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Programação para pets, shows e teatro são as opções no fim de semana

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Equipamentos públicos do DF estão com diversas atividades culturais para divertir toda a família entre sexta (28) e domingo (30)

O final de semana chegou, e o brasiliense está com várias opções de cultura e lazer para se divertir entre esta sexta-feira (28) e domingo (30). De programação para pets a cinema, peças teatrais e shows de rock, a agenda promete divertir toda a família.

O Manias Festival e Feira Pet Friendly, no TaguaParque, terá palestras sobre cuidados e comportamentos com os bichinhos e uma oportunidade de adoção para quem tiver interesse em acolher algum pet | Foto: Divulgação/Manias Festival

Para os amantes de animais de estimação, a dica é participar das atividades especiais no Taguaparque. O evento, que ocorre desta sexta a domingo, promete uma programação diversificada e educativa para toda a família. No local, haverá o Manias Festival, com palestras sobre cuidados e comportamentos com os pets e uma feira de adoção para quem tiver interesse em acolher algum bichinho. Também há opções para crianças, com apresentações teatrais do Grupo Néia e Nando e da Cia. Fábula. A programação completa está disponível nas redes sociais do evento.

Ceilândia receberá, no domingo, diversos shows de rock na Praça Ferrock. As bandas Barbarella B, Baratas de Chernobyl, Terno Elétrico e Os Maltrapilhos vão se apresentar de graça em evento que faz parte do calendário do Centro Cultural Ferrock | Foto: Divulgação/Terno Elétrico

Para quem tem interesse em uma opção mais agitada, Ceilândia receberá, no domingo, diversos shows de rock na Praça Ferrock. As bandas Barbarella B, Baratas de Chernobyl, Terno Elétrico e Os Maltrapilhos vão se apresentar de graça em evento que faz parte do calendário do Centro Cultural Ferrock. A programação se inicia às 10h e segue ao longo do dia. As apresentações musicais estão previstas para começar às 16h.

As apresentações do Projeto Caco de Cuia – Circuito Candango serão no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 10 do Gama e prometem integrar artistas do forró, da música negra, do mamulengo, da xilogravura e da poesia matuta | Foto: Divulgação/Caco de Cuia

Nesta sexta-feira, a partir das 19h30, o Projeto Caco de Cuia – Circuito Candango vai promover shows gratuitos para celebrar a ancestralidade africana e nordestina presentes no DF. As apresentações serão no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 10 do Gama e prometem integrar artistas do forró, da música negra, do mamulengo, da xilogravura e da poesia matuta. A entrada é franca, com acessibilidade em Libras e audiodescrição.

Entre os filmes programados para o Cine Brasília em homenagem ao Mês do Orgulho LGBTQIAP+ está a estreia do longa 13 Sentimentos, além de Tudo o Que Você Podia Ser e Moventes | Foto: Divulgação/13 Sentimentos

No Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, o brasiliense poderá conferir a primeira exposição individual de Odrus, palavra “surdo” invertido, que marca a identidade do artista Rafael Santos. ‌A mostra conta com 20 obras e explora a jornada pessoal e artística do grafiteiro. Criada para integrar a programação do projeto Trilha da Inclusão, a exposição, disponível até 7 de julho, conta com recursos tecnológicos inéditos de audiodescrição em todas as obras. A entrada é gratuita.

Em homenagem ao Mês do Orgulho LGBTQIAP+, a gestão compartilhada do Cine Brasília recheou a programação até 3 de julho com obras audiovisuais que prometem tocar os corações dos brasilienses, além das sessões infantil e acessível. Entre os filmes programados dentro da temática, está a estreia do longa 13 Sentimentos, além dos filmes Tudo o Que Você Podia Ser e Moventes. A primeira sessão acessível da nova etapa da gestão compartilhada exibe Meu Sangue Ferve por Você, com entrada gratuita.

Rede de apoio garante direitos e acolhimento LGBTQIAP+

DF é considerado uma das regiões mais avançadas do país no que diz respeito aos direitos da comunidade; governo tem buscado garantir direitos básicos e promover inclusão da população

O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAP+, celebrado mundialmente nesta sexta-feira (28), não apenas relembra um marco histórico na luta pelos direitos e pela igualdade, mas também destaca o compromisso das autoridades e da sociedade civil na promoção de políticas públicas inclusivas e no combate à discriminação.

O Distrito Federal tem se destacado nas últimas décadas como uma das regiões mais avançadas do país no que diz respeito aos direitos da comunidade LGBTQIAP+. Com uma série de políticas públicas voltadas para este público, o GDF tem buscado não só garantir direitos básicos, mas também promover a inclusão e o respeito dessa população.

A comunidade LGBTQIAP+ encontra atendimento para cuidar da saúde física e mental em projetos do GDF | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília

O DF conta com diversas frentes para atender esse público. Uma delas é o Ambulatório Trans – o primeiro da capital a ter sido credenciado no Sistema Único de Saúde (SUS). No local estão disponíveis serviços médicos que vão desde a saúde física até a saúde mental do usuário, como endocrinologia, enfermagem, ginecologia, psicologia, medicina de família, psiquiatria e terapia ocupacional.

A iniciativa é uma verdadeira rede de apoio à pessoa que busca a própria identidade de gênero. O espaço mudou a vida de Ruth dos Santos, 29 anos, uma trans que frequenta o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) há um ano. Nesta semana, ela foi ao espaço para uma consulta psiquiátrica.

Ruth dos Santos conta que a vida dela mudou quando começou a ser atendida no Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) há um ano

“Eu comecei a ser atendida aqui faz quase um ano. É muito recente para mim, mas eu estou gostando muito. Mudou minha vida no sentido de que a gente se sente mais acolhida; a gente se sente mais pertencente. Eu não esperava que o GDF tivesse esse espaço. Quando eu soube, fiquei muito feliz”, relata Ruth.

O ambulatório visa capacitar e sensibilizar os profissionais de saúde para lidar, de forma humanizada, com transexuais e travestis. Atualmente na coordenação do espaço, Sidneia Vasconcelos explica que o atendimento aos usuários é contínuo.

A ideia é justamente ter uma equipe de profissionais qualificados para facilitar essa aproximação com pessoas LGBTQIAP+ que estão em condição de risco social, garantindo o acesso a direitos sociais e à rede de proteção.

Sidneia Vasconcelos: “Existe uma porta de entrada, mas não existe uma porta de saída para um processo de transição, porque é um processo para a vida toda”

“Existe uma porta de entrada, mas não existe uma porta de saída para um processo de transição, porque é um processo para a vida toda. Até por isso as equipes precisam estar especializadas. E a gente caminha junto. O nosso serviço é de acolhimento, cuidado e promoção à saúde desse usuário de forma continuada”, ressalta Sidneia.

O espaço também acolhe Maria Luiza da Silva, 63, primeira mulher trans do país a ter ingressado nas Forças Armadas. Usuária do ambulatório, ela conta que o diferencial do atendimento está na especialização dos médicos para lidar com a realidade da comunidade trans.

“A gente tem muitos acompanhamentos aqui e que são muito necessários e úteis para a comunidade. Tem uma série de especialidades, e os médicos têm muito carinho pela gente. É um atendimento especializado, com pessoas preparadas para lidar com a nossa realidade”, enfatiza a militar aposentada.

Maria Luiza da Silva destaca a qualidade técnica do quadro de especialistas do Ambulatório Trans

Atualmente, o Ambulatório Trans atende entre 350 e 400 pessoas por mês. Para ter acesso aos serviços, as pessoas interessadas podem se dirigir à unidade de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 19h. Serão atendidos no ambulatório os usuários encaminhados pelas unidades básicas de saúde (UBSs), pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) da Diversidade e por busca espontânea.

Auxílio social

Outro ponto de destaque no acolhimento do GDF à comunidade LGBTQIAP+ é a política oferecida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) por meio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) da Diversidade. A unidade atende especificamente pessoas em situação de violação de direitos em razão de orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade.

O espaço, que recebe entre 100 e 150 usuários por mês, disponibiliza apoio psicossocial, jurídico e social, auxiliando na superação de violências, discriminação e violações de direitos, visando garantir o acesso a direitos fundamentais e a inclusão social dessa população.

Grazielle da Silva Blanco: “A ação aqui vai nesse sentido, de humanidade, que trabalha com essa questão da prevenção às situações de violência, negligência ou algum tipo de vivência de violência ou violação de direitos”

Além disso, o local também auxilia para agilizar a retificação na Certidão de Nascimento do nome e gênero de pessoas trans. Recentemente, a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) lançou uma cartilha com uma série de orientações às pessoas trans sobre o processo de retificação de nome e gênero.

Segundo a coordenadora do Creas Diversidade, Grazielle da Silva Blanco, atualmente, a maior demanda é por atendimentos ao público LGBTQIAP+. “São demandas relacionadas a algum tipo de situação que eles vivenciaram, então são demandas relacionadas a justiça, saúde, vulnerabilidade socioeconômica. A ação feita aqui vai nesse sentido, de humanidade, que trabalha com essa questão da prevenção às situações de violência, negligência ou algum tipo de vivência de violência ou violação de direitos”, detalha.

Por dois anos, Rubi Martins, uma mulher trans de 36 anos, foi atendida no Creas. Ela conta que o acolhimento feito no espaço foi essencial. A partir do atendimento, ela se integrou aos movimentos sociais, e sua vida deu uma “guinada”, conta.

A vida de Rubi Martins deu uma guinada após atendimento no Creas Diversidade

“Eu sempre falo para as pessoas que é preciso aproveitar as oportunidades que a vida proporciona. O serviço do Creas está aí e é feito com o maior carinho. A gente, por outro lado, também precisa fazer a nossa parte. A gente tem que querer, porque não é fácil. A gente cresce aqui para estender e apontar caminho para os outros”, destaca.

Qualificação profissional

Quando o assunto é qualificação profissional, a comunidade LGBTQIAP+ também tem a oportunidade de se candidatar a vagas gratuitas para cursos do programa RenovaDF. O objetivo é aprimorar o conhecimento de trabalhadores como carpinteiros, jardineiros, eletricistas, encanadores, serralheiros e pedreiros.

Hellen Gabrielle Cunha, 31, é aluna do RenovaDF. Ela lembra que, por muito tempo, viu espaço em ambientes profissionais por ser uma mulher trans. “Vim representar a mim mesma, sair das margens e arrumar um emprego, quebrar barreiras e mostrar para a sociedade que a gente pode ocupar vagas de emprego também. Temos que sair e colocar a cara a tapa para que deixem de ter uma visão equivocada de nós”, relata.

“Eu me sinto muito feliz porque é bom demais sair da margem de situação de rua e o RenovaDF vem transformando essa realidade”

Fernanda Gaspar, aluna do RenovaDF

“É muito importante o apoio do GDF para nós. Eu me sinto muito feliz porque é bom demais sair da margem de situação de rua, e o RenovaDF vem transformando essa realidade”, complementa Fernanda Gaspar, 49, também aluna do programa.

Os cursos do projeto têm duração de 240 horas, divididas em três etapas de 80 horas, com quatro horas diárias de atividades. Os alunos recebem auxílio pecuniário equivalente a um salário mínimo após a conclusão de cada 80 horas, auxílio-transporte, seguro contra acidentes pessoais e certificado.

Além do programa de qualificação profissional, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), está promovendo o projeto Empreendedor LGBT, criado para apoiar e dar visibilidade a empreendedores ligados à causa LGBTQIAP+, até 10 de julho. De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, quem passa pelo local pode conferir os trabalhos e os produtos expostos nas passagens subterrâneas da Galeria dos Estados que conectam o Setor Comercial Sul (SCS) ao Setor Bancário Sul (SBS).

Coluna do Fluminense | Derrota de Marcão e JK

Por Raimundo Ribeiro

Após a saída de Diniz e a entrada de Marcão como interino, o Fluminense voltou a campo para enfrentar o Vitória.

No primeiro tempo era possível verificar algumas mudanças, principalmente de posicionamento, com o time ocupando mais a intermediária ofensiva, além de não se ver mais atrasos de bola para Fábio.

Muita transpiração e nenhuma inspiração, mas ainda assim Keno e Cano tiveram 2 oportunidades.

Voltamos para o segundo tempo com Alexsander no lugar de Gabriel Pires.

Depois de permitir 2 bons ataques do Vitória pelo lado esquerdo da nossa defesa, o Fluminense passou a imprensar o adversário fazendo marcação alta.

O “narrador” Gustavo Vilani insiste em mentir para o telespectador, tentando distorcer o que se vê nas imagens.

Depois de 20 minutos, talvez por cansaço a transição da defesa para o ataque fica muito lenta e com isso o adversário leva perigo.

Aos 32 saem Martinelli e Ganso, entrando Renato Augusto e JK, substituições erradas, pois a saída de Martinelli desguarnece o sistema defensivo, e a entrada de Renato Augusto não acrescenta nada.

Além disso, a entrada de JK só atrapalha as jogadas ofensivas, pois ele perde todas as bolas proporcionando contra ataques ao adversário.

Aos 40 minutos, entram Douglas Costa e Diogo Barbosa, saindo Marcelo e Keno.

Aos 44 minutos, JK perde uma bola no ataque (3a. seguida), o Vitória se aproveita e faz 1×0, tendo atravessado todo o campo sem que ninguém fizesse uma falta para parar o jogador adversário.

As substituições de Marcão foram totalmente equivocadas, desguarnecendo todo o sistema defensivo.

Esta derrota é de JK pela displicência e de Marcão pelas substituições erradas.

Domingo às 16 horas visitaremos o Grêmio, noutro jogo que não pode perder.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

TCU aponta irregularidades em megalicitação da Secom do Governo Lula

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Parecer preliminar indica vazamento antecipado de resultados em licitação para assessoria em comunicação e gestão de redes sociais, sugerindo possível direcionamento do processo

Da Redação

Nesta quinta-feira (27), o site Antagonista publicou uma reportagem assinada pelo jornalista Wilson Lima, revelando que a área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de irregularidades na megalicitação de R$ 197 milhões realizada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula para contratação de empresas de assessoria em comunicação e gestão de redes sociais.

De acordo com o parecer preliminar obtido com exclusividade por O Antagonista, os auditores do TCU encontraram elementos que sugerem um possível vazamento antecipado do certame, o que levanta a hipótese de direcionamento do processo licitatório. A investigação chegou ao TCU através de representações feitas por parlamentares do Novo e integrantes da oposição, como Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Gustavo Gayer (PL-MG). O caso está sendo analisado pelo ministro Aroldo Cedraz.

O Antagonista havia antecipado o resultado da megalicitação em 23 de abril, um dia antes da realização do certame, por meio de uma mensagem cifrada no X (antigo Twitter). As quatro primeiras colocadas – Moringa, BR Mais Comunicação, Área Comunicação e Usina Digital – foram exatamente as empresas mencionadas na mensagem. Após a divulgação dos resultados, a Moringa e a Área Digital foram desqualificadas por falhas documentais.

A Lei 12.232/2010, que regula as normas para licitações de serviços de publicidade pela administração pública, estipula que a abertura dos envelopes com as propostas deve ocorrer apenas no dia da licitação. No entanto, com o vazamento das informações sobre os vencedores um dia antes, os técnicos do TCU argumentam que houve uma violação do sigilo das propostas, caracterizando uma possível fraude e direcionamento dos vencedores.

Os auditores do TCU classificaram a ação da Secom como uma “irregularidade grave”, ressaltando que a antecipação do resultado comprometeu a integridade do processo licitatório. Eles recomendaram a realização de oitivas com integrantes da Secom para esclarecer as razões do vazamento e sugeriram diligências para obter mais documentos, além de alertarem sobre a possibilidade de conceder uma medida cautelar para suspender a concorrência, que ainda não foi homologada.

A Secom, em resposta a questionamentos da Câmara, negou qualquer influência política no processo e minimizou os indícios de irregularidades, alegando que a divulgação antecipada não passou de um ‘palpite’. A investigação do TCU continua em andamento para determinar as responsabilidades e tomar as medidas cabíveis.

Atualização dos contracheques de aposentados e pensionistas

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Por Luciana Gouvêa

Os aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro enfrentam um desafio contínuo para garantir a correção e atualização de seus contracheques. Enquanto o país figura entre os que mais gastam com servidores públicos, muitos beneficiários sofrem com defasagens nos valores recebidos, impactando diretamente suas famílias. A má administração do dinheiro público resulta em processos judiciais longos e custosos, onde o direito conquistado muitas vezes é entregue em precatório, deixando os beneficiários à mercê de uma espera incerta.

Analisando o que acontece nos contracheques vemos, por exemplo, que o teto das pensões e aposentadorias do Judiciário, vinculado ao subsídio dos Ministros do STF, foi alterado seis vezes nos últimos dez anos (2013-2023), mas o Rioprevidência deixa de corrigir os benefícios automaticamente, realizando ajustes apenas quando solicitado administrativamente, sem devolver os valores que deixaram de ser pagos ao longo dos anos.

Recentemente, em fevereiro de 2024, ocorreu um aumento de 6% no teto dos Ministros do STF, o que deveria refletir imediatamente nos benefícios daqueles com abate-teto no contracheque, entretanto, esse acréscimo acaba sendo negligenciado no recálculo dos benefícios dos aposentados e pensionistas, fazendo com que muitos beneficiários recebam menos do que o devido.

A revisão das pensões também apresenta desafios, exigindo documentos específicos, fazendo aposentados e pensionistas enfrentarem burocracias que prolongam o processo de correção das pensões, que devem ser reajustadas por paridade conforme a remuneração dos servidores ativos do Estado do Rio de Janeiro apresenta mais obstáculos.

Para determinar o valor correto dos benefícios, é necessário que o pensionista ou aposentado tenha em mãos documentos como o Documento de Atualização de Pensão (DAP) e a declaração “Se Vivo Fosse”. O DAP deve detalhar o tempo de serviço do servidor falecido e o valor que corresponderia à pensão, incluindo todas as parcelas remuneratórias pertinentes. Contudo, o governo estadual muitas vezes não responde prontamente aos pedidos de documentos, resultando em atrasos significativos na obtenção dos valores corretos, dificultando a análise dos contracheques.

Esses atrasos acabam por forçar os beneficiários a buscar seus direitos através do sistema judicial, enfrentando custos elevados e a morosidade característica. Assim, é essencial que os aposentados e pensionistas estejam atentos aos desafios apresentados na atualização de seus contracheques, tomando medidas proativas, buscando fazer análise do contracheque que recebem para garantir, anualmente, a correição dos benefícios devidos.

Análise | Ibaneis propõe “dobradinha” com Michelle para o Senado em 2026

Governador Ibaneis Rocha sugere uma aliança estratégica com Michelle Bolsonaro para conquistar as duas vagas do Senado disponíveis nas eleições de 2026

Em uma revelação que pode redefinir o cenário político do Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha (MDB), um dos mais bem avaliados do país, expressou em entrevista recente sua intenção de formar uma “dobradinha” com Michelle Bolsonaro (PL) nas eleições para o Senado em 2026.

Durante conversas com as rádios JK FM e Mix FM, Ibaneis delineou seus planos, destacando a complementaridade entre os perfis eleitorais dele e de Michelle, que poderia maximizar as chances de sucesso na disputa pelas duas vagas disponíveis para a Casa Alta do Congresso Nacional.

Ibaneis Rocha, que já confirmou seu interesse em candidatar-se ao Senado nas próximas eleições, considera que a união entre seu histórico de governança no Distrito Federal e o apelo ideológico de Michelle Bolsonaro poderia formar uma aliança robusta.

“Acho que seria uma junção muito boa para o Distrito Federal. Sairíamos [na disputa pelo Senado] Michelle e eu. Teríamos condições de fazer as duas vagas”, afirmou o governador, sublinhando o potencial de uma campanha conjunta para atingir um amplo espectro do eleitorado.

Além disso, o governador mencionou que a vice-governadora Celina Leão (PP), de sua estrita confiança, assumiria o governo em 2026 e poderia ser a candidata à reeleição na chapa que incluiria ele e Michelle. Esta estratégia sugere uma orquestração cuidadosa para manter a continuidade administrativa e política, ao mesmo tempo em que se introduz novas figuras no cenário eleitoral do Distrito Federal.

A proposta de Ibaneis reflete uma tendência crescente na política brasileira de formar alianças entre figuras de distintas bases eleitorais para fortalecer as chances de sucesso em eleições majoritárias. A possível candidatura conjunta de Ibaneis e Michelle ao Senado promete ser um dos focos de atenção nas próximas eleições, dada a influência de ambos no espectro político nacional e suas capacidades de mobilizar diferentes segmentos do eleitorado.

Primeira festa junina do Zoológico terá quadrilha e comidas típicas

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Evento será nos dias 5, 6 e 7 de julho, em área que garante o bem-estar dos animais

Entre 5 e 7 de julho, das 10h às 16h, a Fundação Jardim Zoológico de Brasília realizará o primeiro arraiá do local, uma celebração com diversão, comidas típicas e apresentação de quadrilha em um ambiente privilegiado, garantindo o conforto dos animais residentes.

A festa será realizada de modo que o bem-estar dos animais seja mantido | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Durante o evento, os visitantes poderão experimentar uma variedade de pratos típicos e assistir a apresentações teatrais. “Estamos muito felizes em anunciar a primeira festa julina do Zoo. É uma oportunidade única para unir a tradição das festas juninas com a magia da vida selvagem. Estamos muito animados em proporcionar essa experiência inesquecível para nossos visitantes, promovendo cultura, diversão e conscientização ambiental em um só evento”, comenta o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto.

Bem-estar animal

“É uma oportunidade única para unir a tradição das festas juninas com a magia da vida selvagem”

Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico

Para assegurar o bem-estar dos animais, todas as atividades da festa serão realizadas em uma área separada, distante dos recintos dos animais. Isso garante segurança e conforto tanto aos visitantes quanto aos residentes do Zoo.

Durante os três dias, a fundação também oferecerá ao público a oportunidade de ver de perto enriquecimentos ambientais com temáticas inspiradas na tradição junina. Essas iniciativas visam estimular os instintos naturais dos animais, enquanto educam e informam o público presente.

Inscrição para processo seletivo de estagiários do GDF vai até domingo

São 4.132 oportunidades para nível médio, técnico e superior em diversas áreas

As inscrições para o processo seletivo de estágio do Governo do Distrito Federal (GDF) terminam no próximo domingo (30). O programa tem 4.132 vagas e é destinado a estudantes de nível médio regular, nível médio técnico, educação de jovens e adultos (EJA) e nível superior em diversas áreas.

“O prazo chegou a ser prorrogado para ampliar a oportunidade daqueles estudantes que ainda não tiveram a chance de participar e agora é a data final”, explica o secretário-executivo de Contratos da Secretaria de Economia, Daniel Riehl. “É preciso esclarecer que o estágio é para nível médio e superior em várias áreas, e o estudante pode ser designado para vários órgãos do GDF”, acrescenta.

A seleção é realizada em parceria com a Universidade Patativa e os interessados devem fazer a inscrição no site universidadepatativa.com.br até as 23h59 de domingo (30).

O Programa de Estágio da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) tem o propósito de preparar estudantes para o mercado de trabalho. A ideia é oferecer uma experiência prática em diversas áreas, além de contribuir para a formação de força de trabalho qualificada.

Além de promover o crescimento profissional, o programa estimula o desenvolvimento pessoal dos estagiários, preparando-os para desafios futuros. Ao investir nesses talentos, o governo constrói um futuro mais promissor para a economia e a sociedade do Distrito Federal.

Palpitações: como diferenciar entre problemas do coração e ansiedade? Médica explica

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Mais de 20 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de arritmia cardíaca. Todos os anos, a doença causa mais de 320 mil mortes súbitas no país

Apesar de compartilharem sintomas semelhantes, como palpitações e sensação de desconforto no peito, arritmias cardíacas e doenças emocionais como ansiedade e estresse são condições distintas que requerem abordagens diferentes para diagnóstico e tratamento.

“Arritmias cardíacas ocorrem quando há um problema nos sinais elétricos que regulam os batimentos do coração, resultando em ritmos irregulares”, explica a cardiologista especialista em eletrofisiologia Julianny Freitas Rafael. De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac), esse descompasso afeta mais de 20 milhões de pessoas no Brasil, gerando mais de 320 mil mortes súbitas por ano.

Por outro lado, ansiedade e estresse são respostas emocionais a situações desafiadoras e podem provocar sintomas físicos semelhantes. Segundo o Ministério da Saúde, os transtornos de ansiedade afetam 9,3% da população brasileira, e o estresse é uma condição comum no mundo moderno. A pesquisa Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (Covitel) de 2023 revelou que 26,8% dos brasileiros relatam sofrer com ansiedade, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o Brasil como o país com maior prevalência do problema.

“A sensação de palpitações e batimentos acelerados pode ocorrer tanto em arritmias quanto em crises de ansiedade, o que pode confundir os pacientes”, explica a médica Julianny Freitas Rafael. “É fundamental que os indivíduos procurem orientação médica para um diagnóstico preciso.”

Identificação dos sintomas

A médica arritmologista destaca alguns diferenciais importantes:

– Arritmias cardíacas: são detectadas por exames específicos como eletrocardiograma (ECG) e monitoramento Holter, que registram a atividade elétrica do coração.

– Ansiedade e Estresse: são diagnosticados principalmente através de avaliação clínica e psicológica, considerando os sintomas emocionais e físicos relatados pelos pacientes.

A Dra. Julianny Freitas Rafael explica que sentir os batimentos cardíacos acelerados é um sintoma frequente de ansiedade. “Durante crises de ansiedade ou de pânico, os pacientes também costumam relatar tremores, suor excessivo, náuseas, tensão muscular, inquietação e dificuldades para dormir, entre outros sintomas”.

Quando buscar ajuda?

“O cuidado com a saúde deve ser o mais frequente que a pessoa conseguir. Fazer aquele tradicional check-up anual pode ajudar a identificar doenças precocemente”, alerta a Dra. Julianny. A médica arritmologista ainda orienta que, caso as palpitações sejam frequentes e acompanhadas de outros sintomas, o indivíduo deve buscar orientação médica.

Tratamentos e cuidados

“O tratamento para arritmias pode incluir medicamentos, procedimentos como ablação por cateter e, em alguns casos, implante de marca-passo”, explica a cardiologista especialista em arritmias cardíacas. “Já para ansiedade e estresse, terapias comportamentais, técnicas de relaxamento e, se indicado, medicação ansiolítica são eficazes. Neste caso, um psiquiatra poderá fazer a melhor indicação de tratamento”.

Entender as diferenças e buscar tratamento adequado para cada condição é essencial para o bem-estar geral. “Nunca ignore sintomas de palpitações ou desconforto no peito – consulte um especialista para um diagnóstico correto e tratamento adequado”, aconselha a Dra. Julianny Freitas Rafael.

Sobre a Dra. Julianny Freitas Rafael – Médica cardiologista. Arritmologista da Casa de Saúde São José (CSSJ), Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (IECAC). Médica Cardiologista da Unidade Coronariana da CSSJ. Mestre em Ciências Cardiovasculares pelo INC. Especialista em Estimulação Cardíaca Eletrônica Implantável pela Sociedade Brasileira de Arritmias

Cardíacas (Sobrac) / DECA AMB. Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)/ Associação Médica Brasileira (AMB). Especialista em Arritmia, Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca do Hospital Quali Ipanema. Capixaba, mas mora no Rio de Janeiro desde 2012. Mãe orgulhosa da Maria Luiza, de 6 anos.

Liberdade emocional: como impor limites saudáveis?

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Especialista em impactos causados por traumas, Laura K. Connell publica livro com dicas de mecanismos para identificar relações tóxicas e evitar episódios de autossabotagem

Ciclos abusivos, manipulação, culpa, vícios e isolamento são repetições comuns na fase adulta, muitas vezes originadas na infância. No livro A culpa não é sua, publicado no Brasil pela Latitude, a autora canadense e especialista em impactos causados por traumas, Laura K. Connell, combina a experiência pessoal com pesquisas científicas para auxiliar o leitor a identificar pessoas tóxicas e saber como impor limites em diferentes situações do cotidiano – associadas a amizades, relacionamentos amorosos, trabalho e família.

Desde criança, a autora sentia que havia algo de errado, que a impedia de aproveitar o sucesso, o amor e a aceitação que os outros desfrutavam. Esse sentimento gerou diversos traumas na fase adulta e, até mesmo, a levou ao alcoolismo. Somente após anos de acompanhamento psicológico, Connell compreendeu que o abuso emocional e a negligência sofridos na infância eram fruto de uma dinâmica familiar disfuncional. Isso envolvia pais incapazes de lidar com as próprias questões internas e reforçavam um ciclo de violência e abandono.

Segundo a especialista, indivíduos tóxicos também estão feridos, mas por não saberem administrar as próprias emoções, acabam machucando aqueles com quem se relacionam. Geralmente, essas pessoas apresentam alguns sinais de alerta: intolerância a vulnerabilidade do próximo; as próprias necessidades vêm em primeiro lugar; são manipuladoras; exigem confiança sem fazer por onde merecer e fazem críticas destrutivas, ao deixar implícito que não importa o que o outro faça, pois nunca será bom o suficiente.

A maioria das pessoas que cresceu em lares disfuncionais passou a vida duvidando da própria intuição. Isso ocorre porque elas foram ensinadas a calar essa voz e, em vez disso, a obedecer às ordens dos cuidadores. Aprenda a ouvir essa voz dentro de você e leve a sério os seus pressentimentos […] esquivar-se só vai piorar as coisas e permitir que pessoas desonestas tenham mais chances de enganar você.
(A culpa não é sua, p. 66)

Laura K. Connell explica que o primeiro passo para romper esses ciclos disfuncionais é estabelecer limites saudáveis. Ou seja, significa deixar claro o que sente, aprender a dizer “não” quando for preciso, parar de querer agradar a todos, entender seus valores, limitar o contato com pessoas problemáticas e, até mesmo, quando necessário, romper de vez esses vínculos que desgastam psicologicamente.

Por meio de uma conversa sensível e inspiradora, com lições e experiências pessoais que aprendeu na terapia, a especialista ensina os leitores a desenvolverem mecanismos de defesas saudáveis a fim de alcançar a liberdade emocional. A autora aborda ainda temas como o vício em amor, perdão, isolamento e apego sentimental. Mais do que um livro, A culpa não é sua oferece as ferramentas necessárias para evitar a autossabotagem, curar a criança interior ferida e atingir uma vida mais plena e autêntica.

Ficha técnica:
Título: A culpa não é sua
Título original: It’s not your fault
Autora: Laura K. Connell
Tradutora: Kícila Ferreguetti
Número de páginas: 176
Editora: Latitude
ISBN do livro físico: 978-65-89275-54-1
ISBN do e-book: 978-65-89275-58-9
Preço: R$ 52,90
Onde encontrar: Amazon | E-commerce VR Editora | Principais livrarias do Brasil

Sobre a autora: A canadense Laura K. Connell é autora e especialista em impactos causados por traumas, cujo objetivo é ajudar os seus clientes a descobrirem os motivos ocultos que os impedem de seguir em frente. Ela escreve sobre cura da autossabotagem e dinâmicas familiares disfuncionais. Seus artigos tiveram milhões de acessos em sites de notícia e plataformas como Life Hack, Pick the Brain, Dumb Little Man, Thought Catalog, Highly Sensitive Refuge, Chicken Soup for the Soul, The Globe and Mail, Toronto Star, entre outros.

Acompanhe a autora:

Sobre a editora: A Latitude marcou um novo ciclo da VR Editora. Voltado ao aprimoramento pessoal e dedicada ao público adulto. Foi por meio do autor e psicólogo Marcos Lacerda que a Latitude deixou a sua marca nesse gênero literário cuja missão é provocar nos leitores uma mudança de vida por meio da reflexão sobre diferentes temas, como: saúde mental, finanças pessoais, negócios, espiritualidade, sociedade, empoderamento feminino entre outros. Desse modo, Latitude pretende ser uma bússola por meio da qual cada leitor possa encontrar sua rota em direção um futuro promissor.

Acompanhe a editora nas redes sociais: @latitudelivros