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Relator de ação anti-impeachment, Fachin vira alvo de protestos

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Post contra Fachin: ministro vira alvo de protesto
Post contra Fachin: ministro vira alvo de protesto

 

Por Severino Motta, do Radar On Line – Quem esteve com o ministro Edson Fachin em evento no Tribunal de Justiça do Paraná diz que ele ficou não só incomodado, mas até mesmo assustado com as manifestações que recebeu.

No local, um cartaz mostrava sua foto com a foice e o martelo do comunismo em sua testa e os dizeres: “Fachin, assassino da democracia”.

O receio do ministro de que algo acontecesse fez com que sua segurança fosse reforçada no evento.

Nas redes sociais de movimentos como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Vem pra Rua o ministro – que relata a principal ação que questiona o rito do impeachment, que será debatida pelo plenário do Supremo na quarta-feira — também virou um dos principais alvos de protestos.

Refis reduz em 70 mil a quantidade de processos na Vara de Execução Fiscal

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refis

Programa que segue até sexta-feira (18) renegociou mais de R$ 1 bilhão em débitos de contribuintes com o governo

Por Saulo Araújo – Em um ano de grave crise financeira, o Programa de Incentivo à Regularização Fiscal mostrou-se fundamental para o governo de Brasília manter compromissos em dia, além de permitir que quase 100 mil contribuintes tirassem o nome da dívida ativa. Para a Justiça, o Refis fez diminuir em cerca de 70 mil a quantidade de processos que tramitam na Vara de Execução Fiscal do Distrito Federal só na primeira fase, de 16 de março a 30 de junho.

Para a juíza titular da vara, Soníria Rocha Campos, além de desafogar a Justiça, o mais importante no Refis é que ele deu oportunidade para cidadãos voltarem à legalidade. “É a possibilidade de negociar o débito, mediante uma ação de cidadania, em que os contribuintes são plenamente informados das condições para a regularização fiscal. Há uma ação conjunta, especialmente do Executivo e do Judiciário”.

Embora considere o Refis uma importante ferramenta para a promoção e o fortalecimento da justiça fiscal, a magistrada entende que o programa deve ser uma exceção. “A sua finalidade é possibilitar melhores condições de pagamento. No entanto, as parcelas não devem ser intermináveis, e o devedor não deve recorrer ao Refis o tempo todo, para não estimular a inadimplência ou desestimular os que pagam em dia”, salienta.

A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) também teve papel central para a boa aceitação do Refis, ao selecionar grandes devedores e ingressar com ações de execução fiscal, inclusive pedindo penhoras de bens. A estratégia rendeu, em apenas dois processos, a restituição aos cofres públicos de quase R$ 100 milhões. “Mediante um trabalho de inteligência, reconhecemos grandes grupos de devedores. Adotamos a estratégia de incomodá-los e isso teve um efeito pedagógico fantástico, pois eles viram que era mais vantajoso aderir ao Refis do que pagar a dívida sem descontos”, explicou a procuradora-chefe da Procuradoria Fiscal da PGDF, Luciana Marques.

Descontos

Até sexta-feira (18), contribuintes interessados em acertar as contas com o governo poderão parcelar as dívidas tributárias em até 120 vezes ou ganhar descontos à vista de até 99% sobre juros e multas. O mais recente levantamento da Secretaria de Fazenda aponta que, nesta terceira fase do programa, houve 7.064 pagamentos à vista, um total de R$ 18 milhões arrecadados. Em relação aos parcelamentos, ocorreram 5.601 negociações que totalizam R$ 71,5 milhões. Destes, já foram pagos R$ 1,7 milhão referentes à primeira parcela.

De 16 de março a 30 de junho, mais de 95 mil contribuintes e empresas renegociaram R$ 1.097.649.041 em débitos com o governo de Brasília, sendo R$ 209 milhões do montante pagos à vista. Os recursos provenientes do Refis são usados para pagar prestadores de serviço, salários do funcionalismo e demais despesas da máquina pública.

Os interessados em aderir ao Refis podem efetuar o acordo pelo portal da Secretaria da Fazenda (http://migre.me/rGjzl), nas agências da Receita do DF (http://migre.me/rGjyF) e nos postos do Na Hora Cidadão (http://www.nahora.df.gov.br/unidades.html).

 

Impostos que podem ser negociados

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)

Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS)

Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)

Simples Candango

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Inter vivos (ITBI)

Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD)

Multas acessórias da Secretaria de Fazenda

 

Não entram na negociação

Tributos federais

Imposto de Renda

Parcelamentos de dívidas da União

Pagamentos de impostos inscritos na dívida ativa da União

Impostos do estado de Goiás

Financiamentos imobiliários e bancários

Taxas não tributárias

Trabalho voluntário propicia integração e socialização de portadores de deficiência intelectual através da música

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Ampare

 

A Associação de Mães, Pais, Amigos e Reabilitadores de Excepcionais (AMPARE) conta com a colaboração de voluntários que agregam muito ao trabalho realizado pelo corpo técnico da entidade.

Uma dessas atividades voluntárias é o Projeto de Musicalização e Integração de portadores de deficiência intelectual pela arte – Vivências da Música no Cognitivo, desenvolvido pelo músico Sérgio Fonseca. Ele, que é vocalista da banda Cálida Essência, resolveu desenvolver o projeto depois do nascimento de sua filha, a jovem Ayla Serena, portadora da síndrome de Down.

O músico e voluntário conta que o objetivo deste projeto é introduzir a música na vida dos jovens assistidos pela instituição e provocar a sensação de liberdade, mostrando o poder que a música pode lhes proporcionar, tudo isso de uma maneira lúdica. “Quero introduzir aos alunos cultura, socialização, alegria e principalmente a inclusão social”, diz.

 

Quer ser voluntário na AMPARE?

A atuação dos voluntários é vista com muita alegria pela AMPARE, pois esses trabalhos colaboram e muito para a missão da entidade, que é proporcionar melhoria na qualidade de vida da pessoa com deficiência intelectual.

Se você quer ser voluntário na instituição, procure pessoalmente a entidade na SHCGN 709 – Área Especial Escola Classe – Brasília/DF ou pelos telefones (61) 3274-9561, (61) 8116-0131 e (61) 8126-4305.

 

Colabore

Você também pode colaborar com a instituição doando materiais pedagógicos, de limpeza, de escritório, alimentos, fraldas descartáveis ou financeiramente através das contas:

Banco do Brasil – BB

Agência: 1003-0

Conta corrente: 250.085-X

Poupança (op. 051): 250.085-X

 

Banco da Caixa

Agência: 0007

Conta Corrente (op.003): 1974-0

 

Banco de Brasília – BRB

Agência: 209

Conta Corrente: 600.469-6

 

Serviço:

Ampare

SHCGN 709 – Área Especial Escola Classe – Brasília/DF

Telefones (61) 3274-9561, (61) 8116-0131 e (61) 8126-4305

Sérgio Fonseca – Músico

Telefone: (61) 9301-0021

ARTIGO Reeleição da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, porque não???

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artigo

 

Por Cleber Pires

A Câmara Legislativa encerra o ano de bem com a vida. Reprovou aumento de impostos, como IPTU, TLP e IPVA. Mas nem por isto deixou de colaborar com o governo para equilibrar as contas, aprovando outras matérias de interesse do Executivo, que não olhassem só para o bolso do cidadão.

Na palma da mão esta legislatura vem sendo a mais bem avaliada pela população. Tem respaldo popular, sem ser populista e conversa com o GDF, sem subordinação ou subserviência. Enfim achou o ponto de equilíbrio necessário ao bom desempenho de uma Casa Legislativa.

A coisa está tão boa, que a despeito do plano de alguns poucos, há muita chance de se aprovar a emenda que permite a reeleição da mesa. Um projeto tentado em legislaturas passadas, mas que nunca vingou. Agora a coisa parece que vai.

Vai porque esta Mesa agiu diferente das demais. Pensou primeiro na Casa, no bom desempenho legislativo e na sintonia com a população, ao invés de se curvar aos interesses do governante pura e simplesmente. Encontrou uma marca e bradou alto sob o comando de uma mulher com sobrenome de rainha das selvas.

Não se trata de nenhuma novidade. Na área federal já é permitida uma reeleição da mesa e muitas das Assembleias Legislativas também usam do instituto da reeleição. Daí não ser sem sentido a proposta que o grupo majoritário da Casa pode vir a aprovar.

Se a máxima do futebol ensina que em time que está ganhando não se mexe, no legislativo esta regra também se aplica. E se o governo quiser mesmo melhorar a sua imagem, vai ter que aprender a dialogar com um legislativo altivo e com posições firmes, como ensina a doutrina de Montesquieu.

Afinal se há um poder que pode ter o que comemorar em 2015 no DF, este poder é o Legislativo e que continue assim, para que possamos voltar ao rumo certo.

  • Cleber Pires é presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF)

Lei do Silêncio x PL do Barulho

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 lei do silencio

 

 

”A música é uma arte, as pessoas a apreciam de formas diferentes, uns ouvem a letra, outros a melodia, muitos a barulheira. Todas estas formas estão corretas, mas nenhuma delas pode se impor aos outros como a melhor”. (Talita Lorena)

De forma respeitosa, queremos nos dirigir especialmente aos músicos e aos demais trabalhadores em casas de atividades noturnas, como bares, restaurantes e casas de show. As comunidades não são contra a cultura. Os moradores das quadras residenciais apreciam música e também são frequentadores dos bares, restaurantes, museus, teatros e casas de espetáculo.  Não se deseja punir os profissionais da música, que trabalham, sobretudo, no expediente noturno. Estamos tratando aqui é de ordenamento da cidade, de cultura, de saúde pública e segurança.

Brasília, cidade de vanguarda, causa surpresa aos que aqui chegam, admirada como modelo de convivência harmoniosa de sua sociedade, com práticas e soluções altamente civilizadas, como o respeito à faixa de pedestre, a cordialidade nas tesourinhas e o tradicional aviso nas entradas da cidade: “Em Brasília evitamos buzinar ”.

Mas como todos os grandes centros do mundo moderno, está enfrentando o desafio da poluição sonora, uma consequência da Sociedade de Risco que optamos, com grandes conglomerados urbanos. Todos sabemos que somente a ordem e a disciplina serão capazes de assegurar o respeito necessário para a convivência pacífica, harmoniosa e a redução de custos com saúde e segurança.

Felizmente a Casa Legislativa, historicamente, tem se mantido na vanguarda da busca pela harmonização entre os diversos segmentos.         A Lei Orgânica do Distrito Federal fixa em seu artigo 246: O Poder Público garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura; apoiará e incentivará a valorização e difusão das manifestações culturais…, bem como a proteção do patrimônio artístico, cultural e histórico do Distrito Federal.

Mas logo em seu artigo 3º garante proporcionar aos seus habitantes condições de vida compatíveis com a dignidade humana, a justiça social e o bem comum.

Até hoje essa Casa tem seguido a determinação de propiciar a todos os habitantes do DF condições de vida digna. No que diz respeito ao sossego dos seus habitantes, está em sintonia com os demais segmentos responsáveis do nosso país, como assentado na Lei de Contravenções Penais de 1941; a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, de 1981; a Lei que trata dos Crimes Ambientais, de 1998, todos diplomas que visam proteger o meio ambiente e o cidadão.

 

Lembremos que o Brasil é signatário da Agenda 21, principal documento resultado da RIO 92. Esta agenda pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, conciliando métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica, compelindo cada segmento a adotar as medidas de responsabilidade de cada um para se alcançar as condições de uma vida harmônica e saudável. É do conhecimento de todos o grande desdobramento que até hoje a Agenda 21 provoca nas decisões legais em todos os países do mundo.

A Organização Mundial da Saúde – OMS passou a considerar a poluição sonora uma de suas prioridades de estudo e de combate. Nos relatórios da OMS são alarmantes os problemas de saúde graves gerados pela exposição dos seres humanos a ambientes com níveis de ruídos maiores que 50dB.

A Câmara Legislativa, num gesto de vanguarda, já em 1993, em harmonia com a Agenda 21 e, atendendo o clamor da sociedade, quando a cidade era muito menos populosa e havia reduzida quantidade de bares e restaurantes com  música ao vivo, aprovou,  aos 2 de dezembro de 1993, ou seja, há mais de 20 anos, a Lei nº  607, que dispõe sobre o uso de música mecânica ou ao vivo em bares, restaurantes, boates e casas de diversões em geral. No seu artigo 3º,  naquela época de muito menos poluição sonora do que a existente hoje, já determinava:

“Os ambientes internos dos bares, restaurantes, boates e casas de diversões em geral, no período compreendido entre 22h e 06h, deverão ser adequados com instalações físicas dotadas de proteção acústica, para que não haja propagação de som para as áreas externas, além dos limites estabelecidos no artigo anterior.”

Parágrafo único. As adequações dos ambientes referidos no caput deste artigo deverão ser executadas pelo proprietário ou responsável pelo estabelecimento, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data da publicação desta Lei.” Ou seja, há mais de vinte anos, as atividades noturnas que produzem barulho já estão submetidas a essa exigência, tendo havido tempo mais que suficiente para adequação.

Mais recentemente, em janeiro de 2008, sintonizada com o que há de mais atual no mundo, a Câmara Legislativa aprovou uma lei atual, no mesmo nível do que se vê nos países mais avançados, a Lei 4.092, em consonância com a recomendação da Organização Mundial de Saúde, com as normas da ABNT e com Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.

O mundo moderno caminha nessa direção. Em 2002 o Parlamento Europeu tomou providências de peso ao adotar a Diretiva Europeia 2002 que tem como objetivo a avaliação e a gestão do ruído no meio ambiente. Instaurando uma comunicação transparente com os cidadãos, determinou o mapeamento do ruído nas comunidades urbanas, orientando sobre a implementação de planos de ações contra o ruído.

Nessa mesma linha podemos citar apenas duas das maiores, e as mais visitadas cidades do mundo, onde há maior incentivo à cultura: Paris e Nova York.

– Em Paris os limites de poluição sonora foram inseridos no Código de Saúde Pública, que prevê limites rigorosos de respeito à tranquilidade da vizinhança e à saúde do ser humano, em local público ou privado, e a elevação sonora máxima permitida acima dos limites previstos para o ambiente interno é de apenas 3 dB. Por exemplo, se o limite interno para um bar fechado é de 40 dB, fora do bar só é permitida uma elevação de 3 dB.

– Em Nova York, o limite permitido no interior das residências é de 42 dB e a medição a partir da fonte sonora, não pode ter uma elevação superior a 7dB dos limites permitidos, fazendo-se a medição a 4 metros da fonte produtora. O Código Administrativo da cidade prevê que o barulho excessivo é uma ameaça à saúde pública, ao conforto, à segurança e ao bem-estar das pessoas.

No Brasil estamos seguindo a mesma orientação.

–  Em São Paulo a Lei Municipal nº 11.804 de 19 de junho de 1995, em seu artigo 3º, prevê a observância dos critérios previstos nas normas da ABNT.

– No Rio de Janeiro, a Lei Municipal nº 3.268/2001 prevê no seu artigo 4º que “as atividades devem obedecer aos níveis máximos de sons e ruídos preconizados na NBR 10.151” e no seu artigo 7º se refere à necessidade de isolamento acústico para os estabelecimentos geradores de sons e ruídos e mui especialmente para os estabelecimentos com atividade de música ao vivo e/ou mecânica.

– Em Fortaleza temos o maior exemplo de avanço no controle da poluição sonora. É a primeira capital no Brasil a fazer Carta Acústica descrevendo a distribuição espacial do ruído ambiente em todo o município. É um instrumento que contribui com a melhoria da qualidade do ambiente e uma ferramenta de desenvolvimento sustentável com o objetivo de elevar o padrão da qualidade de vida dos cidadãos.

Em toda América Latina, além de Fortaleza, Buenos Aires, Santiago do Chile e Bogotá, na Colômbia, já dispõem de cartografia sonora. A Carta Acústica é um instrumento que gera segurança para todos os segmentos. É o que devemos exigir do Poder Executivo.

Infelizmente, o PL 445, que tramita na Câmara Legislativa, é um grande equívoco, vai na contramão dos avanços adotados nas grandes cidades do mundo contemporâneo. Analisa o assunto somente sob o ponto de vista do entretenimento, desconsiderando a saúde dos que trabalham nas casas noturnas, o sossego e também a saúde dos que moram na vizinhança.

As comunidades sugerem o arquivamento ou a simples rejeição ao Projeto de Lei 445, dentre muitas outras razões, aqui destacadas:

– Não apresenta nenhuma fundamentação técnico-científica na proposta de aumento dos níveis máximos de pressão sonora

– Estabelece os mesmos níveis máximos de ruído para áreas urbanas e áreas rurais

– Ignora os parâmetros de níveis de ruídos estabelecidos pelas normas da ABNT

– Contraria a Resolução nº 01 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA

– Prevê como único critério para medição da pressão sonora o interior da moradia de um reclamante, com as portas e janelas fechadas e à distância de um metro e meio da parede

– Elimina o § 3º do artigo 14 da Lei 4.092 que proíbe a instalação de alto-falantes posicionados exclusivamente para áreas externas

– Fere os princípios da razoabilidade e proporcionalidade das leis.

São notórios os efeitos causados à saúde por exposição a níveis de ruídos superiores aos limites estabelecidos pelas normas da ABNT, normas criteriosas, firmadas após profundos estudos científicos.

Temos ainda que destacar que não procede a afirmação de que o presente Projeto de Lei contempla os anseios das comunidades religiosas. O art. 10, inciso III da Lei 4.092, foi alterado pela Lei nº 4.523/2010, permitindo-se com o novo texto, a exclusão dos limites restritivos para sinos, sons similares e instrumentos litúrgicos, nas igrejas e templos.

Não se pode deixar de registrar também o absurdo que é a exceção feita ao Carnaval. Prevê a liberação de exibição e ensaios de escolas de samba em quaisquer horas do dia ou da noite, em todos os domingos e feriados ao longo do ano, bem como nos trinta dias que antecede o Carnaval, em todos os dias da semana e em quaisquer horários, sem limite à emissão de sons e ruídos.

Na Sociedade de Risco que escolhemos viver, a coletividade contemporânea anda em círculos, com uma arriscada evolução, para alguns, até pseudo evolução, pois os perigos produzidos acabam por desenvolver contratempos destrutivos do meio ambiente e da saúde humana. Muitas vezes é elaborado um esquema de seleção social dos riscos, vinculado a interesses que não estão ligados a fatores considerados importantíssimos, como a saúde e o meio ambiente. Muitos nem se dão conta de que podem estar sendo manipulados por interesses indizíveis nesse forum.

É indispensável a intervenção do Poder Público para o desenvolvimento econômico das cidades de forma equilibrada, com a criação de instrumentos de gestão ambiental, licenciamento de atividade potencial e efetivamente poluidoras.

Não podemos abdicar da cultura, mas também não devemos renunciar aos valores fundamentais de dignidade da pessoa humana como o direito ao sossego, à tranquilidade e ao sono reparador que garantirá a produtividade no dia seguinte.

O momento exige de todos nós, e especialmente da Câmara Legislativa, o desafio de encararmos uma co-responsabilidade social para buscar uma adequação à expansão da cultura com respeito ao sossego dos moradores. É oportuno lembrar que as atividades de comércio e de serviço instalados nos blocos que compõem as quadras comerciais foram inseridos entre as quadras residenciais, mas há um predomínio de residências e não de comércio, devendo este ser um instrumento de prestação de serviço aos moradores e não de perturbação da ordem e do sossego.

O artigo 3º da Lei Orgânica prescreve que se encontra entre os objetivos prioritários do Distrito Federal:

– preservar os interesses gerais e coletivos;

– promover o bem de todos;

– proporcionar aos seus habitantes condições de vida compatíveis com a dignidade humana, a justiça social e o bem comum;

É o que se nos impõe nesse momento, sobretudo aos parlamentares conscientes do seu dever social.

Assim, a comunidade sugere o arquivamento do Projeto de Lei 445/2015 e a criação de um grupo de trabalho, composto por músicos, garçons, donos de estabelecimentos de atividades noturnas, representantes da comunidade e naturalmente dos parlamentares que tiverem mais interesse no assunto, para se buscar soluções de razoabilidade que permitam uma convivência respeitosa e harmoniosa entre os moradores da nossa cidade.

Urgente: Lula é intimado na Operação Zelotes

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lula

Do Antagonista
O Estadão informa que a Polícia Federal expediu mandado para que Lula seja intimado a prestar depoimento na Operação Zelotes. A oitiva está marcada para dia 17 na sede da PF em Brasília.

Lula assinou medidas provisórias em favor do grupo Caoa, que contratou o escritório de lobby Marcondes e Mautoni, responsável pelo repasse de R$ 2,5 milhões para a empresa de Luís Claudio Lula da Siva, o caçula do ex-presidente.

O lobista Mauro Marcondes é velho conhecido de Lula dos tempos de sindicalista no ABC e a PF já sabe que os contratos de prestação de consultoria de Luleco foram forjados.

A Justiça Federal determinou há dois dias a quebra dos sigilos bancários do filho de Lula e do ex-ministro Gilberto Carvalho, acusado de intermediar contatos de Marcondes com o ex-presidente.

 

 

Sede do BRB é esvaziada após telefonema sobre suposta bomba no prédio

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No início da tarde desta sexta-feira, por volta das 13h30, a área de segurança do banco de Brasília (BRB) recebeu ligação a respeito de uma suposta ameaça de bomba no Edifício Brasília. Como procedimento padrão, o BRB prontamente evacuou o prédio e acionou o Corpo de Bombeiros e as autoridades policiais. A inspeção está sendo realizada no local e, após a sua conclusão, os funcionários do prédio retornarão às suas atividades.

Reguffe quer que a Polícia Federal investigue ameaças ao ex-relator do caso Cunha

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Por Tereza Cruvinel – O senador José Antônio Reguffe (PDT) vai pedir ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que determine a investigação, pela Polícia Federal, das ameaças que o ex-relator do processo de cassação de Eduardo Cunha, deputado Fausto Pinato, afirma ter recebido. Ele vinha relatando ameaças veladas de morte e agora, em entrevistas que depois após sua destituição do cargo, acrescentou ter ouvido insinuações sobre recebimento de propina para fazer um relatório contra o prosseguimento do processo.

– São acusações muito graves, vindas de um deputado que estava encarregado de processo envolvendo o presidente da Câmara. Por isso insistirei com o Ministério Público sobre a importância de que as declarações dele sejam investigadas – disse Reguffe.

O próprio deputado pediu na quarta-feira ao Ministério da Justiça a investigação das ameaças e abordagens que sofreu, desde que virou relator, segundo ele vindas de pessoas desconhecidas que o abordaram em aeroportos, e insinuações feitas por colegas deputados, que não chegou a nominar.

Ele fez o pedido depois que o Ministério da Justiça negou um pedido de investigação apresentado pelo próprio presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Segundo a PF, denúncias de ameaças de morte só podem ser investigadas a partir de pedido da própria e suposta vítima.

“Antecipei meu relatório por medo de morrer. Recebi aconselhamento para pensar na minha família, que tenho filho pequeno, irmão pequeno, que devia pensar no meu futuro”. Segundo ele, as ofertas financeiras foram insinuadas mas nunca apresentadas claramente porque ele logo cortava a conversa.

Ele teria também tomado precauções, como contratar um segurança particular e registrar um Boletim de Ocorrência reservado em São Paulo.

Até agora não se tem notícia do destino do pedido de investigação feito pelo deputado. Se o senador Reguffe requerer as investigações ao Ministério Público, eles ganharão outro caráter e poderão subsidiar as avaliações que Janot vem fazendo sobre um eventual pedido de afastamento de Cunha do cargo.

Somos ciclistas, somos do bem: Pedal Solidário arrecada brinquedos para crianças carentes

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pedal solidario

 

No sábado (14), com concentração a partir das 19h30, no estacionamento da Academia Água Vida (QE 40/Guará 2), acontece o Pedal Solidário “Nós Que Amamos o Guará”. O evento vai reunir, pela primeira vez, os principais pedais noturnos do Guará, e também de outras cidades, com o objetivo de fazer bem.

E você pode contribuir, participando ou não do Pedal Solidário. Além de poder entregar um brinquedo (novo ou em bom estado) no dia 15 de dezembro, você pode se antecipar também deixando em um dos postos de entrega. Participe e ajude a fazer uma criança muito mais feliz!

Entidades que serão beneficiadas:

* Creche Comunitária da QE 38 (Guará)

* Comunidade Católica Azinheiras da Justiça (Valparaíso)

* Creche Alecrim (Estrutural)

Pontos de doação:

* Capitão Bikes: QI 04 Bloco A Lote 10/16 Loja 16 – Guará I

* Chicos Bike: QI 01 Bloco A Loja 22 – Guará I

* RP Bikes: QE 44 Conjunto C casa 14 – Guará 2

* Ciclovia Bikes: QE 34 Bloco B Loja 26 – Guará 2

* Academia Água Vida: QE 40 – Guará 2

I Copa BRB de Basquetebol em Cadeira de Rodas 2015

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basquete cadeira de rodas

O projeto foi criado pelo Centro de Ensino Especial 01 de Planaltina e tem alcançado excelentes resultados

Neste sábado (12), será realizada a I Copa BRB de Basquetebol em Cadeira de Rodas 2015, da qual participarão quatro equipes. O projeto é uma iniciativa do Centro de Ensino Especial 01 de Planaltina (CEE01) e faz parte das atividades pedagógicas da instituição.

O Projeto busca incentivar os cadeirantes à prática do esporte e estimular o potencial da pessoa com deficiência, dando oportunidade e condições necessárias para a prática da atividade.

De acordo com o presidente da Associação de Pais e Mestres do Centro de Ensino Especial 01 de Planaltina, Enilson Antônio da Silva, os atletas estão com uma expectativa muito positiva deste torneio: “A equipe participou de cinco campeonatos este ano, no Brasil e no DF, e venceu todos os jogos”, lembrou.

Vale destacar que o Basquetebol em Cadeira de Rodas de Planaltina é a equipe de maior destaque no cenário candango. Com diversos títulos locais e regionais, inclusive o vice-campeonato brasileiro de 2009, é a única representante do DF nos campeonatos nacionais.

O presidente do BRB, Vasco Gonçalves, afirma que as possibilidades de esporte para pessoas portadoras de necessidades especiais têm crescido muito: “Prova disso são as paraolimpíadas. E nós, como banco público, queremos continuar exercendo nosso papel social, contribuindo com uma nova cultura, em que o portador de necessidade especial é capaz de praticar esportes, desde que sejam oferecidas a eles as condições adequadas. Portanto, projetos como esse sempre terão o apoio do BRB”.

Serviço

I Copa BRB de Basquetebol em Cadeira de Rodas 2015

Local: Escola do Parque da Cidade – Proem (SGAS 909, Conjunto A, Lote 27)

Data: 12 de dezembro

Horário: 8h às 17h

Entrada gratuita