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Distrito Federal está confirmado nos Jogos Escolares 2021

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Evento está marcado para acontecer de 29 de outubro a 5 de novembro, no Rio de Janeiro

A Secretaria de Educação do Distrito Federal assinou a adesão aos Jogos Escolares Brasileiros 2021 (JEB’s-2021). O grande evento esportivo está previsto para acontecer de 29 de outubro a 5 de novembro de 2021, no Rio de Janeiro. A realização ainda depende da situação da pandemia de Covid-19 nos próximos meses.

A competição tem a intenção de reunir estudantes-atletas dos 26 Estados e do Distrito Federal. Para participar do evento é necessário passar por seletivas regionais até chegar à etapa nacional, em que os atletas escolares representam o colégio de origem. Nos Jogos Escolares Brasileiros, os jovens devem estar matriculados em uma instituição de ensino até 30 de abril de 2021 e cursando regularmente as aulas até a data de realização do evento.

“Como ex-ministro do Esporte e ex-secretário de Esportes do DF, eu sou naturalmente entusiasmado com todas as iniciativas que envolvam os estudantes da rede pública de ensino com a prática esportiva”, comemora o secretário de Educação, Leandro Cruz. “Nesse caso, não estamos falando de iniciação nem de desporto educacional, são estudantes que já praticam essas modalidades em nível competitivo, em nível avançado, portanto. Significa que são referência, são os futuros ídolos das nossas crianças.”

 

“Nesse caso, não estamos falando de iniciação nem de desporto educacional, são estudantes que já praticam essas modalidades em nível competitivo, em nível avançado, portanto. Significa que são referência, são os futuros ídolos das nossas crianças, comemora o secretário de Educação, Leandro Cruz”

Os Jogos Escolares Brasileiros têm como objetivos promover a prática de esporte com fins educativos; aumentar o percentual de alunos esportivamente ativos; contribuir para o desenvolvimento integral do estudante-atleta como ser social, democrático e participante, estimulando o pleno exercício da cidadania; estimular a prática esportiva nas instituições de ensino fundamental das redes públicas e particular do país, entre outros. Todos eles estão em consonância com as finalidades propostas para os jogos pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE).

O Termo de Adesão foi assinado entre a Secretaria e a Federação Regional do Desporto Escolar do Distrito Federal e Entorno no último dia 1º de março.

As disputas nos Jogos Escolares Brasileiros serão feitas entre estudantes-atletas de 12 a 14 anos, nascidos exclusivamente nos anos de 2007 a 2009. No caso das modalidades de ginásticas artística e rítmica, na categoria feminina, há exceção, pois serão realizadas apenas para as nascidas nos anos de 2009 e 2010.

Os primeiros colocados de cada modalidade irão receber medalhas, classificação para os Jogos Sul-Americanos Escolares, que serão disputados em dezembro, em Brasília, e poderão pleitear o Bolsa-Atleta para o ano de 2022.

Como as disputas e as conquistas começam ainda nas escolas, o subsecretário de Educação Básica da Secretaria de Educação, Tiago Cortinaz, afirma que a educação física escolar é uma importante ferramenta pedagógica para minimizar os impactos decorrentes da suspensão das aulas presenciais, causada pela pandemia do novo coronavírus. “Nesse sentido, os Jogos Escolares Brasileiros contribuirão para a manutenção e fortalecimento dos vínculos dos estudantes com as escolas, condição básica para sua participação nos JEB’s 2021”, frisa.

O subsecretário acrescenta ainda que estudos e pesquisas evidenciam a contribuição do desporto escolar para um melhor rendimento acadêmico dos estudantes. “A educação física e o desporto escolar serão protagonistas na superação dos desafios impostos pela pandemia e possibilitarão ainda a identificação e formação de novos talentos.”

Ao todo, serão 18 modalidades a serem disputadas tanto nas categorias masculina como feminina. São elas: atletismo, atletismo adaptado, badminton, basquetebol, ciclismo, futsal, ginástica artística, handebol, judô, karatê, natação, taekwondo, tênis de mesa, voleibol, vôlei de praia, wrestling e xadrez. A competição também contará com a modalidade de ginástica rítmica, mas somente na categoria feminina.

Na programação dos jogos ainda constam, em fase de apresentação, as seguintes modalidades: curling, dança, esgrima, polo aquático, escalada e skate – esses dois últimos passam a ser esportes olímpicos nos Jogos de Tóquio, programados para este ano.

Do total das 18 modalidades, onze são seletivas para os Jogos Sul-Americanos Escolares: atletismo, atletismo adaptado, basquetebol, futsal, handebol, judô, voleibol, vôlei de praia, natação, tênis de mesa e xadrez.

O diretor de Educação Física de Desporto Escolar da Secretaria, Marcelo Ottoline, afirma que os treinos dos estudantes-atletas da rede pública de ensino do DF serão iniciados, assim que as aulas presenciais puderem ser retomadas. “Mesmo não tendo uma data programada para o início dos treinamentos, estamos trabalhando exaustivamente, desde julho do ano passado, para montar a estrutura logística, de segurança e tranquilidade, que o tempo atual exige, para todos os estudantes-atletas, familiares e treinadores.”

Ottoline explica ainda que só quando os treinos começarem será possível quantificar o número de estudantes-atletas e em quais modalidades o DF irá participar. “Quando for possível o retorno, vamos buscar nossos jovens para ingressarem nos treinos. É certo que vamos correr contra o tempo para ver quais irão conseguir atingir as margens necessárias para as competições. Vamos trabalhar muito e temos certeza que eles vão se superar”, espera.

Em 1976, em consonância com a Lei n 6.251, de 1975, e com o Decreto nº 80.228, de 1977, os Jogos Estudantis Brasileiros foram divididos em esporte escolar e universitário. A partir daí nasceram os Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s), que se tornaram referência nacional até o ano de 2004. As competições possibilitaram aos atletas escolares a oportunidade de vivenciar um intercâmbio esportivo nacional, onde colocaram em prática os valores do esporte e o espírito esportivo.

De 2005 em diante, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) passa a organizar os Jogos Escolares da Juventude, que passam a fazer parte do processo de sistematização dos Jogos Escolares Brasileiros, proposto pelo Governo Federal.

Executivo libera R$ 25,5 milhões em emendas parlamentares

Com aval da Secretaria de Economia, montante será utilizado em obras de interesse público

A Secretaria de Economia (Seec) autorizou, na quarta-feira (10), a liberação de R$ 25,5 milhões em emendas parlamentares. Os valores serão empregados em obras de infraestrutura, reformas de escolas, manutenção de parques, construção de calçadas e pavimentação asfáltica, entre outras áreas.

 

R$ 9,2 milhõesserão destinados a demandas da educação

A liberação das emendas é solicitada pelos deputados distritais mediante ofício encaminhado à Seec. Após estudo da área técnica, verificação da compatibilidade orçamentária e financeira e análise da viabilidade da execução dos projetos, os recursos foram autorizados pelo secretário de Economia, André Clemente.

Na lista de emendas parlamentares, há verbas destinadas para construção de terminais rodoviários, estacionamentos públicos, obras de urbanização e infraestrutura nas administrações regionais e iluminação pública, entre outros serviços.

 

As áreas de saúde e transporte receberão, cada uma, R$ 1,6 milhão

Entre os pedidos, a maior fatia, que corresponde a 36% do total, será destinada à educação. Nessa área serão investidos R$ 9,2 milhões. Em seguida, os parlamentares priorizaram as obras nas cidades. As emendas para o setor de urbanismo totalizam R$ 4,3 milhões, representando 17% do montante solicitado.

Saúde e transporte receberam o mesmo aporte de recursos, um total de R$ 1,6 milhão para cada área. Já os segmentos de desporto e lazer, que demandam melhorias em áreas como parques e quadras de esporte, serão beneficiados com R$ 1,8 milhão.

As emendas são instrumentos previstos na Constituição Federal de 1988 para que os representantes do Poder Legislativo possam sugerir alterações nos projetos de leis orçamentárias anuais.

Ao Congresso, ministro Eduardo Pazuello nega atraso em cronograma de vacinação

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Ministro da Saúde encaminhou ofício aos presidentes da Câmara e do Senado

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que não há atraso ou modificação no cronograma de entrega de vacinas contra covid-19 aos estados e municípios. Em ofício encaminhado ao Congresso Nacional, Pazuello diz que a campanha de vacinação, iniciada em 18 de janeiro, acontece de forma escalonada, conforme disponibilidade de doses de vacinas e diretrizes apresentadas no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Na última terça-feira (9), os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), cobraram que o ministro Pazuello informasse, em 24 horas, o cronograma de vacinação apresentado aos senadores em sessão temática na Casa no dia 4 de março.

A previsão era de que o Ministério da Saúde distribuísse, em março, 16,9 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca (ou Covishield), produzida na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mas a quantidade caiu para 3,8 milhões. Na segunda-feira (8), depois de uma reunião na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com governadores, o ministro da Saúde atribuiu o atraso a uma falha técnica em uma máquina de lacre da embalagem da vacina.

O cronograma de entregas e quantidades previstas em contratos, atualizado em 3 de março, está disponível no site do Ministério da Saúde. Para consulta, no site do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), há o cronograma atualizado em 25 de fevereiro. Do total de 16,9 milhões de doses anteriormente previstas, 12,9 milhões seriam produzidas pela Fiocruz com os insumos recebidos no fim de fevereiro da China e 4 milhões seriam importadas diretamente da Índia.

Entretanto, de acordo com o ofício encaminhado nesta quinta-feira ao Congresso, para o mês de março, a Fiocruz fará uma única entrega de 3,8 milhões de doses da AstraZeneca e o Instituto Butantan fará entregas semanais, no total de 23,3 milhões de doses da CoronaVac.

“O Ministério da Saúde, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores e dos laboratórios produtores e/ou importadores, tem envidado esforços para o cumprimento do planejamento previsto junto aos fornecedores a fim de mitigar possíveis atrasos nas entregas e por conseguinte disponibilização do imunizante à população brasileira”, diz o ofício.

Atrasos

No ofício, Pazuello elenca os principais obstáculos que poderão ser enfrentados para o cumprimento do cronograma vigente de entregas de vacinas. Quanto aos imunizantes fabricados no Brasil – AstraZeneca, pela Fiocruz e CoronaVac, pelo Instituto Butantan – o principal entrave é o possível atraso na entrega de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), “relacionados a ingerências e condicionantes políticas dos governos sede dos laboratórios com os quais a Fiocruz (AstraZeneca-Oxford) e o Butantan (Sinovac) possuem contrato, técnicas de produção e demandas locais e globais do produto, o que atrasaria a produção local”.

O ministério destaca que não há aquisição direta de IFA por parte do governo federal, pois os calendários de entrega desses insumos fazem parte dos contratos do Butantan e da Fiocruz firmados com os respectivos laboratórios produtores.

Quanto às vacinas importadas, podem haver atrasos na apresentação dos relatórios para análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por parte dos laboratórios ou de seus representantes no Brasil, para obtenção da autorização para o uso emergencial e temporário ou o registro definitivo. De acordo com o ofício, também pode ocorrer demora na liberação para importação pelo Brasil, relacionada a ingerências e condicionantes políticas dos governos dos países-sede dos laboratórios, além de demandas locais e globais de vacinas contra covid-19.

Pazuello cita ainda possíveis atrasos na produção dos laboratórios no país de origem, impactando os cronogramas contratados, “como o ocorrido com o Serum Institute of India (SII), onde há óbices para o fornecimento de doses no futuro próximo, em particular, em março”. O Instituto Serum é o produtor da vacina da AstraZeneca na Índia.

Para a importação de vacina, o governo já tem contratos firmados com a Precisa Medicamentos, que vai produzir a vacina Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, e com a Covax Facility, iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), além daqueles em tratativas com os laboratórios União Química (vacina Sputnik V, do laboratório Gamaleya, da Rússia), Pfizer (vacina Cominarty), Janssen (braço da Johnson & Johnson), Moderna e Sinopharm.

Campanha

De acordo com o documento, a distribuição de doses de vacinas aos estados seguem a evolução da situação epidemiológica em cada localidade, os índices de vulnerabilidade social e a tendência de ascensão de casos de síndrome respiratória aguda grave.

“O acesso a vacinas seguras e eficazes para enfrentamento da pandemia de SARS-CoV-2 [coronavírus] é prioridade do Ministério da Saúde, visto que a vacinação tem o potencial de prevenir e conter a transmissão do novo coronavírus (SARS-Cov-2). A vacinação da população não só salvará vidas como também terá papel crucial em evitar o agravamento da crise econômica e social”, diz o ofício assinado por Pazuello.

Ele destaca ainda a “necessidade urgente de empreender esforços políticos conjuntos entre governo federal, Congresso Nacional, estados e municípios”, para assegurar a disponibilização das vacinas em menor tempo possível. “Dessa forma, será possível conter os sofrimentos decorrentes da pandemia e retomar o crescimento econômico do país”, argumentou.

Hemorrede de Goiás tem 49% de déficit nos estoques de sangue

Apoio da população é fundamental para reverter queda no número de doadores nos bancos de sangues do Governo de Goiás na capital e no interior. Segundo a diretora técnica da unidade, Ana Cristina Novais, este é o pior cenário enfrentado desde o início da pandemia

A Hemorrede Pública de Goiás registrou em fevereiro um déficit de 49% em seus estoques de sangue e hemocomponentes. Segundo a diretora técnica da unidade do Governo de Goiás, Ana Cristina Novais, este é o pior cenário enfrentado desde o início da pandemia. “O número de doadores voluntários caiu, e estamos com a coleta 32% abaixo do ideal”, alerta Ana Cristina.

“Isso é reflexo de uma série de fatores: redução da idade máxima para ser um voluntário de 69 para 59 anos, diminuição das coletas externas, visto que muitas empresas estão fechadas devido ao decreto municipal para enfrentamento da Covid-19, além do alto número de pessoas que estão inaptas por terem tido contato com pessoas com Covid nos últimos 14 dias ou que tiveram a doença e ainda não completaram 30 dias sem os sintomas”, explica a diretora técnica.

Ana Cristina também destaca que houve um aumento considerável da demanda de sangue pelas unidades de saúde do Estado. “Neste período do ano, temos um aumento relacionado a casos de hemorragias digestivas, atendimento aos hospitais de urgência. Além disso, houve uma ampliação do número de hospitais no Estado para atendimento de pacientes com Covid, o que também elevou a procura de hemocomponentes”, afirma.

A diretora técnica lembra que para fazer uma doação de sangue é necessário estar saudável, ter peso acima de 50 kg, apresentar documento com foto válido em todo o território nacional e idade entre 16 e 59 anos – antes de completar 18 anos, é necessária uma autorização dos pais ou responsáveis. A orientação é que doadores acima de 60 anos fiquem em casa, pois são pessoas do grupo de risco do coronavírus.

Quem tomou a vacina da febre amarela deve aguardar 30 dias para fazer uma doação. Já para vacina contra gripe, o prazo é de 48 horas. No caso da vacina contra o coranvírus, é preciso esperar 48 horas após, no caso da Coronavac ou Covaxin, e sete dias após, no caso da aplicação das demais vacinas.

Pessoas que tiveram contato com pacientes infectados ou com suspeita de covid-19 devem ficar 14 dias sem poder doar. Já para quem foi considerado caso suspeito ou confirmado, o prazo de inaptidão é de 30 dias após a remissão dos sintomas.

Doação agendada

Antes de sair de casa para doar sangue, é essencial que o voluntário faça o agendamento, pelo site agenda.hemocentro.org.br ou pelo telefone 0800 642 0457. “O agendamento é uma medida para evitar aglomerações, como ação de segurança para o doador diante da pandemia da Covid-19”, destaca Ana Cristina.

O agendamento garante celeridade ao atendimento nas unidades de todo o Estado. É possível também fazer doação de sangue em casam solicitando a unidade móvel do Hemocentro no condomínio com grupo de 60 pessoas.

Serviço
Onde doar – Hemocentro Coordenador Estadual Professor Nion Albernaz
Endereço – Avenida Anhanguera, nº 5.195, Setor Coimbra, em Goiânia, e unidades da Hemorrede no interior do Estado (Rio Verde, Jataí, Catalão, Ceres, Iporá, Quirinópolis, Formosa e Porangatu)
Quando doar – de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.
Como solicitar a unidade móve – (62) 3201-4570/41.01 ou hemocentro.captacao@idtech.org.br

Ceilândia será contemplada com Praça da Ciência

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Em parceria com a Administração Regional e o Ministério da Ciência e Tecnologia, o projeto visa promover e incentivar o conhecimento científico de maneira lúdica e interativa entre crianças e adolescentes

O administrador de Ceilândia, Marcelo Piauí, recebeu na manhã desta quinta-feira (10), representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) para discutir e viabilizar a implantação da Praça da Ciência na maior cidade do DF.

O projeto piloto no DF visa popularizar a ciência nos espaços públicos, despertando em crianças e jovens o interesse por conhecimentos em tecnologia e inovação. A Praça da Ciência será instalada no terreno do Centro Cultural de Ceilândia, na QNN 13, em Ceilândia Norte. A previsão é que o equipamento público seja entregue à população no segundo semestre deste ano.

Para Marcelo Piauí, o projeto vai beneficiar a maior comunidade do DF, onde ofertará um espaço com equipamentos educativos e pedagógicos. “ A Praça da Ciência vai beneficiar tantos alunos da rede pública como a comunidade, além de popularizar e estimular uma construção de uma cultura científica! ”, enfatiza Marcelo Piauí.

A previsão é que a praça seja composta por brinquedos lúdico-científicos entre eles: conchas e tubos acústicos; bicicletas geradoras de energia; harpas de tubo; alavancas; cadeiras e basquete giratórios e balanços de comprimentos diferentes.

Novacap apresenta projeto de hospitais de campanha para MPDFT e órgãos de controle

MPDFT, CGDF, TCDF, Secretaria de Saúde e Novacap somam esforços para a viabilização da construção dos hospitais de campanha com celeridade e segurança jurídica

Na tarde desta quarta-feira (10), membros da força-tarefa de enfrentamento à Covid-19 do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) receberam representantes de órgãos de controle, da Secretaria de Saúde e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) para apresentação de diretrizes para a construção de três hospitais de campanha, anunciados pelo governo local, para oferecer mais 300 leitos a pacientes que precisam de tratamento contra o novo coronavírus. “O que nos interessa é a segurança jurídica, a transparência e a exatidão em todas as fases de instalação desses hospitais”, defendeu o coordenador da força-tarefa, procurador de Justiça José Eduardo Sabo.

Cada unidade terá 100 leitos com suporte ventilatório e devem ser instalados no Plano Piloto, Ceilândia e Gama, próximos a hospitais de referência. O investimento anunciado é de R$ 36 milhões para as estruturas, e o prazo para a entrega é de 20 dias. Arquiteto da Novacap, Igor Mendes, detalhou o projeto das instalações. “O modelo construtivo é inspirado em hospitais de campanha que já funcionaram bem em outras unidades da federação. As premissas do projeto são a rapidez na montagem, canteiro de obras limpo, materiais dentro das normativas e a segurança de pacientes e profissionais”, explicou.

O presidente da Novacap, Fernando Leite, comparou a situação decorrente da pandemia a uma verdadeira guerra e considerou o diálogo prévio com os órgãos de controle uma iniciativa inédita, que “demonstra a grande responsabilidade e compromisso de todos os envolvidos, que é salvar vidas”. O diretor financeiro da companhia, Rubens de Oliveira, ponderou os aspectos jurídicos e financeiros para implementação do projeto. Esclareceu que a contração das estruturas será realizada por pregão simplificado, e que o processo de especificações da contratação para o lançamento do edital deve ser concluído esta semana, e o edital deve ser publicado no início da próxima.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, declarou que hoje o DF conta com mais leitos de UTI em relação ao início da crise sanitária, mas que a adesão da população a medidas de isolamento social também foi maior durante a chamada primeira onda. “Nos próximos dias, serão disponibilizados mais 107 leitos de UTI, e acredito que a saída mais rápida, neste momento, é a mobilização dos hospitais de campanha”, afirmou o secretário. Ele também disse ao grupo que o aumento de infectados em todo o país tem causado grande judicialização por leitos de UTI, de pacientes do entorno. “Verificamos que 38% das internações, atualmente, são de pacientes de fora do DF”, revelou.

Controle externo

O promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público Eduardo Gazzinelli ponderou que a prestação de contas é dever dos agentes públicos e falou sobre investigações de suspeitas de irregularidades na contratação para o funcionamento do Hospital de Campanha no Mané Garrincha. “É nosso papel, no controle externo, acompanhar toda a fase de contratação e execução. Precisamos evitar problemas, problemas esses que são pagos com recursos públicos”, declarou.

O controlador-geral do DF, Paulo Martins, reforçou as preocupações jurídicas e disse que auxiliará a buscar suporte para as contratações, sob a ótica do controle interno. Francisco de Souza, que é secretário-geral de Controle Externo do TCDF, fez questionamentos sobre o projeto, a possibilidade de expansão e a requisição das áreas. Enfatizou, ainda, a necessidade de sincronismo das contratações das equipes de recursos humanos para atuar nos hospitais. José Euclides Viana, também do TCDF, informou que a presidência do tribunal determinou celeridade no acompanhamento, pelo corpo técnico do órgão, relacionado à primeira fase, a execução e ao contrato de gestão.

O promotor de Justiça de Defesa da Saúde Marcelo Barenco assistiu a apresentação do projeto das instalações e fez questionamentos sobre os tipos de leitos que serão contratados e o suporte oferecido aos pacientes. Ao final, também sugeriu, para aumentar a transparência, que todo o processo de contratação seja tornado público no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do GDF.

“É fundamental que todos os órgãos de controle interno, externo e de fiscalização compreendam e acompanhem o andamento do projeto, da contratação e também das obras, para que em um tempo exíguo, a população do Distrito Federal possa ter leitos suficientes para o atendimento”, reforçou o procurador Eduardo Sabo, sobre a importância da reunião.

Também participaram da reunião, o ouvidor do MPDFT, Libânio Rodrigues, e os promotores de Justiça de Defesa da Saúde Clayton Germano e das promotorias regionais Cláudio João Medeiros, Bernardo Matos e Lívia Cruz. Pela SES-DF, também esteve presente a subsecretária-adjunta de saúde, Beatriz de Lima, e da Novacap, a diretora de Edificações Virgínia Cussi Sanches.

Ceilândia recebe em abril a nova Casa da Mulher Brasileira

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A nova Casa da Mulher Brasileira é uma conquista do GDF e um presente à mulher brasiliense | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Unidade localizada na CNM1 abre portas à população no próximo mês

As mulheres em situação de violência do Distrito Federal vão poder contar com um espaço de atendimento humanizado de excelência. O primeiro passo para que elas possam a ter acesso a esse serviço foi dado na tarde dessa quarta-feira (10), quando a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, recebeu as chaves do prédio que vai abrigar a nova Casa da Mulher Brasileira. A primeira etapa da instituição começa a funcionar no início de abril.

“Vamos oferecer um atendimento integral às mulheres. Aqui será um espaço onde pretendemos realizar até a capacitação das mulheres”Ericka Filippelli, secretária da Mulher

“É um sonho que está se tornando realidade”, disse, emocionada, Ericka Filippelli. Parece exagero, mas não é. A abertura da Casa da Mulher, em Ceilândia, é resultado da luta do GDF, que buscou todos os meios para reativar um dos mais importantes instrumentos de atendimento e acolhimento de mulheres em situação de violência. A unidade é, na realidade, uma conquista e um presente à mulher brasiliense.

A vitória foi captaneada pela Secretaria da Mulher, Ericka Filippelli, para oferecer um local digno de acolhimento às mulheres em situação de vulnerabilidade, desde que o prédio da instituição, na Asa Norte, foi interditado pela Defesa Civil, em 2018.

Depois de negociações com o Governo Federal, dono do antigo espaço, foi assinado um Termo Aditivo do convênio de manutenção da Casa da Mulher no DF. O documento assegurou o repasse de R$ 13 milhões para a Secretaria da Mulher, pelos próximos dois anos, para o aluguel e manutenção do edifício.

A Casa da Mulher presta assistência integral e humanizada às mulheres em situação de violência, facilitando o acesso aos serviços especializados e garantindo condições para o enfrentamento, o empoderamento e autonomia econômica das vítimas. “Vamos oferecer um atendimento integral às mulheres. Aqui será um espaço onde pretendemos realizar até a capacitação das mulheres”, revelou a secretária Ericka Filippelli.

Ao todo, serão 2 mil metros² em cinco andares, ocupados com serviços como acolhimento, refeitório, brinquedoteca, refeitório, Delegacia da Mulher e Núcleo Especializado da Defensoria Pública, entre outros | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

 

Acolhimento

O projeto da nova Casa da Mulher Brasileira é arrojado. O prédio de cinco andares, totalizando 2 mil metros², será ocupado por órgãos e serviços afim de atenderem da melhor forma possível as mulheres. O edifício, na CNM 01, Bloco I, lote 3, no coração de Ceilândia, foi entregue totalmente pronto à Secretaria da Mulher. Serão feitas algumas intervenções, mas essas obras visam somente à adequação dos espaços, de acordo com a sua destinação.

O primeiro andar, que já estará aberto à população no início de abril, vai abrigar as salas de acolhimento, auditório, refeitório e brinquedoteca.

O segundo andar terá uma área administrativa, espaços para treinamentos e cozinha industrial, além de salas de reunião e de monitoramento. No terceiro andar serão instalados os órgãos jurídicos, como a Delegacia da Mulher, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Juizado de Violência Doméstica e o Ministério Público.

Os espaços para atendimento individualizado ou em grupo estarão no quarto andar, enquanto o alojamento de passagem das mulheres acolhidas na Casa e o alojamento dos servidores serão instalados no quinto andar.

“Estamos levando um serviço público de excelência para o coração do Distrito Federal, descentralizando os serviços e tornando-os mais acessíveis à população, para atender quem precisa, como o governador Ibaneis Rocha sempre pede”, resumiu a secretária da Mulher.

Idosos com 74 anos e mais serão vacinados na Praça dos Direitos

Senhas vão ser distribuídas no local. Atendimento ocorrerá por ordem de chegada

A Praça dos Direitos, na QNN 13 de Ceilândia, vai receber reforço na vacinação de idosos, a partir de 74 anos, nesta quinta (11) e sexta-feira (12), de 9h às 17h.  É a quarta edição do programa “Sua Vida Vale Muito Itinerante Vacinação”, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), que já imunizou 733 idosos desde o ano passado, em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

 

“A estrutura do local foi pensada para poder realizar esta ação com todo cuidado e respeito a quem mais precisa”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforça o convite à população idosa com  74 anos ou mais. “O GDF mostra mais uma vez, por meio desta importante parceria, que o trabalho para imunizar os idosos vai continuar. Estamos vivendo este momento de restrições para conter a propagação do vírus e contamos com a colaboração de todos os cidadãos.

Segundo a dirigente da Sejus, os idosos nessa faixa etária devem atender ao convite para se vacinar. Em primeiro lugar, para se proteger contra o avanço da contaminação do novo coronavírus. E ainda pelo fato de que todos serão bem recebidos na Praça dos Direitos, em Ceilândia.

“A estrutura do local foi pensada para poder realizar esta ação com todo cuidado e respeito a quem mais precisa”, ressaltou a secretária.

 

É importante lembrar que é necessário apresentar documento de identidade com foto e cartão do SUS (Sistema Único de Saúde)

Voluntários

Servidores da Sejus e voluntários cadastrados no site do voluntariado vão estar no local para atender os idosos. A estrutura da Praça dos Direitos, com quadra coberta, garante mais segurança para quem for ao local se vacinar, aponta a secretaria.

Acessibilidade, cadeiras de rodas, uso constante de álcool em gel e líquido e espaçamento entre as cadeiras reforçam todo o protocolo de segurança ao enfrentamento da covid-19. O uso de máscaras é obrigatório para todos.

É importante lembrar que é necessário apresentar documento de identidade com foto e cartão do SUS (Sistema Único de Saúde). Para quem tiver realizado o agendamento, é necessário apresentar o documento impresso. Entretanto, mesmo quem não conseguiu agendar, será atendido.

Governo endurece fiscalização sobre medidas de restrição no Distrito Federal

Equipes estão sendo distribuídas para atuar, de 8h de um dia às 4h do outro, sem parar. Situação ainda é grave e ocupação de leitos de UTI chega a 97%

Além de garantir o atendimento ao toque de recolher entre as 22h e 5h, a força-tarefa do governo, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), vai reforçar e intensificar a fiscalização, também durante o dia, para cumprimento do Decreto nº 41.842, que suspendeu temporariamente atividades em estabelecimentos comerciais e industriais. Os 11 órgãos que fazem parte da mobilização elaboraram um planejamento de ações integradas para alcançar as 33 regiões administrativas do DF entre 8h de um dia e 4h do outro.

 

Entra na lista das proibições o funcionamento de bares, restaurantes, cinema, teatro, museus e feiras, além de parques urbanos e recreativos.

Serão 16 frentes de trabalho e cada equipe ficará responsável por duas cidades. A fiscalização será realizada em três turnos: das 8h às 13h, 13h às 18h e entre 20h e 4h.

“A força tarefa trabalha há 13 meses praticamente fiscalizando a observância dos protocolos sanitários. O endurecimento das medidas nos deu um instrumento para aumentar o rigor”, afirmou o secretário do DF Legal, Cristiano Mangueira, durante entrevista coleta nesta quarta-feira (10). “A intenção é fiscalizar todo o DF integralmente”, reforçou.

Entra na lista das proibições o funcionamento de bares, restaurantes, cinema, teatro, museus e feiras, além de parques urbanos e recreativos.

 

“A saúde está no limite, tanto a rede pública quanto a privada”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil

Saúde no limite

A situação do DF em relação ao avanço da pandemia de Covid-19 ainda é grave. A taxa de ocupação dos leitos está em 97% e, apesar dos esforços do GDF para abrir novos leitos, eles são logo ocupados assim que disponibilizados.

“De ontem para hoje foram disponibilizados mais quatro leitos e todos foram ocupados imediatamente. Nas próximas 24 horas serão abertos mais 30 e eles devem ser logo preenchidos porque há uma fila de mais de 130 pessoas aguardando”, afirmou o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha. “A saúde está no limite, tanto a rede pública quanto a privada”, ressaltou.

 

11.386Total de estabelecimentos vistoriados em um dia

Distribuidores de bebidas

Mangueira ressaltou que, em um único dia, a força-tarefa vistoriou 11.386 estabelecimentos. Um total de 331 deles estavam abertos, pois estavam autorizados a funcionar, e 32 acabaram interditados, a maioria deles distribuidores de bebidas

“O setor produtivo e a população tem respeitado as restrições. Às 22h30, a cidade está praticamente vazia”, disse.

Segundo o secretário do DF Legal, o governador Ibaneis Rocha determinou o incremento da força tarefa tanto no aparelhamento logístico quanto de pessoal.

“ A Secretaria de Mobilidade emprestará o seu acervo de auditores para compor o quadro do DF Legal, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e o Procon farão o mesmo. Isso vai aumentar a efetividade da fiscalização”, garantiu. Equipes da inteligência da SSP e do DF Legal vão rastrear as redes sociais para coibir festas clandestinas durante o fim de semana.

Transporte no toque de recolher

Durante a entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (10), o secretário de Mobilidade, Valter Casimiro, salientou que 100% da frota de ônibus do DF, cerca de 2,8 mil veículos, está disponível para a população, inclusive depois das 22h.

De acordo com o secretário, táxis e carros de aplicativos também podem circular durante o toque de recolher, desde que os passageiros constem na lista de exceções estabelecidas pelo Decreto nº 41.874, ou seja, estejam indo ou voltando do trabalho ou em casos de deslocamento realizado para atender a eventual necessidade de tratamento de saúde emergencial ou aquisição de medicamentos em farmácias.

Com agravamento da pandemia, governadores reiteram intenção de pacto

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Coronavírus é o maior adversário do país, dizem chefes de Executivo

Governadores de vários estados apresentaram nesta quarta-feira (10) a proposta do Pacto Nacional pela Vida e pela Saúde. No documento, os signatários lembraram a reunião do último dia 12 , na qual os governadores debateram com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a proposta de uma ampla pactuação dos três Poderes e das três esferas da Federação, visando ao reforço da luta contra a pandemia do coronavírus.

“Reafirmamos tal proposição, que se tornou ainda mais emergencial pelo agravamento da situação sanitária, com terríveis perdas de vidas, além de danos econômicos e sociais. O coronavírus é hoje o maior adversário da nossa nação”, ressaltaram no texto os governadores.

Sob a justificativa de “evitar o total colapso dos sistemas hospitalares em todo o Brasil e melhorar o combate à pandemia”, os governadores reiteram o compromisso quanto a um pacto e apontam três pontos essenciais: expansão da vacinação, com pluralidade de fornecedores, mais compras e busca de solidariedade internacional, com todas as aquisições distribuídas segundo o marco legal do Plano Nacional de Imunização.

Os governadores também pedem apoio a medidas preventivas, essenciais para conter o vírus, e relatam limites objetivos à expansão de leitos hospitalares, tendo em vista a escassez de insumos e de recursos humanos. “Medidas como o uso de máscaras e desestímulo a aglomerações têm sido usadas com sucesso na imensa maioria dos países, de todos os continentes”, destaca um trecho da carta.

Por fim, o grupo pede apoio aos estados para manutenção e ampliação do número de leitos hospitalares, quando isso for possível. Os governadores propõem ainda a integração de todos os sistemas hospitalares, a fim de usar ao máximo as disponibilidades existentes, “a partir de planejamento e análise diária de cenários em cada unidade federada”.

Pela proposta, o Pacto Nacional pela Vida e pela Saúde será dirigido por um comitê gestor, com a participação de representantes dos três Poderes e de todos os níveis da Federação e terá assessoria de uma comissão de especialistas.

“Estamos unidos pela vida e pela saúde”, destacaram os governadores do Maranhão, Pará, Espírito Santo, Ceará, Tocantins, de São Paulo, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, do Rio Grande do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte, da Bahia, Paraíba, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, do Acre, de Minas Gerais, do Distrito Federal e de Roraima.