Levantamento do gabinete do deputado Claudio Abrantes (Rede), que propôs a Frente Parlamentar, mostra que enquanto a média nacional é de 26% de matrículas no setor público e 74% no setor privado, o DF caminha na contramão com apenas 16% de ofertas no setor público e 84% no privado
Distrito Federal está atrás de outros Estados em oferta de vagas no ensino superior gratuito
A Câmara Legislativa vai ganhar, nesta quinta-feira (26), a Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública do Distrito Federal. A partir de agora, um grupo de parlamentares e especialistas vai discutir quais as bases e perspectivas o DF quer para ampliar a oferta de vagas públicas para os estudantes.
A capital da República está mal posicionada quando o assunto é a quantidade de vagas oferecidas para ensino superior gratuito.
Um levantamento do gabinete do deputado Claudio Abrantes (Rede), que propôs a Frente Parlamentar, mostrou que enquanto a média nacional é de 26% de matrículas no setor público e 74% no setor privado, o DF caminha na contramão com apenas 16% de ofertas no setor público e 84% no privado.
“Já passou da hora de o DF ter sua própria universidade e a Câmara quer fazer sua parte debatendo, formulando e trazendo suas perspectivas para que o DF tenha logo sua universidade distrital”, aponta Abrantes.
As bases para instalação de uma universidade distrital já estão criadas. Desde 2013 o DF tem a Fundação Universidade Aberta (Funab) discutindo as bases do projeto.
À frente da Funab, está um dos responsáveis pela criação dos cursos de medicina e enfermagem da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), Dr. Mourad Ibrahim – que fará a palestra de abertura da Frente Parlamentar.
“Eu penso que devemos seguir o modelo de ESCS, vitorioso, de sucesso, que fez da faculdade de Medicina uma das cinco melhores do país. E a Câmara tem acompanhado a luta dos estudantes de lá e dado seu apoio”, completa o parlamentar.
O lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública do DF será às 9h30, na Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte da Câmara Legislativa.
Serviço
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública do DF
Quinta-feira (26), às 9h30
Local: Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte da Câmara Legislativa
A oportunidade da Feira das Amigas tem o objetivo de estimular o empreendedorismo na localidade
Criado em outubro de 2014, o grupo Amigas do Jardins Mangueiral e Botânico é formado atualmente por aproximadamente duas mil mulheres, liderada pela representante Karina Meireles. O grupo nasceu para trocar experiências, dicas de convivência e integração no novo bairro. Atualmente, as Amigas do Jardins Mangueiral e Botânico organiza mensalmente com temas distintos, a Feira das Amigas do Jardins Mangueiral e divulga informações de interesse coletivo para pessoas influentes na comunidade.
Em dezembro do não passado, aconteceu a 1° edição. Nos meses de março e abril foi realizado as edições na tenda da AAJM. Contudo, o evento cresceu e o número de expositoras também. Desde maio, as feiras são realizadas em áreas públicas, devidamente autorizadas pelos órgãos competentes. A oportunidade da Feira das Amigas tem o objetivo de estimular o empreendedorismo na localidade: “A nossa Feira surgiu de um pequeno sonho para reunir as amigas da comunidade, porém o grupo cresceu e hoje é uma forma de incentivar a economia da região produzindo renda para mães, donas de casas, amigas e vizinhas do bairro. O nosso diferencial é justamente a participação da mulher à frente de pequenos negócios, pois é cada vez maior o crescimento no universo feminino”, afirma a presidente Karina Meireles.
As expositoras da feira são moradoras do Jardins Mangueiral e adjacências, mulheres que desenvolvem alguma técnica artesanal ou possuem a aspiração em ser empreendedoras. Hoje, o trabalho é feito em parceria com o Sebrae para que as mulheres possuam qualificações para gerirem seus próprios negócios, incentivando o conhecimento sobre o empreendedorismo e fomentando a valorização do Micro Empreendedor Individual (MEI) na localidade.
Líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS)
Valor era para Cerveró não fazer delação ou, se fizesse, não citar o senador. Líder do governo no Senado foi preso pela PF nesta quarta em Brasília
Por Renan Ramalho e Mariana Oliveira – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki informou nesta quarta-feira (25) que a Procuradoria-Geral da República relatou, em documento enviado à corte, que o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), ofereceu R$ 50 mil mensais ao ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró para que ele não fechasse acordo de delação premiada ou, se o fizesse, não citar o parlamentar.
Delcídio foi preso na manhã desta quarta em Brasília pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, segundo os investigadores, por estar atrapalhando apurações. Além dele, também foram presos pela PF o banqueiro André Esteves, do banco BTG Pactual, e o chefe de gabiente de Delcídio, Diogo Ferreira. Há também mandado de prisão do advogado Édson Ribeiro, que defendeu Cerveró. Como ele está nos Estado Unidos, a PF pediu ao STF a inclusão do nome dele no alerta vermelho da Interpol.
Zavascki leu em sessão do tribunal o relatório da PGR que serviu de base aos pedidos de prisão.
A PGR teve acesso gravações realizadas por Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró, de duas reuniões recentes – realizadas nos dias 4 e 19 de novembro – com a participação de Delcídio do Amaral e André Esteves.
Segundo a Procuradoria, Delcídio também prometeu a Cerveró influir em julgamentos no STF para ajudá-lo. O senador disse que falaria com o vice-presidente da República, Michel Temer, e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) para influenciar a Corte.
“O presente caso apresenta linha de muito maior gravidade. O parlamentar não está praticando crimes qualquer, está atentando contra a própria jurisdição do Supremo Tribunal Federal”, disse Zavascki.
Em diversos trechos, o relatório da PGR aponta tentativas de Delcídio em “embaraçar as investigações”. Fala em “atuação concreta e intensa” do senador e do banqueiro para evitar a delação premiada de Nestor Cerveró, “conduta obstrutiva” e “tentativa de interferência política em investigações judiciais”.
Procurada, a assessoria do senador informou que o advogado dele, Maurício Leite, recebeu uma ligação do Delcídio e embarcou de São Paulo para Brasília para acompanhar o caso. O G1 também procurou a Presidência da República, e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.
Por meio de nota, o BTG Pactual disse estar “à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e vai colaborar com as investigações.”
Agora, segundo Zavascki, os autos do processo do senador serão enviados em até 24 horas ao Senado para que a casa delibere, conforme prevê a Constituição Federal, sobre a manutenção da prisão do parlamentar.
Fuga pelo Paraguai
A Procuradoria citou uma gravação na qual Delcídio discutiu meios de rota para Cerveró deixar o país, em caso de o STF conceder habeas corpus para o ex-diretor da Petrobras.
Na rota prevista por Delcídio, Cerveró iria, primeiro, para o Paraguai e depois viajaria para a Espanha.
Histórico
O líder do governo foi citado na Lava Jato na delação do lobista conhecido como Fernando Baiano. No depoimento, Baiano disse que Delcídio recebeu US$ 1,5 milhão de dólares de propina pela compra da refinaria.
Em outubro, Delcídio havia negado o teor da denúncia de Baiano e disse que a citação a seu nome era “lamentável”.
Delcídio também foi citado em outro contrato da Petrobras, que trata do aluguel de navios-sonda para a estatal. Segundo Baiano, houve um acordo entre Delcídio, o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-ministro Silas Rondeau, também filiado ao PMDB, para dividir entre si suborno de US$ 6 milhões.
O líder do governo havia classificado a denúncia de uma “coisa curiosa” que não tem lógica. (Do G1, em Brasília)
Manoel Paulo de Andrade Neto é acusado de retardar processo no qual tinha interesse
A Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (Prodep) ajuizou ação de improbidade administrativa contra o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) Manoel Paulo de Andrade Neto, mais conhecido como Manoelzinho do Táxi. Ele é acusado de atuar em processo de fiscalização dos serviços de táxis de forma ilegal. Por ser permissionário do serviço, ele estaria impedido de intervir no caso. Além disso, ele agiu para evitar que eventual medida adotada pelo TCDF viesse a prejudicá-lo.
Manoel é permissionário de táxi desde 1977 e conselheiro do TCDF desde 2000. O processo de fiscalização dos serviços de táxi foi iniciado em 2008 e o conselheiro atuou até 2015, quando a divulgação da imprensa o levou a sair do caso. O regimento interno do TCDF prevê que conselheiros que tenham interesse pessoal em determinado procedimento estão impedidos de atuar. Apesar disso, Manoel participou de, pelo menos, cinco votações relacionadas ao caso. Em 12 de agosto de 2014, ele pediu vista do processo e só devolveu os autos em 17 de agosto de 2015, embora o regimento interno da corte preveja que o conselheiro que pedir vista tem prazo para devolução de dez dias.
Segundo o promotor de Justiça Rodrigo de Araújo Bezerra, as irregularidades são evidentes. “Ele não poderia atuar desde o início, mas participou de cinco decisões. E pior, ficou com o processo parado mais de um ano e, quando apresentou o voto, pediu o arquivamento para evitar que sua situação como permissionário de táxi fosse ameaçada”.
A sociedade está corrompida. As pessoas estão corrompidas. A política está corrompida. Existe fim para isto ou um início para as coisas melhorarem? Qual a verdadeira vocação dos noticiários, manipularem as informações conforme convém ou mostrar a verdade?
Vivemos tempos difíceis e sofremos ameaças e retaliações por escrever verdades. Desconfie sempre daqueles que fazem discursos éticos e moralistas, porque o passado condena muitos deles. São os verdadeiros hipócritas.
Qual a verdadeira voz do governo? Qual a verdadeira voz da população? Enquanto as autoridades legitimamente constituídas agem de uma forma, outros atuam nas sombras.
O governo está com medo, as pessoas estão com medo. A crise é séria. A descrença da população nos políticos é tão grande que desacreditam que algo pode mudar. Que os problemas têm solução.
Ignorância é o rebanho dos fortes. Então temos que começar por nós mesmos a ficar mais inteirados sobre política. E fiscalizar de forma ativa a administração pública.
Somos todos uma pequena engrenagem em uma grande máquina. E uma vez como engrenagens fazemos parte de um processo enorme que forma a nossa economia. Uma empresa que só gasta seu dinheiro sem produzir algum bem de valor não vai longe. Uma que pegue todo seu dinheiro e deixe parado na conta bancária também não. Com um governo não é diferente.
Decididamente é uma ferida tocar neste assunto. Quem quer ser apontado e criticado por algo que fez de errado? Eu certamente não quero, mas é aí que está. As vezes precisamos de alguém fazendo isto. E um governo precisa ser criticado, para enxergar seus próprios erros. E controlar seus consiglieres. As ameaças e retaliações são táticas do atraso.
Em uma reportagem tempos atrás na TV, eram convidadas pessoas aleatórias na rua para fazer uma entrevista de emprego na qual iriam trabalhar para um político corrupto. Quase todas as pessoas que foram selecionadas aceitaram praticar algum tipo de corrupção. Seja ela pequena ou grande, desde fazer boca de urna até operar um caixa dois.
Entendeu o ponto? Quase todos nós ficamos indignados quando vemos nos telejornais que os políticos roubaram milhões de reais dos cofres públicos, mas quando somos convidados a participar da roubalheira esquecemos nossos valores? Nem todos se dobrariam a tal proposta, mas, e os que sim. Isso já estraga todo um sistema. São os falsos moralistas. Os que criticam tudo e todos, mas no reservado arrepiam. Arrotam moralidade, mas são os piores.
E não é só de dinheiro que a corrupção se trata. Basta ficar próximo a um local com retirada de senhas e você verá diversas pessoas pegando senhas preferenciais sem precisar. Ou simulando algum problema para estacionar numa vaga reservada.
Até no trânsito há corrupção. Quem passa no sinal vermelho, fura filas, dirige em alta velocidade, bêbado, com o celular e depois tenta dar aquele cafezinho para o guarda está fazendo o que? Isso mesmo, corrompendo um sistema, realizando corrupção pura!
Temos que antes nos conscientizar e entender que os políticos são um reflexo da população. Se tivermos consciência e conhecimento, vamos deixar de votar mal e assim escolher e cobrar mais e melhor de nossos representantes.
E um aviso: não temeremos ameaças, tampouco retaliações. Que fique claro.
O mundo assiste com muita tristeza as tragédias ocorridas em Mariana-MG e Paris. Na França, foram acontecimentos tramados no silêncio da covardia, da revolta e insanidade de alguns que investem contra a soberania e liberdade de uma nação; afetando vidas inocentes e alheias aos motivos políticos que motivaram tal ato.
Mariana, não foi tão diferente. Afinal, tão silenciosa quanto a omissão de muitos, liberaram um verdadeiro mar de lama sob centenas e milhares de pessoas, ceifando vidas, também inocentes, alheias a irresponsabilidade de gestores públicos e privados. Aqui não há como jogar a culpa na natureza. Está claro o que aconteceu.
Lá, em Paris, certamente aqueles que perderam seus parentes, continuarão sofrendo por um tempo, até que fique só a saudade e o medo que aconteça de novo.
Aqui, além do sofrimento da perda de parentes, teremos que enfrentar outros graves problemas.
Toda economia daqueles municípios foi comprometida. As aulas suspensas, a agricultura destruída, o comércio quase parado, falta de água potável, hospitais, asilos e serviços sociais estão sendo abastecidos com caminhões pipas. Mataram o Rio Doce!!! Em governador Valadares uma população de 260 mil pessoas sem água; e a água do Rio Doce envenenada por arsênico, mercúrio e outros metais. Todos os peixes mortos. Será que podemos fazer um paralelo entre esse mar de lama, em Mariana, e o mar de lama, que há anos acontece na política brasileira?
Afinal, do mesmo jeito que esse mar de lama por onde passa destrói tudo, deixando resíduos absolutamente nocivos à vida, na política, ao longo dos anos, temos sidos governados por pessoas que, por onde passam, também deixam um mar de lama de incertezas, descaso, desemprego, falta de crescimento na economia, corrupção, falta de compromisso verdadeiro com o povo, falta de cumprimento da palavra empenhada nas campanhas políticas. Enfim, de falar a VERDADE. E os resíduos deixados por eles??? Infelizmente, alcançarão outras gerações como a lama tóxica já.
* Nilo Cerqueira é advogado, ex-administrador do Sudoeste por duas vezes; ex-secretário de Relações Institucionais do GDF; ex-superintendente Federal do Ministério da Agricultura no DF, ex-candidato a deputado distrital, membro do grupo que lutou pela representação política no DF. Tem especialização em Direito Público e Gestão Pública.
Segundo o jovem, o pai está sempre no eixo RJ-SP-BSB e Cuiabá. Se alguém souber qualquer informação, pode entrar em contato com o jovem nos números (61) 9176-9168 ou (61) 9221-3712. Reprodução/Facebook
O homem desapareceu quando o jovem tinha cinco anos, depois de enganar sua avó materna
O neto do ex-senador Humberto Lucena, Humberto Coutinho de Lucena Neto, fez um relato emocionado nas redes sociais nesta segunda-feira (23) contando que foi enganado e abandonado pelo pai, Carlos Roberto Capeleti Sant’Anna. Atualmente, o jovem tem 21 anos, e disse ter tomado coragem para contar que o pai “passou a perna” na família depois que o parlamentar morreu.
Segundo a denúncia, o genro de Humberto Lucena desapareceu com parte da herança que pertencia ao garoto e sua mãe. Por isso, Betão – como é conhecido – está a sua procura e tem pedido ajuda aos colegas do Facebook. A foto agora tem 1.146 compartilhamentos e mais de 1.700 curtidas.
Pelo relato, o jovem conta que seu pai desapareceu quando ele tinha cinco anos e enganou sua avó materna, que confiou o dinheiro da herança ao genro.
— Meu pai deu um golpe logo após meu avô falecer, em minha vó, dizendo que aplicaria o pecúlio deixado por ele, e sumiu. Fui abandonado, pois meu pai usava do status de meu avô para fechar negócios, ou seja, logo após seu falecimento, éramos descartáveis.
Lucena Neto conta que seu pai desapareceu quando ele tinha cinco anos e enganou sua avó materna, que confiou o dinheiro da herança ao genro. Reprodução/Facebook
Quando fugiu, o homem levou todos os bens da família: dinheiro, carros e joias. Para a esposa, deixou apenas dívidas. A casa em que viviam acabou indo à leilão e ele foi obrigado a deixar a casa do dia para a noite, abandonando todos os móveis que não puderam buscar.
— Desde que fugiu, nunca recebi uma ligação, uma troca de carinho, um feliz ano novo, um feliz aniversário, nada. Pensão? Nunca pagou um centavo — conta o rapaz.
Carlos Roberto Capeleti Sant’Anna é procurado pela polícia. A família conta que a polícia já teve oportunidade de prendê-lo, mas ele sempre consegue fugir, se valendo inclusive de nome, identidade e CPF falsos para isso.
— Eu e minha mãe já pensamos em desistir de tudo diversas vezes, já sofremos muito com isso tudo. É horrível você ter tudo e de um dia para outro, não ter mais nada.
Na quinta-feira (19), o homem chegou a ser visto em Brasília, mas quando a família foi até o local apontado, ele já tinha fugido novamente. Segundo Betão, o pai está sempre no eixo RJ-SP-BSB e Cuiabá. Se alguém souber qualquer informação, pode entrar em contato com o jovem nos números (61) 9176-9168 ou (61) 9221-3712.
O ex-senador Humberto Lucena foi o centro do noticiário brasileiro após ser acusado de abuso de poder. Na época em que era senador, ele teria usado a gráfica do Senado Federal para imprimir santinhos entregues em sua campanha eleitoral. O acontecimento ficou conhecido como Caso Humberto Lucena e tomou grande proporção.
Distritais chegaram a exigir convocação, mas GDF garantiu a presença da diretora
Por Luís Cláudio Alves – O líder do governo, deputado Julio César (PRB), garantiu que a diretora da Agência de Fiscalização (Agefis), Bruna Pinheiro, comparecerá à Câmara Legislativa no próximo dia 3 de dezembro, em audiência pública, para prestar esclarecimentos sobre a derrubada de casas em condomínios do DF e a violência das operações. Após a reclamação de vários distritais, entre eles Ricardo Vale (PT) e Bispo Renato Andrade (PR), o líder do governo informou que entrou em contato com o governador Rodrigo Rollemberg, que determinou a suspensão das operações.
Segundo Julio César, o governador garantiu que a diretora da Agefis prestará todos os esclarecimentos aos deputados durante a audiência pública. Diante das informações do líder do governo, o deputado Ricardo Vale retirou requerimento de sua autoria que convocava a diretora para prestar esclarecimentos.
O deputado Bispo Renato Andrade, que havia anunciado que não votaria projetos do governo enquanto a situação fosse explicada, resolveu voltar atrás diante da suspensão das derrubadas e do compromisso de comparecimento da diretora da Agefis à Câmara. Bispo Renato reclamou da derrubada de 680 casas e duas igrejas no Sol Nascente.
Numa sessão em que as galerias da Casa estavam tomadas por moradores de condomínios, o assunto dominou dos pronunciamentos dos deputados distritais. Vários deles ocuparam os microfones em defesa dos moradores e com críticas às ações do GDF.
O deputado Wasny de Roure (PT) disse que o problema é complexo e não se refere apenas à atuação da Agefis. Para ele, o responsável em buscar soluções deve ser o próprio governador Rodrigo Rollemberg. Já o deputado Lira (PHS) condenou duramente a atuação da Agefis e defendeu a retirada de poderes da agência.
A deputada Telma Rufino (sem partido) pediu o cumprimento de projeto de lei de sua autoria, aprovado na semana passada, que obriga o governo a notificar os moradores antes de qualquer ação de derrubada ou desocupação.
Já Ricardo Vale reprovou a forma com que a Agefis tem agido contra moradores de condomínios e lembra que em campanha o governador Rodrigo Rollemberg prometeu diálogo. “Basta de truculência e agressividade contra famílias de bem, peço a todos os deputados que nos ajudem a resolver esse caso de calamidade que assola a nossa cidade” argumenta o parlamentar.
Colaboradora do Governo de Brasília e primeira-dama Márcia Rollemberg
Feira beneficente que contará com a participação de mais de 100 embaixadas proporcionando um grande intercâmbio cultural
O Grupo de Cônjuges e Chefes de Missões (GCCM), com o apoio do Governo de Brasília e da primeira-dama Márcia Rollemberg, realiza a 11ª Feira Internacional das Embaixadas no próximo sábado (28), no Estádio Mané Garrincha, das 9 às 18 horas. Trata-se de uma feira beneficente que contará com a participação de mais de 100 embaixadas proporcionando um grande intercâmbio cultural. O ingresso custa R$ 10 para adulto e R$ 5 para crianças, de 5 a 12 anos.
Por meio de doações e vendas de produtos típicos de cada Embaixada participante, fundos são arrecadados para apoiar e ajudar ações e instituições brasileiras de caridade. As diversas culturas presentes tornam o evento uma rica experiência, promovendo cultura, conhecimento, entretenimento e altruísmo.
Em parceria com as Secretarias de Turismo, Cultura, Esporte, Educação e Promoção do Governo do Distrito Federal, o evento, antes chamado “Bazar Internacional Diplomático”, é uma vitrine de excelência cultural e comercial de cada um dos mais 100 países participantes.
Danças, artesanatos, pinturas, roupas e comidas típicas são só algumas das atrações. Todo o dinheiro arrecadado durante a Feira é revestido em ajuda para quem precisa. São diversos projetos, iniciativas, casas de apoio e comunidades carentes ajudados pelos recursos levantados.
INFRAESTRUTURA
104 estandes (5x3m) para venda de produtos e gastronomia internacionais, com o conceito “um tour pelo mundo”, dividido por regiões do mundo.
Palco interior para shows culturais internacionais e nacionais,com programação o dia todo
2 brinquedotecas
Espaço para venda de artesanatos de Brasilia
Espaço para Tômbola
8 lounges VIP para patrocinadores utilizarem com fins promocionais
6 bares
Espaço de exibição fora do estádio
Espaço para 15 food trucks fora do estádio
Copa das Embaixadas – Campeonato de Futebol de adultos e crianças
Deputado professor Israel Batista. Foto: Fabio Rivas
Por Ana Carolina Carvalho – A operação deflagrada pela Polícia Federal para desarticular grupo suspeito de combinar preços na revenda de combustíveis revelou que o consumidor, no DF, paga 20% mais caro do que deveria para abastecer o carro. Pensando em beneficiar o cidadão que já é refém dos cartéis e preços abusivos, o deputado Professor Israel (PV) teve aprovado nesta terça-feira, 24, projeto de lei que amplia o programa Nota Legal para abastecimento em postos de gasolina.
O PL 537/2015 (Nota Legal no Posto) foi votado em primeiro turno no plenário da Câmara Legislativa e o objetivo é corrigir a discrepância entre os altos preços cobrados e a necessidade de consumo. “Esses gastos pesam na despesa familiar e os créditos representam uma vantagem para quem abastece”, explica Israel.
Outro ponto é dar força à rede de fiscalização com a participação efetiva do consumidor. “Quantas pessoas pedem nota fiscal no posto hoje? Cada cidadão será um fiscal por natureza, vamos gerar essa cultura”, defende o autor do texto. O projeto de lei aguarda agora a aprovação em segundo turno no plenário.
Professor Israel também é autor da versão do Nota Legal em Dinheiro, que oferece os créditos do programa em espécie para quem não tem casa nem carro.