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Programa GDF Delas leva dia de serviços, saúde e beleza a mulheres catadoras

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Evento tem o tema tema “Cuidar de quem cuida da cidade”reuniu serviços de saúde, cidadania, beleza e valorização profissional

Lei Seca completa 18 anos preservando vidas no trânsito

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Número de sinistros fatais no DF caiu mais de 55% desde 2008

Santa Luzia ganha mais iluminação pública e se prepara para receber asfalto e rede de esgoto

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Comunidade recebe investimentos em saneamento, drenagem, pavimentação e iluminação em LED

Izalci solicita ao STF prioridade na recuperação de recursos para o BRB

A medida vem logo após a reunião que o senador teve esta semana com o ministro do STF André Mendonça, relator do inquérito do caso do Banco Master

O senador Izalci Lucas (PL-DF) protocolou um ofício solicitando que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê prioridade à recuperação de ativos, como recursos oriundos de delações premiadas e verbas que estão no exterior, para que sejam direcionados a pagar o prejuízo causado ao Banco de Brasília (BRB). A medida vem logo após a reunião que o senador teve esta semana com o ministro do STF André Mendonça, relator do inquérito do caso do Banco Master.

​”Protocolamos um ofício solicitando que o STF dê prioridade, em casos de recuperação de ativos, de delações premiadas ou de recursos no exterior, para que retornem, primeiramente, ao BRB, e, consequentemente, retornando ao Governo do Distrito Federal (GDF)”, afirmou Izalci.

​Na avaliação do senador, com a dívida do empréstimo de 15 anos para capitalizar o BRB após o rombo causado no escândalo do Master, o Distrito Federal enfrenta dificuldades que impactam diretamente os servidores e a gestão pública local, impedindo, por exemplo, a realização de concursos públicos e a concessão de reajustes salariais.

​”A nossa prioridade é essa. O prejuízo maior foi com o fundo garantidor, que é a associação dos bancos privados, que tem um poder muito forte. Por isso, reforçamos para que devolvessem, primeiro, aqui para o BRB, para que ele possa amenizar a dívida contraída pelo GDF”, concluiu.

Flávio que “PT da Bahia foi implodido hoje” após operação contra Jaques Wagner

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Senador afirmou que a nona fase da Operação Compliance Zero é uma “péssima notícia para o PCC, o CV e o PT” e aproveitou o momento para apresentar seu plano de segurança pública

Da Redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira (18) que o Partido dos Trabalhadores na Bahia “foi implodido hoje”, em referência à deflagração da nona fase da Operação Compliance Zero, que tem como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado.

Durante participação em um evento na Faria Lima, em São Paulo, Flávio Bolsonaro classificou a operação como uma “péssima notícia para o PCC, o CV e o PT, que hoje está tendo um dia pior ainda”. O parlamentar também utilizou o momento para apresentar seu plano de segurança pública denominado “Brasil Sem Medo”.

A operação deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira cumpre mandados de busca e apreensão contra Jaques Wagner e pessoas ligadas a ele, no âmbito das investigações sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.

 

Fábrica Social inicia nova turma com quase 800 alunos no DF

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Cursos gratuitos de costura e beleza ampliam oportunidades de emprego e renda

Compliance Zero expõe Lula e o PT, e coloca a reeleição em xeque

Ao atingir Jaques Wagner e revelar as origens do esquema ainda no governo petista na Bahia, a operação mostra que o escândalo do Banco Master não é um caso isolado, mas parte de uma estrutura que envolve nomes centrais do PT, do Judiciário e do próprio Palácio do Planalto

Por Ricardo Callado

A Operação Compliance Zero, deflagrada com foco no líder do Governo Lula no Senado, Jaques Wagner, começa a desnudar de forma mais clara como o Banco Master operava e como suas raízes remontam ao PT da Bahia. O que começou como uma investigação sobre irregularidades financeiras está se transformando em um problema político de grandes proporções para o presidente Lula e para o PT.

A operação expõe que o modelo de atuação do Banco Master não surgiu por acaso. Ele tem conexões com práticas anteriores, como as operações do Credcesta durante o governo petista na Bahia. Com isso, o escândalo deixa de ser apenas um problema de gestão de um banco e passa a ser visto como parte de uma engrenagem mais ampla de favorecimentos e desvios que atravessam diferentes governos do PT.

O mais grave para Lula é que o caso está se aproximando perigosamente de figuras centrais do seu governo e do partido. Nomes como Jaques Wagner, Rui Costa, Ricardo Lewandowski, Guido Mantega, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e o próprio presidente já aparecem, de forma direta ou indireta, nas investigações ou nas discussões sobre o escândalo. Quanto mais a operação avança, mais difícil fica para o Planalto manter a narrativa de que se trata de um problema isolado ou de um banco “herdado”.

Lula aposta que seu eleitorado histórico não se importa com corrupção e que é possível blindar politicamente o governo com uma narrativa bem construída. No entanto, o crescimento do escândalo do Banco Master, somado à Operação Compliance Zero, está tornando essa estratégia cada vez mais arriscada. A cada nova revelação, fica mais evidente que o problema não está restrito a um banco ou a um grupo de empresários, mas envolve relações antigas e estruturadas de poder.

O escândalo do Banco Master, que já atingia aposentados e fundos de pensão, agora avança em direção ao núcleo político do governo federal. Se a investigação continuar avançando, o custo político para Lula em 2026 pode ser muito maior do que o governo imagina. O que começou como um problema financeiro pode se transformar em uma crise sistêmica de credibilidade para o PT.

 

PF aponta que líder do Governo Lula tentou intervir na compra do Master pelo BRB

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Documento enviado ao STF acusa líder do governo no Senado de atuar em defesa dos interesses do Banco Master e de ter recebido vantagens indevidas, incluindo imóvel de R$ 3,5 milhões

Da Redação

Um relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta que o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, teria utilizado o mandato parlamentar para atuar em favor do Banco Master na operação de compra pelo Banco de Brasília (BRB).

Segundo o documento, Wagner teria defendido temas de interesse do banco durante a tramitação da operação. A investigação também identifica atuação do parlamentar para ampliar os limites de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e para aumentar a margem consignável de empréstimos para trabalhadores regidos pela CLT. Além disso, ele teria apresentado emenda para permitir a concessão de crédito a beneficiários do BPC e de outros programas de transferência de renda.

Em contrapartida, as investigações apontam que o senador teria recebido vantagens indevidas, entre elas um apartamento avaliado em R$ 3,5 milhões em Salvador. O relatório reúne mensagens, áudios, documentos contratuais, comprovantes de transferência e registros societários obtidos em fases anteriores da Operação Compliance Zero.

A apuração integra a nona fase da operação, deflagrada nesta quinta-feira (18).

 

Mais de 14 mil famílias do DF podem perder Tarifa Social de Energia

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Neoenergia Brasília alerta que consumidores precisam regularizar informações no CadÚnico para manter o desconto na conta de luz; outras 107 mil famílias têm perfil para receber o benefício mas ainda não estão inscritas

Da Redação

A Neoenergia Brasília informou que mais de 14 mil famílias do Distrito Federal correm o risco de perder o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) nos próximos meses por não terem atualizado seus dados cadastrais. A empresa orienta os consumidores a regularizar as informações junto ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e à própria distribuidora.

Além desse grupo, o levantamento da concessionária aponta que outras 107.783 famílias têm perfil para receber a Tarifa Social ou o Desconto Social de Energia Elétrica (DSEE), mas ainda não estão incluídas nos programas.

A concessão dos descontos depende do cruzamento de dados entre o CadÚnico, o INSS e os registros da distribuidora. Por esse motivo, a atualização cadastral é necessária para garantir a manutenção ou o acesso ao benefício.

A Tarifa Social de Energia Elétrica oferece gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos por mês. Já o Desconto Social de Energia Elétrica concede redução de 13,6% sobre os primeiros 120 kWh. Acima desses limites, o consumo é cobrado pela tarifa normal.

 

PF cumpre mandados de busca contra Jaques Wagner, líder de Lula no Senado

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Nona etapa da investigação sobre fraudes no Banco Master atinge o líder do governo no Senado e investiga estruturas usadas para ocultação de recursos

Da Redação

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (18) a nona fase da Operação Compliance Zero. A ação investiga supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e teve como foco pessoas e empresas suspeitas de ocultar e movimentar recursos ligados ao esquema.

Entre os alvos da operação está o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado. Agentes da PF cumprem 18 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Também estão sendo aplicadas medidas cautelares, como a proibição de contato entre investigados e a suspensão de passaportes.

A operação, que teve início em novembro de 2025, apura crimes contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção.

Segundo as investigações, as novas diligências buscam identificar estruturas utilizadas para dissimular patrimônio e dificultar o rastreamento de valores supostamente relacionados ao grupo liderado pelo empresário Daniel Vorcaro.