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Concurso de receitas com goiaba transforma a fruta em vitrine de negócios em Brazlândia

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Evento integra programação da Feira da Goiaba e incentiva geração de renda

Brasília, 8 de abril de 2026 — A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal realiza, neste sábado (11), em Brazlândia, o 6º Concurso de Receitas e Circuito Gastronômico com Goiaba. A iniciativa integra a Feira da Goiaba de Brasília e busca promover a valorização da produção rural por meio da gastronomia e da inovação.

O concurso é dividido em duas etapas. A primeira ocorre durante os dias de feira, com a comercialização das receitas pelos participantes. Já a fase final, com avaliação e premiação, será realizada das 10h às 12h, no Empório da Goiaba, espaço dedicado aos expositores do evento.

Voltada a produtores atendidos pelos escritórios rurais da região, a iniciativa tem como objetivo estimular a criatividade, incentivar o consumo da fruta e ampliar a geração de renda por meio da agregação de valor aos produtos. A proposta também reforça o papel de Brazlândia como principal polo produtor de goiaba no Distrito Federal.

Os participantes concorrem com receitas inéditas ou adaptadas que utilizam a fruta como ingrediente principal, apresentadas em porções individuais. Os pratos serão avaliados por júri técnico e popular, com critérios como sabor, apresentação, originalidade, aroma e criatividade. Os três melhores colocados receberão premiação e destaque nos espaços de comercialização.

Segundo a extensionista Keila Xisto, além da competição, o evento oferece oportunidade de contato direto com o público, fortalecendo o empreendedorismo rural e, especialmente, o protagonismo das mulheres no campo.

A realização do concurso também evidencia a relevância econômica da goiaba na região. Em 2025, a cultura ocupou 432 hectares no DF, com produção de mais de 7 mil toneladas e participação de 156 produtores, gerando expressivo valor econômico.

A feira segue até domingo (12), na sede da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão, com programação que inclui atividades culturais, gastronômicas e de lazer, ampliando as opções de entretenimento para o público.

Em 2025, a cultura da goiaba ocupou uma área de 432 hectares no Distrito Federal, com produção de 7.434 toneladas

Programação da 11ª Feira da Goiaba 2025

 Quinta-feira (9) | Das 18h às 22h

18h – Abertura das exposições
18h – Abertura do Salão Tecnológico

Palco Culinária Japonesa
19h – Alexandre
20h – Débora Liri

 Sexta-feira (10) | Das 18h às 1h30

18h – Abertura dos portões
18h – Abertura do Salão Tecnológico

Palco Culinária Japonesa
19h – Washington
20h – Batma Rocha

Palco principal
18h – DJ Ana Ximenes (intervalos)
18h50 – Sérgio Queiroz e Santiago
20h – Real Samba
21h10 – Bruno Bittar
22h20 – Igor Tavares
0h – Henry Freitas

 Sábado (11) | Das 10h às 2h

10h – Abertura dos portões
10h – Abertura do Salão Tecnológico
10h às 12h – 6º Concurso de Receitas e Circuito Gastronômico com Goiaba (avaliação e premiação), no espaço institucional da Emater-DF, no Empório da Goiaba

GDF dá primeiro passo para criar das RAs na 26 de Setembro e na Ponte Alta

Audiências públicas vão discutir propostas com a população antes da consolidação dos projetos

O Governo do Distrito Federal deu o primeiro passo para a criação de novas regiões administrativas na 26 de Setembro e na Ponte Alta do Gama. Publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) convoca audiências públicas para discutir as propostas com a população e subsidiar a elaboração dos projetos.

26 de Setembro: o que nasceu como assentamento vai ganhar urbanização | Foto: Divulgação/Neoenergia

Os encontros, de caráter consultivo, fazem parte da etapa inicial do processo de criação das novas regiões administrativas. O objetivo é ampliar a participação popular e reunir contribuições da sociedade para aprimorar as propostas em discussão.

De acordo com o aviso publicado, as audiências vão permitir que moradores, entidades e demais interessados apresentem sugestões, demandas e considerações sobre a criação das regiões administrativas.

Ponte Alta do Gama: assim como a 26 de Setembro, localidade se expande e já comporta população expressiva, demandando estudos de reorganização | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  

Durante os debates, haverá apresentação técnica das propostas, seguida de manifestações dos participantes, respeitando critérios de inscrição e tempo de fala. As contribuições serão registradas e poderão subsidiar a versão final dos projetos.

A condução dos trabalhos ficará a cargo da Secretaria Executiva das Cidades, que também será responsável por consolidar as informações coletadas e dar encaminhamento às propostas.

A criação de novas regiões administrativas busca aprimorar a gestão pública e ampliar o acesso da população a serviços essenciais, especialmente em áreas que vêm registrando crescimento populacional e aumento na demanda por infraestrutura.

A 26 de Setembro e a Ponte Alta do Gama são localidades em expansão no Distrito Federal e já concentram um número significativo de moradores, o que reforça a necessidade de estudos para reorganização administrativa dessas áreas.

Sesc-DF e Fundação Bienal de SP abrem mostras gratuitas no Museu Nacional

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Com abertura nesta quinta-feira (9), exposição traz recortes da 36ª Bienal de São Paulo e da 19ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza

Em uma iniciativa que reafirma seu compromisso com a democratização da arte e da educação, o Sesc DF, em parceria com a Fundação Bienal de São Paulo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, traz ao Museu Nacional da República duas das mais importantes mostras do cenário artístico internacional.

A partir de 10 de abril, o público brasiliense poderá conferir, simultaneamente, as exposições:

  • Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática: Itinerância da 36ª Bienal de São Paulo.
  • (RE)INVENÇÃO: Itinerância da participação brasileira na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza (pela primeira vez no Brasil).

O Protagonismo Educativo do Sesc DF 

Mais do que viabilizar a chegada das obras à capital federal, o Sesc DF é o apresentador oficial do programa educativo de ambas as exposições. O programa inclui treinamentos para equipes locais, acompanhamento pedagógico, palestras e laboratórios para professores, garantindo que o impacto das mostras reverbere na rede de ensino e na comunidade local.

 “Nós aceitamos o desafio de responder a essas perguntas oferecendo o acesso. O Sesc DF atua como a ponte que conecta essa produção internacional de elite ao cotidiano do nosso público, transformando a visita ao Museu Nacional em uma experiência pedagógica e transformadora.”, defende José Aparecido Costa, presidente do Sistema Fecomércio DF.

As Exposições 

36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Brasília  

Com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung e André Pitol, a mostra chega a Brasília após atrair quase 800 mil visitantes em São Paulo. O título, inspirado em versos de Conceição Evaristo, convida a uma “escuta ativa” da humanidade em deslocamento.

O recorte para o Museu Nacional reúne obras de 18 artistas de diversas nacionalidades, consolidando Brasília como parada obrigatória no circuito da arte contemporânea.

Serão expostas obras de Akinbode Akinbiyi, Aline Baiana, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Edival Ramosa, Ernest Cole, Leo Asemota, Malika Agueznay, Manauara Clandestina, Mao Ishikawa, Moisés Patrício, Myriam Omar Awadi, Myrlande Constant, Pélagie Gbaguidi, Rebeca Carapiá, Sadikou Oukpedjo, Sérgio Soarez, Tanka Fonta e Theo Eshetu.

(RE)INVENÇÃO – Arquitetura de Veneza para o Planalto Central Pela primeira vez na história, a representação brasileira na Bienal de Arquitetura de Veneza ganha uma itinerância em solo nacional. Curada pelos arquitetos Luciana Saboia, Eder Alencar e Matheus Seco (Plano Coletivo), a mostra propõe uma leitura sobre ancestralidade e infraestrutura, dialogando com a inteligência natural e as estratégias de ocupação do território brasileiro.

 

Além da circulação das obras, o programa de mostras itinerantes se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

Diálogo Arquitetônico em Brasília 

A ocupação do Museu Nacional da República ganha um simbolismo especial: o prédio, projetado por Oscar Niemeyer, compartilha o DNA arquitetônico do Pavilhão Ciccillo Matarazzo (sede da Bienal em SP), também assinado pelo mestre.

“Brasília, com sua própria história de utopia construída, é um lugar particularmente potente para receber esses dois projetos que questionam como a arte e a arquitetura constroem futuros possíveis”, destaca Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal.

Serviço 

Abertura: 9 de abril, às 19h

Visitação: 10 de abril a 31 de maio de 2026

Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h30

Local: Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, Lote 2, Brasília – DF)

Entrada: Gratuita

Programa Educativo: Apresentado pelo Sesc DF (Mediação e visitas em grupo disponíveis no local)

Temporada 2026 do Sesc Estação Blues volta com tudo no dia 30 de abril

Com programação gratuita, público vai poder curtir apresentações de Lo Steele, Blues de Bolso e Luana Dias. Evento será na unidade Sesc Estação 504 Sul – Alberto Vilardo

Um dos eventos mais esperados do público que curte blues, jazz e derivados em Brasília está de volta — e já chega daquele jeito que a gente gosta: cheio de energia. Abrindo a temporada 2026, o Sesc Estação Blues retoma a cena com uma programação gratuita de peso, mantendo o histórico de casa cheia e apresentações que conquistaram o público nas edições anteriores.

Pra começar em alto nível, o palco recebe a nova voz do soul americano, Lo Steele. A noite ainda traz o lançamento do álbum “A arquitetura do Blues”, do Blues de Bolso, além da presença do Luana Dias Quarteto. Os shows rolam no Sesc da 504 Sul, na última quinta-feira do mês, dia 30 de abril, a partir das 18h, com entrada franca.

Sobre as bandas 

  • LO STEELE 

 Em uma passagem inédita e aguardada, a cantora, compositora e poeta norte americana Lo Steele desembarca no Brasil em abril, para uma série de shows que prometem ser o ponto alto do calendário de Jazz e Soul do semestre. Após consolidar sua parceria com o virtuoso da guitarra Charlie Hunter, Lo Steele traz ao público brasileiro a essência de seu novo álbum, em um formato que destaca sua maior força: o magnetismo de sua voz e a profundidade de suas composições.

Natural de Portland, Oregon, Lo Steele é reconhecida pela crítica dos EUA como uma “narradora nata”. No Brasil, suas apresentações buscarão uma conexão íntima, fundindo o Soul, o R&B e o Jazz Moderno com a sensibilidade rítmica que a tornou a parceira ideal de músicos do calibre de Hunter. O público brasileiro terá a chance de ouvir ao vivo as faixas que estão redefinindo a carreira da artista no cenário internacional. 0 público brasiliense terá a chance de ver uma artista que é, simultaneamente, atriz premiada e uma das vozes mais autênticas da nova geração da Black Music americana. A cantora se apresenta no Brasil ao lado de uma das formações mais respeitadas da cena blues no País, com Igor Prado na voz e guitarra, Yuri Prado na voz e bateria, Theo Anzelotti na voz e Baixo Elétrico e Felipe Magon na voz e teclado.

  • BLUES DE BOLSO 

O novo trabalho dessa turma é, no mínimo, surpreendente para quem acompanha a trajetória desses grandes músicos no cenário do blues e rock da capital do país. O Blues de Bolso há tempos é reconhecido como um genuíno grupo de blues, com um trabalho sólido que inclui, além de material próprio, covers dos clássicos do gênero, contemplando obras de Eric Clapton, Jimi Hendrix, Robert Jonhson.

Com seu novo álbum, prestes a ser lançado, o grupo mostra uma nova face, não menos vigorosa, na forma de um convite à festa. O pessoal do Blues de bolso, que se juntam nesta empreitada à galera de “Os Comparsas” camaleões, como Bowie do Let’s dance, nos convidam para a dança e para a valorização da luta da periferia por melhores condições de vida. Aqueles que estiverem no Sesc estação Blues poderão conferir, ao vivo, a performance de músicos como Bemol, no violão e vocal, Haroldinho Matos, nas Guitarras, Renato Glória, na Bateria , Oswaldo Amorim, no Baixo, e Daniel Baker, nos Teclados.

  • LUANA DIAS QUARTETO  

Nascida no Rio de Janeiro, a cantautora e musicista tem mais de 20 anos de carreira, e carrega em sua trajetória apresentações em palcos históricos, como o Beco das Garrafas e o Rock Street – Rock in Rio 2011, em participação com a All Star Blues Band. Professora de canto, ela alia técnica apurada a uma interpretação visceral. Sua trajetória inclui o trabalho autoral ‘Por Todo Meu Canto’ e projetos de tributo a vozes icônicas — de Elis Regina a Nina Simone — o que lhe confere a profundidade necessária para transitar entre a Música Brasileira e o Jazz/Blues internacional.”

Daniel Vilela destaca importância dos investimentos para diversificação econômica no campo

Iniciativa destina R$ 473 mil a famílias rurais de seis municípios durante Tecnoshow, em Rio Verde; objetivo é diversificação econômica e formação de novos roteiros turísticos em Goiás

O governador Daniel Vilela destacou os investimentos para diversificação econômica no campo, citando os cartões do programa Agro é Social e as certificações voltadas para empreendedorismo em turismo rural. A solenidade, integrada à programação da Tecnoshow, em Rio Verde, destinou investimento de R$ 473 mil em qualificação e acesso a crédito para produtores rurais. “É uma nova alternativa de desenvolvimento e renda para os nossos pequenos e médios produtores”, frisou o governador.

A ação integra o programa Aconchego Rural, iniciativa do Governo de Goiás que, nesta etapa, contemplou produtores de seis municípios goianos: Acreúna, Jataí, Paraúna, Petrolândia, Rio Verde e Santa Helena. “A iniciativa contribui para que as famílias que vivem no campo possam também receber pessoas e mostrar que é bom viver no campo, contemplar a natureza, ver a nossa produção e a força econômica que o setor rural oferta para o estado”, acrescentou. A ação fomenta turismo em comunidades e áreas afastadas dos centros urbanos.

O foco é valorizar a cultura local e novas oportunidades de desenvolvimento para as famílias do campo, principalmente as que estão em condições de vulnerabilidade social. Daniel enfatizou que vai manter um olhar atento ao segmento. “Seguiremos juntos no fortalecimento das políticas públicas que vão atender os pequenos e médios desse Estado, vão ter o meu empenho e da Iara na garantia de um Goiás cada vez mais social, mais abrangente, mais acolhedor”, enfatizou.

A coordenadora do Goiás Social e primeira-dama, Iara Netto Vilela, endossou a abordagem estratégica para a geração de renda, explorando agricultura, artesanato, culinária local, entre outros atrativos. “Temos aqui as entregas para que possam iniciar ou alavancar seu negócio e, consequentemente, movimentar a economia da região”, afirmou. A medida soma educação ambiental, articulação institucional para impulsionar o potencial turístico em cada localidade e, em paralelo, o crédito social promove autonomia econômica e estímulo à criação ou expansão de empreendimentos familiares.

“O turismo rural tem crescido no Brasil, na verdade, no mundo inteiro. O Brasil tem um potencial gigantesco e, em especial, o estado de Goiás”, afirmou o presidente da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), Rafael Gouveia. “Temos feito um trabalho também de levar, cada vez mais, inovação para esse público, tecnificando e mecanizando as suas propriedades, mostrando que, de fato, o governo de Goiás é o governo que realmente tem revolucionado esse segmento”, pontuou.

Espaço estratégico

A estrutura do Governo na Tecnoshow apresenta ao público visitante os programas estaduais direcionados à cadeia do agronegócio, bem como promove plantão técnico, Feira do Produtor, encontro com secretários municipais e reunião do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), além de palestras, degustações de comidas regionais e apresentações culturais. “O nosso trabalho é de continuidade. É fazer o que está dando certo ter mais velocidade, com apoio do governador, para que a gente possa continuar avançando e muito mais rápido”, afirmou o novo secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ademar Leal.

O prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo, reforçou que Daniel Vilela tem legitimidade para elevar ainda mais os patamares dos serviços oferecidos pelo Estado. “Daniel já está nos representando e muito, não tenho dúvida que ele vai colocar Goiás em primeiro lugar do Brasil em todos os indicadores de qualidade de vida e de bem-estar social que nós merecemos”, enalteceu ao mencionar o governador. A feira prossegue até o próximo dia 10 de abril, com a presença de expositores, produtores rurais, pesquisadores, empresas e especialistas de diversas regiões do país.

Diálogo Estratégico

Durante a permanência na feira, o governador visitou estandes e reforçou a prioridade em manter um olhar atento às demandas do setor agropecuário. “Quero reforçar que o setor vai ter uma cadeira cativa ao meu lado, para que a gente possa estar sempre buscando as soluções e fortalecer as ações aí para o setor cada vez mais ajudar também o crescimento do Estado”, assinalou durante um encontro com representantes da Associação dos Produtores de Soja, Milho e outros Grãos Agrícolas do Estado de Goiás (Aprosoja). Daniel Vilela garantiu comunicação aberta e compromisso com ações que valorizem o potencial de crescimento do agro.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja, Milho e Outros Grãos Agrícolas (Aprosoja), Clodoaldo Calegari, reforçou a importância do diálogo e a aproximação das entidades que representam o setor. “Precisamos dessa proximidade com o governo, porque dependemos de políticas duradouras, de longo prazo. Inclusive, quero parabenizar pela iniciativa do Grupo de Trabalho para o desenvolvimento do Vale do Araguaia, do qual estamos participando. É muito importante esse tipo de reunião e de diálogo. Só assim que conseguiremos construir pontos”, enalteceu.

ARTIGO: HOLDINGS NÃO ACABARAM. ACABOU A ESTRUTURA SEM PROJETO

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POR LUCIANA GOUVÊA 

Em meio às recentes mudanças no cenário tributário brasileiro, tornou-se comum a circulação de afirmações categóricas sobre o suposto “fim das holdings patrimoniais”. A conclusão, embora difundida, parte de uma premissa equivocada.

O que está em transformação não é a utilidade das holdings, mas o modo como elas devem ser concebidas.

Durante anos, parte do mercado tratou a holding patrimonial como um produto padronizado associado a promessas de economia tributária imediata, ocasionando essa ferramenta ser replicada sem a devida análise jurídica, muitas vezes descolada da realidade patrimonial, familiar e operacional dos envolvidos.

Esse modelo, de fato, tende a se tornar cada vez mais frágil diante do aumento da fiscalização, da ampliação das bases tributárias e da maior integração de dados por parte do Estado. Mas isso não significa o fim das holdings. Significa o fim das holdings sem estrutura personalizada.

A holding patrimonial não nasce da lógica do imposto. Ela nasce da necessidade de organização jurídica do patrimônio ao longo do tempo.

Em muitos casos, especialmente no setor imobiliário e da construção, ainda se observa a concentração de ativos na pessoa física, frequentemente expostos aos riscos da atividade empresarial.

A ausência de separação entre patrimônio e operação cria um ambiente de vulnerabilidade, no qual passivos trabalhistas, fiscais ou contratuais podem atingir diretamente bens pessoais.

A holding, quando bem estruturada, atua justamente nesse ponto: estabelece uma separação jurídica clara entre o patrimônio e o risco, que não elimina riscos, mas os organiza, delimita e racionaliza, dentro dos parâmetros legais.

Além disso, a holding cumpre um papel frequentemente negligenciado: a continuidade patrimonial. Ao antecipar a estrutura sucessória, evita-se a dependência de inventários longos e onerosos, reduz-se o potencial de conflitos familiares e estabelece-se uma lógica de governança capaz de sustentar o patrimônio ao longo das gerações.

Um exemplo emblemático dessa lógica de continuidade pode ser encontrado fora do direito, na própria história europeia. O Castelo de Eltz, na Alemanha, permanece há mais de 800 anos sob a posse da mesma família.

Não se trata apenas de solidez material, mas de organização, proteção e gestão ao longo do tempo. Estruturas que perduram não são fruto do acaso, são fruto de planejamento.

Nesse sentido, a eventual eficiência tributária decorrente da estrutura é consequência, não causa.

As mudanças legislativas recentes, ao exigir maior transparência e consistência nas estruturas, não eliminam a utilidade das holdings. Ao contrário, elevam o nível de exigência técnica e reforçam a necessidade de um projeto jurídico consistente, personalizado e alinhado à realidade de cada família e de cada patrimônio.

Se há algo que precisa, de fato, ficar para trás, não são as holdings, mas a ideia de que elas possam ser implementadas sem critério, como soluções padronizadas para realidades distintas.

LUCIANA GOUVÊA – Advogada Especialista em Proteção Legal Patrimonial e Proteção Ética e Legal Empresarial, informação e entrega de direitos. Especialista na área de inovação e tecnologias

Saúde do DF zera demanda reprimida e garante ressonância em três dias

Com contratação de 17 empresas e automatização da gestão da fila, a Secretaria de Saúde agora oferece mais vagas que a demanda mensal pelo exame

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alcançou um marco histórico na assistência especializada: a plena capacidade de atendimento para exames de ressonância magnética. O avanço é fruto de uma estratégia que uniu a expansão da rede credenciada ao uso de tecnologia para otimizar o fluxo de pacientes. Atualmente, cerca de 5 mil ressonâncias são realizadas por mês pelo Sistema Único de Saúde do DF.

Até o primeiro semestre de 2025, o DF contava com dez empresas credenciadas para a realização desses exames. Com o lançamento de um novo edital em agosto do ano passado, o número de parceiros saltou para 17 instituições, ampliando exponencialmente o volume de vagas disponíveis na rede pública.

Tecnologia a serviço do paciente

Não foi apenas o aumento da oferta que transformou o cenário. O Complexo Regulador do DF implementou a qualificação interna da fila, utilizando ferramentas de automação e inteligência artificial. Esse processo permitiu identificar duplicidades, atualizar contatos e garantir que o paciente certo realizasse o exame no tempo adequado.

“A melhoria dos processos internos foi fundamental. Hoje, a tecnologia nos permite gerir a demanda em tempo real, evitando o ócio das máquinas e garantindo agilidade no diagnóstico”, destaca a diretora do Complexo Regulador do DF, Célia Regina Vieira.

O impacto das medidas é visível nos indicadores de atendimento. Em agosto de 2025, a demanda reprimida e as solicitações mensais chegavam a acumular um volume de 35 mil pedidos. Atualmente, o cenário é de equilíbrio e disponibilidade. “Uma solicitação de ressonância é atendida em menos de uma semana”, ressalta a gestora.

O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destaca que, pela primeira vez, a oferta de vagas é maior que a demanda mensal, garantindo que novos pedidos sejam processados sem a formação de filas. “Com essa reestruturação, reafirmamos o nosso compromisso em reduzir o tempo de espera por diagnósticos complexos, oferecendo mais conforto e rapidez no tratamento dos cidadãos brasilienses.”

Celina cria Parque da Serrinha e reforça proteção ambiental no Lago Norte

Decreto estabelece unidade de conservação com mais de 65 hectares e cria zona de amortecimento para preservar área

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, autorizou a criação do Parque Distrital da Serrinha, no Lago Norte. A iniciativa visa proteger ecossistemas naturais e ordenar o uso da área. A criação da unidade de conservação será formalizada por decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (7).

“Na Serrinha é onde está uma das áreas mais estratégicas para a segurança hídrica da nossa região. Ali se concentram mais de 60% das nascentes mapeadas, conectando duas importantes unidades hidrográficas, que são o Lago Paranoá e Santa Maria/Torto. Com a criação do Parque Distrital da Serrinha, a gente dá um passo firme na proteção dessas riquezas naturais, garantindo a preservação direta dos córregos Jerivá e Urubu, fundamentais para o abastecimento e o equilíbrio ambiental”, afirmou a chefe do Executivo.

“Com a criação do Parque Distrital da Serrinha, a gente dá um passo firme na proteção dessas riquezas naturais, garantindo a preservação direta dos córregos Jerivá e Urubu, fundamentais para o abastecimento e o equilíbrio ambiental”

Governadora Celina Leão

Com área de 65,91 hectares, o parque foi criado para preservar recursos ambientais de relevância ecológica e paisagística, além de permitir atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza. A unidade inclui áreas estratégicas para a conservação hídrica, como a cachoeira do córrego Urubu e sua piscina natural, além de trechos de vegetação nativa do cerrado, com formações campestres, savânicas e florestais.

Outro objetivo é garantir a conectividade ecológica entre importantes áreas protegidas do Distrito Federal, como o Parque Nacional de Brasília, além de parques ecológicos e áreas de relevante interesse ambiental na região do Lago Norte. O decreto também prevê a criação de uma zona de amortecimento com mais de 600 hectares, destinada a reduzir impactos ambientais no entorno do parque e disciplinar o uso do solo em áreas próximas, especialmente em regiões com crescimento urbano.

Com área de 65,91 hectares, o parque foi criado para preservar recursos ambientais de relevância ecológica e paisagística, além de permitir atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza | Foto: Divulgação/Seagri-DF

 

A gestão do parque ficará sob responsabilidade do Brasília Ambiental, que deverá elaborar o plano de manejo da unidade no prazo de até dois anos, com participação da comunidade local.

A criação da unidade de conservação reforça a política ambiental do Distrito Federal e amplia a proteção de áreas naturais em regiões com pressão urbana crescente, conciliando preservação ambiental, uso sustentável e ordenamento territorial. O decreto também estabelece diretrizes para recuperação de áreas degradadas, proteção da fauna e incentivo a atividades como trilhas, ciclismo e educação ambiental, fortalecendo o uso sustentável do espaço.

Agências do trabalhador têm mais de 500 vagas de emprego abertas nesta quarta

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Oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência; salários chegam a R$ 3,5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (8), 510 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,5 mil.

O posto com maior remuneração é o de garçom, na Asa Norte. São dez oportunidades para pessoas com ensino fundamental completo e experiência prévia na função.

Já o cargo com mais vagas abertas é o de repositor de mercadorias, no Guará, com 40. Também é preciso ter ensino fundamental completo, mas não há exigência de experiência. O salário é de R$ 1.621.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

Coluna do Fluminense | Empate decepcionante

POR RAIMUNDO RIBEIRO

Na estréia na Libertadores o Fluminense foi a Venezuela enfrentar o La Guaira.

Começou bem tocando a bola e JK finalizando sempre, mas o goleiro adversário bem colocado defendia.

Aos 25 minutos levamos o primeiro susto quando Renê deixou um buraco na nossa lateral esquerda.

O Fluminense tentava triangulações pelo lado direito, com Samuel Xavier, Martinelli e Canobio, mas não conseguia entrar na área.

Aos poucos o adversário equilibra a partida, e ficamos à espera que Acosta entre em campo.

Acosta, Canobio e Savarino não estão bem, o que compromete a atuação coletiva.

Aos 48 minutos Acosta estica para Canóbio que coloca JK na cara do gol, e ele desperdiça.

É um jogo para Serna, Soteldo e Castillo.

Voltamos para o segundo tempo e a equipe repete velhos erros, como tocar a bola perigosamente no nosso campo defensivo (falta movimentação dos jogadores de frente), e ausência de jogadas ofensivas pelas laterais de campo.

Aos 9 minutos JK perde outra grande oportunidade.

Apesar de estar melhor em campo, o Fluminense tem uma atuação confusa e lenta, principalmente pela invisibilidade de Acosta, Canobio e Savarino.

Além disso o time precisa ter mais ambição, pois esta partida é prá ganhar, independentemente do campo de jogo.

Aos 17 minutos JK sofre pênalti não marcado.

Aos 20 minutos entram Soteldo, Serna e Castillo, saindo Canobio, Savarino e JK.

Aos 41 minutos saem Acosta e Hércules, entrando Cano e Ganso.

Aos 48 minutos o goleiro faz milagre num chute de Martinelli.

Melhor em campo: Martinelli.

No próximo sábado às 18;30 horas voltamos a campo contra o Flamengo, em busca da vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor