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Mais um passo é dado para a criação de um polo logístico no DF

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Com a implantação do projeto, haverá melhor distribuição dos produtos, o que vai reduzir o tráfego urbano

A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) publicou nesta terça-feira  (07) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), edital de manifestação de interesse (PMI) para a concessão e exploração do Polo Logístico do DF. As empresas interessadas terão até o dia 06 de maio para entregar documentação e, depois, realizarem levantamentos, investigações e estudos para a modelagem do projeto.

A implantação do Polo Logístico, localizado no Recanto das Emas, inicialmente denominado Polo Atacadista, fazia parte do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo (PRO-DF II).

“A ideia do Polo Logístico não é nova, mas agora vai sair do papel por meio de uma parceria público-privada, que é o que temos feito nesta gestão do governador Ibaneis Rocha. Os lotes no local, serão destinados para uso industrial e de comércio atacadista”, confirmou o Secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade.

A área, de 260 hectares, fica entre as cidades de Samambaia e Recanto das Emas, na BR 060. Nesse local, a estimativa é que haja oferta adequada de comércio e serviços locais de apoio ao polo logístico. Toda a infraestrutura urbana e logística de transporte de carga deverá ser implantada pelo empreendedor e terá que ser compatível com os melhores parques tecnológicos industriais em operação no Brasil.

“Brasília não comporta a quantidade de caminhões de carga que passam por aqui. Esse polo é essencial para reduzir o número de veículos de grande porte na nossa cidade. Com ele, haverá uma logística de distribuição dos produtos, o que vai reduzir o trânsito, preservar as rodovias urbanas, entre outras melhorias.”, justificou Roberto Andrade.

O Secretário de Projetos Especiais lembrou que hoje o transporte de carga para o Distrito Federal é feito pela BR 040, e que com o polo industrial “teremos mais uma alternativa de rota pela BR 060”.

Tramitação

O PMI é a primeira etapa do processo que será finalizado com o edital de licitação para concessão e exploração do Polo Logístico do DF. A Secretaria de Projetos Especiais é responsável por dar forma ao plano de negócio, que começa com a entrega de documentação pelas empresas interessadas em desenvolver estudos, investigações e levantamentos.

“É nesta etapa que estamos agora. Depois que as empresas entregarem a documentação, a nossa equipe técnica vai analisar se tudo está correto e publicar quais poderão desenvolver os estudos. As que estiverem habilitadas terão um tempo para apresentarem suas propostas e a Sepe terá mais um tempo para decidir o estudo vencedor”, explicou o secretário.

Outra etapa pela qual o estudo vai passar é a de consulta e audiência públicas, que é quando a população vai conhecer o projeto, dar sugestões, propor modificações. Somente após essa fase é que se dará a última parte, que é a tramitação para a publicação do edital de licitação. Nesse momento, toda a documentação do processo é encaminhada para a secretaria, ou órgão que será o responsável pelo Polo Logístico do DF.

Documentação

Os documentos que devem ser encaminhados para a Sepe podem ser consultados no site da secretaria.

Por conta das medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da COVID-19 (Sars-Cov-2), a Sepe disponibilizou mais uma forma de entrega da documentação. Além da presencial as empresas podem mandar por meio digital pelo e-mail protocolo.casacivil@buriti.df.gov.br, com cópia para sepe.gab@buriti.df.gov.br

Em relação aos documentos enviados algumas regras devem ser observadas para que o e-mail seja protocolado:

  • Cada e-mail enviado pode ter no máximo 20 megabytes (MB). Se o arquivo for superior a esse tamanho, deverá ser informado no corpo do primeiro e-mail que outros serão enviados. Isso é necessário para a organização do recebimento pelo protocolo.
  • Os documentos devem estar no formato PDF.
  • Os prazos por meio digital terminam às 23:59h do dia estipulado no edital. No caso do Polo Logístico, o e-mail deve ser enviado até às 23:59h do dia 6 de maio.
  • Se a entrega for presencial, o prazo é de 9h às 18h, no seguinte endereço: Praça do Buriti, Zona Cívico-Administrativa, Palácio do Buriti, sala P-50, Gabinete da Secretaria de Projetos Especiais, Brasília – DF – CEP 70.075-900, mediante protocolo.

Vamos doar sangue? Os estoques estão baixos

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Para evitar aglomerações, o agendamento da doação é obrigatório e deve ser feito pelo site ou pelo telefone 160 Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

Secretaria de Economia e Hemocentro lançaram a campanha: “Sangue é vida” que tem como objetivo sensibilizar servidores do GDF, principalmente

Em decorrência da pandemia, o número de doações de sangue em todo o país caiu. No Distrito Federal, a situação não é diferente. Diante disso, a Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), da Secretaria de Economia, e o Hemocentro estão lançando a campanha Sangue é vida, para sensibilizar os servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) a doarem sangue.

“Dependemos da solidariedade das pessoas para manter os estoques do nosso Hemocentro. Essa é uma questão que toca sensivelmente toda a sociedade e os nossos servidores podem contribuir muito neste momento crítico”, destaca a secretária executiva da Sequali, Adriana Faria.

“As pessoas só devem sair de casa para o essencial, e precisamos ter consciência de que doar sangue é essencial, porque não existe nada que possa substituí-lo. Neste momento de pandemia, como a demanda por sangue não diminuiu, é importante que as doações também não diminuam”, afirma a presidente da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), Bárbara Simões. O Hemocentro segue adotando medidas de prevenção ao novo coronavírus, como o agendamento obrigatório das doações.

“A organização de pequenos grupos de doação é importante para que o Hemocentro continue desempenhando seu papel durante a pandemia. Com as campanhas de doação, conseguimos mobilizar várias pessoas ao mesmo tempo, encorajando até mesmo aqueles que tinham medo de doar”, acrescenta a presidente do Hemocentro.

Para evitar aglomerações, o agendamento da doação é obrigatório e deve ser feito pelo site ou pelo telefone 160, opção 2.

Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar mais de 51 kg e estar em bom estado de saúde. Quem fez algum procedimento estético, passou por cirurgia ou algum tipo de endoscopia, ficou doente e/ou fez uso de medicamentos recentemente deve consultar o site do Hemocentro para saber se está impedido de doar.

O candidato à doação de sangue precisa estar bem alimentado, mas deve evitar alimentos gordurosos e derivados do leite pelo menos três horas antes da doação. Além disso, não deve ingerir bebidas alcoólicas 12 horas antes da doação e precisa beber bastante água 24 horas antes de doar. É obrigatório apresentar documento de identificação oficial com foto, em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade.

Médicos comentam sobre medicações e interesses farmacêuticos durante a crise da Covid-19

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Pandemia movimenta impactos financeiros na indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica cresceu 12,13% em 2020 no Brasil, chegando ao faturamento de R$ 126 bilhões no ano, contra um aumento de 9,25% em 2019. Os dados foram divulgados pelo Sindicato dos Químicos de São Paulo, baseados em uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse).

O varejo farmacêutico também teve crescimento. Estatísticas demonstradas pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), com dados da empresa IQVIA Brasil, mostram um aumento no faturamento de 15,6% em 2020. No ano passado, segundo a pesquisa, as farmácias faturaram R$ 139,37 bilhões, contra R$ 120,54 bilhões em 2019.

Os números e outras análises do contexto geram debates sobre a indústria farmacêutica. O médico neurocirurgião Paulo Porto de Melo, especialista em Medicina de Urgência e em Clínica Médica, afirmou ao portal Brasil61.com que existem interesses financeiros e lobby no setor. A entrevista completa com Paulo Porto será publicada no Entrevistado da Semana, na próxima sexta-feira (9).

“O negócio farmacêutico no Brasil, por exemplo, é um negócio de bilhões de reais. Vai interessar para uma indústria que fabrica a vacina que se mostre que existe um tratamento eficaz preventivo e que talvez diminua a pressão pela necessidade de adquirir vacinas a alto preço a qualquer custo? Eu acho que não”, opina.

Paulo descreve a imunização contra a Covid-19 como “fundamental” neste momento, mas diz que “a vacinação é uma das estratégias de medicina preventiva”. “Por exemplo, meningites bacterianas. Quando existe a meningite bacteriana, existe obviamente vacina para meningite bacteriana. Mas se existe um surto, os contactantes devem tomar rifampicina, por exemplo.”

Para a médica Mariana Gonzaga, professora da Faculdade de Farmácia da UFMG e doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, é preciso analisar de forma crítica o movimento de incentivo ao uso de determinados medicamentos. Segundo ela, há um grande movimento no mercado para venda desses produtos, como acontece com o uso de algumas vitaminas sem comprovação de eficácia.

“É claro que podemos pensar que há interesse econômico no reposicionamento de medicamentos, além do bem que isso poderia trazer para a população. Mas, uma vez em que nós nos encontramos em um momento em que temos ensaios clínicos randomizados para todos esses medicamentos testados, que infelizmente tiveram insucesso, começamos a ter uma prática de prescrição e uso desses medicamentos fora da racionalidade científica, que é muito preocupante.”

Os ensaios clínicos randomizados citados pela médica são necessários para provar a eficácia de medicamentos contra determinada doença, sendo o mais alto nível de evidência científica. Até o momento, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), não há nenhum remédio comprovadamente eficaz contra a Covid-19, que tenha passado por esses testes.

Quebra de patente

Outra discussão recente sobre medicamentos na pandemia é a quebra de patente de remédios, ou seja, a disponibilização da fórmula em domínio público, para que qualquer laboratório possa produzir o insumo. Há dois projetos de lei em discussão no Senado Federal sobre o tema, os PLs 12/2021 e 1.171/2021.

O PL 12/2021, do senador Paulo Paim (PT-RS), busca a quebra das patentes de vacinas e medicamentos para o enfrentamento do novo coronavírus. O PL 1.171/2021, dos senadores Otto Alencar (PSD-BA), Esperidião Amin (PP-SC) e Kátia Abreu (PP-TO), prevê a licença compulsória do antiviral Remdesivir.

A médica Mariana Gonzaga lembra que o Brasil já realizou o direito de quebra de patente anteriormente na história, de forma adequada. “Mas, até o momento, não temos medicamentos que justifiquem esse movimento. O Remdesivir se encontra sob patente, mas é um medicamento que tem potencial de eficiência tão elevado, que justificaria a quebra. Não temos redução da mortalidade com o uso desse medicamento, apenas do tempo de internação”, avalia, lembrando que ainda não há estudos contundentes sobre a vantagem econômica caso houvesse a quebra da patente.

Dados da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias mostram que a procura por suplementos vitamínicos disparou em 2020, crescendo 47,9% em todo o mercado e 60,9% nas redes associadas à Febrafar. A Ivermectina chegou a apresentar um crescimento de 2.869,11%.

Fonte: Brasil 61

Prefeituras indicam Ivermectina para tratar Covid-19

Alguns médicos observam que o uso do medicamento tem surtido efeito no tratamento de seus pacientes, mas autoridades de saúde afirmam que estudos não são suficientes para comprovar eficácia

Na busca pelo tratamento precoce de pacientes com Covid-19, diversas prefeituras estão indicando Ivermectina para suas populações. O medicamento não tem indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), nem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para combater a doença.

Em Uberlândia (MG), a Secretaria Municipal de Saúde elaborou um fluxograma para atendimento dos pacientes, no qual indica o vermífugo para casos suspeitos e leves da Covid-19.

A autônoma Karita Lopes é moradora da Uberlândia e afirma que, assim como sua família, vai tomar o medicamento para se proteger do coronavírus.

“É difícil termos certeza de algo, mas as minhas tias tomaram, eu tenho primos que fazem uso contínuo desse remédio e ainda não pegaram. Conheço também algumas pessoas que já tomaram, pegaram o vírus e foi brando. Mas eu vou tomar”, afirma.

A empresária e influencer digital curitibana, Patricia Ziebart, conta que seguiu a recomendação do marido de uma prima, que é médico, e de seu ginecologista, para tomar Ivermectina no início dos sintomas da Covid-19.

“Ela [prima] me alertou: se você pegar Covid-19, me avisa que o Alexandre vai passar os medicamentos para você. Tem que ser no início da doença. Em outubro, senti os sintomas, entrei em contato com meu ginecologista – que eu sabia que era favor do tratamento precoce – e ele me passou a receita, que era praticamente a mesma que meu primo me passou”, conta.

Em Macapá (AP), a prefeitura criou o Programa +Proteção, que distribui um complexo de vitaminas C e D, além de Zinco e Ivermectina, aos pacientes com Covid-19, para impedir a evolução da doença.

Chapecó (SC) também incluiu o tratamento precoce com Ivermectina no plano de combate à pandemia, que também determina o funcionamento de todas as unidades de saúde e aplicação de testes rápidos. O prefeito João Rodrigues afirma que a gestão municipal optou pelo que fosse melhor para a população.

“Aqui nós não discriminamos a ciência e não desrespeitamos o dito popular, que muitos médicos e especialistas indicaram. Como prefeito da cidade, nós lideramos o processo, unimos o povo e adotamos todo e qualquer tratamento que possa dar resultado, cientificamente aprovado ou por médicos que já testaram e deu certo”, esclarece.

O que dizem as autoridades de Saúde

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que, até o momento, o único medicamento aprovado no Brasil, com indicação aprovada em bula, para o tratamento da Covid-19 é o Rendesivir. Ainda assim, o Rendesivir tem uma indicação específica para determinados grupos de pacientes e sua prescrição deve ser feita por um médico.

Cabe ainda aos órgãos de vigilância locais a fiscalização de venda e dispensação de todos os medicamentos sujeitos à prescrição.

Também em nota, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) comunica que monitora periodicamente as evidências sobre possíveis intervenções terapêuticas para o manejo de pessoas com Covid-19. O relatório está disponível no link.

Embora 25 estudos clínicos randomizados tenham avaliado a Ivermectina em pacientes com Covid-19, apenas alguns deles relataram resultados clinicamente importantes. Os resultados combinados desses estudos sugerem redução da mortalidade com a Ivermectina. Porém, a certeza das evidências foi muito baixa devido às limitações metodológicas e ao pequeno número de eventos.

Segundo a OPAS, são necessárias mais informações a partir de estudos, com um desenho adequado, para confirmar ou descartar essas conclusões.

A organização continuará examinando os resultados dos ensaios clínicos publicados e sintetizando as evidências, para apoiar a formulação de recomendações.

Estudos Científicos

Uma pesquisa da Universidade Federal de Sergipe (UFS) pretende determinar a eficácia da Ivermectina na prevenção ao agravamento dos sintomas de pacientes infectados pelo coronavírus. O estudo foi aprovado pelo Edital n° 11/2020 do Programa de Combate a Epidemias da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, vinculada ao Ministério da Educação.

No entanto, segundo o diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UFS e responsável pela pesquisa, Adriano Araújo, o estudo ainda está em fase inicial e em sigilo.

A médica da Atenção a Urgência e Emergência em leitos de contingência de semi-intensivo de Uberlândia, Carolina de Oliveira, afirma que a prática da medicina deve se basear em estudos científicos de qualidade.

“Um estudo observacional geralmente é um estudo de baixa confiança e um estudo clínico randomizado possui uma evidência maior. Então, para além da justificativa do uso de determinada intervenção, é necessária uma criticidade científica para analisar a qualidade da evidência”, afirma.

Ela cita um estudo, publicado em 2020 na Science Direct, feito com cultura de células in vitro. O resultado mostra uma redução de 99% da carga viral, com uma concentração de cerca de 5 microgramas de Ivermectina. No entanto, a dosagem era muito acima do recomendado.

“Levantou uma esperança muito grande. Porém quando foi publicado, levantou também preocupações consideráveis, porque na prática clínica superaria a dose aprovada na bula de 27 até 63 vezes. Nós nunca usamos uma dose dessa dimensão em clínica até hoje, desse tipo de medicação”. A doutora ressalta ainda que o estudo in vitro, ou seja, em laboratório possui variáveis muito diferentes do organismo humano.

A doutora Carolina de Oliveira também cita um estudo publicado na Journal of the American Medical Association (JAMA), no dia 4 de março de 2021, com o método randomizado duplo-cego, realizado com 476 pacientes com sintomas leves de Covid-19. Segundo a médica, as conclusões mostram não haver diferença entre o grupo que tomou placebo e o que tomou a Ivermectina.

Posicionamentos dos médicos

Para a doutora Carolina de Oliveira, a Ivermectina é um medicamento considerado promissor, mas os estudos ainda não são suficientes para comprovar sua eficácia.

“Não podemos falar que é uma medicação eficaz. E frente a essas informações é necessário muita cautela e orientação de seu uso, porque ela pode ter complicações. Não é conveniente fazer o abuso, a automedicação, o uso indiscriminado, sem ser prescrito”, recomenda.

Segundo a doutora Carolina de Oliveira, os médicos brasileiros recebem orientações das grandes sociedades e conselhos, além do próprio Ministério da Saúde, mas cada médico individualmente possui uma certa autonomia para prescrever e recomendar os cuidados para pacientes infectados pelo coronavírus.

“Inclusive, no guideline do Ministério da Saúde, até o momento, não há um medicamento específico para o tratamento do novo coronavírus”, ressalta a médica.
Para o neurocirurgião Paulo Porto, o médico deve ter autonomia para prescrever o que achar necessário para o tratamento do paciente, desde que tenha se capacitado para isso e esteja convencido da eficácia e da segurança dos fármacos que pretende indicar.

“O paciente tem o direito de ser tratado imediatamente quando a suspeita clínica é feita. É assim quando a gente suspeita de pneumonia; é assim quando a gente suspeita de câncer. A gente não pode perder tempo com doença nenhuma. Com a Covid-19 é a mesma coisa”, afirma.

Confira a entrevista completa sobre tratamento precoce da Covid-19 com o neurocirurgião Paulo Porto, no Entrevistado da Semana do portal Brasil61.com

No entanto, a doutora Flávia Machado, coordenadora Geral de Cursos da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), alerta para os riscos de misturar a Ivermectina com outros medicamentos.

“Existem algumas dessas medicações que sabidamente alteram o coração e, portanto, aumentam o risco de arritmia. Existe o risco de que o uso concomitante de medicações que não foram estudadas, em combinação, possa colocar esses pacientes em risco aumentado de eventos adversos”, alerta.

Em relação às medicações indicadas para tratamento precoce da Covid-19 – não somente a Ivermectina, mas também outras como a Hidroxicloroquina – a médica ressalta que não há embasamento científico que comprove sua eficácia.

“O que se pode dizer é que não há embasamento científico sólido para o uso dessas medicações. Nós intensivistas temos vistos a admissão de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com formas graves da Covid-19, que usaram a medicação”, relata.

No link é possível conferir uma série de orientações e recomendações da AMIB sobre a Covid-19, como recomendações para uso de máscara, orientações sobre tratamento precoce, entre outros.

Fonte: Brasil 61

Suspeito da morte de Henry, Jairinho tem prisão temporária decretada

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Mãe do garoto também foi presa

A Justiça decretou hoje (8) a prisão temporária do vereador do Rio de Janeiro, Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, suspeito da morte de seu enteado, o menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, no dia 8 de março. Também teve a prisão decretada a mãe do menino e namorada do parlamentar, Monique Medeiros.

Os dois foram presos na manhã desta quinta-feira em uma casa em Bangu, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, e encaminhados para a delegacia de Polícia Civil da Barra da Tijuca.

A criança morreu no apartamento onde Jairinho e Monique moravam, na Barra da Tijuca, depois de passar um fim de semana com o pai, Leniel Borel. Inicialmente, o caso foi tratado como um acidente, como se o menino tivesse caído da cama, mas perícias médicas constataram que a vítima havia sido vítima de agressões.

Depois que a polícia começou a investigar se Henry foi vítima de violência doméstica, o casal criou um site, onde se diz inocente. Eles afirmam, ainda, que “a Justiça prevalecerá”.

Musicalidade das infâncias foi tema do projeto Plenarinha

Palestras realizadas em evento on-line tratam de temas que contribuem para desenvolver a autonomia das crianças | Foto: Divulgação/SEEDF

Palestras foram apresentadas nesta quarta-feira no canal do EducaDF no Youtube

A música como elemento essencial para o desenvolvimento humano foi o foco da live que aconteceu na quarta-feira, 7, no canal do Youtube do Educa DF. Proposta para divulgar e incentivar o trabalho do projeto Plenarinha, a tarde de palestras foi inspirada no tema “Musicalidade das Infâncias: de cá, de lá, de todo lugar”.

Mediadora do evento, a diretora de educação infantil Andréia Martinez começou a live com o argumento de que a música é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças. “Por meio da educação musical, da musicalidade, da sonoridade e da música a gente pode contribuir para que de fato as crianças desenvolvam sua autonomia”, afirmou a diretora.

Em seguida, o subsecretário de Educação Básica, Tiago Cortinaz, que representou o secretário Leandro Cruz, elogiou a iniciativa do projeto Plenarinha, assim como o trabalho de todos os profissionais de educação envolvidos.

“Nós, da rede pública de ensino, decidimos seguir trabalhando com uma temática de fundamental importância em todos os tempos e, talvez, ainda mais importante nesse momento tão desafiador que nós vivemos de um distanciamento social necessário e de luta pela preservação das vidas acima de tudo. Os profissionais de educação se reinventaram de uma forma muito desafiadora e todos têm feito um trabalho brilhante, um trabalho incrível”, acrescentou o subsecretário.

“Como que eu faço uma atividade com uma criança surda? Te respondo: do mesmo jeito que faria com uma criança não surda”Tatiane de Paula, professora

A criança surda e sua musicalidade 

Com o tema “A criança surda e sua musicalidade”, a professora Tatiane de Paula destacou a importância da musicalidade na vida de todos. “A pessoa surda vivencia a sua musicalidade como a pessoa não surda, porque a musicalidade é um comportamento humano”, explicou.

Durante a palestra, a educadora mostrou como professores devem trabalhar a inclusão de uma forma inclusiva em sala de aula. Ela defende que cada criança tem um universo de possibilidades.

“Como que eu faço uma atividade com uma criança surda? Te respondo: do mesmo jeito que faria com uma criança não surda. A forma respeitosa que a gente tem de tratar o outro, é o outro independente da condição do seu desenvolvimento”, afirmou a professora.

“Quando a gente olha para a infância com uma perspectiva histórico cultural, a gente vê que o desenvolvimento humano é desde que as pessoas nascem e são bebês”Saulo Pequeno, professor

Combate a preconceitos na infância e na educação musical

Ainda em um contexto de reconhecimento do significado e da força de expressão da música no convívio social, o professor Saulo Pequeno entrou em cena com o tema “Combate a preconceitos na infância e na educação musical”.

O professor grifou os preconceitos de caráter histórico estrutural e a importância de identificar como esses atravessam as infâncias. A partir da identificação e atuação do preconceito na estrutura social, Saulo explica que o combate a esses se dá por meio do reconhecimento.

“É importante reconhecer como esses preconceitos atuam para poder combatê-los. Quando a gente olha para a infância com uma perspectiva histórico cultural, a gente vê que o desenvolvimento humano é desde que as pessoas nascem e são bebês”, afirmou o professor. Salou explica que os elementos musicais e estéticos influenciam e têm reflexo na interpretação social ao longo do desenvolvimento humano.

“A música por si só e a vivência da musicalidade já são importantes”Sara do Vale, professora

A formação musical do pedagogo

Já em ritmo de música e com conteúdo guiado por canções, a professora Sara do Vale deu voz à palestra “A formação musical do pedagogo”. A professora utilizou instrumentos feitos de material reciclado para mostrar como diferentes vivências da educação musical podem fazer parte e transformar o cotidiano das famílias e das escolas, ainda mais em um contexto de aulas remotas.

“Na educação infantil a música está presente para tudo e isso é muito importante inclusive pela questão de vínculos afetivos e de fixação e introdução de conteúdos. A música por si só e a vivência da musicalidade já são importantes”, argumentou a professora.

Sara defende que os espaços musicais precisam ser intencionais e que a oferta da musicalidade no cotidiano é fundamental para o desenvolvimento integral da criança.

Secretaria de Educação do DF passa orientações de segurança para aulas virtuais

A partir de agora, a orientação para os professores é que desabilitem a autorização para que os estudantes compartilhem na sala virtual a tela de seus computadores. Somente o professor poderá exibir conteúdos| Foto: Álvaro Henrique/SEEDF

Circular estabelece protocolo de uso para inibir postagem de conteúdo impróprio na plataforma Google Sala de Aula

No intuito de evitar a exibição de conteúdo impróprio às crianças durante as aulas virtuais, a Secretaria de Educação do Distrito Federal encaminhou às escolas, no início da noite desta quarta-feira (7), uma circular em que estabelece padrões de uso da plataforma Google Sala de Aula.

Na última terça-feira (6), um incidente ocorrido na sala de aula virtual do 6º ano do Centro de Ensino Fundamental 11, em Taguatinga, deixou indignados professores, pais e responsáveis pelos estudantes. “O que aconteceu é um crime e como crime será tratado. Quem fez aquilo será descoberto pela polícia e terá que responder na forma da lei”, diz o secretário Leandro Cruz.

“O que aconteceu é um crime e como crime será tratado. Quem fez aquilo será descoberto pela polícia e terá que responder na forma da lei”Leandro Cruz, secretário de Educação

A partir de agora, a orientação para os professores é que desabilitem a autorização para que os estudantes compartilhem na sala virtual a tela de seus computadores. Somente o professor poderá exibir conteúdos. O acesso rápido à aula também não será mais possível. Só entra com autorização expressa e apresentando para acesso o e-mail pessoal distribuído pela secretaria — nos formatos @edu.se.df.gov.br e @estudante.se.df.gov.br.

Há 470 mil estudantes e 72 mil profissionais da educação cadastrados na plataforma Google Sala de Aula. Desde o início do funcionamento, foram 17,5 milhões de acessos por parte de estudantes e outros 3,6 milhões de professores.

O número de postagens também foi expressivo: 11,4 milhões de estudantes e 400 mil de professores.

Somente nos primeiros três dias no ano letivo de 2021 a plataforma registrou 467.614 acessos, número é 185% maior que os 163.601 registros do ano passado, quando a ferramenta começou a ser usada.

As dicas contidas na circular valem para professores, estudantes e demais usuários. Confira:

SEGURANÇA NA INTERNET

→ desativar o compartilhamento de tela dos estudantes;

→ configurar a apresentação apenas para o professor;

→ desabilitar o acesso rápido (só entra com autorização do professor);

→ permitir a entrada no Meet apenas com e-mail institucional (Escola em Casa), no formato @edu.se.df.gov.br e @estudante.se.df.gov.br.

SUPORTE GOOGLE EDUCATION (https://support.google.com):

Administradores

Configurar permissões de estudantes e professores:

→ recomenda-se que apenas as unidades organizacionais que contêm professores e funcionários tenham permissão para iniciar, gravar ou transmitir reuniões.

Proteger videochamadas:

→ quando a Rede Pública de Telefonia Comutada – RPTC está ativada, qualquer pessoa com o número de discagem e o PIN da reunião pode participar da chamada; para proteção, é preciso desativar a telefonia.

Monitorar o desempenho da reunião:

→ para ver análises, incluindo os participantes, usar a ferramenta de qualidade do Meet.

Professores

Impedir que os estudantes reutilizem reuniões da turma:

→ para garantir que eles não entrem novamente em uma reunião já encerrada, usar reuniões com apelidos em vez de iniciar em um evento do Google Agenda;

→ mesmo que o apelido seja reutilizado, os participantes não podem entrar novamente em reuniões com apelido depois que o último participante sair, e o código de 10 dígitos da reunião deixar de funcionar.

Para criar uma reunião com apelido, use um dos seguintes métodos:

→ link curto, como g.co/meet/nickname;

→ acessar meet.google.com ou os apps Meet para dispositivos móveis e digitar o apelido da reunião no campo “Iniciar ou participar de uma reunião”;

→ usar o código do Meet gerado automaticamente pelo Google Sala de Aula.

Dúvidas

Esclarecimentos podem ser obtidos por meio do e-mail di_c@se.df.gov.br.

CEF 11

Os estudantes do 6º ano do Centro de Ensino Fundamental 11, de Taguatinga, tiveram as aulas suspensas nesta quarta-feira, 7. A decisão foi tomada para que os adolescentes, seus familiares e professores participassem de uma acolhida pela equipe da escola para acompanhamento da situação.

O corpo docente da unidade escolar também está recebendo os novos protocolos de segurança para utilização do sistema Google Sala de Aula. A rotina escolar será retomada amanhã, quinta-feira, 8.

A equipe gestora do Centro de Ensino Fundamental 11 registrou ocorrência na 17ª Delegacia de Polícia na terça-feira (6/04) e está fornecendo todas as evidências para a conclusão da investigação policial. Neste dia, uma sala de aula virtual foi invadida e ocorreu a exibição de conteúdo inapropriado.

A Secretaria de Educação está tomando as medidas cabíveis junto às autoridades para que os responsáveis sejam identificados e respondam pelo crime, conforme a legislação.

Leia a circular nº 013/2021 

Restrições mostram que resultados e números da covid-19 caem no Distrito Federal

O número de casos diários caiu de 1.388 para 904. Já a média de casos diminuiu de 1.565 para 1.279, conforme anunciado em entrevista coletiva | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Taxa de transmissão do vírus é de 0,86. Novos casos diários, média móvel, projeção de novos casos e pacientes com infecção ativa também estão em queda

As medidas de restrição ao horário de funcionamento do comércio adotadas pelo GDF, e o consequente recolhimento da população, se mostram efetivas para o combate à pandemia. A taxa de transmissão da covid-19 no DF vem caindo. O índice se manteve na casa dos 0.90 na semana passada e chegou a 0.86 na última segunda-feira (5). O número de casos diários, a média móvel de caso, a projeção novos casos e os pacientes com infecção ativa também estão em queda nos últimos dias.

A novidade foi anunciada em coletiva de imprensa dada pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e pelo secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha. A taxa de transmissão está muito próxima à taxa do final do ano passado e a dos primeiros meses de 2021, que era de 0.83. Na fase mais crítica da pandemia, em março deste ano, ela chegou a 1.38, ressalta Gustavo Rocha. “É reflexo das medidas tomadas ao longo do último mês que a gente começa a sentir os efeitos agora”, diz o chefe da Casa Civil.

“A gente sempre procura abrir novos leitos para atender nossos pacientes. Mas todos que estão internados estão assistidos, ou com suporte de oxigênio nas enfermarias ou com ventilação mecânica nas Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs)”Osnei Okumoto, secretário de Saúde

Segundo ele, outros dados importantes para a análise da propagação do coronavírus apresentaram melhora significativa. Como o número de casos diários, que caiu de 1.388 para 904; e a média de casos, que diminuiu de 1.565 para 1.279. “A projeção de casos também vem caindo. Chegou a 14,5 mil e agora está em 14,1 mil. E a quantidade de casos ativos, pessoas que podem transmitir o coronavírus, era em torno de 15 mil quando começamos a dar essas coletivas e hoje está em 12.979”, detalhou.

Toque de recolher mantido

Apesar da queda das taxas, o toque de recolher das 22h às 5h continua em vigor por tempo indeterminado. “É importante acompanhar nos próximos dias para ver se as taxas se estabilizam. As medidas foram exitosas e a gente pode ir retomando a normalidade com mais rapidez”, justifica Gustavo Rocha. “E é importante que as pessoas continuem mantendo as medidas de segurança, como evitar aglomeração, usar máscara e álcool gel”, completa.

O secretário de Saúde Osnei Okumoto afirma que, com a queda dos índices, o governo espera que a fila de pessoas à espera de um leito de UTI também reduza nos próximos dias. Ele ressaltou que a Secretaria de Saúde abriu 59 leitos em fevereiro, a maioria de UTIs; 539 em março, entre leitos de enfermaria e UTIs; e que vai entregar 84 leitos nos próximos 15 dias, além dos hospitais de campanha – desde segunda-feira, foram entregues oito leitos.

“A gente sempre procura abrir novos leitos para atender nossos pacientes. Mas todos que estão internados estão assistidos, ou com suporte de oxigênio nas enfermarias ou com ventilação mecânica nas Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs)”, ressalta. A Secretaria de Saúde espera receber 175 respiradores do Ministério da Saúde.

Doação de sangue

Durante a coletiva, Gustavo Rocha também pediu doação de sangue para repor os estoques do Hemocentro, em especial o B negativo.

A pandemia alterou o atendimento no Hemocentro. Para evitar aglomerações, doadores devem agendar atendimento por meio do site agenda.df.gov.br ou pelo telefone 160, opção 2. Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente tem a recomendação de consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue.

O atendimento a doadores segue de segunda a sábado, das 7h às 18h.

‘Nenhuma doença é maior do que a vida’, diz irmã de Paulo Gustavo

Ator segue em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em hospital no Rio de Janeiro
REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Artista, que ontem precisou receber transfusão de sangue, segue internado em estado grave, na UTI, fazendo uso de pulmão artificial

FAMOSOS E TV | Do R7

Ju Amaral, irmã de Paulo Gustavo, voltou a falar sobre a internação do ator, na madrugada desta quinta-feira (8), por meio das redes sociais. Por conta do quadro grave de covid-19, o humorista segue na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) fazendo uso de ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea) —um aparelho que funciona como um pulmão artificial e oferece oxigenação para pacientes em estado crítico.

“Pela fé, sabemos que nenhuma doença é maior do que a vida. Por isso, que todos os doentes, sustentados pelo vosso amor, não deixem que a dor lhes roube o significado da vida. Eu te amo, Paulo Gustavo”, diz um dos trechos do texto compartilhado pela jovem no Instagram. O post recebeu reações de famosos como Wagner Santisteban, Lair Rennó e Caroline Trentini.

O comediante está internado desde o dia 13 de março, em um hospital particular do Rio de Janeiro, após ser diagnosticado com covid-19 — doença sistêmica provocada pelo novo coronavírus. Segundo informações da equipe do ator, ele foi hospitalizado por orientação médica.

Uma semana após a confirmação da internação, Paulo Gustavo precisou ser transferido para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para ser intubado. “A assessoria confirma, por meio deste comunicado, que o ator, em plena consciência de seu estado, necessitou entrar em ventilação mecânica invasiva, para ser tratado de forma mais segura”, diz um dos trechos da nota.

No dia 2 de abril, o quadro do humorista piorou e ele foi submetido ao uso de ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea) —aparelho que funciona como um pulmão artificial e oferece oxigenação para pacientes em estado crítico. Desde que iniciou a terapia, ele apresentou sinas de melhora, segundo boletim médico divulgado no último dia 5.

Devido às sessões de ECMO, Paulo Gustavo precisou receber transfusão de sangue, no último dia 7 de abril. “Ele tem que ficar anticoagulado, perde um pouco de sangue, e por isso precisou tomar algumas bolsas de sangue”, explicou Thales Breta.

Responsabilidade corporativa: ibyte gera oportunidade de emprego com colaboradores com síndrome de Down

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Com o objetivo de apresentar ações que reforcem o compromisso sócio-corporativo, a ibyte, referência em tecnologia, eletroeletrônicos e assistência técnica, mantém em seu quadro de colaboradores pessoas com síndrome de Down, que atuam diretamente com o atendimento ao consumidor nas lojas de varejo da marca, espalhadas em diferentes regiões do Brasil. Com um trabalho realizado em parceria com a sociedade e organizações, a ibyte deseja promover mais diversidade e oportunidades no mercado de trabalho.

Com o compromisso de apresentar uma melhor conectividade ao consumidor, a ibyte também preza em proporcionar as melhores iniciativas internas para quem ajuda na trajetória de credibilidade da marca, como mais inclusão em sua equipe. Para a diretora de desenvolvimento humano da ibyte, Técia Caetano, iniciativas como essa trazem mais representatividade e produtividade para a vida de quem tem síndrome de Down. “A inclusão no mercado de trabalho acaba sendo mais difícil para essas pessoas, e isso tem muito a avançar. Além de doações para as instituições, queremos agregar em nosso time toda a alegria e competência que pessoas com síndrome de Down possam oferecer para a empresa’’, explica.

Estimulando a capacidade e a individualidade de cada colaborador com Down, a profissional ressalta ainda que a inclusão só veio para agregar e melhorar a produtividade das lojas onde eles realizam atendimento. “Incialmente, buscamos incluir esses profissionais em lojas que há um menor fluxo, para que haja uma melhor adaptação na rotina de cada espaço, encaixando ainda aos seus horários, com um treinamento e um período personalizado para cada um. Os demais colaboradores também passam por orientações, para que a dinâmica entre todos funcione melhor. O resultado que conquistamos sempre foi de mais felicidade e bons resultados”, finaliza Técia.

ibyte

A ibyte é uma rede de varejo especializada em eletroeletrônicos, tecnologia e serviços de assistência técnica com 39 unidades em diversos locais do Brasil. A marca disponibiliza o serviço de assistência técnica multimarcas, o ibyte Service, que atende na residência dos consumidores, além de lojas físicas distribuídas em sete estados (CE, PI, MA, RN, PE, PB e  PA) e Distrito Federal que contemplam mais de 3.500 produtos entre smartphones, TVs, notebooks, desktops, impressoras, áudio & vídeo, acessórios e serviços. A ibyte também atua no e-commerce (ibyte.com.br), com entrega de produtos para todo o país e atendimento por meio de WhatsApp ou telefone pelo número 4020.5000 (número único para todo o Brasil).