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Informe de Rendimentos do servidor para declaração do IR pode ser consultado pelo celular

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Servidores públicos podem verificar as informações no aplicativo do Sigepe

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) disponibilizou o Informe de Rendimentos 2015 na versão mobile do Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal (Sigepe). As informações são necessárias para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deste ano, que deve ser realizada até o dia 29 de abril. Vale lembrar que é preciso atualizar a versão instalada para verificar o Informe.
O aplicativo oferece aos servidores ativos, aposentados e pensionistas do Executivo Federal e do Governo do Distrito Federal (GDF), que recebem seus vencimentos, proventos ou pensões pelo Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), uma forma prática e ágil de consultar as informações financeiras, cadastrais e funcionais, por meio de dispositivos móveis, comosmartphones e tablets.
Atualmente, o aplicativo permite a consulta prévia do contracheque, além do histórico dos vencimentos dos últimos 12 meses, de forma simplificada e detalhada. O servidor pode obter o Sigepe Mobile nas lojas virtuais de seus aparelhos – App Store (IOS) ouGoogle Play (Android), gratuitamente. 

ENQUANTO ISSO… Funcionalismo público faz ato e para atividades em ação pela campanha salarial de 2016

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# No próximo dia 14 será a vez de os servidores públicos federais paralisar as atividades por 24 horas.

 

# Um grande ato nacional está marcado em Brasília, no Ministério do Planejamento.

 

# O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) vai organizar o ato, que é uma das primeiras ações da campanha salarial de 2016.

 

# Na semana passada, uma ação conjunta de entidades representativas dos servidores, incluindo Condsef, Sindsep-DF e a CUT, conseguiu garantir a suspensão da votação do projeto classificado com o regime de “urgência urgentíssima”.

 

# É o projeto que traz uma nova reforma fiscal que estabelece a possibilidade de demissão voluntária.

Ex-governador Agnelo volta a rebater críticas de Rollemberg

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Agnelo (PT) participou das manifestações contra o impeachment da presidente Dilma; o petista rebateu algumas declarações feitas contra ele pelo atual chefe do executivo Rodrigo Rollemberg e pelo ex-senador Valmir Amaral; desmentiu a acusação feita pelo seu sucessor de ter deixado um rombo de R$ 3 bilhões nos cofres do governo; “O rombo foi desmascarado. É só ver os balanços que ele [Rollemberg] mandou para a Câmara Legislativa. O próprio Hélio Doyle [ex-secretário-chefe da Casa Civil] desmentiu. Cada secretário tem um número”

 Brasília 247 – O ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) participou, nessa quinta-feira (31), das manifestações contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O petista rebateu algumas declarações feitas contra ele pelo atual chefe do executivo Rodrigo Rollemberg e pelo ex-senador Valmir Amaral.

Agnelo desmentiu a acusação feita pelo seu sucessor de ter deixado um rombo de R$ 3 bilhões nos cofres do governo.

“O rombo foi desmascarado. É só ver os balanços que ele [Rollemberg] mandou para a Câmara Legislativa. O próprio Hélio Doyle [ex-secretário-chefe da Casa Civil] desmentiu. Cada secretário tem um número”, afirmou, conforme relato do Correio. O ex-governador preferiu não fazer uma avaliação dos primeiros 15 meses do governo de Rollemberg. “Isso é o povo que vai dizer”, acrescentou.

Sobre Valmir Amaral, Agnelo limitou-se a questionar: “O que você espera de um cidadão como esse?”. Valmir é filho de Dalmo Josué do Amaral, patriarca do Grupo Amaral. Ele afirma que o pai “morreu de desgosto de ser roubado por Agnelo”.

 

Os Brasis de Dilma e de Janaína

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Dois Brasis ficaram evidentes ontem, nas declarações da presidente Dilma Rousseff, ao lançar uma nova etapa – mais uma – do programa de habitação Minha Casa, Minha Vida, e na apresentação da jurista Janaína Paschoal diante da Comissão Especial do Impeachment na Câmara dos Deputados (na foto, ela aparece sentada ao lado do jurista Miguel Reale Jr.).

“Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe”, disse Dilma, numa frase ensaiada, não por coincidência reproduzida nos cartazes de deputados governistas que compareceram à reunião na Câmara. Ela procurou defender seu legado na Presidência. “Mesmo diante das dificuldades que nós temos, mesmo diante das dificuldades públicas e notórias pelas quais a economia do Brasil passa, é importante que a gente perceba que nós não podemos ajustar a economia para cortar programas sociais”, afirmou. “Daí porque nós subsidiamos sim. Temos orgulho de subsidiar.” Depois desferiu críticas contra o PMDB e contra o vice Michel Temer.

Em seu característico dialeto dilmês, ela proferiu mais uma daquelas sentenças improváveis na forma e imperscrutáveis no conteúdo: “Quem não tem razão para tirar um governo que tem sua base pactuada pela Constituição quer tirar o governo para golpear direitos garantidos da população. Se fazem isso contra mim, o que não farão contra o povo?” No final, veio o coro previsível de “não vai ter golpe”.

Janaína, na Câmara, não poderia ter sido mais didática, mais clara e mais contundente em sua exposição, perante deputados que se comportavam como uma classe bagunceira na escola, que merecia zero de comportamento. No momento mais brilhante da apresentação, disse palavras que entrarão para a história:

– Tenho visto vários cartazes dizendo que impeachment sem crime é golpe, e essa frase é verdadeira. Mas estamos diante de um quadro em que sobram crimes de responsabilidade. Vítimas de golpe fomos nós.

Tecnicamente, o pedido de impeachment, assinado por Janaína e pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. e pelo advogado Flávio Ferreira, elenca três tipos de crime de responsabilidade atribuídos a Dilma: a lesão à lei orçamentária, com a emissão de decretos ilegais relativos ao cumprimento das metas de superávit; a abertura sistemática de créditos não autorizados em bancos e instituições financeiras públicas (as tais “pedaladas fiscais”); a omissão do registro desses créditos nos registros da dívida pública.

O pedido menciona ainda a conivência na compra fraudulenta da Refinaria Pasadena quando presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Afirma que várias das práticas contábeis ilegais se estenderam pelo segundo mandato, em alguns casos até agosto de 2015. Houve, segundo o texto, violação da lei 1079, de 1950, da Lei de Responsabilidade FIscal e do artigo 85 da Constituição.

Essas são as questões técnicas. Em sua explicação  aos deputados, Janaína deixou claro por que considera criminosa a política fiscal do governo Dilma. Basicamente, afirmou, o dinheiro público não pode ser administrado como se o país fosse da presidente da República. “O sentimento que se tem ouvindo a presidente falar é que realmente ela acredita que todos os órgãos são dela, que ela pode emitir a qualquer momento, que os bancos públicos são dela”, afirmou Janaína. “Eles não conseguem ver sentido na nossa indignação, porque, infelizmente, acreditam mesmo que o BNDES é deles, que a Caixa Econômica Federal é deles, que o Banco do Brasil é deles.”

“A responsabilidade fiscal neste governo, infelizmente, não é um valor. Prova de que não é um valor é que se fala, reiteradamente, que isso é uma questão menor. Mas, se a responsabilidade fiscal não for observada, nenhum programa pode ser mantido”, disse ela. O jurista Miguel Reale Jr. já havia exposto a mesma ideia em sua manifestação: “Crime não é apenas colocar a mão no bolso do outro. Crime aqui é eliminar as condições do país de ter desenvolvimento, cuja base é a responsabilidade fiscal”.

Pela enésima vez na semana passada, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, pediu mais uma redução nas metas estabelecidas para as contas públicas, uma queda de R$ 24 bilhões. A nova meta estabelece um superávit irrisório, de R$ 2,8 bilhões, mas pode ser tornar um déficit de até R$ 96,6 bilhões, pelas contas do governo. Ainda assim, Dilma não dá em seus discursos destaque algum à necessidade de cortar de gastos e equilibrar o Orçamento. Para ela, parece haver dinheiro para mais uma fase do Minha Casa, Minha Vida, para mais uma negociação com congressistas, para mais um déficit orçamentário, para o que vier pela frente.

Eis, portanto, a diferença entre o Brasil de Dilma e o Brasil de Janaína. No Brasil de Dilma, sobra dinheiro. No Brasil de Janaína, sobram crimes.

 * Helio Gurovitz é é formado em Jornalismo e Ciência da Computação pela Universidade de S.Paulo, com pós-graduação em Hipermídia pela Universidade de Westminster, em Londres.

 

Defesa de Dilma à Comissão do Impeachment será entregue na tarde desta segunda

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Por Iolando Lourenço – O prazo para a presidenta Dilma Rousseff apresentar sua defesa, por escrito, na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o processo de impeachment, termina nesta segunda-feira (4), quando deverá ser realizada a décima e última sessão ordinária da Casa destinada à contagem de prazo para que defesa da presidenta seja apresentada.

Com a defesa em mãos, o relator dos trabalhos da comissão, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), vai elaborar o  parecer, que será votado pela comissão e depois pelo plenário da Câmara. A defesa de Dilma deverá ser entregue à comissão às 16h30m desta segunda-feira pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que fará a sustentação oral para os integrantes do colegiado.

A confirmação da entrega da defesa foi feita pelo vice-líder do governo, deputado Paulo Teixeira (PT-SP). A partir daí,  haverá um prazo de até cinco sessões ordinárias da Câmara para o relator elaborar o parecer, que será discutido e votado pelos integrantes da comissão. Para ser aprovado, é necessária a maioria simples dos votos.

Jovair Arantes já disse que pretende apresentar o parecer na quarta (6) ou na quinta-feira (7), para que possa ser iniciada a discussão. O relator quer antecipar a apresentação do parecer por entender que haverá pedido de vista e que isso pode atrasar a votação em duas sessões. Para a aprovação do parecer na comissão, é necessária a maioria simples dos votos dos presentes, desde que estejam presentes pelo menos metade mais um dos integrantes do colegiado, que é composto de 65 deputados titulares.

Depois de votado o parecer na comissão, a tramitação do processo passa para o plenário da Câmara, a quem cabe decidir se ele será encaminhado para apreciação do Senado. Para ser aprovado pelos deputados e encaminhado ao Senado, são necessários os votos favoráveis de no mínimo 342 deputados, dos 513 membros da Câmara. O presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), prevê que  as discussões e votações do processo de impeachment serão deverão demorar três dias. Com isso, a votação na Câmara poderá ocorrer antes do dia 21 de abril.

 

Ceará pede a prisão de Lula

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Manifestantes repudiaram visita de Lula à Fortaleza e pediram sua prisão (foto: Juca Varella/ABR)
Manifestantes repudiaram visita de Lula à Fortaleza e pediram sua prisão (foto: Juca Varella/ABR)

Em Fortaleza, manifestantes gritam que Lula deve ser preso. Ele foi recebido aos gritos de ‘ladrão, seu lugar é na prisão’

Do Diário do Poder – Com bandeiras e roupas nas cores verde e amarela, apitos e buzinas, manifestantes ocuparam no fim da tarde deste sábado (2) a Praça Portugal, no bairro Aldeota, em Fortaleza, para protestar contra o PT e em repúdio à visita do ex-presidente Lula à capital cearense, que participou de um ato pela manhã na Praça do Ferreira, no centro.

Os protestos contra Lula começaram já no seu desembarque, no aeroporto de Fortaleza. Ele foi recebido com o refrão “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, entoado por dezenas de passageiros que se encontravam no local.

Durante seu discurso na Praça do Ferreira, Lula rebateu o conteúdo dos outdoors e faixas contrárias à sua visita a Fortaleza. “Deveriam ter vergonha na cara e fazer outdoor pelo que fiz pelo Nordeste e pelo Ceará. Pode pegar a história do século 20 inteiro para saber se um presidente da República colocou 30% do que coloquei no Ceará durante meus mandatos e os de Dilma.”

Um boneco representando a presidente Dilma Rousseff e outro do ex-presidente Lula foram inflados pelos manifestantes, na parte central da praça. As palavras de ordem e o barulho dos apitos se juntaram com o barulho de buzinas de carros cujos condutores apoiavam a manifestação.

“Nós não repudiamos só a vinda dele [Lula] ao Ceará. Nós repudiamos o governo que ele fez”, disse a dona de casa Lígia Passos, uma das pessoas que participaram da manifestação. No cartaz que ela segurava, havia uma foto de Lula e a frase: “A pior praga do Brasil”. No mesmo tom, outros cartazes e faixas estavam fixados na praça.

Refutando a afirmação de que o pedido de impeachment de Dilma Rousseff é um golpe contra o governo, Edilson Machado, um dos coordenadores da Frente Cearense pelo Impeachment, disse que as pessoas que apoiam o processo contra a presidenta defendem a legalidade e a Constituição.

“Dilma já infringiu a lei e já confessou o crime ao dizer que cometeu as pedaladas para conceder o Bolsa Família. Quem não quer cumprir a Constituição são eles [o governo]. Quem não cumpre a Constituição é golpista.”

A manifestação foi convocada pelas redes sociais contra a presença de Lula no Ceará e começou ontem (1º) com a instalação de outdoors e faixas em vias de grande movimento da capital cearense. Em um dos outdoors, perto da Praça Portugal e patrocinado pelo Sindicato dos Médicos, estão destacadas várias panelas numa referência aos ‘panelaços’, uma forma de protesto em que as pessoas fazem barulho batendo panelas.

A médica Terezinha Braga, do coletivo Médicos pela Democracia, disse que a atitude do sindicato não representa toda a categoria. “Usaram o dinheiro do sindicato para o interesse de uma visão política e discordamos disso. Os médicos podem se manifestar, mas não é correto usar para isso uma entidade que é de todos.”

Rollemberg participa da Corrida do Coração, que leva mais de 3 mil pessoas à Avenida Hélio Prates

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O governador Rodrigo Rollemberg correu o trajeto de 6 quilômetros. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
O governador Rodrigo Rollemberg correu o trajeto de 6 quilômetros. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Evento neste domingo (3) de manhã fez parte das comemorações dos 45 anos de Ceilândia. Governador Rodrigo Rollemberg completou o percurso de 6 quilômetros

Por Rafael Alves – Amadores e atletas profissionais participaram da 11ª Corrida do Coração, na manhã deste domingo (3), em Ceilândia. Com percursos de 6 e de 10 quilômetros, a prova reuniu mais de 3 mil pessoas na Avenida Hélio Prates. Pelo sexto ano consecutivo, o governador Rodrigo Rollemberg uniu-se aos competidores. Ele completou o trajeto de 6 quilômetros em 40 minutos. “Essa é uma iniciativa muito interessante como forma de comemorar o aniversário e de mobilizar a população e de fomentar o esporte em Ceilândia”, afirmou.

A corrida fez parte da programação dos 45 anos de Ceilândia, celebrados oficialmente em 27 de março. A promoção foi de uma rede de supermercados da região administrativa, com o apoio da Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer. O Departamento de Trânsito do Distrito Federal, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros também deram suporte ao evento. Das 8 às 11 horas, na altura do Setor Habitacional Sol Nascente, a Hélio Prates e as vias de acesso às QNPs ficaram interditadas.

O chefe do Executivo entregou o prêmio ao vencedor da categoria masculina nos 10 quilômetros, José Márcio da Silva, e a deputada distrital Luzia de Paula (PSB), ao segundo colocado, Augustino Sulle. Também subiram ao pódio Pablo Fagundes da Costa, no terceiro lugar; Domingos Nonato da Silva, no quarto; e Noel dos Reis Alves, no quinto. No feminino, as cinco primeiras colocações ficaram, respectivamente, com Cruz Nonata da Silva, Marizete dos Santos, Rosiane dos Santos, Rosilene de Oliveira e Maria Regina Seguins.

 

Bolsonaro ultrapassa Dilma em número de fãs em rede social

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Deputado Jair Bolsonaro (Foto: Ricardo Botelho/Brazil Photo Press/Folhapress)

Deputado Jair Bolsonaro (Foto: Ricardo Botelho/Brazil Photo Press/Folhapress)

 

Por Bruno Ferrari – De acordo com monitoramento da Medialogue, empresa de comunicação digital, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), ídolo de parte dos que defendem o impeachment, superou, na semana passada, a presidente Dilma Rousseff em número de fãs no Facebook. Ele alcançou 2,7 milhões de seguidores, cerca de 40 mil a mais que Dilma. (Com informações do Expresso Epoca)

Preço da gasolina vai cair amanhã

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A Petrobras deve anunciar amanhã a queda nos preços da gasolina e diesel.

Por Lauro Jardim – Os estudos feitos pela estatal estão prontos e baseiam-se nas quedas do consumo interno (9% em 2015 em comparação com 2014 e 11% em janeiro ante a janeiro do ano passado), do preço do barril de petróleo e do dólar nas últimas semanas.

E, claro, ajuda a criar uma agenda positiva para o governo num momento de extrema dificuldade política e econômica.

Mais um herói do povo brasileiro deve virar vilão do PT. André Vargas promete delatar tudo e todos

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Ex-deputado federal pelo PT, André Vargas. Foto Orlando Brito
Ex-deputado federal pelo PT, André Vargas, de punho erguido, um dos símbolos dos condenados pelo mensalão e petrolão, fazendo chacota com o então presidente do STF, Joaquim Barbosa. Foto Orlando Brito

Por Fábio Campana – A força-tarefa da Operação Lava­ Jato está interessada nas informações que o ex-deputado André Vargas, que pertenceu ao PT, tem afirmado dispor sobre o financiamento de campanhas majoritárias do partido.

O político, que é de Londrina (PR) e foi próximo de Alberto Youssef, doleiro e um dos principais delatores da Lava­Jato, teve cargos de destaque na hierarquia petista: foi secretário nacional de Comunicação da sigla e vice­presidente da Câmara dos Deputados.

Sua ligação com os escândalos apurados pela Operação veio à tona em abril de 2014, antes da reeleição da presidente Dilma Rousseff, e o levaram em poucas semanas a sair do partido. No fim de dezembro, foi cassado. As informações são de André Guilherme Vieira no Valor Econômico.

No início de março, Vargas afirmou a seus defensores que está disposto a fazer delação premiada. Procurada, a defesa do ex­parlamentar informou que não vai se manifestar sobre o assunto.

O ex­deputado foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro a 14 anos e 4 meses de prisão em agosto do ano passado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, praticados com recursos que teriam origem na Petrobras. O ex­petista quer sair do regime prisional fechado.