago Arruda/Divulgação

 

 

“Os deputados distritais podem ajudar e têm sugestões que merecem ser ouvidas. Lanço mão mais uma vez de um ensinamento do meu pai que sempre deu certo em todos os quatro governos dele: governar é definir prioridades depois de ouvir o povo”

Por Celson Bianchi – Deputada distrital Liliane Roriz (PRTB) diz em entrevista que governo, Legislativo e sociedade estão mobilizados para ajudar a superar a crise. Mas, até agora, quem tem sido mais penalizado é a população. Ela lembra que houve aumento de impostos e há atraso de salários, além das greves

Como a senhora tem acompanhado a queda de braço entre os trabalhadores e o governo?

Como bastante apreensão. A cidade inteira está apreensiva e criou-se um clima de tensão em todo o Distrito Federal. É preciso e urgente encontrar uma solução para isso. Senão, nesse clima em que estamos, fica difícil governar. É preciso entender que a crise não é maior que o entendimento.

 

Mas o governo está trabalhando para conter a crise, não?

Veja bem, o governo, o Legislativo e a sociedade estão mobilizados para ajudar a superar a crise, claro. Mas, até agora, quem tem sido mais penalizado é a população. Houve aumento de impostos. Há atraso de salários. Greves estão acontecendo. E o que é mais importante a ser lembrado é o fato que a crise não foi provocada pelo povo. A culpa disso tudo é do senhor Agnelo Queiroz.

 

De que forma, então, o governo poderia agir não sendo aumentar impostos e evitar mais gastos com aumentos de salários?

Vou voltar no tempo… O DF não teve o Fundo Constitucional a vida inteira. O ex-governador Joaquim Roriz viu a necessidade da capital ter recursos garantidos para ajudar nos gastos com Educação e Saúde. Então, Roriz foi ao presidente da época, Fernando Henrique Cardoso, conversou, pediu, e conseguiu garantir o Fundo que temos hoje. Isso é só um exemplo de que existem formas para se conseguir aumentar recursos na cidade. Uma alternativa seria uma conversa franca e com propostas que sejam boas para ambos os lados, governo e servidores.

 

Mas essa conversa não já existiu?

Devemos esgotar todas as possibilidades. Conversou, não ficou bom para ambas as partes? Conversa de novo. Negocia de novo.

 

A senhora concorda com a atitude de alguns colegas distritais que estão travando a pauta na Câmara com imposições ao Buriti?

Estão todos querendo dar sua contribuição para tirar a cidade do buraco. O trabalho de um deputado não é apenas criar, apresentar e votar leis. Os distritais estão dispostos a dar suas contribuições. Já comprovamos isso repassando a maior parte das nossas emendas parlamentares para resolver problemas na Saúde. Estamos, novamente, demonstrando isso chamando os sindicatos para conversar. Tenho certeza que se o governo pedir, cada um dos 24 deputados distritais tem, pelo menos, uma proposta para apresentar ao governador como alternativa para ajudar o Distrito Federal. Seriam, no mínimo, 24 ideias a mais.

 

A senhora, por exemplo, tem alguma solução que não seja aumentar impostos?

Sou totalmente contra o aumento de impostos. Grande parte dos meus projetos que apresento são para reduzir impostos, inclusive. Por que o governo não revê, por exemplo, as renúncias fiscais que concedeu às empresas no DF para aumentar a arrecadação? Num levantamento inicial que fiz, o GDF teria como arrecadar cerca de R$ 2 bilhões apenas revendo essas renúncias.

 

Então, na sua opinião, o governo não tem ouvido ninguém e tem tentado agir sozinho na crise?

Não disse que o governo não tem ouvido ninguém. Até porque, é claro que o governador deve ouvir algumas pessoas sim, ele tem um grupo político que dá conselhos a ele, é óbvio. O que estou dizendo é que os deputados distritais podem ajudar e têm sugestões que merecem ser ouvidas. Lanço mão mais uma vez de um ensinamento do meu pai que sempre deu certo em todos os quatro governos dele: governar é definir prioridades depois de ouvir o povo.

PSD chama nota do PSB de “insinuações levianas” e defende vice-governador

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Renato Santana
Renato Santana

 

O Partido Social Democrático no Distrito Federal (PSD-DF) vem a público, respeitosamente, manifestar a sua consternação com insinuações levianas feitas pelo PSB-DF a respeito do recente e lamentável episódio envolvendo as forças policiais e os professores no DF.

O vice-governador e secretário-geral do PSD-DF Renato Santana tem 21 anos de serviços prestados como servidor público concursado do Governo do Distrito Federal e o PSD-DF não admite a tentativa sórdida de se macular a história da nossa liderança como “estratégia” de uma política rasteira combatida por nós e rechaçada também e especialmente pela população da Capital da República.

As palavras de ordem do PSD são a verdade e o diálogo, em qualquer hipótese, e não será diferente seja qual for o episódio. Não é hora de se travar disputas políticas ou disparar críticas sem fundamento a aliados para falsear a realidade, mas, sim, da união de todos os agentes públicos e políticos em prol de um novo tempo para a cidade que amamos e para todos os brasilienses.

O PSD-DF tem discordâncias naturais ao conteúdo programático socialista preconizado pelo respeitoso PSB-DF, mas entende que uma boa gestão governamental se dá através da ampla discussão de projetos, ações, experiências, resultados e integração.

A prioridade do PSD-DF é contribuir para que o Governo do Distrito Federal supere o mais rápido possível a grave situação financeira que enfrenta, fruto da equivocada e temerária gestão passada. Essa contribuição está calçada no respeito às instituições e na luta pela valorização constante dos servidores públicos, civis e militares, força motriz da nossa Administração Pública e da nossa economia.

O PSD-DF se orgulha de ter em seus quadros o vice-governador Renato Santana, que mostra a cada dia para a população um estilo dinâmico próprio de trabalho por meio do diálogo com a comunidade e a interação com os órgãos do governo, apontando soluções imediatas e exemplares para os problemas encontrados dia a dia nas ruas do DF.

O Partido segue ao lado do governador Rodrigo Rollemberg e de todos os partidos de sustentação ao Governo do Distrito Federal por entender que apenas com união e muito trabalho, pautado no trinômio legalidade-eficiência-transparência, é que teremos êxito na missão de oferecer para a toda população serviços públicos de qualidade e retomar o desenvolvimento econômico e social do DF e seu Entorno.

PSD-DF

Francisco Caputo, ex-presidente da OAB, lamenta baixarias na campanha da Ordem

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Francisco Caputo, ex-presidente da OAB
Francisco Caputo, ex-presidente da OAB

 

 Ele condena a política rasteira, abusos do poder político e do poder econômico importadas da política partidária e sindical

O ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional do Distrito Federal (OAB-DF), Francisco Caputo, divulgou hoje um vídeo em sua página do Facebook e fez um desabafo ao que ele classificou como uma campanha difamatória e e condenou as baixarias nas eleições para escolha da nova diretoria da OAB-DF. Kiko Caputo é apoiador da chapa Pró-Advogado 30, encabeçada pelo advogado Délio Lins e Silva Júnior. No vídeo, ele responde ao atual presidente, Ibaneis Rocha. Veja o desabafo de Caputo:

“Meus amigos, ontem tentaram, de maneira covarde, atingir minha honra, com um vídeo infantil disparado pela chapa do atual presidente da OAB-DF. Nesses 43 anos de vida em Brasília, nunca dei motivos para duvidarem do meu caráter ou da minha postura ética. Isso vem de berço, e eu tive um espetacular! Fiz um vídeo de resposta, onde tive a coragem de expor minha imagem – ao contrário dos meus detratores, que se esconderam em truques de imagens – para defender a minha honra e a da minha família. Há anos pratico política de Ordem. Já ganhei e já fui derrotado nas eleições. Isso é do jogo. O que não podemos admitir é que prevaleça na Casa da Cidadania essa política rasteira, com abusos do poder político e do poder econômico que esse grupo importou da política partidária e sindical. Trouxeram para nossa Ordem o que há de pior na política atual. São verdadeiros assassinos de reputação, mas a minha não atingirão! Fiquei calado nos últimos seis anos, quando assacaram contra mim as mais sórdidas inverdades. Agora, CHEGA!! Vamos combater, com as armas da verdade e do trabalho realizado, sempre pautados pela conduta ética, esse mal implantado na OAB. Conto com vocês!”

Assista o vídeo:

 

Líder da Rede no DF, Chico Leite participa da Convenção Estadual da Rede Goiás

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Foto: Leandro Queiroz
Foto: Leandro Queiroz

 

Na oportunidade, o parlamentar discursou sobre os desafios que serão enfrentados para sair da crise vivida no atual cenário econômico e político brasileiro

Por Thiago Alves – O líder da Rede na Câmara Legislativa, deputado Chico Leite, participou, no domingo (8), da Convenção Estadual da Rede Sustentabilidade Goiás, na Assembleia Legislativa, em Goiânia. O parlamentar debateu com os participantes o atual cenário político brasileiro e a participação da legenda na construção de um Brasil correto e com ética na política. “Penso que o nosso grande desafio hoje é construir um Brasil correto, com ética na política, com proteção ao patrimônio público. Mas, também, não podemos deixar que venhamos a perder tudo o que já conquistamos”, ressaltou o distrital.

Chico Leite destacou que, atualmente, vivemos um momento difícil no País, que vai além da crise orçamentária e financeira. Vivemos também uma profunda crise de desconfiança na classe política. “Na minha avaliação, a maior crise na realidade é essa. A desconfiança que as pessoas têm se nós não estamos utilizando o argumento coletivo para priorizar o individual”, destacou.

O parlamentar defendeu, ainda, a necessidade de avançar mantendo e realçando o conteúdo sem esquecer as conquistas da nossa história. “A Rede é a oportunidade de várias pessoas que pensavam de maneira empática se reencontrarem e darem ao Brasil a possibilidade de sonhar de novo. Eu tenho fé, eu tenho esperança”, afirmou.

O parlamentar falou sobre a irresponsabilidade fiscal que ocorreu em vários estados e no Distrito Federal, criticando os governantes que utilizam esse argumento como desculpa para entregar os recursos públicos à iniciativa privada, fazendo da Saúde e da Educação objetos de lucro.

Convenção Distrital

A Convenção da Rede Sustentabilidade no DF será realizada no dia 22 de novembro, a partir das 8 horas, no auditório da Câmara Legislativa.

 

Tribunal de Justiça do DF reabre período de inscrições em concurso público

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concurso

 

Prazo vai até esta terça (10/11). Provas ocorrem em 20 de dezembro

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) reabriu o prazo para confirmar a participação no concurso para Analista Judiciário e Técnico Judiciário. Os interessados podem se inscrever no site www.cespe.unb.br/concursos/TJDFT_15_SERVIDOR até às 23h59 desta terça-feira (10/11). A taxa permanece no valor de R$ R$ 95,00 para Analista e de R$ 65,00 para Técnico, e pode ser paga até 23 de novembro.

O Tribunal oferece um total de 80 vagas, além de cadastro de reserva. Para o cargo de Analista, há chances nas seguintes Áreas ou Especialidades: Análise de Sistemas, Biblioteconomia, Psicologia, Suporte em Tecnologia da Informação, Medicina (Clínica Médica, Ginecologia-Obstetrícia, Neurologia, Pediatria e Psiquiatria), Odontologia e Judiciária. A remuneração mensal é R$ 8.863,84.

Já para Técnico, há oportunidades nas Áreas Administrativa e de Apoio Especializado – Especialidades: Enfermagem e Programação de Sistemas. A remuneração oferecida é R$ 5.425,79. Todos os requisitos para participação estão previstos no edital de abertura da seleção.

O concurso ocorrerá por meio de provas objetivas e discursiva para todos os cargos. As avaliações estão previstas para ocorrerem em 20 de dezembro, no Distrito Federal (DF).

 

SERVIÇO

Concurso: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT)

Cargos: Analista Judiciário e Técnico Judiciário

Vagas: 80 vagas e formação de cadastro de reserva

Inscrições: até 10 de novembro

Taxas: entre R$ 95,00 (nível superior) e R$ 65,00 (nível médio)

Provas: 20 de dezembro

 

CONTATO

Outras informações no site www.cespe.unb.br/concursos/TJDFT_15_SERVIDOR/ ou na Central de Atendimento ao Candidato do Cespe, de segunda a sexta, das 7h30 às 20h30 – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Sede do Cespe – (61) 3448 0100.

Tribunal de Contas condena Durval Barbosa a devolver mais de R$ 9 milhões aos cofres públicos

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Delator Durval Barbosa
Delator Durval Barbosa

 

O corpo técnico do TCDF apontou que a Codeplan pagou pelo desenvolvimento de programas de computador sem que houvesse qualquer comprovação da execução dos serviços de informática

Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira, dia 09 de novembro de 2015, o Acordão 593/2015 que condena Durval Barbosa Rodrigues a devolver R$ 9.371.188,49 aos cofres públicos, com correção. Na decisão 4772/2015, o Tribunal de Contas do DF determinou que o ex-diretor da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) restituísse o valor do prejuízo apurado em contratos emergenciais celebrados com a Prodata Tecnologia e Sistemas Avançados.

Ao realizar a uma auditoria de regularidade nos contratos nºs 22/2005 e 53/2005, o corpo técnico do TCDF apontou que a Codeplan pagou pelo desenvolvimento de programas de computador sem que houvesse qualquer comprovação da execução dos serviços de informática.

Além de Durval Barbosa, foram responsabilizadas outras nove pessoas e a empresa de tecnologia contratada. Eles têm um prazo de 30 dias para recolher solidariamente (em conjunto) o valor atualizado monetariamente.

Processo 10478/2007

Rollemberg reúne-se com deputados distritais e pede apoio na aprovação de projetos

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Foto: Tony Winston
Foto: Tony Winston

 

Chefe do Executivo local voltou a pedir ao Legislativo celeridade na votação de projetos que visam ao aumento de receita

Por Mariana Damaceno – O governo enviou à Câmara Legislativa nas últimas semanas uma série de matérias que visam ao aumento de receita. Na manhã desta segunda-feira (9), o governador Rodrigo Rollemberg voltou a se reunir com deputados distritais para pedir celeridade na votação dos projetos, principalmente daqueles que não preveem aumento de alíquotas. O encontro ocorreu na Residência Oficial de Águas Claras e teve a presença de parte do secretariado.

Entre os projetos enviados, Rollemberg destacou o que se refere aos Jogos Olímpicos Rio 2016. O texto regulamenta a participação do Distrito Federal como uma das sedes do torneio. “Essa é uma competição que nos trará muitos benefícios, e a maioria dos investimentos já foi feita”, disse, referindo-se a benfeitorias que Brasília teve quando foi uma das unidades da Federação a receber partidas da Copa do Mundo Futebol, em 2014.

A presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT), disse que os parlamentares se esforçarão para votar o texto na terça-feira (10). A expectativa, segundo ela, é que o conteúdo seja aprovado.

Os Jogos Olímpicos de 2016 ocorrerão de 5 a 21 de agosto, e Brasília receberá dez partidas de futebol — sete masculinas e três femininas. Para isso, o DF precisa entregar até o dia 16 a matriz de responsabilidade ao comitê olímpico para assumir compromissos, como a garantia de segurança e de disponibilidade de campos de futebol para treino das seleções. “São questões que precisam do aval dos deputados distritais”, acrescentou Rollemberg.

Venda de terrenos

A ideia é que, nas próximas semanas, projetos como o que autoriza o Executivo a vender 32 imóveis da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) — PL nº 38 — sejam apreciados e aprovados. “A prioridade são as matérias que não aumentam impostos e que são importantes no ponto de vista de capacidade de arrecadação para que o DF consiga pagar o reajuste salarial em outubro de 2016”, disse o governador ao fim da reunião. Rollemberg também citou como prioridade a venda de propriedades da Sociedade de Abastecimento de Brasília (SAB), que está em processo de liquidação.

Sobre esses projetos enviados pelo Executivo, Celina reconheceu a necessidade de a Câmara acelerar a aprovação de medidas que aumentem a receita sem impactar no bolso do contribuinte.

ANÁLISE POLÍTICA Como nuvem de fumaça, por Celson Bianchi

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Por Celson Bianchi- Um governo para ser respeitado tem que demonstrar capacidade administrativa e assim fazer a máquina atender bem o cidadão e coesão política, mostrando que todos estão remando para o mesmo lado.

No atual governo nenhuma destas premissas se mostra efetiva. A máquina não funciona e com isto o cidadão sofre. E a equipe de governo jamais se mostrou coesa. É cada um por si.

O recente episódio do conflito entre o secretário de Segurança e o comandante da Polícia Militar, dá o tom da torre de babel que se transformou a atual equipe de governo.

Em dez meses foram dez secretários exonerados, fora os que foram abatidos antes mesmo da posse, como o então anunciado futuro secretário de saúde, que foi sem nunca ter sido. Um exemplo claro de como as escolhas feitas não primaram por verificar todas as exigências para o cargo.

É evidente que a saída de um governo pode gerar sequelas, mas nunca na estória da nossa cidade um secretário saiu atirando com todas as letras contra o governo que integrava a pasta que dirigia. Artur Trindade conseguiu acertar na mosca os dois alvos, colocando sob suspeita inclusive os índices de criminalidade que recentemente apresentara.

O fato é grave e não pode ser jogado na vala comum, pois atenta contra um dos direitos fundamentais do cidadão, que é a Segurança Pública e, por conseguinte, prejudica todo o DF.

Já não dá mais para ficar do jeito que está. O governo luta contra o tempo, pois 2018 está logo ali. E no ritmo que está indo o governo se esvai como nuvem de fumaça. E um governo quando fraqueja, perde na essência o mais importante: a perspectiva de futuro.