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Ibaneis: “Nós vamos fazer o maior processo de regularização fundiária do DF”

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Após assinatura do termo de compromisso, condomínio deve buscar outras licenças para início do processo de regularização. Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

GDF e representantes do Condomínio Privê do Lago Norte assinam Termo de Compromisso para iniciar processo de legalização do conjunto habitacional

A regularização fundiária vai se tornar realidade para 700 moradores do Condomínio Privê I, localizado no Lago Norte. Nesta quarta-feira (10), o Governo do Distrito Federal (GDF) e representantes do conjunto habitacional ratificaram a assinatura de um Termo de Compromisso para atender à tão sonhada regularização e espantar a insegurança jurídica, que há décadas toma conta de centenas de famílias.

Ao todo, 174 lotes da Etapa 3 do Privê I são beneficiados com a assinatura do documento. Trata-se de uma nova modalidade de regularização fundiária, em que o condomínio é corresponsável e atua de mãos dadas com a Terracap. A medida visa agilizar o processo até a etapa de venda direta, em que o morador exerce o direito de compra do terreno que ocupa.

“É com esse espírito de que todos nós estamos engajados: em fazer o bem. Vamos continuar trabalhando no DF para regularizar, no menor prazo possível, o maior número de condomínios dessa cidade. Nós vamos fazer o maior processo de regularização fundiária do DF”, afirmou o governador Ibaneis Rocha durante a cerimônia realizada na sede do condomínio.

Neste trabalho conjunto entre uma empresa pública e a sociedade, a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), gestora das terras públicas do DF, ficará responsável por colaborar tecnicamente com os moradores nas ações que visam a regularização fundiária urbana.

Ao condomínio, cabe a elaboração e execução de projetos de urbanismo, infraestrutura e licenciamento ambiental. Ou seja, aqueles que dizem respeito à drenagem pluvial, esgotamento sanitário, abastecimento de água potável, energia elétrica, pavimentação, asfalto, meios-fios, calçadas, arborização e estudos ambientais. A expectativa é que a regularização saia ainda em 2021.

Venda direta 

Daqui para frente, o processo se dará da seguinte forma: o condomínio deve providenciar e obter a aprovação dos projetos de infraestrutura e licenças junto aos órgãos competentes, como Caesb, CEB, Seduh e Brasília Ambiental. Depois que tudo estiver aprovado, a Terracap encaminha a documentação para publicação de decreto pela Casa Civil.

Em seguida, a regularização é encaminhada para registro em cartório. Depois, é aberta a venda direta aos moradores, nos moldes da Terracap. E, por fim, a escritura definitiva é entregue no ato de compra e venda dos imóveis. Os custos de elaboração e execução dos projetos são responsabilidade dos moradores do condomínio, não cabendo qualquer repasse financeiro entre as partes envolvidas no acordo.

“Quando se chega ao ponto de assinar um documento feito com a participação dos moradores, temos um engajamento deles no processo de regularização. E é esse engajamento que leva ao sucesso. E é esse sucesso que nós estamos conseguindo no governo, regularizando áreas que se diziam impossíveis, como Vicente Pires”, acrescenta Ibaneis Rocha.

A regularização vem em boa hora porque há cerca de 20 anos os moradores deste condomínio sofrem com a sensação de insegurança e temem pelo futuro da região, além de enfrentarem diversas demandas judiciais, que adiam o sonho da escritura definitiva.

“A Terracap, como agência de desenvolvimento que é, traz a agilidade necessária para essa regularização. O condomínio passa a ter corresponsabilidade, desde a elaboração do projeto juntamente com a Terracap, e isso vai facilitar muito as discussões que existem durante o processo de regularização Assim, a gente ‘mata’ isso no nascedouro. Esse projeto, elaborado a quatro mãos e depois aprovado nos órgãos responsáveis, ganha agilidade. É apenas o início, o primeiro deles, pois já tem gente na fila”, explica presidente da Terracap, Izidio Santos.

Segundo o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço, o Estado, sozinho, não consegue avançar com todos os estudos necessários de uma única vez, para todas essas áreas, por se tratar de um processo longo e minucioso, que envolve diversos órgãos. “Assim nasceu a ideia da proposta de celebração de Termo de Compromisso, que não envolve repasse financeiro de ambos os partícipes”, aponta.

Comunidade comemora

Etapa 3 do Privê, 174 famílias terão seus lotes regularizados

Síndica do Privê I e uma das pessoas a assinar o termo nesta quarta-feira, Márcia Cristina de Oliveira, conta que o condomínio foi criado em 1989 e há muitos anos aguardava pela regularização. Os moradores, segundo ela, foram ludibriados e compraram os lotes como se fossem terra particular. “Depois, descobrimos que os documentos eram falsos e que se tratava de terra pública. Em 2003, fundamos uma associação para tentar as melhorias e buscar a regularização do condomínio”, conta.

De lá pra cá, conseguiram, junto aos órgãos públicos, a implementação de infraestrutura básica no local, como água, esgoto e pavimentação. “É o sossego de termos as escrituras em mãos e, ainda, de que não haja mais parcelamento irregular do solo no local. Essa solução inédita [o termo de compromisso] é a melhor para todos nós”, confirma.

Esta vibração positiva foi reforçada pelo administrador do Lago Norte, Marcelo Ferreira da Silva. Ele recorda que, desde criança, passava de bicicleta em frente ao condomínio, acompanhando o crescimento da região com o passar do tempo. “Começamos 2021 com uma grande festa. A regularização desse condomínio era sonhada por todos os moradores. Isso significa que este governo está o tempo todo em ação e não deixou as pessoas em sofrimento”, aponta Marcelo.

O condomínio Privê é classificado como uma área de Regularização de Interesse Específico (Arine) e, portanto, passível de regularização. As normas e especificações deste tipo de assentamento estão descritas no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), que é o instrumento básico da política territorial do DF.

Todos os processos de regularização e de aprovação de novos parcelamentos na capital podem ser consultados no Portal da Regularização.

Além do governador Ibaneis Rocha, participaram da cerimônia o presidente da Terracap, Izidio Santos; o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho; os secretários José Humberto Pires (Governo),  Anderson Torres (Segurança Pública), Severino Cajazeiras (Atendimento à Comunidade), José Eduardo Pereira Filho (Desenvolvimento Econômico); o administrador do Lago Norte, Marcelo Ferreira da Silva; o presidente do SLU, Silvio Vieira; a deputada federal Celina Leão; o deputado distrital Roosevelt Vilela; além de moradores do condomínio Privê.

GDF desmente fake news sobre pagamento do IPVA 2021

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Postagem em redes sociais afirmava que boletos do impostos deixariam de ser entregues pelos Correios

A Secretaria de Economia do Distrito Federal desmentiu uma notícia falsa que circula nas redes sociais que afirma que os carnês do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2021 não seriam mais enviados à casa dos contribuintes. Diante da possibilidade de que os motoristas do DF possam cair em golpes, a pasta recomenda que eles fiquem atentos sobre a veracidade dos boletos do imposto.

O órgão afirma que a cobrança já foi encaminhada aos domicílios do DF. No entanto, os carnês não virão com o abatimento do programa Nota Legal, em que consumidores acumulam créditos ao informar o CPF ou CNPJ em notas fiscais emitidas por estabelecimentos comerciais.

O prazo para indicação dos créditos terminou em 31 de janeiro. Com isso, quem optou pela indicação do Nota Legal deve emitir o boleto na página da Secretaria de Economia.

Andrea Costa advogada especialista em direito digital alerta sobre a autenticidade de informações que circulam pela internet. “É preciso ter muito cuidado quanto às mensagens no WhatsApp ou redes sociais sobre cobranças e envio de boletos. Há, atualmente, muitos golpes de boletos falsos em que é exigido o seu pagamento imediato”, explica.

Checagem

O GDF pede que os contribuintes verifiquem o código de barras nos carnês do IPVA, que é formado por quatro colunas de números. Todos os boletos começam com os dígitos 85. O governo afirma que se o contribuinte comparar o boleto impresso que veio pelo correio com a conta emitida pela internet, poderá haver uma diferença no terceiro dígito, o que não significa que o boleto impresso seja falso.

Na segunda coluna do código de barras, a partir do quinto dígito, é necessário que se tenha presente o número 0009, que identifica a Secretaria de Economia do DF às instituições financeiras. Já na terceira coluna do código de barras, a partir do quarto dígito, deve constar exatamente o número do Renavam do veículo do contribuinte.

Por fim, antes de realizar o pagamento, o GDF esclarece que o contribuinte precisa se atentar ao nome do órgão que receberá o pagamento, que poderá vir com três termos diferentes: “Convênio de arrecadação – SEEC/DF”, “Convênio de arrecadação – Sefaz/DF” ou “Sefaz – DF”.

Andrea Costa afirma que os cuidados ao receber informações pela internet são válidos para qualquer tipo de cobrança.

“Sempre que receber uma informação por meio de SMS, WhatsApp ou por redes sociais de que você possui alguma dívida ou informando que determinado boleto é falso, o cidadão precisa verificar isso no canal da empresa [que é detentora do documento] ou do governo.”

Os veículos com a placa final 1 e 2 já terão a primeira parcela do IPVA vencendo no próximo dia 22. O último vencimento será dos veículos com placas 9 e 0, em 26 de fevereiro.

Fonte: Brasil 61

Flávia Arruda é eleita presidente da Comissão Mista de Orçamento

Ao tomar posse, Flávia disse que, além do Orçamento, uma das prioridades do colegiado será trabalhar no enfrentamento à pandemia da covid-19, pela vacinação em massa e por medidas de distribuição de renda, como a prorrogação do auxílio emergencial e a retomada da economia, com geração de renda.

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) foi instalada hoje (10) com a eleição da deputada Flávia Arruda (Pl-DF), por aclamação, para presidir o colegiado. A relatoria ficará a cargo do senador Márcio Bittar (MDB-AC). A CMO é formada por 30 deputados e 10 senadores titulares e tem entre suas atribuições a análise e aprovação do Orçamento da União.

Inicialmente, a instalação do colegiado estava prevista para ontem (9), mas foi adiada em razão da morte do senador José Maranhão (MDB-PB) em decorrência da covid-19.

Ontem (9), ao anunciar a nova para a instalação do colegiado, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que a comissão vai se dedicar exclusivamente na análise da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021 (PLN 28/20), cuja tramitação está atrasada. Após a aprovação da LOA, o colegiado será desfeito para a formação de uma nova comissão.

No entanto, diversos integrantes do colegiado pediram a prorrogação dos trabalhos por mais tempo, argumentando que precisam analisar o Orçamento com mais tempo. A nova presidente da CMO disse que vai levar a questão para debate junto à presidência do Senado

“A gente tem uma proposta de prazo para a gente votar [o Orçamento], que ainda vai ser levada ao presidente do Congresso. Nós votaremos, sim, porque esse é um compromisso que temos com o país de votar esse orçamento até antes do final de março, mas isso não nos impede de colocar em discussão e votação no plenário a prorrogação da comissão”, disse Flávia Arruda.

Disputa

A instalação da CMO chegou a ser anunciada no segundo semestre do ano passado, mas não ocorreu em razão de disputas pelo comando do colegiado. Concorriam à presidência da comissão os deputados Elmar Nascimento (DEM-BA), apoiado pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Flávia Arruda (PL-DF), que contava com o apoio do então líder do Centrão e atual presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

Nesta quarta-feira, logo após o início da reunião para instalar a CMO, o líder do DEM, Efraim Filho (DEM-PB), anunciou ter chegado a um acordo com Lira e retirou o requerimento indicando o deputado Elmar Nascimento para o cargo de presidente.

“Conversamos bastante com o presidente Arthur Lira e também fizemos um rápido diálogo com a deputada Flávia [Arruda] e temos todas as condições de prosseguir”, disse.

Com a retirada da candidatura, o senador Paulo Rocha (PT-BA) anunciou a eleição de Flávia Arruda por aclamação. “Estamos atrasados na feitura do nosso orçamento, então urge a comissão trabalhar”, disse o senador.

Ao tomar posse, Flávia Arruda disse que, além do Orçamento, uma das prioridades do colegiado será trabalhar no enfrentamento à pandemia da covid-19, pela vacinação em massa e por medidas de distribuição de renda, como a prorrogação do auxílio emergencial e a retomada da economia, com geração de renda.

“Só temos uma grande chance de fazer esse esforço através do diálogo e do entendimento. Os prazos são exíguos, os recursos escassos e as necessidades imensas”, disse Flávia Arruda.

Sesc-DF promove live interativa de Carnaval em fevereiro

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Música, alegria e diversão. Essa é a proposta do Sesc-DF, que irá realizar uma live com programação carnavalesca voltada para o público idoso. Quem quiser pode participar vestindo a sua fantasia, juntamente com os mais de 2 mil participantes das atividades do Grupo dos Mais Vividos do Sesc-DF (GMV). A transmissão será realizada pelo youtube do Sesc-DF​, na quinta-feira, 11 de fevereiro a partir das 16h.

De acordo com a coordenadora da área de Assistência do Sesc-DF, Adriana Costa, a transmissão da live abre a programação do ano com a expectativa de que no futuro as atividades para o público idoso voltem a ser presenciais. “Mesmo de forma virtual, é muito importante manter o público ativo, focado na manutenção das capacidades funcionais, cognitiva e social. É um evento cultural, que resgata memórias afetivas aos participantes”, complementa a coordenadora da área de Assistência do Sesc-DF.

Live de Carnaval – Abre alas do GMV

11/02/2021, quinta-feira

16h

Youtube do Sesc-DF​​ https://www.youtube.com/user/sescdf

Idib abre inscrições para concurso da Câmara de Planaltina

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São 108 oportunidades para cargos que vão de motorista e técnico administrativo a controlador interno e analista jurídico

Estão abertas as inscrições para o concurso da Câmara Municipal de Planaltina, no Goiás. São 18 vagas imediatas e 90 de cadastro reserva para oito cargos que exigem formação acadêmica de ensinos médio e superior. Os salários iniciais vão de R﹩ 1.500 (motorista) a R﹩ 2.100 (assessor de comunicação, controlador interno, analista de recursos humanos, analista administrativo e analista jurídico).

Os interessados devem acessar o site do Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib) https://www.idib.org.br até às 23h59 do dia 15 de março de 2021. A taxas, cujo valores são de R﹩ 70 e R﹩ 90, dependendo do cargo, deverá ser paga até 24 horas após a emissão do boleto no ato da inscrição. As provas estão previstas para o dia 25 de abril na cidade de Planaltina. O concurso é válido por dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois anos.

Pandemia

O Idib tem o compromisso de zelar pela segurança de todos os envolvidos em exames e demais eventos da instituição. Portanto, assim como vem realizando em outras provas pelo país, a banca atenderá às normas sanitárias vigentes para o enfrentamento do novo coronavírus, higienizando e desinfetando os locais de provas com a pulverização de produtos químicos utilizados em ambientes hospitalares, aferindo a temperatura corporal dos participantes, oferecendo álcool gel e tapetes sanitizantes na entrada e, também, garantindo o distanciamento social mínimo de dois metros entre as pessoas. O uso de máscaras faciais será obrigatório para todos os presentes.

Sobre o Idib

O Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib) tem parcerias com órgãos e instituições de todo o território nacional e status que o credenciam como uma instituição sólida, respeitada e inovadora, uma das maiores bancas organizadoras de concursos públicos no país. Pioneiro na utilização de biometria digital e facial para a identificação de candidatos e redução de fraudes, conta com um aparato de segurança que inclui câmeras de alta definição com monitoramento 24h, sistema anti-hackeamento, detectores de metal, malotes de segurança lacrados impermeáveis e resistentes ao fogo, fragmentadoras, portas blindadas, comunicação por rádio amador e bloqueadores de celular – um verdadeiro arsenal contra irregularidades.

A instituição foi a primeira a organizar concurso público para o Exército Brasileiro: os certames da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (Espcex) e o de admissão do Colégio Militar de Salvador (CMS), esse ano. Fazem parte do portfólio do Idib, também, a Ordem dos Advogados do Brasil de GO; o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, na BA; a Eletrobrás do PI; os governos dos estados de GO e PE; os Conselhos Regionais de Medicina do RJ, PE e MT; o Conselho Regional de Farmácia de MS; o Conselho Regional de Odontologia de PE; as Polícias Militares da PB e do ES; o Ministério Público do Estado do RS e a Câmara Municipal de Maceió.

Na linha de frente de combate ao COVID-19, enfermeira fala sobre a profissão: “Me fez ter mais certeza que eu fiz a escolha certa”

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Katherine Maurente diz que a pandemia também a fez entender ainda mais a importância da saúde mental

Coordenadora de enfermagem no Hospital Municipal de Cachoeiras de Macacu, Katherine Maurente está, assim como a maioria dos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao COVID-19, fisicamente cansada devido à pandemia. Mas apesar do cenário tão desafiador, ela nunca teve tanto amor à sua profissão.

“A pandemia me fez ter mais certeza que eu fiz a escolha certa quanto a minha profissão e me motivou mais ainda quanto a saúde mental, porque tudo se entrelaçou. Me torno mais feliz em poder contribuir neste momento de alguma forma, ainda mais sendo com a ciência, na saúde, e com a saúde mental envolve palavras, empatia, prioriza muito mais a solidariedade, pois este momento é um momento em precisamos olhar nosso próximo, com olhar de entrega não de julgamentos”, disse a profissional, que também é influencer digital.

Maurente diz que vive um misto de dias melhores com a chegada da vacina com dor por ver muitas pessoas ainda morrendo da doença, mas a esperança ainda prevalece.

“O sentimento que mais impera neste momento é o de esperança, pois depois de um ano com muitas mortes sem saber direito como lidar com essa doença, a vacina é uma nova esperança para volta da normalidade das rotinas, tirando assim o pânico das pessoas que se encontravam com a pandemia, gera uma sensação de confiança tanto na ciência quanto nas autoridades que assim investem na vacinação em massa. Para as pessoas que se encontram ainda em pânico precisamos confiar, pois é o que digo, o vírus não irá embora, devemos aprender a conviver com o vírus e seguir as normas na sociedade, mas acredito que devemos sim voltar à vida normal”, pondera.

E quem perdeu seus entes queridos, como lidar com o luto? A enfermeira diz que, em muitos casos, a pessoa pode precisar de ajuda profissional.

“Muitos psicólogos entendem que o luto tem sua reação impactante de perda. Só que o luto não está só relacionado a morte, mas também a perdas de oportunidades, experiências que não voltam mais entre outras.

O luto é classificado em 5 etapas: Negação, Raiva, Negociação , Depressão, Aceitação. Mas varia de pessoa para pessoa. Diante disso, entendemos que o luto pode ser saudável e precisa ser vivenciado, no momento exato, até chegar a etapa da aceitação. Precisamos nos atentar se isso se estender, não chegando a etapa da aceitação, pois será necessário a ajuda de um profissional”, pontua.

Katherine já foi vacinada. Mas sua vida fora dos hospitais continua igual.

“Devemos ainda seguir as normas de segurança, mas diante da vacina podemos estar voltando à normalização, então precisamos criar os hábitos higiênicos certos, hábitos com máscaras, distanciamento, mas devemos voltar a rotina! A mudança acredito que seja a esperança da volta a rotina”, conclui.

Fevereiro Roxo: saiba mais sobre o mês de combate e conscientização da Fibromialgia

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A psicóloga e apresentadora Rosangela Sampaio explica sobre o Fevereiro Roxo e indica como detectar os sintomas

Por Rosangela Sampaio

Rigidez matinal, dormência nas extremidades, alterações no sono, sensação de inchaço, dor torácica, palpitações, tonturas, dor de cabeça, alterações na memória e no humor são alguns dos sintomas da doença.

Alguns estudos indicam que a fibromialgia é mais comum em pessoas que possuem uma maior sensibilidade à dor, ou seja, é como se um botão fosse ativado e o sistema nervoso central fizesse com que a pessoa sentisse mais dor, fazendo com que nervos, medula e cérebro aumentem a intensidade da dor.

Por isso, é comum desenvolver a fibromialgia após eventos traumáticos, como físico, psicológico e até mesmo uma infecção grave.

Eu recebo frequentemente no meu consultório pacientes com estresse crônico, depressão e alteração de humor. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a depressão está presente em 50% dos pacientes com Fibromialgia (2011).

O processo psicoterapêutico, que é um dos caminhos para auxiliar o paciente no tratamento contra a doença, melhora da qualidade do sono, assim como na manutenção ou restabelecimento do equilíbrio emocional. Na clínica, o paciente é convidado a refletir sobre as suas emoções e como gerar mais emoções positivas, engajamento e aceitação, sentido de vida, realizações e relacionamentos positivos.

Sua maneira de lidar é só sua!

Cada paciente lida à sua maneira em relação ao seu diagnóstico e isso é um fator determinante na evolução da doença.

Por isso, procuramos fazer com que a pessoa assuma uma atitude positiva frente às propostas terapêuticas e seus sintomas.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup – em mais de 150 países – revelou que para as pessoas um futuro melhor inclui ter uma boa saúde. Isso não significa a ausência de doenças, mas ter escolhas referentes ao estilo de vida que sejam capazes de favorecer a saúde e promover o equilíbrio entre corpo e mente.

É por meio do nosso corpo que criamos e exprimimos sentimentos, emoções e pensamentos, ou seja, tudo o que chega à nossa mente passa primeiro pelo nosso corpo.

Pensando nisso, surgiu o conceito de saúde positiva, um novo campo de conhecimento proposto por Martin Seligman, pai da Psicologia Positiva. Aconselho você a conhecer!

Segundo ele, a saúde positiva direciona o nosso foco para aquilo que nos torna saudáveis. Afinal, nós sabemos o que nos faz adoecer, mas nem sempre sabemos o que, de fato, nos tornam saudáveis.

Fevereiro Roxo: como ter uma saúde mais positiva?

Confira os pilares da saúde positiva, que constituem recursos que devemos adquirir ou preservar, e reflita se suas ações estão contribuindo para uma vida mais longa e saudável.

– Trabalhe seus recursos funcionais: isso inclui medidas de capacidade física, como flexibilidade, força, resistência, entre outras. Inclui também a adaptação de nossas funções corporais às demandas de estilo de vida que escolhemos, como trabalhar, amar e se divertir;

– Utilize os recursos biológicos relevantes à sua saúde, como massa corporal, pressão arterial, temperatura, batimentos cardíacos, entre outros;

– Use recursos subjetivos. Isso abrange estados de bem-estar físico, como energia, vigor, vitalidade, e sensação de estar no controle da própria saúde. Também entram os níveis de otimismo, satisfação com a vida, emoções positivas, engajamento em nossa vida e nas coisas que fazemos.

A campanha é importante porque nos faz compreender o nosso papel na sociedade em relação à doença, e mostra que podemos mudar os nossos hábitos, nos informar e termos um papel de destaque com relação à prevenção da doença.

Quem é Rosangela Sampaio?

Rosangela Sampaio é psicóloga, palestrante, escritora e apresentadora do programa Mulheres em Flow.

Dentre seus trabalhos literários estão o capítulo “O poder do autoamor”, da obra “Autoamor – Um caminho para regulação emocional e autoestima feminina”, além das coordenações editoriais e coautorias dos livros “Sem Medo do Batom Vermelho”, onde aborda um tema que é sempre polêmico, a rivalidade feminina, e “Mulheres Invisíveis”, sobre violência contra a mulher.

Também é colunista de portais expressivos e revistas nacionais, entre eles O Segredo, Revista Vivendo PlenaMente, Revista Cenário Minas e Revista Statto, onde leva informações sobre saúde mental para todos com uma linguagem leve, acessível e mostrando que disfunções emocionais fazem parte da vida de todos, não apenas “de gente fraca”.

Saiba mais sobre o seu trabalho em @rosangelasampaiooficial e @mulheresemflowoficial.

CLDF | Prorrogação do Refis deve ser aprovada na próxima semana

Como o prazo expira em 31 de março, GDF tem pressa para a aprovação de um projeto de decreto legislativo que ratifique a decisão do Confaz, explicou o vice-líder de governo, Robério Negreiros

O vice-líder do governo na CLDF, deputado Robério Negreiros, anunciou o envio de mensagem governamental tratando da aprovação pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) da prorrogação do Refis 2020. A medida precisa ser transformada em um projeto de decreto legislativo pela Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) e aprovada pelo plenário da Casa para entrar em vigor.

Como o prazo estabelecido expira em 31 de março próximo, o governo tem pressa, segundo externou o parlamentar na sessão remota da Câmara Legislativa desta terça-feira (9).

De acordo com o presidente da CEOF, deputado Agaciel Maia (PL), como tem impacto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e no Orçamento já aprovado para o ano corrente, e por se tratar de renúncia fiscal, será necessário avaliar uma série de informações.

Porém, disse acreditar que a matéria pode seguir para o plenário na próxima semana. A deputada Arlete Sampaio (PT) sugeriu que seja convocada sessão deliberativa para quarta-feira (17), apesar do feriado. Enquanto a deputada Júlia Lucy (Novo) comemorou os R$ 3 bilhões já arrecadados pelo GDF com o Refis e ratificou a necessidade de aprovar a matéria “o mais rápido possível”.

Governo de Goiás e OVG distribuem quase 140 mil benefícios a pessoas vulneráveis

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Vítima de um derrame cerebral, a aposentada Nadina Nunes de Godoi, de 59 anos, diz que os benefícios recebidos da OVG ajudam a ter mais conforto no dia a dia

Número é referente a cadeiras de rodas, fraldas infantis e geriátricas, enxovais de bebê e outros itens doados em 2020. Quantidade de doações aumentou 71% em relação a 2019. Distribuição ajuda a levar dignidade e melhorar qualidade de vida de moradores dos 246 municípios goianos

O Governo do Estado, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), aumentou em 71%, em 2020, o repasse de benefícios aos cidadãos em situação de vulnerabilidade, se comparado com o ano anterior. Com isso, o Governo reafirma o seu compromisso com uma política social forte capaz de melhorar consideravelmente a vida das pessoas em situação de risco social.

Em 2019, primeiro ano da atual gestão, foram realizados 80 mil atendimentos e, em 2020, o número saltou para 137 mil 92. Entre os benefícios doados pela OVG estão: cadeiras de rodas (modelos padrão, reforçada e higiênica), colchões d’água e de caixa de ovo, muletas, bengalas, fraldas geriátricas e infantis, enxovais de bebê, leite (fórmula infantil), cestas básicas, cobertores e malhas compressiva.

Os atendimentos incluíram, também, a realização de exames de DNA para reconhecimento de paternidade. Eles foram realizados em parceria com o Ministério Público e a Defensoria Pública.

Com essas ações, foram beneficiados moradores dos 246 municípios goianos. Entre eles, está Nadina Nunes de Godoi, aposentada, de 59 anos, que vive com a sobrinha e três sobrinhos-netos em uma casa simples, em uma viela às margens do córrego Anicuns, no Setor São José, em Goiânia. Ela sofreu um AVC, mais popularmente conhecido como derrame cerebral, em outubro do ano passado, e ficou com sequelas que a impedem de andar.

A família, que se sustenta apenas com o salário mínimo de Nadina, não tinha condições de comprar a cadeira de rodas e a de banho, o colchão caixa de ovo e as fraldas geriátricas que a aposentada passou a precisar diariamente. “Foi um alívio ganhar esses benefícios da OVG. Só de fraldas, ela usa um pacote por dia. Além disso, tem a medicação de uso constante”, declara Gesislene de Morais Godoi, sobrinha de Nadina.

Já a aposentada lembra que os benefícios que ganhou da Organização lhe ajudam a ter mais conforto no dia a dia. “Sou muito agradecida à equipe da OVG. Minha sobrinha foi muito bem tratada lá, foi lá e já voltou, no mesmo dia, com as coisas que eu precisava”, diz Nadina.

Segundo a presidente de honra da OVG e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado, com o apoio do governador Ronaldo Caiado, a OVG tem ampliado, dia a dia, o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social, e levado doações a populações que nunca tinham sido beneficiadas nos 73 anos de existência da Organização.

“É sempre gratificante quando podemos fazer o bem ao próximo, a força que a solidariedade nos proporciona é um dos melhores sentimentos que existem. Nosso trabalho é contínuo para que os benefícios da OVG possam chegar a todos aqueles que precisam”, afirma Gracinha Caiado.

A diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado, ressalta que a atual gestão da OVG melhorou a qualidade dos benefícios. “A cadeira de rodas que distribuímos hoje, por exemplo, é muito superior, mais resistente e confortável. O enxoval de bebê entregue às gestantes vulneráveis é confeccionado com tecidos de melhor qualidade e contam com mais peças. Todos os produtos são adquiridos e fabricados pensando na dignidade e no conforto de quem vai receber, declara.

Como solicitar

Estar em situação de vulnerabilidade social e residir em um dos 246 municípios goianos são critérios fundamentais para receber benefícios da OVG. A Organização prioriza o atendimento de idosos, crianças e pessoas com deficiência.

Para quem mora na capital, a solicitação de doações deve ser feita na sede da OVG, na Avenida T-14, nº 249, no Setor Bueno. Quem reside no interior, deve procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de seu município, que fará o pedido para a OVG. É necessário apresentar a Folha do Resumo do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); documento de identificação com foto do beneficiário e CPF; comprovante de endereço e de renda da pessoa favorecida e de quem resida com ela e tenha mais de 18 anos de idade.

Para pedidos de enxoval de bebê, é necessário estar a partir do quinto mês de gravidez e apresentar o Cartão da Gestante ou ultrassom recente. Já quem precisa de auxílios ortopédicos e fraldas geriátricas tem que apresentar, ainda, relatório médico, do fisioterapeuta ou do terapeuta ocupacional que indique o tipo de benefício e que justifique a necessidade do uso.

As malhas compressivas são feitas sob medida. Por isso, é necessário um encaminhamento médico. Para os casos de solicitação de exames de DNA, primeiramente o processo judicial deverá ser aberto no Ministério Público ou na Defensoria Pública. O próprio órgão, a partir da demanda, irá contactar e repassar o caso à OVG.

A solicitação e a retirada dos benefícios não precisam ser obrigatoriamente feitas pelo favorecido com a doação. É possível que isso seja realizado por algum de seus familiares, mediante a comprovação do parentesco via documentação.

O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. Para facilitar o acesso da população aos benefícios, a OVG conta com o Plantão Social. Por meio de atendimento telefônico, pelo número (62) 3201-9439, as pessoas podem obter informações e tirar dúvidas sobre as doações. Em 2020, o Plantão Social recebeu uma média mensal de 750 ligações e 500 mensagens via WhatsApp.

Quem busca a OVG é atendido pelo Serviço Social da Gerência de Voluntariado e Parcerias Sociais (GVPS), que faz um trabalho de escuta e identificação de todas as necessidades que possam ser supridas pela instituição. Além disso, é feita a orientação e o encaminhamento do cidadão a políticas públicas que promovam o bem-estar e tragam mais dignidade e qualidade de vida para os mais vulneráveis.

ABBP reage aos ataques de Chico Sant Anna e Hélio Doyle a médias e pequenas empresas de comunicação do DF

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Entidade sai em defesa dos jornalistas empreendedores, que vem sendo atacadas por militantes ideológicos e avisa: o jornalismo do achaque é coisa do passado

A Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP) reage às críticas feitas pelos ex-presidentes do Sindicato de Jornalista do Distrito Federal, Hélio Doyle e Chico Sant’anna, aos veículos de comunicação digital, dirigidos por jornalistas independentes do Distrito Federal.

Os dois são conhecidos em Brasília por exercer militância político-partidária e fazer uso do jornalismo para promoção pessoal-financeira e de suas ideologias políticas.

Esse método é típico de uma velha política ultrapassada que dominou o país durante as últimas duas décadas.

E muitos fizeram carreira no uso desse expediente de levar recados de poderosos, atacando e manchando a honra de gente honesta e trabalhadora, como são os jornalistas-empreendedores.

Chico e Hélio deveriam aprender a respeitar a categoria de jornalistas, que um dia a representou. Mas, lamentavelmente, as jurássicas ideologias que os dominam, falam mais alto do que o respeito e a decência.

Quando a militância política se emprenha na imprensa, o jornalismo sai pela janela.

Os dois acusadores são, hoje, mais políticos e militantes, do que representantes da imprensa. Emprenhados por uma política razinza, mesquinha, antiquada e ultrapassada.

A ABBP, uma entidade fundada em 2014, que abriga médias e pequenas empresas de comunicação, devidamente qualificadas juridicamente, repudia veementemente as ilações e menções pejorativas feitas por Chico Sant’anna e Hélio Doyle contra os blogues e portais de notícias do Distrito Federal.

Ao atacar o orçamento de comunicação do governo do Distrito Federal, na tentativa de atingir pequenos empreendedores do jornalismo digital, que geram emprego e renda, Chico e Doyle atacam também todos os veículos de comunicação, as agências de publicidades e centenas de profissionais entre os quais, muitos jornalistas, que sobrevivem dos recursos que giram no mercado publicitário.

Os portais de notícias ligados a ABBP são médias e pequenas empresas de comunicação que dominam o jornalismo digital, geram emprego, renda e pagam seus impostos.

Os portais são dirigidos por jornalistas empreendedores que contratam outros jornalistas, desenvolvedores e investem em novas tecnologias que os credenciam como veículos de comunicação de massa com visibilidade no mercado publicitário.

A ABBP defende um segmento respaldado pela Lei Orgânica do Distrito Federal que obriga, desde 2013, as empresas públicas do DF destinarem, no mínimo, 10% do seu orçamento anual da comunicação às mídias alternativas.

Apesar de a lei ser de 2013, Hélio Doyle, como chefe da comunicação do governo Rollemberg (PSB), a ignorou bem como a força da blogosfera política do DF. Resultado: Rollemberg perdeu o Buriti para Ibaneis em 2018.

Não apenas o governo do Distrito Federal, mas a maioria dos governos estaduais, anunciam em portais de notícias da internet, por terem a real convicção que os seus produtos e serviços chegarão com mais abrangência ao público do que qualquer anúncio em outros meios de comunicação.

Os órgãos de controles como Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e Ministério Público de Contas (MPC) tem orientando as empresas públicas do DF a contratar os portais de notícias, principalmente neste período de pandemia provocado pelo novo coronavírus.

Por fim, é preciso saber quem é o ventrículo que embala os dois bonecos que tentam apequenar ou silenciar a mídia alternativa do Distrito Federal. O jornalismo do achaque é coisa do passado.