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Policiais e bombeiros militares realizam carreata

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militares carreata

Mais de 600 carros participaram, de forma pacifica, do movimento para pedir reajuste salarial e plano de carreira

 Nesta terça-feira (12), policias e bombeiros militares realizaram uma carreata para cobrar do governador Rodrigo Rollemberg reajuste salarial e o plano de carreira. O grupo carregava bandeiras pedindo “respeito” às categorias. Os veículos partiram do ginásio Nilson Nelson e deram uma volta pela Esplanada dos Ministérios.

“A intenção era mostrar ao governador, sem prejudicar a população, que não vamos aceitar que os militares sejam tratados com descaso,” disse o deputado federal Alberto Fraga (DEM).

Fraga conta que os militares são pagos com recursos do Fundo Constitucional, ou seja, o dinheiro é do Governo Federal.

“O Fundo que deveria ser usado prioritariamente para custear a segurança, mas está sendo usado de forma irregular, virou uma verdadeira caixa preta. Enquanto isso os policiais e bombeiros sofrem sem reajuste salarial, o governador se recusa até a iniciar as negociações”, explica o parlamentar.

Senado aprova proposta que limita gastos da CLDF e do TCDF

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Foto: Pedro Ventura
Foto: Pedro Ventura

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O plenário do Senado finalizou nesta terça-feira (12) a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que impõe limite aos gastos das casas legislativas e dos tribunais de Contas dos estados (TCEs) e do Distrito Federal. A PEC foi aprovada, em segundo turno, com 62 votos a 2 e com uma abstenção. A proposta segue, agora, para análise da Câmara dos Deputados.

Pelo texto aprovado, as casas legislativas e os TCEs deverão ter gasto anual dentro do limite máximo da despesa do ano anterior, corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conforme emenda do relator, senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Gastos acima desse teto poderão ser enquadrados como infração à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Autor da proposta, o senador João Capiberibe ressaltou que as casas legislativas e os tribunais de contas têm tido custos elevados e crescentes, sem justificativa. Em 2013, por exemplo, foram mais de R$ 14 bilhões, sendo R$ 9,4 bilhões gastos pelas assembleias e R$ 5 bilhões pelos tribunais.

“Nos últimos dez anos, houve um crescimento acima da inflação da ordem de 47%, e as funções das assembleias e dos tribunais não mudaram. A função é legislar e fiscalizar”, disse Capiberibe.

ENTREVISTA | Alessandro Paiva, administrador do Lago Sul

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Alessandro Paiva
Alessandro Paiva

 

Por Celson Bianchi, do Alô Brasília


Celson Bianchi – Sua gestão à frente das Administrações do Lago Sul e do Jardim Botânico completaram 2 meses. O que a comunidade já pode ver como resultado deste trabalho?

Alessandro – Demos prioridade às demandas expostas nas reuniões com a comunidade. No Lago Sul, estamos colocando o Plano de Publicidade para funcionar. Alguns estacionamentos já estão em fase final das obras.  A ampliação da rotatória da QI 23 já se encontra em fase final também, reivindicação antiga dos moradores do Lago Sul e também do Jardim Botânico, que foi atendida pelo Governo de Brasília através da parceria da Administração Regional com o DER.. No Jardim Botânico, há 60 dias à frente da Administração, já entregamos o estacionamento da Avenida Comercial quase pronto, o que era uma reivindicação antiga da comunidade. Além disso, lutamos pela primeira linha de ônibus da cidade. A emissão de alvarás para as duas cidades já está praticamente em dia, e outras demandas da comunidade vem sendo tratadas com respeito e trabalho pela administração.

 

Você tem feito parcerias para reformar escolas públicas das cidades que vem administrando. Esse projeto é vinculado ao Adote uma Escola?

Sim. O projeto Adote uma Escola nasceu para caminhar sobre a rota do terceiro setor, juntamente com parceria da iniciativa privada e de voluntários, que adotam Escolas Públicas fazendo reformas e implantando cursos profissionalizantes. Do Adote uma Escola nasceu parcerias incríveis como: a Feira do aluno empreendedor, o Escolas nas Cidades e o Enem total.

 

A Geração Brasília do PSB está cumprindo o que prometeu para a sociedade de Brasília?

O PSB decidiu investir na juventude e acreditou que mesmo passando por momentos difíceis, a Geração Brasília veio para dar uma nova cara às ações do governo. A repercussão positiva e efetiva em alguns pontos do governo vem dando visibilidade a um novo cenário na política, tornando propícia a apresentação de novos nomes e a oportunidade de renovação.

 

Em sua gestão, o que o Lago Sul e o Jardim Botânico podem esperar na qualidade do Serviço Público prestado?

Minha missão como gestor público é devolver ao contribuinte os impostos pagos através da qualidade do serviço público. Estamos trabalhando por uma gestão eficiente. Nossa dificuldade hoje é reduzir o tempo gasto no atendimento das demandas vindas da comunidade, devido à escassez de funcionários e através da máquina pública. Estamos trabalhando na fiscalização da rotina, para que isso não se torne ferramenta facilitadora da ilegalidade.

 

A política brasileira está desgastada ética e moralmente. Qual a sua visão futura para a classe política brasileira?

O sistema político está falido. Hoje a população brasileira não aceita mais os políticos, sendo assim, estamos vivendo o tempo que nasce um novo sujeito, os defensores de causas, que na verdade fazem o que a política deveria ter feito: defender as pessoas e seus direitos.

Ceilândia recebe ação do programa “Ame, mas não sofra”

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ame mas nao sofra

Para participar da atividade, destinada a prestar orientações aos familiares de dependentes químicos, os interessados devem confirmar inscrição. As vagas são limitadas

O programa “Ame, mas não sofra”, que tem como objetivo apoiar e fornecer orientações aos familiares de dependentes químicos – como forma de fortalecer o combate ao uso de drogas –, inicia a temporada de ações itinerantes pelas regiões administrativas. E a primeira a receber as atividades será Ceilândia, na próxima quinta-feira (14/7), às 14h, no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), localizado na QNM 16. Os interessados precisam garantir inscrição por meio do telefone 2104-1819. São oferecidas 50 vagas.

Promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus/DF), a iniciativa que percorrerá as RAs, denominada “Unidade Itinerante de Apoio às Famílias”, promoverá, em parceria com o Movimento Integrado de Saúde Comunitária do Distrito Federal (MISMECDF), orientação individual, uma breve palestra informativa e terapia comunitária aos participantes. “A ideia é facilitar o acesso ao atendimento e às orientações prestadas aos familiares dos dependentes químicos. Nossa equipe multidisciplinar, composta por especialistas da área de prevenção e combate às drogas, está mobilizada para percorrer todo o DF e tornar o programa mais acessível”, diz o subsecretário de Políticas para Justiça, Cidadania e Prevenção ao Uso de Drogas, Hugo Sousa Lima.

Pessoas que precisam cuidar de crianças poderão participar tranquilamente da programação. Enquanto os adultos ouvem os especialistas, haverá um espaço especialmente dedicado ao público infantil, com trabalho de prevenção ao uso de drogas por meio de fantoches. “Não há desculpa para deixar de participar. Se alguém necessita de apoio e orientação para buscar tratamento relacionado ao uso de drogas na família, a hora é essa”, ressalta o subsecretário.
O programa “Ame, mas não sofra” conta com equipe multidisciplinar de profissionais, que têm a missão de orientar os familiares dos dependentes de drogas quanto aos cuidados consigo e à melhor maneira de abordar o ente querido em busca da superação do vício. A iniciativa é desenvolvida em eventos gratuitos por meio de palestras de profissionais especialistas, de depoimentos e da participação de grupos de apoio. Em 2015, o programa prestou 665 atendimentos. Desse total, 76% eram mulheres e 24% homens. Os familiares que mais procuraram ajuda foram as mães (33%). Quanto à substância utilizada, a maconha foi citada em 41% dos casos, seguida por álcool (27%) e cocaína (19%).

Programa “Ame, mas não sofra” – Unidade Itinerante de Apoio às Famílias
Quando: quinta-feira (14/7)
Horário: 14h
Local: Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), localizado na QNM 16, Área Especial, Módulo A, em Ceilândia Norte
Inscrições: 2104-1819

ENQUANTO ISSO… Lançamento da 2ª edição do edital Startups Brasília

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# Nesta terça-feira (12), o governador Rodrigo Rollemberg lança a 2ª edição do edital Startups Brasília, elaborado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (Fap-DF).

 

# A seleção pública tem o objetivo de conceder apoio financeiro para microempreendedores individuais, empreendedores de microempresas e de empresas de pequeno porte, de base tecnológica, sediadas no DF.

 

# As áreas de atuação devem estar prioritariamente voltadas para o desenvolvimento de novos produtos e processos inovadores.

 

# O lançamento será às 19h, no mezanino da Torre de TV.

 

# O edital prevê investimentos de R$ 5 milhões e cada projeto beneficiado poderá receber até R$ 150 mil.

 

# A edição de 2015 do Startups Brasília recebeu 375 propostas e 43 foram contempladas.

 

# A seleção será dividida em duas etapas.

 

# As inscrições para a primeira devem ser feitas até 2 de agosto.

 

# Os participantes precisam apresentar a ideia em PDF ou vídeo e preencher o formulário disponível no site http://www.fap.df.gov.br.

 

# Os selecionados para a segunda etapa terão que enviar um plano de negócios.

 

# O resultado final, previsto para ser divulgado em outubro, será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, no site e sistema da Fap-DF.

Déficit na Polícia Civil reduz produção de até 30 mil provas testemunhais

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pcdf legal

A adesão dos policiais civis à operação “PCDF Legal”, deflagrada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) no último dia 4, após deliberação em assembleia, continua praticamente unânime.

Nessa primeira semana da mobilização, cerca de sete mil provas testemunhais (ou seja, Termos de Declaração de suspeito de crime, de testemunha e de vítimas, por exemplo) deixaram de ser realizadas. Até o fim de um mês, a previsão é de que esse número chegue a 30 mil.

Sem as provas testemunhais, não há como embasar pedidos de prisão, de interceptação telefônica e de mandados de busca e apreensão – partes fundamentais da investigação policial e principal atividade-fim dos policiais civis.

Com isso, a tendência é que as operações da Polícia Civil do DF diminuam assim como a apreensão de drogas e armas. Esse cenário é consequência direta do alto déficit no efetivo, problema já amplamente denunciado pelo Sinpol-DF e que resultou na operação “PCDF Legal”.

ATRIBUIÇÕES

Os números indicam, ainda, que os policiais civis estão cumprindo a cartilha distribuída pelo Sindicato. O documento orienta os policiais a fazer apenas as suas atribuições, enquanto o comum era de que eles se sobrecarregassem ao também realizar atividades dos outros cargos.

A elaboração das provas testemunhais, por exemplo, deve ocorrer na presença de um Delegado e de um Escrivão de Polícia. Atualmente, contudo, existe apenas um ou dois delegados e escrivães para fazer esse trabalho em cada uma das delegacias do DF.

“Tudo isso ocorre pelo sucateamento da Policia Civil. Hoje, a instituição passa pela sua maior crise, pois falta tudo: desde recursos humanos a recursos materiais. Há delegacias que precisam ser demolidas e reconstruídas. Falta material de escritório como clipes, grampeadores e papel; as armas têm apresentado falhas técnicas, falta também munição e os coletes à prova de balas estão, praticamente, todos vencidos. O efetivo está reduzido à metade”, explica o presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco “Gaúcho”.

“PCDF LEGAL”

A fim de pressionar o governo e a direção da PCDF por melhorias, além de avanço nas pautas de reivindicação que vêm sendo negociadas, sem sucesso, há mais de um ano e meio, os policiais civis do DF deflagraram, no dia 4 de julho, a primeira fase da operação “PCDF Legal”.

Desde então, eles estão trabalhando apenas dentro das suas atribuições legais – ao contrário do que ocorre atualmente, pois cada policial civil tem trabalhado com sobrecarga de trabalho e muitas vezes exercendo funções de outros cargos.

Com essa mobilização, a categoria espera esclarecer à população o sucateamento que a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) vem sofrendo.

A medida é resultado, ainda, da falta de compromisso do GDF com as reivindicações dos policiais civis, sobretudo, a que exige o envio da mensagem ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) garantindo a manutenção da isonomia com a Polícia Federal, que existe desde a época da fundação de Brasília e sempre foi mantida.

O Sinpol-DF também reivindica o avanço dos pleitos que não representam impacto financeiro e que estão travados na Direção Geral da PCDF: a atualização das atribuições, progressões funcionais, a normatização do concurso de remoções e das licença-prêmio e licença capacitação, entre outras.

Projeto garante permanência de animais utilizados em terapia assistida

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Presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão
Presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão

Em breve, os cães utilizados em terapia assistida nos locais públicos e privados do Distrito Federal terão acesso e permanência assegurados. Isto porque está no Executivo o Projeto de Lei 1.353/2013, de autoria da deputada Celina Leão, presidente da Câmara Legislativa do DF, e aguarda sanção do governador.

De acordo com o texto, consideram-se, para efeito da Lei, cães utilizados em terapia assistida por animais, aqueles que auxiliam nas terapias em geral e nas atividades de educação, socialização de pessoas. Inclusive crianças com necessidades especiais e pessoas em situação de risco social ou em tratamento de dependência química. “Para tanto, o condutor do cão deverá portar carteira de identificação do cão terapeuta, carteira de vacinação atualizada”, explicou Celina.

Para a presidente da Casa, o contato com um animal permite abrir um espaço potencial para expressar a criatividade e lidar com as emoções das pessoas, o que denota a sua importância, principalmente nos processos de crise que advém de períodos de hospitalização prolongados. “Tal prática atua como “co-terapia” possibilitando a brincadeira, onde brincar é viver e aprender a viver ao mesmo tempo”, esclarece. E completa: “os recursos de terapia com cães podem ser direcionados às pessoas de diferentes faixas etárias e utilizados em instituições penais, hospitais, casas de saúde, escolas e clínicas de recuperação”.

De acordo com a parlamentar, embora seja uma intervenção que utiliza animais, traz consigo um forte apelo à humanização, pois ajuda a descontrair o clima pesado de ambiente hospitalar, melhora as relações interpessoais e facilita a comunicação. “Por essas razões, sua prática será extremamente benéfica a toda a população do Distrito Federal, reduzindo, sobretudo, o período de internação dos pacientes, e acarretando efeitos colaterais positivos, como a redução dos custos do tratamento e riscos de infecções por prolongada permanência no ambiente hospitalar, em razão da resposta mais rápida à terapia com animais”, defende Celina Leão.

Governador Rollemberg vistoria obras na saída norte

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As obras no Trevo de Triagem Norte e na Ligação Torto-Colorado beneficiarão mais de 100 mil pessoas.
Governador vistoriou as obras no Trevo de Triagem Norte e na Ligação Torto-Colorado. Foto: Tony Winston

Melhorias no Trevo de Triagem Norte e na Ligação Torto-Colorado devem beneficiar mais de 100 mil pessoas

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, vistoriou as obras no Trevo de Triagem Norte e na Ligação Torto-Colorado na manhã desta terça-feira (12). As alterações viárias devem acabar com os longos engarrafamentos na saída norte e beneficiar mais de 100 mil pessoas.

“Nós teremos, entre o Trevo de Triagem Norte e a terceira pista que liga o Torto ao Colorado, 26 intervenções, entre viadutos e pontes, que vão melhorar muito a qualidade de vida, sobretudo de quem mora na ala norte do Distrito Federal”, disse o governador de Brasília, acompanhado pelo secretário de Mobilidade, Marcos Dantas, e pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Henrique Luduvice.

A obra recebeu financiamento de R$ 146 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)— a primeira parcela, de R$ 10 milhões, foi liberada em junho. O repasse será trimestral. O governo entra com contrapartida de R$ 51 milhões, via Fonte 100, e a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), com R$ 10 milhões. Essas melhorias na infraestrutura viária fazem parte do Circula Brasília — Programa de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, lançado em 24 de maio de 2016.

Problemas antigos, como a necessidade de recorrer à faixa reversa em horários de pico, de segunda a sexta-feira, vão ter fim. O aumento da capacidade em um trecho da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) será resultado da construção de duas pistas — uma em cada sentido —, com três faixas cada uma. Serão 5,2 quilômetros de ampliação entre o Torto e o Colorado.

Melhorias na mobilidade de quem mora na parte norte do DF

Uma das intervenções consiste em duas vias marginais e nas respectivas pontes paralelas à Ponte do Bragueto. Quando as pistas estiverem concluídas, a passagem atual poderá ser destruída para dar lugar a uma nova. O trânsito será desviado, e o local ficará com três pontes.

As mudanças devem facilitar a vida de motoristas que vão e voltam de Sobradinho e Planaltina, para cidades da Região Metropolitana do Distrito Federal – Formosa (GO) e Planaltina (GO) – e das regiões Norte e Nordeste do País. Serão 24 meses para conclusão das obras no trevo de triagem norte e 17 para a Ligação Torto-Colorado.

O financiamento do BNDES inclui contratação de empresa para auxiliar o DER-DF na supervisão das obras. Os trabalhos começaram em maio de 2014, mas foram paralisados por falta de verba em dezembro do mesmo ano, na gestão anterior. Recomeçaram em 1º de junho deste ano.

Conheça os projetos do Trevo de Triagem Norte e o do sistema viário da Ligação Torto-Colorado.

SOS: Bancos de leite de Brasília precisam de doações

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banco de leite

Os estoques dos bancos de leite do Distrito Federal — que alimentam os recém-nascidos internados nos hospitais públicos — precisam receber doações com urgência. A coleta do alimento ficou abaixo do necessário em junho. Foram 1.144 litros, enquanto o ideal é de, no mínimo, 1,5 mil litros. Nos seis primeiros meses do ano, o somatório atingiu 7.939 litros doados.

“Estamos precisando da ajuda das mães saudáveis, que estejam amamentando e possam doar”, disse a coordenadora dos Bancos de Leite do Distrito Federal, Miriam Santos, ao informar que, durante o mês de junho, 505 mães contribuíram, e 750 bebês foram alimentados.

Para doar, basta ligar para o telefone 160, opção 4, e agendar uma visita do Corpo de Bombeiros Militar do DF, que busca o alimento. Outra opção é acessar o site  Amamenta Brasília, da Secretaria de Saúde, para fazer o cadastro de doadora.

A mulher interessada em doar precisa ser cuidadosa para que o leite coletado não seja contaminado. A estratégia é usar um lenço ou uma touca no cabelo e uma máscara, além de higienizar bem as mãos e usar um frasco de vidro com tampa de plástico limpos. As doadoras também podem ter acesso ao kit completo nos bancos de leite. A doação é importante independentemente da quantidade. Há bebês que recebem um mililitro de leite a cada dieta.

Cuidados ao coletar leite para doação

– Armazene o leite em frasco de vidro com tampa de plástico.
– Ferva os recipientes em panela com água por 15 minutos.
– Deixe-os escorrer sobre pano limpo até secar. Feche o vidro sem tocar na parte interna da tampa.
– Na hora de tirar o leite, coloque touca ou lenço para cobrir os cabelos e fralda ou máscara sobre o nariz e a boca.
– Lave mãos e braços até o cotovelo com sabão e água.
– Antes de iniciar a coleta, lave as mamas apenas com água.
– Seque mãos e mamas com toalha limpa.
– Evite conversar durante a retirada do leite.
– Retire o leite quando as mamas estiverem muito cheias, antes ou depois das mamadas.

Lançamento: Mover o passado para reescrever o futuro

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Mover o passado para reescrever o futuro

“Móvel é o passado” é o terceiro trabalho literário do jornalista Joaquim São Pedro, 58 anos. Mineiro de Cataguases, criado no Rio de Janeiro e radicado em Brasília há vinte e um anos, Joaquim é autor ainda do romance “Carugurací – Cidade Solidão” e do livro de contos “Amor de BR”. Esta é, porém, a primeira parceria do autor com a Outubro edições, editora de Brasília, comandada pela jornalista e escritora Clara Arreguy.

Joaquim São Pedro participará da Feira do Livro de Brasília, que este ano acontecerá entre os dias 16 e 24 de julho, no Centro de Convenções. No dia 20, ele estará no stand da editora Arco Iris, numa parceria com a Outubro, autografando o seu livro.

– Fiquei muito feliz com o trabalho da Outubro, cuidadosa com tudo, desde a edição, com uma diagramação arejada, e acabamento de muito bom gosto. Acho que as pessoas que gostam de ler uma história, em ordem cronológica, com princípio, meio e fim, vão gostar e se identificar com a trajetória de um personagem que tem muito a ver com cada um de nós, quando sentimos inquietações e resolvemos mexer com algo em nossas vidas, neste caso, com o passado – diz o autor.

O livro conta uma história contemporânea, sem preocupação, no entanto, em situar o leitor em espaços e contextos geográficos, para, propositadamente, instiga-lo a trabalhar a imaginação e até a movimentar o seu próprio passado, enquanto viaja com o personagem principal.

“Móvel é o passado” conta a saga do recém aposentado, funcionário público, 60 anos, Ronaldo Teixeira, que a princípio se assusta com as incertezas da vida de pijama, ou seja, do futuro que o espera, e resolve mexer com o próprio passado, retornando à cidade natal, no interior de Minas Gerais, de onde saiu pela porta dos fundos há quarenta anos, para nunca mais voltar, ou dar notícias suas.

O que ele descobre em seu regresso às origens, no reencontro com sua terra natal e com conterrâneos, é que o passado que ficou arquivado na gaveta mais remota de sua memória, não é aquele que as pessoas que lá ficaram, conhecendo-o ou não, construíram a seu respeito a partir de fragmentos, dentro de um contexto social perversamente conservador.

– Não nos damos conta de como aquilo que vivemos, em determinado momento de nossas vidas, pode perder a importância para nós mesmos, mas conservar relevância e influência para outras pessoas que sequer imaginamos que ainda existam ou que se lembrem de nós, tal como nos lembramos ou não delas – diz São Pedro.

Com a volta ao passado, Ronaldo Teixeira reincorpora ou incorpora à sua vida um conjunto de personagens marcados por traços de caracteres diversificados, porém, na sua maioria, unidos por laços familiares.

Ele vai construindo assim relacionamentos não consentidos, reprimidos e ocultos, que se revelam na medida em que ele se torna um verdadeiro investigador de si e mergulha naquele universo que se identifica com ele mais do que imaginava.

– No princípio ele se assusta com o que começa a descobrir. Quando entende o que se passa, ele pensa em recuar. Mas instigado pela curiosidade e pelo próprio medo de fugir, levando dúvidas que o atormentariam para sempre, resolve encarar os fatos e se surpreende, ora positiva, ora negativamente – diz Joaquim São Pedro.

No meio daquele turbilhão de descobertas e emoções, Ronaldo se dá conta de que a volta à velha rotina, se acontecer e em que circunstância acontecerá, não se dará da mesma forma como quando partiu em busca do seu passado, incomodado que estava com o seu presente, e inquieto e ansioso por um futuro mais equilibrado e com emoções renovadas.

Ficha técnica:

Título: Móvel é o passado – Autor: Joaquim São Pedro

No de páginas: 280

Editora: Outubro Edições.

Ano: 2016