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Eleições 2026: Propaganda eleitoral começa no domingo em todo o país

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A partir de 16 de agosto candidaturas poderão divulgar campanhas nas ruas e na internet conforme regras do TSE que incluem normas sobre inteligência artificial e desinformação

Da Redação

A propaganda eleitoral das Eleições 2026 começa neste domingo, 16 de agosto, em todo o país. A partir da data, candidaturas poderão divulgar oficialmente suas campanhas nas ruas e na internet, seguindo as normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral. As regras estão previstas na Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada pelas Resoluções nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026.

Entre as medidas estão normas sobre inteligência artificial, desinformação e conteúdos manipulados. Na internet, a divulgação poderá ocorrer em sites de candidatas e candidatos, partidos, federações e coligações, além de blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais.

Os endereços eletrônicos usados na campanha devem ser informados à Justiça Eleitoral no registro de candidatura ou no Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários. Caso uma nova página seja criada durante a campanha, a comunicação deverá ser realizada em até 24 horas. O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão começa em 28 de agosto e segue até 1º de outubro, no primeiro turno.

Nas eleições gerais, os programas em rede serão distribuídos entre as candidaturas aos cargos de presidente da República, governador, senador e deputados. Durante esse período, as emissoras também deverão reservar 70 minutos diários para inserções de 30 e 60 segundos, distribuídas ao longo da programação.

Antes do início oficial da campanha, a legislação permite diferentes atividades de pré-campanha. Entre elas estão participação em entrevistas e debates, seminários e encontros, divulgação da pré-candidatura, apresentação de ideias, propostas e projetos, pedido de apoio político e transmissões ao vivo nos canais de pré-candidatos, partidos e federações. Essas manifestações são permitidas desde que não haja pedido explícito de voto.

A propaganda pode ser considerada antecipada quando ocorre antes do período autorizado e apresenta pedido explícito de voto ou utiliza meios proibidos durante a pré-campanha. Apenas divulgar uma pré-candidatura, apresentar projetos ou manifestar apoio político não caracteriza, por si só, propaganda eleitoral antecipada.

No entanto, pedir voto explicitamente antes de 16 de agosto pode resultar nas sanções previstas pela legislação eleitoral. Campanhas que enviarem mensagens eletrônicas devem identificar o remetente e disponibilizar uma ferramenta para que o eleitor solicite o descadastramento. Após o pedido, a exclusão deverá acontecer em até 48 horas. Carreatas, desfiles de veículos e outros atos que envolvam custeio de combustível pelas campanhas deverão ser comunicados à Justiça Eleitoral com antecedência mínima de 24 horas.

As Eleições 2026 também terão regras específicas para o uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral. A regulamentação estabelece medidas para identificação de conteúdos produzidos ou manipulados com IA e reforça o combate à divulgação de informações falsas ou gravemente descontextualizadas. Também é proibido o uso de deepfakes para prejudicar ou favorecer candidaturas durante o processo eleitoral.

 

Presidente do BRB detalha medidas de recuperação e mostra otimismo

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Nelson Antônio de Souza afirma em entrevista ao CB.Poder que capitalização começa com contratação do crédito junto ao FGC e destaca mudanças de governança, auditorias e continuidade de operações sociais

Da Redação

O presidente do Banco de Brasília, Nelson Antônio de Souza, destacou nesta terça-feira (11) as medidas que vêm sendo tomadas para a recuperação da instituição. Em entrevista ao CB.Poder, parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília, o dirigente ressaltou o otimismo para a audiência de conciliação prevista para esta quinta-feira (13) no Supremo Tribunal Federal sobre a liberação do empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos para a capitalização do banco.

Segundo Souza, as ações incluem estabilizar o banco economicamente, manter a liquidez e buscar a capitalização, que deverá ser efetivada com a reunião no Supremo. Do ponto de vista de medidas prudenciais de governança, foram realizadas mudanças na diretoria e no conselho, além de auditorias independentes e forense. Os achados foram encaminhados à Polícia Federal e ao Ministério Público. Há Assembleia Geral Extraordinária aberta, com data para 24 de agosto, quando será buscada autorização do Conselho da Assembleia para responsabilização civil de dirigentes.

Além disso, 25 processos administrativos disciplinares de empregados foram abertos. Sobre a audiência no STF, o presidente afirmou ter a melhor expectativa possível. Há uma proposta com origem no Ministério da Fazenda, em que há um empréstimo do FGC para o GDF, com garantia dos grandes bancos brasileiros e contragarantia do Fundo de Participação dos Municípios e dos estados.

Outra opção é um empréstimo direto do FGC para o GDF, com a garantia dos fundos de participação, sem passar pelos bancos. Uma terceira possibilidade acompanha a passagem do GDF para a Capacidade de Pagamento A em julho, que pode permitir um aval soberano. Souza afirmou ver com otimismo a definição da contratação do empréstimo de R$ 6,6 bilhões, início da capitalização do banco.

Entre outras medidas de capitalização, ele citou a securitização da dívida do GDF, com a primeira tranche de R$ 1,05 bilhão já realizada e uma segunda de R$ 1,2 bilhão em andamento. Somados aos R$ 6,6 bilhões, o valor chega a quase R$ 8,8 bilhões. Há imóveis aprovados pela Câmara Legislativa do DF que podem virar um fundo de investimento imobiliário.

O banco tem recebido investidores nacionais e internacionais interessados em aportar recursos. Cada ativo vendido da carteira do Master compõe liquidez e melhora o capital. O balanço será publicado após a capitalização, que começa com a contratação do empréstimo de R$ 6,6 bilhões.

Souza afirmou que a gestão do BRB é técnica e não tem relação com as eleições. O Banco Central conhece o balanço de 2025. A documentação do plano de capital e do plano de negócio foi submetida ao FGC. O empréstimo é para o GDF, não para o BRB.

Sobre a capacidade de pagamento do GDF, o presidente afirmou que o balanço do governo é público e o Distrito Federal tem um dos menores endividamentos do Brasil. O empréstimo é do FGC para o GDF, acionista majoritário, que pagará as prestações. Com o tempo, o plano de negócio de 10 anos do BRB gerará dividendos para o pagamento da dívida.

Outra possibilidade é a venda de parte das ações a investidores após o aporte de capital. Souza destacou o cuidado com os correntistas e com os estados, além da preocupação com cinco Tribunais de Justiça que mantêm R$ 30 bilhões no banco. A verba de patrocínio e publicidade foi cortada em 70%.

Em relação ao Flamengo, foi feito um novo arranjo de rateio de resultados. Foi criado o banco digital Nação BRB Fla, no qual o BRB tem 53% e o Flamengo 47%. Após o fim do exercício, é feito o rateio do resultado. Trata-se de um banco múltiplo, com cartão próprio, seguro e empréstimos. É o único banco digital com agência física no Brasil, no Rio de Janeiro, com planos de abrir uma em cada capital, a segunda em Brasília.

A plataforma é separada do BRB. O plano de negócios de 10 anos é torná-lo o maior banco digital da América Latina. O BRB continua com todas as operações ativas e passivas, incluindo crédito pessoal, microempresa, microcrédito, habitacional, LCI, LCA, CDBs e fundos. Mantém a função de banco de desenvolvimento, operacionalizando programas sociais do governo e ampliando o microcrédito, com prioridade para Brasília e o Entorno.

Sobre o ressarcimento e a punição, Souza afirmou que o primeiro ato foi aprovar a auditoria independente forense das empresas Machado Meyer e Kroll. Os achados foram enviados à Polícia Federal, ao Banco Central, à CVM e ao Ministério Público. Há conversas diárias com a Polícia Federal e o Banco Central. Quem deu causa aos problemas terá consequências. Ele citou o ativo de R$ 21,9 bilhões e a necessidade de aporte de capital de R$ 8,8 bilhões.

 

Retrocesso: Entidades de imprensa condenam decisão de Moraes

ANJ, Abert e Aner classificam a busca e apreensão contra Raimundo Cutrim como séria ameaça à liberdade de imprensa e alertam que a quebra do sigilo da fonte não tem amparo constitucional, enquanto as denúncias sobre uso irregular de veículos oficiais seguem sem apuração

Entidades da imprensa criticaram na noite de ontem (11) a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes que determinou uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal contra a fonte de um jornalista do Maranhão.

O profissional publicou reportagens sobre o uso irregular de veículo oficial por Flávio Dino e seus familiares.Em março, o jornalista Luís Pablo já havia sido alvo de operação e teve o celular apreendido. Agora, a medida atingiu o ex-secretário Raimundo Cutrim, apontado pela investigação como a fonte das informações. A ação foi solicitada pela PF e teve anuência da Procuradoria-Geral da República.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) contestou a decisão por meio de nota. O presidente da entidade, Marcelo Rech, afirmou que o episódio representa “séria ameaça à liberdade de imprensa”:

“A busca e apreensão em razão de informação jornalística abre um precedente muito perigoso. É uma séria ameaça à liberdade de imprensa, porque a Constituição, em seu artigo 5º, inciso XIV, é taxativa em proteger o sigilo da fonte quando necessário para o exercício profissional.”

Em manifestação conjunta, a ANJ, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) expressaram “profunda preocupação” com a autorização da busca e apreensão. “Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988. Casos de questionamentos a reportagens devem ser tratados dentro da lei, que prevê direito de resposta e indenizações. A violação do sigilo do profissional e de suas fontes leva a intimidações contra a imprensa que não condizem com o Estado Democrático de Direito e o livre exercício do jornalismo”, destacaram as entidades.

Segundo a Polícia Federal, Cutrim teria utilizado o cargo público para obter informações e imagens de sistemas de acesso restrito, que depois foram repassadas ao jornalista. A PF também identificou uma transferência de R$ 100 mil relacionada a uma negociação imobiliária envolvendo pessoas próximas a Cutrim e ao jornalista, e sustenta que há indícios de perseguição a Flávio Dino.

A defesa de Raimundo Cutrim reiterou que ainda não teve acesso aos processos e observou que as denúncias sobre o uso irregular de viaturas do Tribunal de Justiça do Maranhão pela família de Flávio Dino continuam sem apuração.

O caso coloca em evidência uma tensão fundamental: de um lado, a necessidade de investigar possíveis irregularidades no acesso a informações privilegiadas e eventuais pagamentos; de outro, o risco de se criar um precedente perigoso ao priorizar a identificação e a perseguição da fonte jornalística, enquanto o conteúdo das denúncias — o uso de bens públicos por um ministro do STF — permanece sem investigação efetiva.

A proteção ao sigilo da fonte existe precisamente para permitir que irregularidades envolvendo autoridades sejam expostas. Quando a resposta institucional se concentra em quem falou, e não no que foi dito, o efeito é o de intimidação da imprensa e o enfraquecimento do controle social sobre o poder.

 

Valdivino de Oliveira contesta exigência do FGC por balanços do BRB

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Secretário de Economia do DF afirma em entrevista à TV Globo que operação de empréstimo de R$ 6,6 bilhões deve se basear em números do governo e não do banco

Da Redação

O secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, contestou em entrevista à TV Globo a demanda do Fundo Garantidor de Créditos por mais informações sobre a situação financeira do Banco de Brasília. O FGC é uma das partes de uma negociação para um empréstimo bancário de até R$ 6,6 bilhões destinado a reforçar o caixa do BRB, afetado pelas transações com o Banco Master.

O acordo para liberar esses recursos vem sendo mediado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux. Em documento ao Supremo, o FGC afirmou que não pode avaliar a viabilidade da operação sem conhecer os balanços auditados do BRB de 2025 e do primeiro semestre de 2026.

No documento, o FGC afirma que precisa conhecer esses balanços para saber se os R$ 6,6 bilhões pedidos pelo governo são suficientes para capitalizar o BRB. “A operação é entre o FGC e o governo do DF. Então, os números que nós temos que apresentar são os números do DF. O BRB é apenas a finalidade para a qual nós vamos aplicar o dinheiro”, afirmou Oliveira.

“O governo tem capacidade de pagamento, o governo tem capacidade de endividamento. Vai pegar o empréstimo e vai comprar ações, vai capitalizar o banco. Obviamente vai resolver o principal problema do banco, que é a falta de capitalização em decorrência dos prejuízos que ele tem que compensar”, emendou.

O governo do DF é o acionista controlador do BRB. Por isso, cabe ao Executivo garantir que o banco cumpra as regras do sistema bancário nacional. É justamente para cumprir as normas de solidez do patrimônio do BRB – o chamado Acordo de Basileia – que o governo do DF precisa injetar os R$ 6,6 bilhões no banco.

Valdivino Oliveira afirmou ainda que, até a tarde desta terça-feira, o governo não tinha recebido resposta formal do FGC sobre o crédito. O ministro Luiz Fux marcou para esta quinta-feira (13) uma nova audiência de conciliação no acordo entre a União e o BRB para viabilizar o empréstimo.

O secretário também confirmou na entrevista à TV Globo que o governo do DF pensa em apresentar um plano B ao STF: tirar os bancos comerciais da operação e negociar apenas com o Fundo Garantidor de Créditos. No modelo que vem sendo negociado desde maio, o dinheiro para o empréstimo viria do saldo do FGC, mas um consórcio formado pelos maiores bancos do país daria a garantia ao fundo.

Em caso de calote do governo, esses bancos poderiam recolher repasses do governo federal destinados ao DF para a quitação. “Nós estamos também propondo que, caso o sindicato de bancos [não aceite], que seja o FGC, que ele aceite as garantias que o DF está dando para o sindicato de bancos para o próprio FGC”, explicou.

Nesse segundo modelo, caberia ao próprio Fundo Garantidor de Créditos pedir à União o bloqueio dos repasses federais ao DF e a destinação desses recursos às contas do FGC.

 

Flávio e Michelle Bolsonaro gravam vídeo juntos para a campanha

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Encontro no comitê de campanha no Lago Sul, em Brasília, ocorre com gravação de vídeos e declarações de união em torno da candidatura presidencial do senador do PL

Da Redação

O candidato à Presidência pelo Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se encontraram pela primeira vez desde que se desentenderam publicamente, quando Michelle disse que foi desrespeitada pelo enteado e candidato, que, depois, pediu desculpas.

O encontro no comitê de campanha de Flávio, no Lago Sul, em Brasília, ocorreu nesta terça-feira (11). Michelle foi aplaudida quando chegou, segundo fontes. Ela é vista como integrante importante da campanha para tentar melhorar o desempenho de Flávio junto ao eleitorado feminino e também ao público evangélico.

Ao comentar sobre a reunião, Michelle minimizou as rusgas recentes e declarou: “Foi ótimo. Todo mundo empolgado, todo mundo no mesmo espírito de união. Colocamos uma pedra, né? Desavença existe em… qual família que é perfeita, né? Levanta a mão aí quem não tem problema na família. Mas, graças a Deus, a gente conversou e nos unimos em prol de algo muito maior para a nossa nação.”

Flávio e Michelle gravaram vídeos para a campanha, que primeiro serão divulgados na televisão e depois nas redes sociais.

Um pouco antes do encontro, Flávio Bolsonaro disse que era “uma grande honra” receber Michelle Bolsonaro. Ele afirmou ainda que “todo mundo já entendeu que o Brasil precisa vencer o PT”.

 

Sesc Estação do Choro celebra Garoto e Altamiro Carrilho nesta quarta

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Evento gratuito reúne o flautista carioca Dudu Oliveira e músicos do Distrito Federal na área externa do Sesc 504 Sul, a partir das 18h

O choro volta a ocupar a W3 Sul nesta quarta-feira (13), com mais uma edição do Sesc Estação do Choro. A partir das 18h, a área externa do Sesc 504 Sul – Alberto Vilardo recebe uma programação especial dedicada a dois grandes nomes da música brasileira: Garoto e Altamiro Carrilho. O evento é gratuito, ao ar livre e não é necessário retirar ingresso.

Entre as atrações da noite está o flautista carioca Dudu Oliveira, referência do choro contemporâneo e herdeiro artístico de Altamiro Carrilho. Nascido no Rio de Janeiro em meio às rodas de choro, Dudu escolheu a flauta como principal instrumento aos 14 anos e, ao longo da carreira, desenvolveu uma relação artística e de amizade com Altamiro.

A relação de Dudu Oliveira com Brasília também é antiga. O músico frequenta a capital há mais de 17 anos e acompanha de perto a cena local do choro. “Eu sou frequentador assíduo de Brasília, suas rodas e shows a mais de 17 anos, desde que conheci vários músicos da cidade e me embrenhei na cena do gênero, tão forte na capital”, conta.

Multi-instrumentista, Dudu também toca saxofone, instrumento com o qual integra a banda do programa Lady Night, do Multishow, apresentado por Tatá Werneck. O músico ainda domina o violão de seis e sete cordas, bandolim e cavaquinho, instrumento que aprendeu a partir da convivência com o pai, Dudu do Cavaco, com quem teve contato com as rodas de choro ainda na infância.

No palco do Sesc Estação do Choro, Dudu Oliveira será recebido pelos músicos que já integram o projeto, Vinícius Vianna, no violão, e Gabriel Carneiro, no pandeiro. A apresentação contará ainda com a participação especial de Márcio Marinho, no cavaquinho, formando um regional especialmente preparado para a noite.

A programação também celebra Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, considerado um dos grandes responsáveis pela criação do moderno violão brasileiro e um dos precursores da sonoridade que viria a influenciar a Bossa Nova. Sua obra inspirou gerações de músicos e compositores, entre eles Tom Jobim, que chegou a dedicar um choro ao artista.

Nesta edição, Vinícius Vianna lança o single Emboscada e apresenta um repertório que combina composições autorais com obras de Garoto. O músico também traz para o palco composições próprias inspiradas na obra do homenageado.

Para a apresentação, o músico estará acompanhado por Paulo Dantas, no contrabaixo acústico, Daniel Baker, nos teclados, e Gabriel Carneiro, no pandeiro. A formação propõe um encontro entre as linguagens do choro e da Bossa Nova, criando uma sonoridade que conecta diferentes momentos da música instrumental brasileira.

A noite começa com Nelsinho Serra, no cavaquinho, conhecido por suas apresentações de choro e samba na cidade. O músico será acompanhado pelo sanfoneiro Dada Nunes e pelo duo do projeto, dando início à programação musical.

Realizado na área externa do Sesc 504 Sul, o Sesc Estação do Choro propõe levar a música instrumental para um espaço aberto e democrático, aproximando o público da tradição do choro e dos músicos que mantêm o gênero vivo no Distrito Federal.

Além da programação musical, o público poderá aproveitar a estrutura do local, com food trucks e a lanchonete do Sesc, que terá cardápio especial para a ocasião, incluindo vinhos e cervejas artesanais.

Serviço
Sesc

  • Estação do Choro – edição de agosto
  • Data: 13 de agosto (quarta-feira)Horário: A partir das 18h
  • Local: Área externa do Sesc 504 Sul – W3 Sul
  • Entrada gratuita

Virada Cultural Sesc-DF: acesse a programação completa

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Evento gratuito traz Dubdogz, Fresno e mais de 30 horas de programação dias 15 e 16 de agosto

Pela primeira vez, o Distrito Federal receberá a Virada Cultural: evento com mais de 30 horas de programação ininterruptas. Realizada pelo Sesc-DF, a megaprodução tem entre os destaques o duo de música eletrônica Dubdogz, a banda de rock brasileira Fresno e a cantora de piseiro Bia Alves. A Virada Cultural será nos dias 15 e 16 de agosto, no Setor Comercial Sul, com entrada gratuita. Para acessar a programação completa, clique no link https://saibamais.sescdf.com.br/viradacultural e preencha o formulário

As atrações musicais serão realizadas em nove palcos, entre eles o Bar do Joaquim, o Zíngaro e o Espelunca (locais já conhecidos na região). Além dos shows, a Virada Cultural traz na programação festas como Samba da Tia Zélia, 5uinto, PLAY, Baile da Cabra e Makossa. Nas mais de 30 horas de atrações, também estão a Feira Motim, dedicada à economia criativa, publicações independentes e arte urbana, além de apresentações de stand-up comedy, sessões de karaokê e performances artísticas.

Focada em democratizar o acesso à cultura e ocupar o espaço público do Distrito Federal, a Virada Cultural tem potencial para transformar a realidade local. Para o Sesc-DF, o evento é estratégico para fortalecer a comunidade, gerar qualidade de vida, revitalizar espaços públicos e movimentar a economia.

Acompanhe também pelo Instagram @sescdf

Abertas as inscrições para os Jogos de Integração Crianças e Adolescentes

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Competição será realizada entre agosto e outubro e reúne crianças e adolescentes em diferentes modalidades esportivas

Estão abertas as inscrições para o JISESC – Jogos de Integração Crianças e Adolescentes 2026. Promovido pelo Sesc-DF, o evento reúne crianças e adolescentes em uma programação esportiva voltada à integração, ao desenvolvimento de habilidades e à valorização da prática esportiva.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 14 de agosto de 2026, nas unidades do Sesc-DF. A competição será realizada de 29 de agosto a 17 de outubro de 2026.

Confira as principais datas

  • Inscrições: até 14 de agosto de 2026
  • Congresso Técnico: 15 de agosto, às 9h, no EduSesc Taguatinga Norte
  • Cerimônia de Abertura: 22 de agosto, às 18h, no Sesc Taguatinga Norte
  • Período de realização dos jogos: de 29 de agosto a 17 de outubro de 2026

A participação na Cerimônia de Abertura e no encerramento é obrigatória para todos(as) os(as) inscritos(as).

Taxa de inscrição

  • Modalidades coletivas: R$ 250,00
  • Modalidades individuais: R$ 30,00

As inscrições devem ser realizadas nas Unidades do Sesc-DF. Serão aceitas somente fichas de inscrição digitadas, em duas vias.

Regulamento e fichas de inscrição

Confira abaixo os documentos necessários para participar do JISESC 2026:

REGULAMENTO DO JISESC 2026

FICHA DE INSCRIÇÃO COLETIVA – JISESC 2026

FICHA DE INSCRIÇÃO INDIVIDUAL – JISESC 2026

Réu do 8 de Janeiro morre aos 63 anos vítima de infarto

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Ronaldo Édison Richard, que respondia em liberdade a processo no STF por suposta participação nos atos de 2023, teve óbito confirmado pela Associação de Familiares e Vítimas do 8/1

Da Redação

Ronaldo Édison Richard, réu por suposta participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, morreu aos 63 anos na segunda-feira (10), em Santa Rosa (RS). A informação foi confirmada pela Associação de Familiares e Vítimas do 8/1. A causa do óbito teria sido um infarto.

Atualmente, ele respondia ao processo em liberdade. Ronaldo havia sido denunciado pela Procuradoria-Geral da República no ano passado pelos crimes de golpe de Estado, associação criminosa, dano e depredação do patrimônio público. A denúncia foi recebida pelo Supremo Tribunal Federal.

Ele é suspeito de ter financiado uma caravana que saiu do Rio Grande do Sul com destino a Brasília. A PGR sustenta que ele pagou a viagem de um dos integrantes, que desembarcou na capital federal e participou dos ataques às sedes dos Três Poderes. Os advogados dele sempre negaram tal tese.

Em manifestação ao Supremo, a defesa de Ronaldo rechaça que seu cliente tenha bancado a excursão, mas apenas assinou uma autorização para a saída de um ônibus da garagem. Os defensores ainda destacavam que Ronaldo era réu primário e possuía bons antecedentes.

Em nota, a Asfav comunicou o falecimento e afirmou: “Ronaldo é mais uma vítima do 8 de Janeiro que parte enquanto aguardava que a Justiça fosse feita, sem que pudesse acompanhar o desfecho de um processo que marcou profundamente sua vida e a de sua família. Neste momento de dor, a ASFAV manifesta sua solidariedade aos familiares e amigos de Ronaldo, compartilhando o sentimento de perda e reafirmando seu compromisso com a memória, a dignidade e a busca por Justiça para todas as vítimas do 8 de Janeiro.”

 

Distrito Federal tem mais de mil vagas de emprego nesta quarta-feira

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Há chances disponíveis para profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Salários oferecidos chegam a R$ 3 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (12), 1.364 vagas para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego. Os maiores salários entre as vagas disponíveis são para os cargos de marceneiro, com duas vagas, mecânico de automóvel, com três vagas, e vendedor pracista, com duas oportunidades. Todos os cargos oferecem remuneração de R$ 3 mil, além dos benefícios.

Outro cargo que se destaca pela quantidade de vagas oferecidas é o de operador de caixa, com 150 oportunidades. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além dos benefícios.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.