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Celina Leão representa Fórum de Governadores em debate do piso da educação

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Segundo a governadora em exercício, ficou definido que será montado um grupo de trabalho com a participação dos entes federados. No Distrito Federal, o piso já é cumprido

A governadora em exercício Celina Leão representou o Fórum de Governadores, coordenado pelo governador Ibaneis Rocha, na discussão sobre a regulamentação do reajuste do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. A reunião ocorreu na tarde desta terça-feira (27), no Ministério da Educação, a convite do ministro Camilo Santana.

“O Fórum de Governadores elogia a postura do ministro de chamar essas entidades para o diálogo. Acredito que pode sair uma construção positiva disso tudo”Celina Leão, governadora em exercício

“O ministro questionou e dialogou com estados e municípios sobre como está o andamento do cumprimento do piso”, revelou Celina Leão. “Como cada estado tem uma realidade, ficou acertado montar um grupo de trabalho com a presença dos gestores públicos, do Congresso Nacional e dos trabalhadores também para que possam discutir saídas e o que o governo federal pode colaborar nesse sentido”, destacou.

“O Fórum de Governadores elogia a postura do ministro de chamar essas entidades para o diálogo. Acredito que pode sair uma construção positiva disso tudo”, completou Celina Leão. Além do Fórum de Governadores, participaram da reunião representantes da Frente Nacional de Prefeitos, Confederação Nacional de Prefeitos e entidades ligadas à educação.

Cumprimento do piso

A governadora em exercício lembrou que o Governo do Distrito Federal (GDF) já cumpre o piso salarial, que foi reajustado em janeiro pelo Ministério da Educação para o valor de R$ 4.420,55. “Aqui, no Distrito Federal, nós já estamos em processo de cumprimento do piso, conforme determinação do próprio governador Ibaneis Rocha”, acrescentou.

Segundo dados da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Seplad), os professores que possuem licenciatura plena iniciam a carreira pública com um piso de R$ 5,4 mil para 40 horas semanais. Além disso, o piso terá aumento a partir da folha de julho devido ao reajuste concedido pelo GDF de 18% em três parcelas de 6%, que incide ainda sobre gratificações, como a de Atividade Pedagógica (Gaped).

 

Deputados distritais aprovam Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2024

Projeto do Executivo foi aprovado por unanimidade e prevê R$ 59 bilhões para os cofres locais

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (27), o projeto de lei (PL) 371/2023, que estabelece a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2024. A matéria, aprovada em unanimidade pelos deputados presentes, prevê orçamento de R$ 59 bilhões para o Distrito Federal e vai nortear a elaboração da Lei Orçamentária Anual do próximo exercício.

“Agora, com a aprovação do texto, vamos aguardar a sanção do governador Ibaneis Rocha e seguir trabalhando na construção do planejamento orçamentário para o ano que vem”, explica o secretário-executivo de Finanças, Thiago Conde.

Segundo ele, após a sanção do governador Ibaneis, a lei será necessária para administrar o orçamento anual e regular os gastos prioritários do governo para o próximo ano. “É com ela que a gente assegura os recursos para pagamento das despesas obrigatórias, garante o pagamento da próxima parcela do reajuste dos servidores e também dá um norte para iniciativas voltadas a novas contratações, concursos públicos e até mesmo obras e investimentos”, explica.

Tramitação 

Texto da LDO recebeu 226 emendas dos deputados distritais antes de chegar ao Plenário

De acordo com o projeto da LDO aprovado pelos distritais, do total de R$ 59 bilhões previstos para o orçamento, R$ 36 bilhões serão provenientes de receita própria (arrecadação tributária, entre outras), enquanto R$ 23 bilhões virão do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

O texto foi enviado ao Legislativo local no dia 15 deste mês. De lá para cá, passou por audiências públicas e pela análise criteriosa da comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof). Até chegar ao Plenário, recebeu 226 emendas dos deputados distritais.

“A aprovação do PLDO é importante,  pois esse instrumento de planejamento disciplina sobre as principais regras para a elaboração e execução do orçamento do próximo exercício”, afirma o subsecretário de Orçamento, André Oliveira. “É a aprovação da LDO que viabiliza a integração entre o Plano Plurianual [PPA] e a Lei Orçamentária Anual [LOA].”

Elaboração da proposta 

As projeções do PLDO/2024 foram elaboradas a partir de estimativas encaminhadas pelas subsecretarias de Acompanhamento Econômico (Suae/Sefaz), do Tesouro (Sutes/Seplad) e de Captação de Recursos (Sucap/Seplad), bem como pelo Instituto de Previdência do Distrito Federal (Iprev/DF) e por órgãos e entidades do Distrito Federal que arrecadam algum tipo de recurso.

Além disso, os montantes projetados estão baseados no comportamento da receita nos exercícios anteriores, respeitadas as particularidades de cada natureza, além dos parâmetros macroeconômicos Produto Interno Bruto (PIB) e Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

População do Brasil passa de 203 milhões, mostra Censo 2022

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Crescimento da população, de 0,52%, é o menor desde 1872

O Censo 2022 mostra que a população do Brasil atingiu 203.062.512 pessoas, com aumento de 12,3 milhões desde a última coleta, feita para o Censo 2010. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diferença, de 6,5%, significa que o crescimento médio da população nos últimos anos foi de 0,52%, o menor registrado no país desde 1872, quando foi realizado o primeiro censo do país.

Os dados têm como data de referência o dia 31 de julho de 2022 e fazem parte dos primeiros resultados de População e Domicílios do Censo Demográfico 2022. Segundo o IBGE, eles “apresentam um conjunto de informações básicas sobre os totais populacionais de domicílios no país em diferentes níveis geográficos e diferentes recortes, além de diversos indicadores derivados dessas informações, como a média de moradores por domicílio, a densidade demográfica e a taxa de crescimento anual da população”.

arte crescimento população brasileira censo 2022
arte crescimento população brasileira censo 2022 – Arte/Agência Brasil
Regiões
Com 84,8 milhões de habitantes, a Região Sudeste se manteve como a mais populosa. O total de habitantes equivale a 41,8% da população do país. Na sequência estão o Nordeste (26,9%), Sul (14,7%) e o Norte (8,5%). A região menos populosa é a Centro-Oeste, com 16,3 milhões de habitantes ou 8,02% da população do país.

Se levar em conta a comparação dos censos demográficos de 2010 e 2022, o crescimento anual da população não ocorreu de maneira uniforme entre as grandes regiões. Embora seja menos populoso, o Centro-Oeste registrou maior crescimento, resultando em taxa média de 1,2% ao ano nos últimos 12 anos.

“Na composição da taxa de crescimento anual, por região, observamos que o Norte, que mais crescia entre o Censo 1991 e 2000 e entre 2000 e 2010, perde o posto para o Centro-Oeste que, nesta década, ao longo dos últimos 12 anos, registrou crescimento de 23% ao ano”, disse o gerente técnico do Censo 2022, Luciano Tavares Duarte, em entrevista para apresentação dos resultados.

Os menores crescimentos populacionais ficaram com o Nordeste e o Sudeste. A taxa é menor que a média do Brasil, de 0,52% ao ano.

“Seguindo a tendência histórica de redução de crescimento da população total, as taxas calculadas para as cinco grandes regiões são mais baixas que aquelas estimadas para os dois períodos intercensitários anteriores”, observou o IBGE.

Estados

São Paulo, Minas Gerais e o Rio de Janeiro são os três estados mais populosos do país e concentram 39,9% da população. “Só o estado de São Paulo, com 44 milhões 420 mil 459 pessoas recenseadas, representando 21%, representa um quinto da população”, mostrou o gerente.

Na sequência ficaram a Bahia, o Paraná e Rio Grande do Sul. Em sentido oposto estão os estados localizados na fronteira norte do Brasil., entre eles Roraima, que segue como o estado menos populoso (com 636 303 habitantes), seguido do Amapá e do Acre. O Censo 2022 mostra ainda que 14 estados e o DF tiveram taxas médias de crescimento anual acima da média nacional (0,52%) entre 2010 e 2022.

Apesar de ser o menos populoso, o estado com maior crescimento populacional foi Roraima, onde a taxa de crescimento média anual chegou a 2,92% no período, único a superar a marca dos 2% ao ano.

Domicílios

Houve aumento também no número de domicílios do país. Conforme o Censo 2022, a alta é de 34% ante o Censo 2010, totalizando 90,7 milhões. As unidades domiciliares foram classificadas na pesquisa atual em categorias, de acordo com sua espécie. O critério levou em consideração a situação de seus moradores na data de referência da operação. As categorias são domicílios particulares permanentes ocupados, domicílios de uso ocasional, domicílios vagos, domicílios particulares improvisados ocupados e domicílios coletivos com moradores e sem moradores.

A intenção da operação censitária é coletar as informações das pessoas moradoras nos domicílios. No entanto, nem sempre, no momento da visita, o recenseador consegue fazer as entrevistas ou porque os moradores se recusam a responder ou porque não há ninguém no imóvel naquele momento. Nesses casos, a partir da Contagem Populacional 2007, o IBGE passou a incluir a imputação de moradores em domicílios ocupados sem entrevista realizada. Países como Austrália, Canadá, Estados Unidos, México e Reino Unido também adotam esse método.

arte população censo 2022
arte população censo 2022 – Arte/Agência Brasil

Os domicílios particulares permanentes vagos cresceram 87% e atingiram 11,4 milhões. Já os de uso ocasional, em 12 anos, aumentaram 70%, chegando a 6,7 milhões. Desde 2010, os domicílios particulares permanentes ocupados aumentaram 26% e os não ocupados, 80%. “Existe uma diferença no crescimento entre os domicílios que estavam habitados e os não habitados, aumentando de 10 milhões para 18 milhões”, disse o gerente.

“O vago é o domicílio que está para alugar ou para vender, efetivamente vazio, e o ocasional, em sua maioria, é composto por domicílios de veraneio. A gente teve um aumento tanto nos domicílios que estão vazios, quanto nos que são utilizados para veraneio”.

No total de unidades domiciliares recenseadas em 2022, 90,6 milhões eram domicílios particulares permanentes, 66 mil domicílios particulares improvisados e 105 mil domicílios coletivos. A média de moradores por domicílio no país é de 2,79 pessoas. Esse resultado representa queda em relação ao Censo de 2010. Naquela época, a média era de 3,31 moradores por domicílio.

Ainda de acordo com o Censo 2022, entre os permanentes, 72,4 milhões ou 80% estavam ocupados. Mesmo com o avanço do número absoluto de domicílios particulares permanentes ocupados, frente a 2010, a proporção de ocupação dos domicílios particulares permanentes recuou. Segundo o IBGE, em 2010 havia 57,3 milhões de domicílios particulares permanentes ocupados, o que representa 85,1% do total de domicílios particulares permanentes.

Por regiões, o Censo 2022 mostrou variações na ocorrência proporcional de domicílios particulares permanentes vagos. Enquanto na Norte ficou em 12,6%, no Nordeste foi 15,0%, no Sudeste 11,9%, no Sul 10,5% e no Centro-Oeste 12,6%. “A Região Nordeste se destaca como a de mais elevado percentual, assim como ocorreu em 2010, sobretudo em municípios localizados no interior. Os estados com maior e menor percentual de domicílios particulares vagos foram, respectivamente, Rondônia (com 16,7%) e Santa Catarina (8,8%)”.

Densidade demográfica

A densidade demográfica do país na última pesquisa censitária foi estimada em 23,8 habitantes por quilômetro quadrado (km²).De acordo com o IBGE, esse número continua desigual entre as regiões. “No Norte, que tem área de 3 850 593 km², ou 45,2% do território do país, a densidade é de 4,5 habitantes/km². Já na região mais populosa, o Sudeste, a média é de 91,8 habitantes por quilômetro quadrado”, relatou o órgão.

A densidade domiciliar, que é representada pela relação entre moradores nos domicílios particulares permanentes ocupados e o número de domicílios particulares permanentes ocupados, recuou 18,7% no período censitário de 2022, índice mais acentuado que os 13,5% notificados entre os censos 2000 e 2010, passando de 3,3, em 2010, para 2,8, em 2022.

A maior densidade domiciliar (3,3 moradores por domicílio) foi registrada na Região Norte, enquanto a Sul foi a menor (2,6 moradores por domicílio). No contexto estadual, as médias oscilam entre 2,5, no Rio Grande do Sul, e 3,6, nos estados do Amazonas e Amapá. “Apenas sete estados têm média de moradores por domicílio maior ou igual a 3: os já citados Amazonas e Amapá, Roraima, Pará, Maranhão, Acre e Piauí”, informou o IBGE.

Ao todo, foram aplicados 62.388.143 questionários básicos, o que representou 88,9%. Nesse questionário havia 26 quesitos e o tempo de aplicação era de seis minutos. Já o ampliado levava 16 minutos e tinha 77 questões. Nesse modelo foram 7.772.064, ou 11,1%.

Seplad abre temporada de contribuição ao Plano Plurianual 2024-2027 do GDF

Nesta terça (27), foi realizada primeira audiência pública. Sugestões devem ser registradas no site Participa DF

A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Distrito Federal (Seplad) realizou, nesta terça-feira (27), a primeira audiência pública para debater a proposta do Plano Plurianual (PPA) do Governo do Distrito Federal (GDF) para o período de 2024 a 2027. A reunião aconteceu no auditório da Escola de Governo (Egov) e foi transmitida ao vivo pelas redes sociais.

“O governo constrói esse plano com tudo aquilo que queremos da nossa cidade nos próximos anos. Por isso, a importância da sociedade participar ativamente da construção dele”Thiago Conde, secretário executivo de Finanças da Seplad

“Tudo o que a administração pública for realizar nos próximos anos tem que constar desse plano. O PPA é a base das nossas peças orçamentárias, que vão guiar as políticas públicas do governo no quadriênio”, explicou o secretário executivo de Finanças da Seplad, Thiago Conde, ao abrir o evento.

A primeira audiência do PPA Participativo reuniu mais de 150 pessoas, de forma presencial e online. “É um termômetro para entendermos também os anseios da população e remanejar o orçamento para as áreas que mais necessitam de investimentos públicos”, disse o secretário executivo.

Segundo Thiago Conde, o texto reúne propostas de diversos atores, como administrações regionais, secretarias, associações, cidadãos e o próprio plano de governo, apresentado quando o governador Ibaneis Rocha assumiu o segundo mandato. “O governo constrói esse plano com tudo aquilo que queremos da nossa cidade nos próximos anos. Por isso, a importância da sociedade participar ativamente da construção dele”, avaliou.

A subsecretária de Planejamento Governamental da Seplad, Joseilda Mendes de Melo, destacou que, até o dia 7 de julho, a população segue podendo contribuir com o PPA pelo canal Participa DF. “A gente conta com a participação ainda mais ativa dos internautas. Todas as contribuições serão avaliadas e vamos confrontar com as pastas para ver se é possível de atender”, anunciou.

Definição

O PPA é um instrumento previsto na Constituição Federal de 1988 que define metas, diretrizes e programas a serem implantados ao longo do governo e deve ser enviado ao Congresso Nacional até setembro, junto com a Lei Orçamentária Anual (LOA).

O Plano Plurianual do Distrito Federal contempla o planejamento dos órgãos e entidades da administração pública distrital direta e indireta, da Câmara Legislativa e do Tribunal de Contas do DF. Ele apresenta de forma regionalizada os objetivos e as metas do governo para o período, inclui recursos provenientes da arrecadação própria, das transferências constitucionais, do Fundo Constitucional do DF, do orçamento de investimento das estatais e de receitas de outras fontes como operações de crédito e convênios.

Confira a íntegra da audiência pública do PPA 2024-2027 no canal da Seplad no YouTube.

Coluna do Fluminense | Classificação sofrida

Por Raimundo Ribeiro

Num Maracanã superlotado, o Fluminense recebeu o Sporting Cristal buscando garantir a classificação para as oitavas de final da libertadores.

Começou com seu tradicional toque de bola, mas aos 5 minutos levou o primeiro susto num erro de passe no nosso campo defensivo.

A partida seguia equilibrada até que aos 21 minutos, Cano acerta um belo chute de fora da área fazendo 1×0.

O gol tranquilizou o Fluminense que passou a tocar melhor no campo de ataque, mas o Sporting Cristal dava trabalho quando retomava a posse da bola.

O retorno de Marcelo permite que o Fluminense ataque pelos 2 lados do campo.

Aos 36 minutos, numa falha coletiva da defesa, o adversário empata numa cabeçada.

Quando atacado, o Fluminense recua e quando tira a bola da nossa área, não tem ninguém na frente para segurar a bola.

É um erro de posicionamento que precisa ser corrigido.

Aos 41 minutos Árias acerta a trave.

O posicionamento do adversário complicou muito, e o Fluminense não conseguiu se impor em casa, apesar da maior posse de bola e o empate não traz a tranquilidade necessária para jogarmos à vontade.

É necessário que Diniz corrija o posicionamento para uma segura saída de jogo, e encostar mais um jogador no lado esquerdo ao lado de Keno e Marcelo.

Voltamos para o segundo tempo cometendo o mesmo erro na saída de jogo, e Lima quase entrega o ouro dentro de nossa área.

O Sporting Cristal começou melhor, ocupando mais o campo de ataque, e o Fluminense não conseguia manter a posse da bola.

A partir dos 8 minutos o Fluminense parece ter voltado pro jogo, conseguindo trocar mais passes no setor ofensivo.

O Sporting Cristal avançou a marcação e dificulta nossa saída de jogo.

A atuação de vários jogadores é sofrível e Ganso ainda não apareceu no jogo.

Aos 23 minutos, Cano cabeceia e o goleiro defende.

No minuto seguinte o goleiro adversário faz um milagre defendendo uma cabeçada de Árias.

Aos 25 minutos, Cano acerta um chutaço de fora da área que o goleiro espalma.

Aos 33 minutos entra Martineli, saindo Ganso.

Aos 37 minutos entra Pirani saindo Lima.

Aos 45 minutos saem Marcelo e Cano para entrada de Felipe Andrade e Lelê.

Depois de muita tensão, numa partida que o Fluminense não conseguiu manter seu ritmo de jogo, o empate nos classificou o para as oitavas de final da libertadores.

É importante destacar que novamente a globolixo, detentora dos direitos de transmissão da libertadores, não transmite e esconde o jogo, prejudicando os torcedores do Fluminense.

Agora é virar a chave e no sábado às 16 horas, visitar o SP em busca de mais uma vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Dia Nacional do Diabetes: endocrinologista destaca importância de prevenir a doença, que atinge 15,7 milhões de brasileiros adultos

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Médico Flavio Cadegiani explica que o diabetes pode surgir de forma silenciosa e chama atenção para ações de prevenção da doença

O Dia Nacional do Diabetes é celebrado nesta segunda-feira (26/6) com o objetivo de reforçar a importância de hábitos saudáveis para evitar a doença. O Brasil é o sexto país em prevalência de diabetes no mundo e o primeiro na América Latina – são 15,7 milhões de pessoas adultas com esta condição, e a estimativa é que, até 2045, a doença alcance 23,2 milhões de brasileiros adultos.

Diabetes mellitus é uma doença causada pela perda na capacidade de produção ou então da ação de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que tem como função jogar a glicose do sangue e dos tecidos para dentro das células, para usarem como energia. A falta desse hormônio interfere não só na utilização do açúcar como na sua transformação em outras substâncias, como proteínas, músculos e gordura.

No mundo, o Atlas da Federação Internacional do Diabetes estima que 643 milhões de pessoas serão diagnosticadas com diabetes até 2030. Caso as tendências continuem, esse número deve subir para 783 milhões até 2045.

Conforme o doutor em endocrinologia clínica Flavio Cadegiani, trata-se de uma doença que surge de forma silenciosa. “Diabetes só dá sintomas mesmo quando a glicemia está super descompensada. No caso da diabetes tipo 1, que é quando o pâncreas é atacado e as células Beta morrem, a maioria dos casos só recebe diagnóstico quando a pessoa já está perdendo muito peso, começa a ter muita sede e urinar muito”, explica.

“Já no caso do diabetes tipo 2, o sintoma vem quando a pessoa já está com as complicações da doença mais do que o açúcar alto em si. Às vezes, a parte renal está começando a falhar, a pessoa começa a ter problema de cicatrização, não enxergar direito… Então, quando a gente faz esse diagnóstico, já começamos a rastrear por doença crônica, porque passou batido aí uma pré-diabetes por alguns anos até o diagnóstico, de tão silencioso que é”, diz.

Segundo a Federação Internacional de Diabetes, em 2022, apenas 1,52 milhão das 8,75 milhões de pessoas vivendo com diabetes tipo 1 no mundo tinham menos de 20 anos. Isso significa que 62% dos pacientes com diabetes tipo 1 têm mais de 20 anos.

Causas

O endocrinologista explica que o desenvolvimento do diabetes tipo 1 geralmente está associado a algum estresse emocional ou mesmo a uma infecção viral em pessoas com predisposição genética.

“O diabetes tipo 2 também tem um componente genético forte. Fatores socioambientais, como uma alimentação com mais carboidrato, gordura; uso de álcool; sedentarismo; estão bem associados a doenças metabólicas. Sabemos que 90% dos pacientes com diabetes tipo dois têm sobrepeso ou obesidade”, destaca Flavio Cadegiani.

Prevenção

Segundo o médico, as melhores formas de prevenir o diabetes são a prática de atividade física e a boa alimentação. “Fazer aeróbico, musculação e evitar o consumo de grandes quantidades de carboidrato é muito importante.”

“A dieta low carb, por exemplo, tem sido cada vez mais reconhecida como uma forma de controlar o diabetes e melhorar o controle do açúcar no sangue. Hoje, já temos estudos mostrando que a dieta baixa em carboidrato é capaz de reverter um quadro de diabetes”, ressalta Cadegiani.

Tratamento

Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. No caso do tipo 1, o uso de insulina é essencial. Já o tipo 2 pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral quando no início, mas muitos casos requerem insulina nas fases mais avançadas.

“O que não falta no tratamento são opções terapêuticas. Há os medicamentos mais antigos, com custo mais baixo e até sem custo no Brasil pela farmácia popular, e os mais novos, que já têm custos mais elevados. O importante é enfatizar que quanto mais tempo a pessoa passa desregulada, o risco de complicações aumenta”, afirma o doutor em endocrinologia clínica.

Ainda conforme Flavio Cadegiani, é possível viver bem mesmo com o diagnóstico de diabetes.

“Hoje, o nível de controle que temos do diabetes é muito diferente. Por décadas, muitas pessoas morreram por causa da doença e, hoje, é possível viver bem, sem sofrimento, como se não tivesse nada. Atualmente, o bom controle glicêmico faz com que a pessoa não tenha complicações. No meu consultório, por exemplo, é muito raro chegar paciente com alguma complicação de diabetes, justamente por conta de um bom tratamento e um bom controle. Mas, infelizmente, essa ainda não é a realidade do Brasil e do mundo”, finaliza.

Ibict e IPHAN promovem o evento “IMAGO: reflexões para proposição de banco de imagens”

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Nesta quarta-feira, dia 28 de junho, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) promovem o IMAGO: reflexões para proposição de banco de imagens, que tem como objetivo discutir aspectos teóricos e tecnológicos para reflexões sobre banco de imagens.

O encontro será realizado na sede do IPHAN, apoiador do evento e parceiro do Ibict em diversos projetos relacionados ao desenvolvimento de pesquisas sobre o tema. Para participar é necessário realizar inscrição.

O evento contará com palestras de pesquisadores das áreas de Informação, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia para discutir sobre a temática imagética nessas áreas e demonstrar as possibilidades tecnológicas para implementação de banco de imagens. Na ocasião, haverá ainda o lançamento e a distribuição do livro “IMAGO: reflexões para proposição de banco de imagens”, organizado pelo tecnologista do Ibict e coordenador do projeto Diego Macêdo e por Milton Shintaku, coordenador de Tecnologias para Informação (Cotec) do Ibict.

De acordo com Diego Macêdo, o evento é importante para discutir questões da temática imagética e posicionar áreas de Informação, como Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia, assim como áreas de tecnologia e direito. “Essas áreas desempenham um papel fundamental nos estudos, preservação, organização, recuperação, gestão e disseminação de imagens, incluindo os estudos do fluxo informacional, que é um tema central na Ciência da Informação”.

“Ao realizar esse evento no IPHAN, destacamos o papel crucial das imagens na memória social e no patrimônio cultural. As imagens são instrumentos valiosos para a preservação e disseminação do conhecimento presente em nosso acervo histórico e artístico. Além disso, o evento promove a cooperação entre as instituições envolvidas, fortalecendo ainda mais essa parceria frutífera”. Esperamos que esse evento promova o debate e a troca de experiências. Desejamos que as contribuições apresentadas sejam exploradas em diversos níveis, estimulando o avanço das áreas de informação. Além disso, esperamos que o evento impulsione o Ibict a expandir suas atividades nessa área”, relata Diego Macêdo.

Saiba quem são os participantes:

Ana Cristina de Albuquerque – Professora Associada da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Danielle do Carmo – Pesquisadora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Diego José Macêdo – Coordenador de Projeto do Ibict e mestre em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB).
Milton Shintaku – Coordenador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB).

Ricardo Crisafulli Rodrigues – Pesquisador do Ibict, doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB).
Renata Padilha – Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2018), professora Adjunta do Curso de Graduação em Museologia e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação, ambas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Roberta Medeiros – Professora Adjunta do Curso de Arquivologia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Doutora em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Tiago Emmanuel Nunes Braga – Diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB).

Serviço:
IMAGO: reflexões para a proposição de banco de imagens
Data: 28 de junho de 2023
Horário: 14h às 18h
Local: IPHAN – SEPS 702/902, Bloco B, Centro Empresarial Brasília 50, auditório IPEA – https://goo.gl/maps/E8YeNQcp7VNQLhdb8

Formulário para inscrição: https://forms.gle/HtjV4jFzrSB68ijx9

Link de transmissão: Canal do IPHAN – https://www.youtube.com/watch?v=BOpoTeS2UnE

GDF sanciona lei que cria protocolo de proteção às mulheres em bares e casa noturnas

“É uma lei que prioriza a atenção, a proteção e o acolhimento às mulheres, fundamentada em experiência de sucesso em outros países”, explica o autor, deputado Gabriel Magno (PT)

O governador Ibaneis Rocha (PMDB) sancionou, na segunda-feira (26), a lei que cria o protocolo “Por Todas Elas”. Trata-se de um conjunto de regras que estabelecem uma série de ações com o objetivo de prevenir, detectar e encaminhar situações de potenciais crimes contra as mulheres em bares, boates, festas e eventos no DF.

“É uma lei que prioriza a atenção, a proteção e o acolhimento às mulheres, fundamentada em experiência de sucesso em outros países”, explica o autor, deputado distrital Gabriel Magno (PT).

A lei estabelece procedimentos e treinamentos que devem envolver os trabalhadores, responsáveis por estabelecimentos comerciais e órgãos do Estado para impedir violências contra mulheres em ambientes de diversão noturna. Dentre as determinações, em caso de agressões, os funcionários ou responsáveis devem conduzir a vítima para um local reservado e seguro dentro do estabelecimento e prestar os primeiros cuidados emergenciais, segundo a vontade da vítima.

Também caberá à equipe o fornecimento de informações sobre o possível agressor e o crime praticado, incluindo provas, como imagens de sistema de vídeo, além da preservação do local do crime.

Estabelecimentos são obrigados a adotar estratégias para reduzir os riscos às clientes, como a identificação de áreas escuras ou desertas e a instalação de sistemas que ampliem a segurança dos frequentadores. “A proposta foi construída em conjunto com os movimentos de mulheres para viabilizar que a cidade amplie seus instrumentos ao promover o envolvimento de governo e setor produtivo na agenda de proteção ao público feminino”, diz Gabriel.

Saúde do DF terá R$ 74 milhões para compra de insumos e mobiliário até 2024

Mudanças no Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas) vão permitir, pela primeira vez na história, a aquisição de equipamentos e bens permanentes

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai repassar R$ 74,25 milhões para unidades de saúde comprarem insumos, medicamentos, equipamentos e mobiliário. O valor faz parte do orçamento do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas), que foi alterado este ano para trazer mais modernidade e agilidade nas compras essenciais para o funcionamento de hospitais e unidades básicas de saúde.

“O decreto do Pdpas foi regulamentado pela Secretaria de Saúde, que vai descentralizar o recurso para os hospitais e postos de saúde. Isso significa que aquele pequeno equipamento, um estetoscópio, uma cadeira, poderá ser comprada diretamente pelos gestores, para que o usuário tenha um atendimento mais rápido e de qualidade”Governadora em exercício Celina Leão

O Pdpas é utilizado principalmente nas compras de farmácia e foi modificado para que bens permanentes também pudessem ser adquiridos, o que não era permitido desde que ele foi lançado, em 2010. O programa é considerado essencial para situações emergenciais dos hospitais, permitindo o acesso rápido a recursos e a fornecedores para resolver problemas.

“O decreto do Pdpas foi regulamentado pela Secretaria de Saúde, que vai descentralizar o recurso para os hospitais e postos de saúde. Isso significa que aquele pequeno equipamento, um estetoscópio, uma cadeira, poderá ser comprada diretamente pelos gestores, para que o usuário tenha um atendimento mais rápido e de qualidade”, explica a governadora em exercício Celina Leão.

Em 2023, o DF terá R$ 27,7 milhões para o Pdpas, somando o investimento em custeio (insumos e medicamentos) e capital (equipamentos e mobiliários), a grande novidade. No ano que vem, o valor previsto é de R$ 46,5 milhões, totalizando os mais de R$ 74,25 milhões. Os valores previstos superam os investidos nos últimos anos, quando a média de repasses anual foi de R$ 13,8 milhões.

Em reunião no Palácio do Buriti, a governadora em exercício Celina Leão reforçou a importância da regulamentação do decreto do Pdpas para garantir atendimento ágil e de qualidade (Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília)

“A senhora (Celina Leão) abraçou a causa do Pdpas, imprimiu ritmo acelerado e pediu que fosse encaminhado o decreto, e assim foi feito. Estamos alinhados pelo bem da população e pelos avanços na saúde junto do nosso governador Ibaneis Rocha. Até então, o recurso chegava na região e dependia do superintendente direcionar ou não, e agora será um processo mais ágil”, complementou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

Outra novidade no programa é o valor de R$ 2,85 milhões em recursos de custeio exclusivos para as unidades básicas de saúde (UBSs), totalizando 176 unidades atendidas nas sete regiões de saúde.

Vale lembrar que os recursos do Cartão Pdpas não poderão ser utilizados no pagamento de despesas com pessoal; gratificações, bônus e auxílios; festas e recepções; viagens e hospedagens; obras de infraestrutura, exceto pequenos reparos; aquisição de veículos; pesquisas e publicidade.

O valor de cada cota transferida às unidades de saúde, que são administradas pelas superintendências das regiões de saúde, passou de R$ 50 mil para R$ 100 mil. Este valor poderá ser suplementado com emendas parlamentares. As aquisições e contratações com recursos do Pdpas serão submetidas à nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos, a Lei Federal nº 14.133/2021.

O decreto também define que os valores serão liberados em seis quotas bimestrais em conta bancária aberta junto ao BRB e movimentados pelo Cartão Pdpas. A liberação dos valores está condicionada à apresentação de contas e à adimplência na prestação e aprovação de contas de recursos recebidos em anos anteriores.

DF cria 18 mil novas vagas em maio e mantém desemprego em queda

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Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) deste mês aponta que desempregados passaram de 16,8% para 16,5%. Setores de serviços e construção lideram criação de postos de trabalho

A taxa de desempregou caiu no DF no mês de maio. É o que aponta a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Distrito Federal, apresentada na manhã desta terça-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em relação ao mês de abril, o contingente de desempregados apresentou uma leve queda, ao passar de 16,8% para 16,5%, graças à elevação do volume de ocupados, com criação de 18 mil postos, diante do acréscimo de 15 mil pessoas da População Economicamente Ativa (PEA). O aumento da ocupação decorreu do crescimento dos postos de trabalho no setor de serviços, seguido da construção e de indústria de transformação. Neste mesmo período, a taxa de participação, no qual pessoas de 14 anos ou mais estão inseridas no mercado, também cresceu, passando de 64,3% para 64,8%.

Quando comparada de maio de 2022 a maio de 2023, a taxa de desemprego total aumentou de 15,8% para 16,5%, assim como a de participação (de 64,3% para 64,8%). O comportamento observado se deu em função do aumento da População Economicamente Ativa (37 mil pessoas), bem superior ao número de ocupados (19 mil postos de trabalho a mais).

A construção foi um dos setores que mais contrataram no período | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

Área metropolitana de Brasília

Assim como no Distrito Federal, na Área Metropolitana de Brasília o desemprego também apresentou queda em maio. A taxa na PEA caiu de 17,9% para 17,2%. Por outro lado, a de participação cresceu ligeiramente, ao passar de 65,6% para 66,0%, em maio de 2023.

Essa diminuição da desocupação é consequência do aumento de postos de trabalho (31 mil), em volume maior que a elevação da População Economicamente Ativa (+18 mil pessoas entraram na força de trabalho), por conta da elevação do Setor de Serviços, na Indústria de transformação e na Construção.

Confira os Boletins PED-DF e PED-AMB.