O lockdown é o sintoma, a doença é o covid-19, para este, o único remédio é a vacina
Por Sandro Gianelli
O lockdown não é algo que agrade ninguém: políticos, empresários, empregados, absolutamente ninguém fica contente com o lockdown.
Este é momento de focar em vacinar a população, pois apenas a vacina resolverá de uma vez por todas o combate ao coronavírus.
Não é momento para subir no palanque e usar o lockdown como pano de fundo para as eleições de 2022.
Se tem culpados pelo que está acontecendo, o tempo apontará. Mas agora o que deveria ser feito era uma união de recursos para a aquisição das vacinas.
Alguns políticos estão tentando ajudar, mais do que discursando.
O senador Reguffe destinou recursos para a compra de equipamentos para os hospitais públicos do Distrito Federal. Foram mais de R$ 8 milhões para a compra de tomógrafos, ventiladores mecânicos e oxímetro.
Os distritais Hermeto e Fábio Felix destinaram, cada um, R$ 1 milhão de reais para a aquisição de vacinas.
Se os políticos dos DF, todos eles, sejam senadores, deputados federais ou distritais, perguntarem para seus eleitores se eles preferem que a escola ao lado de sua casa, a calçada ou qualquer outra obra, seja deixada para o ano que vem, porque neste ano, todos os recursos serão destinados para a compra da vacina. Adivinhem o que será escolhido?
Não temos a cura, mas temos a vacina, deveriam estar focando todos os esforços nela.
O Congresso Nacional estará iluminado na cor azul, nesta quarta (3) e quinta-feira (4), como parte das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde em alusão ao Dia Mundial da Audição – 3 de março. A data, estabelecida pelo Escritório de Prevenção da Cegueira e Surdez da Organização Mundial da Saúde (OMS), envolve uma campanha internacional, cujos objetivos são compartilhar informações e promover ações para a prevenção de perda auditiva e melhoria dos cuidados auditivos. O dia também será marcado pelo lançamento do Relatório Mundial de Audição da OMS.
O tema deste ano é “Cuidado auditivos para todos! Triagem Rehabilitação Comunicação”. Entre os focos da campanha estão a importância da audição e comunicação em todas as fases da vida; o estímulo a ações preventivas como proteção contra ruídos, bons hábitos de cuidado auditivo e imunização; a necessidade do diagnóstico precoce de enfermidades do ouvido e perda de audição; e integração de portadores de perda auditiva a um plano nacional de saúde para o cuidado do ouvido e da audição.
Ferramenta de gestão de documentos reforça o viés ambiental da Companhia | Foto: Marcos Peixoto / Caesb
Sistema digitalizou os processos e deu mais eficiência e rapidez à gestão da empresa pública
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) tem investido em novas tecnologias para garantir controle dos processos, reduzir custos e ampliar a informatização dos serviços.
Exemplo disso foi a implantação do Sistema de Gestão Documental, o GDOC, que completou um ano nesta semana, com elevada marca de economia em papel impresso e redução de custos.
“Considerando que uma árvore produz 7.550 folhas de papel A4 e que, para produzir cada folha, são necessários cerca de 10 litros de água, a Companhia preservou quase 400 árvores e aproximadamente 30 milhões de litros de água”Márcia Duarte, chefe de Tecnologia da Caesb
“Economizamos cerca de 3 milhões de folhas de papel A4”, comemorou a chefe da Tecnologia da Informação da Caesb, Márcia Duarte. “Considerando que uma árvore produz 7.550 folhas de papel A4 e que, para produzir cada folha, são necessários cerca de 10 litros de água, a Companhia preservou quase 400 árvores e aproximadamente 30 milhões de litros de água”, contou.
O Sistema também foi essencial para a continuidade do trabalho dos empregados no período de pandemia, segundo a Companhia.
Comunicação mais rápida
Nesse período, cerca de 30 mil processos foram criados diretamente no GDOC e quase 5 mil processos físicos foram migrados para a nova ferramenta.
Os documentos são gerados eletronicamente, tornando mais rápida a comunicação entre as áreas, sem a necessidade de transporte de documentos físicos.
Atualmente, o sistema possui todas as funcionalidades existentes no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), utilizado por outros órgãos do Executivo.
“Neste período, a Companhia teve seus processos alterados em virtude da pandemia de covid. O GDOC foi uma das principais ferramentas utilizadas pela Caesb durante o teletrabalho. O uso está sendo primordial para que as atividades da Companhia não sofram impacto”César Augusto Fonseca, gerente de Desenvolvimento da Caesb
Transparência e teletrabalho
A Gerência de Apoio Administrativo da Companhia é responsável pela gestão do GDOC. Para o gerente da área, Ulisses Dimas, a ferramenta garante a transparência de toda a tramitação dos documentos internos. “O GDOC permite que qualquer usuário tenha acesso aos dados e processos da Companhia, sem a necessidade de tramitação, ressalvados os restritos, conforme determinam as normais legais”, ressalta o gerente.
E acrescenta: “Com a implantação do Sistema, a Companhia economiza no uso de papel, materiais de escritório e reduz a logística do transporte de documentos e processos, garantindo mais eficiência e agilidade”.
O gerente de Desenvolvimento da Caesb, César Augusto Fonseca, lembra a importância da implementação do sistema no ano passado. “Neste período, a Companhia teve seus processos alterados em virtude da pandemia de covid. O GDOC foi uma das principais ferramentas utilizadas pela Caesb durante o teletrabalho. O uso está sendo primordial para que as atividades da Companhia não sofram impacto”, ressalta o gerente.
Para a superintendente de Regulação, Aline Batista, os avanços nos processos de trabalho são, incontestavelmente, os principais diferenciais competitivos proporcionados pelo GDOC.
“O acesso imediato aos processos e documentos para consulta, tramitação e solicitação de informações eliminou a necessidade de tramitação física, promoveu a desburocratização e trouxe rapidez para a solução de problemas, proporcionando maior integração das áreas da Companhia, com a possibilidade de diversas equipes instruírem simultaneamente um mesmo processo, o que se traduz em sinergia, conectividade e visão sistêmica”, elogia a superintendente.
Petição on-line
Em 2021, a Caesb vai lançar uma ferramenta de Peticionamento Web, pelo qual clientes e fornecedores poderão protocolar diversos tipos de solicitações e documentos, diretamente pelo site da Companhia. Essa inovação vai permitir agilidade na análise de requisições e melhor comunicação entre os envolvidos nos processos.
O analista responsável pelo desenvolvimento do Sistema, Sandro Siqueira, explica que. além de todos os benefícios gerados pelo GDOC, o sistema está preparado para auxiliar nos processos externos de comunicação com outros órgãos.
“É totalmente compatível e integrado ao Barramento (Conecta-GOV), aplicação que permite a comunicação entre sistemas de gestão documental dos diversos órgãos, incluindo o SEI ou qualquer outro sistema que atenda aos requisitos exigidos”, resume.
Como próximos passos para o GDOC, estão sendo feitos estudos para o desenvolvimento de um módulo de gestão arquivística, permitindo que documentos produzidos pela Caesb sejam destinados ao longo do tempo para guarda permanente ou eliminação com base na classificação recebida.
“Com esse módulo, pelo que temos de conhecimento, o GDOC será o único sistema documental do Brasil capaz de fazer a gestão completa de itens documentais – da produção à destinação final”, destaca a chefe da Tecnologia da Informação da Caesb.
Simone Jesus Medeiros aprova o novo sistema: “Antes, era superdifícil conseguir o atendimento” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
Agendamento agiliza a assistência social no DF e traz segurança para servidores e usuários
Moradora de Samambaia, Simone Jesus Medeiros, 37 anos, tem cinco filhos, cuida deles sozinha, está desempregada e, há quase uma década, depende da ajuda do governo para sobreviver. Ela recebe benefícios do GDF, como o Cartão Prato Cheio e o Cartão Creche, além dos R$ 250 do Bolsa Família – a principal renda em sua casa. Na semana passada, Simone foi até o Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da Expansão de Samambaia atualizar o cadastro, esperou menos de dez minutos para ser atendida e saiu satisfeita. “Gostei muito”, relata.
Os atendimentos dos serviços de assistência social oferecidos pelo GDF continuam a ser oferecidos e são realizados sem filas graças ao modelo de agendamento on-line que permite marcar as visitas com segurança para servidores e usuários. Tudo é feito com hora marcada, e cada assistente social recebe um beneficiário de cada vez, em uma sala equipada com proteção de acrílico entre o atendente e o usuário.
15 milpessoas foram atendidas em janeiro nas 27 unidades do Cras
Após quase dez meses com funcionamento remoto em razão da pandemia da covid-19, as unidades socioassistenciais retomaram o acolhimento presencial no primeiro dia útil do ano. Só em janeiro, as 27 unidades do Cras do DF atenderam 15 mil pessoas. Além de acabar com a espera que acontecia na porta das unidades, o novo modelo ampliou a assistência. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) prolongou o horário de atendimento nas duas unidades do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) do DF.
São quase mil atendimentos a mais, na comparação com o mesmo período de 2020. Em relação a 2019, foram quase duas mil pessoas a mais recebidas só no Cras, onde as famílias carentes do DF se inscrevem no Cadastro Único ou no Bolsa Família e têm acesso a uma série de benefícios, como o cartão Prato Cheio, auxílios emergenciais, isenção na taxa para confecção de RG e isenção ou redução da tarifa de água e energia. Mais 1.931 famílias receberam atendimento nas 11 unidades do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) em janeiro.
De acordo com a Sedes, por conta da necessidade de readequação do serviço em 2020, ocasionada pela pandemia da covid-19, formou-se uma demanda reprimida que, aos poucos, vem sendo atendida. Para a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, o importante é o fato de essas pessoas terem a perspectiva do agendamento sem precisar esperar na fila. “Antes, elas seguiam para a frente das unidades e, caso as senhas terminassem, elas retornariam para casa sem a perspectiva do atendimento”, lembra.
Horário marcado
O agendamento foi implantado na segunda quinzena de dezembro do ano passado para a retomada do atendimento presencial, que começou no dia 4 deste mês. Desde então, por meio dessa nova metodologia, as equipes programam o horário específico de ida do cidadão ao posto de serviços. A meta é poupar o tempo e evitar aglomeração.
7 mil vagassão disponibilizadas a cada 15 dias
Quem busca um benefício assistencial do governo, deve encaminhar a demanda por meio do site da Sedes ou pelo telefone 156, na opção 1. O sistema registra as características da família e o histórico do usuário e, por meio de uma pontuação, marca os atendimentos por ordem de prioridade e necessidade da família.
“Por meio da transparência nesse processo, favorecemos o controle democrático por parte da população”Nathália Eliza de Freitas, coordenadora de Proteção Social Básica da Sedes
Em aproximadamente uma semana, uma equipe retorna a ligação, marcando dia e horário para o atendimento, que ocorre em um prazo médio de 40 a 45 dias – podendo, a critério da família, ser presencial ou remoto. Em algumas regiões, é possível marcar o atendimento para o dia seguinte ao que o agendou. Atualmente, há atendimentos agendados até o dia 12 deste mês. A Sedes vai abrir vagas para agendamentos até o dia 30. A cada 15 dias, são disponibilizadas cerca de 7 mil vagas.
“Com o sistema de agendamento, conseguimos organizar melhor os processos de trabalho nas unidades, unificando a forma de acesso [que antes variava muito entre as unidades], e damos mais transparência à atuação da assistência social”, explica a coordenadora de Proteção Social Básica da Sedes, Nathália Eliza de Freitas. “Assim, pudemos ampliar a capacidade de atendimento das unidades e, por meio da transparência nesse processo, favorecemos o controle democrático por parte da população.”
Sem filas
Com o agendamento, público não precisa mais enfrentar filas para ser atendido nas unidades do Cras
Desempregada, Abmaria Nascimento, 45 anos, nunca precisou acessar os serviços da assistência social. Porém, devido ao momento de incertezas ocasionado pela pandemia, ela recorreu ao Cras. Após entrar em contato por meio do telefone 156, ela foi recebida na unidade da Candangolândia.
“Sempre via as filas intermináveis pela televisão e quando passava na frente da porta do Cras”, conta. “Pensei que fosse esperar mais de mês, mas foi apenas uma semana. Agora, é saber se me enquadro para o recebimento de algum benefício, enquanto busco retornar ao mercado de trabalho.”
Simone aprovou o novo modelo. Ela agendou o atendimento pelo 156 e esperou 20 dias para ser recebida no equipamento público. “Antes era superdifícil conseguir o atendimento”, diz. “O pessoal dormia na fila, eram poucas senhas distribuídas. Tinha que madrugar mesmo”.
É extremamente importante evitar aglomerações e manter o uso da máscara e do álcool em gel | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília
Últimos boletins epidemiológicos apontam que índice pulou de 0,89, na quinta (25), para 1,08, na sexta (26). Número se mantém e emite sinal de alerta
O Governo do Distrito Federal segue monitorando o cenário da covid-19 em todo o território distrital para a tomada de medidas preventivas, como a restrição da circulação de pessoas nas ruas com o fechamento de parte do comércio local. As decisões se baseiam, principalmente, após análise técnica dos boletins epidemiológicos. Eles são produzidos a partir do cruzamento de dados da rede pública e privada de saúde. Na semana passada, um sinal de alerta foi dado: em 24 horas, foram registrados 1.068 novos casos. O que elevou o índice de transmissibilidade de 0,89, na quinta-feira (25); para 1,08, na sexta (26).
A sinalização fez o governo emitir novos decretos alterando a rotina nas 33 regiões administrativas. Medida, que espera-se refletir nos números de casos registrados da doença, nos 15 próximos dias.
“Independentemente do valor, é a variação e o aumento da taxa de transmissão do vírus que reflete nos leitos de UTI. Hoje, 70% das regiões administrativas já têm taxas de transmissão acima de 1 e as outras estão bem próximas disso. Apesar das restrições, as medidas ainda devem demorar uns 15 dias para surtirem efeito”Cássio Peterka, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde
Segundo o Boletim Técnico nº365, a reprodução da epidemia pode ser medida pelo índice de transmissibilidade (Rt), cujo valor deve ser inferior a 1. “Se R(t) for menor que 1, a epidemia tende a acabar, para R(t) maior que 1, a epidemia avança”, explica o texto emitido, às 17h desta terça-feira (2). O número desde sexta-feira passada (26) se mantém estável em 1,08. Diferente dos altos índices de março do ano passado, quando chegamos a registrar 3,10 e medidas mais severas foram tomadas.
A taxa alta de ocupação de leitos nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), que na semana passada chegou a 98%, também preocupa o GDF. Entre sexta-feira (26) e segunda-feira (1º/3), foram mobilizados 66 leitos de UTI e o índice também caiu para 90%. De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Cássio Peterka, a taxa de transmissão da covid-19 está aumentando nos últimos dias. “Independentemente do valor, é a variação e o aumento da taxa de transmissão do vírus que reflete nos leitos de UTI. Hoje, 70% das regiões administrativas já têm taxas de transmissão acima de 1 e as outras estão bem próximas disso. Apesar das restrições, as medidas ainda devem demorar uns 15 dias para surtirem efeito”, explica.
Peterka destaca que o reflexo das pessoas terem relaxado com relação às recomendações de não aglomerar, usar máscaras e álcool em gel e respeitar o distanciamento social reflete claramente na situação atual. Ele esclarece ainda que não é uma nova variante, que aumenta os casos, mas sim, o aumento de casos que podem resultar no surgimento de uma nova variante.
“As pessoas precisam entender que não podem abandonar as medidas de prevenção, pois elas são as mesmas desde o início da pandemia. É extremamente importante evitar aglomerações e manter os cuidados com a higiene, pois a imunidade pela vacina ainda deve demorar”, frisa.
Medidas necessárias
Diante dos indicadores, taxa de transmissão do vírus, número de ocupação de leitos e as aglomerações flagradas nos últimos dias, o Distrito Federal decidiu adotar medidas que são extremas, mas, no entanto, essenciais no atual cenário, conforme explica Joana D’Arc Gonçalves, infectologista do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). A médica alerta que, até o momento, não se tem um tratamento eficaz contra a covid-19, e o que se tem é um conjunto de ações que ajudam a minimizar os danos associados ao vírus. As restrições determinadas pelo governo são para conter a circulação do vírus.
“É uma ação tomada em diferentes países quando se tem um risco e ritmo elevado de contágio, um potencial de propagação aumentado, que é o que estamos vivendo no Brasil e no DF. As restrições mais rígidas são medidas eficazes para diminuir de forma abrupta o número de infectados e o número de transmissores e, com isso, temos um respiro com relação aos serviços de saúde”, destaca.
Segundo Joana D’Arc, quanto mais infectados, mais pessoas com a doença podem ficar em estado grave. Enquanto os leitos de UTI estiverem ocupados, o risco de ter mais óbitos é sempre alto. A infectologista informa que, infelizmente, essa medida drástica é necessária por um período para reorganização do sistema de saúde, realocação dos pacientes graves e reestruturação temporária, pois é fundamental diminuir o número de casos expostos neste momento para evitar um colapso do sistema de saúde.
Vacinação
O papel da vacina no organismo é estimular a produção de anticorpos que são capazes de frear a infecção ou prevenir formas graves da doença. O imunizante também pode ajudar a evitar hospitalizações sem a pessoa passar pela história natural da doença, ou seja, todo o processo de infecção da covid-19.
“A gente precisa que as pessoas façam o distanciamento social, usem álcool em gel e máscara. Iremos vencer a doença, mas precisamos vacinar de 70% a 80% da população para promover esse equilíbrio e isso, infelizmente, ainda está distante. Então, este é o momento da consciência individual”Paulo Feitosa, chefe da unidade de Pneumologia do Hran
“A vacina também é essencial para frear a transmissão da doença, pois através da vacina vamos interromper o ciclo de transmissão e o ritmo de contágio será cada vez menor. Quanto mais pessoas vacinarem, menor a circulação viral. Para ter a imunidade de rebanho é necessário ter 80% da população vacinada. Ainda há um longo caminho a percorrer para termos essa imunidade de rebanho”, informa Joana D’Arc.
O chefe da Unidade de Pneumologia do Hran, Paulo Feitosa alerta que a covid-19 além de causar sequelas respiratórias, também atrapalha no controle das doenças respiratórias. Segundo ele, esse é um momento muito delicado em que há um aumento grande da doença e a sociedade precisa de muita consciência.
“A gente precisa que as pessoas façam o distanciamento social, usem álcool em gel e máscara. Iremos vencer a doença, mas precisamos vacinar de 70% a 80% da população para promover esse equilíbrio e isso, infelizmente, ainda está distante. Então, este é o momento da consciência individual”, alerta.
As medidas restritivas são necessárias por um período para reorganização do sistema de saúde, realocação dos pacientes graves e reestruturação temporária, evitando um colapso | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília
Mobilização de leitos de UTI
A Secretaria de Saúde ampliou a oferta de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) na última semana. O secretário adjunto de Assistência, Petrus Sanchez, destaca que o objetivo é ofertar o maior número de leitos possíveis para pacientes com covid-19. “Todos os 60 leitos do Hospital de Campanha de Ceilândia serão transformados em leitos de UTI. Além disso, ampliaremos os leitos de enfermaria do Hran para melhor atender os pacientes com Covid”, adianta Sanchez.
Fiscalização
As ações da Vigilância Sanitária, em parceria com outros órgãos como o DF Legal, tem papel fundamental na fiscalização do cumprimento das medidas impostas no Decreto Nº 41.849. Desde o início da pandemia, a Divisão de Vigilância Sanitária realiza diversas fiscalizações individuais e em conjunto com outros órgãos fiscalizadores.
Segundo levantamento divulgado pelo DF Legal, até o dia 21 de fevereiro, a força-tarefa já fiscalizou 544.420 estabelecimentos; 24.994 foram fechados compulsoriamente; 1.962 interditados; e 663 multados por desobediência às medidas preventivas.
“Desde outubro do ano passado muitas casas noturnas estão cheias. Muitas delas foram interditadas. Chegamos a desinterditar na promessa de que iriam cumprir as medidas de enfrentamento e o resultado foi aglomeração novamente. Infelizmente, desse jeito não dá”, afirma o diretor substituto da Vigilância Sanitária, André Godoy.
Segundo ele, a ajuda de outros órgãos fiscalizadores tem sido essencial. No entanto, o principal fiscal é o cidadão consciente. “Não se trata de não pegar: trata-se de respeito aos mais vulneráveis, de respeito aos trabalhadores dos serviços de saúde”.
Mariana acredita que a ideia de repetir esse concerto no mês da mulher é uma boa forma de reconhecer o papel do gênero |
Na próxima terça-feira (9), às 20h, o canal do YouTube da filarmônica apresenta recital conduzido por Mariana Menezes
O mês da mulher ganha destaque na programação do canal no YouTube da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Na próxima terça-feira (9/3), às 20h, o canal do YouTube da Orquestra apresenta concerto conduzida por Mariana Menezes, com a participação especial da primeira flautista Mechthild Bier e um repertório de compositoras.
Frequentemente apresentada como uma regente de “memória prodigiosa” e “amadurecimento artístico característico dos grandes mestres”, Marina revela que essa foi a primeira vez que a Orquestra do Teatro Nacional tocou obras de compositoras.
Ela conta que houve uma pesquisa aprofundada para a escolha das compositoras. “Chegamos na definição do repertório junto com os músicos e pensando na primeira flautista, Metchild Bier”.
O resultado é de “um repertório muito belo, que caminhou desde a música barroca até a transição para o clássico e depois a música contemporânea”. Esta foi representada por uma peça da jovem compositora brasileira Cibele Donza. “Estou certa de que o público vai se divertir muito com essa obra da Cibele, que é muito percussiva, gostosa de ouvir”, afiança a regente.
Força da “maestra”
A “maestra” – Mariana Menezes não gosta do vocábulo maestrina porque “em alguns países de língua espanhola, a palavra tem uma conotação caricata, “uma forma a diminuir a função da profissional” – também chama a atenção por às vezes reger sem a batuta, usando as mãos.
“A batuta direciona a comunicação para um ponto preciso, por isso o uso dela é muito recomendado, principalmente em obras com orquestra grande. Em formações instrumentais menores, e em especial onde se procura demonstrar mais expressividade, abrir mão da batuta e explorar as mãos é uma excelente alternativa”, ensina.
Mariana acredita que a ideia de repetir esse concerto no mês da mulher é uma boa forma de reconhecer o papel do gênero diante dos tempos difíceis da covid-19.
“Com a realidade da pandemia, as mulheres se descobriram capazes de abarcar em si várias funções em sua potência máxima e tiveram que adicionar ainda algumas tarefas extras. Muitas de nós mulheres somos mães e, ao mesmo tempo, profissionais, tudo dentro do nosso próprio lar ou nas frentes de batalha. O concerto celebra essas mulheres de mil forças que descobrimos ser durante esse último ano”.
Concertino Opus 107 é a única obra da autora frequentemente tocada
Participação especial
A alemã naturalizada brasileira Mechthild Bier, desde 2008 no Brasil, diz sobre seu solo na peça “Concertino para Flauta, op. 107”, de Cécile Chaminade (1857–1944): “Foi uma das poucas mulheres que participaram do ilustre círculo de compositores que tiveram uma peça encomendada para o famoso concurso do Conservatório de Paris”.
Ela relata que Chaminade foi limitada pelas expectativas sociais impostas a compositoras mulheres na época. “Embora suas peças não tenham recebido aclamação no gênero de obras ‘significativas’ como concertos, sinfonias e óperas, a sua criação foi muito bem recebida pelo mercado de edição de partituras e tornaram-na popular na Inglaterra e nos Estados Unidos”.
Segundo Mechthild, o “Concertino Opus 107” é a única obra da autora frequentemente tocada nos dias de hoje, “apresenta texturas claras, um amplo colorido sonoro. As memoráveis melodias e o virtuosismo exigido ao solista tornam a peça um exemplo típico do romantismo tardio francês”.
Março diversificado
Entre as outras atrações do mês, o regente titular Cláudio Cohen destaca os tangos de Carlos Gardel a Astor Piazzolla (23/3). “Este concerto teve a sua origem em convite da Embaixada da Argentina para celebrar o dia nacional do tango em dezembro passado, em concerto realizado na própria embaixada pela Sinfônica”.
Os arranjos, especialmente encomendados, ficaram a cargo do compositor Marcos Cohen [da OSTNCS], que conseguiu colocar a essência e a originalidade de cada obra na orquestração. Segundo o maestro Cohen, “são tangos mais tradicionais como, por exemplo, ‘Adios, Nonino’ e ‘Libertango’, de Piazzolla, e também ‘Por una Cabeza’ e ‘Mi Buenos
Aires Querida de Carlos Gardel
Em 16 de março será exibido Strauss, “Oboé Concerto”. Sobre essa obra, o oboísta Moisés Pena, da OSTNCS, diz que “é desafiador desde aspectos técnicos como controlar a respiração em três movimentos sem pausa, como também aspectos artísticos no que tangem a interpretação coerente de um dos compositores mais celebrados do mundo da música erudita”.
“Pude colaborar como solista à frente da orquestra, da qual tenho orgulho em fazer parte e comemorar 20 anos de carreira profissional, executando uma das mais belas e importantes peças do repertório do oboé”, completa o musicista.
Autonomia, gestão compartilhada e expansão das atividades. Essas são algumas das prioridades de José Aparecido, candidato a presidência da Fecomércio
Por Josiel Ferreira
Descentralização da diretoria e atuação mais próxima aos comerciários, estão entre as propostas de José Aparecido da Costa Freire, candidato à presidência da Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio-DF). Aparecido também defende uma atuação direta nas Administrações Regionais e cidades satélites.
Dono de um excelente currículo, José Aparecido afirma estar preparado para substituir o saudoso Chico Maia. Sua trajetória profissional no sistema Fecomércio-Sesc-Senac iniciou como empresário, presidiu o sindicato, ingressou no Sistema Federativo, Fecomércio-DF, Confederação Nacional do Comércio (CNC) e no Conselho Nacional do Sesc e Senac. “Comandar a Fecomércio-DF é o que falta para completar o meu ciclo no Sistema Federativo. Seria um prêmio, após tantos anos de luta e trabalho”, frisou ele.
“É importante ressaltar alguns pontos: nunca tive emprego em nenhum dos braços do Sistema Fecomércio, não me beneficiei dos cargos que ocupei, afinal eticamente e legalmente, não é permitido isso. Atuei com transparência e legalidade”, enfatizou Aparecido.
O candidato conta que é perseguido pela outra chapa, encabeçada por Ovídio Maia, inclusive com uma tentativa de impugnação de sua candidatura. José afirmou que está determinado a vencer e fará sua campanha de forma limpa e transparente.
Autonomia e valorização de diretores
Valorizar e estimular ações da diretoria da Fecomércio-DF e dos conselheiros do Sesc e do Senac, estão entre suas prioridades. A diretoria também poderá representar a Fecomércio-DF nas cidades satélites. “Temos 29 diretores que muitas vezes ficam sem função, quero descentralizar as atividades para que todo o DF seja atendido e nossa diretoria possa, de fato, contribuir”, reforça Aparecido.
Para justificar a mudança de estratégia, Aparecido conta que, hoje, os diretores, basicamente, participam de uma reunião mensal estatutária. Os conselheiros do Sesc e Senac da mesma forma. No caso dos conselheiros, quando os relatores fazem um relatório, conferência das contas e não são utilizados, não representam uma RA, e ficam reféns de um processo muito centralizado no Plano Piloto.
“A Fecomércio-DF não pode atuar apenas no Plano Piloto. Apesar do Sesc-Senac ter unidades nas satélites, os conselheiros que residem nessas cidades, não têm uma participação ativa, pois não têm autonomia. O Sesc tem um bom orçamento que pode ser utilizado para fazer um serviço social, voltado para o comerciário e população. A minha intenção é fazer uma administração histórica e compartilhada”, diz o candidato.
Impugnação
Questionado pelo Tudo OK Notícias, se respondia a processos, ele afirmou, com tranquilidade, ter dois processos em andamento que não foram julgados e não há motivos para tentativas de impugnação de sua candidatura.
“Esse processo que a CNC está usando para tentar impugnar a minha inscrição ao cargo de presidente, é um processo que ele foi julgado, preliminarmente, o Ministério Público mandou arquivar porque prescreveu. O processo fala que existia um conluio em uma licitação, isso nunca existiu. Tratava-se de um vendedor de balcão que atendia esse cliente, não sei nem onde era esse cliente, não conheço ninguém do órgão, mas era dono da empresa. Acabei sendo responsabilizado. Contratei advogado, me defendi e fui absolvido. O julgamento que teve do processo foi em preliminar para que ele fosse arquivado por prescrição, explica ele”
Perseguição
Tudo Ok Notícias indagou ao candidato se existe perseguição por parte da chapa encabeçada pelo presidente do Sindicato das Imobiliárias do DF, o empresário Ovídio Maia. No entendimento de Aparecido há uma espécie de perseguição porque tentaram por vias ilegais impugnar a candidatura. Ele reforça que todas as certidões negativas foram entregues.
Ao ser indagado se o processo de impugnação não deveria passar pelo Conselho da Fecomércio-DF, o representante das papelarias explicou que, “fizeram tudo a toque de caixa. Me causou muita tristeza, julgaram meu nome e sempre fui reconhecido que luta pelo setor, pelo Cartão Material Escolar, pelo setor produtivo, papel que a federação deve fazer”, diz ele.
“Ao invés de apresentarem propostas do que querem fazer, o que eles fizeram? Foram atrás de uma história que aconteceu há 23 anos para tentar impugnar minha candidatura. É um grupo administrado pelo atual diretor-regional do Sesc, afastado, Marcos Túlio Chapão”, conta Aparecido.
Sindicatos e empresários fortes
José Aparecido afirma que, se eleito presidente do sistema Fecomércio-DF, fará uma gestão coletiva. “Quero ser um presidente atuante. Vamos proteger todo o setor produtivo e fortalecermos a diretoria e os conselheiros. Tenho tempo disponível para administrar tanto a Federação com os dois braços que são o Sesc e Senac. Me sinto preparado, tecnicamente, falando. Conheço muito bem o sistema e tenho certeza absoluta de que será um ano e quatro meses para ficar na história da administração do Sistema Fecomércio-DF com a graça de Deus, é claro”, reforça o candidato.
Sindicatos receberão ajuda
Aparecido lembrou que se fala muito em ajudar o setor produtivo. No entanto, sem deixar de atentar para o fortalecimento dos sindicatos dentro da necessidade de cada um. É preciso atuar de forma individualizada, porque cada um tem a sua particularidade. “Eu conheço a realidade, afinal presido um sindicato. Conheço a realidade de cada um deles. E vou apoiá-los diretamente”, afirma.
José Aparecido enfatizou que trabalhará para retomar o entusiasmo e alegria em todo o sistema. “A maioria das pessoas estão tensionadas para trabalhar. Elas não têm tranquilidade e motivação, a alegria de trabalhar. Vou buscar essa tranquilidade no Sistema para que essas pessoas possam produzir o que elas têm vontade, têm capacidade. Isso é fácil, porque eu sou um gestor, sou coach, sei como fazer esse processo. No início, eu pretendo fazer pessoalmente”, concluiu José Aparecido.
Perfil
José Aparecido é presidente do Sindicato das Papelarias e Livrarias do Distrito Federal, sendo o “pai” do Cartão Material Escolar, que começou em 2011 e 2019, recentemente virou Lei 6.273.
Aparecido também é vice-presidente da Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio-DF), conselheiro do SESC e SENAC do DF e do Conselho Nacional, desde 2004, ex-vogal da Junta Comercial, durante seis anos conselheiro do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do DF, sendo dois anos desse total, vice-presidente do Tribunal e presidente da 2ª Câmara, conselheiro do Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio de 2014 a 2018; empresário do ramo de papelaria desde 1985.
Aparecido é pai, tem dois filhos, dois netos, e está há 21 anos do Sistema Fecomércio-DF, Sesc e Senac.
Em tempos de pandemia, onde o Brasil está no epicentro da doença e o DF no olho do furacão, o secretário de Saúde Osnei Okumoto e sua equipe, sob o comando do governador Ibaneis, empreendem ações diárias para fortalecer a rede de saúde pública local
Enquanto o esforço de guerra é feito, estruturando hospitais, comprando insumos e medicamentos e contratando UTIS do setor privado para somar aos leitos públicos, eis que surgem dos porões, alguns deles bem luxuosos, situados nas abóbadas do poder, personagens da política velhaca que alardeiam discursos oportunistas e mal-intencionados contra as medidas do governo local para diminuir a propagação do virus.
A preocupação com a economia, são faláceas da enganação.
O que eles querem, de fato, é tentar dissuadir a decisão e a coragem do governador Ibaneis por tomar medidas para salvar vidas.
Nenhum ser humano que se preze quer ter sua biografia manchada por mortes evitáveis.
No entanto, os velhacos, de olho nas eleições de 2022, estão pouco se lixando.
O governador Ibaneis Rocha, mesmo contrariado com o impacto que o lockdown pode causar na economia do DF, não vacilou e fez o que tinha a fazer: deu um para para acertar.
Era isso, ou veríamos aqui as trágicas cenas da Europa e EUA, ou mesmo as cenas tristes de Manaus, com centenas corpos amontoados em valas coletivas, onde as pessoas perderam a vida para a Covid ou sufocadas por falta de oxigênio.
O maior problema para se ampliar leitos públicos de UTI não é dinheiro ou equipamentos. Os velhacos da política sabem disso.
Eles sabem que o maior entrave para assegurar a eficiência do sistema é a escassez de profissionais de saúde para contratar.
Falta no mercado profissionais capacitados para o atendimento em UTIs.
Uma situação vivida pela maioria dos estados, nestes tempos de pandemia, em que esses profissionais são disputados a tapas, ou simplesmente pegado no laço como fazem a maioria dos hospitais privados.
Médicos e enfermeiros que estão na linha de frente da batalha no DF, estão cada dia mais adoecidos, estafados, sobrecarregados.
Eles vêm nessa jornada desumana contra o vírus há um ano. Sem férias, sem descanso.
Enquanto médicos estão indo à exaustão nos hospitais para salvar vidas, o Conselho Regional de Medicina (CRM-DF), vai à contramão ao se posicionar contra as medidas adotadas pelo GDF com o objetivo de diminuir a circulação do vírus.
A Sociedade Brasileira de Infectologia no DF e a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) condenaram o posicionamento do CRM.
Apesar de tanta politização da pandemia, sem perder o ânimo os soldados de branco continuam no front.
No contexto da pandemia, o governador tem se desdobrado para cuidar de vidas, não deixar a economia quebrar, oferecendo empréstimos facilitados pelo BRB e adotando programas sociais para ajudar as famílias carentes do DF.
Ontem, por exemplo, em reunião no Buriti, o governador anunciou a abertura de 130 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ainda nesta semana.
Outros 200 leitos serão disponibilizados junto ao Ministério da Saúde nos próximos dias.
O GDF também negocia a contratação junto à rede privada para a abertura de 150 a 200 leitos.
Mas isso pode não ser suficiente, mesmo com as centenas de leitos que estão sendo abertos, se a população não se conscientizar de seu papel nesse processo e se deixar enganar pelo discurso fácil e oportunista da velhacaria política.
Se todos tivessem seguido no início da pandemia no DF, já estaríamos levando uma vida melhor, como em Whuan, cidade chinesa, onde tudo começou.
Representantes do Setor Produtivo, reunidos ontem com o governador, compreenderam a decisão do GDF para conter a propagação do vírus.
O presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra/DF), Jamal Bittar, elogiou as medidas adotadas pelo governo local no combate à Covid-19.
“Confiamos nas ações do governo e temos visto esse trabalho, pois o governador tem nos atendido. A indústria tem sentido equilíbrio nas ações de governo”, apontou o dirigente.
O superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/DF), Valdir Oliveira pediu paciência aos diversos segmentos da economia.
“Agora é um momento de serenidade e precisamos transmitir isso. Não adianta aquecer o debate porque não ajuda ninguém”, comentou.
No que lhe concerne o governador acrescentou:
“Sei do sofrimento dos trabalhadores de todos os setores, da dificuldade pelo qual eles passam. Nós vamos retomar as atividades no menor prazo possível e por isso nós colocamos toda a nossa força de trabalho para encontrar as soluções”.
Ibaneis está certo ao não dar ouvidos às bravatas dos velhacos da política que puxam o bloco nas ruas do “quanto pior melhor”.
Ibaneis age com serenidade e firmeza por contar com o apoio de quem apoia a vida.
O ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), anunciou hoje (2) que pediu aposentadoria do cargo. Durante sessão da Sexta Turma da Corte, o ministro disse que tomou a decisão após passar por “sustos de saúde”. Ele tem 57 anos.
Com a decisão de Cordeiro, caberá ao presidente Jair Bolsonaro indicar um novo integrante para o tribunal após o término do processo de aposentadoria, que foi requerida ao presidente do STJ, Humberto Martins, na manhã de hoje.
Ao se despedir dos colegas, o ministro fez um apanhado de sua carreira e afirmou que sempre buscou concretizar justiça nos casos em que julgou.
“A vida nos leva a contínuos momentos de repensar. Refleti muito e decidi requerer aposentadoria. Fiz o melhor que pude em 30 anos de magistratura”, disse.
Nefi Cordeiro tomou posse em 2014 e foi indicado para o cargo pela ex-presidente Dilma Rousseff.
Passagem do cargo foi feita pelo governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, na manhã desta terça-feira
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assumiu, nesta terça-feira (2), o cargo de presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC). O chefe do Executivo local cumprirá o mandato com duração de um ano no lugar do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, que transmitiu o cargo em ato simbólico no gabinete de Ibaneis.
Durante o encontro, Mendes entregou ao governador um documento com as ações recentes do consórcio. Eles também conversaram sobre perspectivas do país e do Consórcio Brasil Central para 2021. A reunião contou com a presença do vice-governador Paco Britto.
“Vamos fazer, neste ano, um grande trabalho para ajudar toda a região Centro-Oeste e parte do Norte e Nordeste, que englobam esse consórcio”Governador Ibaneis Rocha
O Consórcio Brasil Central é uma autarquia formada por sete governos estaduais: além do DF, integram o grupo Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. O BrC é também a primeira autarquia composta por estados no Brasil e existe desde 2015, com o objetivo de estimular o desenvolvimento das unidades da federação participantes.
“Hoje eu tomei posse como diretor-presidente do BrC, um consórcio de grande importância porque faz compras compartilhadas com redução de preço. Só na compra de medicamentos, no ano que passou, houve uma redução de 30% no custo. É um consórcio que vem para desenvolver toda a região Centro-Oeste [e parte do Norte e Nordeste] de forma unificada. Vamos fazer, neste ano, um grande trabalho para ajudar toda a região Centro-Oeste e parte do Norte e Nordeste, que englobam esse consórcio. Vamos juntos trabalhar mais fortes”, destaca Ibaneis Rocha.
Perspectiva de avanços
R$ 1 bilhãoem créditos foram liberados pelo BRB
“O governador Ibaneis Rocha assume agora como novo presidente com a sua experiência, competência e, acima de tudo, com a capacidade que ele tem de articular, sendo o governador do Distrito Federal. Nós acreditamos que o consórcio terá, nessa nova administração, avanços ainda mais importantes do que já teve em sua história”, ressalta Mauro Mendes, governador de Mato Grosso e agora ex-presidente do BrC.
A participação do DF como líder do consórcio já foi marcada por uma ação importante capitaneada pelo Banco de Brasília (BRB). O banco regional liberou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão, divididos em cinco áreas: BRB Desenvolvimento, BRB Investimento, BNDES, Plano Empresário e Agronegócio. O BRB, inclusive, está presente em parte dos estados que compõem a autarquia: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.