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IA, jornadas integradas e soluções paperless: veja as principais tendências de tecnologia para a saúde em 2024

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Com rotinas mais complexas, mercado de saúde otimiza processos por meio da IA e de outras novidades que auxiliam equipe médica e pacientes

O setor de saúde tem sido um dos grandes beneficiados pela transformação digital, com tecnologias que simplificam as rotinas médicas e aperfeiçoam serviços clínicos e hospitalares; o segmento vem conquistando seu lugar de destaque quando o assunto é tecnologia e inovação.

Mas, quando surge o assunto, vêm também as preocupações geradas pela franca expansão da Inteligência Artificial. Marcos Moraes, diretor da vertical de saúde da multinacional brasileira FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa o futuro dos negócios, alivia categoricamente uma das grandes dúvidas dos profissionais: a presença humana não será substituída pela IA, ele defende.

“Embora existam diversas especulações ao integrar IA com a medicina, é importante esclarecer que a substituição de profissionais por máquinas está fora de cogitação. As inteligências artificiais não são autossuficientes; ao contrário, elas têm sido usadas para auxiliar os médicos, o que otimiza o tempo dedicado por esses profissionais. Isso resulta em diagnósticos mais precisos em um curto espaço de tempo, beneficiando as duas pontas, instituição e pacientes”, conta Marcos.

Um estudo do Precedente Research estima que o mercado de IA nos serviços de saúde deverá crescer US$ 187,9 bilhões até 2030, expandindo a uma média de 37% ao ano entre 2022 e 2030.

Mas, além da IA, outras tendências têm se destacado no segmento. O executivo da FCamara indica suas apostas para 2024:

Integração da jornada física com a digital

A tecnologia ganhou ainda mais notoriedade após a pandemia e, desde então, essa integração tem promovido uma comunicação mais efetiva entre pacientes e profissionais de saúde, facilitando o compartilhamento seguro de dados e o acesso simplificado às informações médicas essenciais. Aplicativos para centralizar prontuários digitais e marcar consultas, por exemplo, permitem que o corpo clínico tenha mais facilidade com as rotinas administrativas.

Há um amplo leque de serviços de saúde disponíveis em apps, como o rastreio de hábitos alimentares, monitoramento de atividade física, detecção de sintomas e até mesmo consultas online. Com eles, todas as informações ficam disponíveis à mão, com muito mais comodidade e de forma rápida, contribuindo para o aumento da produtividade nos atendimentos.

“Diversos softwares estão acessíveis para aprimorar a gestão, e as unidades de saúde já os incorporam em suas práticas diárias. Essas soluções desempenham um papel significativo na rotina de hospitais e clínicas, oferecendo uma ferramenta robusta para garantir a segurança de dados dos usuários. Importante ressaltar que a integração dos aplicativos com sistemas HIS consolidados, como o TASY e o MV, é crucial. Ela proporciona agilidade na tomada de decisão médica e melhora a experiência do paciente”, fala Moraes.

Soluções paperless

O termo se refere ao uso da tecnologia para diminuir ou eliminar a utilização de papel nas instituições de saúde, um assunto que ganhou relevância no cenário global. De acordo com um levantamento da Mordor Intelligence, o mercado de gestão de documentos deve chegar à marca de US$ 10,17 bilhões, com um crescimento médio de 13% por ano.

Apesar do maior interesse nessa abordagem, a transição para a eliminação do uso de papel não se limita apenas à implementação de tecnologias. Frequentemente, é necessário endereçar todo o ecossistema, onde diferentes atores podem seguir diretrizes distintas.

“Por ter experiência com este tipo de desafio e conhecer profundamente o ecossistema de saúde, nós já desenvolvemos projetos para grandes players do setor, impactando suas metas ESG”, aponta Marcos. Em uma das propostas, criada sob medida para uma grande rede de saúde, estima-se que a adoção de práticas mais eficientes no uso, transporte e armazenamento de papel resulte em uma economia anual superior a R$ 20 milhões, equivalente à preservação de 66 mil árvores ou à ocupação de 220 campos de futebol.

Sobre a FCamara

A FCamara é um ecossistema de tecnologia e inovação que transforma adoção de jornadas digitais em valor para os negócios. Com mais de 16 anos de atuação, a multinacional brasileira tem operações na Europa e Reino Unido. Seu ecossistema contempla a orquestração de jornadas ponta a ponta e um conjunto de competências que permitem desenvolver iniciativas sem partir do zero, por meio de uma abordagem personalizada, flexível e centrada na cocriação das melhores estratégias de geração de valor. Com alta especialização em setores como varejo, saúde e mercado financeiro, suas soluções impulsionam a aceleração de receitas, elevam a eficiência operacional, ativam novas fontes de receita e criam projetos de impacto, contando com um núcleo de Inteligência Artificial (IA) que promove a adoção eficiente e integrada dessas tecnologias. A FCamara acumula diversos reconhecimentos importantes de mercado, evidenciando a robustez de seu ecossistema. Foi consagrada no Prêmio ISG Paragon Awards com o melhor case do ano com sua jornada de aceleração de vendas em canais digitais, é referência em interoperabilidade na saúde pelo Prêmio “Líderes da Saúde” e foi reconhecida ainda no Prêmio Banking Transformation por desenvolver o meio de pagamento mais inovador do ano em 2022. Saiba mais em www.fcamara.com.

Conheça 7 sintomas de infarto em mulheres para prevenir o problema

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Condições genéticas ou comportamentais, como um estilo de vida não saudável e estresse, podem aumentar o risco

No Brasil, a morte de mulheres por infarto aumentou aproximadamente 62% de 1990 para 2019. Entre as brasileiras com idades entre 50 a 69 anos, o índice subiu quase três vezes, com alta de cerca de 176%, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Os sintomas de infarto em mulheres se apresentam de forma diferente dos sintomas enfrentados pelos homens. O infarto, ou ataque cardíaco, é uma condição grave em que ocorre a interrupção do fluxo de sangue para o coração, levando à morte de células do músculo cardíaco e podendo causar danos permanentes ao coração. Saber reconhecer os sintomas é muito importante para que o atendimento médico seja procurado o quanto antes, pois o tratamento de emergência é essencial para minimizar os danos e prevenir complicações graves.

Quais são os fatores de risco para infarto em mulheres?

O fator de risco pode ser uma condição, uma característica ou um hábito pessoal que aumenta a chance de desenvolver uma determinada doença ou condição de saúde. Esses fatores podem ser genéticos ou comportamentais e são importantes para a prevenção, diagnóstico e tratamento de muitas doenças.

Os fatores de risco que podem aumentar as chances de infarto em mulheres incluem:

  • Idade: a idade é um fator importante no risco de infarto em mulheres. Mulheres acima de 55 anos têm um risco maior de infarto do que as mais jovens;
  • Histórico familiar: mulheres com um histórico familiar de doenças cardíacas têm um risco maior de sofrer um infarto;
  • Pressão arterial alta: a hipertensão arterial é outro fator de risco, sendo um dos mais conhecidos;
  • Diabetes: mulheres com diabetes tipo 2 têm um risco maior de infarto do que as que não sofrem com a doença;
  • Obesidade: a obesidade, especialmente quando combinada com outros fatores de risco, aumenta a probabilidade de ataque cardíaco;
  • Inatividade física: mulheres que são fisicamente inativas, ou seja, que não praticam atividades físicas regulares, têm um risco maior de infarto;
  • Tabagismo: fumar aumenta significativamente o risco de ataque cardíaco, além disso, a probabilidade é ainda maior para mulheres que usam pílulas anticoncepcionais e fumam;
  • Colesterol alto: níveis elevados de colesterol LDL (mau colesterol) e baixos níveis de colesterol HDL (bom colesterol) estão associados a uma tendência maior de infarto em mulheres;
  • Estresse: o estresse crônico também é um fator de risco associado ao ataque cardíaco.

É possível reverter muitos desses fatores de risco por meio de transformações no estilo de vida, como parar de fumar, fazer exercícios físicos regularmente, manter uma dieta saudável, controlar a pressão arterial e gerenciar o estresse.

Qual a importância de estar atenta aos sintomas?

Estar atenta aos sintomas do infarto é fundamental porque o tempo é um fator decisivo no tratamento dessa condição. Quanto mais cedo uma pessoa receber atendimento médico, as chances de sobrevivência são maiores, ao passo que a probabilidade de danos permanentes ao coração diminui.

Quais os sintomas de infarto em mulheres?

1. Fadiga incomum

A fadiga incomum pode ser descrita como um cansaço ou exaustão que não desaparece mesmo após o repouso ou o sono adequado. Ela pode ocorrer por semanas ou meses antes do infarto, mas também pode ser um sintoma que acontece durante o próprio evento. É muito comum em mulheres com diabetes.

2. Palpitações

As palpitações são descritas como uma sensação de batimento cardíaco rápido, forte ou irregular, que pode ser sentida no peito, na garganta ou no pescoço. Elas podem ocorrer como resultado de um aumento da atividade elétrica do coração durante um infarto.

3. Pele ardendo

Esse sintoma pode ser descrito como uma sensação de queimação, formigamento ou dormência na pele que pode ser sentida em qualquer parte do corpo. A sensação de pele ardendo pode ocorrer como resultado de um aumento da atividade elétrica do coração que acontece durante um infarto.

4. Falta de ar

A falta de ar pode ser um sintoma presente especialmente em mulheres idosas, parecido com uma sensação de aperto no peito, dificuldade para respirar ou sensação de sufocamento. Durante um infarto, este sintoma acontece porque o coração não está recebendo oxigênio suficiente devido à obstrução das artérias coronárias. Isso faz com que os pulmões trabalhem mais para tentar suprir o corpo com oxigênio, o que pode levar à falta de ar.

5. Enjoo e mal-estar

Devido a redução ou a interrupção do fluxo sanguíneo para o coração, uma sensação de náusea e enjoo pode ser sentida pela pessoa durante um ataque cardíaco.

6. Garganta com desconforto

O desconforto na garganta pode ser descrito como uma sensação de aperto, queimação, formigamento ou pressão na região garganta. Este sintoma ocorre porque os nervos do coração e da garganta são interligados, e a falta de oxigênio no coração pode causar uma sensação de desconforto na garganta.

7. Dores no corpo

As dores no corpo podem ser descritas como uma sensação de desconforto, dor ou rigidez nos músculos, articulações ou em todo o corpo. Isso pode ocorrer durante um infarto devido à liberação de substâncias inflamatórias no corpo em resposta à falta de oxigênio no coração, e que causam dores musculares e nas articulações.

Final do Candangão BRB 2024 acontece neste sábado na Arena BRB

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O BRB, pelo terceiro ano consecutivo, é patrocinador máster do campeonato além de ter apoiado diretamente sete times que participaram do torneio

Após quase três meses de disputa entre os maiores times do Distrito Federal, o Candangão BRB chega ao seu último jogo neste sábado (06), entre Capital e Ceilândia. O BRB, pelo terceiro ano consecutivo, é patrocinador máster do campeonato além de ter apoiado diretamente sete times que participaram do torneio, afirmando mais uma vez seu compromisso com o esporte local. Este ano a final acontece na Arena BRB Mané Garrincha, principal estádio do DF, e um dos maiores do Brasil.

“Pela nossa história junto ao esporte, seguimos firmes apoiando nosso principal campeonato, em diversas frentes. Foi uma ótima competição para os times e para a torcida, e diversão para as famílias do DF. A Arena BRB como palco é significativo para o que desejamos ao Candangão nos próximos anos: que se fortaleça e seja um dos principais campeonatos regionais do Brasil, valorizando nossa cidade e nosso futebol”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos, destacou o apoio do BRB na temporada: “Estamos presenciando um campeonato surpreendente, com uma final inédita. Os brasilienses amam e apoiam seus times daqui, e o Candangão só tende a crescer em visibilidade e engajamento nos próximos anos. O apoio do BRB tem sido essencial neste processo de reconhecimento nacional do futebol do DF”.

Nesta edição, os finalistas disputam o maior prêmio já oferecido no torneio, no total de R$ 1,5 milhão, sendo R$ 1 milhão para o time campeão, R$ 300 mil para o 2º colocado e R$ 200 mil para o 3º. Além dos prêmios, o patrocínio do Banco viabiliza o pagamento de parte das despesas da competição, conforme estipulado pela Federação de Futebol do Distrito Federal. De 2019 a 2024, o BRB investiu mais de R$ 9 milhões no torneio e nas equipes do Campeonato Candango.

Este será o segundo e último jogo da final do Candangão BRB 2024, que teve empate em 1×1 como resultado no jogo de ida.

Serviço

Campeonato Candangão BRB 2024
Final – Volta
Ceilândia x Capital
Estádio Arena BRB Mané Garrincha
A partir das 15h30

Projeto de lei quer endereçamento digital em rotas rurais do DF

De autoria da distrital Doutora Jane, a proposta visa inclusão dessa população, que vive em áreas mais afastadas dos centros urbanos

Tramita na Câmara Legislativa do Distrito Federal o projeto de lei 918/2024, que institui o Programa Rotas Rurais e Endereçamento Digital para localização de propriedades e estabelecimentos rurais do DF.

De autoria da distrital Doutora Jane (MDB), a proposta visa inclusão dessa população, que vive em áreas mais afastadas dos centros urbanos. O projeto também quer proporcionar a redução de custos operacionais, a otimização do transporte de produtos dos produtores e, consequentemente, o aumento da competitividade no mercado.

A deputada destaca ainda que a geolocalização promove, entre outras coisas, a facilitação do acesso a serviços públicos, integração de políticas públicas, conectividade e desenvolvimento econômico, segurança e resposta à emergências.

“Sabemos que as comunidades rurais desempenham um papel vital no desenvolvimento econômico e cultural, mas muitas enfrentam dificuldades no acesso a serviços públicos essenciais devido à falta de infraestrutura de endereçamento. A criação de um sistema digital de localização é crucial para superar essas barreiras e promover uma melhor qualidade de vida para os residentes rurais”, destaca a parlamentar.

O projeto já foi aprovado pela Comissão de Produção Rural e Abastecimento (CPRA) e segue para as comissões de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ).

Saúde cria grupo de planejamento e de supervisão contra a dengue

Profissionais serão responsáveis por avaliar indicadores epidemiológicos e áreas prioritárias para ações

A Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, instituiu um grupo de planejamento e uma equipe supervisora para ações de controle vetorial do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A ordem de serviço foi publicada na edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (3).

“O grupo irá se reunir semanalmente para avaliar os indicadores e, assim, eleger as áreas prioritárias nas quais as atividades deverão ocorrer. Eles farão ainda os mapas de atendimento da dengue”, explica a diretora de Vigilância Ambiental (Dival), Kênia Cristina de Oliveira.

“O grupo irá se reunir semanalmente para avaliar os indicadores e, assim, eleger as áreas prioritárias nas quais as atividades deverão ocorrer”

Kênia Cristina de Oliveira, diretora de Vigilância Ambiental

Entre as ações possíveis estão o bloqueio de transmissão e as nebulizações de inseticida pelo fumacê ou pelo ultra baixo volume (UBV), por meio de um equipamento motorizado portátil. O grupo será responsável por orientar e operacionalizar o controle vetorial nas áreas prioritárias, assim como monitorar, reavaliar e indicar as próximas ações nessas regiões.

Supervisão

O documento também estabelece uma equipe de supervisão das atividades de controle vetorial. Ela irá supervisionar as aplicações dos inseticidas, realizar os registros e elaborar os relatórios. Entre os parâmetros que serão observados estão o início da aplicação do inseticida, a velocidade da aplicação, o posicionamento do veículo na via e a adequação da liberação do inseticida.

“O grupo de supervisão avaliará se as atividades estão sendo feitas de acordo com o que foi estabelecido pelo Ministério da Saúde. Na utilização do fumacê, por exemplo, eles irão observar se está sendo aplicado nos locais indicados e de acordo com as normas”, detalha Oliveira.

Servidores federais de educação param em 360 unidades de ensino

O movimento paredista abrange tanto o quadro técnico-administrativo como docentes da rede federal em pelo menos 23 estados

O Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) informou que servidores federais de 360 unidades de ensino aderiram à greve deflagrada na quarta-feira (3).

O movimento paredista abrange tanto o quadro técnico-administrativo como docentes da rede federal em pelo menos 23 estados. Inicialmente, a expectativa do sindicato era adesão de 230 unidades de ensino. Há, entre as entidades que registraram adesões, instituições de ensino ligadas ao Ministério da Defesa. A lista completa foi divulgada no site do Sinasefe.

Reivindicações

Além de uma recomposição salarial que varia de 22,71% a 34,32%, dependendo da categoria, os servidores pedem também reestruturação das carreiras da área técnico-administrativa e de docentes; a revogação de “todas as normas que prejudicam a educação federal aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro”; bem como a recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.

Aprovada durante rodadas de assembleias realizadas desde o dia 18 de março, em 29 seções sindicais, a greve será nacional e por tempo indeterminado, conforme informa, no dia 28 de março, documento protocolado junto aos ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, da Defesa e da Educação, e ao Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

Fim de semana no DF tem de show sertanejo a stand up comedy

As atrações formam uma programação para todos os públicos; confira a agenda completa

A programação cultural do fim de semana no Distrito Federal tem atrações para todos os estilos. De shows de artistas renomados com entrada gratuita a mostras artísticas e apresentações de stand up comedy, o cardápio é variado. Confira, abaixo, a programação.

Da música clássica à eletrônica

Neste sábado (6), Planaltina recebe o Festival Mezona, uma apresentação de música eletrônica em que todos os artistas convidados tocam e criam juntos sem ensaio ou combinação. Além da união dos DJs, o festival terá 13 horas de atividades durante todo o dia, a partir das 9h30, no Complexo Cultural de Planaltina. A entrada é gratuita, com ingresso retirado neste link.

No domingo (7), a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) recebe a apresentação do Quarteto Buritis, uma união talentosa de professores da Escola de Música de Brasília e músicos da renomada Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. O show está marcado para as 11h da manhã.

Todas as formas de arte

A exposição Modos de Mergulho: Livre, Autônomo e Profundo, da artista Marina Saback, chega ao Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, no sábado. As obras combinam uma diversidade de técnicas, como óleo sobre tela e aquarelas, além de projetos em tecido, miçangas e acrílico. A mostra fica em cartaz até o dia 19, aberta para visitação de terça a domingo, das 10h às 22h.

A exposição ‘Modos de Mergulho: Livre, Autônomo e Profundo’, da artista Marina Saback, chega ao Espaço Cultural Renato Russo

Para quem gosta de stand up comedy, a apresentação de A Quase Dama e os Quase Vagabundos, do trio de artistas Elson Filho, Ana Ferreira e Davi Barros, promete uma noite repleta de risos, diversão e momentos inesquecíveis. A exibição única será nesta sexta-feira, às 20h, também no espaço cultural. Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla e custam R$ 15 a meia-entrada.

A Escola Cultural Capoeira Fio da Navalha inaugura, a partir de sábado, uma temporada de oficinas de formação para crianças e adolescentes no Riacho Fundo II. Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), as aulas serão ministradas na QN 16, conhecida como Vila dos Cegos, em um espaço já adaptado para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

As aulas de capoeira ocorrerão às quintas-feiras, a partir das 20h. Aos sábados, haverá aulas de balé (às 9h), de maculelê (às 10h) e de capoeira (às 11h). As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas presencialmente ou pelo telefone (61) 99820-4897, enquanto houver vagas.

No domingo, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) recebe a apresentação do Quarteto Buritis

No sábado e no domingo, a Praça da Bíblia – em Ceilândia – será palco da celebração dos dez anos do Festival Sarau-Vá, tradicional movimento cultural que reúne a poesia marginal com o hip-hop e a cultura popular.

A programação, inteiramente gratuita, começa às 16h, com dezenas de apresentações de artistas em mais de 15 horas de celebração. O festival é realizado com recursos do FAC. Veja aqui a programação completa.

Feira da Goiaba

A 9ª edição da Feira da Goiaba começa nesta sexta-feira, às 18h, na Associação Rural e Cultural de Alexandre de Gusmão (Arcag), em Brazlândia. Durante o fim de semana, shows de artistas famosos agitam a programação.

O evento celebra a época de colheita da fruta mais cultivada do Distrito Federal e ocorre em dois finais de semana, de 5 a 7 e de 12 a 14 deste mês. Às sextas-feiras, a programação vai das 18h às 22h. Aos sábados e domingos, começa às 10h e segue até as 22h. Depois desse horário, a festa continua com a apresentação de shows artísticos que vão até as 2h da manhã.

Nesta sexta, a apresentação é do cantor Jiraya Uai. No sábado, quem comanda a programação é o artista Evoney Fernandes. No domingo, a dupla sertaneja João Bosco & Vinícius assume o palco com sucessos como Chora me ligaAmiga linda e Ponto fraco. A entrada é gratuita.

Seduh apresenta sugestão de modelos para debate do Pdot

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As quatro categorias criadas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano foram detalhadas nesta quarta (3) para integrantes do CGP; ao todo, serão 62 encontros com a população, a partir de junho

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF) apresentou aos integrantes do Comitê de Gestão Participativa (CGP) quatro modelos de eventos públicos para serem realizados em todo o Distrito Federal na próxima fase da revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). Essa etapa de propostas oferece uma oportunidade para colher mais sugestões da sociedade no planejamento do DF para os próximos dez anos.

Os modelos foram detalhados em reunião, nesta quarta-feira (3), na sede da Seduh. Eles foram organizados da seguinte forma: por regiões administrativas (RAs), por unidades de planejamento territorial (UPTs) – que representam grupos de RAs –, por eixos temáticos do Pdot e por macrotemas do Plano Diretor. Ao todo, são planejados 62 encontros com a população, a partir de junho. Confira a divisão a partir de cada modelo:

→ 35 reuniões nas regiões administrativas;
→ 7 reuniões nas UPTs;
→ 16 reuniões por eixos temáticos;
→ 4 reuniões por macrotemas.

“A ideia foi apresentar nossa sugestão para os eventos do Pdot e abrir para discussão com o CGP”, informou a subsecretária de Políticas e Planejamento Urbano da Seduh, Juliana Coelho. “As contribuições de vocês sempre serão analisadas para a metodologia de participação, que engloba esses quatro modelos de eventos sugeridos, que ainda não estão fechados.”

Modelos

Nas reuniões por região administrativa, o objetivo é apresentar à população o diagnóstico do Pdot feito pela Seduh-DF a partir das 55 oficinas participativas realizadas pela pasta em 2023, mostrando o que avançou no processo. Para isso, é estudada a possibilidade de montar estruturas itinerantes em locais de grande fluxo de pessoas, que ficarão disponíveis ao longo do dia em cada RA.

“Resolvemos mudar a ordem: ao invés de levar as pessoas ao evento, vamos levar o evento às pessoas”, comentou o diretor de Planejamento e Sustentabilidade Urbana da Seduh, Antônio Martins. “A ideia é montar uma estrutura física com disposição cíclica, como tendas, ou mesmo tentar parcerias para ter vans, carretas ou outro elemento que conseguirmos.”

Já as reuniões públicas por UPTs terão dinâmicas semelhantes às oficinas participativas do ano passado. Elas serão feitas sempre aos sábados, em espaços previamente escolhidos para receber a população. Os participantes serão divididos em salas para discutir soluções possíveis para a unidade territorial onde se localizam, construindo propostas a partir das problemáticas.

“Esse trabalho de simplificar a informação vai trazer mais qualidade e possibilidade das pessoas contribuírem de forma mais efetiva e alinhada com os objetivos do Pdot”

João Carlos Lopes, integrante do CGP

Com relação aos eixos temáticos, serão feitas duas reuniões para cada um dos oito eixos do Pdot: Participação social e governança, Desenvolvimento econômico sustentável e centralidades, Gestão de valorização social da terra, Habitação e regularização fundiária, Ruralidades, Meio ambiente e infraestrutura, Mobilidade e Território resiliente. O objetivo é construir propostas a partir das contribuições apontadas nas reuniões por RA e UPT.

Por fim, as reuniões por macrotemas pretendem aprimorar essas propostas, focando quatro assuntos globais do Plano Diretor: organização do território (zoneamento), diretrizes gerais do Pdot, instrumentos e gestão de planejamento. Os eventos serão realizados aos sábados, em espaços previamente determinados, dividindo a população em grupos menores e reunindo todos ao final para apresentar as soluções construídas coletivamente.

Simplificação

A equipe técnica da Seduh informou que todas as considerações e sugestões apresentadas pelo CGP para os modelos de eventos públicos serão analisadas e discutidas junto à pasta.

O próximo encontro do comitê será em reunião extraordinária no dia 17, às 19h, para continuar as discussões sobre os modelos de reuniões públicas.

Custo da cesta básica aumenta em 10 capitais brasileiras em março

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Pesquisa do Dieese revela variações nos preços dos alimentos básicos em diferentes regiões do país

Da Redação

Em março, o custo da cesta básica aumentou em 10 das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo.

As maiores elevações foram registradas no Recife (5,81%), Fortaleza (5,66%), Natal (4,49%) e Aracaju (3,90%). Por outro lado, as reduções mais expressivas foram observadas no Rio de Janeiro (-2,47%), Porto Alegre (-2,43%), Campo Grande (-2,43%) e Belo Horizonte (-2,06%).

Em relação aos custos das cestas básicas, São Paulo lidera com uma média de R$ 813,26, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 812,25), Florianópolis (R$ 791,21) e Porto Alegre (R$ 777,43). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram anotados em Aracaju (R$ 555,22), João Pessoa (R$ 583,23) e Recife (R$ 592,19).

Considerando a determinação constitucional de que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com diversos itens, incluindo alimentação, moradia, saúde e educação, o Dieese estima que o salário mínimo ideal em março deveria ser de R$ 6.832,20, cerca de 4,84 vezes superior ao salário mínimo atual de R$ 1.412,00.

A Importância da Constituição: Legislativo representa a totalidade da nação

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Ives Gandra da Silva Martins

Hoje temos uma Constituição que, apesar de extremamente prolixa e repleta de disposições que não possuem densidade constitucional, talvez seja a Constituição que mais incorporou aspectos fundamentais, haja vista a valorização dos direitos individuais, coletivos, dos cidadãos, políticos, de cidadania, sociais, além da harmonia e independência entre os Poderes.

Quando foi convocada a Constituinte, nós tínhamos um regime no qual o Poder Executivo era predominante e governava por decretos-leis − que não podiam sequer ser modificados no Congresso, o qual poderia aprovar ou rejeitar, mas não apresentar emendas −, e um Poder Judiciário sendo que não havia nenhuma possibilidade de qualquer instituição apresentar as Ações Diretas de Inconstitucionalidade, já que o Procurador-Geral da República era o único que tinha legitimidade ativa para tanto.

Com isso, havia propostas de inconstitucionalidade de leis estaduais, mas jamais de leis federais, porque quem podia propor era o próprio advogado de quem fazia as leis, isto é, do presidente da República, que governava por decretos-leis.

Com o advento da Constituinte, participei de diversas audiências públicas, e constantemente mantive contatos com Bernardo Cabral e Ulisses Guimarães, respectivamente relator e presidente da Constituinte. O deputado Ulisses Guimarães assistiu palestra minha sobre o parlamentarismo, sendo que o projeto da Constituição foi parlamentarista até a Comissão de Sistematização. Procuraram, os Constituintes, garantir os direitos individuais e, ao mesmo tempo, que os Poderes fossem harmônicos e independentes.

Colocaram, logo no artigo primeiro, que quem era soberano em uma democracia real era o povo. Quem poderia dizer o que é ou não democracia era o povo, através de seus representantes, eleitos por eleição, não indicados − houve um período em que senadores eram indicados pelo presidente da República −, e o artigo primeiro declara, através dos seus representantes, o povo é o soberano, é o que pode, efetivamente, definir a democracia no país.

Por essa razão, é que, no Título IV da Constituição, o primeiro Poder que aparece é o Legislativo, por uma única razão: é o único Poder dos três que tem a representação da totalidade da nação, onde encontramos a situação e a oposição. A maior representação é, portanto, daqueles que elaboram as leis, manifestando a vontade do povo (artigo 44 a 69).

O segundo Poder, previsto nos artigos 76 a 91, é o Executivo, que representa a maioria do povo (salvo quando há 2º turno, caso em que muitos votam por exclusão, porque no 1º turno tinham um candidato próprio).

O terceiro Poder não é representativo do povo nem por ele eleito, sendo, pois, um poder técnico, que representa a lei, já que as pessoas que o integram possuem conhecimento para garantir o Direito. O Poder Judiciário não seria nada se não tivesse duas instituições fundamentais: o Ministério Público e a Advocacia, que formam o tripé fundamental.

Por essa razão, é um poder técnico, que não elabora a lei, nem pode fazê-lo, segundo a Constituição, pois a ele cabe a garantia da lei e da Constituição, com a colaboração da Advocacia e do Ministério Público.

Assim, as três Instituições são importantes. Recentemente, em conversa com o ex-presidente Michel Temer (que também foi professor de Direito Constitucional) falamos sobre a relevância do fato dele ter inserido na Constituição, como Constituinte, o artigo 133, que prevê a inviolabilidade do advogado no exercício das suas funções.

Ora, esse equilíbrio dos três Poderes com funções exaustivamente definidas na Constituição é que justifica o artigo segundo. Se o primeiro diz que o povo é soberano, e manifesta-se, através dos seus Poderes representativos, Executivo e Legislativo, o poder técnico que abrange o Poder Judiciário (92 a 126), o Ministério Público (127 a 131) e a Advocacia (133 a 135), é um poder que tem que viver em harmonia e independência com os outros.

Isso foi o que os Constituintes desejaram, tanto que para preservar essa independência e harmonia, atribuíram ao Legislativo, onde encontramos situação e oposição, o artigo 49, inciso XI, a seguinte disposição: zelar− a expressão é zelar − pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes. Trata-se, pois, do sistema de freios e contrapesos, que é típico do direito Americano.

O poder técnico (Poder Judiciário) só pode atuar como legislador negativo, vale dizer, pode declarar que uma lei é inconstitucional, mas não pode jamais legislar no lugar do Legislativo. É o que está no artigo 49, inciso XI, no sentido de que a quem cabe zelar pela sua competência é o próprio poder, não podendo delegá-la.

Creio, pois, que como juristas, temos que conhecer a espinha dorsal (harmonia e independência entre os Poderes) da Constituição, não obstante sua adiposidade.

Certa vez em um debate na Folha de S. Paulo com o Celso Antônio Bandeira de Mello, Nelson Jobim e Bernardo Cabral, defendi essa posição e os três concordaram inteiramente comigo.

Mais do que isso, o relator da Constituição, Bernardo Cabral, que atualmente preside o Conselho de Notáveis da Federação do Comércio, dizia que era a posição dele também. Ele que foi eleito pela Constituinte para ser o relator, chegando a receber 2.500 artigos, propostas que teve de conciliar e que ele compactou em 245.

Por essa razão, digo o que está escrito na Constituição o que muitos, até mesmo na Suprema Corte, não perceberam ainda ou, se perceberam, não quiseram aceitar.

Os relatores, participantes, políticos e professores que acompanharam o processo constituinte são testemunhas de que durante três meses, os Constituintes não discutiram nada, pois convocaram especialistas para, em audiências públicas, exporem a sua opinião sobre a Constituição.

Eu mesmo fui a duas audiências públicas e depois continuei a dar as minhas opiniões com Delfim Neto, Dornelles, Bernardo Cabral e Ulisses, cada vez que me mandavam um texto. Digo isso para mostrar a preocupação que os Constituintes tiveram em ouvir especialistas, antes de escreverem o texto definitivo.

Por isso é fundamental que todos percebam que, de rigor, o Texto Maior e o que nele está escrito é o estatuto que um povo escolhe para si, ou seja, para saber como vai organizar sua vida, sendo imprescindível dar-se importância à supremacia da Constituição.

Ives Gandra da Silva Martins é Professor Emérito das Universidades Mackenzie, UNIP, UNIFIEO,UNIFMU, do CIEE/O ESTADO DE SÃO PAULO, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército – ECEME, Superior de Guerra – ESG e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs-Paraná e RS, e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal); Presidente do Conselho Superior de Direito da FECOMERCIO &nda sh; SP; ex-Presidente da Academia Paulista de Letras-APL e do Instituto dos Advogados de São Paulo-IASP.