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Celina Leão lidera corrida para o GDF em 2026, aponta Paraná Pesquisas

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Vice-governadora do DF mantém vantagem em cenários eleitorais, enquanto Michelle Bolsonaro e Ibaneis Rocha despontam para o Senado

Da Redação

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), lidera as intenções de voto para o governo do DF nas eleições de 2026, conforme pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta quinta-feira (4). Realizado entre 23 e 27 de agosto com 1.510 eleitores, o levantamento apresenta Celina com 37,2% no cenário principal estimulado, superando o ex-governador José Roberto Arruda (PL), com 16%, e Leandro Grass (PV), com 9,7%. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com 95% de confiança.

Primeiro Cenário (Estimulado): Celina Leão (37,2%), José Roberto Arruda (16%), Leandro Grass (9,7%), Izalci Lucas (PL, 9%), Paula Belmonte (Cidadania, 6%), Ricardo Cappelli (PSB, 5,2%). Brancos, nulos e indecisos somam 17%.

Segundo Cenário (Estimulado): Sem Arruda, Celina sobe para 45,6%, seguida por Izalci Lucas (12,7%), Leandro Grass (11,9%), e Ricardo Cappelli (8,3%). Brancos, nulos e indecisos totalizam 21,6%.

Espontâneo: Celina lidera com 8,2%, enquanto Ibaneis Rocha (MDB), inelegível para o governo, tem 6,6%.

A pesquisa também avaliou a disputa para o Senado, com Michelle Bolsonaro (PL) na liderança com 42,9%, seguida por Ibaneis Rocha (36,9%) e Leila do Vôlei (PDT, 26,7%). A aprovação do governo de Ibaneis, que não pode concorrer à reeleição, alcança 62%, reforçando a força de sua base aliada.

A liderança de Celina é consistente em todas as pesquisas de 2025, incluindo levantamentos de março (36,6%) e junho (31,1% a 42,8%), conforme Gazeta do Povo e CNN Brasil.

 

Hemocentro de Brasília faz apelo por doações de sangue O-

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Estoque está em nível crítico e doadores terão atendimento preferencial até dia 10

Brasília, 4 de setembro de 2025 – A Fundação Hemocentro de Brasília emitiu um alerta para a população sobre a situação crítica do estoque de sangue tipo O-, considerado universal e fundamental em situações de emergência. Para incentivar as doações, até a próxima quarta-feira (10), os doadores dessa tipagem terão senha preferencial de atendimento, mediante comprovação por cadastro ou exame de tipagem sanguínea.

O sangue O- é utilizado em casos de urgência, como transfusões neonatais e cirurgias de alto risco, especialmente quando não há tempo para identificar o tipo sanguíneo do paciente. Por isso, a manutenção desse estoque é essencial para salvar vidas.

Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos, que estejam saudáveis e pesem mais de 51 kg. Quem teve gripe, covid-19 ou dengue deve respeitar os prazos de inaptidão temporária antes de realizar a doação. Já pessoas que passaram recentemente por cirurgias, exames endoscópicos ou fazem uso contínuo de medicamentos devem consultar previamente o site do Hemocentro para verificar se estão aptas.

O agendamento pode ser feito pelo site Agenda DF ou pelo telefone 160 (opção 2). Também há a possibilidade de atendimento por encaixe, conforme a capacidade diária. O Hemocentro funciona de segunda a sábado, das 7h15 às 18h, exceto em feriados.

SES-DF reduz custos de medicamentos com compras pelo Consórcio Brasil Central

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Parceria entre estados garante economia e evita desabastecimento nas farmácias públicas

Brasília, 4 de setembro de 2025 – A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vem registrando significativa economia na compra de medicamentos e insumos desde o início do ano. Um exemplo é a cápsula de 500 mg de hidroxiureia, usada no tratamento de câncer e doenças do sangue, cujo custo teve redução de 24,5%. Já o frasco de 100 ml de ácido zoledrônico, utilizado no tratamento de problemas ósseos, caiu de R$ 318 para R$ 236, representando uma diminuição de 25,6% no valor.

Ao todo, a redução de preços atinge 77 medicamentos dos 680 tipos adquiridos regularmente, além de fórmulas nutricionais, insumos odontológicos, próteses, órteses e materiais de uso hospitalar, como seringas e gaze estéril.

Segundo a SES-DF, essa economia é resultado da atuação do Consórcio Brasil Central, que reúne o Distrito Federal e os estados de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e Maranhão. Criado em 2015, o consórcio permite a realização de compras coletivas, aumentando o volume negociado e, consequentemente, reduzindo os preços obtidos em comparação com processos de compra individuais.

“Com o consórcio, conseguimos preços mais atrativos. Assim, compramos mais produtos com o mesmo recurso e beneficiamos um número maior de pessoas”, explica Robinson Capucho Parpinelli, subsecretário de Atenção Integral à Saúde.

Logística e abastecimento

De acordo com Matheus Carvalho, subsecretário de Logística em Saúde da SES-DF, a adesão às atas de registro de preços do consórcio tem sido fundamental para manter os estoques. Em média, por mês, a rede pública consome 729,8 mil fraldas para adultos, 254 mil comprimidos de dipirona e 511,1 mil compressas de gaze estéril.

Segundo Carvalho, nem sempre os pregões realizados pela Secretaria encontram fornecedores disponíveis no mercado. Nessas situações, a possibilidade de utilizar as atas do consórcio evita a falta de itens essenciais.

A diretora de Programação de Medicamentos e Insumos da SES-DF, Tatiane Costa, destacou que o consórcio tem garantido a continuidade de tratamentos importantes, como o de pacientes com doença de Parkinson que dependem do medicamento amantadina. “As atas se tornam uma alternativa estratégica para assegurar o atendimento e a assistência a quem precisa”, afirmou.

DF realiza mais de 212 mil testes rápidos de ISTs em oito meses

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Ações reforçam prevenção e cuidado no Dia Mundial da Saúde Sexual

Brasília, 4 de setembro de 2025 – Em alusão ao Dia Mundial da Saúde Sexual, comemorado nesta quinta-feira (4), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal destacou os avanços na prevenção e no diagnóstico precoce das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). De janeiro a agosto deste ano, as unidades básicas de saúde (UBSs) da capital realizaram 212.083 testes rápidos para HIV/Aids, sífilis e hepatites B e C.

Segundo a Secretaria, o resultado demonstra o esforço contínuo da rede pública em oferecer serviços de prevenção e ampliar o acesso ao diagnóstico gratuito. A testagem rápida possibilita que pacientes iniciem tratamento imediato, interrompendo a cadeia de transmissão.

“A prevenção começa com o teste. Quanto mais cedo a pessoa descobre a infecção, mais rapidamente inicia o tratamento e mantém a qualidade de vida. Nosso trabalho é facilitar o acesso e buscar ativamente os pacientes, pois isso salva vidas e fortalece a comunidade”, afirma Daniela Magalhães, técnica da Gerência de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist).

Prevenção combinada

A estratégia de prevenção adotada pelo DF vai além da testagem. Inclui o uso de preservativos, vacinação contra HPV e hepatite B, além da disponibilização da PrEP (profilaxia pré-exposição) e da PEP (profilaxia pós-exposição).

A PrEP consiste na ingestão de comprimidos antes da relação sexual para reduzir o risco de infecção pelo HIV. Já a PEP deve ser iniciada após situações de risco, como violência sexual, relação desprotegida ou acidentes envolvendo materiais biológicos.

Brasília se destaca no cenário nacional pela alta adesão à PrEP. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2023, a capital teve a menor taxa de descontinuidade do país, com 21%, enquanto a média nacional foi de 30%.

Arte: SES-DF

Informação para combater mitos

Ainda existem crenças equivocadas que dificultam a prevenção. Muitos acreditam que apenas pessoas com sintomas devem se preocupar, mas diversas ISTs são assintomáticas. Além disso, mitos como a ideia de que falar sobre sexo incentiva a prática ou de que o HIV/Aids representa uma sentença de morte persistem.

Com os tratamentos atuais, pessoas vivendo com HIV podem atingir carga viral indetectável, tornando-se intransmissíveis e levando uma vida saudável. É importante lembrar também que doenças como sífilis, gonorreia, clamídia e HPV podem ser transmitidas por sexo oral ou contato genital, mesmo sem penetração.

Daniela Magalhães reforça que a informação é uma ferramenta de cuidado e liberdade. “Falar sobre saúde sexual é falar sobre qualidade de vida e autonomia. A prevenção é sempre o melhor caminho”, conclui.

Exposição da Independência começa nesta sexta no Parque da Cidade

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Evento integra a Semana da Pátria e deve reunir cerca de 5 mil visitantes

Brasília, 4 de setembro de 2025 – A partir desta sexta-feira (5), o estacionamento 12 do Parque da Cidade será palco da Exposição da Independência, que faz parte das comemorações da Semana da Pátria. A mostra ficará aberta ao público até domingo (7), das 9h às 17h, oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer de perto equipamentos militares das Forças Armadas e de órgãos de segurança pública.

Área em que serão feitas intervenções no trânsito | Imagem: Divulgação/Detran-DF

A organização do evento estima a presença de aproximadamente 5 mil pessoas durante os três dias de atividades. Para garantir a segurança viária, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) já preparou uma operação especial, com a instalação de sinalização nos dois lados da via, proibindo o estacionamento irregular ao longo do meio-fio. Além disso, o estacionamento do Parque Ana Lídia foi isolado para a montagem da estrutura da exposição.

Durante toda a Semana da Pátria, haverá um ponto de controle de trânsito no local para auxiliar a travessia de pedestres e manter o fluxo de veículos organizado. Os agentes também realizarão patrulhamento na região para coibir infrações, especialmente estacionamento em locais proibidos ou que possam comprometer a segurança e a fluidez do tráfego.

As ações do Detran-DF continuarão na segunda-feira (8) e na terça-feira (9), durante o processo de desmobilização da exposição, garantindo que a desmontagem ocorra sem prejudicar o trânsito no Parque da Cidade.

GDF divulga relatório sobre orçamento voltado a crianças e adolescentes

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Documento reforça transparência e planejamento de políticas públicas para infância e juventude

Brasília, 4 de setembro de 2025 – A Secretaria de Economia do Distrito Federal (SEEC-DF) publicou, nesta quinta-feira (4), a Portaria nº 671, que apresenta o Relatório do Orçamento Criança e Adolescente (OCA) referente aos exercícios de 2023 e 2024. O documento, elaborado em cumprimento ao Decreto nº 28.906/2008, traz detalhes sobre os gastos, programas e ações voltados exclusivamente para crianças, adolescentes e a primeira infância no âmbito do Governo do Distrito Federal (GDF).

Entre os destaques do relatório está o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA), administrado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). O fundo é uma ferramenta essencial para financiar projetos sociais que visam à proteção, promoção e garantia dos direitos desse público. Ele apoia tanto programas governamentais quanto iniciativas da sociedade civil. No OCA, o FDCA aparece acompanhado de informações sobre os responsáveis pela execução dos recursos, reforçando a transparência e possibilitando o acompanhamento por órgãos de controle, conselhos de direitos e pela população em geral.

O OCA é visto como um instrumento estratégico de gestão, pois organiza os dados orçamentários especificamente voltados à infância e juventude. Com isso, fortalece a execução de políticas públicas e a efetivação dos direitos estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A publicação do relatório reafirma o compromisso do GDF em proteger e promover os direitos de crianças e adolescentes, garantindo que os investimentos sejam realizados de forma clara, acessível e monitorada pela sociedade.

Paguei todas as dívidas, mas ainda não consegui crédito. Por que isso acontece?

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Especialista da Recovery explica como recuperar a confiança do mercado financeiro e retomar o acesso ao crédito 

Você quitou a última parcela da dívida, respirou aliviado e achou que o caminho para realizar sonhos, como comprar um carro, financiar um imóvel ou contratar um cartão de crédito, estava novamente aberto. Mas, ao tentar um novo crédito, veio a frustração: recusa após recusa.  Por que, mesmo com as dívidas pagas, os bancos continuam dizendo “não”?

Essa situação, embora frustrante, é mais comum do que parece. O pagamento das dívidas é uma conquista importante, mas não significa que o mercado financeiro irá reabrir imediatamente as portas do crédito. Isso acontece porque o sistema financeiro considera outros fatores além da quitação.

“A percepção de risco que o mercado tem sobre um consumidor leva em consideração se ele possui algum histórico de inadimplência, mesmo após a quitação das dívidas”, afirma Patricia Bertolin Abrahao, gerente jurídico contencioso e de atendimento ao cliente da Recovery. “O pagamento, por si só, não apaga o passado financeiro. As instituições consideram o tempo de inadimplência, o perfil de pagamento ao longo dos meses e a consistência na retomada das finanças. Por isso, é muito importante manter as contas em dia, demonstrar disciplina e regularidade para retomar o crédito.”

O que pode impedir o acesso ao crédito

1.Histórico recente de inadimplência

Após quitar a dívida, os birôs de crédito (como Serasa, Boa Vista e SPC) dão baixo no registro de atrasos e inadimplência. Porém, é importante saber que alguns birôs podem disponibilizar um extrato ou histórico das negativações que já deram baixa. Esses dados são considerados pelos bancos na hora da análise, e podem indicar um risco elevado no momento da concessão de crédito.

2.Score de crédito ainda baixo

O score de crédito, que varia de 0 a 1000, reflete seu comportamento financeiro. Um score entre 0 e 300 pontos indica uma chance muito baixa de obter crédito, entre 301 e 500 reflete uma chance baixa de conseguir crédito, entre 501 e 700 pontos aponta uma boa possibilidade de obter crédito e entre 701 e 1000 pontos aponta uma boa oportunidade de conseguir crédito.

Após um período com pontuação nas faixas de risco e com as dívidas quitadas, o score pode melhorar com o tempo, mas não sobe imediatamente. Para ter um score favorável ao crédito, é importante ter um histórico de pontualidade nos pagamentos, manter seu CPF sempre ativo e movimentado, ter uma boa relação com empresas de crédito, ter consultas recentes ao CPF.

3.Pouca movimentação no CPF

Se você não tem contas no seu nome ou um cartão de crédito ativo, não há dados suficientes para o mercado avaliar seu perfil e saber se você se tornou um bom pagador.

  1. Renegociação ainda em aberto

Negociar uma dívida não é o mesmo que quitá-la. Se o acordo ainda está sendo pago, seu nome pode continuar com restrições até obter a quitação completa.

  1. Dados desatualizados

Pode ser que os birôs de crédito ainda não tenham registrado a quitação da dívida. Por isso, é importante verificar se o nome já foi retirado das listas de negativados — o prazo para isso é de até cinco dias úteis após o pagamento.

6.Renda incompatível com o crédito solicitado

Mesmo sem dívidas, sua renda precisa ser compatível com o valor solicitado. Se o banco considera que você não conseguirá pagar o valor de volta, ele pode negar o crédito.

7.Excesso de pedidos recentes

Solicitar crédito várias vezes em pouco tempo pode soar como desespero para os sistemas de avaliação de risco. Isso diminui suas chances de aprovação.

  1. Ficou muito tempo com o “nome sujo”

O tempo em que o nome ficou negativado influencia bastante. Um longo período com dívidas não pagas reforça a imagem de alto risco, impacta negativamente o score e dificulta a recuperação da confiança por parte do mercado.

Como voltar a ter acesso ao crédito

A boa notícia é que dá para reconstruir seu perfil financeiro com disciplina e estratégia. Confira abaixo algumas iniciativas que podem ajudar.

  • Atualizar os dados nos birôs de crédito: CPF, renda e endereço atualizados facilitam a análise de crédito.
  • Usar crédito com controle: O cartão consignado, concedido apenas para aposentados, pensionistas e servidores públicos, mesmo que disponibilizado com um limite reduzido, pode ser útil para mostrar responsabilidade.
  • Pagar contas no seu nome em dia: Luz, água, internet — tudo conta para construir uma boa reputação.
  • Evitar pedir crédito muitas vezes em sequência: Aguarde um tempo entre os pedidos para não prejudicar sua imagem.
  • Aumentar a renda comprovada: Formalize atividades extras ou busque ocupações com carteira assinada.
  • Negociar com o banco: Converse com seu gerente e apresente sua situação. Cartões com garantia e limites controlados podem ser boas alternativas.
  • Monitorar o score: Acompanhe a evolução do seu perfil em plataformas como Serasa ou Boa Vista.

Quanto tempo leva para voltar a ter crédito?

O nome deve sair da lista de inadimplentes até 5 dias úteis após o pagamento da dívida. O score, por sua vez, pode começar a melhorar entre 30 e 90 dias, dependendo do comportamento financeiro. Se o nome ficou sujo por muito tempo, esse período pode ser maior, mas o importante é manter uma trajetória consistente. A reconquista do crédito pede paciência. Costuma exigir tempo, organização e um histórico financeiro consistente para que o mercado volte a considerar o consumidor como confiável.

Sobre a Recovery

A Recovery é uma empresa do Grupo Itaú e plataforma especialista em recuperação de crédito no Brasil. Líder de mercado, a companhia possui sob sua gestão mais de R$ 144 bilhões de créditos inadimplidos e, atualmente, mais de 33 milhões de clientes com dívidas ativas em sua base. Mais informações em https://www.gruporecovery.com.

Eleitores do DF passam a contar com Central de Atendimento do TRE

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Espaço reúne 14 zonas eleitorais na sede do órgão; serviços podem ser antecipados ou resolvidos no site do tribunal

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) inaugurou, nesta quarta-feira (3), a Central de Atendimento ao Eleitor (CAE). Localizado na sede do TRE, o novo espaço vai reunir 14 zonas eleitorais do DF e passa a oferecer todos os serviços para os cidadãos do Distrito Federal, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 18h. O Tribunal recomenda agendar o atendimento por meio do site www.tre-df.jus.br, em que ainda é possível resolver todas as questões eleitorais.

De acordo com o presidente do TRE, o desembargador eleitoral Jair Soares, o atual cenário exige serviços públicos ágeis, práticos e de qualidade. “Esta central se alinha às mais modernas práticas operacionais. Colocamos à disposição da população, em regime de expediente integral, um ambiente amplo, com total acessibilidade, em região central da cidade, com estacionamento disponível e fácil acesso ao transporte público, além de tecnologia para a resolução rápida das demandas dos eleitores”, enumerou.

A regionalização do atendimento foi baseada em análises de dados demográficos, sensibilidade eleitoral, capacidade de atendimento atual e nos desafios logísticos do Distrito Federal. Porém, as regiões do Lago Sul, Sobradinho, Taguatinga e Gama continuarão a contar estrategicamente com os postos de atendimento aos eleitores, além do posto eleitoral do Na Hora, na Rodoviária do Plano Piloto.

O novo espaço proporcionará ao tribunal economia em despesas de manutenção e de pessoal, além de mais segurança ao patrimônio, aos magistrados, servidores e à população em geral.

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, esteve na solenidade de inauguração e parabenizou o TRE-DF pela iniciativa. Ela agradeceu ao tribunal a cessão das áreas anteriormente destinadas às zonas eleitorais ao Governo do Distrito Federal em benefício da saúde pública. Celina Leão afirmou que essa conquista reflete os pilares que o cidadão busca, da eficiência, eficácia, agilidade e otimização dos recursos públicos. “Não há democracia sem justiça eleitoral. Em uma democracia consolidada, é fundamental uma justiça eleitoral moderna, eficaz e eficiente. É isso que o TRE-DF entrega hoje, em benefício daqueles que exercem sua cidadania”, comemorou.

Período de migração

Algumas zonas eleitorais ainda estão em processo de migração para a CAE, o que implica suspensão temporária dos atendimentos, de forma escalonada, para viabilizar a mudança. O calendário de interrupções está definido da seguinte forma:

3ª Zona Eleitoral (Taguatinga Norte), de 1º a 5/9;
9ª Zona Eleitoral (Guará), de 8 a 12/9;
1ª Zona Eleitoral (Asa Sul), de 15 a 19/9;
10ª Zona Eleitoral (Núcleo Bandeirante), de 22 a 26/9;
2ª Zona Eleitoral (Paranoá), de 29/9 a 3/10;
15ª Zona Eleitoral (Águas Claras), de 6 a 10/10;
6ª Zona Eleitoral (Planaltina), de 13 a 18/10;
13ª Zona Eleitoral (Samambaia), de 20 a 24/10;
21ª Zona Eleitoral (Recanto das Emas), de 27 a 31/10;
4ª Zona Eleitoral (Santa Maria), de 3 a 7/11;
16ª Zona Eleitoral (Ceilândia Norte), de 10 a 14/11;
8ª Zona Eleitoral (Ceilândia Centro), de 24 a 28/11;
20ª Zona Eleitoral (Ceilândia Sul), de 1º a 5/12.

Durante esses períodos, os prazos processuais também ficam suspensos, garantindo que nenhuma parte seja prejudicada. O TRE-DF recomenda que os eleitores façam agendamento prévio pelo site oficial para garantir maior comodidade no atendimento.

A mando de Lula, BC rejeita compra do Master pelo BRB e prejudica o DF

Decisão do Banco Central, influenciada por tensões políticas, frustra planos de fortalecimento econômico do Distrito Federal e mostra o ódio de Lula pelo DF

Da Redação

O Banco Central (BC) rejeitou, na noite desta quarta-feira (3), a aquisição de 58% do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). A decisão, articulada pelo Palácio do Planalto, e tomada pela diretoria colegiada do BC sob recomendação do diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, Renato Dias de Brito Gomes, ocorreu um dia após o Centrão, liderado pelo Progressistas (PP), articular a votação de um projeto de lei que permitiria ao Congresso Nacional destituir o presidente e diretores do BC, enfraquecendo a autonomia da instituição garantida pela Lei Complementar nº 179/2021.

A operação previa que o BRB, controlado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) com 71,92% das ações, adquirisse 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master, num negócio estimado entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. O acordo, que incluía o banco digital Will Bank, foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF (CLDF) em 19 de agosto e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em junho.

A rejeição do BC é vista como uma retaliação do governo Lula ao desembarque de partidos do Centrão, como PP, MDB e União Brasil, da base aliada, anunciado em meio a atritos com o Executivo. O projeto de lei, encabeçado por Cláudio Cajado (PP-BA) e apoiado por líderes de PL, Republicanos, União Brasil, MDB e PSB, buscava alterar a autonomia do BC, permitindo ao Congresso demitir sua cúpula por “desempenho insuficiente” ou “interesses nacionais”.

A Fecomércio-DF, que representa 242 mil empresas, lamentou a decisão, argumentando que a aquisição fortaleceria o BRB, reposicionando-o como o 17º maior banco do Brasil e gerando até R$ 2 bilhões em dividendos em cinco anos, segundo projeções do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A entidade destacou que o negócio estimularia empregos, empreendedorismo e infraestrutura no DF.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) defendeu a operação, sancionada em 20 de agosto, como essencial para o desenvolvimento do DF, mas a rejeição pelo BC frustra esses planos. O BRB anunciou que solicitou a íntegra da decisão para avaliar recursos ou apresentar nova proposta.

A decisão do BC gerou críticas de políticos do Centrão, como Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que acusou o governo Lula de usar a autarquia para retaliar adversários políticos após a saída da base aliada. Parlamentares de oposição, como Erika Kokay (PT-DF) e Leila do Volei (Cidadania), celebraram a rejeição, apontando-a como proteção contra interesses privados, mas no fundo não passa da política o quasnto pior melhor, dando as costas aos interesses da população do DF.

O projeto de lei do Centrão, apesar de ter conseguido assinaturas para tramitação em regime de urgência, perdeu força após a rejeição do BC, com líderes governistas considerando-o improvável de ser aprovado devido à resistência no Senado, conforme o O Globo. A crise expõe tensões entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, com reflexos na economia do DF.

GDF amplia reforma no Setor Comercial Sul e inicia obras na Quadra 6

Equipes já demoliram as calçadas antigas e começaram a construir as novas passagens acessíveis para pedestres. As quadras 1 e 2 ainda serão reformadas

Há cinco anos no comércio da família, a atendente de lanchonete Cintya Anjos Martins conhece bem a rotina do Setor Comercial Sul (SCS) e conta que já percebe resultados positivos com a reforma que chegou agora à Quadra 6.

“Eu tenho certeza que vai melhorar a circulação aqui na Quadra 6 do Setor Comercial Sul porque já está melhorando nas outras quadras. Essa não é a primeira obra que eles estão fazendo aqui. Eles começaram as reformas nas quadras de baixo e prosseguiram para essas quadras daqui de cima”, afirma a comerciante.

Cintya Anjos Martins percebe resultados positivos com a reforma | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

 

Na Quadra 6, a obra começou com a retirada das antigas calçadas e a construção de novas passagens para pedestres. Nesta etapa, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu mais de R$ 3 milhões para garantir acessibilidade com rampas, corrimões e pisos táteis. Além da reorganização das vagas de estacionamento e da criação de espaços de convivência que vão contar com quiosques, pontos de ônibus, sombreiros metálicos e adequações na drenagem.

“O objetivo é garantir que uma pessoa com mobilidade reduzida consiga circular sem dificuldade, desde a Quadra 1 até a Quadra 6 do SCS. Também vamos fazer o paisagismo, urbanismo, instalar bicicletários e construir outro abrigo de ônibus na praça”, afirma o Diretor de Obras da Administração Regional do Plano Piloto, Gabriel Oliveira Augustin Malmin.

Valorização urbana

Adoney de Jesus: “A gente está cuidando de uma área central que tem uma visibilidade muito grande e impacta a imagem da cidade”

 

Hoje, cerca de 150 mil pessoas transitam pelo Setor Comercial Sul todos os dias. A área conecta comércios, autarquias, a W3 Sul e a Estação Galeria do Metrô. A obra, executada pela empresa Urbana Ambiental Construção Ltda, é continuidade do processo de reforma que já passou pelas quadras 3, 4 e 5, com investimentos que somaram R$ 10,2 milhões, e pela Praça do Povo, que recebeu R$ 1,5 milhão em recursos aplicados.

Para o engenheiro civil e executor do contrato pela Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF), Adoney de Jesus, a reforma do SCS tem um valor histórico. “A gente está cuidando de uma área central que tem uma visibilidade muito grande e impacta a imagem da cidade. A gente sabe que, desde os anos 1990, o Setor Comercial Sul foi um grande polo comercial. Com essa reforma, a expectativa é que a gente consiga trazer de volta esse comércio ativo para a população”, diz Adoney de Jesus.

Apoio empresarial

Segundo o administrador regional do Plano Piloto, Bruno Olimpio, a iniciativa foi realizada de forma integrada com o setor empresarial local, com o objetivo de promover não apenas melhorias na infraestrutura do espaço urbano, mas, principalmente, impulsionar a economia do SCS.

As quadras 1 e 2 ainda serão reformadas, com projeto aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), prevendo calçadas acessíveis, mobiliário urbano, vegetação, readequação do estacionamento e criação de praça com mirante voltado para o Plano Piloto.

Além disso, novos empreendimentos serão incluídos no SCS, seguindo a lei sancionada em 2023, que permite cerca de 300 novas atividades, incluindo faculdades, creches e instituições de ensino técnico, sem permitir moradia ou alterar parâmetros urbanísticos do setor.