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Desenvolve DF | Campanha dá mais tempo para renegociar o Pró-DF II

A iniciativa atende à Lei 6.468/2019, que cria o Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo, o Desenvolve-DF, e regulariza os programas anteriores

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) ampliou, por mais seis meses, o prazo da campanha de renegociação de dívidas de taxas de ocupação para empresas que foram beneficiadas pelos programas de desenvolvimento: Proin-DF; Prodecon-DF; Pades-DF; Pró-DF; e principalmente do Pró-DF II, além de demais concessões de imóveis urbanos com débitos em atraso. A iniciativa atende à Lei 6.468/2019, que cria o Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo, o Desenvolve-DF, e regulariza os programas anteriores, regulamentada em 2020.

Segundo o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, a campanha de repactuação de dívidas antigas de taxas de ocupação de Pro-DF II, que começou em outubro, venceria no início de março.

“O sucesso foi grande, já foram renegociadas dívidas junto à empresa pública no total aproximado de R$ 1 milhão. A diretoria colegiada decidiu prorrogar o prazo dessa campanha até 04/09/2021 dentro das medidas de apoio ao setor produtivo, abrindo caminho para a regularização dos terrenos e retomada ou incremento da geração de emprego e renda”, esclarece.

 

R$ 1 milhão de dívidas renegociadas

A Terracap concederá descontos de até 100% sobre os valores de multas e juros de mora. Poderá ser realizado o parcelamento das dívidas dos contratos de concessão dos programas de desenvolvimento e demais concessões de imóveis urbanos vencidos até 9 de março de 2021, estando eles ativos, prorrogados ou cancelados pelo Conselho de Gestão do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Copep-DF).

Com a iniciativa, as empresas podem voltar à condição de adimplência; conseguem pedir a revogação do cancelamento; realizar a migração de programas anteriores; ou, ainda, transferir a concessão para outra empresa.

Entenda

Para os contratos ativos, prorrogados, encerrados ou cancelados, o parcelamento das dívidas poderá ser feito em até 60 meses. Já no caso de taxa ocupação de devedora que teve o incentivo cancelado pelo Copep-DF, se o imóvel incentivado já tiver sido alienado a terceiro pela Terracap, a ex-concessionária pode solicitar o parcelamento da dívida em até 120 meses.

Em quaisquer modalidades, o cliente deverá recolher o valor referente à entrada do acordo para a assinatura do termo de negociação. Funciona assim: a empresa que der entrada de 12% sobre o débito em atraso, receberá 100% de desconto nas multas e juros de mora. A cliente que optar por pagar 8% de entrada, recebe 75% de desconto. E a que der 4%, receberá, por sua vez, abatimento de 50% nas penalidades.

Além disso, pode ser utilizada Certidão de Crédito emitida pela Terracap para quitação total ou parcial do acordo, inclusive da entrada. No portal da Terracap, é possível consultar as certidões de crédito disponíveis no mercado. Basta entrar no portal, acessar a aba “Acesso à informação”, localizada no canto direto superior do site, e clicar em “Relação de Certidões de Crédito Ativas”.

A adesão à campanha deve ser feita por meio do portal da Terracap, no endereço eletrônico. Ao acessar a página, o usuário deve clicar em “Serviços” e, em seguida, em “Requerimento Online” devendo informar o tipo de adesão, percentual de entrada e o número pretendido de parcelas.

Mais informações podem ser obtidas por meio do call center da Terracap no número (61) 3350-2222 ou via chat on-line, disponível no portal da Agência. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. ​

Distrito Federal | Mais rigor no segundo dia da Operação Toque de Recolher

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Equipes da operação permanecem nas ruas para garantir cumprimento de medidas. Já foram vistoriados 11.386 pontos comerciais

Nesta terça-feira (9), segundo dia da Operação Toque de Recolher, que suspende a circulação de pessoas no período de 22h às 5h por meio do Decreto nº 41.874, a força-tarefa nos eixos de segurança e fiscalização, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), esteve nas ruas para garantir o cumprimento das medidas de combate à covid-19.

Entre os 11.386 comércios vistoriados, 311 estabelecimentos foram abordados e orientados, tendo sido 32 interditados. Foram ainda vistoriados 712 quiosques, sendo 69 abordados. Uma pessoa foi multada em R$ 2 mil por não usar máscara, e outra, por estar transitando fora do horário permitido, foi notificada com multa de R$ 1 Mil.

 

Uma pessoa foi multada em R$ 2 mil por não estar usando máscara

A operação permanece em vigência até o dia 22, reunindo as forças de segurança – polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), Departamento de Trânsito (Detran) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) –, as secretarias DF Legal, de Mobilidade (Semob), de Agricultura (Seagri) e de Economia (Seec), além da Vigilância Sanitária, do Brasília Ambiental, DER e Procon. Os locais são definidos a partir de estratégias diárias baseadas em pontos com maior aglomeração, sob a orientação situacional da DF Legal.

Diariamente, 16 equipes por turno, formadas pela DF Legal e pela PMDF, atuarão para fiscalizar os estabelecimentos comerciais e a movimentação de pessoas entre as 22h e as 5h, enquanto durarem as medidas de combate à covid-19. Os demais envolvidos vão executar ações com planejamento de acordo com a competência de cada um.

Fiscalização apurada

Um condutor que trafegava fora do horário permitido pelo decreto foi interceptado num ponto de bloqueio, na Estrutural. Ele fugiu da barreira policial quando estava na área de abordagem. Os policiais conseguiram alcançá-lo. Após revista veicular, foi constatado que o motorista portava maconha e não estava seguindo ou retornando dos locais permitidos, como farmácia ou hospitais.

320abordagens foram feitas pelo Detran nos pontos bloqueio

A PMDF atuou em conjunto com a DF legal, orientando a população em relação às novas regras e também fiscalizando o cumprimento de resoluções já determinadas em outros decretos referentes à pandemia. Os pontos de bloqueio foram montados pelos policiais militares em Planaltina, Lago Sul, Samambaia, Estrutural e EPTG. Até a meia-noite de terça, havia pessoas retornando para suas residências; depois disso, as ruas ficaram praticamente vazias.

A PCDF fez rondas em diferentes regiões, por meio das delegacias de área. Os policiais abordaram 474 pessoas e 100 veículos. O Detran atuou em patrulhamentos e fez 320 abordagens em pontos de bloqueio na Asa Sul, no Paranoá, em Taguatinga e no Gama.

Mesmo com foco predominantemente orientativo, os agentes se depararam com situações adversas em que foi necessária atuação mais rigorosa. Sete veículos foram levados ao depósito e um condutor foi autuado por alcoolemia ao volante. Foram registrados ainda dois condutores inabilitados e registradas 19 infrações diversas, como um veículo com farol queimado e motocicleta com barulho excessivo.

O CBMDF, por sua vez, não registrou nenhuma situação de descumprimento do decreto nas regiões em que as 24 equipes da corporação estiveram. Os militares percorreram Águas Claras, Lago Norte, Núcleo Bandeirantes, Samambaia, Recanto das Emas, Gama, São Sebastião, SIA, Riacho Fundo, Taguatinga, Lago Sul, Santa Maria, Asa Norte, Asa Sul, Taguatinga Sul, Candangolândia, São Sebastião, Plano Piloto, Brazlândia e Sudoeste.

 

Lacen identifica quatro cepas nacionais no Distrito Federal

Laboratório Central de Saúde Pública monitora casos de transmissão interna ou importada | Foto: Bruno Esaki/Agência Saúde

Uma das variantes é a de Manaus. Não há registro de mutações do vírus de outros países, como do Reino Unido ou da África do Sul

Assim como ocorre com outros vírus, o Sars-CoV-2 — causador da covid-19 — tem sofrido diversas mutações. No Distrito Federal, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF) é responsável pela análise das possíveis variantes que circulam na capital federal.

Até o momento, por meio do sequenciamento realizado pelo Lacen, foram identificadas no DF variantes brasileiras, o que inclui a cepa de Manaus. Não há registro das cepas de outros países, a exemplo do Reino Unido ou da África do Sul. São quatro as variantes mais recentes identificadas no Distrito Federal sequenciadas por meio de 87 amostras: P1, P2, B.1.1.28, B.1.1.143.

Desde fevereiro, o Lacen tem realizado o sequenciamento de genomas do Sars-CoV-2 de forma interna. Em paralelo, semanalmente são encaminhadas também amostras ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, que é o laboratório de referência nacional para as análises do DF.

 

No início desta semana, houve a identificação de três casos suspeitos de P1 (cepa de Manaus) em que a transmissão pode ter ocorrido dentro do DF

Investigação

A B.1.128 foi uma das primeiras cepas a circular no DF. A P2 é a que teve os primeiros casos no país identificados no Rio de Janeiro, mas que já circula em outros estados. Já a variante B.1.1.143 é outra linhagem também já identificada em diversos estados.

A P1 é a variante que foi encontrada inicialmente em Manaus. No DF, foi identificada em pacientes que vieram para internação na capital federal. No início desta semana, houve a identificação de três casos suspeitos de P1 em que a transmissão pode ter ocorrido dentro do DF.

Esses casos chamados de autóctones estão sendo investigados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) para confirmação do ponto de transmissão.

 

“Os resultados de sequenciamento permitem conhecer as rotas de circulação do vírus (…). E então saber onde é preciso intervir de maneira mais intensiva com diferentes medidas, como o isolamento social e outras medidas não farmacológicas”Grasiela Araújo, diretora do Laboratório Central de Saúde Pública

Do Reino Unido ao Entorno

O Lacen-DF chegou a encaminhar duas amostras para o Instituto Adolfo Lutz que foram posteriormente identificadas como sendo da variante B.1.1.7, do Reino Unido, mas que são de pacientes residentes no Entorno.

“Os resultados de sequenciamento permitem conhecer as rotas de circulação do vírus”, explica a diretora do Lacen, Grasiela Araújo. “Isso é feito através da identificação de diferentes variantes e linhagens de transmissão, ou seja, localidades em que o vírus está circulando em maior quantidade, em diferentes regiões geográficas ou até mesmo bairros. E então saber onde é preciso intervir de maneira mais intensiva com diferentes medidas, como o isolamento social e outras medidas não farmacológicas”.

Monitoramento

As amostras sequenciadas no Lacen-DF têm seus resultados apresentados em relatórios e repassados à Divep assim que as análises são concluídas. Cabe à Divep realizar a investigação epidemiológica dos casos, monitorando os pacientes e os seus contatos.

“A investigação epidemiológica tem papel fundamental para identificar se o caso é de uma infecção ocorrida dentro do DF (autóctone) ou importada”, explica o diretor da Divep, Cássio Peterka. “A Divep faz o monitoramento dos casos que estiveram em locais com a circulação das novas variantes e realiza a busca ativa entre os contatos, como forma de diminuir a transmissão e identificar precocemente novas variantes no DF”.

Todos os casos confirmados de covid-19 e óbitos passam por investigação epidemiológica. A análise é divulgada diariamente na página da Secretaria de Saúde, na internet, com informações sobre o coronavírus.

BRB amplia prazo de vigência para seus três concursos

São vagas para escriturário, advogado, analista de tecnologia da informação, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho

O BRB vai ampliar o prazo de validade dos seus três concursos públicos realizados em 2019: CP 29 (escriturário), CP30 (analista de tecnologia da informação, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho) e CP 31 (advogado). A decisão será publicada no Diário Oficial do DF (DODF) na quinta-feira (11).

Com a medida, as validades dos concursos passam a ser até 14.09.2022, para o cargo de escriturário; 21.09.2022, para os cargos de analista de tecnologia da informação, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho; e 12.10.2022 para o cargo de advogado.

Desde o ano passado, o banco já chamou seis turmas de concursados aprovados, contabilizando 298 pessoas (214 escriturários, 64 analistas de TI, 1 engenheiro do trabalho, 3 médicos do trabalho e 16 advogados).

“Em um momento de pandemia, a medida reforça nosso compromisso e cuidado com as pessoas”Paulo Henrique Costa, presidente do BRB

A alteração nos concursos do BRB segue a disposição prevista na Lei 6662/20, que autoriza a suspensão de validade dos concursos públicos no DF em decorrência da pandemia de covid-19. “Em um momento de pandemia, a medida reforça nosso compromisso e cuidado com as pessoas”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

A suspensão da validade dos concursos não produz impacto em futuras convocações. Por causa das medidas sanitárias durante a pandemia, todos os novos empregados convocados têm participado de processo de integração por meio digital.

Festas clandestinas no Distrito Federal aumentam taxas de transmissão da covid-19

“Vamos usar todos os nossos recursos para coibir essas festas que trazem problemas muito graves”, disse o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Jovens em aglomeração estão entre os doentes de risco nas UTIs. Fiscalização vai arrochar com aplicação de multas

As festas clandestinas são o mais novo foco das ações de fiscalização da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). O endurecimento no combate a esses eventos ocorre porque eles são os grandes responsáveis pelo aumento do índice de contaminação do vírus da covid-19 do DF. Além de provocarem aglomeração em bares, residências ou galpões, essas festas escondidas são ilegais e as pessoas não cumprem os cuidados básicos para se evitar a doença.

“Nosso trabalho é fazer cumprir o decreto e a lei. Vamos usar todos os nossos recursos para coibir essas festas que trazem problemas muito graves”, enfatizou o secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, em entrevista coletiva realizada na tarde desta terça-feira (9), no Palácio do Buriti.

“Preocupa muito que jovens estejam se infectando”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil

Direcionar tempo, recursos e pessoal para combater especificamente as festas clandestinas no Distrito Federal têm motivos peculiares. Durante o trabalho da força-tarefa, que reúne órgãos de segurança e fiscalização durante a pandemia no DF, a Secretaria de Segurança constatou que a efetiva atuação do grupo não intimidou os realizadores de festas clandestinas e também não desmotivou o comparecimento das pessoas, a maioria jovens.

São esses jovens que, agora, estão contribuindo para aumentar o impacto da covid-19 no sistema de saúde do DF. Em ritmo alucinante, bem no estilo das festas. Levantamento apresentado durante a coletiva revelou o aumento de 25% no número de jovens infectados no país.

Para atender a essa demanda de jovens, o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, anunciou a abertura de sete leitos para pacientes de covid-19, com faixa etária abaixo de 18 anos, no Hospital da Criança de Brasília (HCB). “Preocupa muito que jovens estejam se infectando”, desabafou o secretário.

Nessa segunda-feira (9), o índice de contaminação do vírus chegou a 1,38, ou seja, cada 100 infectados podem contaminar 138 pessoas.

Toque de recolher

Com o decreto do toque de recolher das 22h às 5h, a SSP-DF informou que vai reforçar as ações para coibir o trânsito de pessoas no período. A exceção diz respeito às pessoas que estiverem indo ou voltando do trabalho, buscando farmácias ou hospitais e trabalhando em aplicativos de transporte.

No primeiro dia da vigência da nova norma, no entanto, a secretaria não registrou maiores problemas. Ao contrário, a ordem foi orientar a população. “Fizemos barreiras pela cidade para explicar o decreto às pessoas”, disse o secretário de Segurança.

A força-tarefa reúne as forças de segurança – polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) – secretarias do DF Legal, de Mobilidade, de Agricultura e de Economia, além da Vigilância Sanitária, Ibram e Procon. O grupo é coordenado pela SSP-DF.

Governo de Goiás antecipa pagamento de R$ 23 milhões para quitar dívida deixada com então programa Bolsa Universitária

Gracinha Caiado e diretores da OVG em reunião virtual com representantes das faculdades e universidades

Caiado pagará na sexta-feira (12) todas as 10 parcelas referentes a 2021 com Instituições de Ensino Superior credenciadas à OVG.

O Governo de Goiás repassou R$ 23,3 milhões à Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), entidade responsável pela administração do então Programa Bolsa Universitária — reformulado pela atual gestão como Universitário do Bem (ProBem) —, para quitar parte da dívida deixada pelos governos anteriores com Instituições de Ensino Superior (IES) credenciadas à iniciativa. O valor será destinado ao pagamento de todas as parcelas deste ano, previstas no acordo firmado em 2019. O anúncio do pagamento foi feito pela presidente de honra da Organização e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Carvalho Caiado, e diretoria da OVG em reunião virtual com representantes das IES, nesta terça-feira (9/3).

Em 2019, quando a atual gestão assumiu a OVG, o então Programa Bolsa Universitária encontrou uma dívida de mais de R$ 76 milhões. As administrações anteriores deixaram de pagar oito meses a 82 faculdades e universidades parcerias do programa. Consciente que aqueles que prestam serviços para a população não podem ficar no prejuízo e muito menos os bolsistas, uma das primeiras atitudes tomadas pelo governador Ronaldo Caiado foi reunir-se, no primeiro mês do seu mandato, com o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Educação Superior do Estado de Goiás (Semesg) e buscar uma solução para o problema.

A partir dessa reunião, o Governo de Goiás e a OVG elaboraram um cronograma para o pagamento, dentro de um parcelamento que fosse possível e, desde então, já pagou R$ 37 milhões. Além disso, sempre mantiveram rigorosamente em dia o pagamento junto as instituições de ensino superior credenciadas, como determina a lei.

Mesmo em meio à maior crise sanitária e econômica das últimas décadas, a gestão responsável e comprometida do governador Ronaldo Caiado conseguiu antecipar o pagamento das instituições de ensino, como uma forma de respeito àqueles que preparam a juventude para o futuro. Com o adiantamento das parcelas de 2021, vão ficar faltando apenas os seis meses de 2022, restando cerca de R$ 13 milhões para quitar a dívida toda, deixada pelos governos passados.

Na reunião virtual realizada nesta terça-feira, o presidente do Semesg, Jorge de Jesus Bernardo, disse que toda a equipe do atual governo sempre atuou com seriedade e elogiou a criação do Programa Universitário do Bem (ProBem), implantado em janeiro deste ano. “Esse Programa realmente é fundamental e precisava, de fato, ser aperfeiçoado. Acreditamos na gestão do governador Ronaldo Caiado, agradecemos essa parceria e o grande trabalho que vocês vêm desenvolvendo em nosso Estado. Esse pagamento ajudará muito nossas instituições”, garante o presidente do Semesg.

Para o reitor da UniEvangélica, Carlos Hassel, a incorporação do ProBem como uma política de Estado é um grande legado que o governador Ronaldo Caiado deixará para Goiás. “Esse Programa representa um estímulo muito grande para aqueles alunos que não têm condições de arcar com as mensalidades. Esse é um programa belíssimo que se caracteriza como uma nova realidade para nosso Estado”, enfatiza.

Compromisso

Sancionado pelo governador Ronaldo Caiado em 5 de janeiro de 2021, o ProBem democratiza o acesso ao ensino superior ao usar um banco de dados nacional, capaz de identificar as famílias mais vulneráveis em cada um dos municípios goianos. A seleção dos bolsistas levará em conta a condição de vida da família, não apenas a renda, avaliando os dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), tais como: qualidade da moradia, dificuldade de acesso à educação, inclusive com análise da existência de familiares (como pais) analfabetos ou semianalfabetos.

O programa, que atualmente tem 6 mil bolsas ativas, destina parte das vagas às chamadas profissões do futuro e para aquelas áreas de formação que atendem às demandas por mão de obra em todas as regiões do Estado, além de abrir portas para a qualificação e oportunidade de emprego através do Banco de Oportunidades.

A presidente de honra da OVG e coordenadora do GPS, Gracinha Carvalho Caiado, comenta que governos anteriores sempre usaram a Bolsa Universitária com fins eleitorais, penalizando os que têm função de educar os goianos.

“O governador Ronaldo Caiado sempre provou ser outro tipo de governo. Ao criar o ProBem e, agora, ao repassar esses 23 milhões de reais para pagar uma dívida herdada, mostra que Goiás não é um Estado caloteiro. Pelo contrário, honra com o seu compromisso e busca constantemente o desenvolvimento e melhoria de vida para aqueles mais precisam”, completa Gracinha Carvalho Caiado, lembrando que as faculdades e a universidades vivem um momento de dificuldades financeiras, com a evasão de alunos, devido a Covid-19.

A diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado, agradece mais esse apoio que o Governo de Goiás dá para que a instituição possa continuar sua missão de trabalhar por um futuro melhor. “Temos que reconhecer o trabalho incansável do Governo e sua responsabilidade social. O nosso sentimento é positivo e de muita alegria por fazer parte de um time que faz com que o lado humano possa ser melhorado a cada dia.”

Brasil terá 5G em 20 pontos do país neste ano, diz Fábio Faria

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Ministro participou de audiência pública sobre o tema na Câmara

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse nesta terça (9), que o 5G Standalone, conhecido como 5G puro, estará disponível em 20 pontos no Brasil neste ano e em todas as capitais até julho de 2022. Faria participou nesta terça-feira (9) de uma audiência pública sobre o tema durante a 6ª reunião do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que trata da implantação da tecnologia 5G no Brasil.

O edital do leilão do 5G foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no dia 25 de fevereiro. O documento foi enviado para análise do Tribunal de Contas da União (TCU) e Faria estima que em 60 dias retorne à Anatel.

Durante a reunião, conduzida pela coordenadora do grupo, deputada Perpétua Almeida (PcdoB-AC), Faria reforçou que o governo tem compromisso com a celeridade nas etapas do leilão do 5G, mas sem abrir mão das opções mais modernas disponíveis em se tratando de tecnologia.

Faria foi questionado pelos deputados sobre as tecnologias que a comitiva brasileira conheceu em empresas na Finlândia, na Suécia, no Japão e na China. O ministro respondeu que, durante a missão, pode conhecer uma grande diversidade de aplicações práticas do 5G e chegou a conhecer o 6G, tecnologia que ainda está em fase inicial de testes.

Entre as aplicações práticas do 5G, Faria citou para os parlamentares a importância do 5G para atender a indústria, que vai possibilitar o avanço da Internet das Coisas no país. Na indústria, o ministro exemplificou que o 5G vai facilitar o monitoramento de toda a cadeia produtiva, do campo até a prateleira do supermercado.

“É muito mais do que um aumento de potência e velocidade. Serão cem vezes de aumento e teremos uma redução muito grande na latência, o que vai permitir a um médico na capital federal operar um paciente na Amazônia. Outro exemplo está nos veículos. Nossos filhos vão poder ir à escola em um carro ou ônibus sem motorista e, para isso, precisamos do 5G standalone, que é o 5G puro”, disse Faria.

Portarias

O ministro também explicou sobre as obrigações que as empresas que vencerem o leilão no Brasil precisarão cumprir. O Ministério das Comunicações definiu em portarias quais serão as obrigações a serem obedecidas pelas empresas que vencerem o leilão do 5G. Para expandir a conexão no Brasil, o ministério definiu que todas as localidades com mais de 600 habitantes devem receber, no mínimo, o sinal de 4G, assim como 48 mil quilômetros de rodovias federais estratégicas para o escoamento da produção agropecuária, industrial e mineral brasileira.

De acordo com regras estabelecidas pelo ministério, também haverá investimento no programa Norte Conectado, estimado em R$ 1,5 bilhão, que atenderá cerca de 10 milhões de habitantes da região.

Rede privativa

Os deputados também quiseram saber como está sendo pensada a rede exclusiva do governo, que também será oferecido ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal e à Procuradoria-Geral da República para que possam tratar de dados sigilosos ou sensíveis com total segurança.

“É como se todos nós tivéssemos nosso telefone normal, e os servidores de Brasília que trabalham no Congresso, no Executivo, no Supremo teriam um aparelho, e as informações sensíveis, que tenham algum tipo de risco se forem adquiridas por outros países, seriam preservadas”, disse o ministro.

Faria explicou que tanto a empresa que vai construir, como a que vai operar a rede privativa, deverão respeitar as regras do mercado acionário brasileiro. Entretanto, a chinesa Huawei não preenche os requisitos para participar da rede privativa de 5G do governo brasileiro. Segundo Faria, a Huawai não teria interesse em participar especificamente do projeto da Rede Privativa.

Sua Música realiza live “Vibezinha”, dia 14 de março, com transmissão gratuita para todo o Brasil

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Além de premiar Tarcisio do Acordeon, vencedor do Prêmio Sua Música de Verão 2021, live contará com apresentações de convidados especiais.

 A plataforma Sua Música acaba de anunciar os detalhes da live “Vibezinha”. Transmitida diretamente de Fortaleza para todo o país através do Youtube do Sua Música (https://www.youtube.com/suamusica), a live acontecerá no próximo dia 14 de março (domingo), a partir das 16h. Tarcisio do Acordeon, artista vencedor do Prêmio Sua Música de Verão 2021, irá receber seu prêmio e promete ser a grande atração do domingo. Conhecido como uma das principais revelações do forró em 2020, Tarcísio do Acordeon venceu a premiação com seu hit “Meia Noite”.

Além do grande vencedor, a “Vibezinha”, que terá apresentação da jornalista nordestina Niara Meireles (https://www.instagram.com/niarameireles), contará também com apresentações dos outros dois finalistas do prêmio: Henry Freitas e Pisadinha de Luxo. Outros artistas regionais também irão participar, assim como Lucas Boquinha, Renno, Yury Pressão, Eduarda Brasil e outras atrações surpresas. A premiação, que tem previsão de duração de 4 horas, tem patrocínio do O Boticário, como principal fomentador do projeto. A live irá seguir todos os protocolos de higiene contra o coronavírus, garantindo a saúde e segurança da equipe presente.

De acordo com Marcela d’Arrochella, Diretora Comercial do Sua Música, a live promete ser uma grande oportunidade para apresentar para todo o Brasil grandes talentos da música que muitas vezes não são reconhecidos fora do Nordeste. “É com muito orgulho que mais uma vez idealizamos um projeto como o Prêmio Sua Música de Verão, que mostra para o Brasil os grandes nomes da real música popular brasileira. Queremos também levar alegria para o público, através da transmissão da premiação, que vai finalizar com chave de ouro esse projeto tão especial. Esse é o momento para ficar em casa, levando em consideração a pandemia, por isso vamos trazer um conteúdo de qualidade para o público poder se distrair e se divertir muito em suas casas. A Vibezinha está seguindo todos os protocolos e será transmitida para todo o Brasil, com muitas surpresas”, conta a executiva.

Serviço:

Live “Vibezinha”

Data: 14 de março de 2021 (sábado)

Horário: a partir das 16h

Atrações: Tarcisio do Acordeon, Henry Freitas, Pisadinha de Luxo, Lucas Boquinha, Renno, Yury Pressão, Eduarda Brasil e outras atrações surpresas.

Onde assistir: https://www.youtube.com/suamusica

População apoia início de toque de recolher no Distrito Federal

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Fruto de ação conjunta, abordagens continuam durante todo o período de medidas restritivas | Foto: Divulgação/SSP

Na primeira noite de adoção da medida, na segunda-feira (8), operação registrou tranquilidade e colaboração da sociedade

Com o decreto do GDF publicado na segunda-feira (8), determinando a suspensão de atividades comerciais –  exceto aquelas consideradas essenciais – e a circulação de pessoas no das 22h às 5h, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) trabalha em um plano para fiscalização quanto ao cumprimento dessas medidas. Entre outras ações, será feito o monitoramento da utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs).

Até o dia 22, caso não haja nenhuma alteração, a SSP coordena a força-tarefa nos eixos que reúnem as forças de segurança – polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) –, as secretarias DF Legal, de Mobilidade (Semob), de Agricultura (Seagri) e de Economia (Seec), além da Vigilância Sanitária, do Brasília Ambiental e do Procon. Os locais serão definidos a partir de estratégias de acordo com a situação diária e locais com maior aglomeração, sob a coordenação da DF Legal.

 

“Estamos diante de um vírus, e nossa maior arma é o respeito às medidas adotadas por órgãos de saúde”Cristiano Mangueira, secretário do DF Legal

“Vamos atuar de forma conjunta para garantir o cumprimento das medidas estabelecidas pela legislação publicada”, afirma o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres. “Desde o início da pandemia, a Segurança Pública não parou. Adaptamos nossas atividades e atuamos junto ao GDF e demais órgãos. Agora entramos em uma nova fase para conter o avanço da covid e contamos com apoio e consciência de toda a população, pois o objetivo não é somente punir; é orientar e garantir que o decreto seja cumprido.”

De domingo a domingo, 16 equipes por turno, formadas pela DF Legal e pela PMDF, atuarão das 9h às 2h da madrugada para fiscalizar os estabelecimentos comerciais e a movimentação de pessoas entre as 22h e as 5h, enquanto durar emas medidas de combate à covid-19. Os demais envolvidos vão executar ações com planejamento de acordo com a competência de cada um.

De acordo com o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira, apesar do elevado número de vistorias desde o início das fiscalizações em relação aos decretos, foram emitidas poucas autuações. “Isso nos faz traduzir um sentimento de aprovação da população e do setor produtivo”, avalia. “Estamos diante de um vírus, e nossa maior arma é de fato o distanciamento, bem como o respeito às medidas adotadas por órgãos de saúde”.

Na noite de segunda-feira (8), durante a força-tarefa, Secretaria DF Legal efetuou 768 vistorias a comércios. Desses, 28 estabelecimentos foram abordados e orientados, 16 fechados e cinco interditados. Foram ainda vistoriados 175 quiosques.

A operação

 

768Total de vistorias efetuadas após as 22h de segunda-feira (8)

O primeiro dia da Operação Toque de Recolher transcorreu sem grandes problemas. De acordo com o chefe da Comunicação Social da PMDF, coronel Souza Oliveira, as equipes priorizaram a orientação quanto às novas regras.

“A PMDF e a DF Legal atuaram em conjunto, orientando a população em relação às novas regras e também fiscalizando proibições já previstas em outros decretos”, relata. “Foram realizados pontos de bloqueio em locais específicos da cidade. Não houve nenhuma resistência da população ou daqueles estabelecimentos comerciais sem autorização de funcionamento. O que percebemos foi muita boa vontade em contribuir”.

 

“O que percebemos foi muita boa vontade em contribuir”Coronel Souza Oliveira, da PMDF

A PMDF montou pontos de bloqueio em cinco regiões administrativas. Planaltina, Lago Sul, Samambaia, Estrutural e EPTG foram os primeiros locais a receber a ação policial. “Até a meia-noite, verificamos que a população estava retornando para suas residências”, conta o comandante do Policiamento de Trânsito da PMDF, coronel Edvã de Oliveira. “Depois desse horário, percebemos que as ruas ficaram praticamente vazias”.

A PCDF fez rondas em diferentes regiões, por meio das delegacias de área. Os policiais abordaram 314 pessoas e 71 veículos. O Detran, por sua vez, atuou em patrulhamentos com abordagens em Santa Maria, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Sobradinho II e São Sebastião. Já no Gama, Sobradinho e Paranoá, os agentes fizeram abordagens por meio de pontos de bloqueio.

Um motorista foi autuado por alcoolemia e conduzido à delegacia na região de Sobradinho, e dois motociclistas foram notificados por conta do barulho excessivo das motos. “O trabalho é orientativo, mas nos deparamos com essas duas situações, em que foram necessárias sanções”, finaliza diretor de policiamento e fiscalização, Lúcio Lahn.

Mulheres compõem 70% da linha de frente do Iges-DF contra a covid-19

Enfermeira intensivista Josilene Cardoso Pereira (foto Thays Rosário)

Desde o início da pandemia, elas não medem esforços para salvar vidas

A pandemia do novo coronavírus estremeceu diversos setores da sociedade, no Brasil e no mundo, mas também foi a oportunidade de mostrar algo inabalável: a coragem das mulheres diante de um inimigo comum. O Hospital de Base (HB), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as unidades de pronto atendimento (UPAs) contam com o trabalho de 320 profissionais na linha de frente do combate à covid-19. Desses, 69% (223) são mulheres.
Entre elas está a médica emergencista Jule Rouse Santos, de 33 anos. Ela atua no Pronto-Socorro Covid do HRSM e sabe da grande responsabilidade que tem nas mãos. “Eu sempre dou o melhor de mim para salvar vidas, mas nem sempre consigo”, diz. “É sofrível ver um paciente que está longe da família e que conscientemente aceita ser intubado, com a possibilidade de sobreviver ou não.” A profissional conta que sempre trabalhou com emergência, mas que nada se compara a essa experiência da pandemia.
Dos tantos pacientes atendidos em um ano de crise sanitária, um caso em particular foi marcante para Jule Rouse. “Lembro-me de uma paciente com menos de 30 anos de idade, que tinha dois filhos pequenos e estava gestante. O estado dela era muito grave, com o pulmão comprometido em mais de 80%. Ela aceitou a intubação ainda consciente. O único pedido foi fazer uma videochamada com o marido e a mãe. Todos da equipe assistimos e sentimos a dor dela ao pedir para a mãe: ‘Não importa o que aconteça comigo, por favor, cuide dos meus filhos’. Aquilo me abalou profundamente”, relata a médica. “Por esse e por outros casos, permaneço aqui para salvar o máximo de vidas.”
Outra colaboradora do Iges na linha de frente contra a covid é a técnica de enfermagem Ana Maria Duarte, de 35 anos. Com seis anos de experiência na UPA de Samambaia, ela teve de encarar o desafio, em 2020, de enfrentar uma epidemia global. “Temos feito tudo o que é humanamente possível para atendermos o máximo de pessoas.” Para ela, o momento atual da pandemia no DF é crítico, mas os profissionais de saúde seguem buscando oferecer o melhor atendimento. “Somos uma equipe composta por homens e mulheres que estão dando o melhor de si para salvar vidas.”

Lideranças em momento de crise

A enfermeira intensivista Josilene Cardoso Pereira, de 39 anos, chefia uma equipe com mais de 90 profissionais na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid do Hospital de Base. “Se você lidera, precisa passar segurança para o grupo, mas nem sempre é fácil. Muitas vezes, ao sair daqui, desmorono de tanto chorar”, confessa.
Josilene ajudou a montar a UTI Covid do HB e está na batalha contra o coronavírus desde o início. “Daquela época até hoje, me esforço para manter o psicológico estável, já que o medo de contrair a doença é inevitável”, diz. A enfermeira não tem parentes em Brasília, apenas o marido e o filho de 3 anos. “A insegurança bateu várias vezes, mas em nenhum momento eu pensei em desistir. Eu vou continuar na linha de frente. Cuidar das pessoas é o que eu escolhi e é isso que vou fazer até o fim”, afirma.
A gerente de Enfermagem do HRSM, Kariny Beatriz Bonatti, também ocupa um cargo de gestão em plena pandemia. Ela lidera um grupo de aproximadamente 2 mil pessoas. Mineira de Uberaba, Kariny acredita que o trabalho de assistência feito no hospital vem salvando vidas e promovendo saúde. “Saber que, hoje, uma mulher faz parte da gestão de um dos maiores hospitais do Distrito Federal, é motivo de orgulho. Nós somos guerreiras”, pontua.

Com a nova onda do coronavírus, Kariny alerta a população. “Preserve a sua saúde para preservar a do outro, porque não há leitos para todos. Quanto menor a contaminação, mais vidas serão salvas.”