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DO LEITOR Concurso Nacional Novos Poetas. Prêmio Poetize 2016

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leitor

 

Por Isaac Almeida, da Vivara Editora Nacional

Sr. Editor, peço que publique no site o processo seletivo que beneficiará novos autores.

 

Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poetize 2016. Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.

O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados. A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Poetize 2016. Antologia Poética. Concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas até 05 de dezembro de 2015, pelo site: http://www.premiopoetize.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional

Apoio Cultural: Revista Universidade

Rollemberg diz que parceria com iniciativa privada é importante para a realização da Olimpíada em Brasília

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O R7 DF estreia nesta sexta-feira (13) o R7 Entrevista DF, programa de entrevistas para internet. O primeiro convidado é o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. O programa será comandado pelo apresentador da Record Brasília Giulianno Cartaxo e vai receber autoridades e personalidades que vão falar sobre assuntos importantes para a população do DF. A cada semana, um novo programa.

Na primeira edição o governador do DF falou sobre as negociações com diversas categorias para o fim das greves, perspectivas para 2016, que ele garante que será melhor que 2015 e os investimentos para os jogos que Brasília vai receber da Olimpíada 2016.

 

Diretor do Sinpro explica a suspensão da greve dos professores

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Diretor do Sinpro, Washington Dourado, durante reunião de ontem no Palácio do Buriti
Diretor do Sinpro, Washington Dourado, durante reunião de ontem no Palácio do Buriti

Por Washington Dourado

Rápidas considerações sobre a suspensão da greve dos professores e orientadores:

1 – Desde o ano 2000 essa foi a primeira vez que tivemos que fazer uma greve pela MANUTENÇÃO de direitos. Sei que da virada do século para cá tem uma geração de professores que não tinha participado de uma greve por MANUTENÇÃO de direitos, entretanto, esse tipo de luta já foi feito várias vezes por nossa categoria e daqui para frente será recorrente;

2 – Quem diz que evitar a punição aos grevistas através de corte de ponto, não pagamento dos dias parados e não abono das faltas é algo menos importante só pode ser alguém que nunca participou da luta ou não tem consciências dos efeitos que este tipo de ataque causa nos futuros movimentos;

3 – A maioria dos sindicatos de servidores do DF optaram por suspender a greve mesmo sem ter um documento como o nosso. Ou seja: pesa sim para nosso movimento ficar no isolamento.

4 – Greve tem que ser movimento do coletivo da categoria. Manter greve com uns poucos só serve para facilitar para o Governo criminalizar o movimento, pois com o número de grevistas diminuído só resta a radicalização. E no caso da nossa greve, estava claro que a partir de hoje, caso não houvesse a suspensão, teríamos uma redução drástica no número de grevistas.

5 – A crítica de que a Diretoria do Sinpro age de forma tendenciosa ao apresentar e defender proposta de encaminhamento da greve é um absurdo. Afinal, para que serve mesmo uma diretoria eleita? A obrigação dos dirigentes é essa mesmo: fazer avaliações, apresentar propostas, defendê-las coordenar a sua execução.

6 – Por fim, qual era mesmo a proposta de alguns grupos que queriam a continuidade da greve? Era só fazer as assembleias regionais e nova assembleia na segunda-feira?

E por que esses grupos que apresentaram esta proposta não avaliaram também os efeitos da continuidade da greve?

A verdade é que marcar posição é fácil. Difícil é ter a responsabilidade de tomar decisões a partir de uma análise do conjunto da categoria, não da opinião e disposição pessoal desse ou daqueles.

No espaço que tive na assembleia fui lá e defendi a suspensão sim. Faria de novo. Estou certo de que foi o melhor caminho. Reduzir a importância de tudo que fizemos ou mesmo das consequências das eventuais punições que Governo, Judiciário, MP e outros vinham preparando para a nossa instituição sindical e os grevistas é uma insanidade.

Suspendemos a greve agora, vamos preparar a retomada e continuar a luta com coragem, força e determinação.

* Washington Dourado é diretor do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro)

Aulas vão até 2016 para evitar corte no ponto de professores, diz GDF

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Secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio
Secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio

Calendário letivo para cada escola será fechado nesta sexta, diz Casa Civil. Greve acabou após 29 dias; garantia de salário é condicionada à reposição

Mateus Rodrigues – O governo do Distrito Federal informou que não vai cortar o ponto dos professores da rede pública, que encerraram nesta quinta-feira (12) a greve iniciada há 29 dias, caso a categoria faça a reposição integral das aulas. Segundo o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, o ano letivo deve se estender até janeiro de 2016 em parte das escolas. A jornada será monitorada pelo GDF

“O que nós nos dispusemos a fazer foi o pagamento dos dias parados, mas, obviamente, condicionado à reposição das aulas. Nós vamos fiscalizar, o secretário de Educação, Júlio [Gregório], já está a par do assunto. Nós não queremos que os alunos fiquem prejudicados com essa greve”, diz Sampaio.

O calendário de reposição deve ser definido nesta sexta (13) pela secretaria de Educação e pelo Sindicato dos Professores (Sinpol) e anunciado aos alunos na próxima segunda (16). O planejamento levará em conta a adesão dos professores à greve em cada unidade de ensino. Onde a paralisação foi total, o ano letivo deve terminar na primeira quinzena de janeiro.

“Eles [professores] concordaram em fazer a reposição da forma que nós apontássemos. Temos que saber quantos dias não foram dados [em cada escola], mas tudo isso será definido pela Secretaria de Educação”, disse Sampaio. O G1 fez contato com a pasta, mas não conseguiu retorno até a publicação desta reportagem.

De acordo com o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro), as aulas serão retomadas na manhã desta sexta-feira (13). O diretor do sindicato Claudio Antunes disse que a categoria continua em “estado de greve”, podendo retomar a paralisação a qualquer momento.

O chefe da Casa Civil disse que o encerramento da paralisação foi a “vitória da conciliação e do diálogo”. “Da nossa parte, saímos satisfeitos, é um dia a se comemorar porque vamos ter o retorno de uma categoria importante às salas de aula, que são os professores”.

Os servidores reivindicavam o pagamento de parcela de 3,5% de reajuste salarial negociado na gestão passada. O reajuste foi suspenso por Rollemberg por falta de recursos – a data anunciada para o pagamento é outubro do ano que vem, sem os retroativos, que devem ficar para 2017, caso as medidas para aumento de arrecadação sejam aprovadas pela Câmara Legislativa.

Licença-prêmio

Outra condição apresentada pela categoria e acatada pelo GDF foi a apresentação de um cronograma de pagamento para as licenças-prêmio dos servidores. Segundo Sérgio Sampaio, os bônus devem ser repassados aos professores entre dezembro de 2015 e março de 2016, a depender da “disponibilidade de dinheiro em caixa”.

“Nós assumimos o compromisso de fazer todos os esforços. Vamos tratar isso como uma prioridade para que, de dezembro a março, paguemos todas as que estavam empenhadas e dependentes de pagamento”, disse o secretário. A origem dos recursos não foi informada.

O GDF trabalha no levantamento das licenças-prêmio que são passíveis de conversão em pecúnia, ou seja, que não foram usufruídas durante os anos de serviço público e podem ser recebidas na aposentadoria. O montante total não foi informado pelo governo.

Outras categorias

O chefe da Casa Civil comentou a situação de outras categorias que também reivindicam cronogramas de pagamento e aumentos salariais. Médicos da rede pública, funcionários do Metrô, servidores da Novacap, da CEB e do Ibram continuavam paralisados até a tarde desta quinta.

Os funcionários terceirizados que atuam na limpeza e na alimentação escolar também estão de braços cruzados. O sindicato que representa as categorias (Sindiserviços) diz aguardar um posicionamento das empresas sobre os atrasos frequentes nos salários e benefícios. Com isso, as aulas devem ser retomadas sem faxina e sem merenda.

“Felizmente, nós estamos conseguindo debelar esses movimentos. Já chegamos a ter mais de 30 categorias paralisadas, e estamos conseguindo o retorno. Entendemos que essas últimas, em breve, se sentarão conosco e chegaremos a um bom termo para que elas voltem às aulas o quanto antes”, disse Sampaio. (Do G1 DF)

Após aprovação no Senado, nível superior da Polícia Civil do DF segue para sanção presidencial

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policia civil

A presidente Dilma Rousseff tem o prazo de 15 dias para confirmar ou vetar completamente, ou parcialmente, o projeto de lei

O Projeto de Lei (PLC) 91/2015, que reconhece os cargos da Polícia Civil como de nível superior, foi aprovado no Plenário do Senado Federal. A deliberação aconteceu na noite desta quarta-feira, 11, após a liberação da pauta, que estava trancada por conta da tramitação de duas medidas provisórias.

Como não sofreu alterações, a proposta segue agora para a sanção do executivo. A presidente Dilma Rousseff tem o prazo de 15 dias para confirmar ou vetar completamente, ou parcialmente, o projeto de lei.

“O reconhecimento do nível superior é um dos nossos principais pleitos. A aprovação é o resultado da luta da categoria, que se mobilizou, realizou passeatas e greves. Além de acompanhar as votações nas comissões da Câmara dos Deputados e no Senado Federal”, afirma Rodrigo Franco, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), que ainda destaca que “a medida não onera o poder público e valoriza os policiais civis do DF”.

Após 29 dias, professores suspendem greve e aulas reiniciam nesta sexta

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Foto: Tony Winston
Foto: Tony Winston

 

 Em assembleia na manhã desta quinta-feira (12), categoria decidiu voltar às salas de aula na sexta-feira

O Sindicato dos Professores decidiu na manhã desta quinta-feira (12) suspender a greve da categoria, iniciada em 15 de outubro, e voltar às salas de aula amanhã. A decisão tomada em assembleia em frente ao Palácio do Buriti ocorreu após os grevistas receberem proposta formalizada pelo governo.

Em documento assinado pelo chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, o Executivo assegura o pagamento dos dias parados, condicionado à reposição das aulas. O calendário para que sejam cumpridos os 200 dias letivos exigidos pela lei federal será elaborado em conjunto. Nova assembleia está marcada para a primeira semana do ano letivo de 2016.

São 19 compromissos do governo. Será instituído imediatamente grupo de trabalho para discutir propostas de plano de saúde do magistério. O grupo será formado por representantes do Executivo e do sindicato. Além disso, uma comissão será formada para estudar uma solução quanto ao pagamento do auxílio-transporte a professores que vivem na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno. O sindicato questiona a exigência de comprovação do deslocamento diário, definida por lei.

O governo compromete-se, ainda, a concluir em dez dias o texto do projeto de lei que trata do pagamento do auxílio-alimentação e do auxílio-transporte para professores temporários. Assegura também a manutenção do direito à licença prêmio e à jornada ampliada. Quanto à situação dos professores em débito com o Banco de Brasília, o governo marcará, até o dia 16, reunião para tratar do assunto.

No documento, o Executivo confirma o compromisso de começar a pagar, em outubro de 2016, as parcelas dos aumentos que não puderam ser depositadas neste semestre. Ratifica também a constituição de um grupo de trabalho que proponha alternativas que garantam aumento de receitas e permitam o pagamento das parcelas retroativas. Esses dois itens valem para todas as categorias de servidores públicos afetadas, não apenas para os professores.

ENTREVISTA // Délio Lins e Silva Júnior, candidato a presidente da OAB-DF

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Délio Lins e Silva Júnior
Délio Lins e Silva Júnior

 

Candidato a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF, Délio Lins concede entrevista ao jornalista Celson Bianchi e fala das propostas da chapa Pró-Advogado 30

Por Celson Bianchi

Délio Lins e Silva Junior é advogado criminalista, mestre e doutorando pela Universidade de Coimbra, em Portugal, professor universitário e autor de várias obras de direito penal. Militante desde que se formou, tem bom trânsito de delegacias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Teve papel fundamental à frente da Comissão do Advogado Iniciante da OAB, criando o piso salarial da categoria no Distrito Federal. Presidiu também uma comissão em que atuava em favor dos advogados nos processos em que eram fixados honorários irrisórios. Hoje é candidato a presidente da Ordem no DF na chapa #PRÓAdvogado 30. A vice é a advogada e professora Célia Arruda.

 

Celson Bianchi – Por que decidiu entrar nesta disputa?

Délio: Venho de uma família de 4 gerações de juristas, e como criminalista e advogado atuante, há muito tempo sinto os efeitos do desrespeito à advocacia nos tribunais, delegacias e repartições públicas. Tive ainda a oportunidade de exercer o cargo de conselheiro da OAB/DF (Ordem dos Advogados do Brasil/Distrito Federal), presidindo duas Comissões (Advogado Jovem e Honorários), e percebi a importância de se realizar trabalho em prol dos advogados, principalmente os iniciantes. Sinto-me preparado, junto aos meus colegas de chapa, para o desafio de presidir.

 

Quais são as principais bandeiras da campanha?

As nossas propostas são baseadas em três pilares: lealdade, austeridade e pluralidade. A OAB precisa ser firme e atuante na defesa dos advogados e da sociedade, por isso a lealdade e o compromisso do seu presidente não ter amarras com partidos ou governos. Na nossa gestão, onde houve um advogado a ser defendido, a Ordem atuará, não importa contra quem. Exemplo da importância disso é o trágico episódio da greve dos servidores do Judiciário que assola o DF há mais de 150 dias, na qual o atual presidente não agiu porque é advogado do sindicato dos servidores. Isso é inadmissível.

 

Também defendemos a total transparência e boa gestão nos gastos, cujos proveitos serão revertidos a todos os advogados, principalmente aos mais jovens, que usufruirão de redução drástica da anuidade no momento em que mais precisam. Diminuiremos o valor para R$ 50 nos dois primeiros anos, R$ 150 no terceiro, e R$ 250 no quarto e quinto anos de inscrição. Isso sem aumentar a anuidade dos demais. Será uma grande conquista para toda a classe nesse momento de arrocho econômico.

Essa medida será possível pela gestão austera que implementaremos, cortando gastos supérfluos com festas, propagandas e outros absurdos que verificamos na atual gestão. Por fim, a pluralidade de incluir e representar todos os advogados, defendendo os interesses de cada nicho. Somos a chapa que detém mais mulheres e com mais participação em cargos relevantes, e assim será nas futuras comissões. Ouvimos centenas de colegas, advogados públicos, trabalhistas, cíveis e todas as matizes, e contemplamos em nossas propostas os anseios de todos. Por isso temos o melhor time para representar os advogados no próximo triênio.

 

Acredita que o advogado, sobretudo o jovem, ainda é desvalorizado no DF?

Sim, e muito, infelizmente. Quando presidi a Comissão de Advogados Jovens, criei o piso dos advogados, para minimizar os salários aviltantes à época oferecidos. Da mesma forma, na Comissão de Honorários brigamos nos processos para que fossem arbitrados honorários sucumbenciais dignos. Essas medidas foram ampliadas, com a fiscalização efetiva da Ordem nesses e em vários outros pontos de interesse da advocacia.

Outra frente de atuação será a prerrogativa dos advogados. Teremos estrutura e orçamento específico para defender os advogados dos arbítrios de qualquer autoridade, pois só assim poderá ser exercida efetivamente a defesa dos cidadãos.

 

Se eleito, como deve ser o relacionamento institucional com o Judiciário?

O relacionamento deve ser harmônico, mas firme na defesa exclusivamente dos interesses dos advogados e da sociedade. A Ordem não pode servir trampolim de interesses pessoais. Defenderemos os bons projetos, mas atuaremos firmemente contra o que atentar contra o interesse público, seja quem for.

 

E em relação ao Executivo e Legislativo, a OAB deve estar presente nas decisões que afetam o dia a dia da população?

Esse é o papel constitucional da Ordem dos Advogados. Todas as grandes causas da sociedade demandam a presença da OAB, e desse papel não nos furtaremos. Nosso grupo não tem vínculos que nos impeçam de dizer e lutar pelo que é certo.

ENQUANTO ISSO Saúde tem 90 dias para solucionar problemas de estoque e distribuição de remédios

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# O Tribunal de Contas do Distrito Federal deu um prazo de 90 dias para que a Secretaria de Saúde cumpra uma série de determinações que já tinham sido feitas pela Corte (Decisão 4405/2014) para corrigir erros na armazenagem e na distribuição de remédios e outros produtos médico-hospitalares.

 

# Na auditoria realizada pelo corpo técnico para avaliar a Política de Assistência Farmacêutica do DF, foram encontradas diversas falhas que prejudicam a oferta, a preservação e controle de medicamentos.

 

# O relatório apontou que as farmácias da rede pública de saúde, em geral, funcionam em locais adaptados, com espaço reduzido e de difícil acesso; com teto baixo e iluminação precária; pisos, paredes e forros inadequados; vidros quebrados e sem proteção contra insetos e animais; presença de infiltrações e rachaduras; falta de organização; ausência de climatização; entre outros problemas.

 

# Foi constatado o empilhamento acima do recomendado pelo fabricante e falta de amarração das pilhas, situações que podem provocar perda de bens e acidentes com os operadores das cargas.

 

# A distribuição dos produtos às unidades da rede de saúde também sofre com a carência de veículos apropriados para a atividade.

 

# Os auditores do TCDF também apontaram a ausência de controle informatizado de medicamentos nas farmácias regionais e nos postos de saúde, onde os registros ocorrem de forma manual.

 

# A entrega dos produtos da Assistência Farmacêutica aos pacientes também não ocorre da maneira preconizada pelo Ministério da Saúde.

 

# Na maioria das vezes, não há o acolhimento correto, individualizado e com as devidas orientações para o uso adequado do remédio. Alguns locais nem contam com farmacêutico.

 

# Por isso, o Tribunal apontou diversas soluções.

 

# Entre elas está a elaboração de um Plano de Reorganização da Assistência Farmacêutica da rede pública de saúde, envolvendo a unidade central, o núcleo de medicamentos básicos, as farmácias hospitalares e as unidades básicas de saúde.

 

# O TCDF também determinou a execução de melhorias na estrutura física das áreas voltadas para a recepção e expedição de produtos médico-hospitalares e na logística de transporte desses produtos.

 

# A SES/DF deverá dispor de frota de veículos adequada, quantitativa e tecnicamente, que possua isolamento térmico, autorização especial para transporte de medicamentos e motoristas qualificados para o manuseio e transporte de produtos médico-hospitalares.

 

# A Secretaria de Saúde também terá que implementar, em todas unidades farmacêuticas, o registro informatizado para que haja o correto controle da distribuição dos medicamentos e o monitoramento dos estoques, além de executar os procedimentos operacionais estabelecidos no Manual de Boas Práticas Farmacêuticas.

Personagem histórico da UnB, Chiquinho corre risco de ser retirado do ICC

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Reprodução/Facebook Página em apoio a permanência de Chiquinho no Minhocão da UnB
Reprodução/Facebook Página em apoio a permanência de Chiquinho no Minhocão da UnB

 

Como forma de impedir a retirada de Chiquinho do local, alunos, professores e representantes da sociedade civil organizada criaram uma página no Facebook que pede a permanência dele no ponto

Por Isa Stacciarini – Um personagem ícone da Universidade de Brasília (UnB) está ameaçado de perder o quiosque ocupado há 40 anos no Instituto Central de Ciências (ICC) Norte, mais conhecido como Minhocão. Francisco Joaquim de Carvalho, 56 anos, o Chiquinho, recebeu uma visita do reitor Ivan Camargo no fim da manhã de terça-feira (10/11) que questionou a possibilidade dele ser realocado para outro espaço. O livreiro que desde 1989 toca o próprio negócio no câmpus Darcy Ribeiro ficou abalado com a notícia. Como forma de impedir a retirada de Chiquinho do local, alunos, professores e representantes da sociedade civil organizada criaram uma página no Facebook que pede a permanência dele no ponto.

Chiquinho é conhecido pela comunidade da UnB e moradores de Brasília em geral. Tem, na ponta da língua, os nomes dos títulos mais requisitados de diversas áreas. Mas, na tarde desta quarta-feira (11/11) ele não escondia a tristeza de poder ser retirado de onde construiu a própria história. “O reitor veio conversar comigo, porque tem tempo que está tendo a mediação para a gente sair desse espaço. Mas, para mim, no sentido lato da palavra, eu não queria ir embora daqui não. Se isso acontecesse representaria todo o descoroamento da minha história”, lamentou.

A página “Chico fica!” tinha até às 17h30 desta quarta-feira (11/11) 698 curtidas. Chiquinho não é adepto a tecnologia, mas teve conhecimento da criação do grupo no Facebook por alunos e pessoas que frequentam a UnB. “O reitor teve uma conversa amistosa comigo, não houve pressão, mas ele falou da possibilidade de eu sair daqui. No meu sentimento mais profundo eu gostaria muito de permanecer”, destacou.

Para o livreiro, a mobilização pela permanência dele no espaço significa solidariedade. “Para mim, tudo isso representa um grande reconhecimento e parte disso são pelas amizades de todo o tempo de serviço. Se eu saísse daqui seria uma tragédia do século XXI”, considerou. “Eu perderia todo um trabalho de serviço a sociedade acadêmica”, acrescentou

O assessor da reitoria, professor Ebnezer Nogueira, explicou que há seis anos, em outra administração, o Tribunal de Contas da União (TCU) considerou que o ICC Norte e Sul não era o local apropriado para a atividade comercial. Na época três Módulos de Apoio e Serviços Comunitários (Mascs) chegaram a ser construídos: um próximo a Ala Sul, o outro perto da Ala Norte e o terceiro próximo a Faculdade de Direito. “Os órgãos de controle entenderam que se utilizou dinheiro público para essas construções e o TCU pede que os comércios sejam instalados nesses locais. Tanto o Chiquinho como outros permissionários estão no ICC Norte e Sul há mais de 20 anos. O próprio reitor não pode mais renovar os contratos deles”, alegou.

Segundo Nogueira, os permissionários que trabalham com alimentação têm um agravante em razão da inspeção da Vigilância Sanitária. “O Chiquinho é uma pessoa que conhecemos há anos e o reitor conversou com ele pessoalmente para tentar colocá-lo em um dos Mascs, porque uma vez que todos estiverem ocupados ele não terá como ir. Os órgãos de controle exigem que todos os permissionários do ICC Norte e Sul fechem. Estamos em um impasse”, ressaltou. “Tentamos negociar o ano todo, mas no Brasil as pessoas acham que os espaço público é deles após alguns anos ocupado”, acrescentou. (Do Correio Braziliense)

Senador Cristovam Buarque confirma pré-candidatura à sucessão de Dilma

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cristovam Buarque

O senador brasiliense Cristovam Buarque (PDT) anunciou que disputará com o ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, a indicação do partido para a eleição presidencial de 2018. O parlamentar disse estar em ritmo de pré-campanha pelo País. Questionado como vencerá um possível embate com Ciro, o congressista disse que o ex-ministro é quem deveria responder como, “com o espírito aguerrido dele, vai enfrentar um diplomático”. Para Cristovam, a presidente Dilma não aposta no diálogo para governar: “O PT só quer ouvir quem é da patota”.

 

Brasília 247 – O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) anunciou que disputará com o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes a indicação do partido para a eleição presidencial de 2018. De acordo com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, a sigla terá dois ou três nomes no páreo da corrida presidencial. O parlamentar disse estar em ritmo de pré-campanha pelo País e “pronto para disputar por uma razão muito simples: nenhum político tem o direito, neste momento, de dizer que fica de fora”.

“O País vive uma crise circunstancial, conjuntural, momentânea, que é a inflação, o déficit fiscal, a desarrumação que o país vive, que é a recessão; e temos uma outra, que é a arrumar a casa do Brasil e construir um Brasil diferente”, disse ele. “Em vez de apenas ter transferências de renda da Bolsa Família, ter programas de emancipação dos pobres; trabalhar projetos que façam com que, enquanto uma família precisar de bolsa, vai ter, mas só vamos comemorar quando nenhuma precisar”.

Questionado sobre como vai convencer seus correligionários de que o seu nome é o melhor do partido para disputar o Palácio do Planalto, em invés de Ciro Gomes, o congressista disse que o ex-ministro é quem deveria responder como, “com o espírito aguerrido dele, vai enfrentar um diplomático”. “Eu não vou mudar meu estilo. Não consigo, aliás, mudar meu estilo. E não vejo por que mudar. Eu vou continuar nesse estilo de composição, de compromisso, de diálogo. E falando manso, como dizem”, afirmou Cristovam.

O parlamentar também criticou a sua própria legenda. “Como dizia Pedro Taques [ex-senador pelo PDT e atual governador do Mato Grosso pelo PSDB]: “Viramos um puxadinho do PT”. Estamos justificando este governo, corrupção. Então, nós perdemos a possibilidade de sermos, hoje, uma alternativa forte. Mas, graças a esse vazio que está aí, acho que o PDT pode ser alternativa séria”, acrescentou. A entrevista foi concedida ao site Congresso em Foco.

Ex-governador do Distrito Federal pelo PT entre 1995 e 1999, quando criou o Bolsa-Escola, Cristovam afirmou que a presidenta Dilma Rousseff repete o mesmo erro do ex-presidente Fernando Collor, cassado em 1992, ao não apostar no diálogo para governar. “O PT só quer ouvir quem é da patota”, lamentou.

‘PT vai voltar melhor’

Apesar de criticar o Partido dos Trabalhadores, Cristovam afirmou não acreditar que a legenda vai desaparecer. “O PT tem uma história, uma militância. Vai entrar, ao meu ver, em um período de diminuição de influência, mas vai voltar. E vai voltar melhor”, complementou. Segundo o congressista, a sigla “pode voltar a sonhar”.

“Não acredito que esse vício do poder pelo poder, essa voracidade por poder e dinheiro – e a gente vê o que muitos têm – continuará [com o PT eventualmente] na oposição. Eu creio que, em vez de já pensar em como voltar para ser igual, eles vão pensar em como ser diferentes”, disse.

Definindo-se como um político “de esquerda” por não estar satisfeito com o “estado de coisas” do País, o pedetista tem a federalização da educação e o trabalhismo como suas principais bandeiras na corrida presidencial. Segundo Cristovam, não se esgotou a esquerda, mas sim “um tipo de esquerda”.

“Mas vamos ver o que quer dizer “esquerda”. Para mim, esquerda quer dizer aquele conjunto de pessoas que, primeiro, não estão satisfeitas com o estado de coisas. Segundo, que acham que essas coisas não mudarão sozinhas. Isso para mim é esquerda. Porque você pega um conservador que pode ser até progressista, mas ele acha que o mercado resolve”, complementou.