Início Site Página 840

Enem: prazo para solicitar isenção da taxa de inscrição começa hoje

0

Interessados devem fazer o pedido na Página do Participante na internet

Começa nesta segunda-feira (15) o período para solicitar a isenção da taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. O prazo, que segue até 26 de abril, vale também para justificativas de ausência na edição de 2023.

Os interessados devem pedir a isenção pela Página do Participante, utilizando o Login Único do Gov.br. Quem não lembrar a senha da conta pode recuperá-la seguindo orientações disponíveis na própria plataforma.

Quem tem direito

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prevê a gratuidade da taxa de inscrição do Enem para candidatos que se enquadram nos seguintes perfis:

– Matriculados na 3ª série do ensino médio em 2024 em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar;

– Estudante que cursou todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada;

– Pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica por serem membros de família de baixa renda, com registro no CadÚnico.

Justificativa de ausência

Segundo o Inep, quem não compareceu aos dois dias de Enem em 2023 precisa justificar a ausência caso queira participar da edição deste ano gratuitamente.

Confira o cronograma completo do Enem 2024:

– Solicitação de isenção da taxa/Justificativa de ausência: de 15 a 26 de abril

– Resultado das solicitações de isenção da taxa/Justificativa de ausência: 13 de maio

– Período de recursos: de 13 a 17 de maio

– Resultado dos recursos: 24 de maio

O exame

O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o exame para selecionar estudantes.

Os resultados são listados como critério único ou complementar em processos seletivos, além de servirem de parâmetros para acesso a auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Planejamento tributário da empresa é uma poderosa ferramenta para vantagens competitivas

0

Por Sysley Sampaio e Laysa Pires Stone

O planejamento tributário é uma estratégia crucial para empresas que desejam otimizar sua carga fiscal e obter vantagens competitivas no mercado. Ao analisar cuidadosamente os diferentes aspectos do sistema tributário, as organizações podem identificar oportunidades legais para minimizar os impostos pagos, maximizando assim seus lucros líquidos.

Sysley Sampaio

Ele engloba uma série de práticas, tais como a qualificação do NCM de produtos de acordo com a legislação vigente, análise comparativa de regimes tributários para o enquadramento no que for mais vantajoso, o aproveitamento de benefícios e isenções fiscais, e o levantamento de oportunidades tributárias. Também se relaciona diretamente com processos de revisão fiscal e recuperação de créditos tributários, posto que, para tomar as melhores decisões para o desenvolvimento fiscal de seus negócios, os empresários precisam avaliar minuciosamente os seus registros contábeis e, dessa forma, acabam justamente identificando valores restituíveis decorrentes do pagamento excedente de impostos, até porque no Brasil as alterações das regras fiscais, obrigações acessórias e alíquotas passam de 40 por dia útil.

Uma das principais vantagens competitivas proporcionadas pelo planejamento tributário é a capacidade de reduzir os custos operacionais. Ao implementar estratégias fiscais eficazes, as empresas podem diminuir sua carga tributária total, permitindo que reinvistam essas economias em áreas-chave do negócio, como inovação, expansão ou desenvolvimento de produtos, além disso, pode ingressar na justiça e discutir alguns excessos de cobrança dos órgãos responsáveis que vão de encontro a legislação e a jurisprudência consolidada. Isso cria uma vantagem competitiva significativa, pois a empresa pode oferecer preços mais competitivos, melhor qualidade de produtos ou serviços, ou ainda obter margens de lucro mais saudáveis em comparação com concorrentes que não adotam uma abordagem tão proativa em relação aos impostos.

Laysa Pires Stone

Além disso, o planejamento tributário pode ajudar as empresas a melhorar sua posição financeira geral. Ao minimizar os impostos pagos, as organizações podem aumentar sua rentabilidade e fortalecer seu balanço patrimonial. Isso pode ser especialmente importante em momentos de instabilidade econômica, onde ter uma base financeira sólida pode ajudar a empresa a enfrentar desafios e aproveitar oportunidades emergentes no mercado. As empresas precisam saber que, para se manterem saudáveis e estáveis ao longo do tempo, elas precisam fazer do planejamento tributário uma prioridade.

Segundo o IBPT, no Brasil, em média, 33% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Somente o ônus do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro das empresas pode corresponder a 51,51% do lucro líquido apurado. Da somatória dos custos e despesas, mais da metade do valor é representada pelos tributos. Assim, imprescindível a adoção de um sistema de economia legal.

Outro benefício do planejamento tributário é a capacidade de aumentar a eficiência operacional. Ao revisar e otimizar as estruturas fiscais existentes, as empresas podem simplificar processos, eliminar redundâncias e garantir o cumprimento total das obrigações fiscais. Isso não só reduz o risco de penalidades por não conformidade, mas também libera recursos internos que podem ser realocados para áreas mais produtivas do negócio.

Além disso, o planejamento tributário estratégico pode proporcionar às empresas uma vantagem competitiva em termos de gestão de riscos. Ao entender completamente o ambiente regulatório e fiscal em que operam, as empresas podem antecipar e mitigar potenciais riscos fiscais, protegendo assim seus ativos e reputação corporativa.

No entanto, é crucial ressaltar que o planejamento tributário deve ser realizado dentro dos limites da lei e com total transparência. Estratégias agressivas ou arriscadas podem resultar em repercussões legais e danos à reputação da empresa. Portanto, é essencial que as empresas busquem aconselhamento profissional qualificado ao desenvolver e implementar seu planejamento tributário.

O planejamento tributário deve ser considerado uma parte essencial da estratégia de negócios de qualquer empresa que busque prosperar em um ambiente econômico competitivo.

Sysley Sampaio – Advogado Tributarista.Pós em Direito Público, Mestrando em Direito Tributário,MBA em Recuperação de Créditos Tributários, sócio da TexGroup e Membro da Aliança tributária

Laysa Pires Stone –-Advogada Pós Graduada em Direito Tributário pela PUC Minas Virtual, Pós Graduada em Processo Civil pela Fundação Getúlio Vargas SP.

Aumento da corrupção no país: Brasil, que país é este?, por Ives Gandra

0

O aumento da corrupção deveu-se, em grande parte, ao aumento da burocracia. Para ter-se noção, entre 1988 a 2023, passamos de 4.121 municípios em 1988, para 5.569 municípios, dos quais 24 % deles têm menos de 5 mil habitantes

Por Ives Gandra da Silva Martins

Recentemente, a revista The Economist, talvez a mais importante publicação sobre a economia do mundo, mostrou, um retrato vergonhoso para o Brasil no que diz respeito ao aumento da corrupção no país, avaliação feita pela Transparência Internacional, que mede a corrupção em todos os países do mundo.

Nós mostramos, efetivamente, esses dados em nosso novo livro “Brasil, que país é este?”, escrito com Samuel Hannan, ex-vice governador do Amazonas.

De rigor, caímos, no combate à corrupção, 25 posições, da 69ª para a 104ª posição entre todos os países do mundo avaliados pela Transparência Internacional, isto é, nos 140 países em que faz o levantamento. A avaliação não é realizada em todos os países do mundo, porque com assento na ONU, temos pouco mais de 190.

De qualquer forma, entre os 140 pesquisados, estarmos colocados na 104ª posição por corrupção é algo vergonhoso.

Nós estávamos na posição 69ª no começo do século, caímos, portanto, uma barbaridade de posições. The Economist analisa também as razões do aumento de corrupção na América Latina e mais do que o Brasil, só o Peru caiu 20 posições em 10 anos, tendo o México também caído.

A Transparência entende que, as Operações Lava Jato e Mãos Limpas, na Itália, foram operações de combate à corrupção, embora desmoralizadas em seus respectivos países, ao ponto de voltar a corrupção na Itália e no Brasil, o que certamente nos leva a ocupar essa vergonhosa posição.

Mas há outros dados que também me preocupam. Quero trazer alguns deles para os amigos leitores de como, nos últimos 30 anos, pioramos.

A taxa média de crescimento do PIB, de 1956 a 1961, foi de 8,6%; de 1964 a 1968, de 6 ,5%; de 1989 a 2023, caiu para 2,11 % de crescimento em relação ao PIB; a perda de participação no PIB mundial, de 1980 até agora, foi de 35,8%. A carga tributária bruta, quando nós tínhamos uma posição, que era confortável, de um crescimento da ordem de 6,5%, em 1988 era de 22,4%, mas tivemos um aumento para 33,7%, ou seja, de 50% de elevação da carga tributária, com queda do desenvolvimento nacional.

O aumento da corrupção deveu-se, em grande parte, ao aumento da burocracia.

Para ter-se noção, entre 1988 a 2023, passamos de 4.121 municípios em 1988, para 5.569 municípios, dos quais 24 % deles têm menos de 5 mil habitantes.

Outros 23 % desses municípios têm entre 5 e 10 mil habitantes e 23 % dos outros têm 10 a 20 mil, o que vale dizer, praticamente 70 % dos municípios criados têm menos de 20 mil habitantes, mas possuem a possibilidade de ter nove vereadores, prefeito e gastar dinheiro com essas estruturas. São Paulo, com 11,5 milhões de habitantes, é legislado por 55 vereadores. O município de Serra da Saudade tem 803 habitantes e 9 vereadores, que é o mínimo imposto pela Constituição.

Mostramos, portanto, no livro, “Brasil, que o país é este?” escrito com Samuel Hannan, o grande pesquisador do mesmo, por que nós patinamos, fundamentalmente, por termos permitido o crescimento de uma estrutura burocrática que reduziu o Brasil para essas posições vergonhosas na maior parte dos índices conhecidos.

Vale lembrar que só entre os grandes detentores do poder: presidente, governadores, prefeitos, deputados federais e estaduais, senadores, ministros e secretários de Estado, exclusivamente, ou seja, aqueles que estão no topo da administração, o Brasil tem 755 mil autoridades maiores.

O Poder Judiciário consome 1,66% do PIB, sendo que a média mundial é de 0,37%. Gastamos quatro vezes mais do que todos os outros países para sustentar a estrutura judiciária da nação.

Essa é a razão pela qual tenho dito que, nesses 30 anos, o Brasil caiu assustadoramente em nível de progresso, porque já chegamos a ser a oitava economia do mundo em um período anterior. Agora estamos, em verdade, com um custo burocrático, que é um dos maiores de todo o mundo, o que não permite o desenvolvimento. A OCDE declara que no mundo o custo burocrático é de menos que 10% do PIB, no Brasil é superior a 13%!!!

O problema não é só o pagamento desse custo burocrático, é que esse custo cria obrigações para o cidadão; só para se ter noção, para abrir-se uma empresa na Inglaterra, basta preencher um formulário e enviá-lo para o Governo e já está aberta. No Brasil, chegou-se a levar dois, três meses para que a aprovação sobre o pedido fosse concedida, isso por causa de todos aqueles funcionários responsáveis pelos carimbos de autorização, para que a empresa pudesse começar a funcionar. Hoje melhorou um pouco, mas, de qualquer forma, ainda temos uma burocracia que cria obrigacoes sobre obrigacoes para o cidadao brasileiro e sobre as empresas, o que dificulta o progresso do país.

São dados, levantados pelo Samuel Hanan, que escreveu comigo o livro “Brasil, que país é este?”. Na obra, não fazemos críticas às pessoas, àqueles que detêm o Poder, mas avaliamos a estrutura do Poder que nos leva a viver em um país burocrático que emperra o crescimento empresarial e do povo brasileiro.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho ( Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

Semana abre com 492 vagas de emprego disponíveis no DF

0

O cadastro para as vagas em diversas regiões de Brasília pode ser feito por aplicativo ou pessoalmente em uma das 14 unidades das agências do trabalhador

A segunda-feira (15) traz 492 vagas disponíveis pelas agências do trabalhador para quem está em busca de emprego no Distrito Federal, com salários que variam entre R$ 1.412 a R$ 6 mil, de diferentes níveis de escolaridade exigidos.

Entre as oportunidades, 50 são na Asa Sul na função de vendedor interno (R$ 1.420). Na mesma região, oito vagas estão livres para garçom (R$ 3.800) e uma na função de pizzaiolo (R$ 2.615).

A região de Águas Claras oferece três chances como atendente de lanchonete em Águas Claras (R$ 2.500) e 15 como corretor de imóveis (R$ 6 mil). No Guará, um salário de R$ 4 mil é direcionado a uma vaga de cabeleireiro.

Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

DF-131 ganha asfalto e nova ponte para facilitar escoamento agrícola

São investidos R$ 17 milhões nos serviços de pavimentação dos 6,3 km da rodovia, que passa a contar com ciclovia e novo sistema de drenagem

Importante rota de escoamento da produção agrícola, a rodovia DF-131, em Planaltina, está de asfalto novo. Foram investidos quase R$ 17 milhões pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na execução da pavimentação de 6,3 km da pista, beneficiando diretamente 30 mil motoristas que trafegam pela região diariamente.

GDF investe quase R$ 17 milhões para melhorar a mobilidade na rodovia DF-131, importante rota de escoamento da produção agrícola (Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília)

Por estar localizada entre a DF-128 e a DF-205, nas proximidades da Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), a via é, também, o principal acesso ao Núcleo Rural Monjolo, Fercal, Palmeiras, União Vegetal e ao Assentamento Márcia Cordeiro Leite.

“Trata-se de uma via muito importante utilizada principalmente para escoamento da produção e que, antes, não tinha pavimento, era toda em terra”, detalha o engenheiro Vitor Silva de Barros, do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF), órgão responsável pela obra.

“Agora, com as manilhas para escoamento iremos resolver os problemas de enxurradas e alagamentos”, diz o engenheiro Vitor Silva de Barros

Segundo o servidor, com a pavimentação praticamente concluída, o DER atua na construção de uma rotatória no entroncamento com a DF-128. Os serviços são realizados sem impactar no trânsito da rodovia. “Era uma demanda antiga dos usuários que sofriam muito com o fluxo intenso nos horários de pico, quando ficava muito difícil de ingressar na via. Essa melhoria vai deixar a saída mais fluida e segura”, explica.

Mobilidade e segurança

Em paralelo às obras de pavimentação, os mais de 40 funcionários do departamento trabalham, de segunda-feira a sábado, na conclusão da construção de uma ponte em concreto sobre a via, conectando o Assentamento Márcia Cordeiro Leite ao Monjolo. A estrutura já foi instalada e, agora, está sendo feito o encabeçamento da ponte.

E as novidades não param por aí. Agora, a DF-131 conta com uma ciclovia ao longo de toda sua extensão, garantindo mais segurança para ciclistas e pedestres, além de passagens para a fauna e de um moderno sistema de drenagem.

“Por ser uma região rural, é comum termos animais cruzando a pista, especialmente mamíferos e répteis. Essa era uma preocupação dos moradores que trouxemos para o projeto e adaptamos passagens para que eles cruzem com segurança por baixo da via”, destaca o engenheiro. “Quanto à drenagem, por se tratar de uma estrada de terra, não havia. Agora, com as manilhas para escoamento iremos resolver os problemas de enxurradas e alagamentos”, finaliza.

Planaltina e Lago Sul ficam sem energia para poda de árvores

0

A suspensão no fornecimento é em determinadas áreas e fundamental para a segurança dos trabalhadores durante a realização dos serviços

Regiões de Planaltina e do Lago Sul ficarão sem energia elétrica nesta segunda-feira (15) para poda de árvores e implementação de poste. A suspensão no fornecimento de energia é fundamental para garantir a segurança dos trabalhadores durante a realização dos serviços.

A poda de árvores no Lago Sul será no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, chácaras 3333, 3334, 3335, 3336, 3337, 3338, 3339, 3340, 3342, 3343, 3346, 3347. O horário de interrupção previsto é entre 9h e 15h.

Em Planaltina, a implementação de um poste no Setor de Oficinas de Planaltina, Conjunto C resultará na suspensão do fornecimento de energia das 11h às 17h.

Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade.

Projeto leva arte circense para praças e escolas públicas do DF

0

Serão seis apresentações gratuitas na Cidade Estrutural e em Brazlândia

E raia o sol, suspende a lua… O Circo chegou na programação artística itinerante do Distrito Federal para celebrar os 64 anos da Capital Federal. A partir de 19 de abril, o projeto “Olha o palhaço, no meio da rua!” vai levar arte circense, oficina de construção de brinquedos com material reciclável e contação de história para praças e escolas públicas da Cidade Estrutural e de Brazlândia.

Com o objetivo de resgatar os tradicionais esquetes de circo, como perna-de-pau, equilibrismo e palhaçaria e levar música e alegria para as comunidades, o projeto reúne uma trupe pra lá de divertida, em apresentações gratuitas. O palhaço Mandioca Frita e a Companhia Tapioca e Espirolinda prometem muitas gargalhadas para o público.

Na Cidade Estrutural, o espetáculo aberto à comunidade será no sábado (20/04), a partir das 15h, no Ponto de Cultura Waldir Azevedo. No domingo (28/04), é a vez da Praça da Escadaria, localizada na orla do Lago de Brazlândia, receber o projeto “Olha o palhaço, no meio da rua!”.

O projeto também vai levar a magia do circo para escolas da rede pública de ensino do DF, em quatro apresentações. Nesta sexta-feira (19/04), a trupe desembarca no Centro de Ensino Infantil 01 da Estrutural. Já no dia 26, estudantes da Escola Classe Chapadinha de Brazlândia vão se divertir e aprender mais com a arte popular.

O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, da Agenda Cultural Brasília e do Ponto de Cultura Waldir Azevedo.

A iniciativa também conta com acessibilidade. Além de serem realizados em praças que já contam com rampas e estruturas necessárias para o acesso ao local do evento, os espetáculos contarão com cadeiras e espaços reservados para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. As apresentações também contarão com intérpretes de LIBRAS. Duas apresentações disponibilizarão audiodescrição.

SERVIÇO:

Olha o Palhaço no Meio da Rua

Quando: a partir de 19 de abril

Quanto: entrada franca

PROGRAMAÇÃO:

Espetáculos para o público em geral

Sábado (20/04) – 15h

Ponto de Cultura Waldir Azevedo –  casa 21, conjunto 3, quadra 8, Setor Oeste da Estrutural

Domingo (28/04) – 15h

Praça da escadaria de Brazlândia, na orla do Lago de Brazlândia – St. Norte Ae 1N, 38 – Brazlândia

Espetáculos para estudantes

Sexta-feira (19/04) – 10h e 13h30

CEI 01 Estrutural

Sexta-feira (26/04) – 09h e 13h30

Escola Classe Chapadinha de Brazlândia

Renan Calheiros: da política à justiça, uma série de derrotas

0

A trajetória do senador marcada por derrotas políticas e judiciais levanta questionamentos sobre sua integridade e conduta

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) parece estar construindo um catálogo impressionante de derrotas, tanto políticas quanto judiciais, ao longo de sua carreira. Sua mais recente derrota, desta vez na CPI da Braskem, adiciona mais um capítulo a essa saga de fracassos.

Agora, o “coronel” Calheiros enfrenta mais um revés, desta vez nos tribunais, onde se vê obrigado a propor um pagamento parcelado devido à sua condenação por danos morais. A condenação é resultado de um processo movido por Mário Covas Neto, filho do ex-governador de São Paulo Mário Covas (PSDB), em relação a um embate ocorrido em 1999 entre Renan e o então governador paulista.

Na época, Renan e Covas trocaram acusações públicas em torno do serviço de inspeção veicular, culminando em insultos e acusações mútuas de corrupção. O desfecho desse embate, anos depois nos tribunais, resultou em uma condenação para Renan, que agora tenta evitar a penhora de seus bens ao propor o parcelamento da dívida.

O fato de o senador não conseguir quitar a dívida de forma imediata levanta questões sobre sua situação financeira e, possivelmente, sobre sua conduta ética. A tentativa de encerrar o assunto sem que seus bens sejam penhorados pode ser interpretada como uma estratégia para preservar seu patrimônio, em vez de uma demonstração de boa-fé ou lealdade processual.

A defesa de Renan tenta justificar o parcelamento com a alegação de que ele não possui todos os recursos necessários para quitar a dívida de uma só vez. No entanto, para muitos observadores, isso levanta dúvidas sobre a integridade do senador e sua disposição para enfrentar as consequências de suas ações.

Enquanto Renan Calheiros continua acumulando derrotas, tanto na política quanto na Justiça, fica cada vez mais claro que sua trajetória está marcada por controvérsias e questionamentos éticos, o que lança uma sombra sobre sua reputação e seu papel como representante público.

Declaração de Lula reconhecendo benfeitorias feitas por Ibaneis no Sol Nascente é um tapa na cara da esquerda brasiliense

As declarações dadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, durante solenidade de lançamento da pedra fundamental da construção de um campus do Instituto Federal de Brasília (IFB) no Sol Nascente, na última quinta (11), de que a região não se parece com uma favela foi um tapa na cara da esquerda brasiliense. Lula questionou: “onde estava a favela?”.

Considerada pelo IBGE como a maior favela do País, o presidente disse que a região que surgiu no final dos anos 90 não tem nada do que se conceitua como favela e ainda ressaltou que o Sol Nascente estava melhor do que muitos bairros de São Bernardo do Campo, cidade paulista onde tem sua residência fixa.

O Sol Nascente só foi reconhecido como região administrativa pelo governo Ibaneis, que passou a investir fortemente no local. Antes dele, as duas administrações da esquerda (governos Agnelo (PT) e Rollemberg (PSB)) deixaram a população da região completamente abandonada.

Lá atrás, em 2008, o ex-governador José Roberto Arruda deu início a regularização da região transformando o Sol Nascente em Área de Regularização de Interesse Social – Aris, o que possibilitou captar recursos para melhorar a cidade. Ou seja, quem conhece a história do Sol Nascente sabe que quem quis transformar o local em favela foram os governos da esquerda, que nada fizeram. Depois que Ibaneis assumiu o GDF, o Sol Nascente ganhou escola, dois restaurantes comunitários, terminal rodoviário, melhorias na infraestrutura viária e vai ganhar uma UPA.

Realmente, o presidente Lula tem razão. O Sol Nascente não é a favela que os esquerdistas tanto queriam para a capital federal. A fala do petista, sem querer, exalta e reconhece as benfeitorias feitas por Ibaneis Rocha no Sol Nascente.

“Quando eu desço aqui, eu estou numa cidade. Obviamente, isso se deve ao trabalho de vocês, as reivindicações de vocês e ao atendimento que setor público fez por vocês”, reconheceu o petista.

Celina sempre pronta para o embate 

Celina sempre pronta para o embate
Foto: Renato Alves/Ag. Brasília

Além do tapa na cara dado por Lula em seus companheiros, a cerimônia de lançamento do IFB Campus Sol Nascente será lembrada pela postura firme da vice-governadora do DF, Celina Leão, do PP, diante da ‘claque petista’, que desrespeitosamente a vaiou no início de seu discurso. O gesto da plateia não agradou o presidente Lula, que se levantou e ficou ao lado da leoa enquanto ela discursava.

Celina de forma muito tranquila destacou que Brasília “é a capital da Democracia. Aonde a gente se respeita e a gente, realmente, precisa de todo o apoio que o governo federal vier a dar a nós”.

A esquerda perdeu no Sol Nascente

A leoa ainda lembrou que a chapa Ibaneis-Celina ganhou no Sol Nascente do candidato apoiado pelo petista em 2022. “Nós investimentos R$ 500 milhões aqui nesta região”, enfatizou a vice-governadora. Celina finalizou sua fala agradecendo ao presidente pelo apoio que seu governo tem dado ao GDF.

A leoa recebeu um abraço do petista e foi cumprimentada pelos parlamentares do DF que estavam presentes na solenidade. Celina Leão mostrou que está pronta para qualquer embate.

Ausência de deputados do Republicanos do DF na votação de Chiquinho Brazão foi condenada por bolsonaristas

Ausência de deputados do Republicanos do DF na votação de Chiquinho Brazão foi condenada por bolsonaristas
Foto: Reprodução/Google Imagens

A votação na Câmara dos Deputados sobre a manutenção da prisão do deputado Chiquinho Brazão, sem partido-RJ, que é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, na quarta-feira (10), jogou os parlamentares contra a opinião pública. A sessão da Câmara teve uma audiência alta e muita gente acompanhou como cada deputado se manifestou. 

Aqui no DF, a ausência dos três deputados do Republicanos que compõem a bancada de federais da capital foi condenada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente, pela ala evangélica. Os deputados do DF, Fred Linhares, Gilvan Máximo e Julio Cesar se juntaram a outros 11 parlamentares da sigla e não participaram da votação. Fred, após a sessão, apresentou atestado médico.

A atitude dos republicanos brasilienses chamou a atenção dos bolsonaristas porque os três se elegeram apoiados em discursos e narrativas da direita, e a ausência nesse tipo de votação favoreceu os interesses da esquerda.
Nos corredores da Câmara, assessores falam de um acordo com os deputados que são de partidos que apoiaram Bolsonaro em 2022 e hoje votam com o governo Lula para não comparecer à votação de Chiquinho Brazão.
O combinado não sai caro como se diz. Porém, existem atitudes que não passam despercebidas pelos olhos dos irmãos bolsonaristas. Ao todo, dos 513 deputados federais, 78 não estiveram presentes.

Em defesa da Constituição

Em defesa da Constituição
Foto: Reprodução/Google Imagens

Sem temer reações adversas da opinião pública, os deputados Alberto Fraga e Bia Kicis, ambos do PL, tiveram posturas condizentes com seus ideais e bandeiras.

Eles votaram contrários à prisão de Chiquinho Brazão por entender que o processo conduzido pelo STF fere os princípios constitucionais e abre precedentes que violam a imunidade parlamentar. Os dois deputados deixaram claro que não estavam votando a favor de Chiquinho Brazão e sim em defesa da Constituição.

Ajudou a diminuir o quórum

Ajudou a diminuir o quórum
Foto: Reprodução/Google Imagens

Já o deputado Rafael Prudente, do MDB, registrou presença na votação, mas preferiu se abster. Rafael se juntou a outros 27 colegas que também se abstiveram. A abstenção nesse tipo de votação ajuda a diminuir o quórum necessário de parlamentares. Para ser mantida a prisão de Chiquinho Brazão eram necessários 257 votos. O parecer submetido ao plenário foi aprovado por 277 votos a 129. Rafael Prudente optou por ficar na dele.

* José Fernando Vilela é jornalista com especialização em marketing político e eleitoral. Já trabalhou em diversos órgãos públicos (GDF/CLDF/Câmara/Senado) e iniciativa privada. É editor-chefe, analista político e colunista do Expressão Brasiliense, e é presidente da ABBP – Associação Brasileira de Portais de Notícias – desde 2021. Apresenta o programa Viva a sua Cidade, de segunda a sexta, das 11h às 13h, na rádio Viva FM 101.3.  

Partido Verde de Leandro Grass cria a “mosca azul” para picar Damares

A senadora Damares, apesar de influenciada pela mosca azul – uma estratégia do partido de esquerda no DF para enfraquecer a direita -, reconhece a necessidade de apoiar a reeleição de Celina Leão ao Buriti em 2026. Saiba por quê?