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Aeroporto de Brasília inicia voos diretos para Cancún em dezembro

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Distrito Federal será a única unidade da federação com operações sem escala para Cancún, com voos operados pela GOL Linhas Aéreas

Da Redação

A partir de 10 de dezembro, o Aeroporto Internacional de Brasília terá voos diretos para Cancún, no México. Segundo a Inframerica, administradora do terminal, o Distrito Federal será a única unidade da federação a contar com operações sem escala para o destino caribenho.

Os voos, operados pela GOL Linhas Aéreas, terão duas frequências semanais: às terças-feiras às 11h30 e aos sábados às 11h55. A viagem entre Brasília e Cancún dura cerca de oito horas, e as passagens já estão disponíveis para compra. Os voos serão realizados em aeronaves Boeing 737 MAX 8, com capacidade para 176 passageiros.

Brasileiros precisam de visto para entrar em Cancún. A Inframerica informa que há isenções de apresentação do visto mexicano caso o passageiro possua visto válido para países como Estados Unidos, Canadá, Japão e Reino Unido. A isenção também se aplica a residentes em países como Chile, Estados Unidos, Canadá, Espaço Schengen e Japão. Além disso, é necessário estar com a carteira de vacinação em dia para viajar ao México.

O Aeroporto de Brasília, terceiro mais movimentado do país, tem o maior fluxo internacional fora do eixo Rio-São Paulo. Atualmente, o terminal possui voos para 35 destinos nacionais e sete internacionais. Com Cancún, o número de destinos internacionais chega a oito.

Os passageiros podem voar de Brasília para:

  • Lisboa, em Portugal
  • Cidade do Panamá, no Panamá
  • Buenos Aires, na Argentina
  • Lima, no Peru
  • Santiago, no Chile
  • Miami, nos Estados Unidos
  • Orlando, nos Estados Unidos

GDF reforça ação de acolhimento a pessoas em situação de rua

Serviços de saúde, qualificação, emprego e moradia foram ofertados em diversos pontos da cidade para este público

Em mais um dia de operação do Governo do Distrito Federal (GDF) para acolher pessoas em situação de rua, as equipes percorreram seis pontos já visitados há alguns dias em uma ação-rescaldo na região norte do Plano Piloto. Foram ofertados assistência e abrigo a esse público durante toda a sexta-feira (28). A atividade integra o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua.

As equipes estiveram nas quadras 415, 601 e 615 Norte e nas proximidades da Universidade de Brasília (UnB), do Setor de Embaixadas Norte e da Vila Planalto.

As equipes estiveram nas quadras 415, 601 e 615 Norte e nas proximidades da Universidade de Brasília (UnB), do Setor de Embaixadas Norte e da Vila Planalto | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília

Durante a operação, foram oferecidos serviços nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento a 14 pessoas. Também foram removidas estruturas de lona e madeira em alguns pontos.

Essa ação coordenada envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Detran, polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.

Acolhimento

Estruturas de lona foram removidas durante a ação-rescaldo que integra o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua é referência para o país, já que o GDF foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública depois da suspensão pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado das ações de abordagens da população de rua.

Durante as abordagens, o GDF oferece os serviços mencionados acima e também vagas em abrigos, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios – a exemplo do deslocamento interestadual e do benefício excepcional no valor de R$ 600 para quem não consegue arcar com aluguel – e demais políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e o cadastramento para programa habitacional.

O plano começou a entrar em ação após uma fase de teste, em maio, quando o GDF fez ações na Asa Sul e em Taguatinga. Ao longo das próximas semanas, as operações devem ser realizadas em outras regiões administrativas. O objetivo é atender até duas mil pessoas em situação de rua, a mesma quantidade de novas vagas que passarão a ser ofertadas nos abrigos da cidade, segundo previsto em edital.

Política pública

Em 27 de maio, o GDF deu mais um passo para a implementação de políticas públicas de atendimento e inclusão social dos cidadãos em vulnerabilidade, com a oficialização do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. A concretização do protocolo se deu com a assinatura do acordo de cooperação técnica que monitora as ações para as pessoas em situação de rua e do decreto que regulamenta a reserva mínima, para este público, de 2% das vagas de trabalho em serviços e obras públicas.

O acordo de cooperação técnica envolve o GDF, representado pela Casa Civil, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio das Comissões de Defesa dos Direitos Fundamentais (CDDF) e de Planejamento Estratégico (CPE), e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A resolução estabelece o plano de ações para executar políticas em assistência social, educação, saúde, cidadania, cultura, habitação, trabalho e renda voltadas para a população mais vulnerável do DF. O pacto tem o intuito de promover a defesa dos direitos das pessoas em situação de rua, bem como facilitar a troca de informações e o acompanhamento das políticas públicas pelo Ministério Público.

O decreto regulamenta a Lei nº 6.128, de 1º de março de 2018, para promover a inclusão socioeconômica das pessoas em situação de rua, que terão uma reserva de 2% nas vagas das empresas contratadas para realizar serviços e obras na administração pública do Distrito Federal. Além disso, o governo anunciou um novo ciclo do RenovaDF, programa de capacitação profissional na área de construção civil, com o intuito de preparar as pessoas em situação de rua para a futura contratação.

 

Domingo é o último dia para negociar dívida com a Caesb

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Programa da companhia oferece condições especiais para pagamento, com desconto de 99% sobre os juros do total de dívidas

Este domingo (30) é o último dia de adesão ao programa Caesb Negocia, que oferece desconto de 99% sobre os juros do total de dívidas contraídas ou multas recebidas até 15 de janeiro de 2024 com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal.

A adesão ao Caesb Negocia terminaria em maio, mas o prazo foi prorrogado a pedido de diversos clientes. Com a prorrogação, até esta sexta-feira (28) o número de adesões chegou a 22.957 clientes, totalizando R$ 19.151.115,38 em débitos e multas negociados.

O programa oferece condições especiais de pagamento do débito a todos os clientes pessoas físicas e jurídicas. Já os clientes beneficiados pelo programa Tarifa Social podem parcelar o débito em até 60 vezes.

Para aderir ao programa Caesb Negocia neste fim de semana, o cliente pode acessar o site https://www.caesb.df.gov.br/portal-servicos/, opção Programa Caesb Negocia.

Para mais informações, acesse o site da Caesb.

BRB e CNP Seguradora fecham parceria para consórcios e capitalização

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Parceria estratégica foi estabelecida por um prazo de 20 anos

O Banco BRB e as empresas CNP Seguradora, marca brasileira da gigante francesa CNP Assurances, firmaram parceria por um prazo de 20 anos. O acordo estabelece a comercialização de consórcios e de capitalização de forma omnichannel em toda a rede de distribuição do Banco, que tem presença em 93% do território nacional.

A parceria com a CNP é estratégica e tem como foco o incremento do portfólio de produtos, melhora da experiência dos clientes e posicionamento do BRB como um banco completo, moderno e inovador.

Os mercados de consórcios e de capitalização no Brasil tem tido um crescimento significativo e a parceria também tem a expectativa de impulsionar os negócios. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o setor teve um crescimento de 25% no volume de recursos negociados só em 2023, movimentando mais de R$ 316 bilhões. Já o mercado de capitalização movimentou mais de 30 bilhões no mesmo período.

“A parceria com a CNP Assurances, por meio de sua representante no Brasil, vai incrementar ainda mais o nosso portfólio de produtos, reafirmando a nossa posição de banco completo junto aos clientes. A união com a CNP, que é referência no mercado, potencializa a capacidade de oferta do banco na cadeia de valor de consórcios e capitalização, elevando também a qualidade da oferta dos serviços ao nosso público”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

A CNP Seguradora é filial brasileira da francesa CNP Assurances – seguradora global com faturamento anual de 36 bilhões de euros. A empresa segue no crescimento de seu projeto de multiparcerias no mercado brasileiro, e agora consolida sua expansão com um banco do porte do BRB.

“A parceria com um banco como o BRB é muito importante para nosso projeto de expansão de multiparcerias no Brasil e na América Latina”, explica Maximiliano Villanueva, CEO da CNP Assurances na América Latina. “Temos como propósito oferecer produtos de qualidade, realmente úteis, e que contribuem para o planejamento financeiro de empresas, famílias e pessoas. O BRB terá um papel fundamental nesse objetivo”, conclui.

Sobre o BRB

Com 57 anos de história, o Banco BRB faz parte do grupo das 100 empresas mais valiosas do País, de acordo com o ranking divulgado pela consultoria de marcas internacional Brand Finance. Protagonista no incentivo à inovação, o Banco conta com 7,8 milhões de clientes e desde 2019 segue em processo de expansão nacional, possuindo unidades em diversos estados do País, além do DF (GO, RJ, SP, MG, MT, MS, BA, PB e TO). O BRB atua como banco público sólido, ágil e moderno, com o compromisso de fomentar o desenvolvimento econômico, social e humano de suas regiões de atuação, e de promover geração de emprego e renda e a melhoria da qualidade de vida regional.

Sobre a CNP Seguradora

A CNP Seguradora faz parte do grupo CNP Assurances, empresa francesa com mais de 170 anos de história e presença em 19 países na Europa e na América Latina. Marca própria do grupo no Brasil, a CNP Seguradora foi lançada em março de 2023, trazendo para a realidade brasileira a visão global “Assegurando um mundo mais aberto”. Por meio de um modelo de multiparcerias, a empresa tem como objetivo oferecer soluções de seguridade que protegem e facilitam as jornadas de vida das pessoas, ampliando o acesso da população aos seus produtos e contribuindo assim para uma sociedade mais justa e inclusiva.

GDF e Sebrae terão políticas públicas para empreendedorismo feminino

Governador Ibaneis Rocha recebeu da superintendente do Sebrae no DF, Rose Rainha, propostas e ações para que as mulheres possam conquistar independência financeira, autonomia e mais segurança e respeito

O Governo do Distrito Federal (GDF) recebeu, nesta sexta-feira (28), uma série de propostas voltadas ao empreendedorismo feminino elaboradas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O tema foi tratado pelo governador Ibaneis Rocha e pela superintendente do Sebrae no DF, Rose Rainha.

As propostas nasceram do Movimente – Mulheres Criativas Quebrando Barreiras, evento promovido pelo Sebrae-DF voltado a debates sobre políticas públicas, projetos e demais iniciativas com foco no empreendedorismo feminino.

Para resgatar a trajetória de crescimento da capital no empreendedorismo, o governador Ibaneis Rocha lembrou o trabalho de transferir ao DF a administração da Junta Comercial, antes sob responsabilidade da União. Até 2019, o DF era a única unidade da federação que não possuía a própria Junta Comercial. O chefe do Executivo citou que essa ação e abrir as portas para os empresários foram cruciais, e também adiantou a publicação de um decreto para implementar políticas públicas sugeridas neste trabalho do Sebrae.

“Trabalhamos para que Brasília se torne realmente a cidade mais empreendedora do Brasil. A gente tem um propósito, e é a orientação que eu passo a todos os meus secretários, que atendam os empresários e facilitem a vida do empresariado. A gente sabe que muitos que passaram aqui por esse Palácio buscaram simplesmente atuar em benefício do setor público e esqueceram do privado, esqueceram do empreendedorismo. Nós estávamos em 17º lugar, e hoje nós estamos em 4º na questão do empreendedorismo das cidades. Essa é a visão que nós temos, de levar desenvolvimento, porque somente as empresas vão dar a liberdade econômica que o DF precisa”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

O Movimente reuniu 90 sugestões, discutidas por especialistas, acadêmicos, juristas e setor produtivo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Esse trabalho conjunto entre governo e iniciativa privada tem colaborado para maior projeção da capital. Em 2017, Brasília era a 17ª cidade, entre as 100 maiores do país, com melhor ambiente para se empreender. Hoje, é a quarta melhor cidade do país para tal, segundo o Índice de Cidades Empreendedoras, elaborado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

O que é o Movimente

O Movimente reuniu 90 sugestões, discutidas por quase 100 pessoas, entre especialistas, acadêmicos, juristas e o setor produtivo. Elas geraram 51 medidas, divididas em 11 eixos, com objetivo de propor soluções para a independência financeira, ascensão social, redução das desigualdades de gênero e promoção de oportunidades às mulheres.

“Trabalhamos para que Brasília se torne realmente a cidade mais empreendedora do Brasil. A gente tem um propósito, e é a orientação que eu passo a todos os meus secretários, que atendam os empresários e facilitem a vida do empresariado”

Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal

“É sobre o fortalecimento do empreendedorismo feminino de uma forma geral, desde a questão da saúde da mulher até a segurança e a melhoria do ambiente de negócios. Esse é um grande movimento, do governo, da sociedade, dos poderes legislativo, executivo e judiciário em que nós estudamos e pautamos agendas voltadas às necessidades para desenvolver pequenos negócios de mulheres”, complementa a superintendente do Sebrae no DF, Rose Rainha.

Uma das secretarias envolvidas neste trabalho é a da Mulher, chefiada por Giselle Ferreira. Para a secretária, o decreto regulamentando as ações será fundamental. “Os indicadores norteiam as políticas públicas mais efetivas. Quando a gente coloca transparência e sabe, de fato, lá na raiz, o que a mulher está passando, nossas políticas são mais efetivas. Nós contribuímos com esse documento, e vamos fazer com que existam ações de curto, médio e longo prazo. O governador publicar este decreto vai ser muito importante, porque nós, como gestores, passamos. Mas, isso é uma política de Estado. E quando você coloca isso em decreto, é um compromisso do governador”, aponta.

Nova unidade do Sesc-DF na Asa Norte será inaugurada em breve

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Estrutura será no prédio-sede da Fecomércio-DF, na 712/912 Norte, e vai oferecer diversos serviços na área de saúde e esporte

O Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) dá mais um passo no plano de expansão pela capital federal. A instituição está chegando à Asa Norte. A nova unidade, que será inaugurada em breve, está localizada na 712/912, no mesmo prédio que abriga a sede do Sistema Fecomércio-DF e o Senac-DF.

Como já de costume, a unidade vai oferecer importantes serviços com padrão Sesc-DF de qualidade. Na parte de saúde, por exemplo, serão realizados atendimentos de  odontologia, psicologia, psiquiatria, endocrinologia, oftalmologia e nutrição.

No esporte, o Sesc-DF vai desembarcar na Asa Norte com uma das maiores academias da instituição em Brasília. Além da musculação, serão disponibilizadas aulas de pilates solo, ciclismo indoor, ginástica localizada, treinamento funcional e, futuramente, será aberto o clube de corrida.

A unidade ainda vai contar com uma lanchonete e uma área para credenciamento. Com isso, comerciários e o público em geral já poderão sair com a carterinha do Sesc em mãos.

Diferencial na qualidade e no preço 

Todos esses serviços, entre outros que serão oferecidos, vão contar, claro, com diferenciais que marcam os atendimentos do Sesc-DF: qualidade e preços acessíveis.

“Temos um custo-benefício altamente positivo para a comunidade.  Equipamentos e profissionais da mais alta qualidade. Além disso, em média, os valores pagos pelos comerciários no Sesc são 90% mais baixos em comparação com outras instituições. Já para a população em geral, esse percentual chega a 70%”, avalia o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.

O presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, também celebra a ampliação do Sesc no Distrito Federal.

“Teremos diversos atendimentos disponíveis não só aos moradores, mas, também, ao público de outras regiões administrativas que trabalha na Asa Norte. Eles vão ganhar em tempo e, consequentemente, em qualidade de vida tendo uma unidade do Sesc-DF ainda mais próxima”, destacou.

Além da Asa Norte, o projeto de ampliação do Sesc-DF também conta com futuras unidades em Planaltina, Núcleo Bandeirante e Brazlândia. Atualmente, já estão em funcionamento na 504 Sul (Estação Sesc Alberto Vilardo), 913 Sul (Mitri Moufarregi), Guará (Milton Carlos), Taguatinga Norte (Valdenir Machado), Taguatinga Sul, Gama e Ceilândia (Bartolomeu Gonçalves).

Seguranças do Metrô-DF começam a usar câmeras corporais na segunda

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Companhia quer inibir ocorrências no sistema e dar maior transparência às ações do Corpo de Segurança Operacional

Os agentes do Corpo de Segurança Operacional do Metrô-DF começam a usar, a partir da próxima segunda (1º/7), câmeras de corpo (bodycam). A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal adquiriu um total de 100 câmeras, que serão acopladas aos uniformes dos agentes. Além das câmeras portáteis, foram compradas também duas estações de dados, equipamentos que serão utilizados pelo Centro de Monitoramento da Segurança para descarregamento e gerenciamento das imagens capturadas.

O investimento foi de R$ 198.303. A aquisição, realizada por meio do Pregão Eletrônico n° 17/2023, é uma inovação na gestão da segurança metroviária distrital e tem o objetivo de fortalecer e dar maior transparência à atuação do Corpo de Segurança Operacional, em especial no que tange ao uso dos gradientes de força previstos na Lei Federal n° 6.149/1974 e no Decreto Distrital n° 26.516/2005.

“Por meio delas, é possível permitir a apuração rápida de fatos, garantir a segurança jurídica das ações e atividades dos empregados e produzir elementos de prova para eventuais procedimentos civis, penais e/ou administrativos”

Renato Avelar, superintendente de Operações do Metrô-DF

Em 2023, houve 453 registros internos de ocorrências que estão relacionados a crimes e contravenções no sistema. Desses, 398 foram registrados também diretamente nas delegacias de polícia ou por meio da delegacia eletrônica (dano a bem público, furtos no sistema, pichação, auxílio público – que ocorre quando algum usuário é vítima de crime nas imediações das estações e o Metrô leva a vítima à delegacia – e desacato, por exemplo).

Já em 2024, até o mês de maio, houve 207 registros internos de ocorrências, sendo que 182 foram registrados nas delegacias de polícia ou de forma virtual.

O superintendente de Operações do Metrô-DF, Renato Avelar, avalia que as câmeras resguardam tanto os empregados quanto os usuários do sistema metroviário. “Por meio delas, é possível permitir a apuração rápida de fatos, garantir a segurança jurídica das ações e atividades dos empregados e produzir elementos de prova para eventuais procedimentos civis, penais e/ou administrativos”, avalia.

Além disso, Avelar entende que as câmeras naturalmente inibem desdobramentos das ocorrências em razão da percepção, por parte das pessoas em conflito com a lei e/ou normas metroviárias, de que seus atos e verbalizações estão sendo registrados.

Sobre os equipamentos

As câmeras de corpo serão utilizadas na parte frontal e ficarão visíveis a todos os usuários. Os equipamentos têm capacidade de armazenamento de 32 GB, podendo gravar por até 8 horas ininterruptas. Também têm visão noturna e função de pré-gravação, o que permite que fatos ocorridos antes do acionamento do botão de gravação sejam também armazenados.

As estações de dados permitem o gerenciamento de até oito câmeras ao mesmo tempo. Os equipamentos possuem ainda histórico de ações (geração de arquivos de log), proteção contra o apagamento de gravações e o gerenciamento das imagens (descarregamento, armazenamento e downloads), por meio de senhas individuais, garantindo que todas as ações sejam mapeadas e atribuídas a um usuário específico.

A Companhia informa que já foram treinados mais de 150 empregados, cerca de metade do corpo de segurança. Todos os agentes serão treinados. Também foi implantado um normativo operacional que regulamenta o uso dos equipamentos e o sigilo das informações, além de uma rotina operacional, estabelecendo as regras.

Capital Moto Week bate recorde e investe R$ 20 milhões na edição 2024

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Com aumento de 20%, valor reflete a confiança das marcas em experiências inovadoras e consolida festival como plataforma de negócios

Para fazer o maior festival de motos e rock da América Latina, é preciso muita paixão e uma dose de loucura! Para fazer o melhor festival, outros itens entram na lista. Na busca constante pela evolução na qualidade da entrega, o Capital Moto Week bate recorde e investe R$ 20 milhões na realização do festival em 2024, um incremento de 20% na edição comemorativa do ano passado. O aumento é impulsionado, principalmente, pelos patrocinadores, que chegam a investir 200% a mais para promover experiências interativas com o público – mais de 800 mil pessoas – numa aposta crescente no entretenimento e negócios gerados no festival.

Com mais de 20 anos na estrada, o Capital Moto Week atinge sua maturidade e se consolida, cada vez mais, como plataforma estratégica de conexão entre o público e as marcas. De acordo com o CEO do festival, Pedro Franco, o principal objetivo desta edição é entregar experiências com padrões internacionais e garantir que os patrocinadores estejam bem posicionados para performar cada vez melhor. “O aumento de 20% no investimento é direcionado para aprimorar a estrutura, as experiências e conteúdos oferecidos, garantindo um festival ainda mais grandioso para nosso público e ainda mais estratégico para nossos parceiros”, revela.

O festival, que acontece de 18 a 27 de julho em Brasília, tem nos patrocínios um pilar fundamental para seu sucesso. Empresas como Globo, Honda, LS2, Michelin, Pepsi, Claro, Spaten, Suhai e o Sebrae já confirmaram presença entre as dezenas que estarão na Cidade da Moto. Segundo Franco, neste ano as marcas estão investindo de 50% a 200% a mais em experiências e ativações para se posicionarem com destaque. A participação vai além do financeiro: “Os patrocinadores são responsáveis por muitas das experiências que oferecemos ao público, como a roda gigante gratuita, brinquedos radicais e áreas temáticas. Tudo isso enriquece a experiência Moto Week, tornando possível um festival de alta qualidade”, destaca o CEO.

A maior parte do investimento (43%) é direcionada à infraestrutura para receber as mais de 800 mil pessoas. Destas, 20 mil ficam hospedadas 24h por 10 dias dentro do complexo, o que exige infraestrutura básica robusta, incluindo sistemas hidráulicos, elétricos, estações de chuveiros e banheiros. Para além dos 5 palcos e do parque de diversões que fazem a Cidade da Moto vibrar. Outros setores essenciais para o festival incluem recursos humanos (18,5%), cenografia (13,5%), contratação de shows (10,1%), serviços de comunicação (9,3%) e locação de espaço, logística e demais áreas do CMW (5,6%).

Outra novidade reforça o festival como plataforma de negócios em 2024: o Capital Moto Game deve aumentar ainda mais o engajamento do público com o próprio festival e as marcas. O jogo para celular propõe atividades e missões por todo o complexo, de 300 mil m², que renderão pontos aos jogadores. Os que completarem as tarefas poderão receber brindes e recompensas diariamente.

“Ao mesmo tempo que proporcionamos uma experiência imersiva e envolvente, vamos oferecer a oportunidade de patrocinadores e expositores interagirem com o público”, revela. Por meio de atividades customizáveis e estratégias de interação, o jogo vai permitir às marcas se conectarem, de forma ainda mais direta, com os participantes, promovendo produtos e serviços de maneira inovadora e divertida.

Movimentando a economia

Outra fonte de receitas do Capital Moto Week é a Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, que neste ano chegará ao teto de R$ 660 mil, além do apoio da Secretaria de Turismo do DF. O CEO destaca que, por política interna, o festival limita a utilização de verbas públicas para 10% do total investido por edição. “No total, 90% da receita do festival é advinda de patrocínio privado e recursos gerados pelo próprio projeto”, explica Pedro Franco.

Essa composição entre verbas públicas e privadas garante a viabilidade financeira do festival e seu impacto positivo na economia local. Franco revela que o festival devolve aos cofres públicos até 25 vezes mais o valor que recebe. “Somos um dos principais projetos de geração de fluxo turístico de Brasília, que traz dinheiro novo com a movimentação econômica local”, afirma.

Prova disso é que, em 2023, R$ 62 milhões foram movimentados na economia do DF nos 10 dias do CMW. A expectativa para 2023 é manter essa proporção. O montante se refere aos valores gastos por turistas fora dos muros do festival, em toda a cadeia do turismo, com restaurantes, hotelaria, aplicativos de alimentação e transporte, entre outros. Anualmente, 150 mil pessoas de outros estados e países vem a Brasília para o Capital Moto Week, mas acabam permanecendo na cidade. “Alocar verbas para eventos geradores de fluxo turístico, que devolvem efetivamente para a cidade, não é gasto, é investimento”, reflete Franco.

O festival também movimenta outros setores da economia. Para colocar o CMW de pé, a organização calcula que 17 mil postos de trabalhos diretos e indiretos serão gerados em 2024, um aumento de 40% em relação à edição passada. Cerca de 400 empresas são contratadas para o planejamento, gestão, realização, execução e pós desta edição do CMW. Pedro Franco enxerga um futuro promissor para o Capital Moto Week e para Brasília. “Queremos fortalecer ainda mais a cidade como destino turístico para festivais e eventos de grande porte. Temos como missão criar uma economia sustentável e deixar legados positivos para a cidade”, conclui.

Sobre o Capital Moto Week 2024

De 18 a 27 de julho, Brasília será palco do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina. Inspirado na edição histórica de 20 anos,  o CMW aposta na diversidade, talento e energia em seus 10 dias de programação, com mais de 100 de shows de diversas vertentes do rock nacional. A “Cidade da Moto” ocupará 300 mil m² no Parque de Exposições da Granja do Torto. A expectativa é receber 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o mundo. O Festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e, todos os anos, zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Ingressos CMW 2024 | www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este também tem gratuidade | Pessoas 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

GDF abre licitação para construção de hospital no Alto Mangueiral

Aviso do certame foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (28). Unidade terá investimento de R$ 180 milhões

Com investimento de R$ 180 milhões, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai construir o tão sonhado Hospital Regional de São Sebastião (HSS). O aviso da licitação para contratar a empresa que vai executar a obra será publicado nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

“Vamos seguir avançando com a construção desses novos hospitais em regiões que precisam muito. Há muitos anos não são construídas unidades desse porte aqui no Distrito Federal e precisamos enfrentar os problemas e atender aqueles que estão na ponta”

Governador Ibaneis Rocha

O hospital será erguido na AE 05, Área Especial, Alto Mangueiral, em São Sebastião. A construção foi anunciada e reforçada pelo governador Ibaneis Rocha em agendas e compromissos ao longo do ano, e agora é dado o primeiro grande passo.

A licitação está a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e visa a contratação de empresa ou consórcio para elaboração dos projetos básico e executivo de arquitetura e de engenharia, bem como a obtenção de licenças e outras aprovações e execução da obra.

“Nós temos a necessidade de ampliar a nossa rede de saúde. Entregamos sete UPAs, 12 UBSs e também os hospitais modulares e anexos em Ceilândia, Sol Nascente e Samambaia, feitos na época da pandemia de covid-19. Agora, vamos seguir avançando com a construção desses novos hospitais em regiões que precisam muito. Há muitos anos não são construídas unidades desse porte aqui no Distrito Federal e precisamos enfrentar os problemas e atender aqueles que estão na ponta”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

De acordo com a Novacap, a licitação está marcada para 30 de setembro, às 9h, e toda a documentação, o edital e anexos estarão disponíveis nos sites www.novacap.df.gov.br e www.gov.br/compras.

Mais hospitais

Além desta unidade, o GDF prepara a construção de outros hospitais, um no Guará e outro no Recanto das Emas. O primeiro, chamado de Hospital Clínico Ortopédico (HCO), será construído em um terreno de 70 mil m² localizado entre o Parque Ezechias Heringer e a Unidade Básica de Saúde (UBS) 2, às margens da Avenida Contorno. Nele, serão investidos R$ 174 milhões, com capacidade para 160 leitos. O hospital terá perfil de assistência em ortopedia, com atendimentos nas áreas de coluna, ombro, braço, cotovelo, mão, quadril, perna, joelho, pé, tornozelo, alongamento e reconstrução óssea. Dos 160 leitos, 90 serão de ortopedia, 50 de clínica médica e 20 de UTI adulta.

Já o Hospital Regional do Recanto das Emas, o primeiro da cidade, terá atendimentos nas áreas de clínica médica e pediatria e contará com 100 leitos. O investimento é de R$ 133 milhões.

“Enquanto o Frio não Vem” arrecada mais de 7 mil itens de inverno

Roupas e acessórios serão entregues pela Sejus à ação Agasalho Solidário, idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha

O Salão Nobre do Palácio do Buriti ficou lotado na tarde desta quinta-feira (27) no evento de encerramento da campanha Enquanto o Frio não Vem, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus). Empresários parceiros da campanha e convidados estiveram presentes para a prestação de conta da iniciativa que arrecadou, ao todo, 7.201 peças, entre agasalhos, cobertores e demais itens de vestuário que irão amenizar o frio de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani, agradeceu o apoio dos empresários que disponibilizaram espaços para a coleta dos itens e também a toda a população que se solidarizou com a iniciativa. “Esta foi uma caminhada de trabalho conjunto. Chegamos até aqui, com esse resultado de sucesso, pois nos unimos e somamos forças. Fazer com que uma campanha faça sentido para a empresa, para a nossa vida, é entender que não é apenas doação, e, sim, entrega. É um ato de se doar, de empatia”, afirmou.

Para receber as doações repassadas para a Campanha do Agasalho Solidário, idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, estava presente no evento a chefe-executiva de Políticas Sociais do GDF, Talita Mattosinho.

Como forma de agradecimento à colaboração na campanha, empresários parceiros receberam certificados das mãos da secretária de Marcela Passamani e da chefe do Programa Voluntariado em Ação da Sejus, Sarah Tolentino.

Etapas da campanha

Na primeira etapa da campanha Enquanto o Frio não Vem foram arrecadados 329 rolos de linha e lã de tricô e crochê para produção de agasalhos para mulheres em situação de vulnerabilidade social atendidas pela Sejus. As caixas para coleta foram disponibilizadas no Armarinho Milano, no Terraço Shopping e Venâncio Shopping.

A segunda etapa foi a arrecadação de agasalhos e cobertores, que contabilizaram o total de 7.201 peças. As caixas onde as doações foram feitas estavam disponibilizadas nas seguintes empresas parceiras: Atacadão Dia a Dia; Ultrabox e BigBox; CEUB; postos de gasolina das redes Cascol, Autoshopping e Cinco Estrelas e Funap. Todas as peças foram lavadas pela Lavanderia Acqua Flash. A empresária Cris Pontes confeccionou peças de tricô para doação.