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Engaja Day disponibiliza conteúdos apresentados durante o evento voltado à relação entre pessoas, instituições e marcas

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A Ekoá, empresa brasiliense especializada em soluções digitaisrealizou o Engaja Day, evento que apresentou uma nova forma de olhar para a relação entre pessoas, instituições e marcas, na última semana. A ocasião contou com palestras, painéis ao vivo e oficinas na Gamifica.Ai, plataforma cujo foco é voltado à experiência on-line do participante por meio da inserção de tecnologia e gamificação customizada.

Para que todas as pessoas interessadas no debate sobre engajamento e crescimento profissional possam ter acesso ao que foi discutido, a Ekoá disponibilizou todos os materiais que foram apresentados durante o evento. O conteúdo ficará on-line durante todo o mês de março. Depois, ele entrará no Espaço Replay, dentro da mesma plataforma.

“Criamos esse espaço para ser fixo. A inauguração foi com o Engaja Day, entretanto, é possível acessá-lo posteriormente. Estamos apostando em um ambiente virtual que promove interação, maior alcance para as marcas envolvidas e disponibilidade de conteúdos sem prazo de encerramento”, explica Monclair Cammarota, CEO da Ekoá e criador do Engaja Day.

Para acessar, basta realizar a inscrição no link https://mundoekoa.gamifica.ai/

Sobre a Ekoá – A Ekoá Jogos e Gamificação tem como propósito elevar a realidade das empresas colocando as pessoas no centro da experiência. Criamos jornadas inovadoras para eventos, educação corporativa e processos de trabalho através de metodologias como: gamificação, UX, Jogos Empresariais, Design thinking, Métodos Ágeis, metodologias ativas de aprendizagem, Storytelling, Microlearning, entre outras. Criamos experiências que fundem o mundo físico e o digital de forma a promover o engajamento e atingimento de objetivos corporativos.

A indústria de jogos foi muito bem-sucedida em gerar prazer e engajamento. Os novos métodos de gestão promovem maior conexão entre as pessoas. O Movimento Maker revoluciona a educação baseado na ideia de que pessoas comuns podem construir, consertar, modificar e fabricar os mais diversos tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos. A Ekoá conecta essas abordagens para criar as mais incríveis jornadas corporativas.

Empresa de assessoria condominial aposta em tecnologias para facilitar gestão

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Âncora Condomínios está apostando em mecanismos tecnológicos que prometem facilidades e mais transparência para controlar e gerenciar as atividades do dia a dia dos condomínios.

 A evolução tecnológica também alcançou a demanda dos condomínios, que passaram a recorrer aos aplicativos e ferramentas de gestão como auxílio nas tarefas do cotidiano. Para muitos moradores e síndicos, essa nova maneira de administrar facilitou e deixou mais transparente as atividades para todos. Alguns aplicativos, já em operação, prometem a gestão completa do condomínio, incluindo pagamento e cobrança de taxas, controle de compras, chat e muitas outras facilidades. Pensando nisso, a empresa de assessoria Ancora Condomínios lançou, nesta segunda quinzena do mês de fevereiro, uma campanha onde apresenta para os síndicos e gestores condominiais diversas soluções de inovação que, juntos, garantem agilidade e segurança na rotina dos condôminos.

 Entre as facilidades estão: Conta Corrente digital, onde o síndico consegue realizar pagamentos, fazer a gestão financeira e enviar contas e notas fiscais à empresa; possibilidade de pagamento da taxa condominial com o cartão de crédito, o que reduz a inadimplência e aumenta o prazo; controle de compras, onde o síndico e moradores passam a gerenciar as compras de materiais efetuadas para o condomínio; chat on-line, um contato direto, com mais privacidade para síndico que passa a não precisar expor o número de telefone pessoal; sistema dashboard de consumo, que realiza a leitura do gás, água, energia e etc., que identifica quando o condômino está ultrapassando a média de consumo, entre outras.

 Todas essas facilidades ajudam também no combate e controle da pandemia. Até as reuniões de condomínio passaram a ser realizadas por vídeo conferências, evitando o contato e aglomeração, o que aumentou em até 80% a participação dos moradores nas reuniões. O especialista destaca outro ponto importante na utilização de mecanismos tecnológicos na gestão condominial. “A tecnologia agrega muito à gestão condominial. A agilidade e transparência podem evitar a demora e o desgate na solução de tarefas necessárias, além de agregar mais segurança e modernidade para todo o condomínio”, finaliza Nicson. 

 Porém, embora as tecnologias facilitem a rotina das tarefas dos condôminos, elas não substituem o trabalho dos síndicos e administradores. Segundo o especialista em assuntos condominiais, Nicson Vangel, as ferramentas oferecem apoio e auxiliam nas atividades com mais transparência e segurança. “A utilização dos aplicativos veio para somar no trabalho dos síndicos e administradores, gerando uma segurança maior na gestão e trazendo comodidade e transparência aos moradores”, explica Nicson Vangel, CEO da Âncora Condomínios, empresa que presta serviços para administração de condomínios no DF e Entorno e já disponibiliza aplicativos para seus clientes.

COVID-19: Senado vota nesta terça MP que facilita compra de vacinas

Aprovada pela Câmara na última terça (23), a matéria dispensa licitação e estabelece regras mais flexíveis para a aquisição de insumos e serviços necessários à imunização

O Senado Federal deve votar, nesta terça-feira (2) a MP 1026/2021. A proposta, facilita a compra de vacinas contra a Covid-19. O texto é um dos quatro previstos para serem apreciados na sessão deliberativa do Plenário.

Aprovada pela Câmara na última terça (23), a matéria dispensa licitação e estabelece regras mais flexíveis para a aquisição de insumos e serviços necessários à imunização.

Segundo a MP, a aplicação de vacinas deve seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e autoriza estados e municípios a comprar e aplicar imunizantes, caso a União não adquira doses suficientes para os grupos prioritários.

 

Fonte: Brasil 61

Petrobras anuncia nova alta nos preços da gasolina, diesel e gás

Reajuste será nas refinarias e entra em vigor amanhã

A Petrobras anunciou hoje (1º) um novo aumento nos preços da gasolina, do óleo diesel e do gás de botijão vendidos nas refinarias. A partir de amanhã (2), a gasolina ficará 4,8% mais cara, ou seja, R$ 0,12 por litro. Com isso, o combustível será vendido às distribuidoras por R$ 2,60 por litro.

O óleo diesel terá um aumento de 5%: R$ 0,13 por litro. Com o reajuste, o preço para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,71 por litro a partir de amanhã.

Já o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, ficará 5,2% mais caro também a partir de amanhã. O preço para as distribuidoras será de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro), ou seja R$ 36,69 por 13 kg (ou R$ 1,90 mais caro).

Segundo a Petrobras, seus preços são baseados no valor do produto no mercado internacional e na taxa de câmbio.

“Importante ressaltar também que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, destaca nota divulgada pela empresa.

DF terá seu laboratório farmacêutico público

Com o laboratório farmacêutico, também conseguimos uma oferta de medicamentos padronizada na rede e, podermos ampliar o acesso àqueles que têm mais dificuldade de aquisição”, diz o secretário de saúde | Foto: arquivo Renato Alves / Agência Brasília

Edital para os primeiros estudos da PPP saiu nesta 2ª (1º). Proposta é produzir medicamentos e vacinas a baixo custo

O Distrito Federal se prepara para implantar o seu próprio Laboratório Farmacêutico Oficial de Medicamentos. A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) publicou, nesta segunda-feira (1º), no Diário Oficial, edital de chamamento público para que empresas manifestem interesse no projeto de concessão e implantação da nova unidade de produção de medicamentos.

A criação de laboratórios oficiais em todo o Brasil visa atender o Ministério da Saúde e as secretarias dos estados. Eles também devem incentivar a pesquisa, a inovação tecnológica e o desenvolvimento de novas formulações farmacêuticas para o Sistema Único de Saúde (SUS). Possuem ainda um papel importante na regulação de preços para o mercado nacional.

Ainda que na fase bem inicial do processo, o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, é um entusiasta da ideia. “Será essencial para fabricarmos os medicamentos que precisamos aqui no DF e quem sabe até termos condições de produzir nossas vacinas também”, destaca o secretário. “Com o laboratório farmacêutico, também conseguimos uma oferta de medicamentos padronizada na rede e, podermos ampliar o acesso àqueles que têm mais dificuldade de aquisição”, prevê.

Estados como Bahia e Pernambuco já possuem estruturas semelhantes em operação. O objetivo é que, após estudos e diversas etapas, possa sair do papel uma unidade na capital federal. “Estudos cuidadosos, a análise do que está se propondo são importantes. Nem sempre existe um projeto ‘estocado’ para ser executado aqui”, explica o Secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade.

As empresas deverão desenvolver estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica para o laboratório de medicamentos. Ainda, serão responsáveis pela construção das estruturas, pela manutenção e operação da unidade. O modelo de contratação será uma parceria público-privada (PPP).

Segundo Andrade, o equipamento vai contribuir ainda para a regulação de preços no mercado local e nacional. “O DF passa a ter o controle efetivo da fabricação de seus medicamentos e não fica à mercê de laboratórios externos. Além de ter a possibilidade de fornecer para outros estados, se for o caso”, acrescenta.

Etapas

O Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) se inicia com a apresentação de documentos pelas empresas e o requerimento de autorização para participar do certame. Essa fase terá o prazo de um mês. Depois, virá a apresentação de estudos e outras etapas que antecedem o processo licitatório. A Sepe estima que em seis meses já esteja tudo encaminhado para licitar o novo equipamento.

As empresas podem acessar o endereço: http://www.sepe.df.gov.br/laboratorio-farmaceutico-oficial-de-medicamentos/ para informações mais detalhadas do edital. O atendimento, mediante protocolo, será presencial no endereço: Praça do Buriti, Zona Cívico Administrativa, Palácio do Buriti, sala P50, Gabinete da Secretaria de Estado de Projetos Especiais, Brasília-DF, CEP 70.075-900.

População do Distrito Federal poderá agendar vacinação também pelo Disque Saúde 160

Ao meio-dia desta segunda-feira (1º/3) serão abertas novas vagas para agendamento

A população do Distrito Federal terá mais uma opção para agendar a primeira ou segunda dose da vacina contra a Covid-19. A partir do meio-dia desta segunda-feira, além do site vacina.saude.df.gov.br que disponibilizará mais vagas para agendamento, o Disque Saúde 160, opção 2, também fará o serviço. Neste momento, a vacinação no DF contempla idosos com 76 anos ou mais.

A Secretaria de Saúde recomenda que a população dê preferência para o agendamento nos dois canais informados para evitar filas e aglomerações. No entanto, aqueles que não conseguirem agendar poderão procurar as unidades básicas de saúde (UBSs), que oferecem o imunizante, para serem vacinados. Serão enviadas diariamente 1,5 mil doses extras que serão divididas para cada uma das UBSs integrantes da campanha.

23.061 pessoasentre 76 e 78 anos vivem na capital federal, segundo dados da Codeplan

Os pontos de drive-thru atenderão exclusivamente pessoas que agendaram tanto pelo site, ou pelo Disque Saúde. No primeiro dia de vacinação do grupo de idosos de 76 a 78 anos, na última sexta-feira (26), foram vacinadas 10,8 mil pessoas.

Estão agendadas, para esta segunda-feira, 5.940 pessoas que se cadastraram no site. A pasta pede calma à população e informa, por fim, que há doses de vacina para todos os integrantes do público-alvo definidos até o momento. Dados da Codeplan indicam que 23.061 pessoas entre 76 e 78 anos vivem na capital federal.

Governador Ronaldo Caiado lança edital para sorteio de apartamentos em Aparecida de Goiânia

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Governador Ronaldo Caiado lança edital para sorteio de apartamentos em Aparecida de Goiânia

Evento será realizado nesta segunda-feira (1º/03), às 9h, no Salão Gercina Borges do Palácio das Esmeraldas. Obras do Residencial Agenor Modesto estão 95% executadas e contam com investimento estadual de R$ 2,7 milhões

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), lança nesta segunda-feira (1º/03), às 9h, no Salão Gercina Borges do Palácio das Esmeraldas, o edital de seleção para sorteio de 83 apartamentos do Residencial Agenor Modesto, em Aparecida de Goiânia. Os apartamentos estão em fase final de construção, com execução de mais de 95% da obra, com previsão de entrega em maio.

O período de inscrição vai de 1º a 15 de março. Em razão da pandemia da Covid-19, as inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, no site www.agehab.go.gov.br . O sorteio das moradias será realizado no dia 26 de março, por meio de processo eletrônico auditável, com acompanhamento do Ministério Público e transmissão ao vivo pelas redes sociais.

Interdição parcial na Ponte JK na segunda-feira

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O bloqueio será, a partir das 15h, no sentido Plano Piloto

A pedido da Novacap, a PonteJK será interditada parcialmente na próxima segunda-feira, dia 1º de março, a partir das 15h.

O Departamento de Trânsito irá bloquear um trecho da faixa da direita, sentido Lago Sul – Plano Piloto, para a realização de obras de manutenção.

A previsão é de que a interdição permaneça até as 6h de terça-feira, dia 2.

Projeto de Delmasso propõe a compra de vacina pelo GDF

O texto fala de medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas destinadas à vacinação contra a covid-19

A pandemia de covid-19 já causou mais de duzentos e cinquenta mil óbitos no Brasil. Como ainda não há terapia absolutamente eficaz contra o vírus, diante das tecnologias disponíveis, o isolamento social ainda é a estratégia que se mostra mais efetiva para frear o avanço da doença. Aqui no Distrito Federal foram mais de quatro mil e oitocentos óbitos. Por isso, o deputado Delmasso (Republicanos-DF) é autor do projeto de lei 1383/2021 que dispõe sobre as medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas destinadas à vacinação contra a covid-19.

Nesse cenário de restrição, o desenvolvimento de uma vacina surge como grande prioridade dos cientistas, visto que a imunização da população assume uma importância central nas políticas de saúde,pois seria capaz de evitar a rápida propagação da doença, além de permitir a volta segura das atividades comerciais, em seu ritmo normal.Vários governos nacionais já têm negociado a compra de grandes lotes de tais imunobiológicos,pois entende-se que a oferta inicial desses insumos não conseguirá atender à grande demanda mundial, oque vem gerando concorrência para a sua aquisição.

“Pensando na demanda mundial pela aquisição de vacinas para imunização da população, os estados poderão necessitar da aquisição de vacinas que já foram autorizadas pela ANVISA.Nestas hipóteses e para que não haja uma crise de abastecimento no mercado nacional e interno, apresento este PL  para garantir a possibilidade de aquisição de quaisquer materiais, medicamentos,equipamentos e insumos da área de saúde, entre eles, vacinas. Vacinas essas, comprovadamente imunizantes, que já obtiveram a respectiva autorização para comercialização pelas agências internacionais ora relacionadas, de competência mundialmente reconhecida”, comentou o vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

É público e notório que a ausência de vacinas aptas à imunização têm preocupado governadores de todos os Estados, alguns dos quais sentiram a necessidade de recorrer à justiça para assegurar o direito à compra da vacina aprovada por outras agências reguladoras.Com a aprovação da presente lei, o Governo do Distrito Federal, havendo comprovada necessidade e mediante certificação das autoridades sanitárias estrangeiras relacionadas, terá pleno amparo legal para a aquisição de vacinas para atender à demanda da população brasiliense imediatamente.

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) referendou decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski que autorizou os estados, os municípios e o Distrito Federal a importar e distribuir vacinas contra a Covid-19 registradas por pelo menos uma autoridade sanitária estrangeira e liberadas para distribuição comercial nos respectivos países, caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)não observe o prazo de 72 horas para a expedição da autorização.

A decisão prevê também que, caso a agência não cumpra o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 apresentado pela União, ou que este não forneça cobertura imunológica atempo e em quantidades suficientes, os entes da federação poderão imunizar a população com as vacinas de que dispuserem, previamente aprovadas pela Anvisa.

Em seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski ressalta que a magnitude da pandemia exige,“mais do que nunca”, uma atuação fortemente proativa dos agentes públicos de todos os níveis governamentais, sobretudo mediante a implementação de programas universais de vacinação. Ele assinala que o Sistema Único de Saúde (SUS), ao qual compete, dentre outras atribuições, executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, é compatível com o “federalismo cooperativo” ou “federalismo de integração” adotado na Constituição da República.
Esse modelo se expressa na competência concorrente entre União, estados e Distrito Federal para legislar sobre a proteção e a defesa da saúde e na competência comum a todos, e também aos municípios, de cuidar da saúde e assistência pública.

Para o ministro, isso inclui não somente a disponibilização de imunizantes diversos dos ofertados pela União, desde que aprovados pela Anvisa, mas também a importação e a distribuição, em caráter excepcional e temporário, de quaisquer materiais, medicamentos e insumos da área de saúde sujeitos à vigilância sanitária sem registro na Anvisa considerados essenciais para auxiliar no combate à pandemia,conforme disposto na Lei 13.979/2020 (artigo 3°, inciso VIII, alínea ‘a’, e parágrafo 7°-A).

Por fim, conforme decisão do STF, a Lei n.º 13.979/2020, (Dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019), ao fazer referência ao termo “autoridades” — sem qualquer distinção expressa entre os diversos níveis político-administrativos da federação — autoriza qualquer ente federado a lançar mão do uso de medicamentos e insumos sem registro na Anvisa.

ARTIGO | A mesquinhez dos oportunistas

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Raimundo Ribeiro

Me parece óbvio que nenhum governante quer tomar medidas como essas, mas óbvio também que decidir é uma obrigação de quem governa, mesmo que a decisão se constitua num remédio amargo, como é a presente situação

Por Raimundo Ribeiro

Como é do conhecimento de todos, infelizmente essa pandemia a cada dia se alastra contaminando mais pessoas.
No ano passado, creio que por desconhecimento, tínhamos um inimigo que não sabíamos como combater e milhares de vidas foram perdidas.

Logo os sistemas de saúde entraram em colapso pois já eram impotentes para o atendimento das doenças então existentes, e com o surgimento do vírus a demanda por atendimento aumentou exponencialmente escancarando às deficiências dos sistemas de saúde.

O resultado trágico todos conhecemos.

Semana passada o DF tinha aproximadamente 75% dos leitos de uti ocupados, margem alta, mas possível de trabalhar.

Entretanto, na sexta-feira o nível de ocupação aumentou assustadoramente para 98%, o que significa dizer que pessoas contaminadas procurariam os hospitais e não teriam atendimento por absoluta falta de condições. O nível de transmissão passou também da margem de 0,89 por uma pessoa para 1,09, isto é uma pessoa passou a transmitir o vírus para mais de uma pessoa. Em sentido figurado, uma tempestade devastadora de longa duração era desenhada com milhares de pessoas contaminadas buscando desesperadamente os hospitais, e estes não teriam nenhuma condição de atende-los.

Creio que visando conter essa escalada desenfreada de contaminação e consequente busca de atendimento que não ocorreria por falta de condições materiais, o governo decidiu reforçar algumas medidas de prevenção como o distanciamento social, restringindo temporariamente atividades produtivas que involuntariamente propiciam a transmissão do vírus.

Me parece óbvio que nenhum governante quer tomar medidas como essas, mas óbvio também que decidir é uma obrigação de quem governa, mesmo que a decisão se constitua num remédio amargo, como é a presente situação.

As medidas restritivas podem ser criticadas mas o momento não permite que sejam críticas vazias numa retórica que objetivem apenas desgastar a imagem dos governos para uma eleição que se avizinha.

Não, o momento crítico que vivemos, com o risco de perdermos centenas, talvez milhares de vidas, não permite essa mesquinhez, “politizando”(com p minúsculo mesmo) o debate. É necessário responsabilidade e coragem para tornar o debate propositivo, pois a vida tem que estar acima de tudo, principalmente acima dos interesses partidários, ideológicos e corporativistas.

Quem tem sugestões, que apresente, porque obviamente nenhum governante deseja “quebrar” o comércio ou desempregar pessoas; todos querem (ou deveriam querer) salvar vidas em risco.

Diante disso, torna-se imperativo que busquemos uma análise lúcida da grave situação que vivemos e não deixemos que a mesquinhez dos oportunistas que só desejam holofotes, mesmo que às custas de vidas perdidas, lance um véu de cegueira sobre nossos olhos.

Raimundo Ribeiro é advogado