Início Site Página 1813

Goiás garante mais leitos na segunda onda de Covid-19 e alcança 1.084 unidades de internação, entre UTIs e enfermarias, exclusivas para pacientes da doença

Com abertura, em 8 de março, de 186 vagas em Uruaçu, no Centro-Norte goiano, e de mais 52 em outros quatro municípios goianos, rede de saúde estadual amplia oferta de vagas para abrigar vítimas da pandemia.

O governador Ronaldo Caiado conseguiu superar a abertura de leitos dedicados para Covid-19 nesta segunda onda da pandemia, em comparação com a primeira. Com a entrega, nos primeiros dias março, dos 186 leitos (68 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 118 enfermaria) do Hospital de Enfrentamento à Covid-19 do Centro-Norte Goiano (HCN), em Uruaçu, e de estruturas em Ceres, Iporá, Jataí e Quirinópolis, a rede do Estado atingirá a marca de 1.084 leitos criados e dedicados para os casos de coronavírus.

Ao todo, a rede de saúde estadual dispõe atualmente de 742 leitos de UTIs, instalados em 30 unidades de saúde, para diversos perfis de internação. A distribuição atende todas as cinco macrorregiões de saúde de Goiás, com localização em 20 municípios goianos. Destas vagas em unidades de terapia intensiva, 407 são exclusivas para casos de Covid-19. Para Caiado, a expansão da rede de atendimento a pacientes em leitos críticos resulta de um “esforço enorme” da gestão. “Quando eu recebi o Estado só tinha UTI em três municípios. Hoje, nós estamos instalados em 20. Extrapolaremos, com as estruturas em Uruaçu, mais de 810 leitos críticos no Estado, quando recebemos apena 296 leitos”, lembrou.

Soma-se aos 846 leitos já existentes para casos de coronavírus em Goiás (407 UTI e 439 enfermarias), os 186 de Uruaçu, e os que serão abertos, também nos próximos dias, em Ceres (11), Iporá (10), Jataí (20) e Quirinópolis (11). Assim, o Estado alcançará a marca de 1.084 leitos dedicados para casos suspeitos e confirmados da Covid-19. A abertura gradativa de leitos é uma das frentes do Governo de Goiás para dar assistência à população na segunda onda da pandemia que assola o país e que deixou todos os estados brasileiros com ocupação hospitalar acima de 90%.

O secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino, alerta que mesmo o Governo de Goiás triplicando a estrutura de leitos críticos, ainda assim, o aumento exponencial do número de casos graves supera a oferta de estruturas para internação. “Não se enfrenta uma pandemia apenas com abertura de UTIs e enfermarias, só com atitudes de saúde, nós precisamos de engajamento social”, ressaltou.

Ismael apelou para que os goianos sigam as determinações dos decretos municipais, contribuindo para conter a pandemia. “Não esperem um ente querido, um pai, uma mãe, um amigo, um namorado perder a vida, morrer, para acreditar que a pandemia existe. Como havíamos previstos, teríamos o mês mais difícil do ano de 2021, que será o mês de março. Mas eu tenho a absoluta convicção de que, unidos no propósito de salvar vidas, sairemos dessa condição e teremos, em breve, o resgate da normalidade da nossa convivência”, disse.

Especificamente para casos Covid-19, atualmente, já são sete hospitais de campanha no Estado: Goiânia, Jataí, Luziânia, Formosa, Itumbiara, São Luís de Montes Belos e em Porangatu, em parceria com a prefeitura da cidade. Com o Hospital do Centro-Norte, em Uruaçu, esse número chegará a oito unidades, com um total de 475 leitos de UTI dedicados exclusivamente para tratamento de pacientes com a Covid-19.

A rede de atenção à Covid-19 do Governo de Goiás conta ainda com estrutura para internação em unidades próprias como o Hospital de Doenças Tropicais, o Hospital de Urgência Governador Otávio Lage, o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo, o Hospital Estadual de Jaraguá e os Hospital Estadual de Urgências de Anápolis e Trindade.

Presidente Bolsonaro zera PIS e Cofins do diesel e do gás de cozinha

0

Medidas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial

O presidente da República editou na noite desta segunda-feira (1º) um decreto e uma medida provisória que zera as alíquotas da contribuição do Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do gás liquefeito de petróleo (GLP) de uso residencial. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Em relação ao diesel, a diminuição terá validade durante os meses de março e abril. Quanto ao GLP, ou gás de cozinha, a medida é permanente. A redução do gás somente se aplica ao GLP destinado ao uso doméstico e embalado em recipientes de até 13 quilos. “As duas medidas buscam amenizar os efeitos da volatilidade de preços e oscilações da taxa de câmbio e das cotações do petróleo no mercado internacional”, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

Para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, como forma de compensação tributária, também foi editada uma medida provisória aumentando a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, alterando as regras de Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrando o Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

“Para que o final do Reiq não impacte as medidas de combate à Covid-19, foi previsto um crédito presumido para as empresas fabricantes de produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas, consultórios médicos e campanhas de vacinação que utilizem na fabricação desses produtos insumos derivados da indústria petroquímica, o que deve neutralizar o efeito do fim do regime para essas indústrias, que vigorará até o final de 2025”, informou a Secretaria-Geral.

As novas regras do IPI entram em vigor imediatamente. O aumento da CSLL e o final do Reiq entrarão em vigor em 1º de julho.

As medidas de redução do PIS e da COFINS no diesel e no GLP resultarão em uma redução da carga tributária de R$ 3,67 bilhões em 2021 neste setor. Para 2022 e 2023, a diminuição da tributação no gás de cozinha implicará em uma queda de arrecadação de R$ 922,06 milhões e R$ 945,11 milhões, respectivamente.

GDF divulga a última lista para vagas na rede pública de ensino

Matrículas devem ser confirmadas de 2 a 4 de março exclusivamente on-line

O resultado das inscrições para vagas remanescentes na rede pública de ensino do Distrito Federal já está disponível – são as vagas que sobraram, depois que os novatos deixaram de confirmar as inscrições feitas no fim de 2020.

12.275Número de inscritos contemplados

Para quem se inscreveu para as vagas remanescentes, a confirmação de matrícula deverá ser feita de 2 a 4 de março, de maneira on-line. Todos os 12.275 inscritos foram contemplados. As aulas iniciam em 8 de março, de forma remota.

Para fazer a consulta, basta acessar este link, inserindo os dados solicitados, sem nenhum tipo de acentuação nos campos a serem preenchidos

A confirmação das matrículas para o ano letivo de 2021 será realizada em duas etapas, uma on-line e outra presencial

Confirmação das matrículas

Além da etapa on-line, a confirmação das matrículas para o ano letivo de 2021 será realizada também na versão presencial. Em respeito ao decreto nº 41.841, publicado na Edição Extra nº 15-A, do Diário Oficial do Distrito Federal, de 27 de fevereiro de 2021, e à realidade sanitária atual, a apresentação dos documentos originais será feita somente após o retorno das atividades presenciais.

Pais ou responsáveis que tiverem dificuldade de enviar a documentação pelo site da secretaria deverão entrar em contato com a instituição de ensino, por e-mail ou telefone, para verificar a melhor forma de atendimento.

Nesta primeira etapa, destinada aos novos estudantes que, por algum motivo, não conseguiram se inscrever no processo regular, já é possível saber em que escola irão estudar no ano letivo de 2021.

As vagas remanescentes são disponibilizadas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal para os estudantes que não realizaram inscrição no processo regular. Essas vagas são originárias da não efetivação de matrícula de alunos contemplados no remanejamento escolar anual e nas matrículas novas, dos que não renovaram matrícula no prazo estipulado e também das transferências de veteranos ocorridas entre os meses de dezembro de 2010 e janeiro de 2021 – o que acaba abrindo vagas em algumas escolas.

Os novos estudantes que confirmaram matrícula e aqueles que já estudam nas escolas da rede pública não poderão ser contemplados neste processo.

Comissão da Câmara Legislativa aprova Gilberto Occhi para presidir Iges

Depois de duas horas de sabatina on-line, novo presidente é aprovado com quatro votos a favor e um contra

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta segunda-feira (1º) o parecer que indica o nome do ex-ministro da Saúde, Gilberto Occhi, para assumir a presidência definitiva do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). O gestor já tinha sido aprovado para ocupar o cargo em 18 de fevereiro, pelo Conselho de Administração do instituto. Agora, o nome dele será encaminhado ao plenário para votação na CLDF.

A aprovação do relatório ocorreu após arguição realizada on-line que durou mais de duas horas, com quatro votos favoráveis e um contrário. Votaram a favor a deputada Arlete Sampaio, presidente da Cesc, e os deputados Rodrigo Delmasso, Cláudio Abrantes e Jorge Vianna. Foi contrário Leandro Grass, vice-presidente da Cesc.

Durante a sabatina, Occhi garantiu que as primeiras medidas adotadas durante sua gestão serão promover uma reestruturação organizacional que trará uma economia de R$ 18 milhões e a readequação do plano de cargos e salários, permitindo o reequilíbrio financeiro do Iges.

“Vamos trabalhar para que o Iges seja autossustentável, eficiente e possa proporcionar melhorias, como diminuir as filas de exame e cirurgias, que são tão importantes na vida do cidadão”Gilberto Occhi, presidente do Iges-DF

“São essas economias que vão colocar o Iges em condição para pagar as suas contas e fazer investimentos necessários para melhorar o serviço de assistência que nós temos que oferecer à população do DF”, disse. “Vamos trabalhar para que o Iges seja autossustentável, eficiente e possa proporcionar melhorias, como diminuir as filas de exame e cirurgias, que são tão importantes na vida do cidadão”, pontuou.

Devolução de servidores

Sobre a devolução de servidores, o novo presidente garantiu que não fará nenhuma devolução de forma atabalhoada, desrespeitosa ou que venha a gerar desassistência à população. O retorno somente será realizado se não houver sucesso nas demais medidas financeiras previstas, as quais já começaram a ser planejadas.

Segundo ele, atualmente, a folha de pagamento de 6,5 mil celetistas do Iges é de R$ 31 milhões, enquanto o custo da folha de 2,5 mil servidores da Secretaria de Saúde é de R$ 35 milhões. Por isso, uma alternativa já apresentada ao secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, seria a Secretaria de Saúde arcar com a diferença salarial dos servidores que recebem um valor mais alto.

Occhi disse que sua gestão terá o fortalecimento da Controladoria Interna, que hoje só conta com dois profissionais para fazer auditoria

“As melhorias salariais, as incorporações e o tempo de serviço, tudo isso foi agregado ao servidor, porque é direito do profissional, mas traz um custo maior. Já conversei sobre essa proposta com o secretário de Saúde”, ressaltou.

Controle interno

Occhi disse que sua gestão terá o fortalecimento da Controladoria Interna, que hoje só conta com dois profissionais para fazer auditoria. “Temos um código de ética e vamos fazer um trabalho de capacitação. Vamos evitar a corrupção e demonstrar a transparência, bem como incentivar que a população se manifeste pelos canais de Ouvidoria”, completou.

“Também vamos fazer a análise dos dois prédios de aluguéis, o do SIA e o que fica no PO 700. E, se conseguirmos outros prédios mais baratos, vamos tentar negociar e, se for necessário, fazer a transferência, gerando economia”, ressaltou.

Occhi também se comprometeu a aumentar a transparência de todos os atos do Iges e levar ao conhecimento da CLDF todos os relatórios de auditoria, assim que eles forem concluídos e possam ser legalmente publicados. No caso específico do uso de cartões corporativos, ele também citou que determinou a suspensão imediata dos cartões, bem como a restituição dos gastos ao Iges, mesmo que seja necessário acionar a esfera judicial.

Na área de pessoal, também haverá maior publicidade dos processos seletivos, bem como serão adotados mais critérios de seleção, como adoção de peso na pontuação dos candidatos por tempo de experiência e qualificação profissional.

De acordo com Occhi, os contratos de qualquer natureza que não estão sendo cumpridos pelas empresas contratadas serão imediatamente suspensos ou serão glosados (receberão abatimentos) de acordo com o que não está sendo feito.

Occhi se comprometeu, ainda, a colocar o PET/CT em funcionamento. O equipamento usado para diagnosticar e tratar casos de câncer foi instalado no Hospital de Base (HB) e aguarda licença da Comissão Nacional de Energia Nuclear para funcionar. Ele também ressaltou que vai regularizar os pagamentos às construtoras das sete novas unidades de pronto atendimento (UPA), após readequar a contratualização junto à SES para receber os repasses referentes às obras.

Currículo

Gilberto Occhi tem ampla experiência em administração pública. Entre abril de 2018 e janeiro de 2019, foi ministro da Saúde e presidente da Caixa Econômica Federal na gestão de Michel Temer. Antes, ainda na esfera federal, foi ministro das Cidades e ministro da Integração Nacional no governo de Dilma Rousseff.

Ainda em 2019, Occhi passou a atuar no Governo do Distrito Federal (GDF). Foi escolhido pelo governador Ibaneis Rocha para a chefia da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). O gestor volta à política local assumindo o Iges-DF para dar continuidade ao trabalho de prestação de serviço humanizado à população.

Secretaria de Saúde do DF remobiliza mais 30 leitos de UTI Covid

Em quatro dias, Comitê de Crise consegue ampliar 66 leitos de UTI Covid no Distrito Federal

A Secretaria de Saúde ampliou a oferta de leitos de UTI Covid no Distrito Federal. Desde a última sexta-feira (26), a pasta já mobilizou 66 leitos em hospitais públicos e privados contratados.

66leitos de UTI Covid foram mobilizados desde sexta-feira (26)

O Comitê de Crise da Secretaria de Saúde, reunido na noite deste domingo (29), conseguiu organizar o sistema da rede pública para que, nnesta segunda-feira (1º/3), pudessem entrar em operação 20 leitos no Hospital Regional do Gama e dez no Hospital Regional de Ceilândia.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, lembrou que, na sexta-feira (26), passaram a funcionar sete leitos no Hospital Regional de Samambaia, cinco no Hospital Home e quatro no Hospital Daher. No sábado, 20 leitos no Hospital Regional da Asa Norte também entraram em funcionamento.

“Estamos reunindo todas as nossas forças e contando com a colaboração inestimável dos profissionais de saúde da secretaria para alcançarmos o objetivo de abrir mais leitos de UTI para a população”Osnei Okumoto, secretário de Saúde

“Por determinação do governador Ibaneis Rocha, estamos reunindo todas as nossas forças e contando com a colaboração inestimável dos profissionais de saúde da secretaria para alcançarmos o objetivo de abrir mais leitos de UTI para a população”, explicou Okumoto.

A pasta informa que trabalha para ampliar a oferta de leitos com suporte de ventilação mecânica para assistir à população do DF que necessita de cuidados intensivos no tratamento da Covid-19. Serão mobilizados mais leitos ao longo desta semana.

Distrito Federal tem mais leitos hoje do que no primeiro pico da Covid-19

Mesmo sem o Mané Garrincha, que não tinha UTI, número de leitos é maior. Hospital de Campanha de Ceilândia atende somente Covid-19

A rede de saúde do Distrito Federal conta hoje com mais leitos do que em agosto do ano passado. Eram 959 leitos hospitalares, entre UTI geral, cuidados intermediários e UTI Covid-19, enquanto neste mês de março serão alcançados 1.045 leitos.

Em 2020, muitos leitos destinados a outras doenças foram convertidos para enfrentar a Covid-19, mas com a diminuição dos casos eles voltaram para as cirurgias eletivas, atendendo a pessoas que esperavam por cirurgias de todo tipo. O mesmo movimento está sendo feito agora, quando ocorre um novo surto da doença, que superlota o sistema de saúde.

Em meados do ano passado o Hospital de Campanha do Mané Garrincha (HCMG) fazia parte do sistema com cerca de 200 leitos de cuidados intermediários (enfermaria e com suporte de ventilação mecânica). Mas o Ministério Público do DF determinou que a estrutura fosse desativada depois de seis meses de funcionamento, durante o primeiro pico da Covid-19. Todo o mobiliário e equipamentos foram redirecionados, conforme estava previsto em contrato, para unidades da rede pública e estão sendo usados em Hospitais e UPAs.

Hospital de Campanha Mané Garrincha

Erguido para atender exclusivamente pacientes com Covid-19 no Distrito Federal, o Hospital de Campanha do Estádio Mané Garrincha recebeu mais de 1,8 mil pessoas com Covid-19, dos quais 1.787 voltaram recuperados para suas famílias e 32 não resistiram à doença. Após o período mais crítico da pandemia no ano de 2020, entre os meses de junho, julho e agosto, quando ocorreu o maior registro de novos casos e óbitos por Covid-19, a ocupação dos leitos do HCMG caiu significativamente, o que tornou inviável seu funcionamento com baixa demanda para atendimento.

O Hospital de Campanha de Ceilândia recebeu vários equipamentos do HCMG e hoje está em plena atividade recebendo exclusivamente pacientes com Covid-19 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde

A Secretaria de Saúde esclarece que, naquele momento, os hospitais da rede já conseguiam absorver a demanda por internações e a opção da pasta, a qual teve a ciência do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, foi desativá-lo para não gerar gastos extras aos cofres públicos com uma unidade aberta e sem demanda para atender.

Segundo o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, “todo o mobiliário e equipamentos estão sendo utilizados nos hospitais, conforme estava previsto em contrato”. Okumoto acrescenta que “esse legado ajudou a saúde pública a atender a população em casos não relacionados à Covid-19, e está sendo importante agora no apoio ao processo de conversão de leitos de UTI para atendimento à nova onda da pandemia”.

Estrutura para outros hospitais

O HCMG foi equipado com 197 leitos, sendo 173 de enfermaria para adultos, 20 de suporte avançado e quatro de emergência. Dentre os equipamentos estavam camas hospitalares, bombas de infusão, monitores multiparamétricos, ventiladores pulmonares, respiradores, gasômetros, raios X portáteis, maca para transporte, carro de parada, geladeira para conservação de sangue, biombos, cadeiras de roda, entre outros itens.

O Hospital de Campanha de Ceilândia recebeu vários equipamentos do HCMG e hoje está em plena atividade recebendo exclusivamente pacientes com Covid-19.

O Hospital da Região Leste (HRL) recebeu dez camas que substituíram leitos quebrados, 28 bombas de infusão, dez monitores paramétricos, dez mesas para refeição, 50 biombos, dez escadas, uma maca, sete aspiradores, uma balança, quatro canos de paredes, 13 suportes de soro, um carro de curativo, quatro mesas inox, 13 mesas para cabeceira com gaveta, dois reanimadores pulmonares manuais, dez lixeiras, dez dispensadores de álcool em gel, dez comadres hospitalares em metal e dez compadres hospitalares em metal.

Também foram equipados os hospitais regionais de Taguatinga, Samambaia, Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), Hospital de Apoio de Brasília (HAB) e Hospital São Vicente de Paulo (HSVP).

Artigo | E se os softwares não fossem testados?

0

Por Roberto de Carvalho

Imagine que, por algum motivo, você precise chegar com urgência em um hospital. Para isso, abre o aplicativo de transporte, solicita uma viagem e aguarda. Ao perceber a demasiada demora da plataforma em prestar o serviço, você decide realizar uma verificação e percebe que o motorista foi erroneamente direcionado para o outro lado da cidade. Este é um tipo de situação que ocorre quando softwares não são testados.

Agora, vamos supor que você tenha conseguido chegar ao hospital. Porém, logo de início repara uma movimentação diferenciada: altíssima concentração de pacientes nas salas de espera, médicos ansiosos andando pelos corredores, familiares muito nervosos e funcionários pedindo calma. O problema? Uma falha generalizada no sistema deixou os arquivos de todos os pacientes inacessíveis, forçando a interrupção de atividades no local. Que bom seria se o software tivesse sido testado, não é mesmo?!

Segundo o estudo The Cost of Poor Software Quality in the US: A 2020 Report, os últimos dois anos foram marcados pelas maiores falhas de software da história recente. Dentre os lapsos, ataques de ransomware e ataques de cibersegurança. De acordo com dados disponibilizados pela Fortinet, até setembro de 2020, só a América Latina e o Caribe sofreram 20 bilhões de tentativas de ciberataques.

No ano passado, segundo o relatório divulgado recentemente pelo Consortium for Information & Software Quality (CISQ), apenas nos Estados Unidos o custo total da má qualidade de software (CPSQ) foi de US$ 2,08 trilhões. Em conformidade com o estudo, entre as principais causas deste valor estão projetos mal sucedidos e as falhas operacionais de softwares.

Tais dados são resultados da carência de testes, seja na fase de concepção ou de manutenção dos sistemas. Nos últimos anos, o mundo pôde observar as consequências da exiguidade de testes de software ao acompanhar o caso das aeronaves fabricadas pela Rockwell Collins Aerospace que, por conta de uma falha de sistema, efetuavam curvas para o lado errado em aproximações perdidas.

Diante dos fatos apresentados, fica evidente que se os softwares não forem testados e os procedimentos forem tratados sem a devida importância e como processos dispensáveis, os prejuízos serão cada vez maiores e não apenas financeiros.

Uma observação que tenho feito, por meio de testes práticos, é que a implementação de cobertura mínima de testes automatizados nos primeiros 30 dias de trabalho permite que erros sejam encontrados mais rapidamente, evitando crises de produção ou processos.

Além disso, na Prime Control os clientes relatam que, em média, a ocorrência de Rollbacks cai de 33% para 10%. Isso interfere de forma direta e positiva nos gastos das empresas que reduzem a carga de retrabalho, economizando tempo e aumentando a produtividade das equipes.

De forma geral, o teste de software tem como objetivo garantir a qualidade do sistema. Além de auxiliar o alinhamento de expectativas iniciais com o que está sendo produzido, os testes de software são responsáveis pela localização de problemas, detecção de imperfeições de design e estabilidade do sistema, diminuindo significativamente potenciais riscos nas operações dos mais variados setores.

 

* Roberto de Carvalho é  Chief Revenue Officer da Prime Control

Carreiras internacionais chamam a atenção dos jovens no Brasil

0

Para alcançar esse sonho, ter fluência em inglês é um fator crucial. Responsável pela formação do aluno, as instituições de ensino podem auxiliar nesse processo para preparar os seus estudantes

A Catho, empresa de tecnologia responsável por apresentar vagas de emprego on-line, realizou uma pesquisa com mais de 13 mil candidatos para analisar as tendências de mercado no que diz respeito ao salário. De acordo com o estudo, a língua inglesa contribuiu significativamente para que os profissionais pudessem ter uma boa renda dentro da área em que atuam.

Há cinco anos, a InfoMoney já havia sinalizado que, até 2027, a tendência é de  que todas as vagas de emprego exijam o entendimento sobre o idioma. Independente do nicho, a fluência no inglês se fortalecerá como um dos requisitos básicos para qualquer cargo. Ciente desse fator, o Colégio Seriös, em Brasília, trouxe o debate para as salas de aula e, com isso, ampliou o olhar dos estudantes acerca dos próprios futuros.

Com essa estratégia, a escola informou que aproximadamente 30% dos alunos demonstraram interesse em estudar fora do Brasil. Nisso, a compreensão de outra língua se torna um fator importante para o sucesso desse sonho.

“Além de oferecermos preparatórios para os exames da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, os alunos também podem se preparar para o International English Language Testing System (IESLTS), teste padronizado internacional de proficiência em língua inglesa, e para o SAT, exame educacional padronizado nos Estados Unidos aplicado a estudantes do Ensino Médio para serem admitidos nas universidades”, comenta Âmara Gonçalves, coordenadora de Línguas Estrangeiras.

A instituição também conta com a parceria do “Daqui pra Fora”, consultoria educacional que prepara estudantes para os processos seletivos de universidades no exterior. Dessa forma, o Seriös oferece atividades necessárias para a construção do currículo do aluno, sendo este um fator fundamental para a sua formação.

“Estudar fora ainda custa muito caro, infelizmente. Tentar uma bolsa integral ou parcial pode ser um caminho interessante. Para isso, é importante ter boas notas nos exames citados anteriormente (IELTS e SAT), além de um currículo atraente e diversificado para impressionar a banca”, informa a coordenadora.

A profissional chama atenção para a importância da escola estar presente durante esse processo. De acordo com Âmara, sem a ajuda institucional, se torna mais complicado para o aluno buscar atividades extracurriculares relevantes para o processo.

“O estudante teria que procurar preparatórios específicos para exames em cursos de línguas. Quando uma escola adota esse olhar cuidadoso, se torna mais fácil ajudar no crescimento do jovem. É importante falar sobre esse assunto para que os adolescentes, que iniciam o seu caminho profissional, saibam exatamente o que fazer para que o sonho se concretize”, pontua.

Instrumentista celebra 35 anos de carreira musical em série de lives

0

Em seis apresentações virtuais, a guitarrista Marlene Souza Lima apresenta repertório com canções autorais, além de grandes nomes do jazz e bossa nova; os show serão transmitidos pelo youtube e redes sociais da artista

Conhecida como “a guitarra feminina do jazz”, a instrumentista e compositora, Marlene Souza Lima, celebra seus 35 anos de carreira em uma série de lives que ocorrerão do dia seis de março a dez de abril. As apresentações contarão com músicas de grandes nomes do jazz e bossa nova, apresentadas sob novos arranjos, além de canções autorais inéditas e outras presentes em seu CD e DVD. As lives têm o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

A compositora conta que a ideia inicial era montar um show para o segundo semestre deste ano, em comemoração aos seus 35 anos de carreira musical, mas devido a pandemia, os planos mudaram. “A COVID-19 fez com que eu e a minha produtora Usina de Sons, partíssemos para o plano B. Dessa forma o show pode ser assistido, compartilhado e comentado por mais pessoas, e, mesmo não contando com o calor humano dos shows presenciais, nas lives a interatividade do público também dá um gosto bacana”, afirma a artista.

No repertório, o público poderá  fazer uma viagem pelas músicas que a artista vem tocando ao longo dos seus 35 anos de carreira, separadas por estilos: Bossa Nova Lado “A”, Bossa Nova Lado “B”, Jazz Lado “A”, Jazz Lado “B”, além das músicas autorais. “Ao contrário do que se possa pensar, o lado “b” aqui não quer dizer apenas músicas pouco conhecidas do público. Resolvi assim denominar músicas conhecidas de determinado estilo que eu toco, mas que poucas vezes estavam no meu repertório da noite ou de shows”, explica Marlene.

Já as canções autorais, o público terá oportunidade de apreciar composições que estão no CD My Way e no DVD gravado ao vivo, bem como temas inéditos e execução de músicas compostas há algum tempo, mas que ainda não foram gravadas.

Para as apresentações, Marlene conta com a  colaboração de grandes amigos e talentosos músicos da cidade. Na bateria Sidney Campos, nos teclados Fernando Palau, na percussão Jorge Macarrão e no baixo, fazendo sua primeira participação no MSL Grupo, o conceituado músico, Hamilton Pinheiro.

As expectativas para a série de lives são altas. “Espero levar o espírito da satisfação e da alegria que sinto quando faço música, pois estamos passando por momentos difíceis. Nem nos nossos piores pesadelos imaginávamos algo parecido com o que o Covid está fazendo. A arte é uma forte aliada de trazer um pouco mais de leveza para momentos como este”, afirma Marlene.

Sobre Marlene Souza Lima – Nascida no Rio de Janeiro, e criada em Brasília, Marlene aprendeu desde cedo com o pai saxofonista, e mãe fã de bossa nova, o amor pela música. “Cresci ouvindo bossa nova, jazz e James Brown. O pessoal de casa fala que quando eu tinha uns dois anos, eu ficava perturbando o ensaio que meu pai e meu tio, que são músicos, faziam em casa”, relembra.

Em sua trajetória, a compositora acumula experiência e uma formação invejável. Estudou na Escola de Música de Brasília (EMB), onde o violão era o foco inicial, seguido pela descoberta da paixão  pela guitarra. “A única certeza que eu tinha era que a guitarra seria o meu instrumento de paixão e trabalho, assim como o violão”, revela. A instrumentista também teve aulas com os renomados músicos Paulo André Tavares, Nelson Faria, Paulo Bellinati e Mestre Curinga.

Programação

1ª LIVE: 06/03/2021 às 20h

Tema: live show, de 1h20, onde serão executados temas consagrados da bossa nova, sob novos arranjos.

2ª LIVE: 13/03/2021 às 20h

– Tema: live show, de 1h20, onde serão executados temas consagrados e lado B da bossa nova, sob novos arranjos;

 

3ª LIVE: 20/03/2021 às 20h

– Tema: live show, de 1h20, onde serão executados temas consagrados do jazz mundial;

 

4ª LIVE: 27/03/2021 às 20h

– Tema: live show, 1h20, onde serão executados temas lado B do jazz mundial;

 

5ª LIVE: 03/04/2021 às 20h

– Tema: live show, 1h20, com a execução das músicas autorais da musicista Marlene Souza Lima presentes no DVD;

 

6ª LIVE: 10/04/2021 às 20h

–  Tema: live show, 1h20, com músicas autorais de Marlene Souza Lima e temas autorais de músicos e musicistas da cidade.

Serviço:

As lives será transmitidas pelas redes sociais da artista

Youtube https://youtube.com/c/mslgrupo

Instagram https://instagram.com/marleneslimaguitar?igshid=1dcssl1ho2wmk

ASSAÍ ESTREIA NA BOLSA DE VALORES E AÇÕES DISPARAM

0

Companhia celebrou a entrada na Bolsa de Valores com um ato simbólico de toque de campainha

O Assaí Atacadista iniciou nesta segunda-feira (1º) a negociação de suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). A empresa de atacado de autosserviço, que registrou 30% de crescimento em sua receita bruta em 2020, obteve uma reposta positiva do mercado. Os papéis da companhia entraram em leilão nesta manhã e, ao seu término (por volta das 11h50), tinham alta de quase 400%, cotadas a R$ 73,01.

Para registrar o momento, o presidente da companhia, Belmiro Gomes, e a diretoria executiva do Assaí realizaram um ato simbólico na sede da Bolsa com o toque da campainha no início do pregão.

“A listagem nos permitirá operar de forma autônoma, com administração separada e foco em nosso modelo de negócio e oportunidades próprias de mercado. Para os investidores, significa investir em um segmento resiliente e em um player competitivo, presente entre as 15 maiores empresas do país e que vem investindo fortemente em expansão”, comenta Belmiro Gomes, CEO do Assaí. “O Assai é a 2ª maior empresa de comércio alimentar do país, apresentando um resultado sólido, ganho de market share e autossustentável em geração de caixa, o que financia a expansão da companhia. Para os 50 mil colaboradores, este momento na B3 é de muito orgulho e um reconhecimento pelo excelente trabalho realizado por todos”, completa.

Apenas na região Centro-Oeste, o Assaí conta com 22 unidades em funcionamento, sendo que três lojas estão localizadas na Capital Federal – duas em Brasília e uma em Ceilândia – e outras sete unidades no estado de Goiás – quatro lojas em Goiânia, uma em Anápolis, uma em Rio Verde e uma em Valparaíso de Goiás -. Na região, a companhia também está presente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados onde inaugurou duas lojas em 2020.

As ações do Assaí são negociadas no segmento do Novo Mercado da B3 sob o ticker ASAI3.  Para entender como investir, consulte aqui.