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Flávio Bolsonaro diz que Lula quer manter a população na pobreza

Pré-candidato do PL afirma que um eventual governo seu terá como prioridade a geração de empregos e a redução da dependência do Estado

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a população dependente de programas sociais. Durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, ele criticou a atual gestão e apresentou propostas para um eventual governo seu.

Segundo Flávio, o país perdeu capacidade de atrair investimentos e oferecer oportunidades aos jovens. Ele afirmou que pretende priorizar a geração de empregos e a ampliação do ensino técnico ligado às necessidades do mercado de trabalho, para que os jovens concluam a formação já empregados.

O senador também criticou o aumento dos preços de alimentos básicos, como arroz, feijão, café e carne, e afirmou que a carga tributária cresceu durante o atual governo. Ele citou a saída de indústrias do país como um dos efeitos da política econômica.

Flávio voltou a mencionar as investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS e afirmou que aposentados foram prejudicados. Ele defendeu que o governo deve ajudar quem precisa, mas criar condições para que as pessoas deixem de depender do Estado.

 

Pesquisa Futura/Apex mostra Lula com maiores índices de rejeição

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Levantamento aponta que o presidente registra 47,6% de rejeição a frente de Flavio, com 45,4%, entre os principais nomes cotados para a corrida presidencial de 2026

Da Redação

A pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o nome com maior índice de rejeição entre os principais pré-candidatos à Presidência da República em 2026, com 47,6%. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece logo em seguida, com 45,4% de rejeição.

Em terceiro lugar está a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 32,2%. Na sequência, aparecem Romeu Zema (Novo), com 15,3%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 14,7%; e Ronaldo Caiado (PSD), com 13,3%.

O levantamento também registrou rejeição de 12,3% para Renan Santos (Missão), 10,5% para Joaquim Barbosa (DC) e 9,6% para Augusto Cury (Avante).

Entre os entrevistados, 1,3% afirmaram rejeitar todos os nomes, enquanto 0,8% disseram não rejeitar nenhum e 2,5% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o Brasil entre os dias 7 e 11 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07294/2026.

 

Futura/Apex mostra empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno

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Levantamento indica que o presidente aparece com 46,3% contra 46,1% do senador em um eventual segundo turno das eleições de 2026

Da Redação

A pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) empatados tecnicamente em um cenário de segundo turno, com 46,3% e 46,1% das intenções de voto, respectivamente.

Em outros confrontos de segundo turno, Lula aparece à frente de Ronaldo Caiado (PSD), com 45,1% contra 38,9%. Contra Romeu Zema (Novo), o presidente registra 46% contra 38,1% do adversário. No embate com Renan Santos (Missão), Lula tem 46,4% contra 33,1%.

O levantamento também testou um cenário entre Lula e Michelle Bolsonaro (PL), que aparece empatado tecnicamente: 46,1% para o presidente e 44,3% para a ex-primeira-dama.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o Brasil entre os dias 7 e 11 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07294/2026.

 

Arquidiocese de Brasília declara excomunhão de padre de Ceilândia

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Decisão atinge padre Françoá Rodrigues e Capela Santo Atanásio por adesão à Fraternidade Sacerdotal São Pio X, grupo tradicionalista em conflito com o Vaticano

Da Redação

A Arquidiocese de Brasília declarou a excomunhão do padre Françoá Rodrigues Figueiredo Costa e dos fiéis ligados à Capela Santo Atanásio, localizada no Setor O, em Ceilândia. A medida foi anunciada em nota assinada pelo cardeal Paulo Cezar Costa e está relacionada à adesão formal do sacerdote à Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX).

Segundo o documento, o padre comunicou sua adesão ao bispo de Anápolis (GO) em abril de 2025. A partir de então, as celebrações realizadas na capela, incluindo missas, casamentos e confissões, passaram a ser consideradas irregulares por não ocorrerem em comunhão com o papa e com o arcebispo de Brasília.

A Arquidiocese orienta os fiéis a evitarem participar das atividades da comunidade, sob o risco de incorrerem em cisma. A nota também menciona as ordenações episcopais realizadas pela FSSPX sem autorização pontifícia e reafirma que atos ministeriais realizados pelo padre após a excomunhão são considerados ilícitos. Absolvições e matrimônios celebrados nesse período são tidos como inválidos pela Igreja.

Em resposta, o padre Françoá afirmou ter recebido a notícia com “muita paz” e informou que continuará celebrando a Missa Tridentina, conforme o rito anterior às reformas do Concílio Vaticano II.

 

Preço do prato feito sobe 7,2% em 2026 e chega a quase R$ 32 no Brasil

Refeição tradicional do trabalhador acumula alta desde o início do ano e representa gasto mensal de cerca de R$638 para quem almoça fora todos os dias

Da Redação

O preço médio do prato feito no Brasil chegou a R$31,90 em junho de 2026, acumulando uma alta de 7,2% desde o início do ano, segundo o Índice Prato Feito (IPF) da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP).

Entre março e junho, o aumento foi de 5,4%. O indicador acompanha o valor de uma refeição típica, composta por arroz, feijão, proteína, salada e guarnição.Com o reajuste, um trabalhador que almoça fora nos 20 dias úteis do mês passa a gastar cerca de R$638 apenas com o prato feito.

O levantamento também mostra diferenças regionais. O Sul registra o maior preço médio (R$34,90), seguido pelo Centro-Oeste (R$34,45). O Norte tem o menor valor (R$29,90). Sudeste e Nordeste ficam em torno de R$31,99 e R$30, respectivamente.

O estudo foi elaborado a partir de 887 coletas realizadas em diferentes regiões do país e tem como objetivo medir o impacto dos custos da alimentação fora de casa no orçamento dos trabalhadores.

 

Distrito Federal tem 1.160 vagas de emprego nesta terça-feira

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Os salários chegam a R$ 4,5 mil, com oportunidades em diversas áreas e regiões do DF

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (14), 1.160 vagas para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego. O maior salário entre as vagas disponíveis é para o cargo de mecânico de câmbio, com uma oportunidade, com remuneração de R$ 4,5 mil, além de benefícios.

Outro destaque entre as oportunidades é o cargo de operador de caixa, que reúne 236 vagas. A remuneração pode chegar a R$ 1,7 mil, além de benefícios.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

Eleições 2026: Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai

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Ministro do STF dá 48 horas para defesa explicar divulgação de carta em que Jair Bolsonaro manifesta apoio a Flávio na corrida presidencial de 2026

Da Redação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar. Moraes também determinou que a defesa apresente explicações em 48 horas sobre a divulgação de uma carta escrita por Jair Bolsonaro.

No sábado (11), Flávio divulgou nas redes sociais uma carta em que o ex-presidente manifesta apoio à candidatura do filho mais velho à Presidência da República nas eleições de outubro.

Na decisão, Moraes lembrou que, ao conceder a prisão domiciliar temporária a Jair Bolsonaro em março de 2026, determinou a proibição de uso de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros. O ministro questiona se o ex-presidente tinha ciência da divulgação da carta.

Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por suposta liderança em uma tentativa de golpe de Estado e cumpre a pena em regime domiciliar desde março deste ano.

 

Advogado de Flávio classifica como inconstitucional decisão de Moraes

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Tracy Reinaldet afirma que suspensão de visitas por 90 dias viola direitos previstos na Constituição e na Lei de Execução Penal e anuncia que a defesa irá recorrer

Da Redação

O advogado Tracy Reinaldet, que atua na pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta segunda-feira (13) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas do senador ao pai é “ilegal e inconstitucional”.

A manifestação foi feita após Moraes determinar a suspensão das visitas e encaminhar o caso ao Ministério Público Eleitoral e à Procuradoria-Geral da República para apuração de possível propaganda eleitoral antecipada. A medida foi tomada depois que Flávio divulgou uma carta escrita por Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.

Na nota, Reinaldet argumenta que a decisão desrespeita garantias constitucionais, da Lei de Execução Penal e do Estatuto da Advocacia. Segundo ele, a proibição impede o direito do preso de receber visitas de familiares e de manter comunicação com o mundo exterior.

O advogado também destaca que Flávio Bolsonaro atua como advogado do pai e que a restrição viola o direito de comunicação entre advogado e cliente. Ele sustenta ainda que a medida aproxima Jair Bolsonaro de uma situação de incomunicabilidade, que considera incompatível com a Constituição de 1988.

A defesa informou que irá recorrer da decisão.

 

Velocidade máxima na via JK é reduzida de 80 km/h para 60 km/h

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Reclassificação prioriza segurança viária e travessia de pedestres no trecho

Brasília, 13 de julho de 2026 – A via que conecta a Estrada Parque das Nações (DF-004) à Ponte Juscelino Kubitschek passou a ser oficialmente classificada como via arterial, conforme a Instrução nº 231, de 2 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

A mudança foi baseada em estudos técnicos que constataram que o trecho, embora anteriormente enquadrado como via de trânsito rápido, já apresentava características compatíveis com uma via de menor velocidade em razão da intensa ocupação urbana ao seu redor.

Com a reclassificação, o limite de velocidade será reduzido de 80 km/h para 60 km/h. Segundo as análises realizadas, a alteração provoca impacto mínimo no tempo de deslocamento. Em horários de maior movimento, a velocidade média dos veículos já é inferior a 60 km/h, tornando praticamente imperceptível o acréscimo no percurso de 2,4 quilômetros.

Além da redução da velocidade, o trecho receberá adequações na sinalização horizontal e vertical, incluindo novas placas de advertência, implantação de zebrados, tachões e semáforos para reforçar a segurança no trânsito.

Também estão previstas a instalação de quatro cruzamentos semafóricos próximos às paradas de ônibus, faixas de pedestres e bolsões exclusivos para motocicletas. As barreiras de concreto serão abertas em dois pontos estratégicos para criar áreas de espera, permitindo que os pedestres realizem a travessia com mais segurança.

DPDF supera 390 mil atendimentos no primeiro semestre de 2026

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Instituição defende fortalecimento estrutural para ampliar acesso da população à Justiça

Brasília, 13 de julho de 2026 – A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizou mais de 390 mil atendimentos gratuitos à população durante o primeiro semestre de 2026. O volume representa uma média de 65 mil atendimentos por mês e cerca de 2,7 mil por dia, distribuídos entre os 39 núcleos da instituição instalados nas regiões administrativas do Distrito Federal.

Responsável por garantir assistência jurídica gratuita, a DPDF atende cidadãos que buscam assegurar direitos relacionados à saúde, moradia, alimentação e convivência familiar. Segundo a instituição, o crescimento da demanda reflete tanto a confiança da população nos serviços prestados quanto o aumento das necessidades sociais e da necessidade de ampliar a infraestrutura de atendimento.

Atualmente, todos os núcleos da Defensoria funcionam em imóveis alugados ou cedidos. Um dos casos apontados pela instituição é o Núcleo de Santa Maria, instalado no subsolo do fórum da cidade, situação que, segundo a DPDF, compromete as condições de atendimento ao público e de trabalho dos servidores.

Diante desse cenário, a Defensoria defende a aprovação da Proposta de Emenda à Lei Orgânica nº 21 (PELO 21), considerada fundamental para ampliar a capacidade de atendimento e melhorar a estrutura da instituição. O defensor público-geral, Reinaldo Rossano, afirmou que o aumento da procura pelos serviços reforça a necessidade de novos investimentos para garantir um atendimento mais eficiente à população.

A proposta já foi aprovada em primeiro turno pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e aguarda votação em segundo turno no segundo semestre. De acordo com a DPDF, a medida prevê maior previsibilidade orçamentária e autonomia financeira, permitindo investimentos em infraestrutura, ampliação dos serviços, redução do tempo de espera, fortalecimento da mediação de conflitos e expansão dos atendimentos itinerantes nas regiões mais afastadas.