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Operação da PF combate fraudes ao auxílio emergencial em oito estados

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Por determinação judicial, mais de R$ 170 mil foram bloqueados

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (4) a Operação Quarta Parcela, para combater fraudes ao auxílio emergencial pago pelo governo federal à população para aliviar os efeitos econômicos da pandemia de covid-19.

Cerca de 100 policiais federais cumprem 28 mandados de busca e apreensão e sete mandados de sequestro de bens, nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo. Por determinação judicial, mais de R$ 170 mil foram bloqueados.

“Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos ao programa assistencial e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores”, informou a Polícia Federal.

Além da PF, participam dessa operação o Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, a Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

Brasil recebe insumos para mais 14 milhões de doses de vacina

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Carga chegou na manhã desta quinta-feira no Aeroporto de Guarulhos

Chegaram na manhã desta quinta-feira (4) os insumos para que o Instituto Butantan fabrique mais 14 milhões de doses da vacina contra o coronavírus CoronaVac. A carga, vinda da China, desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos. É a maior remessa de matéria-prima recebida até o momento.

O lote enviado pelo laboratório Sinovac tem 8,2 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA). No dia 10, o Butantan havia recebido 5,6 mil litros de IFA e no dia 3, uma remessa de 5,4 mil litros.

Desde o dia 17 de janeiro, o Butantan entregou 14,4 milhões de doses de vacina que foram distribuídas para todo o país pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A previsão é que até o final deste mês, o instituto forneça mais 21 milhões de doses e que até o final de abril tenham sido entregues um total de 46 milhões de doses.

Artigo | Entorno, a pá de cal na carreira política de Marconi

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Ex-governador se articula nos bastidores para voltar a política, mas ainda tem que prestar contas à justiça

Por Andréa Dutra, do Portal Infforma DF

Tem político que não faz a leitura correta dos fatos. Ou do momento político. O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) é um deles. Sua carreira virou pó. O fim de uma era. O Entorno, onde o tucano ainda apostava suas fichas, expurgou o que ainda restava do marconismo na região.

Marconi Perillo faz parte do passado da política goiana. E representa um período de escândalos de corrupção e desvios de recursos públicos, como consta nos autos de diversos processos judiciais do período.

Ele chegou a ser preso preventivamente pela Polícia Federal para prestar depoimento na Operação Cash Delivery. A operação foi deflagrada com o objetivo de colher provas da prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa atribuída ao ex-governador Marconi Perillo em colaborações premiadas de executivos da Odebrecht.

Nos últimos meses, Marconi resolveu discretamente voltar a atuar politicamente. O Entorno do Distrito Federal foi o escolhido para o seu retorno. Como se a região não tivesse tantos problemas e, só agora, vem conseguindo a atenção merecida pelo Governo de Goiás.

Depois de 20 anos de poder, Marconi é um cadáver insepulto da política. Em 2022 é uma carta fora do baralho da disputa pelo Palácio das Esmeraldas. E também não tem mais cacife para almejar o Senado. Assim, pretende disputar mandato de deputado federal, assombrando como um zumbi os eleitores goianos.

Marconi acha que tem votos suficientes no Entorno para tentar um retorno. Mas as eleições municipais de 2020 mostraram que o PSDB e o marconismo virou pó no Entorno. Derrotas em série mostram que o ex-governador deve se dedicar mais na defesa dos processos que enfrenta na Justiça do que a política.

2020: um ano de desafios e superações no Detran-DF

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Há um ano, em 2 de março de 2020, o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, Zélio Maia, assumiu a gestão da Autarquia. Dezesseis dias depois fora decretada a pandemia do novo Coronavírus e, com ela, severas medidas restritivas a fim de controlar a disseminação da doença, como por exemplo, o fechamento do órgão.

Diante da situação emergencial, o gestor precisou adotar medidas firmes e inovadoras para superar os desafios impostos pela crise. Além disso, Zélio Maia tinha a missão de transformar a imagem do Detran perante a sociedade, que há muito já vinha desgastada.

Com hora marcada

Com o projeto estruturado no tripé: inovação, educação e humanização, a primeira grande mudança foi implementar o agendamento no atendimento ao público. “A espera de cinco horas na fila para retirar um documento de veículo era, no mínimo, inadmissível”, comenta o diretor-geral, Zélio Maia. E essa quebra de paradigma era só o primeiro passo para a transformação digital que ainda estava por vir.

Era digital

Em agosto do ano passado, o Departamento finalmente entrou na era da tecnologia com o lançamento do novo Portal de Serviços e do aplicativo Detran Digital. Atualmente, as plataformas digitais contam com 390 mil usuários cadastrados e contabilizam 17 milhões de acessos. “Hoje, na palma da mão, com três ou quatro cliques o cidadão consegue alterar o endereço, solicitar a conversão de uma penalidade em advertência, consultar débitos e fazer a emissão de documentos, entre outros serviços”, acrescenta o diretor.

Economia e transparência

Nesses 12 meses de gestão, a transparência e a economicidade sempre foram diretrizes para a criação de procedimentos e rotinas na organização de processos internos, gerando economia nas novas contratações e redução dos valores nas renovações dos contratos já existentes. Somente no contrato de manutenção de veículos, a redução foi em torno de 80%, de R$600 mil por mês praticados na gestão anterior, agora os gastos são de R$120 mil/mês.

Mais ações, menos acidentes

Em relação à fiscalização, o objetivo é retirar das ruas principalmente aqueles condutores que insistem em beber e dirigir. Só com o foco em alcoolemia foram realizadas 529 operações. Mas para o diretor-geral, a meta é conscientizar a população de forma que não haja mais o cometimento de infrações que coloquem em risco a segurança no trânsito.

Dentre as ações voltadas para a preservação da vida, em 2020, foi lançado o projeto Sinalização Horizontal Educativa das Faixas de Pedestre, com a aplicação inicial de 69 adesivos nas faixas de pedestres e previsão total para 2021/2022 de aplicação em mais de 600 faixas.

E no âmbito da Educação de Trânsito, mesmo com todas as limitações impostas pela pandemia, as ações educativas não cessaram. Foram realizadas 141 atividades, atingindo um público de 108.695 mil pessoas, entre ciclistas, pedestres, motociclistas e demais condutores.

O reflexo dessas ações se deu nas estatísticas de acidentes. Em 2020, houve redução de 45% no número de mortes nas vias administradas pela autarquia, contabilizando 53 vítimas contra 96 em 2019. Com isso, o DF ultrapassou a meta de redução de 50% de mortes em acidentes de trânsito determinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Segurança Viária (2011 a 2020).

Capacitação de servidores

Pela sua trajetória como professor, o diretor-geral também tem incentivado a capacitação dos servidores, com a promoção de seminários, workshops, cursos, palestras, lives e outras ações. “O Detran-DF, por exemplo, foi o precursor ao promover um seminário para discutir as alterações no Código de Trânsito Brasileiro”, destaca Zélio Maia. Além disso, a fim de promover a melhoria da qualidade de vida no trabalho, pequenas obras foram realizadas nas unidades e algumas ainda estão em andamento. Também foram adquiridas 118 novas viaturas.

Detran cumprindo seu papel social

Outra novidade da gestão foi o lançamento do projeto Habilitação Social, com cinco mil vagas para oferecer habilitação gratuita a pessoas de baixa renda. Preocupado também com a questão ambiental, após anos de ocupação ilegal do Parque Burle Marx, a direção-geral não poupou esforços para devolver à população a área que lhe é de direito e providenciou a desocupação de uma área de 30 mil metros quadrados com remoção de 1.602 veículos do Depósito da Asa Norte (DVA-I).

O futuro é de muito trabalho

Agora com a casa mais organizada, ainda há muitos projetos e realizações pela frente: maior investimento em tecnologias, mais ações integradas entre educação e fiscalização de trânsito, manutenção constante das sinalizações viárias. Esse é o novo Detran, mais transparente e comprometido com o interesse público.

Projeto de revitalização de Avenida Hélio Prates é apresentado

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O administrador de Ceilândia, Marcelo Piauí, a convite do secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Luciano Carvalho de Oliveira, participou na terça-feira  da apresentação do projeto de revitalização da avenida Hélio Prates.

O projeto de revitalização pretende investir R$ 15 milhões nas obras de pavimentação, acessibilidade, drenagem, calçadas, estacionamento, arborização da pista, assim como criar a nova faixa e uma via marginal desde a altura do Sol Nascente até as proximidades do Hospital Regional da Ceilândia (HRC).

Para o administrador de Ceilândia, Marcelo Piauí, além de incentivar a economia e gerar renda e emprego, a obra vai impactar na qualidade de vida dos moradores, além de incentivar o comércio local.

“O projeto de revitalização contará com paisagismo, iluminação, sinalização e trará desenvolvimento para Ceilândia! Além disso, diante das dificuldades impostas pelo enfrentamento ao coronavírus, o Governo tem tocado grandes obras em todo o DF, e a revitalização da principal Avenida de Ceilândia além de propiciar mais mobilidade urbana vai atender uma reivindicação antiga de moradores e comerciantes”, enfatiza Marcelo Piauí.

Anunciada pelo GDF em agosto do ano passado, a previsão é que as obras comecem em 120 dias.

Deputado Hermeto parabeniza Bolsonaro pela compra das vacinas

Em plenário, o parlamentar cobrou do presidente a aquisição de mais vacinas. Governo Federal anunciou a compra de 100 milhões de doses

Em discurso no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal na terça (2), o deputado distrital e líder do governo Hermeto (MDB), criticou a demora do Governo Federal para a compra das vacinas dos laboratórios Pfizer e Janssen (que pertence à Johnson).

No discurso, Hermeto enfatiza “Sou eleitor do Bolsonaro, por isso posso criticá-lo. Precisamos desburocratizar a compra dessas vacinas, só assim conseguiremos resolver definitivamente o problema da pandemia no Brasil.”

Coincidência ou não, na quarta (3), o Ministério da Saúde decidiu fechar a compra de 100 milhões de doses das vacinas contra a Covid-19. O acordo deve ser firmado pelo governo de Jair Bolsonaro com ambas as farmacêuticas, segundo afirmam integrantes da pasta e, com isso, os imunizantes devem ser entregues ao longo do ano.

É importante frisar que ambas as vacinas (Pfizer e Johnson) são de dose única, ou seja, cumprem o efeito desejado com apenas uma aplicação, não necessitando de um reforço posterior.

Isso faz toda a diferença na velocidade que a população será imunizada.

Em seu discurso na Sessão Plenária remota de ontem (03), Hermeto parabeniza o Bolsonaro pela negociação de mais vacinas para o Brasil:

 

Especialistas dão dicas para driblar ansiedade, depressão e evitar aumento de peso e distúrbios alimentares durante o lockdown

A população está passando por um momento delicado desde o início da pandemia, em março de 2020 e, atualmente, com o agravamento de casos no Distrito Federal, o lockdown se fez novamente necessário. Todo esse contexto favorece bastante a possibilidade de ocorrência de depressão e ansiedade. Inclusive, existem estudos que comprovam um crescimento significativo no número de casos desses transtornos, nesse período pandêmico. É o que afirma o psicólogo do Centro Médico São Miguel. Jonathan Araújo.

De acordo com o especialista, não somente por conta do lockdown, mas todo esse contexto de pandemia, com mudanças bruscas na rotina das pessoas, contribui bastante para o surgimento de transtornos. “Estamos em um momento que favorece sentimentos de incerteza, tristeza, medo, além de aumento considerável nos níveis de estresse. Tudo isso influencia muito na saúde mental das pessoas, além de poder contribuir para o desenvolvimento de vícios, tais como, tabagismo, alcoolismo, ou ainda compulsão por alimentos”, alerta o especialista.

Para evitar esse tipo de situação, Jonathan dá algumas dicas, especialmente para quem precisa ficar confinado dentro de casa.  Segundo ele, de modo geral, é importante que as pessoas consigam estabelecer, da maneira que puderem, uma rotina em casa, ajustar horários para dormir, comer, ter metas diárias a cumprir, que sejam realistas e estejam ao alcance, isso pode trazer uma certa sensação de segurança e servir como estímulo para evitar o tempo ocioso em que, comumente, podem ocorrer os pensamentos depressivos, ansiosos e afins.

“Ocupar-se, seja com alguma tarefa, seja aproveitando um momento ou algo que seja prazeroso, pode ajudar bastante. Caso esteja trabalhando de casa, é importante fazer pausas para relaxar o corpo, respirar fundo e reduzir os níveis de estresse, mesmo que sejam apenas 5/10 minutos”, aconselha.

O psicólogo diz ainda que existem exercícios mentais simples que podem ajudar, como palavras cruzadas para trabalhar a memória e a atenção, relembrar detalhes do dia, para trabalhar a concentração, ao mesmo tempo em que faz refletir acerca de acontecimentos que, por vezes, passam despercebidos. Ele também indica meditação e atividade física, que são práticas que contribuem consideravelmente para a redução de estresse, além de trazer sensação de prazer, relaxamento, e até mesmo felicidade. “Inclusive, existem diversos aplicativos que são bastante úteis, ao ensinar/demonstrar maneiras de meditar e se exercitar, desde níveis iniciantes aos mais elevados”, lembrou.

Para finalizar, Jonathan afirma que é essencial entender que, por mais que esse momento atípico possa demorar algum tempo, ele vai passar. Assim como tudo na vida passa. “Que as pessoas tentem se manter firmes e, caso não estejam conseguindo lidar com tudo sozinhas,  procurem ajuda profissional para ajudá-las a atravessar essa fase. Entender que precisa de ajuda também é sinônimo de força”, concluiu.

Alimentação Saudável

Outra questão muito falada desde o início da pandemia é o ganho de peso. Segundo a nutricionista Raquel de Souza, que também atende no Centro Médico São Miguel, essa possibilidade aumenta com o lockdown, pois as pessoas tendem a ficar mais em casa, estocar comida e se exercitarem menos. “Além do mais, as preocupações ocasionadas pela pandemia e a insegurança econômica podem gerar ansiedades que alguns descontarão na comida. Tudo isso pode gerar uma compulsão alimentar e aumentar o sedentarismo”, explica.

Para evitar todas essas consequências, a especialistas afirma que a disciplina é muito importante. Ela alerta que mudar os hábitos e passar a acordar e dormir em horários muito extremos pode desregular o metabolismo e o ciclo hormonal. “É importante tentar manter a rotina alimentar o máximo possível. Para isso, ter alimentos saudáveis na despensa e frutas e verduras à mão, que são ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, responsáveis por “limpar” o organismo. Sendo assim, é importante consumi-las diariamente. A regra é simples, se não tem alimentos ruins em casa, do tipo “tranqueiras” você não come”, ressalta.

Outra dica dada por Raquel é tentar deixar as verduras e frutas limpas, prontas para o consumo ou para preparos de saladas, por exemplo. “Congelar, preparar grandes quantidades e deixar pronto na geladeira, em potes separados, também pode ajudar na hora de montar as refeições”, diz.

A nutricionista lembra ainda que um ponto positivo de se alimentar em casa, é que quando preparamos as refeições, podemos ter certeza da quantidade de óleo, sal e açúcar que contém naquela preparação. “Muitos restaurantes adicionam os temperos prontos, que em geral contém muito sódio e conservantes que fazem mal ao organismo”. Ela alerta ainda que os sucos, ainda que naturais (da fruta), quando contém açúcar, refrigerantes e outras bebidas ricas em açúcar devem ser evitadas, sendo possível consumir ás vezes, mas nunca junto com a refeição. “Indico aguardar pelo menos 30 minutos para  ingerir bebidas após as refeições”.

Imunidade

Segundo Raquel, ter uma alimentação baseada em alimentos in natura, variada em nutrientes, que inclua grãos integrais, frutas e verduras, carnes magras, como frangos e peixes; a ingestão correta de água e manter-se fisicamente ativo, são formas de fortalecer o sistema imunológico. Também é importante ingerir gorduras boas advindas das sementes e castanhas, azeite de oliva extra virgem, linhaça, abacate, por exemplo. Outro ponto importante é ficar exposto no sol da manhã, durante 15 minutos, para ocorrer a síntese de vitamina D, que  tabém é muito importante para a imunidade.

Alerta

A nutricionista alerta, porém, para as dietas com restrições severas que podem causar deficiências nutricionais graves e nunca devem ser feitas sem o acompanhamento de um profissional. “Quando realizadas por um tempo prolongado, a restrição alimentar pode resultar em desnutrição proteica – o que não necessariamente significa a perda de gordura corporal, além de deficiências de nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo, como Ferro, Zinco. Magnésio, Vitaminas A, E, D e K, e de Complexo B. Essa restrição severa pode resultar em queda de cabelo e unhas, descamação na pele, feridas nas mucosas (como boca e língua) e queda do sistema imunológico. Cada pessoa tem uma necessidade de calorias diferente da outra e o que é normal para um pode ser restritivo para outro e vice-versa.

Para concluir, a especialista lembra que é difícil manter-se na linha quando se fala de pandemia, principalmente porque existem muitas questões psicológicas a serem consideradas. Porém, é necessário tentar manter uma rotina o mais próximo do normal e não se deixar levar pela ansiedade e pelo ócio.

“Ainda que não possamos ir à academia, sempre podemos caminhar ao ar livre, subir escadas, se exercitar com o saco de arroz ou de feijão como pesinho. Aproveitar esse tempo para inovar nas receitas (aproveitando para utilizar os alimentos mais em conta), substituir os alimentos mais calóricos (já que temos certeza que comeremos mais) e aproveitar para colocar aqueles consertos de casa que estão na fila há anos! Tudo isso pode ajudar a distrair a mente e desviar a ansiedade que pode ocasionar outros distúrbios”, finalizou.

Secretaria de Saúde do DF ativa mais 16 leitos de UTI Covid no Hospital de Campanha da PM

No total, a Rede Pública de Saúde do DF tem 252 leitos de UTI Covid disponíveis para a população | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Rede pública agora tem 252 leitos disponíveis. Nos próximos dias serão ativados outros 139

A Secretaria de Saúde ativou, nesta quarta-feira (3), mais 16 leitos de UTI no Hospital de Campanha da Polícia Militar, localizado no Setor Policial Sul. Com isso, a unidade hospitalar passa a oferecer 96 leitos de UTI para pacientes com covid-19. Ao todo, a Rede Pública de Saúde do Distrito Federal já tem 252 leitos de UTI Covid disponíveis para a população.

139 leitos de UTIserão abertos no Distrito Federal, nos próximos dias

A pasta tem observado o cenário epidemiológico da capital federal diante da pandemia e tem ativado leitos de acordo com o comportamento do vírus e da transmissibilidade, cuja taxa, avaliada semanalmente, está em ascensão. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, lembrou que “essa agilidade e precisão no combate à pandemia é uma determinação do governador Ibaneis Rocha para que a população tenha atendimento eficaz e seguro nesse momento tão difícil da pandemia”.

A ativação desses leitos ocorre para que não haja desassistência para os pacientes mais graves. Às 16h52, a taxa de ocupação era de 88,75% com 27 leitos vagos. Os 16 ativados nesta quarta-feira (3) já constam na sala de situação.

Nos próximos dias, serão abertos mais 139 leitos de UTI. Somados aos 66 abertos no último final de semana e nesta quarta, serão 221 leitos disponíveis a mais até o final do mês de março.

Nova remessa com 76 mil doses de CoronaVac chega a Goiás

Secretaria de Estado da Saúde começa distribuição de novo lote de CoronaVac, que chegou na madrugada desta quarta-feira (03/03) em Goiânia: aplicação das 38 mil primeiras doses da remessa será destinada à população com idade superior a 79 anos

Com o novo quantitativo, recebido na madrugada desta quarta-feira (03), Governo do Estado bate marca de 500 mil vacinas contra Covid-19, desde janeiro de 2021. Prioridade do último lote será zerar fila da população goiana com idade superior a 79 anos

O Governo de Goiás recebeu, na madrugada desta quarta-feira (03/03), mais 76 mil doses da CoronaVac, fabricada pela empresa chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. Com este reforço, será possível vacinar mais 38 mil pessoas, uma vez que metade será reservada para a segunda aplicação. A prioridade deste lote será finalizar a etapa de imunização da população goiana com idade superior a 79 anos. A faixa etária poderá ser reduzida, gradativamente, caso os municípios já tenham vacinado todo esse grupo.

Com este quantitativo, Governo do Estado bate marca de 500 mil doses de vacinas contra Covid-19 recebidas desde janeiro. Os imunobiológicos encaminhados pelo governo federal chegaram pelo Aeroporto Internacional Santa Genoveva, em Goiânia. De lá, o carregamento seguiu para a Central Estadual de Rede de Frio, unidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES) no Jardim Santo Antônio, na capital. Após conferência da quantidade, a pasta inicia, ainda nesta quarta-feira, a distribuição para todas as 18 Regionais de Saúde, que repassarão as vacinas aos municípios.

Números atualizados da SES indicam que Goiás já recebeu 395.480 doses da CoronaVac. Foram 183.080 na primeira remessa, em 18 de janeiro, 29.800, em 25 do mesmo mês, 77.800 em 07 de fevereiro e 28.800 no último dia 24. A soma deste quantitativo ao de 119 mil porções da Oxford/AstraZeneca resulta no total de 514.480 vacinas recebidas. “É mais uma dose de esperança para os goianos no enfrentamento desta segunda onda da pandemia”, afirma o governador Ronaldo Caiado.

Acelerar o processo de imunização tem sido uma das lutas do governador, a fim de frear a circulação do vírus. Ele atua fortemente, e em sintonia com o governo federal, para que as ações não se desvencilhem do Plano Nacional de Imunização (PNI), conduzido pelo Ministério da Saúde (MS). “É preciso reafirmar a solidariedade federativa”, afirma.

Amparado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que permite a Estados e municípios a aquisição de imunizantes, caso a União não cumpra o PNI, Caiado também negocia diretamente com embaixadas e laboratórios para comprar mais doses.

Ontem pela manhã, governadores e representantes dos Estados se encontraram na sede da União Química Farmacêutica Nacional S.A., em Brasília. Os gestores formam o consórcio denominado Fórum dos Governadores e buscaram informações sobre a capacidade de produção da Sputnik V.

Ao lado de representantes do Ministério da Saúde, procuradorias da Câmara dos Deputados e do Senado, e da Embaixada da Rússia, os líderes do Poder Executivo cobraram soluções para ampliar a compra da vacina, com prioridade para o governo federal, responsável pelo PNI. A União já fez o compromisso de adquirir cerca de 10 milhões de doses da farmacêutica. Porém, ainda falta o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Abertura de leitos

À medida que a vacinação se desenrola, o Governo de Goiás está empenhado na ampliação da oferta de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A regionalização da Saúde já era uma das principais bandeiras de Caiado desde os primeiros meses de governo, mas que exigiu ainda mais celeridade com o advento da pandemia. E os números comprovam os avanços. O governador conseguiu, nesta segunda onda, superar a abertura de leitos, em comparação com a primeira.

Com a entrega, no dia 08 de março, dos 186 leitos (68 de UTIs e 118 de enfermaria) do Hospital de Enfrentamento à Covid-19 do Centro-Norte Goiano (HCN), em Uruaçu, e de estruturas em Ceres, Iporá, Jataí e Quirinópolis, a rede do Estado atingirá a marca de 1.084 leitos criados e dedicados para os casos de pacientes com Covid-19.

Ao todo, a SES dispõe atualmente de 753 leitos de UTIs, instalados em 31 unidades, para diversos perfis de internação. A distribuição atende todas as cinco macrorregiões de saúde de Goiás, com localização em 20 municípios goianos.

 

EDITORIAL | A população do DF precisa colaborar

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Decretar lockdown não é uma decisão fácil e tampouco que o governador a tome com prazer, mas a sociedade precisa se conscientizar

Por Ricardo Callado

O lockdown está em vigor no Distrito Federal e em vários outros Estados. O termo em inglês significa confinamento e, na prática, se refere à imposição de medidas mais rígidas de isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus.

A adoção da medida em Brasília, pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), se fez necessária na medida em que os casos explodiram e o número de UTI não foram mais suficientes para atender a população.

Essa foi a medida de paralisação mais rigorosa implantada no DF e mais extrema que existe no quesito de confinamento.

A quarentena envolve a restrição na circulação de pessoas, em espaços públicos e privados, para evitar aglomerações. Já o lockdown exige uma paralisação no fluxo de deslocamento das pessoas, com pouquíssimas exceções.

A adoção de medidas mais rígidas mostra que a situação é muito grave. O lockdown completo seria muito restritivo. O que temos hoje no Distrito Federal é uma flexibilização de alguns setores, restringindo ainda mais o que é considerado serviço essencial, permitindo, por exemplo, apenas idas ao mercado, farmácia, hospital e para aqueles que trabalham nesses serviços.

Feita com base em estudos científicos, a adoção tem como objetivo reduzir o ritmo de crescimento de casos e preparar o sistema de saúde para o atendimento adequado e com qualidade às pessoas acometidas com as formas graves da covid-19.

Assim, será possível evitar o sofrimento e a morte para milhares de cidadãos e famílias.

Mas não basta adotar lockdown e a população não fazer a sua parte. É preciso que a sociedade colabore e respeite as regras. As pessoas têm que tomar as devidas medidas de proteção contra o coronavírus, que é evitar aglomerações, utilizar a máscara, lavar as mãos utilizando água e sabão e, também, o uso do álcool gel.

Não adianta fazer festas clandestinas e depois reclamar das autoridades de saúde que os casos aumentaram.

Para completar o confuso quadro, para surpresa de zero pessoas, políticos que visam disputar o Palácio do Buriti em 2022, ou outros apenas para ganhar holofotes, fazem uso politiqueiro da pandemia e das medidas mais restritivas.

Vamos todos nos conscientizar e unirmos no combate ao covid-19. A população faz a sua parte. Os oportunistas da velha política do “quanto melhor, pior”, bastam não fazer nada, Já ajudaria muito.